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	<title>Pan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Pan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Brasil abre Pan-Americano Sênior de judô com seis medalhas</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 19:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O judô brasileiro teve um início notável no Campeonato Pan-Americano Sênior, conquistando um total de seis medalhas logo no primeiro dia de disputas, realizado no Panamá. A delegação nacional brilhou intensamente, assegurando duas medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze, um desempenho que solidifica a força do país na modalidade em nível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O judô brasileiro teve um início notável no Campeonato Pan-Americano Sênior, conquistando um total de seis medalhas logo no primeiro dia de disputas, realizado no Panamá. A delegação nacional brilhou intensamente, assegurando duas medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze, um desempenho que solidifica a força do país na modalidade em nível continental. As vitórias douradas foram alcançadas por Nauana Silva, na categoria até 70kg, e por Daniel Cargnin, na categoria até 73kg, demonstrando a excelência técnica e a determinação dos atletas. Este resultado promissor não apenas eleva o moral da equipe, mas também estabelece uma base sólida para as próximas etapas do torneio, que promete mais emoções e desafios para os representantes do Brasil.</p>
<p> Ouro para o brasil: conquistas de nauana silva e daniel cargnin</p>
<p> O triunfo de nauana silva em nova categoria</p>
<p>A jornada de Nauana Silva rumo ao ouro no Campeonato Pan-Americano Sênior foi marcada por um desafio adicional: sua estreia na categoria -70kg. Chegando ao torneio sem ranqueamento prévio nesta nova classe de peso, a judoca brasileira enfrentou o ceticismo com uma performance dominante e estratégica. Seu caminho até a final foi construído com vitórias consistentes, culminando no confronto decisivo contra a dominicana Esmeralda Damiano Guerrero. A luta pelo ouro foi um exemplo de inteligência tática, onde Nauana soube pressionar sua adversária. Guerrero, por sua vez, acumulou três punições por falta de combatividade, o que resultou na vitória por hansoku-make para a brasileira. Este triunfo não apenas garantiu uma medalha de ouro importante para o Brasil, mas também projetou Nauana Silva como uma força a ser reconhecida na sua nova categoria, evidenciando sua capacidade de adaptação e seu potencial para futuras conquistas no cenário internacional do judô.</p>
<p> A redenção e o tetra de daniel cargnin</p>
<p>Daniel Cargnin, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, entrou no tatame do Campeonato Pan-Americano Sênior como o principal cabeça de chave da categoria -73kg, carregando o peso da expectativa e a responsabilidade de seu histórico vitorioso. Sua trajetória até a final foi impecável, demonstrando a técnica apurada e a experiência que o consolidam como um dos grandes nomes do judô mundial. A decisão representou um reencontro significativo para Cargnin, que enfrentou o estadunidense Jack Yonezuka, o mesmo adversário que o havia derrotado na final do Campeonato Pan-Americano anterior, em 2025. Este confronto não era apenas por mais um título, mas também uma oportunidade de redenção. Daniel Cargnin iniciou a luta de forma avassaladora, conquistando um waza-ari logo nos primeiros instantes. Com a vantagem no placar, o brasileiro demonstrou controle e maturidade, defendendo-se com maestria e impedindo qualquer reação do oponente até o fim do tempo regulamentar. A vitória confirmou o quarto título pan-americano de Daniel Cargnin, um feito que sublinha sua hegemonia continental e sua consistência no alto rendimento.</p>
<p> Prata e bronzes: o desempenho das demais estrelas</p>
<p> Rafaela silva: a luta incansável pela prata</p>
<p>Rafaela Silva, nome consagrado do judô brasileiro e campeã olímpica, também subiu ao pódio no Campeonato Pan-Americano Sênior. Na categoria -63kg, a judoca demonstrou sua habitual garra e determinação em cada combate, superando adversárias desafiadoras e avançando até a grande final. No confronto pelo ouro, Rafaela enfrentou a talentosa canadense Jessica Klimkait, em uma luta que se estendeu para o golden score, a prorrogação do judô. O embate foi intenso, equilibrado e repleto de trocas de golpes e tentativas de imobilização, com ambas as atletas buscando a vantagem decisiva. No entanto, em um momento crucial do golden score, Klimkait conseguiu aplicar a técnica necessária para vencer o combate, deixando Rafaela Silva com a medalha de prata. Apesar de não ter sido o ouro almejado, a performance de Rafaela foi um testemunho de sua resiliência e sua capacidade de competir no mais alto nível, adicionando mais uma importante conquista à sua já vasta coleção de medalhas e reafirmando sua posição de destaque no judô internacional.</p>
<p> As medalhas de bronze que consolidam o sucesso</p>
<p>Além dos ouros e da prata, a delegação brasileira assegurou três importantes medalhas de bronze, solidificando o desempenho coletivo da equipe no primeiro dia do Campeonato Pan-Americano Sênior. Luana Carvalho, na categoria -70kg, demonstrou consistência e técnica apurada para garantir seu lugar no pódio. Sua campanha foi marcada por confrontos difíceis, onde a brasileira soube se recuperar após um revés e vencer a disputa pelo terceiro lugar com autoridade. Guilherme de Oliveira, na categoria -73kg, também conquistou o bronze, mostrando a profundidade do talento brasileiro nessa categoria. Sua performance refletiu uma preparação intensa e a capacidade de superar obstáculos em combates cruciais. Por fim, Beatriz Freitas, na categoria -78kg, completou o pódio brasileiro com outra medalha de bronze. Sua participação destacou a força do país nas categorias mais pesadas, com Beatriz exibindo um judô forte e estratégico para assegurar a medalha. As três medalhas de bronze são um reflexo do trabalho árduo e da dedicação dos atletas, bem como da qualidade da formação e do treinamento no judô brasileiro. Elas somam-se aos ouros e à prata para criar um balanço extremamente positivo para o primeiro dia de competições no Panamá, reafirmando o Brasil como uma potência no judô continental e global.</p>
<p> Perspectivas e o futuro do judô brasileiro</p>
<p>O desempenho do judô brasileiro no primeiro dia do Campeonato Pan-Americano Sênior, com a expressiva marca de seis medalhas, sendo dois ouros, uma prata e três bronzes, projeta um cenário otimista para a modalidade. As conquistas de Nauana Silva e Daniel Cargnin, em particular, ressaltam a capacidade do país de formar e manter atletas de ponta, tanto jovens talentos em ascensão quanto figuras já consolidadas no esporte. A performance de Rafaela Silva, mesmo com a prata, e as medalhas de bronze de Luana Carvalho, Guilherme de Oliveira e Beatriz Freitas, demonstram a profundidade do elenco e a competitividade dos judocas em diversas categorias de peso.</p>
<p>Este balanço inicial não apenas celebra os êxitos individuais, mas também reforça a posição do Brasil como uma das principais potências do judô nas Américas e no cenário mundial. As disputas continuam no domingo, com mais nove atletas brasileiros prontos para entrar no tatame a partir das 11h30 (horário local), buscando ampliar ainda mais o quadro de medalhas. A expectativa é alta para que a delegação nacional mantenha o ritmo e consolide sua presença no topo do pódio, utilizando o Pan-Americano Sênior como uma plataforma crucial para o desenvolvimento técnico, acúmulo de pontos no ranking e preparação para desafios futuros, como os Mundiais e os próximos ciclos olímpicos. O judô brasileiro segue trilhando um caminho de excelência, inspirando novas gerações e elevando o nome do país no cenário esportivo internacional.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. quantas medalhas o brasil conquistou no primeiro dia do pan-americano sênior de judô?<br />
O Brasil conquistou um total de seis medalhas no primeiro dia do Campeonato Pan-Americano Sênior de judô, sendo duas de ouro, uma de prata e três de bronze.</p>
<p> 2. quem foram os atletas brasileiros que ganharam medalhas de ouro?<br />
As medalhas de ouro foram conquistadas por Nauana Silva, na categoria -70kg, e por Daniel Cargnin, na categoria -73kg.</p>
<p> 3. onde está sendo realizado o campeonato pan-americano sênior de judô?<br />
O Campeonato Pan-Americano Sênior de judô está sendo realizado na cidade do Panamá.</p>
<p> 4. qual a importância desse campeonato para os atletas brasileiros?<br />
Além do prestígio continental, o campeonato é crucial para a soma de pontos no ranking internacional, essencial para a classificação em futuras competições de maior porte, como Mundiais e Jogos Olímpicos, e para a preparação técnica dos atletas.</p>
<p>Para mais detalhes sobre as próximas lutas e os resultados finais, acompanhe a cobertura esportiva completa.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Boxe brasileiro: quatro ouros, 12 pódios e melhor campanha da história no Pan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2023 08:04:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe nacional também terminou na primeira colocação no quadro de medalhas da modalidade. Bia Ferreira, Carol Naka, Jucielen Romeu e Barbara Almeida foram campeãs. Brasileiros faturaram ainda cinco pratas e três bronzes Uma campanha realmente histórica do boxe brasileiro, com todos os recordes quebrados. Santiago 2023 agora é a edição com o maior número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Equipe nacional também terminou na primeira colocação no quadro de medalhas da modalidade. Bia Ferreira, Carol Naka, Jucielen Romeu e Barbara Almeida foram campeãs. Brasileiros faturaram ainda cinco pratas e três bronzes</em></h4>
<p>Uma campanha realmente histórica do boxe brasileiro, com todos os recordes quebrados. Santiago 2023 agora é a edição com o maior número de ouros conquistados pela modalidade, com quatro, e a que os pugilistas brasileiros mais subiram ao pódio, com 12.<br />
As maiores responsáveis pelo desempenho incrível foram as mulheres: Carol “Naka” Almeida (50kg), Jucielen Romeu (57kg), Bia Ferreira (60kg) e Barbara Almeida (66kg) venceram suas lutas nesta sexta-feira, 27, no Centro de Treinamento Olímpico, no bairro de Ñuñoa, e conquistaram o ouro.</p>
<h4><strong>BOLSA ATLETA</strong></h4>
<p>Dos 13 atletas convocados para representar o Brasil no Pan de Santiago, 12 são atualmente integrantes do Bolsa Atleta, programa de patrocínio individual a esportistas de alto desempenho do Governo Federal. Dez deles integram a categoria Pódio, a principal do programa, um faz parte da categoria Internacional e um da Nacional. O repasse anual total do atual edital para os 12 contemplados supera os R＄ 1,34 milhão. Dos nove finalistas, oito são bolsistas.<br />
“Estou muito satisfeito com a equipe feminina, foi um desempenho monstruoso. O Brasil evoluiu muito com investimento em treinamento, participação em competições fora do Brasil, salário em dia. Hoje, Brasil e Colômbia são as potências do boxe feminino do continente”, disse Mateus Alves.</p>
<p>As pratas ficaram Tatiana Chagas (54kg), Michael Douglas Trindade (51kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Marley Machado (92kg) e Abner Teixeira (+92kg). Já tinham garantido o bronze na quinta-feira: Viviane Pereira (75kg), Luiz Oliveira “Bolinha” (57kg) e Yuri Falcão (63.5kg).</p>
<h4><strong>LÍDER NO QUADRO</strong></h4>
<p>O Brasil saiu de Santiago também com a liderança do quadro de medalhas da modalidade com muita folga. Os quatro ouros, cinco pratas e três bronzes da delegação deixaram o país muito acima do segundo colocado, os Estados Unidos, que somaram seis pódios (dois ouros, duas pratas e dois bronzes). A terceira posição no ranking do boxe ficou com Cuba, que somou dois ouros, uma prata e um bronze, com quatro medalhas.</p>
<table class="m_2770784651550202237image" width="799" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci6.googleusercontent.com/proxy/YbZjNROGGF4ZqGKo5gD7cYswjiITWwbxPMg0iq8XdrDELgVLny5Ney4gzACb_iWdWL52vXo9eWMJOnoEvDlH8lgY2vNcjHR55QqvMXun9ajMbBBoLTA9cGFXxGfr8l-pvGMtfCWuj7HPIu9-IELD0ageOQp8GOHtJJQ-6oIpWkY3DWqgBChgsokAPBKd7hveNiiS5G6RRyZ5oVFk-lScDZZja8XS5Ae49GBuz7uEhLyt4-MaZjKXzpwZ89hzEhwXcm85FiaVIwB675YvCnKrNPqoG2pbkIk6Z6lVPsGG=s0-d-e1-ft#https://s2310.publisher-releases.com/4=YWN6ATM3MTY0oTbvNmLslWYtdGQlR3cl92bhl2ZlJXYkxWY0l2ZpRGbh5mcvpmOzEjMyUzNykTO6cmbw5iZxcjMjZWO3QzM2MGNzUTYhBjZ3YWZ2YTM3IGOiFGOiZkMlEGOiZkMlEjN0kTMGJTJ2IDMx8VL0ETLfpDN" alt="" width="800" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="800" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="800">Quadro específico de medalhas do boxe no Pan de Santiago: liderança brasileira. Fonte: santiago2023</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com o término das competições do Pan, o Brasil é país que mais tem atletas classificados para os Jogos Olímpicos na modalidade, com nove. França e China, os segundos colocados na lista, têm sete cada. O Brasil ainda terá como classificar os quatro atletas que não garantiram vaga em Paris 2024 nos pré-olímpicos em fevereiro e em maio.<br />
“Vamos buscar (as quatro categorias que ainda não classificaram). Em 13 sorteios, as chances de caírem duas ou três chaves melhores é maior. É isso. Não é só competência, tem o fator de encaixar o jogo contra os adversários. As vezes vai encaixar melhor contra um país ou outro. E fugir de adversários duros como o Juilo (Cesar La Cruz) na primeira luta é bom, melhor pegar na semifinal ou na final”, completou Alves.</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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