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	<title>minerais &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>minerais &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Brasil prioriza expansão do acordo Mercosul-Índia, destaca Lula em Nova Délhi</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 17:01:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ampliação do acordo de comércio preferencial entre o Mercosul e a Índia emergiu como uma prioridade estratégica incontornável para o Brasil, mirando o livre comércio e o fortalecimento das relações bilaterais. A declaração foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Índia, realizado em Nova Délhi, capital [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ampliação do acordo de comércio preferencial entre o Mercosul e a Índia emergiu como uma prioridade estratégica incontornável para o Brasil, mirando o livre comércio e o fortalecimento das relações bilaterais. A declaração foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Índia, realizado em Nova Délhi, capital indiana. O líder brasileiro sublinhou a importância de estreitar laços comerciais e tecnológicos com uma das maiores economias emergentes do mundo. Em sua fala, Lula detalhou os caminhos para aprofundar essa parceria, que vão desde a cooperação em micro e pequenas empresas até a vanguarda da tecnologia, incluindo a transição energética e a exploração de minerais críticos.</p>
<p> Aprofundando a parceria comercial e tecnológica</p>
<p>A visão de fortalecer os laços econômicos entre o Brasil e a Índia vai além do comércio de bens, adentrando áreas de cooperação estratégica que prometem impulsionar o desenvolvimento mútuo. O presidente Lula enfatizou que a prioridade de ampliar o acordo Mercosul-Índia é um pilar central na política externa brasileira, buscando uma integração mais profunda que gere benefícios substanciais para ambas as nações. Essa abordagem abrangente visa criar um ambiente propício para o crescimento econômico, a inovação e a inclusão social.</p>
<p> Fortalecimento das micro e pequenas empresas</p>
<p>Um dos pontos cruciais destacados durante o Fórum Empresarial Brasil-Índia foi a assinatura de um acordo de cooperação específico para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). O presidente Lula ressaltou o papel vital dessas companhias na geração de empregos e no dinamismo das economias brasileira e indiana. A iniciativa busca apoiar a troca de experiências, melhores práticas e tecnologias entre as MPMEs dos dois países, permitindo que elas cresçam, inovem e acessem novos mercados. Tal cooperação é vista como um catalisador para a diversificação econômica, ao mesmo tempo em que fortalece a base produtiva de ambas as nações. A troca de conhecimento e o fomento de parcerias entre as MPMEs podem abrir portas para novos negócios, otimização de processos e criação de cadeias de valor mais robustas e resilientes, contribuindo diretamente para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p> Fronteiras da inovação e digitalização</p>
<p>Além das MPMEs, a colaboração em setores de ponta foi intensamente discutida. Lula mencionou as inúmeras oportunidades em áreas como tecnologia da informação (TI), inteligência artificial (IA), biotecnologia e exploração espacial. A Índia, reconhecida globalmente por sua expertise em TI e desenvolvimento de software, complementa a crescente capacidade tecnológica do Brasil. A parceria digital com a Índia, inclusive, é a primeira desse tipo assinada pelo Brasil e foi celebrada como um marco. Ela prevê cooperação em IA, computação de alto desempenho e fomento a startups de base tecnológica, visando impulsionar a inovação e a competitividade em ambos os países.</p>
<p>Outro ponto de convergência notável é a liderança de Brasil e Índia na criação de infraestrutura pública digital. O Pix, sistema de pagamentos instantâneo brasileiro, e o India Stack, um conjunto de APIs que permitem que governos, bancos, startups e desenvolvedores utilizem uma identidade digital única, comprovam que é possível democratizar o acesso à tecnologia e colocar a inovação a serviço da inclusão social. Essas plataformas são exemplos concretos de como a tecnologia pode ser empregada para simplificar serviços, reduzir burocracia e ampliar a participação cidadã na economia digital, servindo de modelo para outras nações em desenvolvimento.</p>
<p> Sustentabilidade, minerais críticos e a agenda global</p>
<p>A agenda do Fórum Empresarial Brasil-Índia também abrangeu temas cruciais para o futuro do planeta e o desenvolvimento econômico sustentável. A liderança do Brasil em questões ambientais e seu vasto potencial em recursos naturais estratégicos foram amplamente debatidos, posicionando o país como um parceiro fundamental na transição global para uma economia verde e digital.</p>
<p> Compromisso ambiental e a Amazônia</p>
<p>Durante sua participação, o presidente Lula destacou o significativo avanço do Brasil na redução do desmatamento na Amazônia. Comparando os dados atuais com os de 2022, foi registrada uma diminuição de 50% na devastação da floresta, um resultado que reforça o compromisso brasileiro com a pauta ambiental e a luta contra as mudanças climáticas. Essa conquista é vista como um passo fundamental para o país cumprir suas metas climáticas internacionais e reafirmar sua posição como ator relevante na preservação ambiental. A Índia, por sua vez, também enfrenta desafios ambientais consideráveis e demonstra interesse em modelos e tecnologias que promovam o desenvolvimento sustentável, abrindo espaço para futuras colaborações em áreas como energias renováveis, manejo florestal e agricultura de baixo carbono. A experiência brasileira na Amazônia, especialmente na aplicação de tecnologias de monitoramento e fiscalização, pode ser de grande valia para parceiros globais.</p>
<p> O papel estratégico dos minerais críticos</p>
<p>A discussão sobre a transição energética e digital naturalmente levou ao tema dos minerais críticos, elementos indispensáveis para a fabricação de baterias, componentes eletrônicos, turbinas eólicas e outras tecnologias verdes. Lula alertou que essas transições fundamentais não acontecerão sem o acesso e processamento adequado desses minerais. O Brasil possui uma posição privilegiada nesse cenário, contando com pelo menos 26% das reservas mundiais de minerais críticos, mesmo com apenas 30% de seu território prospectado. Essa riqueza mineral inclui lítio, grafite, cobalto, níquel e terras raras, entre outros, que são essenciais para a indústria de alta tecnologia e a descarbonização da economia global.</p>
<p>A meta do governo brasileiro é atrair a cadeia de processamento desses minerais para o território nacional, agregando valor e gerando empregos qualificados, em vez de apenas exportar a matéria-prima. O acordo assinado com a Índia vai nessa direção, buscando estabelecer parcerias que permitam o desenvolvimento de tecnologias de extração sustentável, beneficiamento e manufatura de produtos de alto valor agregado dentro do Brasil. Essa estratégia visa garantir que o país se posicione não apenas como um fornecedor de matéria-prima, mas como um player estratégico na cadeia de valor global dos minerais críticos, contribuindo para a segurança do fornecimento e para a soberania tecnológica.</p>
<p> Perspectivas futuras da parceria Brasil-Índia</p>
<p>A visita do presidente Lula à Índia e os acordos firmados representam um marco significativo na busca por um relacionamento mais profundo e estratégico entre o Brasil e uma das principais potências asiáticas. A prioridade dada à expansão do acordo Mercosul-Índia é um reflexo do reconhecimento do potencial imenso de crescimento comercial e tecnológico que essa parceria pode oferecer. As discussões abrangeram desde o apoio a pequenas empresas e a inovação digital até a gestão ambiental e a exploração de minerais críticos, delineando uma agenda robusta e multifacetada. A colaboração nesses pilares promete não apenas impulsionar as economias de ambos os países, mas também posicioná-los como líderes em uma nova ordem global que valoriza a sustentabilidade, a tecnologia e a inclusão social. Essa jornada de cooperação, que se estende por diversos setores, sinaliza um futuro de oportunidades e fortalecimento da projeção internacional de Brasil e Índia.</p>
<p> FAQ</p>
<p> Qual é a principal prioridade do Brasil em relação ao acordo Mercosul-Índia?<br />
A principal prioridade do Brasil é a ampliação do acordo de comércio preferencial com a Índia, com o objetivo final de alcançar o livre comércio. Isso visa fortalecer as relações econômicas, comerciais e tecnológicas entre as nações do Mercosul e a Índia, abrindo novas oportunidades de mercado e cooperação em diversos setores.</p>
<p> Que tipo de cooperação foi estabelecida para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs)?<br />
Foi assinado um acordo sobre cooperação em micro, pequenas e médias empresas. Este acordo tem como meta apoiar a troca de experiências, tecnologias e melhores práticas entre as MPMEs do Brasil e da Índia. O objetivo é fortalecer esses setores vitais para a geração de empregos e o crescimento econômico em ambos os países.</p>
<p> Como a parceria digital Brasil-Índia se diferencia?<br />
A parceria digital com a Índia é a primeira desse tipo assinada pelo Brasil. Ela se destaca por reunir cooperação em áreas de ponta como inteligência artificial, computação de alto desempenho e o fomento a startups de base tecnológica. Além disso, a iniciativa busca aplicar os modelos de sucesso do Pix brasileiro e do India Stack para democratizar a tecnologia e promover a inclusão digital.</p>
<p> Por que os minerais críticos são importantes para o Brasil na parceria com a Índia?<br />
Os minerais críticos são cruciais para as transições energética e digital globais, sendo essenciais para tecnologias verdes e componentes eletrônicos. O Brasil possui vastas reservas desses minerais e busca atrair a cadeia de processamento para seu território. A parceria com a Índia visa desenvolver tecnologias de extração e beneficiamento sustentáveis, agregando valor e posicionando o Brasil como um player estratégico na cadeia de valor global.</p>
<p>Acompanhe as próximas notícias e análises sobre as relações internacionais do Brasil e o impacto de suas parcerias estratégicas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Brasil e Índia: acordo estratégico mira terras raras e minerais críticos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 15:21:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil e a Índia formalizaram um memorando de entendimento para estreitar a cooperação no campo das terras raras e dos minerais críticos. Este movimento estratégico sinaliza um passo importante na busca por segurança de suprimentos e diversificação das cadeias produtivas globais. As terras raras, um grupo de 17 elementos químicos com propriedades únicas, são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil e a Índia formalizaram um memorando de entendimento para estreitar a cooperação no campo das terras raras e dos minerais críticos. Este movimento estratégico sinaliza um passo importante na busca por segurança de suprimentos e diversificação das cadeias produtivas globais. As terras raras, um grupo de 17 elementos químicos com propriedades únicas, são vitais para uma vasta gama de tecnologias modernas, desde smartphones e carros elétricos até equipamentos de defesa e turbinas eólicas. A parceria entre os dois países emergentes visa não apenas a exploração e o beneficiamento desses recursos, mas também a troca de conhecimento e tecnologia, impulsionando a industrialização e a inovação em ambos os territórios. A iniciativa posiciona o Brasil, detentor de uma das maiores reservas mundiais de terras raras, como um player mais relevante no cenário global, enquanto a Índia busca suprir sua crescente demanda tecnológica.</p>
<p> O que são terras raras e minerais críticos?</p>
<p>Os termos &#8220;terras raras&#8221; e &#8220;minerais críticos&#8221; são frequentemente mencionados no contexto da tecnologia moderna e da geopolítica, mas suas definições e importâncias merecem ser detalhadas. As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos da tabela periódica, que incluem os 15 lantanídeos (do lantânio ao lutécio), além do ítrio e do escândio. Apesar do nome, não são tão &#8220;raras&#8221; em termos de abundância na crosta terrestre, mas sua extração e processamento são complexos e, muitas vezes, ambientalmente desafiadores, pois são encontrados em baixas concentrações e geralmente dispersos com outros minerais.</p>
<p> A importância estratégica desses elementos</p>
<p>A verdadeira &#8220;raridade&#8221; das terras raras reside em suas propriedades singulares e indispensáveis. Elas são essenciais para a fabricação de ímãs superfortes (usados em motores de veículos elétricos e turbinas eólicas), componentes eletrônicos (smartphones, computadores), lasers, catalisadores industriais, equipamentos de imagem médica (ressonância magnética) e tecnologias de defesa avançadas. A demanda por esses elementos tem crescido exponencialmente com a transição energética global e a digitalização da economia.</p>
<p>Paralelamente, os minerais críticos abrangem um espectro mais amplo de elementos e minerais considerados vitais para a economia e a segurança nacional de um país, mas que possuem alto risco de interrupção no suprimento. Exemplos incluem lítio (baterias), cobalto (baterias, ligas metálicas), grafite (baterias), níquel (baterias, aço inoxidável) e nióbio (ligas metálicas de alta resistência). A criticidade de um mineral é avaliada com base em sua importância econômica e no risco de suprimento. Assim como as terras raras, a dependência de fontes concentradas para minerais críticos gera vulnerabilidades geopolíticas e econômicas, tornando acordos de cooperação como o entre Brasil e Índia fundamentais para a estabilidade global.</p>
<p> Brasil e Índia: parceiros na cadeia de suprimentos</p>
<p>A assinatura do memorando de entendimento entre o Brasil e a Índia para cooperação em terras raras e minerais críticos representa uma aliança estratégica com potencial para reconfigurar a cadeia global de suprimentos desses insumos vitais. Ambos os países possuem características complementares que fortalecem a parceria, visando à segurança e à resiliência de suas economias.</p>
<p> O potencial brasileiro no setor</p>
<p>O Brasil é um gigante mineral. O país figura entre os três maiores detentores de reservas de terras raras no mundo, com estimativas de mais de 20 milhões de toneladas, superado apenas pela China e pelo Vietnã. No entanto, apesar desse vasto potencial, a produção brasileira de terras raras é atualmente incipiente. Historicamente, o país focou na exportação de minérios brutos, mas há um crescente reconhecimento da necessidade de agregar valor, desenvolvendo a capacidade de processamento e beneficiamento desses minerais dentro de suas fronteiras. A iniciativa governamental de fomentar a industrialização da cadeia de terras raras busca atrair investimentos em pesquisa, exploração e tecnologia para transformar o potencial em produção efetiva, gerando empregos qualificados e expertise nacional. O desafio reside em desenvolver tecnologias de separação e purificação que são complexas, caras e demandam alto conhecimento técnico e ambiental.</p>
<p> A demanda indiana e o cenário global</p>
<p>A Índia, por sua vez, é uma das economias que mais crescem no mundo, com uma expansão significativa em setores como eletrônicos, automotivo (especialmente veículos elétricos) e energia renovável. Sua base industrial robusta e sua população gigantesca geram uma demanda cada vez maior por terras raras e minerais críticos. Atualmente, a Índia é importadora líquida desses elementos, dependendo fortemente de poucos fornecedores globais, principalmente da China, que domina cerca de 80% da produção e processamento mundial de terras raras. A busca por diversificação de suprimentos não é apenas uma estratégia econômica para a Índia, mas uma questão de segurança nacional, visando reduzir a vulnerabilidade a choques de oferta e pressões geopolíticas. A parceria com o Brasil oferece à Índia uma oportunidade de acesso a novas fontes e de colaboração no desenvolvimento de uma cadeia de valor mais resiliente e diversificada.</p>
<p> Implicações do memorando de entendimento</p>
<p>O memorando de entendimento entre Brasil e Índia é mais do que um documento; é um catalisador para uma nova era de cooperação bilateral em um setor de importância global. As implicações desse acordo são multifacetadas, abrangendo desde objetivos econômicos até estratégicos e tecnológicos.</p>
<p> Objetivos e benefícios mútuos</p>
<p>O principal objetivo da cooperação é estabelecer um arcabouço para a colaboração em toda a cadeia de valor de terras raras e minerais críticos. Isso inclui a troca de informações sobre reservas e recursos, o desenvolvimento de tecnologias de exploração e beneficiamento, e a promoção de investimentos em projetos conjuntos. Para o Brasil, os benefícios incluem o acesso a capital e tecnologia para desenvolver sua incipiente indústria de terras raras, a agregação de valor aos seus recursos minerais e a criação de empregos. A Índia, por outro lado, garante uma fonte diversificada de suprimentos para suas crescentes necessidades industriais, reduzindo sua dependência de mercados concentrados. Além disso, a cooperação em pesquisa e desenvolvimento pode acelerar a inovação em ambos os países, levando ao desenvolvimento de novas aplicações e métodos de processamento mais eficientes e sustentáveis. A parceria também fortalece os laços bilaterais, promovendo um intercâmbio mais amplo em ciência, tecnologia e comércio.</p>
<p> Desafios e perspectivas futuras</p>
<p>Apesar do grande potencial, a implementação efetiva do acordo enfrentará desafios significativos. A extração e o processamento de terras raras e minerais críticos são processos complexos, que exigem altos investimentos em infraestrutura, tecnologia e compliance ambiental. O Brasil precisará superar barreiras regulatórias, atrair capital e desenvolver mão de obra qualificada. Questões ambientais e sociais associadas à mineração também demandarão abordagens sustentáveis e transparentes para garantir que o desenvolvimento da indústria seja benéfico a longo prazo. A Índia, por sua vez, precisará garantir que os investimentos sejam feitos de forma a respeitar as regulamentações brasileiras e que a transferência de tecnologia seja equitativa. A concretização de projetos levará tempo, mas as perspectivas são promissoras, podendo transformar o Brasil em um exportador de produtos de maior valor agregado e a Índia em um player mais autossuficiente em recursos estratégicos, reequilibrando a geopolítica da oferta de minerais essenciais.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O acordo de cooperação entre Brasil e Índia para terras raras e minerais críticos representa um marco estratégico no cenário global de recursos. Ao unir a vasta riqueza mineral inexplorada do Brasil com a crescente demanda tecnológica e industrial da Índia, a parceria busca não apenas garantir a segurança do suprimento para ambos os países, mas também impulsionar o desenvolvimento de uma cadeia de valor robusta e sustentável. Este movimento é crucial para diminuir a dependência de fontes concentradas, fortalecer a soberania tecnológica e econômica, e posicionar as duas nações como protagonistas em um futuro cada vez mais digital e sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que são terras raras e por que são tão importantes?<br />
Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos com propriedades únicas (magnéticas, catalíticas, ópticas). Elas são cruciais para a fabricação de quase todas as tecnologias modernas, incluindo smartphones, veículos elétricos, turbinas eólicas, lasers e equipamentos de defesa, tornando-as indispensáveis para a economia digital e a transição energética global.</p>
<p>2. Qual o papel do Brasil no cenário global de terras raras?<br />
O Brasil detém uma das maiores reservas de terras raras do mundo, estimadas em mais de 20 milhões de toneladas. No entanto, sua produção é atualmente baixa. O país busca desenvolver sua capacidade de exploração, processamento e beneficiamento para agregar valor aos seus recursos e se tornar um player mais significativo na cadeia de suprimentos global.</p>
<p>3. Quais os principais benefícios do acordo entre Brasil e Índia?<br />
Para o Brasil, os benefícios incluem o acesso a investimentos e tecnologia para desenvolver sua indústria de terras raras, agregando valor aos seus minerais. Para a Índia, o acordo garante uma fonte diversificada de suprimentos para sua crescente demanda industrial e tecnológica, reduzindo a dependência de poucos fornecedores. Ambos os países se beneficiam da cooperação em pesquisa, desenvolvimento e do fortalecimento de seus laços comerciais e estratégicos.</p>
<p>Para mais informações sobre o desenvolvimento de recursos minerais e parcerias estratégicas, continue acompanhando as notícias do setor.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>G20 debate soberania sobre minerais críticos e valor agregado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 15:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio às discussões da Cúpula de Líderes do G20, que reúne as maiores economias globais, o tema da soberania sobre o conhecimento e o valor agregado dos minerais críticos emergiu como ponto central. O evento está sendo sediado em Joanesburgo, na África do Sul. A pauta desta edição abrange também questões relacionadas à inteligência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio às discussões da Cúpula de Líderes do G20, que reúne as maiores economias globais, o tema da soberania sobre o conhecimento e o valor agregado dos minerais críticos emergiu como ponto central. O evento está sendo sediado em Joanesburgo, na África do Sul.</p>
<p>A pauta desta edição abrange também questões relacionadas à inteligência artificial e à promoção do trabalho decente. Na visão de um dos líderes presentes, a transição energética apresenta oportunidades para expandir as fronteiras tecnológicas e redefinir a importância da exploração de recursos naturais, com ênfase nos minerais críticos.</p>
<p>&#8220;Os países que possuem grandes reservas de minerais não podem ser relegados ao papel de meros fornecedores, à margem da inovação tecnológica&#8221;, afirmou um dos participantes. &#8220;O cerne da questão reside não apenas na posse desses recursos, mas no controle do conhecimento e do valor agregado que deles se originam.&#8221;</p>
<p>O Brasil, por exemplo, detém aproximadamente 10% das reservas mundiais desses elementos, conforme dados do Instituto Brasileiro da Mineração. Entre eles, destacam-se o lítio, o cobalto, o níquel e as terras raras, componentes essenciais para a fabricação de baterias de veículos elétricos, turbinas eólicas, painéis solares e semicondutores.</p>
<p>Foi anunciado que o Brasil estabeleceu o Conselho Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, com o objetivo de planejar políticas para a exploração desses minerais. A intenção é que o país não se limite à exportação, mas se torne um parceiro estratégico na cadeia global de valor desses elementos. Reforçou-se a importância de que o debate sobre minerais críticos abrange a soberania das nações.</p>
<p>&#8220;A soberania não se mede pela extensão dos depósitos naturais, mas pela capacidade de transformar recursos por meio de políticas que beneficiem a população&#8221;, declarou um dos presentes. &#8220;Precisamos de investimentos ambientalmente e socialmente responsáveis que fortaleçam a base industrial e tecnológica dos países detentores de recursos.&#8221;</p>
<p>Ao término da reunião do G20, espera-se a publicação de um documento sobre minerais críticos, que defenderá a importância de processar e agregar valor a esses produtos nos países de origem.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Conselho nacional de política mineral entra em ação com apoio presidencial</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/conselho-nacional-de-politica-mineral-entra-em-acao-com-apoio-presidencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 00:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) deu início às suas operações nesta quinta-feira, com o objetivo principal de traçar estratégias para a exploração mineral em território nacional. O presidente Lula marcou presença na reunião inaugural do colegiado, que reúne representantes de 18 ministérios diferentes. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) deu início às suas operações nesta quinta-feira, com o objetivo principal de traçar estratégias para a exploração mineral em território nacional. O presidente Lula marcou presença na reunião inaugural do colegiado, que reúne representantes de 18 ministérios diferentes.</p>
<p>De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre da Silveira, que preside o conselho, o CNPM está empenhado em aprovar o Plano Nacional de Mineração, um projeto de longo prazo com horizonte temporal de 2025 a 2050. O ministro ressaltou que o esboço do plano já foi aprovado, mas que sugestões de diversos ministérios ainda serão consideradas antes da publicação para consulta pública. A expectativa é que, em breve, o plano seja finalizado, aprovado e implementado, fornecendo um planejamento consistente para o setor mineral brasileiro nas próximas décadas.</p>
<p>Um dos pontos de destaque é a criação de um conselho especializado para assessorar o presidente Lula em questões relacionadas a minerais raros, que atualmente são foco de atenção e competição entre os Estados Unidos e a China. O ministro Alexandre Silveira revelou ter recebido um convite para discutir a exploração de minerais considerados críticos com o secretário de Energia dos Estados Unidos. Ele enfatizou que a exploração desses minerais representa uma oportunidade valiosa para o Brasil desenvolver uma cadeia de produção de insumos estratégicos.</p>
<p>O ministro destacou a abundância de recursos minerais no Brasil, incluindo terras raras, nióbio, cobre, urânio e outros minerais considerados críticos e estratégicos. Ele vislumbra uma grande sinergia com os Estados Unidos nessa área, buscando uma visão clara e convergência de interesses para atrair investimentos para a exploração mineral no Brasil.</p>
<p>Durante a reunião, o CNPM aprovou as prioridades da Política Mineral Brasileira, com o objetivo de promover uma mineração mais sustentável em todo o país. Adicionalmente, um grupo de trabalho será formado para realizar um levantamento detalhado da situação da fiscalização da mineração no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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