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	<title>marcha &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Marcha das mulheres negras reúne milhares em brasília por justiça social</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a um céu nublado e garoa persistente, Brasília se tornou palco de uma poderosa manifestação na manhã de hoje. Mulheres de diversas regiões do Brasil e do mundo convergiram para a Esplanada dos Ministérios, ocupando o coração da capital federal em um ato de reivindicação e união. Esta é a segunda edição da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a um céu nublado e garoa persistente, Brasília se tornou palco de uma poderosa manifestação na manhã de hoje. Mulheres de diversas regiões do Brasil e do mundo convergiram para a Esplanada dos Ministérios, ocupando o coração da capital federal em um ato de reivindicação e união.</p>
<p>Esta é a segunda edição da Marcha das Mulheres Negras, que este ano ecoa o tema &#8220;Por Reparação e Bem Viver&#8221;. O movimento tem como objetivo central demandar direitos fundamentais para as mulheres negras, abrangendo áreas como moradia, emprego e segurança. As participantes defendem, ainda, o direito a uma vida digna, livre de violência e a implementação de ações reparatórias.</p>
<p>Desde a semana passada, a cidade tem sido palco de uma série de atividades preparatórias para a marcha, com encontros e debates promovidos em diversos espaços. Essa programação intensa integra a Semana por Reparação e Bem-Viver, que se encerra amanhã (26).</p>
<p>A importância da marcha reside também no fato de que as mulheres negras representam a maior parcela da população brasileira. Dados do Ministério da Igualdade Racial revelam que elas somam mais de 11 milhões – considerando mulheres pretas e pardas –, o que corresponde a 28% da população do país.</p>
<p>A programação de hoje é extensa e diversificada. Pela manhã, o Congresso Nacional sediou uma sessão solene em homenagem à marcha, seguida por uma Roda de Capoeira e um Cortejo de Berimbaus. As atividades culturais continuam à tarde e à noite, com apresentações marcadas para acontecer no Museu da República, cujos portões serão abertos às 15h. Entre as atrações, está confirmada a presença de artistas negras como Larissa Luz.</p>
<p>Paralelamente às manifestações culturais, as representantes da Marcha das Mulheres Negras serão recebidas às 19h30 pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, na sede da corte.</p>
<p>O cortejo principal teve início às 11h45, seguindo pela Esplanada dos Ministérios, em um ato simbólico de força e representatividade.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Marcha trans e travesti no rio clama por direitos e fim da violência</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 03:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manifestantes se reuniram no Rio de Janeiro neste sábado, na 4ª Marcha Trans &#38; Travesti, com o tema “Independência não Morte”. O evento, realizado nos Arcos da Lapa, teve como principal objetivo denunciar e combater a violência contra pessoas trans e travestis no Brasil, país apontado como um dos mais perigosos para essa população. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manifestantes se reuniram no Rio de Janeiro neste sábado, na 4ª Marcha Trans &amp; Travesti, com o tema “Independência não Morte”. O evento, realizado nos Arcos da Lapa, teve como principal objetivo denunciar e combater a violência contra pessoas trans e travestis no Brasil, país apontado como um dos mais perigosos para essa população.</p>
<p>A marcha busca apoio para as organizações que trabalham em defesa dos direitos da comunidade trans, muitas vezes com recursos limitados. A pauta central é a garantia e expansão dos direitos dessa população, que enfrenta diversas formas de discriminação e violência.</p>
<p>Segundo o coordenador-geral da Marcha, Gab Van, os corpos trans continuam sendo alvo de grupos que negam sua existência, com financiamento em escala global.</p>
<p>Durante o evento, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro montou um posto para oferecer serviços de retificação civil. Karyn Cruz, uma mulher transexual que procurou o serviço, ressaltou a importância de espaços como este para promover o protagonismo e a inclusão da comunidade trans na sociedade.</p>
<p>A atriz Frida Resende também marcou presença na marcha, celebrando o orgulho de ser uma mulher travesti. Ela destacou a importância da marcha para garantir o futuro e a existência da comunidade trans, afirmando que por muito tempo sua existência foi reprimida, e que estar na marcha representa a afirmação de sua liberdade.</p>
<p>Dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) revelam um cenário alarmante. O Dossiê “Assassinatos e Violências contra Travestis e Transexuais Brasileiras em 2024” aponta que a expectativa de vida da população trans é de apenas 35 anos, consideravelmente menor que a média nacional, que ultrapassa os 75 anos. Em 2024, a média de idade das vítimas de assassinato foi de 32 anos, sendo que a maioria das vítimas (78%) eram pessoas trans pretas e pardas, e 49% tinham entre 18 e 29 anos.</p>
<p>Além da retificação do nome civil oferecida pela Defensoria Pública, a Secretaria estadual de Saúde, em parceria com o ambulatório trans do Hospital Universitário Pedro Ernesto, ofereceu serviços de testagem rápida para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e emissão de ofícios de gratuidade para a obtenção de segunda via de documentos para casamentos e união estável.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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