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	<title>PESQUISAS &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>PESQUISAS &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Instituto MAS reúne especialistas em Alphaville para debater pesquisas e o futuro político 2028 da Região Metropolitana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 01:58:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[futuro político 2028]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  O evento será realizado em 19 de setembro e é voltado para lideranças políticas, jurídicas, profissionais de comunicação e demais interessados em leitura de cenários eleitorais Em plena época de campanha eleitoral 2026, ressurge o desafio de identificar fake news e a necessidade urgente de compreender o que é eficácia em relação aos levantamentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<h1><strong> </strong></h1>
<p><strong><em>O evento será realizado em 19 de setembro e é voltado para lideranças políticas, jurídicas, profissionais de comunicação e demais interessados em leitura de cenários eleitorais</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><em><br />
</em>Em plena época de campanha eleitoral 2026, ressurge o desafio de identificar <em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">fake news</em> e a necessidade urgente de compreender o que é eficácia em relação aos levantamentos de dados eleitorais. É nesse cenário que o Instituto MAS Pesquisa apresenta o Seminário <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">&#8220;Perspectiva 2028 &amp; Os Rumos da Política na Região Metropolitana – SP&#8221;</strong>. O evento será realizado no dia 19 de setembro, das 14h às 18h, em Alphaville (Barueri/SP) e visa estabelecer as conexões entre os alinhamentos políticos de 2026 já desenhando o tabuleiro eleitoral de 2028.</p>
<p style="font-weight: 400;">
À frente da iniciativa está o sociólogo e cientista político Marcos Agostinho, CEO do Instituto MAS Pesquisa, com atuação nacional e especialização nas cidades da Região Metropolitana de São Paulo (incluindo municípios que compõem o CIOESTE, CONISUD, SIMBAJU e a RMJ). Criador da metodologia ATR, Agostinho soma 35 anos de atuação na leitura de cenários sociais, políticos e econômicos. <em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">“Entender a diferença entre dado confiável e ruído digital deixou de ser um diferencial técnico para se tornar uma condição de sobrevivência política. Se não houver uma interpretação de dados que compreenda as mudanças comportamentais da sociedade, a informação provavelmente será falha ou, no mínimo, incompleta”, </em>alerta o cientista.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18"> Acurácia</strong><br />
O tema central do seminário é a acurácia (grau de<strong> precisão e correção de uma informação).  </strong>Em um ambiente político cada vez mais permeado por desinformação, Agostinho defende que a resposta não está apenas em desmentir boatos, mas em produzir pesquisas metodologicamente robustas o suficiente para não deixar espaço para dúvida.</p>
<p>A proposta do sociólogo é apresentada por meio da metodologia ATR (Amostragem Territorial por Reexistência), que combina coleta presencial, entrevistas por telefone (CATI), links estruturados, grupos focais e monitoramento de ambientes digitais com apoio de inteligência artificial — um ecossistema híbrido desenhado para que nenhum segmento do eleitorado fique de fora da amostra. O tema ganha ainda mais relevância com a apresentação da minuta da Portaria do Selo Acurácia Eleitoral do TSE, que deve redesenhar a segurança jurídica de institutos e campanhas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Painéis<br />
</strong><br />
O evento reunirá analistas para debater o comportamento do eleitorado e as metodologias de análise e transformação territorial. A programação reúne nomes de peso da sociologia, da demografia e do direito eleitoral.</p>
<p><strong><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Painel 1 </span></strong>— <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">(14h30–15h20)</strong> — <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Mudanças demográficas e envelhecimento do eleitorado</strong></p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Ricardo Antunes de Abreu, sociólogo, especialista em envelhecimento populacional e diretor <span data-originalfontsize="small" data-originalcomputedfontsize="13">do </span> Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo</li>
<li>Jefferson Mariano, analista e técnico do IBGE</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Painel 2</span></strong> — <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Amostragem e tecnologias de pesquisa (metodologia ATR)</strong></p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Marcos Agostinho, criador da metodologia ATR e cientista político</li>
<li>Cláudia Ishikawa, diretora da C&amp;K Coleta, especialista em coleta amostral</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>BLOCO 2 — Direito eleitoral e perspectivas 2028</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Painel 3</span> ( 16h30)</strong><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18"> — Acurácia eleitoral e novo marco regulatório</strong></p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Dr. Bruno Cristaldi, advogado especialista em direito eleitoral</li>
<li>Cientista político Marcos Agostinho</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Painel 4</span></strong> (<strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">17h10–17h50)</strong><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18"> — Cases do Instituto MAS e prognóstico regional para 2028<br />
</strong><br />
Crédito das Fotos: Elson Vilela (1,2), Magnific (3)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong></p>
<p>SERVIÇO</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Evento: </strong>Seminário Técnico &#8220;Perspectiva 2028 &amp; Os Rumos da Política na Região Metropolitana – SP&#8221;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Data: </strong>19 de setembro de 2026</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Horário: </strong>14h às 18h</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Local: </strong>Alphaville Stadium Corporate — <a href="https://www.google.com/maps/search/Alameda+Rio%0D%0ANegro,+1030,+23%C2%BA+andar,+Alphaville,+Barueri%2FSP?entry=gmail&amp;source=g" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Alameda%2BRio%250D%250ANegro,%2B1030,%2B23%25C2%25BA%2Bandar,%2BAlphaville,%2BBarueri%252FSP?entry%3Dgmail%26source%3Dg&amp;source=gmail&amp;ust=1789501567489000&amp;usg=AOvVaw0CYrW-_vZkZ4zdOsiXvRoR" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18" target="_blank" rel="noopener">Alameda Rio Negro, 1030, 23º andar, Alphaville, Barueri/SP</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Inscrições: </strong>via Sympla<br />
<strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">*link: <a href="https://acesse.one/LJmJdoz" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://acesse.one/LJmJdoz&amp;source=gmail&amp;ust=1789501567489000&amp;usg=AOvVaw1CmGynrRTMVa11VgNtNPhr" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18" target="_blank" rel="noopener">https://acesse.one/LJmJdoz</a></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">Cortesia: </strong>inscritos confirmados recebem exemplar autografado do livro &#8220;Garimpeiro do Futuro&#8221;, de Marcos Agostinho</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18">SOBRE O INSTITUTO MAS PESQUISA<br />
</span></strong><br />
O Instituto MAS Pesquisa, foi fundado em 1999 em Alphaville e apresenta análise de cenários sociais, políticos e econômicos. Sob direção do sociólogo e cientista político Marcos Agostinho, o instituto atua nas regiões do CIOESTE (que inclui Cotia, Osasco, Barueri, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba, Carapicuíba, entre outros municípios), do CONISUD, do CIMBAJU e da Região Metropolitana de Jundiaí, cobrindo boa parte da Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>SITE: <a href="http://www.institutomas.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.institutomas.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1789501567489000&amp;usg=AOvVaw3Rm4OHjYXx3zLHKmIvImSz" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="18" target="_blank" rel="noopener">www.institutomas.com.br</a><br />
INSTAGRAM:@institutomaspesquisa</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial pode intensificar fake news nas eleições, alertam especialistas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/inteligencia-artificial-pode-intensificar-fake-news-nas-eleicoes-alertam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 20:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleitorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aproximação das campanhas eleitorais traz à tona um debate crucial sobre o papel da tecnologia e seu impacto na formação da opinião pública. Neste ano, o uso da inteligência artificial (IA) surge como um ponto de especial atenção para a Justiça Eleitoral, com especialistas alertando sobre o potencial agravamento da circulação de notícias falsas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aproximação das campanhas eleitorais traz à tona um debate crucial sobre o papel da tecnologia e seu impacto na formação da opinião pública. Neste ano, o uso da inteligência artificial (IA) surge como um ponto de especial atenção para a Justiça Eleitoral, com especialistas alertando sobre o potencial agravamento da circulação de notícias falsas. Em um cenário de crescente polarização política e ainda baixo letramento digital de parte da população, a capacidade da IA de gerar e disseminar conteúdo manipulado representa um desafio significativo para a integridade do processo democrático. A preocupação central é que a sofisticação das ferramentas de inteligência artificial possa transcender os esforços de fiscalização, tornando mais complexa a tarefa de distinguir o real do fabricado, exigindo respostas rápidas e eficazes das autoridades eleitorais para salvaguardar a veracidade das informações e a liberdade de escolha do eleitor.</p>
<p> A ameaça da inteligência artificial nas eleições</p>
<p>A presença cada vez maior da inteligência artificial (IA) nas estratégias de comunicação e marketing levanta sérias preocupações quanto ao seu emprego nas campanhas eleitorais. Observadores do cenário político e especialistas em direito eleitoral preveem que a IA pode ser um vetor potente para o aumento da desinformação, em um contexto já desafiador de grande polarização e de uma parcela significativa da população com baixa familiaridade com o universo digital. A capacidade da tecnologia de criar conteúdos hiper-realistas, como áudios e vídeos (deepfakes), além de textos convincentes, eleva o risco de manipulação da percepção pública e das intenções de voto.</p>
<p> O desafio da desinformação e manipulação</p>
<p>O advogado eleitoral Jonatas Moreth, mestre em Direito Constitucional, compara a atuação da Justiça Eleitoral a uma corrida de &#8220;doping e antidoping&#8221;. Segundo ele, assim como no esporte, a manipulação está sempre um passo à frente da capacidade de detecção. Novas técnicas e ferramentas são constantemente desenvolvidas, exigindo que os mecanismos de fiscalização se adaptem e evoluam continuamente para identificar e coibir as práticas fraudulentas. Essa dinâmica de constante atualização impõe uma pressão sobre os tribunais eleitorais para que desenvolvam expertise e agilidade na resposta aos desvios. O professor Marcus Ianoni, do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense, expressa dúvidas sobre se a estrutura burocrática existente será suficiente para lidar com a escala e a sofisticação da IA. A preocupação é que a Justiça Eleitoral possa ficar aquém da demanda por monitoramento e resposta a um volume crescente de manipulações direcionadas à atenção e intenções de voto dos eleitores.</p>
<p> A atuação da justiça eleitoral e seus limites</p>
<p>Diante desse cenário desafiador, o ministro Nunes Marques, à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), elenca como prioridade o enfrentamento dos efeitos nocivos da inteligência artificial nas eleições. Além disso, o ministro busca privilegiar o debate e o direito de resposta de todos os envolvidos no processo eleitoral, bem como assegurar diálogo contínuo com os tribunais regionais eleitorais e as principais demandas do país.</p>
<p> Estratégias e prioridades do TSE</p>
<p>Para Jonatas Moreth, a intenção do ministro é articular toda a Justiça Eleitoral, garantindo que o TSE e os tribunais regionais trabalhem em sintonia e de forma uníssona. A unidade e a concordância entre os diferentes níveis da Justiça Eleitoral serão cruciais para definir o modelo de atuação: se mais intervencionista e proibitiva, como observado na gestão anterior, ou mais liberal. Moreth manifesta preocupação com um debate excessivamente livre que, em vez de promover a troca de ideias, transforme-se em uma arena de ofensas e mentiras. Marcus Ianoni observa que o ministro Nunes Marques pode tender a uma visão mais expandida de liberdade de expressão, em nome do suposto debate. No entanto, o cientista político ressalta que a liberdade de expressão não é absoluta, possuindo limites legais claros contra mentiras, calúnias, difamação e injúrias. A capacidade de impor esses limites e garantir a integridade do debate público será fundamental.</p>
<p> Fiscalização de pesquisas eleitorais</p>
<p>Outro ponto de preocupação para especialistas é a divulgação de pesquisas eleitorais. O professor Marcus Ianoni enfatiza a necessidade de o TSE estar devidamente capacitado para garantir que as regras das pesquisas sejam rigorosamente respeitadas e para combater a proliferação de levantamentos &#8220;clandestinos&#8221;, que podem confundir o eleitorado. Embora a legislação estabeleça a obrigatoriedade de registro na Justiça Eleitoral, a identificação do estatístico responsável e a detalhamento de informações sobre a amostra, o questionário e a metodologia de aplicação, Ianoni compara a situação com a fiscalização de trânsito: a proibição existe, mas sem um guarda ou radar, a infração pode ocorrer sem consequências.</p>
<p> Lacunas na auditoria e controle</p>
<p>O advogado Jonatas Moreth complementa a crítica, apontando a falta de uma &#8220;auditoria mais precisa, mais cuidadosa quanto à realização das pesquisas&#8221;. Ele lamenta que, até o momento, não se tenha encontrado uma fórmula que consiga preservar um grau de autonomia das empresas de pesquisa e, ao mesmo tempo, oferecer maior garantia de auditoria e fiscalização. Fraudes em pesquisas eleitorais são frequentemente denunciadas por entidades representativas do setor. A ausência de mecanismos mais robustos de verificação pode minar a confiança do eleitor nos resultados apresentados, distorcendo a percepção sobre o cenário político e influenciando indevidamente o voto.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O panorama eleitoral atual se desenha com desafios sem precedentes, onde a inteligência artificial emerge como uma força dual: ferramenta de inovação, mas também vetor de desinformação. A Justiça Eleitoral, sob a liderança do ministro Nunes Marques, enfrenta a complexa tarefa de navegar entre a necessidade de coibir abusos e a garantia da liberdade de expressão. A capacidade de resposta do sistema judicial, a qualificação de seus quadros técnicos e a sintonia entre os diferentes tribunais serão determinantes para mitigar os impactos da IA na disseminação de fake news e na manipulação eleitoral. Igualmente crucial é a fiscalização rigorosa das pesquisas, que exige aprimoramento dos mecanismos de auditoria para restaurar e manter a confiança pública. A integridade do processo democrático dependerá não apenas da robustez da legislação, mas, sobretudo, da agilidade e eficácia de sua aplicação em um ambiente tecnológico em constante mutação.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é a principal preocupação sobre o uso da IA nas eleições?<br />
A principal preocupação é que a inteligência artificial (IA) seja utilizada para gerar e disseminar notícias falsas (fake news) e conteúdos manipulados, como deepfakes, em grande escala. Isso pode desinformar o eleitor, polarizar o debate e influenciar indevidamente o resultado eleitoral, especialmente em contextos de baixa alfabetização digital.</p>
<p>Como a Justiça Eleitoral pretende combater a desinformação gerada por IA?<br />
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o ministro Nunes Marques, tem como prioridade o enfrentamento dos efeitos nocivos da IA. As estratégias incluem privilegiar o debate e o direito de resposta, promover diálogo e unidade entre os tribunais regionais e o TSE, e buscar mecanismos para identificar e coibir práticas de manipulação, embora reconheça o desafio de estar sempre um passo atrás das inovações tecnológicas de desinformação.</p>
<p>Quais são os desafios na fiscalização das pesquisas eleitorais?<br />
Os desafios incluem garantir que as regras de registro e divulgação das pesquisas sejam respeitadas, combater pesquisas clandestinas e, principalmente, aprimorar a auditoria sobre a metodologia e a execução dos levantamentos. Há uma lacuna entre a legislação existente e a fiscalização efetiva da precisão e idoneidade das pesquisas, dificultando o equilíbrio entre autonomia das empresas e rigor na auditoria.</p>
<p>Qual o papel do ministro Nunes Marques frente ao TSE neste cenário?<br />
O ministro Nunes Marques, presidente do TSE, tem um papel central em definir a linha de atuação da Justiça Eleitoral. Suas prioridades incluem combater a desinformação gerada por IA, fomentar um debate eleitoral transparente e garantir a articulação entre o TSE e os tribunais regionais. Ele deve equilibrar a liberdade de expressão com a necessidade de impor limites legais contra mentiras e ofensas, definindo se a postura será mais intervencionista ou liberal.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta questão crucial para a democracia. Compartilhe este conteúdo e participe do debate sobre o futuro das eleições no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CIOESTE cria GT de Pesquisa e Desenvolvimento Regional com representantes de universidades, centros de pesquisa e empresas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cioeste-cria-gt-de-pesquisa-e-desenvolvimento-regional-com-representantes-de-universidades-centros-de-pesquisa-e-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 16:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento Regional]]></category>
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		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CIOESTE deu início nesta quarta-feira (15/07) à criação e organização do novo Grupo de Trabalho de Pesquisa e Desenvolvimento Regional. A reunião foi conduzida por Mário Jorge Junqueira, secretário de Desenvolvimento Econômico de Cajamar e coordenador da Câmara Técnica de Desenvolvimento Econômico do Consórcio. Representantes da Luft Logística (grupo ligado à Amazon), Universidade Presbiteriana [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CIOESTE deu início nesta quarta-feira (15/07) à criação e organização do novo Grupo de Trabalho de Pesquisa e Desenvolvimento Regional. A reunião foi conduzida por Mário Jorge Junqueira, secretário de Desenvolvimento Econômico de Cajamar e coordenador da Câmara Técnica de Desenvolvimento Econômico do Consórcio.</p>
<p>Representantes da Luft Logística (grupo ligado à Amazon), Universidade Presbiteriana Mackenzie, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Observatório das Metrópoles – Núcleo São Paulo, Centro Paula Souza, Instituto Brasileiro de Ciência e Inovação (IBCI), FATEC São Roque e Fundação SEADE estiveram presentes, além de secretários e adjuntos de Desenvolvimento Econômico das cidades que integram o Consórcio.</p>
<p>O novo GT tem como objetivo fomentar a produção de pesquisas acadêmicas aplicadas, voltadas à formulação de políticas públicas mais eficientes e inovadoras. A proposta é fortalecer a integração regional e subsidiar, com base técnica, as ações da Câmara Técnica de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego, além de outras frentes estratégicas do próprio Consórcio.</p>
<p>Mário Jorge Junqueira afirmou que a construção coletiva desse novo espaço de conhecimento representa um marco. “É uma oportunidade quase única ter um corpo tão denso e capacitado, com disposição para trabalhar junto na construção de soluções para a nossa região.”</p>
<p>Durante o encontro, foram debatidos os principais desafios enfrentados pelas cidades do Consórcio, com destaque para a necessidade de identificar problemas comuns e alinhar esforços em busca de soluções baseadas em evidências. Os representantes acadêmicos também apresentaram projetos de pesquisa em andamento e colocaram suas instituições à disposição para cooperação.</p>
<p>A reunião marcou o início da fase de ajustes e direcionamento dos trabalhos, com a perspectiva de definir em breve os projetos prioritários que subsidiarão as políticas públicas. Também foi discutida a possibilidade de financiamento dessas ações pelo próprio Consórcio.</p>
<p>O GT será estruturado em eixos temáticos que visam impulsionar a inovação, a sustentabilidade, a inclusão produtiva, a transformação digital e a melhoria da qualidade de vida na região, conectando universidades, empresas e governos em torno de metas concretas de desenvolvimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa para Prefeitura de SP realiza dia 18/9, mostra empate técnico. Veja aqui!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pesquisa-para-prefeitura-de-sp-realiza-dia-18-9-mostra-empate-tecnico-veja-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 13:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Nunes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo foram divulgadas nesta quarta-feira (18). Os institutos Quaest e Vox mostraram as intenções de votos dos eleitores paulistanos para o pleito municipal. Quais foram os resultados das pesquisas desta quarta? A Quaest apontou o empate técnico triplo na liderança. O levantamento mostrou Ricardo Nunes (MDB) ficou estável, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo foram divulgadas nesta quarta-feira (18). Os institutos Quaest e Vox mostraram as intenções de votos dos eleitores paulistanos para o pleito municipal.</p>
<p><strong>Quais foram os resultados das pesquisas desta quarta?</strong></p>
<p>A <strong>Quaest</strong> apontou o empate técnico triplo na liderança. O levantamento mostrou Ricardo Nunes (MDB) ficou estável, com 24%, e Guilherme Boulos (PSOL) oscilou para cima, com 23%. Pablo Marçal (PRTB) oscilou três pontos percentuais para baixo, com 20%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os três candidatos estão tecnicamente empatados.</p>
<p>O<strong> instituto Vox</strong> trouxe Nunes e Boulos no topo. O atual prefeito alcançou 27,6%, e o deputado federal ficou com 22,9%. Como a margem de erro do levantamento é de 2,55 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente.</p>
<p>Boulos também tem empate técnico com Pablo Marçal, segundo os dados do Vox. Atrás do atual prefeito e do deputado federal, o ex-coach apareceu com 19,8% das intenções de voto.</p>
<h4>
Outras pesquisas da semana</h4>
<p>A pesquisa Real Time Big Data divulgada na segunda (16) mostrou o trio tecnicamente empatado na liderança. Os números informados: Nunes: 24%, Marçal: 22% e Boulos: 22%.</p>
<p>A Veritá apontou Marçal na liderança. O influenciador somou 32,1% (tinha 30,9%); Boulos: 26% (tinha 21,6%) e Nunes: 18,1% (tinha 14,2%) vieram na sequência da pesquisa.</p>
<h4>Pesquisas da semana passada</h4>
<p>O levantamento Paraná Pesquisas, liberado na última sexta (13), mostrou Ricardo Nunes na liderança. O atual prefeito e Guilherme Boulos oscilaram para cima; Pablo Marçal oscilou para baixo. Os três estão empatados tecnicamente.</p>
<p>O Datafolha divulgado na quinta (12) mostrou empate técnico entre Nunes e Boulos. O atual prefeito somou 27%, contra 25% do deputado federal. Marçal, por outro lado, oscilou para baixo e ficou com 19%.</p>
<p>A Pesquisa Futura também divulgada na quinta (12) mostrou um empate técnico entre Nunes, Marçal e Boulos. O emedebista ficou na frente com 26,4%, Marçal, 22,8% e Boulos, 22%.</p>
<p>Os dados do Real Time Big Data, Paraná Pesquisas, Datafolha, Futura, Vox e Quaest mostraram Ricardo Nunes numericamente à frente. Guilherme Boulos e Pablo Marçal estão numericamente à frente em uma sondagem cada um —o psolista liderou a AtlasIntel, e o “ex-coach” ficou na dianteira da Veritá.</p>
<h3>Projeções para o segundo turno</h3>
<h4>Quaest mostrou três cenários para um eventual segundo turno. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB): 46% x Guilherme Boulos (PSOL): 35%<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 42% x Pablo Marçal (PRTB): 36%<br />
Ricardo Nunes (MDB): 47% x Pablo Marçal (PRTB): 27%</p>
<h4>Real Time Big Data também simulou três cenários. São eles:</h4>
<p>Guilherme Boulos (PSOL) 39% x 38% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 42% x 32% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 47% x 34% Guilherme Boulos (PSOL)</p>
<h4>O instituto Veritá apresentou três cenários para os líderes. São eles:</h4>
<p>Pablo Marçal (PRTB) 56,7% x 43,3% Ricardo Nunes (MDB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 50,5% x 49,5% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Pablo Marçal (PRTB) 56,2% x 43,8% Guilherme Boulos (PSOL)</p>
<h4>Paraná Pesquisas projetou três cenários. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB) 51,1% x 33,6% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Guilherme Boulos (PSOL) 43,3% x 37,2% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 51,4% x 27,3% Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>Datafolha divulgou três simulações. São elas:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB) 53% x 38% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 59% x 27% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL) 47% x 38% Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>Futura listou três cenários. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB): 52,6% x 26,8%: Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Ricardo Nunes (MDB): 49,3% x 28,9%: Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 40,3% x 37,5%: Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>AtlasIntel mostrou seis cenários. São eles:</h4>
<p>Guilherme Boulos (PSOL): 38,5% x 45,7%: Ricardo Nunes (MDB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 44,1% x 43,2%: Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 33,8% x 33,8%: Tabata Amaral (PSB)<br />
Pablo Marçal (PRTB): 29,2% x 48,2%: Ricardo Nunes (MDB)<br />
Pablo Marçal (PRTB): 43,4% x 49,8%: Tabata Amaral (PSB)<br />
Ricardo Nunes (MDB): 40,4% x 42%: Tabata Amaral (PSB)</p>
<h4>Sobre as pesquisas</h4>
<p>A Quaest ouviu 1.200 eleitores de São Paulo entre 15 e 17 de setembro. A pesquisa encomendada pela TV Globo tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é SP-00281/2024.</p>
<p>A Vox ouviu 1.500 eleitores de São Paulo, presencialmente, entre 14 e 16 de setembro. A pesquisa tem 95% de nível de confiança e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP – 005842/2024.</p>
<p>A pesquisa Real Time Big Data foi contratada pela Record TV e entrevistou 1.500 eleitores paulistanos, entre os dias 13 de setembro e 14 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o número de registro na Justiça Eleitoral é SP-08428/2024.</p>
<p>O instituto Veritá entrevistou 3020 eleitores entre os dias 11 de setembro a 15 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o número do registro no TSE é SP-08881/2024.</p>
<p>O Paraná Pesquisa ouviu 1.500 eleitores da cidade de São Paulo. As entrevistas foram realizadas presencialmente entre 9 de 12 de setembro. O índice de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no TSE é SP-00319/2024.</p>
<p>A pesquisa Datafolha foi realizada entre 10 e 11 de setembro. O instituto entrevistou 1.204 pessoas acima de 16 anos na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código SP-07978/2024.</p>
<p>A pesquisa Futura ouviu 1.000 entrevistados entre os dias 9 e 11 de setembro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos. O protocolo de registro na Justiça Eleitoral é SP-02298/2024.</p>
<p>A pesquisa AtlasIntel ouviu 2.200 eleitores paulistanos entre os dias 5 e 10 de setembro. A pesquisa usa uma metodologia própria, de recrutamento digital aleatório. O protocolo de registro na Justiça Eleitoral é SP-01125/2024. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Fonte: Notícias UOL</p>
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