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	<title>obras &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 01:40:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>obras &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<item>
		<title>Cajamar intensifica fiscalização das obras de esgotamento sanitário executadas pela Sabesp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[esgotamento sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Cajamar mantém atuação constante no acompanhamento das obras de esgotamento sanitário realizadas pela Sabesp, que incluem a implantação do sistema de coleta e tratamento de esgoto em diferentes regiões da cidade. A ação, conduzida pela Secretaria de Serviços Públicos Municipais, evidencia a presença ativa da administração no monitoramento das intervenções, garantindo que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Cajamar mantém atuação constante no acompanhamento das obras de esgotamento sanitário realizadas pela Sabesp, que incluem a implantação do sistema de coleta e tratamento de esgoto em diferentes regiões da cidade. A ação, conduzida pela Secretaria de Serviços Públicos Municipais, evidencia a presença ativa da administração no monitoramento das intervenções, garantindo que os serviços avancem com responsabilidade, dentro dos prazos e atendendo às necessidades da população.</p>
<p>Durante vistoria técnica realizada nesta terça-feira (14), as equipes estiveram na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Jordanésia e acompanharam o avanço das obras dos troncos coletores e das estações elevatórias, estruturas fundamentais para o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário. O trabalho de fiscalização tem como foco assegurar a qualidade da execução, o cumprimento do cronograma e a transparência em todas as etapas.</p>
<p>De acordo com o levantamento mais recente, as obras apresentam evolução significativa, com a ETE atingindo cerca de 30% de execução e os troncos coletores próximos de 80% de conclusão. Além das visitas em campo, a Prefeitura também realiza reuniões técnicas para alinhamento das ações, garantindo organização, planejamento e acompanhamento permanente de todas as fases do projeto.</p>
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		<title>ViaOeste libera Nova Ponte Guilherme de Almeida sobre o Rio Tietê no sentido capital (SP), em Barueri-SP</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/viaoeste-libera-nova-ponte-guilherme-de-almeida-sobre-o-rio-tiete-no-sentido-capital-sp-em-barueri-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 19:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[liberação]]></category>
		<category><![CDATA[Motiva]]></category>
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		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Viaoeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com abertura da pista Leste (sentido capital), motoristas passam a contar com as duas novas pontes das marginais em operação, ampliando capacidade, segurança e fluidez no trecho de Barueri-SP A ViaOeste conclui uma das etapas mais emblemáticas das obras de ampliação das marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280), em Barueri, com a liberação do tráfego [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Com abertura da pista Leste (sentido capital), motoristas passam a contar com as duas novas pontes das marginais em operação, ampliando capacidade, segurança e fluidez no trecho de Barueri-SP</strong></em></p>
<p>A ViaOeste conclui uma das etapas mais emblemáticas das obras de ampliação das marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280), em Barueri, com a liberação do tráfego sobre a Ponte Guilherme de Almeida no sentido Leste (capital).</p>
<p>A abertura ocorreu na madrugada deste sábado (28/03) e marca a entrada em operação da segunda estrutura da ponte, permitindo agora a circulação de veículos nos dois sentidos (capital e interior) pelas novas vias marginais. Com isso, o sistema passa a contar com as duas novas pontes em pleno funcionamento, ampliando de forma significativa a capacidade viária e a fluidez do tráfego no trecho.</p>
<p><strong>Agora, duas pontes em operação</strong></p>
<p>Com a liberação do sentido Leste, o trecho passa a operar com as duas estruturas da Ponte Guilherme de Almeida:</p>
<p>Ponte Oeste (interior) – já em operação, liberada no dia 07/03;<br />
Ponte Leste (capital) – liberada neste sábado 28/03;<br />
Cada ponte conta com três faixas de rolamento e acostamento, integrando o novo sistema de vias marginais implantado entre os km 22 e 27 da Rodovia Castello Branco (SP-280).</p>
<p>A solução viária permite a separação entre o tráfego local e o de longa distância, proporcionando ganhos diretos em fluidez, segurança e conforto aos motoristas que utilizam diariamente o corredor.</p>
<p><strong>Estrutura moderna e completa</strong></p>
<p><strong>As novas pontes foram entregues com padrão elevado de infraestrutura e segurança, incluindo:</strong></p>
<p>Pavimento novo;<br />
Sinalização horizontal e vertical completa;<br />
Iluminação em LED;<br />
Barreiras rígidas e gradis de proteção;<br />
Telas de segurança;<br />
Passeio (calçada) para os pedestres;<br />
Juntas de dilatação;<br />
Sistema de drenagem;<br />
Dispositivos de segurança viária (defensas metálicas e terminais);<br />
Placas indicativas e orientativas;<br />
Marcos quilométricos atualizados.</p>
<p>Os elementos foram projetados para garantir maior visibilidade, durabilidade e segurança operacional em toda a travessia.</p>
<p><strong>Investimento e números da obra</strong></p>
<p>A construção das duas estruturas da Ponte Guilherme de Almeida integra o conjunto de melhorias das marginais e representa um investimento de aproximadamente R$ 150 milhões.</p>
<p><strong>A grandiosidade da obra também se reflete nos números de engenharia:</strong></p>
<p>Volume de concreto utilizado: 30 mil m³;<br />
Número de aduelas executadas: 71 por ponte;<br />
Extensão total de cada ponte: 700 metros;<br />
Altura máxima: 33 metros;<br />
Altura dos pilares: 27 metros;<br />
Os números evidenciam a complexidade e o porte da intervenção, considerada uma das mais relevantes em execução no sistema rodoviário paulista.</p>
<p><strong>Marco da engenharia nacional</strong></p>
<p>A Ponte Guilherme de Almeida é um dos grandes destaques do projeto. Executada pelo método de balanço sucessivo, a estrutura possui um dos maiores vãos desse tipo em perímetro urbano na América Latina, com cerca de 170 metros no vão central, sendo o segundo maior balanço sucessivo urbano do continente.</p>
<p>A ponte transpõe a Avenida Dr. Dib Sauaia Neto, a Rua da Prata e o Rio Tietê, consolidando-se como uma solução estratégica para a mobilidade na Região Metropolitana Oeste.</p>
<p><strong>Avanço que transforma a mobilidade</strong></p>
<p>Com as duas pontes em operação, a Rodovia Castello Branco (SP-280) passa a contar com uma nova dinâmica de circulação no trecho de Barueri, permitindo melhor distribuição dos fluxos e redução de conflitos viários.</p>
<p>“Estamos entregando um marco histórico para a mobilidade da região. A liberação do sentido capital da Ponte Guilherme de Almeida consolida a operação das duas estruturas e representa um avanço significativo na capacidade da Rodovia Castello Branco. É uma obra de grande complexidade técnica, que envolveu volumes expressivos de materiais e engenharia de alto nível, e que agora começa a gerar benefícios diretos para quem utiliza o trecho diariamente”, destaca o Engº José Alvarelli Marcos, gerente de Engenharia da ViaOeste responsável pelas obras no trecho.</p>
<p><strong>Obras das marginais seguem em fase final com 95% de avanço</strong></p>
<p>Apesar da conclusão das estruturas da ponte, as obras das novas marginais entre os km 22 e 27 seguem em andamento, com equipes concentradas principalmente:</p>
<p>Nos trevos de Barueri e Alphaville;<br />
No acesso do km 23;<br />
Em intervenções pontuais de recuperação de pavimento;<br />
Contenção no km 26 Rotary;<br />
Os trabalhos avançam para as etapas finais de acabamento, com previsão de conclusão completa do conjunto de obras ao longo do segundo semestre.</p>
<p><strong>Para mais informações e atualizações sobre as obras, acesse: </strong><br />
<a href="https://rodovias.motiva.com.br/obras-motiva/" target="_blank" rel="noopener">https://rodovias.motiva.com.br/obras-motiva/</a></p>
<p><strong>Em caso de dúvidas, sugestões ou manifestações, a Ouvidoria da ViaOeste está à disposição pelo e-mail: </strong><br />
<a href="mailto:ouvidoriaviaoeste@motiva.com.br">ouvidoriaviaoeste@motiva.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Castello Branco terá obras de manutenção no pavimento neste fim de semana</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/castello-branco-tera-obras-de-manutencao-no-pavimento-neste-fim-de-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Castello Branco]]></category>
		<category><![CDATA[EcoRodovias]]></category>
		<category><![CDATA[ECOVIAS RAPOSO CASTELLO]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviços serão realizados no sábado (14) e domingo (15), no período noturno, com bloqueio temporário de faixas e sinalização no trecho Motoristas que trafegam pela rodovia Castello Branco devem redobrar a atenção entre os dias 14 e 15 de março devido às intervenções programadas para manutenção no pavimento rígido da via. Os trabalhos serão realizados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>Serviços serão realizados no sábado (14) e domingo (15), no período noturno, com bloqueio temporário de faixas e sinalização no trecho</em></strong></h4>
<div>
<p>Motoristas que trafegam pela rodovia Castello Branco devem redobrar a atenção entre os dias 14 e 15 de março devido às intervenções programadas para manutenção no pavimento rígido da via. Os trabalhos serão realizados no km 19 da pista marginal, no sentido São Paulo, no período noturno, das 22h às 5h.</p>
<p>A intervenção consiste na demolição parcial e recomposição de placas de concreto do pavimento, com utilização de material de secagem rápida, o que permite a liberação do tráfego poucas horas após a conclusão dos serviços. As atividades serão executadas por empresa terceirizada contratada pela Ecovias Raposo Castello.</p>
<p>Para garantir a segurança dos trabalhadores e dos viajantes da rodovia, será necessário o fechamento das faixas 4 e 5 da pista marginal, no sentido São Paulo, além da interdição temporária da alça de acesso ao Rodoanel. Como alternativa, os motoristas poderão utilizar o retorno localizado no km 17, em Osasco, para acessar o Rodoanel pela pista no sentido interior.</p>
<p>“A atividade no pavimento é extremamente importante para manter a segurança da via e o conforto aos usuários que trafegam pelo trecho. A orientação é que os motoristas redobrem a atenção à sinalização da rodovia e programem seus deslocamentos durante o período de interdição”, explica Vinicius Zampieri, coordenador de Obras da Ecovias Raposo Castello.</p>
<p>A sinalização da intervenção seguirá as diretrizes do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito e do Manual de Sinalização Rodoviária do DER-SP. O trecho será monitorado pelo Centro de Controle Operacional (CCO), com apoio de equipes de inspeção de tráfego, guinchos leve e pesado, caminhão irrigadeira e ambulância, caso haja necessidade.</p>
<p>Os motoristas devem redobrar a atenção à sinalização e respeitar os limites de velocidade ao trafegar pelo trecho durante o período das obras.</p>
<p><strong>Sobre a Ecovias Raposo Castello</strong></p>
<p>A Ecovias Raposo Castello é a mais nova concessão do Grupo EcoRodovias e é responsável por quatro trechos em rodovias na Região Metropolitana de São Paulo, incluindo a SP-270 (Raposo Tavares), a SP-280 (Castello Branco), a SP-029 e a ligação Cotia-Embu das Artes. A concessionária vai investir R$ 8 bilhões ao longo da concessão em obras como a implantação de faixas adicionais na Castello, marginais e faixas adicionais na Raposo, duplicação da SP-029, adoção do sistema de pedágio Free Flow e uma série de melhorias como novas passarelas de pedestres, ciclovias, áreas de descanso para caminhoneiros e ligações da Raposo com a Marginal Pinheiros.</p>
<p><strong>Sobre a EcoRodovias</strong></p>
<p>A EcoRodovias é a operadora com maior extensão de malha rodoviária do país. Controlada pelo Grupo ASTM, atualmente administra 12 concessões de rodovias que somam 4,8 mil quilômetros de extensão em oito estados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A companhia está presente em corredores rodoviários de escoamento da produção agrícola e industrial, bem como em relevantes eixos turísticos do país. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável, a EcoRodovias mantém metas para alcançar novos patamares em reduções nas emissões de CO2, segurança, diversidade, equidade e inclusão. Como resultado de suas práticas, a empresa integra importantes carteiras da B3 relacionadas a práticas ESG, tais como índices de Sustentabilidade, Diversidade e Governança.</p>
<p>Para mais informações, acesse <a href="http://url3019.massmedia.com.br/ls/click?upn=u001.5o2PyNyi5Ps6pHlWl-2Bg32NsSQp28rXgsublcBF6LVvIkPE2jTwpLDH3-2BnaXBD5TV08AtI-2FHxO7h-2B1wMNnaG1P4i0aOH26kQ8KEANmKD4mVMzqhlKiRx17YTdVQZnHCGqsWzP5Ynd50OHWX4SHxuBwfAAxa44MW-2BIKsc5s-2BlxXyqJm-2FBCaWYSNFvW1zJ4BFzKl20DoACowD058Hda85GzbhIQLPRcaY4B4wKGoCH2HkEEYsAxbKl-2FcH-2BPD44ZmYK-2B32AmxsKDq8gmySC6mJDyymsDaSFSb9hViIWJptBHk2zfS7f-2BMFm427Dz6aexzwdE0-2BwsaftB7Odflg4EnwuyTnjYo7OCQ-2BAbC-2FDCcMedTHk4EL03BcrrZJhSpmNGnqduzfxdjLMiE-2B1mXEiL051J1CtToktFrGKwE7xS8336WJ-2BexSU9kdcxw1yERRsfMW9GZOiPcAWn5tglYZoxMOFzogrlXcjd05Nuo8RNCGimTUkUbDcpADbJQQ08TgfumwB09J3JJGkadzS-2BXohKA4gWs0-2FGdP2IyrPNgPmyorpN4gRFJ1KwoW-2FVHhvzD1D-2FGMxG58WSlJiUrUv7Q3hFZ0dVICnVgneVxg7S86R-2BcG8yNyJKoz9r7X6kb-2FCg8oOCyexGTfuO43HX5eC5PN8JBjqL5I9hCFARiM31yaPCAP52pKKMDWPP2hITLltI9UpdcklfWk07OyeTt6R19qpCDsTqHg1kRs9NCU-2F5VP-2BwhfS6ItfagJQapD3KBQdyw7usn-2BYscPZeLnQ86skjbiDqdafh6tLj7WzU5FGNdgLoghfz8I3TRTPVXq7I5TWUm22eHzPoz7kNttI933IDhokbcJg5rK7p-2FALBEcPR9QSsAIN90PwSlCgLal-2F4HuaqybZcCxR3GuQMSqUZVkpzdD1nxVQUlVAhuVIp69HTPK4w2H415zxuebN-2FzI-2Fz9VkdlWqvGMMVeax6nlMyyi779emmJrEGYqOz8XF0s7duG6rIHlh-2BSSgfaEQqhr79hhdGpJRcizst1T0iDL0rqy-2FAexzk3C9j1C9i8nDCpry18a9-2FDq1pzSPyOJbbSn1-2BCCMwuXLu3bbujQX-2BXb5Kj2vFXYpcwkfxL02BGH-2FI-2BpygBlaFxG0bm5o-3DNlAd_S1P2kz4seyRU-2BwkHTvN2aoM0T86opSavJ9T1hW8e-2FIG5BVDq6NjnSaNyXzTTO74hPUSx8X76zfEYncYpVFrjvFnV3UexzMSkj8cdXFzrno2h62RqvLHYynCe3WM2zR0fAtqAbYU4KBtvcU7OD4fsaU-2Bws1EaQi3wnmJrLVXazf-2B1S4204rdLzCg5N61x4GRKde3Cw95xIood4Rzjv3-2B6JtFIZuKjsSR9Js4RcBG67CuGzsFBtX5JiBIFQ0avmxiJ" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://url3019.massmedia.com.br/ls/click?upn%3Du001.5o2PyNyi5Ps6pHlWl-2Bg32NsSQp28rXgsublcBF6LVvIkPE2jTwpLDH3-2BnaXBD5TV08AtI-2FHxO7h-2B1wMNnaG1P4i0aOH26kQ8KEANmKD4mVMzqhlKiRx17YTdVQZnHCGqsWzP5Ynd50OHWX4SHxuBwfAAxa44MW-2BIKsc5s-2BlxXyqJm-2FBCaWYSNFvW1zJ4BFzKl20DoACowD058Hda85GzbhIQLPRcaY4B4wKGoCH2HkEEYsAxbKl-2FcH-2BPD44ZmYK-2B32AmxsKDq8gmySC6mJDyymsDaSFSb9hViIWJptBHk2zfS7f-2BMFm427Dz6aexzwdE0-2BwsaftB7Odflg4EnwuyTnjYo7OCQ-2BAbC-2FDCcMedTHk4EL03BcrrZJhSpmNGnqduzfxdjLMiE-2B1mXEiL051J1CtToktFrGKwE7xS8336WJ-2BexSU9kdcxw1yERRsfMW9GZOiPcAWn5tglYZoxMOFzogrlXcjd05Nuo8RNCGimTUkUbDcpADbJQQ08TgfumwB09J3JJGkadzS-2BXohKA4gWs0-2FGdP2IyrPNgPmyorpN4gRFJ1KwoW-2FVHhvzD1D-2FGMxG58WSlJiUrUv7Q3hFZ0dVICnVgneVxg7S86R-2BcG8yNyJKoz9r7X6kb-2FCg8oOCyexGTfuO43HX5eC5PN8JBjqL5I9hCFARiM31yaPCAP52pKKMDWPP2hITLltI9UpdcklfWk07OyeTt6R19qpCDsTqHg1kRs9NCU-2F5VP-2BwhfS6ItfagJQapD3KBQdyw7usn-2BYscPZeLnQ86skjbiDqdafh6tLj7WzU5FGNdgLoghfz8I3TRTPVXq7I5TWUm22eHzPoz7kNttI933IDhokbcJg5rK7p-2FALBEcPR9QSsAIN90PwSlCgLal-2F4HuaqybZcCxR3GuQMSqUZVkpzdD1nxVQUlVAhuVIp69HTPK4w2H415zxuebN-2FzI-2Fz9VkdlWqvGMMVeax6nlMyyi779emmJrEGYqOz8XF0s7duG6rIHlh-2BSSgfaEQqhr79hhdGpJRcizst1T0iDL0rqy-2FAexzk3C9j1C9i8nDCpry18a9-2FDq1pzSPyOJbbSn1-2BCCMwuXLu3bbujQX-2BXb5Kj2vFXYpcwkfxL02BGH-2FI-2BpygBlaFxG0bm5o-3DNlAd_S1P2kz4seyRU-2BwkHTvN2aoM0T86opSavJ9T1hW8e-2FIG5BVDq6NjnSaNyXzTTO74hPUSx8X76zfEYncYpVFrjvFnV3UexzMSkj8cdXFzrno2h62RqvLHYynCe3WM2zR0fAtqAbYU4KBtvcU7OD4fsaU-2Bws1EaQi3wnmJrLVXazf-2B1S4204rdLzCg5N61x4GRKde3Cw95xIood4Rzjv3-2B6JtFIZuKjsSR9Js4RcBG67CuGzsFBtX5JiBIFQ0avmxiJ&amp;source=gmail&amp;ust=1773416018898000&amp;usg=AOvVaw3jhUmtYjqRfwjDYYYx776q"><strong>www.ecorodovias.com.br</strong></a>.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo PAC destina centenas de milhões para prevenção de desastres na Zona da Mata</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/novo-pac-destina-centenas-de-milhoes-para-prevencao-de-desastres-na-zona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 06:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A região da Zona da Mata mineira, historicamente castigada por eventos climáticos extremos, receberá um aporte significativo de recursos federais para a prevenção de desastres. O anúncio, que marca o compromisso com a resiliência e a segurança das comunidades locais, detalhou a inclusão de obras estruturantes no Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), visando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região da Zona da Mata mineira, historicamente castigada por eventos climáticos extremos, receberá um aporte significativo de recursos federais para a prevenção de desastres. O anúncio, que marca o compromisso com a resiliência e a segurança das comunidades locais, detalhou a inclusão de obras estruturantes no Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), visando mitigar os impactos das fortes chuvas que frequentemente atingem a área. Ministros da esfera federal realizaram uma visita técnica aos municípios mais afetados, como Juiz de Fora e Ubá, para avaliar de perto a situação e dialogar com as autoridades locais sobre as intervenções necessárias. A iniciativa visa não apenas a reparação dos danos recentes, mas a implementação de soluções de longo prazo que garantam maior segurança aos moradores e à infraestrutura da região.</p>
<p> Plano de recuperação e prevenção para a Zona da Mata mineira</p>
<p>Ações robustas estão sendo delineadas para enfrentar os desafios impostos pelas condições geográficas e climáticas da Zona da Mata mineira. O plano de recuperação e prevenção, integrado ao Novo PAC, abrange uma série de obras de engenharia essenciais. Em Juiz de Fora, por exemplo, a necessidade de intervenções é multifacetada, incluindo a contenção de encostas, um trabalho complexo que exige estudos geotécnicos aprofundados para garantir a estabilidade do solo e a segurança das construções adjacentes. Além disso, serão implementadas obras de macrodrenagem, cruciais para o escoamento eficiente das águas pluviais, e a construção de barramentos, que visam controlar o fluxo de rios e córregos, evitando inundações em áreas urbanas.</p>
<p> Obras estruturantes e desafios imediatos</p>
<p>A complexidade dos projetos é um dos principais desafios. Em áreas de encostas instáveis, cada localidade demanda uma sondagem específica para determinar a qualidade do solo e a metodologia mais adequada para a intervenção. Essa etapa de estudo e elaboração de projetos pode atrasar o início de algumas obras, mas é fundamental para assegurar a eficácia e a durabilidade das soluções. Contudo, há um esforço para acelerar os reparos emergenciais. As obras de menor porte e com prazo de execução estimado em até seis meses serão incorporadas diretamente às ações da Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, permitindo uma resposta mais ágil às necessidades urgentes. Equipes técnicas iniciaram visitas aos locais mais atingidos para mapear as intervenções prioritárias e definir os projetos de engenharia específicos para cada situação.</p>
<p> Investimento e auxílio às famílias atingidas</p>
<p>O volume de investimentos para as obras estruturantes do Novo PAC na Zona da Mata mineira ainda não tem um valor exato consolidado, mas a estimativa aponta para centenas de milhões de reais. A dimensão dos desastres recentes e a complexidade das soluções requerem um aporte financeiro significativo para garantir a efetividade das ações de prevenção e recuperação. Além das obras de infraestrutura, o governo federal tem mobilizado recursos para prestar auxílio direto às famílias que perderam suas casas e bens, buscando mitigar o sofrimento e oferecer um caminho para a reconstrução de suas vidas.</p>
<p> Medidas provisórias e suporte habitacional</p>
<p>O presidente da República editou uma terceira Medida Provisória (MP), destinando R$ 266 milhões por meio de crédito extraordinário para ações emergenciais na região. Esta MP soma-se a outras duas publicadas anteriormente, que previam mais de R$ 500 milhões em financiamento e benefícios para as famílias impactadas. O suporte habitacional é uma das frentes mais importantes. Para as famílias que perderam suas moradias, será oferecido um programa de compra assistida, onde o governo federal arcará com até R$ 200.000 para a aquisição de um novo apartamento ou casa. Além disso, as famílias beneficiadas receberão um auxílio emergencial de R$ 7.300, destinado à compra de bens essenciais para o novo lar, como geladeira, fogão, camas e roupas de cama, facilitando a retomada da vida após a perda. As obras emergenciais de reparo, estimadas em aproximadamente R$ 60 milhões para cada cidade gravemente atingida, devem ser iniciadas em breve, marcando um passo importante na recuperação imediata. Em Ubá, um projeto específico será desenvolvido para o controle do volume de água do Rio Ubá, visando prevenir futuras inundações.</p>
<p> Compromisso com a resiliência e o futuro da região</p>
<p>A mobilização de recursos e a implementação de obras através do Novo PAC na Zona da Mata mineira representam um compromisso de longo prazo com a segurança e o desenvolvimento sustentável da região. A presença de ministros e equipes técnicas nos locais afetados sublinha a seriedade com que o governo federal encara a vulnerabilidade da área frente aos eventos climáticos. A combinação de obras de engenharia complexas, como contenção de encostas e macrodrenagem, com o suporte direto às famílias desabrigadas, por meio de auxílio habitacional e recursos para bens essenciais, demonstra uma abordagem holística para a recuperação. A expectativa é que essas ações não apenas restaurem o que foi perdido, mas transformem a Zona da Mata em uma região mais resiliente, com infraestrutura adequada para suportar os desafios climáticos futuros e oferecer qualidade de vida e segurança aos seus habitantes. O investimento em prevenção é fundamental para evitar novas tragédias e garantir um futuro mais seguro para as comunidades mineiras.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. O que é o Novo PAC e qual seu papel na prevenção de desastres na Zona da Mata mineira?<br />
O Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é um conjunto de investimentos do governo federal em infraestrutura, com foco em áreas essenciais como transportes, energia, desenvolvimento urbano e social. Na Zona da Mata mineira, ele será utilizado para financiar obras de prevenção de desastres, como contenção de encostas, macrodrenagem e controle de rios, visando proteger a população dos impactos das chuvas intensas e evitar futuras tragédias.</p>
<p>2. Quais municípios serão beneficiados pelas obras do Novo PAC na Zona da Mata?<br />
Os municípios de Juiz de Fora e Ubá foram explicitamente mencionados como locais que receberão as primeiras intervenções, devido aos severos impactos das chuvas recentes. No entanto, o programa visa abranger toda a Zona da Mata mineira que apresenta vulnerabilidades, com equipes técnicas avaliando outras áreas que também necessitam de obras de prevenção.</p>
<p>3. Além das obras de infraestrutura, que tipo de auxílio está sendo oferecido às famílias afetadas?<br />
As famílias que perderam suas casas receberão auxílio habitacional através de um programa de compra assistida, onde o governo federal pagará até R$ 200.000 para a aquisição de uma nova moradia. Adicionalmente, será concedido um auxílio emergencial de R$ 7.300 para a compra de equipamentos e itens essenciais para o novo lar, como eletrodomésticos e móveis, ajudando na recuperação pós-desastre.</p>
<p>Para mais informações sobre o avanço das obras e como a prevenção de desastres está transformando a segurança da Zona da Mata mineira, continue acompanhando as notícias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Obras paradas: Conjunto habitacional em SP gera custo milionário e atraso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 08:01:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um grandioso projeto de moradias populares em São Paulo, o conjunto habitacional Forte do Rio Negro, localizado em São Mateus, na Zona Leste, permanece com suas obras completamente paralisadas há mais de um ano. Concebido para oferecer 600 unidades residenciais e prometido para o início de 2024, o empreendimento já consumiu R$ 104 milhões dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grandioso projeto de moradias populares em São Paulo, o conjunto habitacional Forte do Rio Negro, localizado em São Mateus, na Zona Leste, permanece com suas obras completamente paralisadas há mais de um ano. Concebido para oferecer 600 unidades residenciais e prometido para o início de 2024, o empreendimento já consumiu R$ 104 milhões dos cofres públicos. O projeto está travado após a construtora responsável entrar em recuperação judicial e abandonar o canteiro de obras. Enquanto a incerteza paira sobre o futuro das moradias, a prefeitura arca com um auxílio-aluguel de R$ 600 para 480 famílias, gerando um custo anual de R$ 3,4 milhões, valor considerado insuficiente pelos futuros moradores para cobrir despesas na região. A situação ilustra os desafios enfrentados pela cidade no combate ao déficit habitacional, que afeta mais de 343 mil pessoas.</p>
<p> Projeto Forte do Rio Negro: do sonho ao abandono</p>
<p> A cronologia dos atrasos e a construtora em recuperação judicial</p>
<p>O conjunto habitacional Forte do Rio Negro, com suas seis torres residenciais e 600 unidades de até 50 m², é parte integrante do programa &#8220;Pode Entrar&#8221;, a principal iniciativa habitacional da atual gestão municipal. O contrato para a construção, assinado em 2022, foi marcado por uma série de prorrogacões – quatro ao todo – antes de ser oficialmente rescindido em junho do ano passado. A decisão de rescisão veio meses após a interrupção abrupta dos trabalhos pela construtora Múltipla Engenharia, que havia entrado em recuperação judicial. Diante do abandono, a prefeitura aplicou uma multa de R$ 5 milhões à empresa, buscando mitigar os prejuízos causados.</p>
<p>Apesar de a obra ter alcançado um estágio avançado, com cerca de 92% de execução, relatórios de vistoria produzidos após a paralisação revelaram uma realidade preocupante. Foi identificada a necessidade de investimentos adicionais de, no mínimo, R$ 3,5 milhões para refazer serviços que já haviam sido pagos. Este &#8220;retrabalho&#8221; se tornou imperativo devido a intervenções estruturais nas alvenarias realizadas após a conclusão dos acabamentos. Tais reforços resultaram em perfurações de paredes e danos a revestimentos, como a remoção de azulejos e a quebra de forros de gesso em unidades que já estavam prontas para serem entregues. A falta de continuidade e planejamento adequado, somada à situação da construtora, transformou o que deveria ser um avanço em um complexo desafio de recuperação.</p>
<p> Deterioração e furto: a realidade do canteiro abandonado</p>
<p>O prolongado período de abandono e a ausência de vigilância efetiva no canteiro de obras – formalmente encerrada pela construtora em junho de 2025, conforme contrato – agravaram significativamente a deterioração das estruturas e dos acabamentos do Forte do Rio Negro. A fiscalização encontrou apartamentos com janelas de vidro estilhaçadas, portas de madeira estufadas pela umidade, forros de banheiro mofados e fiação elétrica exposta, representando riscos e demandando reparos extensivos.</p>
<p>Em diversas unidades, constatou-se a ausência de itens essenciais como pias, tanques, torneiras e tampos de quadros elétricos, sugerindo a ocorrência de furtos no local. Escadas danificadas e janelas quebradas são avarias comuns, evidenciando a vulnerabilidade do empreendimento desocupado. Essa situação contrasta drasticamente com o otimismo expresso pelo então secretário municipal de habitação, Sidney Cruz, que, em janeiro de 2025, antes da paralisação, visitou o canteiro. Na ocasião, o secretário enfatizou o &#8220;ritmo do nosso prefeito&#8221; no avanço das obras e elogiou a qualidade construtiva do projeto, classificando o &#8220;Pode Entrar&#8221; como o &#8220;maior programa de habitação da história da cidade de São Paulo&#8221;. Atualmente, o terreno do Forte do Rio Negro encontra-se cercado por tapumes, sem sequer uma placa de identificação, um símbolo visível do descaso e da incerteza que pairam sobre o futuro das 600 famílias.</p>
<p> Impacto social e o programa &#8220;Pode Entrar&#8221; sob escrutínio</p>
<p> Moradores em limbo: auxílio insuficiente e vida em suspensão</p>
<p>A paralisação das obras no Forte do Rio Negro trouxe consequências devastadoras para as famílias que aguardam a casa própria. Embora a maioria dos futuros moradores receba um auxílio-aluguel de R$ 600 mensais da prefeitura, este valor é amplamente considerado insuficiente para cobrir os custos de um aluguel digno na Zona Leste de São Paulo. O benefício, que totaliza R$ 3,4 milhões anuais para atender 480 famílias, se mostra paliativo diante da complexidade do problema.</p>
<p>Os documentos que garantem a moradia subsidiada foram entregues em junho de 2024, em um evento onde o prefeito Ricardo Nunes prometeu a entrega dos apartamentos para o mesmo ano, incentivando a esperança com a declaração: &#8220;Vocês vão poder passar o réveillon na casa de vocês&#8221;, três meses antes das eleições. No entanto, o entusiasmo rapidamente deu lugar à desilusão. Uma moradora, que preferiu não se identificar por medo de represálias, relatou ter feito grandes compras de mantimentos para celebrar o Natal na casa nova, mas teve os planos frustrados por dois anos consecutivos. A incerteza a impediu de matricular a filha em uma escola técnica próxima ao novo endereço, deixando sua vida &#8220;parada no tempo&#8221;. Ela afirmou que, sem o apoio de seu ex-marido, que a abrigou com a filha adolescente, estaria em situação de rua. Outra família, composta por seis pessoas – incluindo três adolescentes e uma idosa acamada –, vive em uma casa de apenas 48 metros quadrados, após ser removida de uma ocupação vizinha em 2018 com a promessa de moradia regularizada. Com uma renda familiar de R$ 2 mil, quase toda consumida por contas básicas, a beneficiária perdeu todos os seus móveis em enchentes após alugar uma garagem para guardá-los, vivendo no improviso há três anos. A apreensão é tanta que a maioria dos beneficiários ouvidos se recusou a dar seus nomes, temendo perder o direito à moradia.</p>
<p> O problema não isolado: outras obras atrasadas e auditorias</p>
<p>O caso do Forte do Rio Negro não é um incidente isolado na modalidade &#8220;Empresas&#8221; do programa &#8220;Pode Entrar&#8221;, na qual o poder público financia os custos e a iniciativa privada executa a obra. Uma auditoria do Tribunal de Contas do Município (TCM) já havia apontado graves problemas em empreendimentos dessa natureza. Segundo o relatório, 80% dos projetos oriundos dos chamamentos de 2014 – grupo ao qual o Forte do Rio Negro pertence – não haviam sido contratados após uma década, devido a invasões de terrenos e à inércia administrativa.</p>
<p>Adicionalmente, outros condomínios de moradia social contratados sob a mesma modalidade também enfrentam atrasos significativos. É o caso dos conjuntos Bauru e Lajeado, ambos localizados na região de Guaianases, na Zona Leste, que juntos somam 968 unidades habitacionais. Embora tivessem prazo inicial de entrega para 2024, a prefeitura agora prevê a inauguração para este mês, após ajustes motivados por pendências relacionadas a concessionárias de serviços públicos, como Enel e Sabesp, e à montagem dos elevadores. Esses exemplos reforçam a preocupante recorrência de entraves e atrasos nos projetos habitacionais municipais, evidenciando a necessidade de revisão e aprimoramento na gestão e fiscalização desses contratos.</p>
<p> Resposta da prefeitura e o futuro incerto</p>
<p>Questionada sobre o novo prazo para a entrega do conjunto Forte do Rio Negro, a gestão municipal Ricardo Nunes informou que &#8220;equipes técnicas realizam vistorias e análises da obra para definir a necessidade de eventuais intervenções corretivas ou recomposições de serviços&#8221;. A prefeitura, no entanto, não divulgou uma data para a abertura de uma nova licitação que permita a contratação de uma empreiteira para finalizar o empreendimento. A nota oficial também destacou que &#8220;as providências cabíveis&#8221; estão sendo tomadas para cobrar a multa de R$ 5 milhões aplicada à Múltipla Engenharia e para reaver cerca de R$ 1 milhão que foram pagos por serviços não executados.</p>
<p>Apesar dos contratempos específicos do Forte do Rio Negro, a prefeitura reafirmou que o programa &#8220;Pode Entrar&#8221; segue em &#8220;plena expansão&#8221;, com 18 mil moradias entregues desde 2021 e 43 mil unidades atualmente em construção. Na modalidade &#8220;Empresas/Entidades&#8221;, há 5,9 mil moradias em obras, das quais 778 já foram entregues. Contudo, para as famílias do Forte do Rio Negro, o futuro permanece incerto, com a espera pela casa própria se estendendo indefinidamente.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o conjunto habitacional Forte do Rio Negro?<br />
É um empreendimento habitacional com 600 unidades na Zona Leste de São Paulo, parte do programa municipal &#8220;Pode Entrar&#8221;, destinado a famílias de baixa renda.</p>
<p>Por que as obras estão paradas?<br />
As obras foram paralisadas após a construtora Múltipla Engenharia entrar em recuperação judicial e abandonar o projeto. O contrato foi rescindido, e a empresa foi multada em R$ 5 milhões.</p>
<p>Qual o impacto para os futuros moradores?<br />
Os moradores aguardam a entrega há mais de um ano, vivendo em condições precárias ou dependendo de um auxílio-aluguel de R$ 600, considerado insuficiente. Suas vidas estão em suspensão, com impactos em educação e bem-estar.</p>
<p>O que a Prefeitura de SP está fazendo para resolver a situação?<br />
A prefeitura está realizando vistorias técnicas para definir as intervenções necessárias e busca cobrar multas da construtora. Não há, contudo, um novo prazo para a conclusão das obras ou para a contratação de uma nova empresa.</p>
<p>Para mais informações sobre o avanço e desafios dos programas habitacionais em São Paulo, e para acompanhar o desdobramento do caso do Forte do Rio Negro, continue atento às atualizações do cenário urbano e social da cidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Ruas do Jardim Pastoreio em Caucaia do Alto recebem obras de asfalto e infraestrutura</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 15:00:35 +0000</pubDate>
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<h4 class="elementor-widget-container"><em><strong>Serão contempladas as ruas Francisco Mendes da Silva, Adriano Pires de Oliveira, João Mendes da Silva, Jhony Anderson de Oliveira e Francisco Borba</strong></em></h4>
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<p><span data-contrast="auto">A prefeitura de Cotia iniciou obras em diversas ruas do Jardim Pastoreiro, no distrito de Caucaia do Alto. Viabilizadas por meio de convênio federal, as obras incluem recapeamento e reconstrução asfáltica, reforma e implantação de guias e sarjetas, construção de sarjetões, além de nova sinalização viária vertical e horizontal e execução de calçadas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Serão contempladas as ruas Francisco Mendes da Silva, Adriano Pires de Oliveira, João Mendes da Silva, Jhony Anderson de Oliveira e Francisco Borba. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nas ruas Francisco Mendes da Silva e João Mendes da Silva, além das intervenções no pavimento, também já estão sendo realizados trabalhos na rede de drenagem, etapa considerada essencial para evitar problemas futuros com acúmulo de água e deterioração do asfalto.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
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		<title>Justiça ordena obras urgentes na Rodovia Assis Chateaubriand em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 22:01:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), um corredor vital para o interior de São Paulo, será alvo de intervenções urgentes de conservação e manutenção, conforme determinação da Justiça. A decisão, que acata um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP), obriga o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) a implementar melhorias significativas no trecho que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), um corredor vital para o interior de São Paulo, será alvo de intervenções urgentes de conservação e manutenção, conforme determinação da Justiça. A decisão, que acata um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP), obriga o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) a implementar melhorias significativas no trecho que abrange os municípios de Barbosa, Penápolis e Braúna. Esta medida visa restabelecer a segurança e as condições de trafegabilidade na Rodovia Assis Chateaubriand, após um histórico preocupante de acidentes e queixas de motoristas sobre a precariedade da pista, que há tempos preocupa usuários e autoridades. A expectativa é que as obras tragam alívio a milhares de condutores que diariamente enfrentam os desafios impostos pela infraestrutura deteriorada.</p>
<p> A decisão judicial e a segurança viária</p>
<p>A determinação judicial para que o DER execute obras de manutenção na Rodovia Assis Chateaubriand reflete a crescente preocupação com a segurança dos usuários e a infraestrutura viária do estado. A ação foi impulsionada por um minucioso laudo técnico do Centro de Apoio Operacional à Execução (CAEx), órgão de apoio do MPSP, que evidenciou um alarmante índice de acidentes fatais no trecho em questão. Este relatório técnico foi crucial para embasar o pedido do Ministério Público e demonstrar a urgência das intervenções necessárias.</p>
<p> Deterioração crítica e risco de acidentes</p>
<p>Motoristas que trafegam pela SP-425 há anos relatam condições de insegurança e dificuldades operacionais que tornam a viagem um desafio constante. Um dos problemas mais frequentemente citados é a vegetação alta nas margens da rodovia. O caminhoneiro Rogério Mollemberg descreveu a situação: &#8220;Há muito mato atrapalhando a visualização das placas, isso a gente vê bastante por aqui. Também há alguns buracos e muitos desníveis, sendo que alguns são bem altos. Se eu estiver carregado e precisar sair em uma emergência, o risco de o caminhão tombar é muito grande.&#8221; A vegetação excessiva não apenas oculta a sinalização, mas também diminui a visibilidade de animais e pedestres, além de reduzir a largura efetiva do acostamento, forçando os veículos a se manterem na faixa de rolamento mesmo em situações de emergência.</p>
<p>Além do mato, a presença de buracos e desníveis acentuados representa uma ameaça direta à integridade dos veículos e à vida dos ocupantes. Esses problemas obrigam os condutores a realizar manobras bruscas para desviar dos obstáculos, elevando o risco de colisões frontais ou laterais, especialmente em trechos de pista simples. Para veículos de carga pesada, como caminhões, os desníveis são particularmente perigosos, podendo levar ao tombamento, conforme o testemunho de Mollemberg, causando não apenas perdas materiais, mas também interrupções no fluxo e, em casos mais graves, fatalidades. Outro caminhoneiro, Thiago Germano, corroborou as reclamações: “Muitos buracos, muitos acidentes. Em algumas partes, não tem acostamento, é muito difícil rodar ali. O asfalto é horrível. Até chegar na entrada de São José, é muito buraco e a sinalização é ruim, bem precária. O mato, a vegetação, tampa muitas placas. Os acidentes também acontecem por causa disso”. A ausência de acostamentos em diversos pontos da Rodovia Assis Chateaubriand agrava a situação, impossibilitando paradas de emergência seguras e aumentando o perigo em caso de pane mecânica ou necessidade de auxílio.</p>
<p>A sinalização precária é outro fator contribuinte para a confusão e os acidentes. Em muitos trechos, a pintura está apagada ou, pior, sobreposta, criando ambiguidades que desorientam os motoristas. A falta de visibilidade das marcas horizontais e a deterioração dos sinais verticais comprometem a capacidade dos condutores de antecipar curvas, cruzamentos e mudanças de faixa, especialmente sob condições climáticas adversas ou à noite. A soma desses fatores — vegetação invasora, buracos, desníveis, ausência de acostamento e sinalização deficiente — cria um cenário de alto risco que exige intervenção imediata e coordenada para proteger a vida de quem utiliza a rodovia.</p>
<p> As exigências do Ministério Público e a resposta do DER</p>
<p>A ação civil pública, encabeçada pelo promotor de Justiça João Paulo Serra Dantas, foi bastante específica em suas demandas, detalhando as melhorias que considera imprescindíveis para garantir a segurança na Rodovia Assis Chateaubriand. Essas exigências abordam tanto a recuperação da estrutura física da pista quanto a implementação de elementos de segurança e fiscalização.</p>
<p> Detalhamento das melhorias imprescindíveis</p>
<p>Entre as melhorias solicitadas pelo MPSP, destacam-se o recapeamento da faixa de rolamento, que visa restaurar a superfície do asfalto, eliminando buracos, trincas e irregularidades que comprometem a dirigibilidade e aumentam o desgaste dos veículos. O corte da vegetação às margens da rodovia é fundamental para desobstruir a visibilidade da sinalização, ampliar o campo de visão dos motoristas e permitir o uso seguro dos acostamentos. A implantação e manutenção dos sistemas de drenagem são cruciais para evitar o acúmulo de água na pista, que, além de acelerar a deterioração do asfalto, pode causar aquaplanagem, um fenômeno extremamente perigoso.</p>
<p>A repintura da sinalização horizontal, complementada pela aplicação de tachas refletivas, é essencial para guiar os motoristas, especialmente em condições de baixa visibilidade, como chuva e neblina, ou durante a noite. As tachas refletivas, também conhecidas como &#8220;olhos de gato&#8221;, são particularmente importantes para delinear as faixas de rolamento e os limites da pista. A reconfiguração das rotatórias de Penápolis visa otimizar o fluxo de tráfego e reduzir pontos de conflito, diminuindo a probabilidade de colisões. Por fim, a instalação de barreiras fixas em locais de risco é uma medida de proteção passiva que pode mitigar os danos em caso de saída de pista, impedindo que veículos caiam em desfiladeiros, atinjam obstáculos fixos ou invadam propriedades vizinhas. O MPSP também pediu a intensificação da fiscalização para coibir excessos de peso e velocidade, fatores que contribuem diretamente para a deterioração da rodovia e para a gravidade dos acidentes.</p>
<p> Ações emergenciais e plano de longo prazo do Departamento de Estradas de Rodagem</p>
<p>Em resposta às determinações judiciais e à pressão pública, o DER-SP informou que suas equipes de manutenção já iniciaram os trabalhos nos trechos mais críticos da Rodovia Assis Chateaubriand. Conforme o órgão, as ações emergenciais começaram com o tapamento de buracos, priorizando os pontos mais afetados pelas chuvas recentes e as áreas de maior risco. Embora essenciais para a segurança imediata, essas intervenções são frequentemente de caráter paliativo, servindo como uma solução temporária até que obras mais abrangentes possam ser realizadas.</p>
<p>Paralelamente a essas ações de emergência, o DER revelou que um processo licitatório de grande porte está em andamento, com um investimento estimado em R$ 160 milhões. Este projeto de longo prazo visa à recuperação completa das pistas, acostamentos e faixas adicionais no trecho compreendido entre Penápolis e Clementina. A expectativa é que essa licitação resulte em obras de recapeamento completo, restauração da base da rodovia e modernização de toda a infraestrutura nesse segmento. A complexidade de um processo licitatório significa que a execução das obras mais substanciais pode levar tempo, mas o valor investido sugere um compromisso com uma solução duradoura e de maior impacto na Rodovia Assis Chateaubriand. Acompanhar a celeridade e a transparência desse processo será crucial para a população e para o MPSP, que continuarão a fiscalizar o cumprimento das determinações judiciais.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A decisão judicial que obriga o Departamento de Estradas de Rodagem a realizar obras emergenciais e de manutenção na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425) representa um marco importante na busca pela segurança viária no interior paulista. Impulsionada por um laudo do Ministério Público de São Paulo que revelou altos índices de acidentes fatais e o relato de motoristas sobre as precárias condições da pista, a Justiça reforça a responsabilidade do poder público na garantia da infraestrutura adequada. As exigências de recapeamento, corte de vegetação, melhoria da drenagem, sinalização e fiscalização são cruciais para reverter um cenário de perigo constante. Embora o DER já tenha iniciado ações paliativas e prometido um investimento de R$ 160 milhões em um plano de longo prazo, a efetivação e o monitoramento dessas obras serão fundamentais para assegurar que a Rodovia Assis Chateaubriand se torne, de fato, um trajeto seguro e confiável para todos os seus usuários.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Qual rodovia será afetada pela decisão judicial?<br />
A decisão judicial afeta a Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), no trecho que passa pelos municípios de Barbosa, Penápolis e Braúna, no interior de São Paulo.</p>
<p>2. Quem determinou as obras e qual o principal motivo?<br />
A Justiça determinou as obras após um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP). O principal motivo foi um laudo do CAEx que apontou um alto índice de acidentes fatais na pista, além de diversas reclamações de motoristas sobre a precariedade da rodovia.</p>
<p>3. Quais são os principais problemas apontados na Rodovia Assis Chateaubriand?<br />
Os problemas incluem mato alto que atrapalha a visualização de placas, buracos e desníveis acentuados na pista, sinalização precária (apagada ou sobreposta), e a falta de acostamento em alguns trechos.</p>
<p>4. Quais melhorias específicas foram solicitadas pelo Ministério Público?<br />
O MPSP solicitou recapeamento da faixa de rolamento, corte da vegetação, implantação e manutenção de sistemas de drenagem, repintura da sinalização horizontal com tachas refletivas, reconfiguração das rotatórias de Penápolis e instalação de barreiras fixas. Também pediu intensificação da fiscalização de peso e velocidade.</p>
<p>5. Qual a resposta do DER em relação às obras?<br />
O DER-SP informou que equipes de manutenção iniciaram o tapamento de buracos nos trechos citados. Além disso, um processo licitatório está em andamento, com um investimento estimado em R$ 160 milhões, para recuperar pistas, acostamentos e faixas adicionais entre Penápolis e Clementina.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre este e outros desenvolvimentos na infraestrutura viária da região. Acompanhe nossas atualizações para saber mais sobre o progresso das obras e o impacto na segurança dos motoristas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Obras de contenção das marginais da Castello Branco avançam para fase final</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/obras-de-contencao-das-marginais-da-castello-branco-avancam-para-fase-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[crr]]></category>
		<category><![CDATA[Motiva]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Viaoeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção das contenções em Barueri atinge 97% de conclusão &#160; As obras de contenção das futuras marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280), conduzidas pela ViaOeste, atingiram 97% de avanço e entram na fase final de execução. Os trabalhos estão concentrados no km 26, sentido interior, em um dos principais corredores viários da Região Metropolitana Oeste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 400;"><strong><em>Construção das contenções em Barueri atinge 97% de conclusão</em></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">As obras de contenção das futuras marginais da Rodovia Castello Branco (SP-280), conduzidas pela ViaOeste, atingiram 97% de avanço e entram na fase final de execução. Os trabalhos estão concentrados no km 26, sentido interior, em um dos principais corredores viários da Região Metropolitana Oeste de São Paulo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os serviços já concluídos, destaca-se a contenção localizada sob o Viaduto Antonio Rusalen, estrutura fundamental para a estabilização do terreno na região. Neste momento, as equipes atuam na finalização da maior cortina atirantada do projeto, com frentes simultâneas de trabalho. Uma das estruturas encontra-se na etapa final de fundação, fase que, neste tipo de contenção, é executada de cima para baixo, enquanto A outra avança na escavação dos nichos finais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nesta reta final da obra, os serviços se concentram na fundação da cortina principal (26B), na abertura dos últimos nichos da contenção da rampa que dará acesso ao sentido bairro, além da conclusão dos chamados capacetes de contenção sob o viaduto existente.</p>
<p style="font-weight: 400;">A solução adotada no local é a cortina atirantada, um sistema de contenção de solo indicado para áreas com cortes verticais profundos. A estrutura consiste em uma parede de concreto ancorada ao terreno por meio de tirantes protendidos, que transferem os esforços da contenção para camadas mais resistentes do solo. No km 26, o conjunto conta com cerca de 510 tirantes, com comprimentos que variam entre 14 e 26 metros.</p>
<p style="font-weight: 400;">A dimensão da obra impressiona: o ponto mais alto da cortina possui 14 metros de altura, somados a 8 metros de solo grampeado, totalizando aproximadamente 22 metros de contenção, o equivalente a um edifício de sete andares. Para concluir esta etapa, estima-se a escavação de cerca de 20 mil metros cúbicos de material.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os principais desafios enfrentados pela equipe técnica estão as condições geológicas do terreno, comuns em obras desse porte. Mesmo após estudos geotécnicos prévios, é possível encontrar interferências como rochas e lençol freático durante a execução. Além disso, o fato de a intervenção ocorrer em um perímetro urbano densamente ocupado, como Barueri, e em um trecho com altíssimo volume diário de tráfego (VDM), exige planejamento rigoroso para que as obras avancem sem impactos significativos à rotina da população.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para lidar com a presença de rochas, está sendo utilizada argamassa expansiva, um demolidor químico que possibilita o rompimento controlado do material, reduzindo vibrações e aumentando a segurança durante as escavações. Além disso, o monitoramento da obra é contínuo e conta com instrumentação geotécnica específica, capaz de identificar qualquer movimentação do terreno, além de levantamentos topográficos frequentes e checagens dos tirantes, garantindo total controle sobre o comportamento da estrutura ao longo da execução.</p>
<p style="font-weight: 400;">Após a conclusão das cortinas atirantadas, será possível avançar para as etapas de pavimentação das marginais da Castello Branco e de implantação do ramo Rotary A, que fará a ligação com a Estrada dos Romeiros. Com a obra concluída, a via terá maior fluidez de tráfego e mais segurança para quem circula pela região.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Movimento Afaste-se</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A ViaOeste também reforça a campanha Movimento Afaste-se, que orienta os motoristas a mudarem de faixa sempre que possível e seguro ao se aproximarem de atendimentos no acostamento. Caso não seja viável, recomenda-se reduzir a velocidade em até 40 km/h abaixo do limite da via, contribuindo para a segurança dos profissionais que atuam nas rodovias. A concessionária agradece a compreensão dos usuários pelos eventuais transtornos e destaca que as obras são fundamentais para garantir infraestrutura de qualidade, fluidez no tráfego e mais segurança para todos.</p>
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		<title>Santana de Parnaíba amplia em 82% capacidade de atendimento da Etec Bartolomeu Bueno da Silva</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/santana-de-parnaiba-amplia-em-82-capacidade-de-atendimento-da-etec-bartolomeu-bueno-da-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 17:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[etec]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O local passou por ampla reforma e ampliação; com as obras, a unidade poderá atender até 1.440 estudantes &#160; A Etec (Escola Técnica Estadual) Bartolomeu Bueno da Silva &#8211; Anhanguera, da região da Fazendinha, passou por uma grande reforma e ampliação. Com os trabalhos praticamente finalizados, a modernização transformou a estrutura da instituição, que aumentou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 dir="ltr"><em><strong>O local passou por ampla reforma e ampliação; com as obras, a unidade poderá atender até 1.440 estudantes</strong></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A Etec (Escola Técnica Estadual) Bartolomeu Bueno da Silva &#8211; Anhanguera, da região da Fazendinha, passou por uma grande reforma e ampliação. Com os trabalhos praticamente finalizados, a modernização transformou a estrutura da instituição, que aumentou sua capacidade de atendimento e diversificou os espaços de aprendizagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Com o novo prédio, a Etec poderá atender até 1.440 estudantes &#8211; antes da reforma estavam matriculados 789 alunos, o que representa um aumento de 82,50% na capacidade de atendimento da unidade. Após concluir os detalhes finais, a previsão da Prefeitura de Santana de Parnaíba é reinaugurar a unidade no próximo mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Com as melhorias, a Etec ganhou três novas salas de aula (agora tem 18 no total); três novos laboratórios de informática, totalizando nove; e um laboratório de química, espaço inédito na escola, acompanhado de dois laboratórios gerais. Para o desenvolvimento acadêmico, a estrutura contará ainda com quatro salas de estudos avançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Além disso, entre as novidades, estão a expansão da cozinha e do refeitório, a construção de um palco para apresentações culturais, uma biblioteca modernizada e novos vestiários, sendo um especialmente adaptado para pessoas com deficiência (PcD). Entre os trabalhos executados, estão ainda reparos elétricos e hidráulicos, pintura, instalação de nova cobertura para a guarita, troca de piso, troca de telhado e outras melhorias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 dir="ltr">Cobertura da quadra</h4>
<p dir="ltr">Um dos grandes destaques da nova Etec Bartô é a construção da cobertura da quadra esportiva, uma antiga reivindicação dos alunos que agora se torna realidade. Além da cobertura, a quadra recebeu pintura e teve o piso e o alambrado trocados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Entre os benefícios, a nova estrutura vai proteger os estudantes e os equipamentos do sol, chuva e vento, aumentando o conforto, a segurança e a vida útil do piso, além de permitir a realização de eventos em qualquer condição climática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O novo espaço também deve promover redução de custos, uma vez que evita gastos futuros com reparos causados por infiltrações e desgaste prematuro da estrutura, além de preservar traves, redes e outros equipamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 dir="ltr"><strong>Investimento </strong></h4>
<p dir="ltr">Instituída por lei em 2012, a Etec Bartolomeu Bueno da Silva ampliou a oferta de cursos e vagas ao longo dos anos, mas seu espaço estava defasado para comportar as novas demandas. Por isso, a prefeitura acolheu as reivindicações dos estudantes e do corpo docente e iniciou os processos licitatórios em 2023, com a assinatura dos contratos no ano seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O total investido pela prefeitura na reforma e ampliação da nova Etec Bartô e na construção da nova estrutura para a quadra foi de R$6,4 milhões. O investimento sinaliza a preocupação da gestão municipal com a excelência do ensino público em Santana de Parnaíba, desde o ensino infantil até o nível superior.</p>
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		<title>Cajamar intensifica obras em escolas da rede municipal durante as férias</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cajamar-intensifica-obras-em-escolas-da-rede-municipal-durante-as-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferias]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[rede municipal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reformas estruturais seguem em andamento em unidades da rede municipal, preparando os espaços para o início do ano letivo A Prefeitura de Cajamar está aproveitando o período de férias escolares para intensificar as obras de reforma e modernização nas unidades da rede municipal de ensino. A iniciativa tem como objetivo garantir que os espaços escolares [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="noticia-resumo"><em>Reformas estruturais seguem em andamento em unidades da rede municipal, preparando os espaços para o início do ano letivo</em></h4>
<p>A Prefeitura de Cajamar está aproveitando o período de férias escolares para intensificar as obras de reforma e modernização nas unidades da rede municipal de ensino. A iniciativa tem como objetivo garantir que os espaços escolares estejam mais seguros, estruturados e preparados para receber alunos e profissionais no retorno do ano letivo.</p>
<p>Nesta primeira etapa, desde dezembro, as equipes trabalham de forma contínua em uma reforma geral na EMEB Fernando Pupo Massagardi, EMEB Thays de Almeida Alves e EMEB Professor Ronaldo Peres Giraldi, contemplando melhorias estruturais e intervenções essenciais para o bom funcionamento das unidades. Paralelamente, está sendo realizado o levantamento técnico das demais escolas, para que as reformas sigam avançando em outras unidades do Colégio do Futuro.</p>
<p>Na EMEB Fernando Pupo Massagardi, as obras incluem recuperação da cobertura, impermeabilização, substituição de calhas, tratamento de umidade, revisão das redes elétrica, hidráulica e de esgoto, além da reforma dos banheiros e pintura geral. A unidade também recebe adequações que contribuem para a organização dos espaços internos e mais segurança para a comunidade escolar.</p>
<p>As intervenções fazem parte de um planejamento estratégico da administração municipal, que prioriza o período sem aulas para acelerar os serviços, minimizar impactos na rotina escolar e garantir melhores condições de ensino e aprendizagem.</p>
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