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	<title>onças &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Sitiante de Pedregulho desiste de aves após perder 40 galinhas para onças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 07:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série devastadora de ataques por onças-pardas, o serralheiro Moacir Ventura, proprietário de um sítio na zona rural de Pedregulho, interior de São Paulo, tomou a dolorosa decisão de abandonar a criação de aves. Em um período de menos de um mês, em dezembro de 2025, Ventura perdeu aproximadamente 40 galinhas, uma fonte crucial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma série devastadora de ataques por onças-pardas, o serralheiro Moacir Ventura, proprietário de um sítio na zona rural de Pedregulho, interior de São Paulo, tomou a dolorosa decisão de abandonar a criação de aves. Em um período de menos de um mês, em dezembro de 2025, Ventura perdeu aproximadamente 40 galinhas, uma fonte crucial de renda extra para sua família na região de Pedregulho. Os incidentes, inicialmente um mistério, foram subsequentemente registrados por câmeras de segurança, revelando a presença inquestionável de felinos selvagens. A invasão repetida e a subsequente destruição de seu galinheiro deixaram Moacir sem alternativas viáveis, forçando-o a repensar drasticamente a viabilidade de manter qualquer tipo de criação em sua propriedade, agora desocupada após sua mudança para a cidade.</p>
<p> A escalada dos ataques felinos em Pedregulho</p>
<p>A propriedade de Moacir Ventura, localizada na zona rural de Pedregulho, a cerca de 40 quilômetros de Franca, tornou-se palco de uma série de eventos preocupantes em dezembro de 2025. O serralheiro, que não reside mais permanentemente no sítio, percebeu que algo estava errado após o primeiro incidente. Ele relata que, em uma primeira incursão, oito de suas galinhas foram mortas. Inicialmente, a suspeita recaiu sobre animais menores, como gatos-do-mato, comuns na região. No entanto, a frequência e a intensidade dos ataques logo indicaram uma ameaça maior.</p>
<p> O flagrante das câmeras e a identificação das onças-pardas</p>
<p>A situação se agravou dias depois, com um segundo ataque que resultou na perda de mais dez galinhas. Preocupado com o mistério e o prejuízo crescente, Moacir decidiu realocar uma de suas câmeras de segurança, que originalmente monitorava a porteira, para uma posição estratégica próxima ao galinheiro. Essa medida se provou decisiva.</p>
<p>Na madrugada de 20 de dezembro, a câmera registrou o momento exato em que duas onças-pardas invadiram a propriedade. As imagens revelaram uma fêmea acompanhada de seu filhote, uma cena que confirmou as piores suspeitas do sitiante. Segundo Moacir, os felinos utilizaram o telhado do galinheiro como ponto de entrada, quebrando-o com o peso e facilitando o acesso às aves. O galinheiro, que possuía um alambrado alto, não foi suficiente para conter a agilidade e a força dos predadores, que conseguiram saltar a barreira. O resultado deste terceiro e último ataque foi devastador: 25 galinhas foram encontradas mortas, totalizando cerca de 40 aves perdidas em menos de um mês.</p>
<p> O impacto socioeconômico e a decisão irrevogável</p>
<p>Para Moacir Ventura, a criação de galinhas não era apenas um passatempo, mas uma importante fonte de renda extra que complementava seu salário de serralheiro. A venda de ovos e galinhas caipiras era uma atividade consolidada na comunidade local, e a perda súbita de todo o seu plantel representou um duro golpe financeiro e emocional.</p>
<p> O prejuízo financeiro e o desabafo do sitiante</p>
<p>O serralheiro expressa a dor da perda e o desapontamento. &#8220;Dói, porque você nunca espera isso. Eu ganho salário mínimo e vendia ovo. O povo sabia que eu tinha ovo ou uma galinha caipira e buscava no meio da semana. É um prejuízo&#8221;, lamenta Moacir. A ausência da criação de aves não significa apenas a interrupção de um fluxo de caixa, mas também a perda de uma atividade que proporcionava uma conexão com a terra e com a comunidade.</p>
<p>A decisão de Moacir de abandonar a criação de animais é, segundo ele, definitiva por enquanto. Ele atribui parte do problema à sua mudança para a cidade, que deixou o sítio mais desprotegido e menos frequentado. &#8220;Não dá para criar galinha desse jeito, não dá. Por enquanto não, porque não adianta, a gente não mora na roça mais. Enquanto eu morava aqui, não acontecia isso, mas depois que a gente foi para a cidade, o sítio ficou sozinho, e aí começou a aparecer. Então, por enquanto, eu não vou criar nada, não&#8221;, afirma. Passadas quase três semanas desde o último ataque, Moacir ainda cuida da propriedade, mas sem expectativas de reativar a criação. Ele acredita que, sem as galinhas, as onças não terão mais motivo para retornar. &#8220;Não voltam mais não, porque se elas vieram para comer umas galinhas aqui, elas não voltam mais. Não tem mais nada, então ela vai para outro lugar&#8221;, conclui, com uma mistura de resignação e esperança.</p>
<p> Desafios da coexistência e a resiliência rural</p>
<p>A experiência de Moacir Ventura em Pedregulho é um reflexo dos crescentes desafios enfrentados por proprietários rurais em regiões que margeiam áreas de preservação ou que sofrem com a expansão urbana. A diminuição do habitat natural e a escassez de presas podem levar animais selvagens, como a onça-parda, a buscar alimento em propriedades humanas. Essa interação, embora natural do ponto de vista da fauna, gera prejuízos significativos e coloca em risco a subsistência de famílias. A história de Moacir sublinha a complexidade da coexistência entre humanos e vida selvagem, exigindo soluções que considerem tanto a proteção da fauna quanto o sustento das comunidades rurais. A dor da perda, o prejuízo financeiro e a decisão de abandonar uma atividade tradicional demonstram a resiliência necessária para se adaptar a uma nova realidade, buscando um equilíbrio que muitas vezes se mostra frágil.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre interações com onças-pardas</p>
<p> O que fazer ao encontrar uma onça-parda na natureza?<br />
Ao se deparar com uma onça-parda, é crucial manter a calma e não reagir de forma agressiva ou fazer movimentos bruscos que possam assustar o animal. A orientação é afastar-se lentamente do local, sem virar as costas para o felino. Evite fazer barulho excessivo. Após se afastar para um local seguro, acione imediatamente as autoridades competentes, como o Corpo de Bombeiros (193) ou a Polícia Militar Ambiental (190), para que possam avaliar a situação e tomar as medidas cabíveis.</p>
<p> Por que as onças-pardas atacam animais domésticos, como galinhas?<br />
As onças-pardas são predadores oportunistas e carnívoros. Seus ataques a animais domésticos geralmente ocorrem devido à proximidade de seus habitats naturais com propriedades rurais, à diminuição de suas presas naturais na natureza (como capivaras, veados e roedores) ou à facilidade de acesso a um alimento farto e relativamente indefeso. Propriedades rurais, especialmente aquelas com galinheiros ou rebanhos mal protegidos, podem se tornar alvos fáceis, principalmente quando as onças estão com filhotes e precisam de mais alimento, ou quando há ausência de humanos na propriedade.</p>
<p> Quais são as medidas preventivas que proprietários rurais podem adotar para proteger seus animais?<br />
Para proteger animais domésticos de ataques de onças-pardas e outros predadores, proprietários rurais podem adotar diversas medidas preventivas. Entre elas, destacam-se a construção de galinheiros e currais robustos, com cercas altas e fortes, preferencialmente com telas finas e enterradas para evitar escavações. Telhados seguros e sem pontos de fragilidade são essenciais. O uso de iluminação noturna com sensores de movimento pode ajudar a dissuadir predadores. A presença constante de cães de guarda treinados para afugentar animais selvagens também é uma opção, embora deva ser avaliada cuidadosamente para não gerar conflitos com a fauna local. Além disso, manter a propriedade limpa e sem restos de alimentos que possam atrair roedores (e, consequentemente, predadores) é fundamental.</p>
<p>Para mais informações sobre proteção da fauna e boas práticas rurais, entre em contato com órgãos ambientais locais ou busque orientação especializada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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