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	<title>órgãos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Paciente com HIV Morre no Rio após transplante de órgão contaminado</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:01:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma paciente de 64 anos, que havia contraído o vírus HIV após um transplante de órgão contaminado, faleceu no Rio de Janeiro, marcando a primeira morte diretamente associada a este grave incidente de saúde pública. O caso, que veio à tona em 2024, expôs falhas críticas nos protocolos de exames pré-transplante, levantando sérias questões sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma paciente de 64 anos, que havia contraído o vírus HIV após um transplante de órgão contaminado, faleceu no Rio de Janeiro, marcando a primeira morte diretamente associada a este grave incidente de saúde pública. O caso, que veio à tona em 2024, expôs falhas críticas nos protocolos de exames pré-transplante, levantando sérias questões sobre a segurança de procedimentos médicos vitais. A mulher vinha recebendo acompanhamento intensivo e integral da Secretaria de Estado de Saúde desde que a contaminação foi revelada, e seu óbito, ocorrido em 18 de maio, está sob investigação para determinar as causas exatas. A situação gerou profunda consternação e intensificou a busca por responsabilização dos envolvidos.</p>
<p> O falecimento e o histórico da paciente</p>
<p>A mulher, cuja identidade não foi revelada, morreu aos 64 anos após meses de luta e tratamento decorrentes da contaminação pelo vírus HIV. Seu falecimento ocorreu após uma internação em uma unidade especializada, e a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro expressou profundo lamento pela perda, destacando o compromisso de apoio integral que a paciente recebeu ao longo de um ano e cinco meses. Desde a descoberta da infecção, em outubro de 2024, a paciente foi acompanhada diariamente por uma equipe multidisciplinar, que incluía médicos, psicólogos e assistentes sociais, visando oferecer o melhor suporte clínico e emocional diante da complexidade de sua condição.</p>
<p> Acompanhamento médico e indenização</p>
<p>A jornada da paciente foi marcada por um acompanhamento contínuo e exaustivo. A equipe de saúde monitorou de perto sua evolução, oferecendo tratamentos para o HIV e para as possíveis complicações decorrentes da coinfecção e do transplante inicial. Além do suporte médico e psicológico intensivo, a paciente recebeu uma indenização do Governo do Estado do Rio de Janeiro em julho do ano passado, em reconhecimento aos danos e ao sofrimento causados pela falha no processo de transplante. A Secretaria de Saúde reiterou sua solidariedade à família e garantiu que o apoio psicológico será estendido aos seus entes queridos, reforçando o compromisso com o amparo às vítimas da negligência que culminou neste trágico desfecho.</p>
<p> A investigação e as acusações contra o laboratório</p>
<p>O incidente que levou à contaminação da paciente e de outros cinco indivíduos teve sua origem em falhas nos exames pré-transplante. Em outubro de 2024, revelou-se que seis pacientes haviam recebido órgãos infectados com o vírus HIV. As contaminações foram atribuídas a um laboratório privado, o PCS, que, contratado pela Fundação Saúde (vinculada à Secretaria de Estado de Saúde) para realizar os testes do programa de transplantes, falhou em detectar a presença do vírus nos órgãos. A falha nos procedimentos de testagem resultou em uma série de consequências legais e institucionais.</p>
<p> O papel do laboratório e a falha na detecção</p>
<p>O laboratório PCS era o responsável pela triagem de doadores e órgãos, um papel de extrema responsabilidade que exige precisão e rigor absolutos. A descoberta das contaminações expôs uma grave deficiência em seus métodos ou controles de qualidade. Após a revelação das falhas, o serviço prestado pelo laboratório foi imediatamente suspenso, e a instituição foi interditada de forma cautelar pelas autoridades de saúde. Desde então, a realização dos exames de detecção de vírus em doadores de órgãos foi transferida para o Hemorio, uma instituição pública de referência, buscando restaurar a confiança e a segurança no programa de transplantes do estado.</p>
<p> As denúncias e o processo judicial</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro rapidamente iniciou uma investigação criminal, que culminou na denúncia de seis indivíduos: dois sócios e quatro funcionários do laboratório PCS. Entre fevereiro e abril deste ano, a Justiça do Rio realizou diversas audiências, ouvindo os pacientes afetados e testemunhas arroladas pelo Ministério Público. Os réus enfrentam acusações graves, que incluem crimes como lesão corporal gravíssima, associação criminosa, falsificação de documento particular e falsidade ideológica. O processo judicial busca não apenas a punição dos responsáveis, mas também estabelecer um precedente que previna a recorrência de falhas tão catastróficas em um sistema tão sensível quanto o de transplantes de órgãos.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A morte da paciente de 64 anos, contaminada por HIV após um transplante de órgão no Rio de Janeiro, é um triste marco em um dos mais delicados episódios de saúde pública do estado. Este evento trágico sublinha a indispensável necessidade de rigor e excelência em todos os estágios do processo de transplante de órgãos, desde a captação e testagem até o acompanhamento pós-operatório. A persistência de falhas em laboratórios privados, como a que levou a esta fatalidade, exige uma reavaliação contínua dos protocolos de segurança e da fiscalização sobre as entidades envolvidas. A sociedade espera que as investigações em curso e o processo judicial tragam justiça para a vítima e sua família, e que as lições aprendidas garantam que tais erros nunca mais se repitam, protegendo a vida e a esperança de tantos que aguardam por um transplante seguro.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Quantos pacientes foram afetados pela contaminação de órgãos com HIV neste caso?<br />
Seis pacientes foram infectados com o vírus HIV após receberem órgãos contaminados. A paciente de 64 anos que faleceu é a primeira morte registrada diretamente relacionada a esse incidente.</p>
<p>2. Qual foi a causa da contaminação dos órgãos?<br />
A contaminação ocorreu devido a falhas em exames realizados por um laboratório privado, o PCS, que não detectou a presença do vírus HIV nos órgãos antes dos transplantes.</p>
<p>3. Quais foram as consequências para o laboratório responsável?<br />
O laboratório PCS teve seus serviços suspensos e foi interditado cautelarmente. Dois sócios e quatro funcionários foram denunciados pelo Ministério Público por crimes como lesão corporal gravíssima, associação criminosa, falsificação de documento particular e falsidade ideológica.</p>
<p>Para mais informações sobre a segurança em transplantes de órgãos e como aprimorar a fiscalização em serviços de saúde, procure os órgãos competentes e contribua para a conscientização.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Eleições 2024: TRE-SP vai usar biometria de outros órgãos para identificar mais de 4 milhões de eleitores em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 03:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo quem não cadastrou a biometria vai poder votar usando a digital; convênio da Justiça Eleitoral viabilizou a importação de dados biométricos de outros órgãos de identificação para a urna eletrônica Uma parcela do eleitorado paulista que não cadastrou a biometria na Justiça Eleitoral vai poder votar usando a digital nas eleições municipais de 2024. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Mesmo quem não cadastrou a biometria vai poder votar usando a digital; convênio da Justiça Eleitoral viabilizou a importação de dados biométricos de outros órgãos de identificação para a urna eletrônica</i></h4>
<p>Uma parcela do eleitorado paulista que não cadastrou a biometria na Justiça Eleitoral vai poder votar usando a digital nas eleições municipais de 2024. Um convênio firmado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e órgãos de identificação do país permitirá o aproveitamento de até 4.012.564 de dados biométricos de eleitoras e eleitores que votam em São Paulo. A biometria será validada no momento em que o eleitor utilizar a impressão digital com sucesso para liberar a urna para votação no dia do pleito. Realizado esse processo, a identificação biométrica da pessoa será adicionada posteriormente ao cadastro da Justiça Eleitoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Projeto de Importação de Biometrias de Órgãos Externos (Bioex) foi implementado por meio de acordos de cooperação técnica do TSE com órgãos de identificação, como o Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) de São Paulo, responsável pelo repasse de 91% dos dados, e a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), antigo Denatran, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O compartilhamento das informações segue os requisitos previstos na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) — <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm&amp;source=gmail&amp;ust=1726253974743000&amp;usg=AOvVaw2b7fqkleq2F514xQMK_gxu">Lei nº 13.709/2018</a>. O uso da biometria na eleição é um dos recursos que torna a votação mais segura, impedindo que uma pessoa vote no lugar de outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto não prevê a coleta da biometria no dia da votação, mas apenas a confirmação da impressão digital por esse grupo de eleitores que tiveram seus dados fornecidos por meio do Bioex. A eleitora ou eleitor com biometria de órgão externo será identificado no caderno de votação com a seguinte informação: biometria fornecida por órgão conveniado à Justiça Eleitoral. Quem fizer a validação da digital terá a biometria incluída no cadastro eleitoral, sendo válida para eleições futuras. Essa parcela do eleitorado poderá confirmar as informações biométricas ao votar tanto no 1º turno, que ocorre em 6 de outubro, quanto em eventual 2º turno, previsto para 27 de outubro.<br />
Nas eleições de 2022, no estado de São Paulo, 4.295.457 eleitores e eleitoras tiveram seus dados fornecidos à Justiça Eleitoral por meio do Bioex. Desse total, 3.578.968 compareceram para votar e cerca de 93% tiveram seus dados validados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, quase 80% do eleitorado paulista possui a biometria coletada. Dos 34.403.609 de eleitoras e eleitores do estado, 27.168.964 (78,97% do total) contam com a identificação biométrica no cadastro eleitoral. Na capital, o percentual com cadastro biométrico é de 71,71% (6,68 milhões dos 9,32 milhões aptos a votar na cidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é obrigatório ter a biometria coletada para votar. Desde que a eleitora ou o eleitor esteja com o título regular, basta apresentar um documento oficial com foto aos mesários para votar nas Eleições 2024.</p>
<p>Mais informações: <a href="mailto:imprensa@tre-sp.jus.br" target="_blank" rel="noopener">imprensa@tre-sp.jus.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja mais <a href="https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao&amp;source=gmail&amp;ust=1726253974743000&amp;usg=AOvVaw1sfCi34tk3DtpAf91PE6X-">notícias</a> do TRE-SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de SP lança programa de transporte aéreo gratuito de órgãos para salvar vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 14:28:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>TransplantAR Aviação Solidária conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Aviação para usar aeronaves privadas na logística de captação de órgãos para transplantes O governador Tarcísio de Freitas lançou, nesta segunda-feira (9), o programa TransplantAR Aviação Solidária, que utilizará aeronaves privadas para o transporte gratuito de órgãos destinados a transplantes. A iniciativa pioneira vai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>TransplantAR Aviação Solidária conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Aviação para usar aeronaves privadas na logística de captação de órgãos para transplantes</em></h4>
<p>O governador Tarcísio de Freitas lançou, nesta segunda-feira (9), o programa TransplantAR Aviação Solidária, que utilizará aeronaves privadas para o transporte gratuito de órgãos destinados a transplantes. A iniciativa pioneira vai beneficiar milhares de pessoas ao dar agilidade na logística de captação de órgãos, ampliando a chance de sucesso na realização dos procedimentos cirúrgicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Hoje a gente está falando de amor. E eu gostaria de agradecer a todos que estão tornando esse projeto possível. Não dá para pensar que esse gesto de amor que é realizar a doação de órgãos possa ser perdido por falta de logística”, afirmou Tarcísio. “Veja como a gente pode fazer a diferença com aeronaves que alcançam muitas vezes as pistas mais remotas e que podem, de fato, fazer esse transporte de órgãos. E o que a gente precisava era coordenar esse esforço, coordenar essa logística para que a gente não perca mais a oportunidade de salvar vidas”, acrescentou o governador.</p>
<p>A assinatura do termo de parceria com Instituto Brasileiro de Aviação (IBA), ocorreu em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes e contou com a presença do secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, do secretário Nacional de Aviação Civil, Tomé Barros Monteiro Franca, parlamentares, entre outras autoridades, médicos e representantes de hospitais e entidades ligadas a saúde e aos transplantes de órgãos do estado e do país. A iniciativa pioneira da Secretaria de Estado da Saúde e do IBA não acarretará custos aos cofres públicos e utilizará aeronaves privadas, que frequentemente permanecem paradas em hangares, para realizar os deslocamentos. O IBA será responsável por selecionar os proprietários dos veículos aéreos que estejam dispostos a doar horas de voo para o programa.</p>
<p>Helicópteros, turboélices e jatos particulares autorizados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) poderão ser utilizados de forma voluntária pelo programa. Essas aeronaves são mais ágeis que os voos comerciais, o que é crucial para o transporte de órgãos como o coração e o pulmão, que precisam ser transplantados em até quatro horas, e o fígado, em até 12 horas após a captação.Pelo programa, a Central de Transplantes acionará o IBA quando instituições/equipes de transplante precisarem de apoio aéreo para realizarem o deslocamento até o local onde se encontra o potencial doador.</p>
<p>A iniciativa visa ampliar a frota de aeronaves solidárias, facilitando o deslocamento de equipes para a captação de órgãos em áreas remotas, reduzindo a perda de órgãos por problemas logísticos. Entre 2013 e 2023, em média 2,4% dos órgãos (coração, pulmão e fígado), ou seja, 965 potenciais transplantes, não foram realizados por dificuldades no transporte.“Essa doação de horas de voos para ajudar na logística da captação de órgãos que o programa Transplantar vai oferecer é uma atitude que nos faz cada vez mais crer no ser humano. Uma atitude solidária e de responsabilidade social. Uma atitude de amar ao próximo. Não tenho dúvida de que com esse programa nós vamos deixar nossa logística de captação de órgão cada vez mais competente”, afirmou Eleuses Paiva.</p>
<h4>Transplantes no estado</h4>
<p>Em julho deste ano, cerca de 23 mil pessoas aguardavam por um transplante de órgãos ou tecidos no estado de São Paulo. O estado é responsável por 31% de todos os transplantes realizados no Brasil. Somente no primeiro semestre de 2023, foram feitos 5.077 transplantes de coração, fígado, pâncreas, pulmão, rins e córneas.A Central de Transplantes do Estado de São Paulo registrou, no mesmo ano, um aumento de 5% no volume de transplantes de órgãos e tecidos em relação a 2022. Foram 8.176 e 8.597, respectivamente. Até junho deste ano, foram realizados 4.027 transplantes.</p>
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