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	<title>pai &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>pai &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Protesto em sp contra pm armada em escola após desenho de orixá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 03:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades ligadas à educação, estudantes, pais e professores realizaram um protesto em São Paulo, na última terça-feira, contra a entrada de policiais armados na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento. O incidente ocorreu no dia 12 de novembro, quando policiais militares entraram na escola portando armas. A ação foi motivada pelo chamado do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades ligadas à educação, estudantes, pais e professores realizaram um protesto em São Paulo, na última terça-feira, contra a entrada de policiais armados na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento.</p>
<p>O incidente ocorreu no dia 12 de novembro, quando policiais militares entraram na escola portando armas. A ação foi motivada pelo chamado do pai de uma aluna, também policial, que se queixou de um desenho de um orixá feito pela filha.</p>
<p>A manifestação, que partiu da escola, percorreu as ruas com cartazes que clamavam pelo fim da violência no ambiente escolar. Os manifestantes entoaram frases como &#8220;Onde houver intolerância, que haja mais educação&#8221;, &#8220;Mais amor e mais livros, menos violência&#8221; e &#8220;Escola não é lugar de polícia&#8221;.</p>
<p>O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil (Sedin) estiveram entre as organizações que articularam o ato. Durante o protesto, também houve discursos em defesa da ampliação das redes de resistência antirracistas no país e pela eliminação do machismo nas escolas.</p>
<p>Gisele Nery, mãe de uma aluna da Emei Antônio Bento e integrante do conselho da escola, relatou que o pai da criança rasgou o desenho de Iansã feito pela filha antes da chegada dos policiais. Segundo ela, o gesto causou desconforto entre as outras crianças. Nery afirmou que a escola tentou dialogar com o pai, convidando-o a participar da atividade para entender melhor a temática, mas ele ignorou as mensagens.</p>
<p>A conselheira também relatou que os policiais ameaçaram prender a diretora, que é negra. Os conselheiros, que estavam em reunião, presenciaram a cena e defenderam a diretora.</p>
<p>Milena Leite, estudante de Pedagogia, classificou o acontecimento como uma investida &#8220;brutal&#8221; e inaceitável, tanto no ambiente escolar quanto fora dele. Ela criticou a postura agressiva em relação a deuses africanos, contrastando-a com a aceitação de outras representações religiosas.</p>
<p>O Ministério da Igualdade Racial ressaltou que a atividade de apresentação de orixás está em conformidade com as leis que determinam o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nas escolas.</p>
<p>A escola informou que não trabalha com doutrina religiosa, mas com um currículo antirracista. A diretora relatou ter sido &#8220;coagida&#8221; pelos policiais. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a Polícia Militar abriu uma investigação sobre a conduta da equipe que atendeu à ocorrência. A professora registrou boletim de ocorrência contra o pai da aluna por ameaça. A Secretaria Municipal de Educação afirmou que o pai recebeu esclarecimentos sobre a atividade, que integra o currículo da cidade de São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Pm entra armada em escola após pai reclamar de desenho de orixá</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pm-entra-armada-em-escola-apos-pai-reclamar-de-desenho-de-orixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 09:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bento]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Militar de São Paulo apura a conduta de agentes que entraram armados em uma escola municipal após o chamado de um pai. O incidente ocorreu na Emei Antônio Bento, localizada no Butantã, na tarde da última quarta-feira (12). O pai acionou a polícia alegando que sua filha estaria sendo obrigada a participar de aulas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Polícia Militar de São Paulo apura a conduta de agentes que entraram armados em uma escola municipal após o chamado de um pai. O incidente ocorreu na Emei Antônio Bento, localizada no Butantã, na tarde da última quarta-feira (12).</p>
<p>O pai acionou a polícia alegando que sua filha estaria sendo obrigada a participar de aulas sobre religiões africanas. No dia anterior, o homem já havia demonstrado sua insatisfação na escola, retirando do mural um desenho de Iansã feito pela filha.</p>
<p>Quatro policiais militares compareceram à unidade escolar portando armas e permaneceram no local por mais de uma hora. Eles deixaram a escola por volta das 17h10, acompanhados do pai da aluna.</p>
<p>Em nota, a diretora da Emei Antônio Bento, Aline Aparecida Nogueira, esclareceu que a escola &#8220;não trabalha com doutrina religiosa&#8221; e que o currículo é focado em uma abordagem antirracista. A diretora também relatou ter se sentido &#8220;coagida e interpelada pela equipe [policial] por aproximadamente 20 minutos&#8221;.</p>
<p>O episódio gerou indignação entre os pais de alunos da escola, que se mostraram dispostos a prestar depoimento sobre o ocorrido.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a Polícia Militar instaurou uma apuração interna para investigar a conduta da equipe que atendeu à ocorrência. A investigação inclui a análise das imagens das câmeras corporais dos policiais. A pasta também informou que a professora da escola registrou um boletim de ocorrência contra o pai da aluna por ameaça.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação também se pronunciou, esclarecendo que o pai foi informado de que o trabalho realizado por sua filha integrava uma produção coletiva do grupo e que a atividade faz parte das propostas pedagógicas da escola, que tornam obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena dentro do Currículo da Cidade de São Paulo.</p>
<p>O Sindicato dos Profissionais de Educação manifestou apoio à equipe da Emei Antônio Bento, afirmando que a entrada dos policiais na escola causou constrangimento, intimidação e abalo emocional na equipe escolar. O sindicato também enfatizou que a atividade desenvolvida tem respaldo pedagógico e que repudia qualquer violação à autonomia pedagógica, qualquer forma de intimidação aos profissionais da educação e qualquer situação que coloque em risco a segurança física e emocional de educadores e estudantes. A entidade pede a apuração dos fatos.</p>
<p>A deputada federal Luciene Cavalcanti e o deputado estadual Carlos Giannazi acionaram o Ministério da Igualdade Racial para que acompanhe o caso.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Mauricio de sousa celebra 90 anos com memórias compartilhadas pelos filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;PaLabéns, MauLicio! ObLigado pelos quadLinhos!&#8221; A icônica frase de Cebolinha ecoa em celebração aos 90 anos de Mauricio de Sousa, o criador da Turma da Mônica. Para marcar a data, seus filhos, Mauro e Marina, compartilharam memórias e aprendizados sobre o homem por trás dos quadrinhos. Mauro e Marina, junto com o sobrinho Marcos Saraiva, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;PaLabéns, MauLicio! ObLigado pelos quadLinhos!&#8221; A icônica frase de Cebolinha ecoa em celebração aos 90 anos de Mauricio de Sousa, o criador da Turma da Mônica. Para marcar a data, seus filhos, Mauro e Marina, compartilharam memórias e aprendizados sobre o homem por trás dos quadrinhos.</p>
<p>Mauro e Marina, junto com o sobrinho Marcos Saraiva, lideram a MSP Estúdios, empresa fundada em 1959 e responsável por mais de 400 personagens e a venda de mais de 1 bilhão de revistas. Mauro expressa o desejo de que seu pai seja lembrado como um dos principais artistas do Brasil, alfabetizador, empresário, pai e ser humano inspirador. Marina complementa, esperando que a imagem de Mauricio como visionário, sonhador e artista persista por gerações.</p>
<p>Marina destaca que o aniversário do pai é uma tradição, um momento de celebração e agradecimento. Ela menciona a animação de Mauricio na pré-estreia de sua cinebiografia, &#8220;Mauricio de Sousa: O Filme&#8221;, e como ele se emociona com o carinho dos fãs. Para ela, o sucesso do pai reside nesse retorno do público, especialmente das crianças, e no respeito que ele demonstra a cada um.</p>
<p>Ela relembra a infância ao lado do pai, observando-o trabalhar em casa e compartilhando momentos de criação. Marina também conta como percebeu a dimensão da obra do pai ao ver a reação das pessoas à sua chegada em eventos. A personagem Marina, inspirada nela, surgiu de um pedido inusitado na porta do escritório do pai.</p>
<p>Mauro, que interpreta o próprio pai na cinebiografia, considera o filme um presente para Mauricio e para os fãs. A pré-estreia foi um momento emocionante, com a família presente e o pai sendo ovacionado. Ele acredita que o carinho do público é o que mais emociona Mauricio, refletindo a conexão construída ao longo dos anos.</p>
<p>Mauro recorda o momento em que se tornou personagem, o Nimbus, e como isso o fez entender a dimensão de Mauricio de Sousa. Após uma carreira inicial em artes cênicas, ele ingressou na MSP, abrindo a área de Live Experience e atualmente atuando como diretor executivo.</p>
<p>Apesar da nova gestão, Mauricio continua ativamente envolvido, confiando na nova geração e mantendo sua paixão pelo trabalho. Mauro destaca o impacto das obras do pai, mencionando histórias como a de um menino autista cujo hiperfoco em Chico Bento inspirou a criação do personagem André.</p>
<p>Mauricio de Sousa, nascido em 27 de outubro de 1935, em Santa Isabel (SP), iniciou sua carreira como repórter policial e, em 1959, criou o cão Bidu, seu primeiro personagem. A Turma da Mônica, lançada em 1970, tornou-se um fenômeno editorial, alcançando 30 países e representando grande parte do mercado brasileiro de quadrinhos. Seu trabalho se expandiu para diversas áreas, incluindo animações, filmes, parques temáticos e campanhas educativas.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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