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	<title>pará &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>pará &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Dívida do Pará em 2026: crescimento acompanhado de ampla margem fiscal</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 01:01:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Pará inicia o ano de 2026 em uma posição fiscal notável, com sua dívida bruta equivalente a 23% da Receita Corrente Líquida (RCL). Este cenário, que se desenha no limiar de um importante ciclo eleitoral, reflete uma gestão fiscal que tem conseguido manter o endividamento sob controle, mesmo diante de eventuais aumentos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Pará inicia o ano de 2026 em uma posição fiscal notável, com sua dívida bruta equivalente a 23% da Receita Corrente Líquida (RCL). Este cenário, que se desenha no limiar de um importante ciclo eleitoral, reflete uma gestão fiscal que tem conseguido manter o endividamento sob controle, mesmo diante de eventuais aumentos, garantindo ao estado uma ampla margem fiscal para planejar e executar suas políticas públicas. A capacidade de honrar compromissos e investir no desenvolvimento se torna um pilar fundamental para a administração pública, abrindo portas para a materialização de projetos e o fortalecimento de setores essenciais. A estabilidade financeira alcançada posiciona o Pará de forma estratégica, permitindo uma maior flexibilidade orçamentária para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades de crescimento econômico e social.</p>
<p> A saúde fiscal do Pará em 2026</p>
<p>A performance fiscal do Pará em 2026 destaca-se no cenário nacional, sinalizando uma robustez que contrasta com a realidade de muitos entes federativos. A relação dívida bruta/RCL de 23% é um indicador crucial da saúde financeira, revelando que, embora o volume da dívida possa ter crescido em termos absolutos, sua proporção em relação à capacidade de arrecadação do estado se mantém em patamares considerados prudentes. Essa métrica é essencial para avaliarmos a sustentabilidade do endividamento público e a liberdade de manobra do governo.</p>
<p> Análise da dívida bruta e receita corrente líquida</p>
<p>A dívida bruta do Pará é composta por diversos elementos, incluindo empréstimos internos e externos, títulos públicos e outras obrigações financeiras assumidas pelo estado. O fato de ela equivaler a 23% da Receita Corrente Líquida (RCL) indica que o comprometimento da receita para o serviço da dívida é relativamente baixo. A RCL, por sua vez, representa a totalidade das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas correntes, deduzidas as transferências constitucionais e legais a municípios e as contribuições previdenciárias dos servidores. Manter a dívida em 23% da RCL está bem abaixo dos limites de endividamento estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que prevê um teto de 200% para os estados. Essa distância considerável para o limite legal confere ao Pará uma segurança fiscal e a prerrogativa de acessar novas linhas de crédito, se necessário, sem comprometer seu equilíbrio orçamentário. É um reflexo de uma gestão que tem priorizado a disciplina fiscal e o equilíbrio entre despesas e receitas, evitando o acúmulo de passivos que possam estrangular orçamentos futuros.</p>
<p> Ampla margem fiscal: oportunidades e desafios</p>
<p>A &#8220;ampla margem fiscal&#8221; é o cerne da boa notícia para o Pará. Ela significa que o estado possui recursos suficientes para honrar suas despesas correntes, investir em infraestrutura, educação, saúde e segurança pública, além de ter capacidade para poupar ou criar reservas para contingências. Essa folga orçamentária é um diferencial significativo, especialmente em um contexto econômico que pode apresentar volatilidade.</p>
<p>Na prática, a margem fiscal permite ao governo estadual:<br />
   Capacidade de investimento: Financiar projetos de grande porte que impulsionem o desenvolvimento econômico e social, como novas estradas, portos, escolas, hospitais e saneamento básico, sem depender exclusivamente de transferências federais ou de novos endividamentos excessivos.<br />
   Resiliência a choques econômicos: Ter uma &#8220;reserva&#8221; para absorver quedas inesperadas na arrecadação (como flutuações de preços de commodities) ou aumentos imprevistos de despesas (como calamidades públicas), sem precisar cortar drasticamente serviços essenciais.<br />
   Atração de investimentos privados: Um estado com boa saúde fiscal é visto como mais seguro e confiável por investidores privados, o que pode atrair capital para novas empresas e projetos, gerando empregos e renda.<br />
   Melhora da qualidade dos serviços públicos: A disponibilidade de recursos permite melhorias contínuas nos salários dos servidores, aquisição de equipamentos modernos e expansão da oferta de serviços para a população.</p>
<p>Contudo, a existência de uma ampla margem fiscal também impõe desafios: a responsabilidade de utilizar esses recursos de forma eficiente e estratégica, garantindo que os investimentos gerem o máximo impacto positivo para a população e o desenvolvimento sustentável do estado.</p>
<p> Fatores por trás do desempenho fiscal</p>
<p>A conquista de uma posição fiscal tão sólida não é resultado do acaso, mas sim de uma combinação de fatores econômicos e de uma gestão administrativa atenta e eficaz. Compreender esses elementos é fundamental para replicar e sustentar esse sucesso a longo prazo.</p>
<p> Crescimento da arrecadação e seus motores</p>
<p>O Pará tem se beneficiado de um crescimento robusto em sua arrecadação, impulsionado por diversos motores econômicos. Historicamente, o estado possui uma forte base econômica ligada à extração mineral (minério de ferro, bauxita, cobre), que frequentemente se beneficia de ciclos de alta nos preços das commodities no mercado internacional. Quando há valorização desses produtos, as receitas provenientes de impostos sobre a produção e a exportação, como o ICMS e a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), tendem a crescer significativamente.</p>
<p>Além disso, o agronegócio paraense tem expandido sua atuação, com destaque para a pecuária e a agricultura, contribuindo para a diversificação da base econômica e para o aumento da arrecadação. Iniciativas de modernização da gestão tributária, com foco na eficiência da fiscalização e na redução da sonegação, também desempenham um papel crucial na otimização da coleta de impostos. A expansão da atividade econômica interna, o aumento do consumo e do investimento em setores como o comércio e serviços também são reflexos de um ambiente econômico mais favorável e que contribui para o incremento da Receita Corrente Líquida.</p>
<p> Gestão da dívida e planejamento estratégico</p>
<p>A gestão da dívida pública do Pará demonstra um planejamento estratégico que visa a sustentabilidade. Isso inclui a busca por linhas de crédito com taxas de juros favoráveis, o alongamento do perfil da dívida para reduzir a pressão de pagamentos no curto prazo e a priorização de investimentos com retorno social e econômico. A disciplina orçamentária, com controle rigoroso dos gastos públicos e a busca por eficiência na alocação de recursos, tem sido um pilar essencial. Ao evitar despesas desnecessárias e priorizar investimentos estratégicos, o estado consegue manter suas contas equilibradas, mesmo diante da necessidade de financiar projetos de desenvolvimento. A transparência na divulgação das contas públicas e a adesão às diretrizes da LRF também fortalecem a credibilidade do estado junto a instituições financeiras e à sociedade, facilitando a gestão do endividamento e a atração de novos recursos quando necessário.</p>
<p> Implicações para o futuro do estado</p>
<p>A confortável situação fiscal do Pará tem profundas implicações para o seu futuro, especialmente considerando o contexto de um ano eleitoral e as demandas crescentes por serviços públicos de qualidade e infraestrutura.</p>
<p> Impacto no ano eleitoral e na capacidade de investimento</p>
<p>Entrar em um ano eleitoral com uma ampla margem fiscal confere à administração estadual uma posição estratégica. Permite ao governo não apenas dar continuidade a projetos em andamento, mas também lançar novas iniciativas e atender a demandas da população com maior agilidade, sem a pressão de um orçamento apertado. A capacidade de investimento se traduz em entregas concretas que beneficiam diretamente os cidadãos, como a construção de novas unidades de saúde, a melhoria de estradas, o fomento a programas sociais e a modernização da segurança pública. Isso pode influenciar positivamente a percepção pública sobre a gestão e o clima político. Além disso, a estabilidade fiscal pode ser um argumento poderoso para atrair mais investimentos privados, que veem no Pará um ambiente seguro e propício ao crescimento, gerando empregos e diversificando a economia para além dos setores tradicionais.</p>
<p> Cenários e perspectivas para o desenvolvimento</p>
<p>A sustentabilidade do modelo fiscal do Pará depende da manutenção de uma gestão responsável e da capacidade de adaptação a cenários futuros. As perspectivas de desenvolvimento são promissoras, dada a flexibilidade orçamentária. O estado pode concentrar esforços em áreas como:<br />
   Diversificação econômica: Reduzir a dependência de commodities, investindo em setores como tecnologia, turismo sustentável e agroindústria.<br />
   Infraestrutura: Aprimorar a logística de transporte e energia para escoar a produção e atrair novas indústrias.<br />
   Capital humano: Investir massivamente em educação, pesquisa e desenvolvimento para formar uma força de trabalho qualificada e inovadora.<br />
   Sustentabilidade ambiental: Liderar na agenda verde, promovendo o desenvolvimento que harmonize o progresso econômico com a conservação da Amazônia.</p>
<p>Contudo, é crucial estar atento a riscos como a volatilidade dos preços das commodities, mudanças na política fiscal federal e os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Manter a ampla margem fiscal exigirá vigilância contínua, planejamento de longo prazo e a busca por inovação na gestão pública, assegurando que o Pará continue em sua trajetória de desenvolvimento com solidez financeira. A capacidade de investir em um futuro mais próspero e equitativo para todos os paraenses é a principal promessa dessa robustez fiscal.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que significa a dívida bruta do Pará ser 23% da Receita Corrente Líquida (RCL)?<br />
Significa que o valor total das obrigações financeiras do estado corresponde a 23% de sua capacidade de arrecadação anual. Este é um percentual considerado muito saudável e abaixo dos limites de endividamento estabelecidos pela legislação brasileira, indicando uma boa saúde fiscal.</p>
<p>Como a ampla margem fiscal beneficia o estado do Pará?<br />
A ampla margem fiscal confere ao Pará maior capacidade de investimento em infraestrutura, educação, saúde e segurança, resiliência a choques econômicos inesperados, maior poder de atração de investimentos privados e flexibilidade para implementar novas políticas públicas sem comprometer o equilíbrio orçamentário.</p>
<p>Quais fatores contribuíram para a saúde fiscal do Pará?<br />
A saúde fiscal do Pará é resultado de uma combinação de crescimento da arrecadação, impulsionada principalmente por setores como a mineração e o agronegócio, e de uma gestão da dívida e planejamento estratégico que priorizam a disciplina orçamentária e a eficiência na alocação de recursos.</p>
<p>Qual a importância de ter uma boa saúde fiscal em um ano eleitoral?<br />
Em um ano eleitoral, uma boa saúde fiscal permite que o governo demonstre resultados concretos por meio de investimentos e projetos, entregando melhorias para a população. Isso fortalece a imagem da administração e a capacidade de cumprir promessas, influenciando o debate político e a percepção dos eleitores.</p>
<p>Para aprofundar a compreensão sobre a gestão financeira de estados e suas implicações no desenvolvimento regional, explore nossos outros artigos sobre economia e governança.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Fotografia feminina paraense em destaque no Rio: exposição Vetores-Vertentes</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 00:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro se tornou o palco para a mais recente itinerância da exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221;, que celebra a rica produção fotográfica das mulheres do Pará. Inaugurada nesta quarta-feira (11), a mostra já cativou públicos em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, consolidando-se como um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro se tornou o palco para a mais recente itinerância da exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221;, que celebra a rica produção fotográfica das mulheres do Pará. Inaugurada nesta quarta-feira (11), a mostra já cativou públicos em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, consolidando-se como um marco na valorização da arte regional e do protagonismo feminino. Com curadoria esmerada, a exposição reúne um acervo notável de 170 obras, provenientes do olhar singular de 11 artistas, que juntas traçam um panorama multifacetado da cultura, dos costumes e das lutas da região amazônica. A iniciativa, idealizada pelo visionário Museu das Mulheres, o primeiro espaço cultural brasileiro inteiramente dedicado à promoção da atuação pública, social e cultural feminina, sublinha a relevância de se conceder visibilidade a essas narrativas visuais tão poderosas.</p>
<p> O impacto do olhar feminino amazônico</p>
<p>A exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221; transcende a simples mostra de imagens, apresentando uma profunda imersão na realidade e na sensibilidade das mulheres artistas do estado. O projeto é um testemunho da força e da resiliência da produção fotográfica das mulheres do Pará, que há décadas registram e interpretam seu entorno com uma perspectiva única. As obras selecionadas abrangem uma vasta gama de temas, desde as complexas relações étnicas e a preservação de costumes ancestrais até as lutas contemporâneas por direitos e reconhecimento. Essa diversidade temática é complementada por uma notável pluralidade estética, que reflete as múltiplas abordagens e estilos das artistas envolvidas.</p>
<p> A voz e a visão de Leila Jinkings</p>
<p>Entre as artistas que compõem o elenco da exposição, destaca-se Leila Jinkings, cuja trajetória como documentarista e jornalista confere às suas 13 obras apresentadas uma profundidade e um rigor singulares. Jinkings, com sua experiência em narrativas visuais e textuais, aborda em suas fotografias temas cruciais relacionados às etnias, aos costumes e às lutas sociais que permeiam a Amazônia. Suas lentes capturam a essência de um povo e de um território, revelando as belezas, os desafios e as contradições da vida na região. Para Leila, a exposição representa um &#8220;resgate importante da fotografia paraense&#8221;, enfatizando o valor de se estudar e expor o trabalho das fotógrafas. Ela ressalta a &#8220;força desse trabalho&#8221;, que, em suas palavras, &#8220;mostra, com muita riqueza, com muita diversidade, o olhar feminino da fotógrafa do Pará, nossa narrativa da região, aquela visualidade amazônica que a gente vê, constrói e quer mostrar&#8221;. A visão de Jinkings encapsula o espírito da mostra, que busca amplificar as vozes e as perspectivas femininas na representação de uma das regiões mais emblemáticas do Brasil.</p>
<p> Experiência imersiva e o legado do Museu das Mulheres</p>
<p>A proposta curatorial de &#8220;Vetores-Vertentes&#8221; vai além da apreciação visual das fotografias. O acervo da mostra é composto não apenas por imagens estáticas, mas também por vídeos e fragmentos de jornais, que enriquecem a narrativa e contextualizam as obras dentro de um panorama histórico e social mais amplo. A curadoria, atenta à necessidade de criar uma experiência memorável e multifacetada, investiu na ampliação sensorial da interação do público. Elementos interativos e imersivos foram cuidadosamente incorporados, incluindo instalações aromáticas desenvolvidas especificamente para a exposição. Esses aromas, que remetem à flora, aos cheiros da floresta e aos elementos culturais da Amazônia, transportam o visitante para o universo retratado pelas artistas, ativando memórias e sensações que aprofundam a conexão com as obras.</p>
<p> A importância do protagonismo feminino na arte</p>
<p>A idealização da exposição pelo Museu das Mulheres, o primeiro museu brasileiro dedicado exclusivamente ao universo feminino, reforça o compromisso da mostra em promover o protagonismo das mulheres no campo das artes e na esfera pública. A missão do museu é criar plataformas para que as artistas e criadoras possam expressar suas visões, compartilhar suas histórias e influenciar o debate cultural e social. Ao trazer a produção fotográfica das mulheres do Pará para centros culturais de renome nacional, o Museu das Mulheres não apenas celebra o talento individual de cada artista, mas também fomenta uma reflexão mais ampla sobre a representatividade feminina na cultura. A exposição é um convite à apreciação de uma arte que é, ao mesmo tempo, local e universal, profundamente enraizada na Amazônia, mas com mensagens que ressoam em qualquer parte do mundo. A mostra é apresentada pelo Ministério da Cultura, reforçando o apoio institucional a iniciativas que valorizam a diversidade cultural e a inclusão.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221; no CCBB Rio de Janeiro representa um momento significativo para a cultura brasileira, ao destacar a poderosa produção fotográfica das mulheres do Pará. É um testemunho da riqueza cultural da Amazônia e da capacidade das artistas de traduzir, através de suas lentes, a complexidade de sua região e de suas vivências. A mostra, com sua diversidade de obras, a profundidade das narrativas e a experiência sensorial imersiva, convida o público a uma jornada de descoberta e reflexão sobre a importância do olhar feminino na construção de nossa identidade cultural. A valorização dessas vozes é essencial para um panorama artístico mais inclusivo e representativo.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> 1. Qual o tema central da exposição &#8220;Vetores-Vertentes&#8221;?<br />
A exposição celebra a rica produção fotográfica das mulheres do Pará, abordando suas perspectivas sobre etnias, costumes, lutas sociais e a visualidade amazônica.</p>
<p> 2. Onde a exposição está sendo realizada e até quando?<br />
A exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221; está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro e pode ser visitada até o dia 30 de março.</p>
<p> 3. Qual a importância do Museu das Mulheres na idealização da mostra?<br />
O Museu das Mulheres, o primeiro museu brasileiro dedicado ao universo feminino, idealizou a mostra para promover o protagonismo e a atuação pública, social e cultural das mulheres artistas.</p>
<p> 4. A entrada para a exposição é gratuita?<br />
Sim, a entrada para a exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221; é gratuita, tornando-a acessível a todos os interessados.</p>
<p>Para uma experiência cultural única e enriquecedora, não perca a exposição &#8220;Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula responde críticas alemãs sobre belém, exaltando qualidades do pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 21:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta terça-feira (18), declarações feitas pelo primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, no dia 13 de novembro, que comparavam Belém, no Pará, com Berlim, capital da Alemanha, de forma desfavorável à cidade brasileira. A resposta de Lula ocorreu durante a cerimônia de inauguração da ponte que liga Xambioá, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta terça-feira (18), declarações feitas pelo primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, no dia 13 de novembro, que comparavam Belém, no Pará, com Berlim, capital da Alemanha, de forma desfavorável à cidade brasileira.</p>
<p>A resposta de Lula ocorreu durante a cerimônia de inauguração da ponte que liga Xambioá, no Tocantins, a São Geraldo do Araguaia, no Pará. &#8220;Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará e a cidade de Belém&#8221;, afirmou o presidente.</p>
<p>As críticas de Merz vieram à tona após ele declarar publicamente que ninguém de sua equipe quis permanecer em Belém para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) devido à beleza de Berlim.</p>
<p>Em seu discurso, o presidente Lula relembrou que, quando a decisão de sediar a COP no Pará foi tomada, muitos questionaram a escolha, sugerindo o Rio de Janeiro ou São Paulo como alternativas. Críticas foram levantadas sobre diversos aspectos, como o preço do refrigerante, mas não houve reclamações sobre os preços da água em aeroportos internacionais, pontuou o presidente.</p>
<p>Lula reforçou que as declarações de Merz demonstraram falta de conhecimento sobre o Pará. &#8220;Ele, na verdade, devia ter ido em um boteco no Pará. Ele, na verdade, deveria ter dançado no Pará. Ele deveria ter provado a culinária do Pará. Porque ele ia perceber que Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará, a cidade de Belém&#8221;, concluiu o presidente, defendendo as qualidades e a riqueza cultural do estado paraense.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Lula inaugura melhorias no porto de outeiro e aeroporto de belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 20:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[milhões]]></category>
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		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Lula esteve presente neste sábado, dia 1º, para marcar a conclusão das obras de revitalização do Porto de Outeiro, localizado no Pará, e a expansão e modernização do Aeroporto Internacional de Belém, que se prepara para sediar a COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O Porto de Outeiro, com um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Lula esteve presente neste sábado, dia 1º, para marcar a conclusão das obras de revitalização do Porto de Outeiro, localizado no Pará, e a expansão e modernização do Aeroporto Internacional de Belém, que se prepara para sediar a COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.</p>
<p>O Porto de Outeiro, com um investimento global de aproximadamente R$ 233 milhões, tem o objetivo de estabelecer o distrito como um ponto chave na infraestrutura logística da Região Norte, além de impulsionar as exportações do estado do Pará.</p>
<p>A iniciativa foi implementada pela Companhia Docas do Pará, em colaboração com a Itaipu Binacional. O porto renovado se concentrará na movimentação de granéis sólidos, líquidos e cargas diversas, atendendo ao crescente volume de exportação de minérios, grãos e produtos das indústrias alimentícia e energética.</p>
<p>No Aeroporto de Belém, foram investidos R$ 450 milhões pela concessionária Norte da Amazônia Airports. O novo terminal duplicará a capacidade de atendimento, passando de 7,7 milhões para aproximadamente 13 milhões de passageiros anualmente. A finalização da obra ocorreu com quase um ano de antecedência em relação ao prazo original e já está totalmente apto a receber as delegações participantes da COP30.</p>
<p>As obras nos dois empreendimentos geraram mais de 1.500 postos de trabalho diretos e indiretos. Ambas as iniciativas fazem parte de um conjunto de ações do governo federal com o propósito de modernizar a infraestrutura portuária e aeroportuária na região amazônica.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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