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	<title>maior &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Gestantes de áreas vulneráveis enfrentam maior risco de natimortalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 05:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo abrangente revela que gestantes residentes em áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica no Brasil enfrentam um risco significativamente elevado de perder seus bebês durante a gestação ou no momento do parto. A pesquisa aponta para uma disparidade alarmante, com o risco de natimortalidade nessas regiões podendo ser até 68% maior em comparação com municípios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo abrangente revela que gestantes residentes em áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica no Brasil enfrentam um risco significativamente elevado de perder seus bebês durante a gestação ou no momento do parto. A pesquisa aponta para uma disparidade alarmante, com o risco de natimortalidade nessas regiões podendo ser até 68% maior em comparação com municípios com melhores condições de vida.</p>
<p>A análise, conduzida em colaboração por diversas instituições, incluindo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a London School of Hygiene and Tropical Medicine, a Universidade de São Paulo (USP) e a Western University, no Canadá, examinou dados de nascimentos ocorridos no Brasil entre os anos de 2000 e 2018. Os pesquisadores utilizaram registros oficiais do Ministério da Saúde e os relacionaram ao Índice Brasileiro de Privação, que avalia os municípios em relação a níveis de privação com base em renda, escolaridade e condições de moradia.</p>
<p>O estudo constatou que, ao longo dos 18 anos analisados, a taxa de natimortalidade se manteve relativamente estável nas cidades com maior vulnerabilidade, contrastando com a diminuição observada naquelas com melhores condições socioeconômicas.</p>
<p>Em 2018, o Brasil registrou 28,6 mil casos de fetos que morreram após a 20ª semana de gestação ou de bebês que faleceram durante o parto, correspondendo a uma taxa de 9,6 natimortos a cada mil nascimentos. Contudo, ao analisar os dados por município, essa taxa varia significativamente: 7,5 nos municípios com melhores condições socioeconômicas e 11,8 nas cidades com maior nível de privação.</p>
<p>Os pesquisadores sugerem que melhorias gerais nas políticas de saúde e em outras áreas, como educação e saneamento básico, podem explicar a diminuição da taxa média de natimortalidade no país. No entanto, a razão pela qual essas intervenções se mostraram menos eficazes nos municípios mais carentes permanece um desafio.</p>
<p>Uma das hipóteses levantadas é que esses municípios concentram uma proporção maior de populações rurais vivendo em áreas remotas, o que dificulta o acesso aos serviços de saúde, especialmente aqueles de maior complexidade. A desigualdade também desempenha um papel crucial, com a falta de serviços, a dificuldade de acesso e a baixa qualidade dos serviços de saúde disponíveis nessas áreas contribuindo para uma atenção pré-natal e durante o parto que pode não ser ideal.</p>
<p>A pesquisa enfatiza a importância de investigar a natimortalidade entre municípios, considerando o nível de privação, como uma ferramenta fundamental para identificar áreas que necessitam de melhorias no acesso e na qualidade da atenção perinatal.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Trabalhador de aplicativo ganha mais, mas cumpre jornadas maiores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores que utilizam aplicativos para gerar renda auferiram, em 2024, um rendimento médio mensal de R$ 2.996. Este valor representa um aumento de 4,2% em comparação com os trabalhadores que não utilizam plataformas digitais, cuja renda média foi de R$ 2.875. A diferença, no entanto, já foi maior em 2022, quando a renda dos trabalhadores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhadores que utilizam aplicativos para gerar renda auferiram, em 2024, um rendimento médio mensal de R$ 2.996. Este valor representa um aumento de 4,2% em comparação com os trabalhadores que não utilizam plataformas digitais, cuja renda média foi de R$ 2.875. A diferença, no entanto, já foi maior em 2022, quando a renda dos trabalhadores de aplicativo superava em 9,4% a dos demais.</p>
<p>Embora o rendimento seja superior, os dados revelam que esses profissionais também dedicam mais tempo ao trabalho. Em 2024, a jornada semanal média dos trabalhadores de aplicativo foi de 44,8 horas, enquanto os demais ocupados registraram 39,3 horas semanais.</p>
<p>Essa diferença na jornada impacta o rendimento por hora. Os trabalhadores de aplicativo receberam, em média, R$ 15,4 por hora, um valor 8,3% inferior aos R$ 16,8 por hora dos que não utilizam plataformas digitais. Isso indica que, para obter uma renda maior, os trabalhadores de aplicativo precisam trabalhar mais horas.</p>
<p>O levantamento analisou dados de pessoas com 14 anos ou mais que utilizam aplicativos de táxi, transporte particular de passageiros, entrega de comida e produtos, e prestação de serviços gerais ou profissionais. Foram identificados 1,7 milhão de trabalhadores plataformizados.</p>
<p>A pesquisa também avaliou o rendimento dos trabalhadores por nível de escolaridade. Em todos os segmentos com escolaridade abaixo do nível superior, o rendimento dos trabalhadores de aplicativo superou o dos demais. Entre os ocupados com ensino fundamental completo e médio incompleto, a renda foi 50% maior. Contudo, entre os trabalhadores com nível superior, os plataformizados receberam 29,8% menos (R$ 4.263) do que os não plataformizados (R$ 6.072). Segundo analistas, essa diferença pode indicar que profissionais com formação universitária não encontraram vagas em suas áreas e buscaram alternativas nos aplicativos, sem atingir o rendimento esperado para seu nível de instrução.</p>
<p>O estudo também apontou que os trabalhadores de aplicativo enfrentam maior informalidade e menor contribuição para a previdência. Enquanto 43,8% dos trabalhadores ocupados estavam na informalidade, essa proporção chega a 71,7% entre os plataformizados. Apenas 35,9% dos trabalhadores de aplicativo contribuem para a previdência, em comparação com 61,9% dos demais.</p>
<p>Entre os motoristas, o rendimento médio mensal dos que utilizam aplicativos foi de R$ 2.766, superando em R$ 341 o dos não plataformizados (R$ 2.425). No entanto, a jornada de trabalho dos motoristas de aplicativo é cinco horas maior por semana, em média. A informalidade também é maior entre os motoristas de aplicativo, atingindo 83,6% deles.</p>
<p>Similarmente, os motociclistas que utilizam aplicativos para trabalhar têm rendimento mensal de R$ 2.119, 28,2% maior que os não plataformizados (R$ 1.653). A jornada semanal também é maior, com 45,2 horas, e a informalidade atinge 84,3%.</p>
<p>Representantes de categorias de trabalhadores de aplicativo buscam o reconhecimento de vínculo empregatício com as plataformas, alegando precarização do trabalho. O assunto está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF), com parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) contrário ao reconhecimento do vínculo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Chuvas melhoram nível dos reservatórios de São Paulo, diz Sabesp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 15:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As fortes chuvas que têm atingido o estado de São Paulo desde dezembro do ano passado melhoraram o nível dos reservatórios. Principalmente do Cantareira, sistema que abastece a região da Grande São Paulo e que hoje estava operando com 48,5% de sua capacidade. Há um mês, o nível do reservatório estava em 38,3%, em nível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="clear">As fortes chuvas que têm atingido o estado de São Paulo desde dezembro do ano passado melhoraram o nível dos reservatórios. Principalmente do Cantareira, sistema que abastece a região da Grande São Paulo e que hoje estava operando com 48,5% de sua capacidade. Há um mês, o nível do reservatório estava em 38,3%, em nível de alerta. Isso é o que aponta a situação dos mananciais, que é publicada diariamente no <em>site</em> da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).<img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=620&amp;ssl=1" width="1" height="1" /><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=620&amp;ssl=1" width="1" height="1" /></div>
<div class="entry">
<p>Apesar de ainda estar distante do nível normal, que é estabelecido acima dos 60%, hoje o Cantareira opera em nível de atenção, uma situação bem melhor do que havia há um mês. A situação também é bem mais confortável ao que era registrado há um ano, quando o sistema estava operando com 29,6% de sua capacidade.</p>
<p>Desde o dia 1º de janeiro até hoje (16), o Cantareira ganhou 6,3% de sua capacidade, variando sempre positivamente a cada dia. A capacidade máxima do Sistema Cantareira (volume útil, sem considerar a reserva técnica) é 982 bilhões de litros. Hoje, esse volume útil estava em 476,3 bilhões de litros. Esse é o maior volume operado pelo sistema desde janeiro de 2017, quando o Cantareira contava com cerca de 49,6% de sua capacidade.</p>
<h2>Demais sistemas</h2>
<p>Além do Cantareira, outros sistemas de São Paulo operam com bons níveis para o mês. O reservatório do Alto Tietê tem operado com nível de 51,2%. O do Guarapiranga com nível próximo dos 80% e, o de Cotia, com nível de quase 68%. O Rio Grande é o que está em melhor situação, operando acima de 102% de seu nível. O São Lourenço está em 98,7%. Já a pior situação é do Rio Claro, com 41,9% de sua capacidade. Somados todos os sistemas, o nível dos mananciais atingiu 57,5% hoje.</p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a Sabesp informou “que o período de chuvas beneficiou o Sistema Integrado Metropolitano, que neste momento, opera com 57,5% da capacidade, nível superior aos 45,8% de 2022”.</p>
<p>“Assim, como no ano passado, não há risco de desabastecimento de água na RMSP [região metropolitana de São Paulo] neste período. Mas a companhia segue orientando sobre a importância do uso consciente da água pela população”, disse a Sabesp, por meio de nota.</p>
<h2>Níveis</h2>
<p>A captação de água do Sistema Cantareira é condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial observada no último dia de cada mês. Foram criadas cinco faixas, definidas por uma <a href="https://arquivos.ana.gov.br/resolucoes/2017/925-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">resolução conjunta</a> da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), em 2017, e que devem ser seguidas pela Sabesp.</p>
<p>Os cinco níveis criados pela resolução são: normal, quando o nível do reservatório é igual ou maior que 60%; atenção, quando é igual ou maior que 40% e menor que 60%; alerta, quando está maior que 30% e menor que 40%; restrição, quando é maior que 20% e menor que 30%; e especial, quando o volume acumulado é menor que 20%. Estas faixas orientam os limites de retirada de água do sistema.</p>
<p>Como no último dia 31 de dezembro o Sistema Cantareira estava com 42,2% de sua capacidade total, ele hoje opera na fase de atenção – fase que deve ser mantida se, no dia 31 de janeiro, ele mantiver seu nível entre 40% e 60%. fonte: agência brasil</p>
</div>
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