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	<title>óbitos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Covid-19 é a causa de 29 mortes em janeiro no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 05:00:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Covid-19, doença causada pelo vírus SarsCov-2, foi responsável por pelo menos 29 mortes em janeiro deste ano no Brasil, consolidando-se como o agente viral mais letal entre os identificados no período. Os dados revelam um cenário de vigilância contínua sobre as Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), que ainda apresentam um número significativo de casos sem identificação viral. Enquanto a pandemia de Covid-19 parece arrefecer em alguns aspectos, sua persistência e capacidade de causar óbitos graves, especialmente em populações vulneráveis como os idosos, permanecem como um alerta para a saúde pública. A cobertura vacinal contra a Covid-19, considerada um pilar fundamental na contenção da doença, continua a ser um desafio no país, contribuindo para a manutenção desses índices de letalidade e casos graves.</p>
<p> O cenário de mortalidade por síndromes gripais</p>
<p>As primeiras quatro semanas de janeiro de 2024 registraram um total de 163 mortes decorrentes de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) em todo o território nacional. Deste universo, um número expressivo de 117 óbitos não teve seu principal agente viral causador identificado, evidenciando a complexidade do diagnóstico e a necessidade de aprimoramento na vigilância epidemiológica. No entanto, entre os casos em que o vírus foi determinado, o SarsCov-2, causador da Covid-19, destacou-se como o mais letal, provocando 29 falecimentos no período.</p>
<p> Covid-19 como principal agente letal</p>
<p>A liderança da Covid-19 no ranking de mortes por síndromes respiratórias em janeiro sublinha que, apesar de anos de enfrentamento e da disponibilidade de vacinas, o vírus ainda representa uma ameaça significativa à saúde pública brasileira. Os 29 óbitos confirmados são um indicativo de que a doença persiste com capacidade de causar complicações severas e desfechos fatais, especialmente em grupos mais suscetíveis. É importante ressaltar que o número de mortes pode ainda sofrer alterações, visto que parte das investigações sobre as causas de óbito está em andamento ou pode não ter sido totalmente atualizada nos sistemas de notificação.</p>
<p> Outros vírus respiratórios e dados gerais</p>
<p>Além da Covid-19, outros vírus respiratórios também contribuíram para o número de mortes por SRAG em janeiro. A Influenza A H3N2 e o Rinovírus foram responsáveis por sete óbitos cada um. Em seguida, a Influenza A não subtipada causou seis mortes. Outros agentes, como H1N1, Influenza B e Vírus Sincicial Respiratório (VSR), somaram cinco mortes no período. Ao todo, foram registrados 4.587 casos de síndromes gripais, incluindo os não letais, durante o mesmo mês. Destes, 3.373 casos não tiveram seus vírus causadores identificados, reforçando a lacuna na caracterização etiológica das infecções respiratórias.</p>
<p>Geograficamente, o estado de São Paulo foi o que registrou o maior número de mortes confirmadas por Covid-19, com 15 óbitos em 140 casos notificados. Este dado coloca o estado em posição de destaque na vigilância e no enfrentamento da doença, dada a sua população e complexidade da rede de saúde. A faixa etária mais afetada pelas mortes por SRAG foi a de idosos com mais de 65 anos, totalizando 108 óbitos. Entre os casos com identificação específica de SarsCov-2, 19 das vítimas tinham mais de 65 anos, reafirmando a vulnerabilidade desse grupo.</p>
<p> Desafios na vacinação e grupos de risco</p>
<p>A inclusão da vacina contra a Covid-19 no calendário básico de vacinação de crianças, idosos e gestantes, que começou em 2024, representa um avanço importante na estratégia de imunização. Além desses grupos, pessoas com condições de saúde específicas são orientadas a reforçar sua imunização periodicamente. No entanto, a implementação efetiva desse calendário e o alcance das metas de cobertura vacinal têm se mostrado um desafio considerável em todo o Brasil.</p>
<p> Cobertura vacinal aquém do ideal</p>
<p>A cobertura vacinal no país está significativamente abaixo do patamar considerado ideal pelas autoridades de saúde. Dados recentes, referentes a 2025, indicam que de cada dez doses da vacina contra a Covid-19 distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, menos de quatro foram efetivamente utilizadas. Em números absolutos, das 21,9 milhões de doses disponibilizadas, apenas cerca de oito milhões foram aplicadas. Essa baixa adesão à vacinação é um fator preocupante que pode contribuir para a manutenção de casos graves e óbitos, especialmente diante da persistência do vírus e do surgimento de novas variantes.</p>
<p> Impacto em idosos e o calendário de imunização</p>
<p>Os idosos, comprovadamente o grupo mais vulnerável a complicações graves e óbitos por Covid-19, representam uma parcela crucial da população que necessita de alta cobertura vacinal. A estatística de 108 mortes em idosos por SRAG e 19 por SarsCov-2 em janeiro reforça a urgência em priorizar e monitorar a imunização dessa faixa etária. O calendário de vacinação e as campanhas de conscientização são ferramentas essenciais para superar a hesitação vacinal e garantir que os grupos de risco estejam adequadamente protegidos, minimizando o impacto da doença e a pressão sobre o sistema de saúde.</p>
<p> Perspectivas e monitoramento contínuo</p>
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através da plataforma Infogripe, que monitora a ocorrência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), aponta que em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, resultando em aproximadamente 1,7 mil mortes. Esses números servem como um lembrete contundente da capacidade de morbidade e mortalidade do SarsCov-2, mesmo após anos de circulação e campanhas de vacinação. A vigilância epidemiológica contínua, o monitoramento de variantes e a adesão às medidas preventivas permanecem cruciais para a saúde pública.</p>
<p>A persistência de óbitos por Covid-19 em janeiro de 2024, destacando o SarsCov-2 como o vírus mais letal identificado no mês, reforça a necessidade de manter a atenção sobre as doenças respiratórias. Embora a vacinação tenha sido um divisor de águas na redução da gravidade da pandemia, a baixa cobertura vacinal em alguns grupos populacionais ainda configura um risco. É imperativo que os esforços sejam redobrados para aumentar a adesão à imunização, especialmente entre os grupos prioritários como idosos, crianças e gestantes, e para aprimorar a identificação viral nos casos de SRAG. O cenário atual exige vigilância constante, campanhas de conscientização eficazes e a garantia do acesso às vacinas para proteger a população e evitar o ressurgimento de cenários mais críticos.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. A Covid-19 ainda é uma ameaça significativa no Brasil?<br />
Sim, os dados de janeiro de 2024 mostram que a Covid-19 foi responsável por 29 mortes, sendo o vírus mais letal identificado entre as Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no período. Isso indica que o vírus ainda tem potencial para causar complicações graves e óbitos, especialmente em grupos vulneráveis.</p>
<p> 2. Quais são os principais vírus que causam Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no Brasil?<br />
Em janeiro de 2024, além da Covid-19 (SarsCov-2), que foi a principal causa de mortes identificadas, outros vírus como Influenza A H3N2, Rinovírus, Influenza A não subtipada, H1N1, Influenza B e Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também foram identificados como causadores de SRAG e óbitos.</p>
<p> 3. Qual é a situação atual da cobertura vacinal contra a Covid-19 no Brasil?<br />
A cobertura vacinal está aquém do ideal. Em 2025, menos de quatro em cada dez doses da vacina contra a Covid-19 distribuídas pelo Ministério da Saúde foram aplicadas. Isso representa um desafio significativo para a proteção da população, especialmente dos grupos prioritários que tiveram a vacina incluída no calendário básico.</p>
<p> 4. Quais grupos demográficos são mais afetados pelas mortes por Covid-19?<br />
Os idosos com mais de 65 anos são os mais afetados. Em janeiro de 2024, 19 das mortes por SarsCov-2 ocorreram nessa faixa etária, que também representou a maioria das mortes por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) em geral.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja-se: verifique seu cartão de vacinação e procure um posto de saúde para garantir sua imunização contra a Covid-19 e outras doenças respiratórias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Gestação em risco: pobreza eleva chances de natimortos no brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 20:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gestantes residentes em áreas de alta vulnerabilidade social enfrentam um risco até 68% maior de perder seus bebês antes do nascimento. A conclusão alarmante emerge de um estudo abrangente realizado por uma colaboração entre pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade de São Paulo (USP) e de instituições acadêmicas na Inglaterra e no Canadá. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Gestantes residentes em áreas de alta vulnerabilidade social enfrentam um risco até 68% maior de perder seus bebês antes do nascimento. A conclusão alarmante emerge de um estudo abrangente realizado por uma colaboração entre pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade de São Paulo (USP) e de instituições acadêmicas na Inglaterra e no Canadá.</p>
<p>O estudo revelou uma correlação direta e preocupante: quanto maior a privação socioeconômica de um município, mais elevado se torna o risco de natimortalidade. A análise focou nos nascimentos ocorridos no Brasil entre os anos de 2000 e 2018. Natimortalidade é definida como a morte fetal que ocorre a partir da 20ª semana de gestação.</p>
<p>Em 2018, o Brasil registrou aproximadamente 28 mil casos de natimortos, o que equivale a uma taxa de 9 óbitos para cada mil nascimentos. Apesar desse número estar dentro da meta global estabelecida de até 12 óbitos por mil nascimentos, a taxa nacional esconde profundas desigualdades regionais e socioeconômicas. Em municípios com melhores indicadores socioeconômicos, a taxa de natimortalidade foi de 7,5 por mil. Em contraste, nos municípios com maior privação socioeconômica, a taxa atingiu 11,8 por mil.</p>
<p>A disparidade se acentua ao comparar diferentes regiões do país. Em 2012, a Região Nordeste apresentou a maior taxa de natimortalidade, com 12,1 óbitos por mil nascimentos, enquanto a Região Sul registrou a menor prevalência, com 7,7 óbitos por mil nascimentos.</p>
<p>A pesquisa também apontou que, entre 2000 e 2018, a taxa nacional de natimortalidade apresentou uma queda anual de aproximadamente 1,1%. Entretanto, cerca de 90% das mortes fetais ocorreram antes do início do trabalho de parto, o que pode indicar falhas no acompanhamento pré-natal das gestantes e no monitoramento de sua saúde durante a gravidez.</p>
<p>As mortes fetais que ocorreram durante o parto, embora menos frequentes, representando 4,3% do total de natimortos, também se concentraram em áreas com maiores privações, onde a infraestrutura hospitalar é precária e faltam profissionais de saúde qualificados. Esses dados reforçam a necessidade urgente de políticas públicas que visem reduzir as desigualdades no acesso à saúde e melhorar o acompanhamento de gestantes em áreas vulneráveis.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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