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	<title>núcleo &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Moraes ordena prisão de militares e agente condenados por plano golpista</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 23:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a prisão de seis militares e um agente da Polícia Federal (PF) que foram condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado contra as instituições democráticas. A decisão, que marca um passo significativo na responsabilização dos infratores, foi proferida após o esgotamento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a prisão de seis militares e um agente da Polícia Federal (PF) que foram condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado contra as instituições democráticas. A decisão, que marca um passo significativo na responsabilização dos infratores, foi proferida após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso no processo judicial. Os indivíduos faziam parte do que foi identificado como o &#8220;núcleo 3&#8221; da trama golpista, uma célula da organização criminosa responsável por planejar ações violentas, incluindo planos de sequestro e assassinato de altas autoridades da República, evidenciando a gravidade e o perigo iminente das ações articuladas.</p>
<p> A determinação judicial e o fim dos recursos</p>
<p>A medida determinada pelo ministro Alexandre de Moraes é um desdobramento direto das condenações proferidas pelo Supremo Tribunal Federal em um processo que investigou e julgou a participação de diversos indivíduos na articulação de um plano para desestabilizar a democracia brasileira. A prisão dos envolvidos acontece no momento em que os recursos cabíveis na instância judicial se esgotaram, ou seja, as sentenças transitaram em julgado, tornando-se definitivas. Este marco processual é crucial, pois sinaliza a efetividade da justiça na responsabilização de crimes contra o Estado Democrático de Direito.</p>
<p> Os condenados e suas sentenças</p>
<p>Entre os sentenciados estão seis militares e um agente da Polícia Federal, cujas penas refletem a gravidade dos delitos cometidos. O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima recebeu a condenação mais alta, de 24 anos de prisão. Os tenentes-coronéis Rafael Martins de Oliveira e Rodrigo Bezerra de Azevedo foram sentenciados a 21 anos cada um. Já o tenente-coronel Sérgio Ricardo Medeiros e o coronel Bernardo Correa Netto receberam penas de 17 anos. O coronel Fabrício Moreira de Bastos foi condenado a 16 anos. O agente da Polícia Federal Wladmir Matos Soares também foi sentenciado a 21 anos de prisão.</p>
<p>As condenações abrangeram crimes de extrema relevância para a ordem constitucional e a segurança nacional, incluindo tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Tais crimes sublinham a intenção dos envolvidos de não apenas subverter a ordem democrática, mas também de causar prejuízos materiais e simbólicos ao patrimônio público e à própria estrutura do Estado.</p>
<p> O núcleo 3 da trama golpista: planejamento e objetivos</p>
<p>O grupo agora preso e condenado fazia parte do que as investigações denominaram &#8220;núcleo 3&#8221; da tentativa de golpe de Estado. Este núcleo tinha uma função particularmente perigosa e direta na conspiração. Sua responsabilidade era o planejamento e a execução de ações violentas, cruciais para o sucesso da organização criminosa em seus objetivos de derrubada do regime democrático. A atuação desse grupo não se limitava a articulações políticas ou propaganda, mas envolvia a formulação de estratégias para o uso da força e a prática de atos de violência extrema.</p>
<p> Ameaças a autoridades e a democracia</p>
<p>Entre os planos mais alarmantes elaborados pelo &#8220;núcleo 3&#8221; estavam o sequestro e o assassinato de figuras-chave da República, como o próprio ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A existência de tais planos demonstra a radicalidade e a gravidade das intenções dos conspiradores, que visavam não apenas tomar o poder à força, mas também eliminar fisicamente aqueles considerados obstáculos aos seus desígnios. A materialização desses planos representaria um ataque sem precedentes à estabilidade democrática e à integridade das instituições, com potencial para mergulhar o país em um cenário de caos e violência. A elucidação e punição desses atos são fundamentais para assegurar a inviolabilidade do Estado de Direito e a segurança das autoridades que o representam.</p>
<p> Desdobramentos e outras decisões</p>
<p>O processo que levou à condenação e prisão desses militares e do agente federal também teve outros desdobramentos importantes, evidenciando a complexidade da investigação e as diferentes formas de responsabilização judicial. A Justiça agiu de maneira individualizada, considerando as provas e a participação de cada envolvido.</p>
<p> Absolvições e acordos de colaboração</p>
<p>No julgamento do mesmo núcleo, em novembro do ano passado, o general Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira foi absolvido por falta de provas. Essa decisão demonstra a rigorosidade do processo legal, onde a condenação exige evidências robustas da participação nos crimes imputados.</p>
<p>Em outro desdobramento, dois outros militares que também integravam o &#8220;núcleo 3&#8221;, o coronel Márcio Resende Júnior e o tenente-coronel Ronald de Araújo Júnior, fizeram um acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em fevereiro. Após confessarem a participação nas ações golpistas, eles foram condenados por associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os Poderes constitucionais. Em troca da colaboração, os termos do acordo estabeleceram que eles deverão prestar serviços comunitários por 340 horas e pagar uma multa de R$ 20 mil. Além disso, foram impostas proibições de uso de redes sociais e a exigência de participação em um curso sobre democracia. Esses acordos são ferramentas importantes na investigação de crimes complexos, permitindo que a justiça obtenha informações adicionais e aplique penas alternativas em troca da confissão e cooperação.</p>
<p> O impacto das prisões na defesa da democracia</p>
<p>A determinação de prisão dos militares e do agente da Polícia Federal condenados pela participação na trama golpista representa um marco fundamental na defesa do Estado Democrático de Direito no Brasil. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, após o esgotamento de todos os recursos, reafirma o compromisso do Poder Judiciário com a responsabilização de atos que atentem contra as instituições e a ordem constitucional. Ao enviar uma mensagem clara de que a impunidade não prevalecerá em crimes dessa natureza, a Justiça contribui para o fortalecimento da democracia e para a dissuasão de futuras tentativas de subversão. Este desfecho judicial é essencial para a estabilidade política e social do país, garantindo que a vontade popular e os princípios democráticos sejam respeitados e protegidos contra quaisquer investidas autoritárias.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Quem são os militares e o agente da PF presos?<br />
Os presos são seis militares – tenentes-coronéis Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, Sérgio Ricardo Medeiros, coronéis Bernardo Correa Netto e Fabrício Moreira de Bastos – e o agente da Polícia Federal Wladmir Matos Soares, todos condenados por crimes relacionados a uma trama golpista.</p>
<p>Quais crimes foram imputados aos condenados?<br />
Eles foram condenados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Qual era o papel do &#8220;núcleo 3&#8221; da trama golpista?<br />
O &#8220;núcleo 3&#8221; era responsável por planejar ações violentas da organização criminosa, incluindo o sequestro e assassinato de autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Houve outros desdobramentos neste caso?<br />
Sim, o general Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira foi absolvido por falta de provas, e os militares Márcio Resende Júnior e Ronald de Araújo Júnior fizeram acordos de colaboração com a PGR, confessando a participação e recebendo penas alternativas.</p>
<p>Para mais detalhes sobre este e outros casos que impactam a estabilidade democrática do país, continue acompanhando as atualizações jornalísticas em nossos canais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Moraes vota por rejeitar recursos de réus do Núcleo golpista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 20:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão crucial ao votar pela rejeição dos recursos apresentados por sete indivíduos condenados na Ação Penal (AP) 2696. Esses réus são parte integrante do chamado Núcleo 3 da trama golpista, uma organização responsabilizada por planejar ações táticas destinadas a desestabilizar o Estado Democrático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão crucial ao votar pela rejeição dos recursos apresentados por sete indivíduos condenados na Ação Penal (AP) 2696. Esses réus são parte integrante do chamado Núcleo 3 da trama golpista, uma organização responsabilizada por planejar ações táticas destinadas a desestabilizar o Estado Democrático de Direito e, segundo as acusações, tentar sequestrar e assassinar altas autoridades. A deliberação ocorre no âmbito da Primeira Turma do STF, em Plenário Virtual, onde os demais ministros – Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino – têm até o final do dia 24 de fevereiro para manifestarem seus posicionamentos sobre o caso que repercute amplamente na justiça brasileira.</p>
<p> O núcleo 3 da trama golpista e suas ramificações</p>
<p> As acusações e os alvos da conspiração</p>
<p>O Núcleo 3 da trama golpista, cujos membros agora veem seus recursos contestados pelo voto do ministro relator, foi apontado pela Primeira Turma do STF como o grupo encarregado de arquitetar e executar planos táticos para concretizar o golpe de Estado. As investigações e acusações detalham um esquema que visava a anular o resultado das eleições, além de planejar a suposta tentativa de sequestro e assassinato de autoridades da República. Entre os alvos estavam o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A gravidade das intenções atribuídas a este grupo ressalta a seriedade do julgamento em curso.</p>
<p>Este núcleo era composto por militares de alta patente, incluindo membros do grupamento de forças especiais do Exército, conhecidos como &#8220;kids pretos&#8221;, e um policial federal. As atividades do grupo não se limitavam apenas aos planos de violência física contra autoridades; eles também teriam se engajado na disseminação de notícias falsas e desinformação sobre o processo eleitoral. Adicionalmente, as investigações apontam para uma intensa pressão exercida sobre o alto comando das Forças Armadas na tentativa de obter apoio para a adesão ao plano golpista. A intenção, conforme a Procuradoria-Geral da República (PGR), revelava propósitos &#8220;homicidas&#8221; e uma clara determinação em subverter a ordem democrática.</p>
<p>Originalmente, foram réus do Núcleo 3 nove militares e um policial federal: Coronel Bernardo Romão Correa Netto; General Estevam Theophilo; Coronel Fabrício Moreira de Bastos; Tenente-Coronel Hélio Ferreira Lima; Coronel Márcio Nunes de Resende Júnior; Tenente-Coronel Rafael Martins de Oliveira; Tenente-Coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo; Tenente-Coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior; Tenente-Coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros; e o Policial Federal Wladimir Matos Soares. Deste grupo, apenas o General Estevam Theophilo foi absolvido das acusações que pesavam contra ele, após a análise das provas apresentadas durante o processo.</p>
<p> O processo no Supremo Tribunal Federal e as sentenças</p>
<p> A análise dos recursos e as diferentes condenações</p>
<p>O voto do ministro Alexandre de Moraes, relator da Ação Penal (AP) 2696, é um passo significativo na fase recursal do julgamento. A apreciação dos recursos acontece no Plenário Virtual da Primeira Turma do STF, permitindo que os ministros registrem seus votos eletronicamente dentro do prazo estabelecido. A expectativa agora se volta para os posicionamentos dos ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino, cujos votos são cruciais para a formação da decisão final do colegiado.</p>
<p>A maioria dos sete condenados que apresentaram recursos foram sentenciados a penas rigorosas, variando de 16 a 24 anos de prisão, a serem cumpridas em regime fechado. As condenações se baseiam em crimes de alta gravidade, como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, ataque violento ao Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça, além de deterioração do patrimônio tombado. Essas tipificações refletem a complexidade e a abrangência das ações imputadas aos réus, que buscavam desestabilizar as instituições democráticas brasileiras.</p>
<p>Em contraste com estes, dois membros do Núcleo 3, o Coronel Márcio Nunes de Resende Júnior e o Tenente-Coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tiveram desfechos judiciais distintos. Ambos foram condenados por crimes considerados menos graves, como incitação à animosidade das Forças Armadas e associação criminosa. Após confessarem suas participações nos delitos, os dois militares firmaram Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) com o Ministério Público. Estes acordos permitiram a substituição de suas penas por medidas alternativas, resultando em regime aberto de cumprimento de pena, uma condição que difere substancialmente da situação dos demais condenados que optaram por recorrer e agora enfrentam a possibilidade de ter suas condenações em regime fechado mantidas.</p>
<p> A consolidação da justiça e a defesa da democracia</p>
<p>A decisão do ministro Alexandre de Moraes e o subsequente julgamento da Primeira Turma do STF representam um momento fundamental para a consolidação da justiça e a defesa intransigente do Estado Democrático de Direito no Brasil. A rejeição dos recursos pode firmar as condenações por atos que buscaram subverter a ordem institucional, enviando uma mensagem clara sobre a intolerância a qualquer tentativa de ruptura democrática. Este processo reforça a autonomia e a firmeza do Poder Judiciário em assegurar a estabilidade e a integridade das instituições brasileiras contra ameaças internas.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é o Núcleo 3 da trama golpista?<br />
O Núcleo 3 era um grupo, majoritariamente composto por militares, incluindo membros das forças especiais do Exército (&#8220;kids pretos&#8221;), e um policial federal, acusado de planejar ações táticas para concretizar um golpe de Estado e tentar sequestrar e assassinar altas autoridades da República, como o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p> Quais foram as principais acusações contra os membros do Núcleo 3?<br />
As principais acusações incluíam organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, ataque violento ao Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça, e deterioração do patrimônio tombado. Além disso, houve acusações de incitação à animosidade das Forças Armadas e disseminação de notícias falsas.</p>
<p> Qual a diferença entre os réus condenados em regime fechado e os que fizeram acordo?<br />
Os réus condenados em regime fechado foram sentenciados por crimes mais graves, como golpe de Estado, com penas de 16 a 24 anos. Já dois militares que confessaram seus crimes – incitação à animosidade e associação criminosa – fizeram Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) e cumprirão pena em regime aberto.</p>
<p> Quem são os &#8220;kids pretos&#8221; mencionados no contexto da trama?<br />
&#8220;Kids pretos&#8221; é a denominação dada a militares que faziam parte do grupamento de forças especiais do Exército e que teriam sido identificados como membros do Núcleo 3 da trama golpista, envolvidos no planejamento das ações táticas.</p>
<p> Qual a importância da decisão do STF neste caso?<br />
A decisão do STF é crucial para a defesa da democracia brasileira, pois estabelece um precedente forte contra tentativas de subverter a ordem constitucional. Ao julgar e potencialmente manter as condenações, o tribunal reafirma o compromisso do país com a estabilidade institucional e o respeito às leis democráticas.</p>
<p>Acompanhe as próximas atualizações sobre este julgamento crucial para a defesa da democracia brasileira e entenda como as instituições do país reagem a ameaças à sua soberania.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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