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	<title>medida &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 00:36:11 +0000</lastBuildDate>
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	<title>medida &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Governo federal anuncia medida provisória para conter alta nos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 00:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário econômico global, marcado por tensões geopolíticas no Oriente Médio, tem provocado uma escalada significativa nos preços do barril de petróleo no mercado internacional. Essa instabilidade repercute diretamente na economia brasileira, com a iminente ameaça de uma alta de preços dos combustíveis nas bombas, afetando consumidores e a cadeia produtiva. Diante desse panorama desafiador, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário econômico global, marcado por tensões geopolíticas no Oriente Médio, tem provocado uma escalada significativa nos preços do barril de petróleo no mercado internacional. Essa instabilidade repercute diretamente na economia brasileira, com a iminente ameaça de uma alta de preços dos combustíveis nas bombas, afetando consumidores e a cadeia produtiva. Diante desse panorama desafiador, o governo federal agiu prontamente, anunciando uma Medida Provisória (MP) que visa estabilizar os valores da gasolina e do diesel, impedindo que o aumento dos custos internacionais seja repassado integralmente aos consumidores. A iniciativa, revelada nesta quarta-feira, 13 de março, introduz um mecanismo de subsídio direto a produtores e importadores, buscando mitigar os impactos da volatilidade global no bolso do brasileiro. A medida surge como uma resposta estratégica para proteger a economia interna e garantir maior previsibilidade nos custos de transporte e logística.</p>
<p> O mecanismo de subvenção e seus detalhes</p>
<p>A Medida Provisória apresentada pelo governo federal estabelece um modelo inovador de subvenção, descrito por autoridades como um &#8220;cashback&#8221; de impostos federais. Este mecanismo foi desenhado para assegurar que produtores e importadores de combustíveis, embora continuem a recolher normalmente os tributos federais (PIS, Cofins e Cide) à Receita Federal, recebam de volta esses valores na forma de subvenção. O objetivo primordial é evitar que a alta dos preços internacionais do petróleo se materialize em reajustes nas bombas de combustíveis em todo o território nacional.</p>
<p> Como funciona o &#8220;cashback&#8221; tributário</p>
<p>A operacionalização desse subsídio será realizada por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável pela regulamentação e fiscalização do setor. Para a gasolina, o valor da subvenção está projetado para ficar entre R$ 0,40 e R$ 0,45 por litro, com um teto máximo de R$ 0,89 – montante equivalente à soma dos tributos federais de PIS, Cofins e Cide que incidem sobre o combustível. No caso específico do diesel, a subvenção deve ser aplicada a partir de 1º de junho, girando em torno de R$ 0,35 por litro. É crucial destacar que, como contrapartida a esse benefício, as empresas produtoras e importadoras que aderirem à medida ficam expressamente proibidas de repassar o aumento dos custos internacionais aos postos de combustíveis. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, enfatizou que a ANP já concluiu a regulamentação dessas subvenções, e o processo agora depende da adesão dos agentes econômicos. Ele expressou a expectativa de que haja uma evolução na participação desses agentes, à medida que as regras se tornem mais claras, dissipando incertezas e garantindo a efetividade do modelo de &#8220;cashback do tributo pago&#8221;.</p>
<p> Impacto fiscal e justificativa governamental</p>
<p>A implementação da Medida Provisória para conter a alta dos combustíveis representa um compromisso financeiro significativo para os cofres públicos. Contudo, o governo federal defende que a iniciativa possui neutralidade fiscal, sustentada por uma análise do cenário macroeconômico e da arrecadação gerada pelo setor de petróleo e gás. A medida, com validade inicial de dois meses e possibilidade de prorrogação, visa proteger o consumidor sem desequilibrar as contas públicas.</p>
<p> Custos e a defesa da neutralidade orçamentária</p>
<p>Os custos estimados da subvenção são expressivos: para a gasolina, a projeção é de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão por mês. Já para o diesel, o impacto nos cofres públicos é avaliado em aproximadamente R$ 1,7 bilhão mensais. Apesar desses valores, o governo argumenta que a medida mantém a neutralidade fiscal. Essa justificativa baseia-se no fato de que o aumento das cotações internacionais do petróleo, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, gerou um crescimento proporcional na arrecadação de royalties e dividendos provenientes da exploração de petróleo. Como exemplo, o barril tipo Brent, que antes do conflito estava abaixo de US$ 70, atingiu mais de US$ 105 na tarde da quarta-feira em que a MP foi anunciada. Essa elevação nas receitas compensaria o desembolso com as subvenções. Os valores exatos e os critérios para sua definição serão estabelecidos por meio de portaria do Ministério da Fazenda, sendo identificados nas notas fiscais e nos pagamentos às empresas, que ocorrerão em até 30 dias após a adesão e o cumprimento das formalidades.</p>
<p> Proteção ao consumidor e cenário econômico</p>
<p>A Medida Provisória é apresentada pelo governo como uma ação vital para salvaguardar o poder de compra do cidadão brasileiro. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou a importância da iniciativa, afirmando que ela é fundamental para proteger os consumidores dos impactos diretos do conflito geopolítico nos preços dos combustíveis. Silveira destacou, ainda, a proatividade do Brasil em comparação com outros países no enfrentamento do choque de preços, sublinhando que poucas nações implementaram tantas ações em prol de suas populações, minimizando o impacto de uma guerra que não é brasileira.</p>
<p>A urgência da medida foi evidenciada pelo contexto econômico recente. Na véspera do anúncio da MP, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, havia sinalizado que um reajuste da gasolina nas refinarias era iminente, gerando preocupação no mercado e entre os consumidores. Essa possibilidade se somava a indicadores econômicos desfavoráveis: a gasolina foi o principal item a exercer pressão sobre a inflação em abril, conforme os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A iniciativa governamental, portanto, busca quebrar esse ciclo de aumentos, evitando um encarecimento generalizado de produtos e serviços que dependem diretamente do transporte, contribuindo para a estabilidade da economia e para o alívio do orçamento familiar.</p>
<p> Perspectivas futuras e o compromisso com a estabilidade</p>
<p>A Medida Provisória que estabelece um subsídio para os combustíveis representa uma resposta direta e articulada do governo federal frente à volatilidade do mercado internacional de petróleo. Ao implementar um mecanismo de &#8220;cashback&#8221; tributário para produtores e importadores, a gestão busca proteger o consumidor brasileiro de aumentos abruptos nos preços da gasolina e do diesel, mitigando os efeitos da crise geopolítica global. A defesa da neutralidade fiscal, ancorada no aumento da arrecadação com royalties e dividendos do petróleo, é um pilar central na justificativa econômica da medida. Com validade inicial de dois meses e a possibilidade de prorrogação, a iniciativa reflete um compromisso em garantir a estabilidade dos preços e a previsibilidade para o setor de transportes e para o dia a dia da população. O monitoramento contínuo do cenário internacional e dos impactos internos será crucial para a avaliação da eficácia e da necessidade de ajustes futuros desta importante política pública.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que motivou a criação da Medida Provisória para os combustíveis?<br />
A Medida Provisória foi motivada pelo aumento acentuado do preço do barril de petróleo no mercado internacional, impulsionado por tensões geopolíticas no Oriente Médio. O objetivo é evitar que esse aumento seja repassado aos consumidores brasileiros, causando uma alta nos preços da gasolina e do diesel nos postos.</p>
<p>2. Como o subsídio aos combustíveis será implementado?<br />
O subsídio funcionará como um &#8220;cashback&#8221; de impostos. Produtores e importadores pagarão normalmente os tributos federais (PIS, Cofins e Cide) e, em seguida, receberão de volta o valor equivalente como subvenção, gerenciada pela ANP. Em troca, essas empresas são proibidas de repassar a alta dos preços internacionais aos postos.</p>
<p>3. Qual o custo estimado da medida para os cofres públicos e como o governo justifica a neutralidade fiscal?<br />
O custo estimado é de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão por mês para a gasolina e R$ 1,7 bilhão para o diesel. O governo justifica a neutralidade fiscal alegando que a maior arrecadação com royalties e dividendos do petróleo, decorrente da elevação das cotações internacionais (como o barril Brent acima de US$ 105), compensa o valor dos subsídios.</p>
<p>4. Por quanto tempo a Medida Provisória terá validade?<br />
A validade inicial do subsídio é de dois meses, com possibilidade de prorrogação, dependendo da evolução do cenário econômico e dos preços internacionais do petróleo.</p>
<p>5. Quais combustíveis serão beneficiados pela MP e a partir de quando?<br />
A medida beneficia a gasolina, com valores de subvenção entre R$ 0,40 e R$ 0,45 por litro (teto de R$ 0,89), e o diesel, com uma subvenção de aproximadamente R$ 0,35 por litro a partir de 1º de junho.</p>
<p>Para acompanhar as próximas atualizações sobre a Medida Provisória e outros desdobramentos econômicos, mantenha-se informado através de fontes de notícias confiáveis e dos canais oficiais do governo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula assina MP para liberar FGTS a entidades filantrópicas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lula-assina-mp-para-liberar-fgts-a-entidades-filantropicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 21:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[essa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma iniciativa voltada para o fortalecimento da saúde pública no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira (6), uma medida provisória (MP) que permite o acesso de entidades filantrópicas a recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fins de financiamento. Essa importante decisão, que se estende [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma iniciativa voltada para o fortalecimento da saúde pública no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira (6), uma medida provisória (MP) que permite o acesso de entidades filantrópicas a recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fins de financiamento. Essa importante decisão, que se estende até 2030, visa beneficiar hospitais, organizações que atendem pessoas com deficiência e outras entidades sem fins lucrativos que atuam de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS). A medida representa uma reativação e ampliação de um programa anterior, buscando oferecer condições de crédito mais favoráveis para essas instituições. O anúncio foi feito durante uma visita do presidente às Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador, um local simbólico para ações de solidariedade e assistência social. A expectativa do governo é que essa liberação de acesso ao FGTS injete aproximadamente R$ 4 bilhões nas entidades filantrópicas até 2026, sem comprometer os recursos já destinados a setores como habitação, saneamento e infraestrutura.</p>
<p> Acesso ampliado e taxas de juros reduzidas</p>
<p> Reativação e expectativa de investimento</p>
<p>A medida provisória assinada pelo presidente Lula é um passo crucial para o financiamento sustentável das entidades filantrópicas de saúde. De 2019 a 2022, o FGTS já possuía autorização para alocar recursos em operações de crédito destinadas a instituições filantrópicas do setor da saúde. Com a nova MP, essa destinação do fundo é restabelecida e estendida por mais quatro anos, garantindo a continuidade e a previsibilidade para o planejamento financeiro dessas organizações até 2030.</p>
<p>O governo projeta que a reativação desta política permitirá a destinação de cerca de R$ 4 bilhões às entidades filantrópicas de saúde já em 2026. É importante ressaltar que essa movimentação de recursos é planejada para ocorrer sem causar impacto nos montantes já previstos e dedicados a outras áreas essenciais financiadas pelo FGTS, como os programas de habitação popular, projetos de saneamento básico e investimentos em infraestrutura. Essa gestão cuidadosa assegura que o fortalecimento da saúde não prejudique outros setores estratégicos para o desenvolvimento social e econômico do país.</p>
<p> Impacto nas condições de financiamento</p>
<p>A utilização de recursos do FGTS para o financiamento de entidades filantrópicas traz um benefício direto e significativo: a possibilidade de bancos públicos oferecerem financiamentos com taxas de juros consideravelmente mais baixas. Dados fornecidos pelo governo ilustram essa vantagem: a taxa média de juros praticada pela Caixa Econômica Federal para hospitais filantrópicos que utilizaram recursos do fundo foi de 11,6% ao ano em períodos anteriores. Em contraste, operações de crédito realizadas com recursos próprios dos bancos apresentavam uma taxa média de 17,7% ao ano. Essa diferença substancial representa uma economia significativa para as instituições.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou o impacto positivo dessa redução nos encargos financeiros. Segundo ele, as entidades poderão acessar crédito com uma taxa aproximadamente 30% menor do que a praticada no mercado tradicional. Além da redução dos juros, a MP também amplia o prazo de pagamento dos financiamentos, passando de 120 para 180 meses, e oferece um período de carência de 12 meses antes do início dos pagamentos. Essas condições mais flexíveis são fundamentais para a saúde financeira das instituições. &#8220;Isso garante a manutenção dos serviços, a ampliação de cirurgias e atendimentos e a aquisição de equipamentos&#8221;, afirmou o ministro, ressaltando como a medida se traduzirá diretamente em melhorias na qualidade e abrangência dos serviços oferecidos à população pelo SUS.</p>
<p> Outras iniciativas para o fortalecimento da saúde</p>
<p> Expansão do programa Agora Tem Especialistas</p>
<p>Durante a visita a Salvador, além da medida provisória do FGTS, o governo assinou outros atos complementares que visam aprimorar o financiamento e a oferta de serviços na saúde pública. Um desses atos amplia os atendimentos do programa &#8220;Agora Tem Especialistas&#8221; através do mecanismo conhecido como Componente Créditos Financeiros.</p>
<p>Essa estratégia inovadora permite que dívidas de prestadores privados de serviços de saúde com o sistema público sejam compensadas. Em vez de pagamentos monetários, essas instituições podem quitar seus débitos oferecendo diretamente consultas, exames e cirurgias eletivas ao Sistema Único de Saúde. Essa abordagem não apenas regulariza situações financeiras, mas também aumenta a capacidade de atendimento do SUS de forma eficiente. Um exemplo concreto do impacto dessa medida foi destacado na Bahia, onde um hospital passará a realizar cerca de 150 cirurgias mensais adicionais, integrando-se ao sistema público e expandindo significativamente a oferta de procedimentos para a população.</p>
<p> Reconhecimento e suporte a unidades específicas</p>
<p>Outra ação relevante foi o reconhecimento e suporte direto a unidades de saúde. O Hospital Irmã Dulce, em Salvador, foi habilitado pelo Ministério da Saúde para oferecer atendimento especializado em terapia nutricional a pacientes de alta complexidade, como aqueles internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Essa habilitação é um reconhecimento da excelência e da necessidade desses serviços especializados. Como resultado, a unidade passará a receber um repasse adicional de R$ 2 milhões, recurso essencial para custear os procedimentos e a infraestrutura necessária para esse tipo de atendimento de ponta, beneficiando diretamente pacientes em estado crítico que demandam cuidados nutricionais específicos para sua recuperação.</p>
<p> Ampliação permanente de recursos estaduais</p>
<p>Adicionalmente, o governo federal anunciou a ampliação permanente de recursos para serviços especializados já existentes. Essa medida garante maior estabilidade e capacidade de planejamento para os estados. No caso específico da Bahia, o estado passará a receber um repasse adicional de R$ 23 milhões anuais. Esse valor será incorporado ao orçamento da Secretaria Estadual da Saúde, destinado ao custeio de ações e serviços especializados. Essa injeção de recursos permanentes é vital para a manutenção e aprimoramento contínuo da rede de saúde, permitindo que a Bahia fortaleça suas políticas e programas na área, beneficiando um maior número de cidadãos com acesso a tratamentos e procedimentos complexos.</p>
<p> Ações estratégicas para o futuro da saúde</p>
<p>A assinatura da medida provisória que libera o acesso de entidades filantrópicas aos recursos do FGTS, juntamente com as demais iniciativas anunciadas em Salvador, representa um conjunto robusto de ações estratégicas para o futuro da saúde pública brasileira. A MP garante um fluxo de financiamento mais estável e com custos reduzidos para instituições cruciais que complementam o SUS, permitindo-lhes investir em infraestrutura, equipamentos e na ampliação de serviços essenciais. A redução nas taxas de juros e as condições de pagamento estendidas são diferenciais que podem transformar a capacidade de atendimento e a sustentabilidade dessas organizações. As ações complementares, como a expansão do programa &#8220;Agora Tem Especialistas&#8221; e o aporte de recursos para unidades específicas e para o orçamento estadual, reforçam o compromisso do governo com a melhoria contínua e a universalização do acesso à saúde. Essas medidas conjuntas visam fortalecer todo o ecossistema de saúde, assegurando que mais brasileiros tenham acesso a serviços de qualidade e especializados.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o FGTS e a saúde</p>
<p>Quem pode acessar os recursos do FGTS por meio desta MP?<br />
Podem acessar os recursos hospitais filantrópicos, entidades que atendem pessoas com deficiência e outras organizações sem fins lucrativos que atuam de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Qual o principal benefício da utilização do FGTS para essas entidades?<br />
O principal benefício é a possibilidade de obter financiamentos com taxas de juros significativamente mais baixas (cerca de 30% menores), além de prazos de pagamento estendidos e carência, garantindo maior sustentabilidade financeira e capacidade de investimento.</p>
<p>Qual o impacto financeiro esperado com a medida provisória?<br />
O governo estima que a MP permitirá destinar cerca de R$ 4 bilhões às entidades filantrópicas em 2026, sem afetar os recursos já previstos para habitação, saneamento e infraestrutura.</p>
<p>Por quanto tempo essa medida estará em vigor?<br />
A medida provisória restabelece a destinação de recursos do FGTS para essa finalidade por mais quatro anos, estendendo o acesso até 2030.</p>
<p>Para mais detalhes sobre as políticas de fomento à saúde e o impacto do FGTS no setor filantrópico, continue acompanhando as atualizações governamentais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mulher com medida protetiva é morta por agressor na rua em São</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mulher-com-medida-protetiva-e-morta-por-agressor-na-rua-em-sao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 20:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
		<category><![CDATA[carla]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma trágica ocorrência abalou a região central de São Paulo no último fim de semana, expondo a fragilidade de medidas protetivas diante da violência de gênero. Carla Carolina Miranda da Silva, de 31 anos, foi brutalmente assassinada a facadas no bairro da Liberdade por José Vilson Ferreira, de 29 anos, com quem possuía um histórico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma trágica ocorrência abalou a região central de São Paulo no último fim de semana, expondo a fragilidade de medidas protetivas diante da violência de gênero. Carla Carolina Miranda da Silva, de 31 anos, foi brutalmente assassinada a facadas no bairro da Liberdade por José Vilson Ferreira, de 29 anos, com quem possuía um histórico de relacionamento e que havia sido alvo de uma medida protetiva de urgência. O crime, ocorrido na noite de sábado, dia 3 de fevereiro, chocou a população e levantou novamente o debate sobre a eficácia da proteção a mulheres vítimas de agressão. O agressor foi detido no domingo, dia 4, na zona sul da capital, e agora enfrenta acusações graves de feminicídio e descumprimento de ordem judicial, enquanto a sociedade lamenta mais uma vida perdida para a violência doméstica.</p>
<p> O crime na Liberdade e a prisão do agressor</p>
<p>Na noite de sábado, 3 de fevereiro, a tranquilidade do bairro da Liberdade, na região central da capital paulista, foi rompida por um ato de extrema violência. Carla Carolina Miranda da Silva foi abordada e esfaqueada em plena via pública por José Vilson Ferreira, seu ex-companheiro. O ataque brutal foi capturado por câmeras de segurança que circulam nas redes sociais, mostrando a vítima caminhando pela calçada quando o agressor surge em sua direção. Carla tenta fugir, mas é alcançada e violentamente atacada com uma faca. A rapidez e a brutalidade da ação deixaram a comunidade em choque.</p>
<p> A sequência dos fatos e a ação policial</p>
<p>Após o ataque, Carla Carolina foi socorrida e levada a um hospital, onde passou por uma cirurgia de emergência. Contudo, apesar dos esforços médicos, ela não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. A notícia de sua morte intensificou a busca pelo agressor. A Polícia Civil de São Paulo, através do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), agiu em apoio à 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Diligências rápidas e eficazes levaram à localização e prisão de José Vilson Ferreira na tarde de domingo, 4 de fevereiro, no bairro do Jabaquara, na zona sul da cidade. O suspeito foi conduzido à unidade policial e permaneceu à disposição da Justiça. Na segunda-feira, 5 de fevereiro, ele passou por uma audiência de custódia, onde o cumprimento do mandado de prisão foi confirmado, sem que irregularidades fossem identificadas, mantendo-o detido. Ele foi indiciado por feminicídio e, de forma agravante, por descumprimento de medida protetiva de urgência.</p>
<p> A falha da medida protetiva e o histórico de violência</p>
<p>O caso de Carla Carolina Miranda da Silva trouxe à tona uma preocupante realidade: a fragilidade de medidas protetivas diante da persistência e da violência de agressores. Informações divulgadas por organizações de apoio a mulheres vítimas de violência revelam que, quase um ano antes do feminicídio, Carla já havia denunciado José Vilson por violência doméstica. Como resultado dessa denúncia, ela obteve uma medida protetiva de urgência, que impedia o agressor de se aproximar.</p>
<p> O significado da medida protetiva e sua quebra fatal</p>
<p>Uma medida protetiva de urgência é um instrumento legal crucial, concedido pela justiça para resguardar a integridade física e psicológica de vítimas de violência doméstica e familiar. Ela pode proibir o agressor de se aproximar da vítima, de manter contato e até mesmo determinar seu afastamento do lar. A existência dessa medida no caso de Carla reforça a gravidade da situação pré-existente e a necessidade de proteção que ela buscava. No entanto, o desfecho trágico evidencia que, apesar do amparo legal, a vida de Carla foi brutalmente ceifada. A quebra da medida protetiva, um crime por si só, demonstra a total disregard do agressor pela lei e pela vida da vítima, sublinhando a urgência de fortalecer os mecanismos de proteção e monitoramento para evitar que tais crimes se repitam. A reincidência e a ousadia do agressor em descumprir uma ordem judicial em via pública acendem um alerta sobre a necessidade de estratégias mais robustas para garantir a segurança das mulheres.</p>
<p> A crescente onda de feminicídios em São Paulo</p>
<p>O assassinato de Carla Carolina não é um incidente isolado, mas se insere em um contexto alarmante de aumento dos casos de feminicídios na capital paulista. O ano de 2025 registrou o maior número para um ano desde que a série histórica foi iniciada em abril de 2015, mesmo sem a consolidação dos dados de dezembro. Essa escalada da violência de gênero é um indicativo preocupante da falha em proteger as mulheres em seus ambientes mais vulneráveis, seja em casa ou em espaços públicos.</p>
<p> O impacto devastador da violência contra a mulher na capital</p>
<p>No final de novembro do mesmo ano, São Paulo foi palco de outro caso de feminicídio com grande repercussão, que ilustra a crueldade e a impunidade frequentemente associadas a esses crimes. Tainara Souza Santos, de 31 anos, foi vítima de um atropelamento bárbaro na Marginal Tietê. Douglas Alves da Silva, o agressor, a arrastou presa embaixo do veículo por cerca de um quilômetro. As pernas de Tainara foram severamente mutiladas. Ela foi socorrida e submetida a diversas cirurgias, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na noite de 24 de dezembro, deixando dois filhos órfãos. Douglas Alves da Silva foi preso no dia seguinte ao crime, após intensas investigações da Polícia Civil. O delegado responsável pelo caso classificou a ocorrência como tentativa de feminicídio com requintes de crueldade e sem possibilidade de defesa da vítima. Esses casos extremos, junto com o crescimento geral das estatísticas, refletem um cenário de violência que demanda atenção urgente e ações coordenadas das autoridades e da sociedade para combater o feminicídio e proteger as vidas das mulheres. Além disso, a operação que prendeu 233 agressores de mulheres no estado de São Paulo mostra a escala do problema e os esforços em andamento, que ainda assim parecem insuficientes diante da persistência da violência.</p>
<p> Urge a reflexão sobre a proteção às mulheres</p>
<p>O feminicídio de Carla Carolina Miranda da Silva, apesar da existência de uma medida protetiva, e o aumento dos casos na capital paulista, como o trágico destino de Tainara Souza Santos, reforçam a urgência de uma reflexão profunda sobre a eficácia das políticas de proteção às mulheres e o combate à violência de gênero. A lei, por si só, não basta se não for acompanhada de um sistema de segurança e apoio que funcione de forma integrada e preventiva. É fundamental fortalecer os canais de denúncia, garantir a agilidade na concessão e fiscalização das medidas protetivas, e oferecer acolhimento e suporte psicossocial às vítimas, bem como programas de reeducação para agressores. A sociedade precisa reconhecer que o feminicídio é a ponta de um iceberg de violência enraizada e que sua erradicação exige um compromisso coletivo de conscientização, educação e tolerância zero contra todas as formas de agressão. A vida de Carla e de tantas outras mulheres não pode ser em vão; seus casos devem impulsionar mudanças concretas para um futuro mais seguro e justo.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre feminicídio e medidas protetivas</p>
<p>1. O que é feminicídio e como ele se diferencia de outros homicídios?<br />
Feminicídio é o assassinato de uma mulher cometido por razões da condição de sexo feminino, ou seja, quando o crime envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A Lei 13.104/2015 o incluiu como qualificadora do crime de homicídio no Código Penal brasileiro, com pena mais severa.</p>
<p>2. Como funciona uma medida protetiva de urgência?<br />
A medida protetiva de urgência é um instrumento previsto na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) que visa proteger a vítima de violência doméstica. Ela pode incluir o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato ou aproximação da vítima, de seus familiares e testemunhas, entre outras determinações. É concedida por um juiz após a denúncia e avaliação da situação de risco.</p>
<p>3. O que fazer ao testemunhar ou ser vítima de violência doméstica?<br />
Se você é vítima ou testemunha de violência doméstica, é crucial denunciar. Você pode ligar para o número 180 (Central de Atendimento à Mulher), procurar uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) ou qualquer delegacia de polícia, ou acionar a Polícia Militar pelo 190 em casos de emergência. Manter registros (fotos, mensagens, vídeos) também pode ser importante.</p>
<p>Se você ou alguém que conhece está em situação de violência, não hesite em buscar ajuda. Ligue 180, acione a Polícia Militar pelo 190 ou procure uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Sua denúncia pode salvar vidas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Isenção de IPVA para motos beneficia 160 mil em Araçatuba e milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 14:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[motocicletas]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova legislação que estabelece a isenção de IPVA para motos de até 180 cilindradas no estado de São Paulo representa um marco significativo para milhões de proprietários, especialmente na região de Araçatuba. A medida, que já entrou em vigor, promete um alívio financeiro substancial para cerca de 160 mil motociclistas apenas na área de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova legislação que estabelece a isenção de IPVA para motos de até 180 cilindradas no estado de São Paulo representa um marco significativo para milhões de proprietários, especialmente na região de Araçatuba. A medida, que já entrou em vigor, promete um alívio financeiro substancial para cerca de 160 mil motociclistas apenas na área de Araçatuba, um número que ressalta a importância econômica e social desses veículos. Em nível estadual, a expectativa é que aproximadamente 4,3 milhões de motocicletas sejam beneficiadas, representando uma vasta parcela da frota total de São Paulo. A aprovação do projeto de lei pelo Governo do Estado e sua sanção em dezembro do ano passado garantem que essa economia já se reflita no orçamento dos cidadãos neste ano. Essa iniciativa é vista como um reconhecimento do papel fundamental que as motocicletas desempenham no dia a dia, tanto para a locomoção pessoal quanto como ferramenta essencial de trabalho.</p>
<p> Detalhes da nova legislação e seus beneficiários</p>
<p>A regulamentação para a isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em São Paulo foi cuidadosamente elaborada para maximizar o impacto social e econômico. A partir deste ano, motocicletas, ciclomotores e motonetas com cilindradas de até 180cc, que estejam em situação regular de registro e licenciamento, e que sejam de propriedade de pessoas físicas, estão automaticamente isentas do pagamento do imposto. Essa especificação de cilindrada abrange uma vasta gama de modelos populares, frequentemente utilizados para deslocamentos diários, entregas e outras atividades de prestação de serviços, caracterizando-os como veículos de baixo custo e alta utilidade. A intenção primária é focar nos veículos que servem como sustento e facilitam a mobilidade das camadas da população que mais necessitam desse benefício, assegurando que o impacto da desoneração seja sentido onde é mais relevante.</p>
<p> Abrangência e critérios de elegibilidade</p>
<p>A escolha da cilindrada de até 180cc não é aleatória; ela visa atingir diretamente os segmentos da população que mais dependem da motocicleta como um meio de transporte acessível e, muitas vezes, como seu principal instrumento de trabalho. Modelos populares como as motos de 125cc, 150cc e até algumas de 160cc, amplamente empregadas por entregadores, motoboys e pequenos empreendedores, são os principais alvos dessa medida. Para que a isenção seja válida, é imprescindível que o veículo esteja devidamente registrado e licenciado junto ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), garantindo que apenas veículos em conformidade com a legislação de trânsito sejam beneficiados. Além disso, a propriedade deve ser de uma pessoa física, excluindo frotas comerciais de grandes empresas, o que reforça o caráter social da lei ao focar no indivíduo e suas necessidades de mobilidade e renda. A regularidade do veículo, incluindo o pagamento de multas e outros débitos anteriores, é um pré-requisito para usufruir da isenção.</p>
<p> Impacto regional e estadual da isenção</p>
<p>Os dados levantados pelo Detran-SP são reveladores e demonstram a capilaridade dessa medida. Na região de Araçatuba, um contingente significativo de 160 mil proprietários será diretamente beneficiado por essa mudança. Essa região, conhecida por sua atividade agrícola e comercial, vê nas motocicletas um componente vital para a mobilidade de seus trabalhadores e para a dinamização da economia local, facilitando o acesso a empregos e serviços. O impacto se estende por todo o estado, onde o número de motos isentas pode alcançar a impressionante marca de 4,3 milhões. Isso representa uma esmagadora maioria, 76,3% de toda a frota de 5,7 milhões de motocicletas registradas em São Paulo. Essa ampla abrangência demonstra o alcance da medida e o alívio generalizado que ela proporcionará a milhões de famílias paulistas, liberando recursos que antes seriam destinados ao IPVA para outras necessidades essenciais, como alimentação, saúde ou educação.</p>
<p> O papel social e econômico da medida</p>
<p>A decisão de conceder a isenção do IPVA para motocicletas de baixa cilindrada vai além de uma simples desoneração fiscal; ela é um reconhecimento explícito do papel social e econômico insubstituível que esses veículos desempenham na vida dos cidadãos paulistas. Em um cenário econômico desafiador, com o aumento dos custos de vida e combustíveis, essa medida representa um fôlego para inúmeras famílias e profissionais autônomos, contribuindo para a sustentabilidade financeira de muitos lares.</p>
<p> Alívio para trabalhadores e fomento à mobilidade urbana</p>
<p>Para muitos trabalhadores, a motocicleta não é apenas um meio de transporte, mas sim uma ferramenta de sustento. Entregadores, prestadores de serviços, pequenos comerciantes e profissionais liberais dependem intrinsecamente de suas motos para garantir sua renda e a subsistência de suas famílias. A isenção do IPVA para esses veículos alivia uma carga financeira anual que, embora individualmente possa parecer modesta, somada a outras despesas veiculares e pessoais, faz uma diferença considerável no orçamento doméstico. O governador Tarcísio de Freitas enfatizou esse aspecto, afirmando que &#8220;a moto é, para muitos trabalhadores, uma ferramenta de sustento e de mobilidade. A isenção foi planejada com responsabilidade para aliviar o orçamento de quem mais precisa&#8221;. Além disso, a medida contribui indiretamente para a mobilidade urbana, incentivando o uso de um meio de transporte ágil e econômico, especialmente em grandes centros e cidades do interior onde o trânsito e o acesso são desafios constantes, permitindo que os cidadãos cheguem aos seus destinos de forma mais eficiente e com menor custo.</p>
<p> Responsabilidade fiscal e planejamento governamental</p>
<p>A implementação dessa política pública foi pautada em um planejamento fiscal rigoroso. O projeto de lei considerou cuidadosamente as projeções fiscais do estado, buscando garantir que a desoneração não comprometesse o equilíbrio das contas públicas. Foram realizadas análises detalhadas, incluindo a atualização da Tabela Fipe, que serve de base para o cálculo do valor venal dos veículos, com projeções até 2026. Essa abordagem demonstra um compromisso com a Lei de Responsabilidade Fiscal, assegurando que o benefício concedido aos cidadãos seja sustentável a longo prazo. A preocupação em não &#8220;comprometer o equilíbrio das contas do Estado&#8221;, conforme salientado pelo governador, reflete a seriedade com que a gestão estadual aborda as finanças públicas, mesmo ao implementar políticas de grande impacto social. O processo de aprovação pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) também passou por debates e análises, reforçando o caráter democrático e planejado da medida.</p>
<p> Perspectivas e o futuro da mobilidade em São Paulo</p>
<p>A isenção do IPVA para motocicletas de baixa cilindrada em São Paulo é mais do que uma medida pontual; ela sinaliza uma compreensão governamental da dinâmica da mobilidade e do trabalho no estado. Ao desonerar um tipo de veículo que é central para a economia informal e para a subsistência de milhões, o governo não apenas oferece um alívio imediato, mas também pode influenciar tendências futuras. Espera-se que a medida estimule a regularização de veículos e a aquisição de motocicletas novas ou seminovas dentro da faixa de cilindrada beneficiada, impulsionando o mercado e a manutenção formal. Além disso, ao facilitar a vida dos motociclistas, São Paulo reforça sua posição como um estado que busca soluções inovadoras para seus desafios sociais e econômicos, sempre com um olhar atento à responsabilidade fiscal. Esta iniciativa pode ainda encorajar outros estados a considerar políticas semelhantes, reconhecendo o valor social e econômico das motocicletas de baixa cilindrada.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quais motos são isentas do IPVA em São Paulo?<br />
São isentas as motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 180 cilindradas, desde que estejam em situação regular de registro e licenciamento e sejam de propriedade de pessoas físicas.</p>
<p> Desde quando a isenção do IPVA para motos é válida?<br />
A isenção foi sancionada em 24 de dezembro do ano passado e passou a valer já para o exercício de 2024, beneficiando os proprietários desde o início deste ano.</p>
<p> É necessário solicitar a isenção do IPVA para minha moto?<br />
Não é necessário. Se sua motocicleta se enquadra nos critérios de cilindrada, registro e propriedade (pessoa física), a isenção é automática. Basta que o veículo esteja regularizado conforme a legislação.</p>
<p> Qual o impacto da medida para o Estado de São Paulo?<br />
A medida beneficia aproximadamente 4,3 milhões de motocicletas em todo o estado, representando 76,3% da frota. Ela alivia o orçamento de milhões de famílias e trabalhadores, sem comprometer o equilíbrio das contas estaduais, segundo o governo.</p>
<p>Confira se sua moto se enquadra nos critérios e aproveite a isenção do IPVA, garantindo mais economia no seu dia a dia e contribuindo para sua mobilidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Câmara aprova proposta de taxação das empresas de streaming</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 00:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados finalizou a votação de um projeto de lei que estabelece novas regras para plataformas de streaming de vídeo, como Netflix, Disney+ e Youtube. A medida, aprovada nesta quarta-feira (5), introduz uma taxação de até 4% sobre a receita bruta destas empresas, destinada à Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados finalizou a votação de um projeto de lei que estabelece novas regras para plataformas de streaming de vídeo, como Netflix, Disney+ e Youtube. A medida, aprovada nesta quarta-feira (5), introduz uma taxação de até 4% sobre a receita bruta destas empresas, destinada à Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine).</p>
<p>Este tributo, já aplicado a serviços de TV por assinatura e telecomunicações, tem como objetivo impulsionar o investimento na produção audiovisual brasileira. Estima-se que a regulamentação possa gerar mais de R$ 1 bilhão para o setor.</p>
<p>As empresas terão a opção de deduzir até 60% do valor arrecadado através da Condecine, caso reinvestam os recursos na produção de obras audiovisuais nacionais. Essa medida visa incentivar a produção local e fortalecer a indústria cinematográfica do país.</p>
<p>Além da taxação, o projeto de lei também determina uma cota de 10% para produções nacionais nos catálogos das plataformas de streaming. A implementação desta cota será gradual, estendendo-se por um período de seis anos, permitindo que as empresas se adaptem às novas exigências.</p>
<p>O relator do projeto, Dr. Luizinho, expressou satisfação com a aprovação do texto, destacando a importância da medida para o audiovisual brasileiro. Segundo ele, a proposta representa um avanço na valorização da cultura nacional, promovendo a geração de empregos e renda no país.</p>
<p>Embora tenha expressado críticas ao relatório inicial, o Ministério da Cultura se mobilizou para realizar alterações no texto e avaliou a proposta final como um acordo possível dentro do contexto político atual.</p>
<p>Outra previsão importante do projeto é a inclusão de conteúdo da comunicação pública, como produções da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nas plataformas de streaming privadas.</p>
<p>O projeto segue agora para análise e votação no Senado.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Anvisa proíbe substâncias em produtos para unhas em gel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 05:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
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		<category><![CDATA[substâncias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição do uso de duas substâncias comumente encontradas em produtos para unhas em gel que requerem exposição à luz ultravioleta ou LED para fixação. A medida impacta diretamente a indústria de cosméticos e salões de beleza, visando a proteção da saúde tanto de profissionais quanto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição do uso de duas substâncias comumente encontradas em produtos para unhas em gel que requerem exposição à luz ultravioleta ou LED para fixação. A medida impacta diretamente a indústria de cosméticos e salões de beleza, visando a proteção da saúde tanto de profissionais quanto de consumidores.</p>
<p>As substâncias banidas são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA). A decisão foi oficializada em uma resolução aprovada nesta quarta-feira (29).</p>
<p>A motivação por trás da proibição reside nos potenciais riscos à saúde associados a essas substâncias. A Anvisa alerta que o DMPT apresenta risco de ser cancerígeno para humanos, enquanto o TPO demonstrou toxicidade para a reprodução, com potencial para comprometer a fertilidade.</p>
<p>A medida alinha o Brasil com padrões internacionais de segurança, seguindo o exemplo da União Europeia, que também recentemente baniu esses ingredientes. A proibição impede a comercialização de produtos considerados perigosos em outros países no mercado brasileiro. A restrição abrange qualquer produto cosmético que contenha as substâncias mencionadas.</p>
<p>A resolução estabelece prazos para a implementação da proibição. A fabricação e importação de produtos contendo TPO ou DMPT, assim como a concessão de novos registros, estão imediatamente vedadas. Empresas e estabelecimentos comerciais têm um período de 90 dias para cessar a venda e o uso de produtos já existentes no mercado que contenham as substâncias proibidas.</p>
<p>Após o prazo estabelecido, a Anvisa procederá com o cancelamento de todos os registros e notificações de produtos irregulares. As empresas fabricantes serão responsáveis por recolher os produtos que ainda estiverem disponíveis em lojas e distribuidores.</p>
<p>A diretora da Anvisa, Daniela Marreco, ressaltou a importância da medida, destacando que os eventos adversos associados a essas substâncias estão geralmente ligados à exposição repetida e prolongada. Embora o risco ocupacional seja maior, os usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos, reforçando a necessidade de uma ação preventiva por parte do Estado para evitar riscos evitáveis. A diretora complementou que, mesmo que contatos ocasionais representem um risco menor, a proibição se faz necessária como medida de precaução para proteger a saúde pública.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo Federal amplia em R＄ 300 milhões programa de desconto para carros sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 10:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida foi anunciada para atender fila de espera de montadoras interessadas em participar do programa de incentivos fiscais para baixar valores e movimentar o mercado Para atender uma fila de espera de montadoras interessadas em integrar o programa de desconto para carros sustentáveis, o Governo Federal resolveu estender em cerca de R＄ 300 milhões os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Medida foi anunciada para atender fila de espera de montadoras interessadas em participar do programa de incentivos fiscais para baixar valores e movimentar o mercado</em></h4>
<p>Para atender uma fila de espera de montadoras interessadas em integrar o programa de desconto para carros sustentáveis, o Governo Federal resolveu estender em cerca de R＄ 300 milhões os recursos previstos em crédito tributários para incentivar o setor automotivo.<br />
A medida foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, nesta quarta-feira, 28/6.<br />
&#8220;Estamos alocando R＄ 300 milhões adicionais para nosso programa de descontos para carros sustentáveis. O programa está atingindo os objetivos delineados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao preservar empregos, facilitar o acesso da população a veículos seguros e eficientes e provocar quedas de preço no mercado automotivo como um todo&#8221;, escreveu Alckmin em seu perfil oficial no Twitter.<br />
Segundo o ministro Haddad, o teto do programa previsto na Medida Provisória original era de R＄ 1,6 bilhão, com R＄ 100 milhões que estavam &#8220;de sobra&#8221;. Com a decisão de ampliar o programa, serão necessários mais R＄ 200 milhões em créditos tributários.<br />
&#8220;Vai virar um programa de R＄ 1,8 bilhão, ainda abaixo daquilo que falamos, de R＄ 2 bilhões&#8221;, afirmou o ministro. Segundo ele, a reoneração do diesel, necessária para compensar os créditos tributários concedidos às empresas, não será sentida pelo consumidor na ponta. Isso porque, desde o anúncio do programa, já houve queda no valor do dólar e uma consequente queda no preço final do combustível.<br />
Para referendar a medida, haverá a edição de uma nova Medida Provisória, que vale apenas para carros. Segundo o painel de dados lançados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), R＄ 420 milhões dos R＄ 500 milhões em crédito tributário para a compra de carros já foram usados, ou 84% do total.<br />
O teto de crédito para ônibus e caminhões segue o mesmo. São R＄ 700 para caminhões (já foram usados R＄ 100 milhões) e R＄ 300 milhões para vans e ônibus (R＄ 140 milhões já usados). O programa tem prazo de quatro meses, mas pode acabar antes, assim que os créditos tributários se esgotarem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</strong></i></p>
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