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	<title>menor &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Desemprego no Brasil atinge 5,4%, menor patamar da série histórica</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, marcando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012. Os dados, recém-divulgados, revelam um cenário de recuperação robusta no mercado de trabalho nacional. Além da notável queda do desemprego, o país registrou um contingente recorde de 102,7 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, marcando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012. Os dados, recém-divulgados, revelam um cenário de recuperação robusta no mercado de trabalho nacional. Além da notável queda do desemprego, o país registrou um contingente recorde de 102,7 milhões de pessoas ocupadas e um salário médio que atingiu seu pico histórico de R$ 3.652. A informalidade também apresentou um declínio significativo, atingindo 37,5%, o menor índice desde junho de 2020. Estes indicadores sinalizam uma fase de estabilidade e crescimento, consolidando o bom desempenho dos últimos meses e apontando para uma melhora contínua na qualidade de vida dos brasileiros.</p>
<p> Panorama do mercado de trabalho brasileiro</p>
<p> Recordes históricos impulsionam o emprego<br />
A mais recente análise do mercado de trabalho brasileiro aponta para uma série de marcos positivos. A taxa de desemprego, ao atingir 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, não apenas representa o menor índice da série histórica iniciada em 2012, mas também reflete uma contínua melhoria no cenário econômico. Esse resultado significa que aproximadamente 5,9 milhões de pessoas estavam à procura de emprego no período, um número consideravelmente menor em comparação com trimestres anteriores. Em contrapartida, a população ocupada atingiu um volume sem precedentes de 102,7 milhões de indivíduos, configurando o maior contingente já registrado. Este aumento expressivo na força de trabalho é um indicativo da capacidade do mercado em absorver novos trabalhadores e reocupar aqueles que estavam desocupados, contribuindo para uma maior dinâmica econômica e social. A consistência desses números sugere que a recuperação não é pontual, mas sim parte de um movimento mais amplo e sustentável, fortalecendo a economia de maneira geral.</p>
<p> Informalidade em declínio e renda em ascensão<br />
Outro ponto de destaque no balanço do mercado de trabalho é a queda da taxa de informalidade, que alcançou 37,5%. Este é o menor índice registrado desde junho de 2020, sinalizando uma transição gradual de trabalhadores do setor informal para o formal, ou a criação de novas vagas formais que são preenchidas. A redução da informalidade é crucial para a estabilidade econômica, pois tende a oferecer maior segurança jurídica, benefícios sociais e acesso a direitos trabalhistas, o que melhora a qualidade de vida e a segurança financeira dos trabalhadores. Paralelamente a essa formalização, o salário médio real também registrou um aumento significativo, chegando a R$ 3.652. Este valor representa o mais alto já observado, refletindo não apenas um aquecimento da economia, mas também uma possível melhoria na qualidade dos empregos e na remuneração dos trabalhadores. O poder de compra da população, consequentemente, é fortalecido, o que pode impulsionar o consumo e o investimento em diversos setores da economia, criando um ciclo virtuoso.</p>
<p> Análise dos fatores e setores impulsionadores</p>
<p> Estabilidade dos indicadores e influência sazonal<br />
Apesar de o mês de janeiro tipicamente apresentar uma redução no contingente de trabalhadores devido à dispensa de temporários pós-festas de fim de ano, a análise dos resultados atuais aponta para uma notável estabilidade nos indicadores de ocupação. Especialistas indicam que os efeitos favoráveis observados em novembro e dezembro do ano anterior foram determinantes para mitigar o impacto desse movimento sazonal. Essa resiliência sugere que a base de crescimento do emprego é mais sólida e menos suscetível às flutuações usuais de determinadas épocas do ano. A permanência de um alto nível de ocupação, mesmo diante de fatores de retração, reforça a percepção de um mercado de trabalho mais robusto e com fundamentos de recuperação bem estabelecidos. A estabilidade contínua é um fator-chave para a confiança de empregadores e empregados, criando um ambiente mais previsível e favorável para investimentos e expansão de negócios.</p>
<p> Setores-chave para o crescimento da ocupação<br />
A análise detalhada dos setores da economia que mais contribuíram para o aumento da ocupação revela tendências importantes. Os segmentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas foram os que registraram maior expansão no número de trabalhadores. Este grupo engloba um vasto leque de serviços de alto valor agregado e reflete a modernização da estrutura produtiva do país, com foco em áreas que demandam conhecimento e especialização. Além deles, o setor de &#8220;Outros serviços&#8221; também se destacou, demonstrando a diversificação das oportunidades de emprego e a vitalidade de áreas menos tradicionais. A concentração do crescimento nessas áreas aponta para uma economia que busca eficiência, inovação e prestação de serviços especializados, características de mercados mais desenvolvidos. O desempenho desses setores é um termômetro da capacidade de adaptação e evolução do mercado de trabalho brasileiro, indicando para onde a demanda por mão de obra qualificada está se direcionando.</p>
<p> Conclusão<br />
O cenário atual do mercado de trabalho brasileiro apresenta-se com indicadores historicamente positivos. A queda da taxa de desemprego para seu menor patamar, o recorde de pessoas ocupadas e o aumento do salário médio sinalizam uma fase de recuperação e consolidação econômica. A diminuição da informalidade e o crescimento em setores estratégicos reforçam a percepção de uma economia em transformação, buscando maior formalização e qualidade nas relações de trabalho. Estes resultados não apenas refletem o dinamismo recente, mas também estabelecem uma base promissora para futuras análises e políticas públicas, indicando um horizonte mais favorável para milhões de brasileiros e a perspectiva de um desenvolvimento econômico mais inclusivo e sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual foi a taxa de desemprego registrada no Brasil?<br />
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, o menor patamar registrado desde o início da série histórica em 2012.</p>
<p>O que é a População Ocupada e qual foi o seu volume?<br />
A População Ocupada refere-se ao número de pessoas que estão empregadas, tanto formal quanto informalmente. No período, este contingente atingiu o recorde de 102,7 milhões de pessoas.</p>
<p>Como a informalidade se comportou neste trimestre?<br />
A taxa de informalidade registrou 37,5%, o menor índice desde junho de 2020. Isso indica uma tendência de formalização ou criação de empregos formais, refletindo uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<p>Houve aumento no salário médio?<br />
Sim, o salário médio real alcançou R$ 3.652, o valor mais alto já registrado, refletindo uma melhoria na remuneração dos trabalhadores e no poder de compra da população.</p>
<p>Quais setores contribuíram mais para o aumento da ocupação?<br />
Os setores com maior ocupação foram Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, além de &#8220;Outros serviços&#8221;.</p>
<p>Mantenha-se atualizado sobre as principais notícias econômicas e as tendências do mercado de trabalho brasileiro para planejar seu futuro profissional e financeiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Conselho nacional de justiça suspende punições à prefeitura de são paulo sobre precatórios</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 02:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concedeu uma liminar que suspende, em caráter temporário, as punições impostas à Prefeitura de São Paulo em decorrência de um conflito com o Tribunal de Justiça do Estado (TJSP) referente ao pagamento de precatórios. A decisão foi formalizada nesta quarta-feira (22). Precatórios, vale lembrar, são dívidas acumuladas pela União [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concedeu uma liminar que suspende, em caráter temporário, as punições impostas à Prefeitura de São Paulo em decorrência de um conflito com o Tribunal de Justiça do Estado (TJSP) referente ao pagamento de precatórios. A decisão foi formalizada nesta quarta-feira (22).</p>
<p>Precatórios, vale lembrar, são dívidas acumuladas pela União e por administrações locais cujo pagamento já foi determinado pelo Poder Judiciário.</p>
<p>A liminar foi assinada pelo ministro Mauro Campbell Marques, corregedor nacional de Justiça. A prefeitura acionou o CNJ após a área do TJSP responsável por precatórios indeferir o pedido de ajuste do plano de pagamento de 2025 às novas diretrizes estabelecidas pela Emenda Constitucional nº 136, que entrou em vigor em 10 de setembro.</p>
<p>Segundo o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, a decisão &#8220;garante a aplicação já desde a promulgação da PEC e para este ano (não completo) representa R$ 800 milhões. No ano que vem (ano inteiro) e demais, representa R$ 2,5 bilhões&#8221;.</p>
<p>A referida emenda alterou a metodologia de cálculo dos gastos anuais de estados e municípios com a quitação de precatórios, vinculando-os a um percentual da receita corrente líquida, que representa a arrecadação de cada governo.</p>
<p>Na sua decisão, o ministro argumentou que as novas normas são de aplicação imediata, inclusive sobre planos já em andamento. Ele também considerou que a recusa do TJSP poderia acarretar prejuízos à prefeitura, como o bloqueio de recursos ou a impossibilidade de emissão de certidões de regularidade.</p>
<p>Diante disso, o CNJ determinou que o TJSP se abstenha de aplicar sanções ao município até o julgamento definitivo do caso.</p>
<p>O processo foi encaminhado ao Fórum Nacional de Precatórios (Fonaprec) para análise prioritária e será submetido ao plenário do CNJ para avaliação da liminar.</p>
<p>A emenda, promulgada em setembro, estabelece um limite para o pagamento de precatórios por estados e municípios, escalonando os pagamentos de acordo com o montante do valor em atraso. A lógica é que, quanto menor o passivo de precatórios não pagos, menor será a parcela a ser quitada pela prefeitura.</p>
<p>Em setembro, o Senado aprovou a proposta que impõe um limite de valor para o pagamento de precatórios atrasados por estados e municípios, na tentativa de auxiliar as contas dos entes.</p>
<p>O texto escalona o pagamento de precatórios de acordo com o montante do valor atrasado. Quanto menor o estoque de precatórios que a prefeitura deixou de pagar, menor será a prestação que ela terá de quitar.</p>
<p>O limite para pagamento dos precatórios será a razão entre o estoque da dívida e receita corrente líquida (RCL) específica de cada estado. O cálculo será refeito a cada 10 anos.</p>
<p>Se em 2036 ainda restar pagamento atrasado de precatórios, os limites vão ser aumentados em 0,5 ponto percentual.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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