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	<title>líderes &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>líderes &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Expo GovBrasil 2026 reúne líderes públicos para discutir caminhos da gestão e das políticas públicas no país</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 21:21:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De 26 a 28 de maio, o Transamerica Expo Center, em São Paulo, sediará a Expo GovBrasil 2026, encontro nacional dedicado ao debate sobre inovação, governança e fortalecimento das instituições públicas. O evento se propõe a reunir gestores, especialistas e representantes de diferentes esferas de governo para analisar desafios e compartilhar soluções voltadas à melhoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De 26 a 28 de maio, o Transamerica Expo Center, em São Paulo, sediará a Expo GovBrasil 2026, encontro nacional dedicado ao debate sobre inovação, governança e fortalecimento das instituições públicas. O evento se propõe a reunir gestores, especialistas e representantes de diferentes esferas de governo para analisar desafios e compartilhar soluções voltadas à melhoria dos serviços prestados à sociedade.</p>
<p>Ao integrar autoridades, servidores e instituições parceiras, a Expo GovBrasil favorece um ambiente de diálogo técnico, troca de experiências e apresentação de iniciativas que contribuem para a qualificação das políticas públicas.</p>
<p>A programação contempla temas como governança, compras públicas, cidades inteligentes, sustentabilidade, políticas sociais, transformação digital e modelos contemporâneos de gestão. A área de exposição reunirá organizações que desenvolvem projetos e ferramentas de apoio à administração pública, com foco em eficiência, transparência e resultados.</p>
<p>Entre os destaques, está o Prêmio Brasil de Gestão Pública, que reconhecerá experiências inovadoras implementadas por órgãos públicos em diferentes regiões do país, com potencial de replicação e impacto positivo no atendimento ao cidadão.</p>
<p>As inscrições para servidores públicos são gratuitas até março. A edição 2026 será realizada com compensação de emissões, caracterizando-se como evento carbono neutro.</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>Expo GovBrasil 2026<br />
Transamerica Expo Center – São Paulo/SP<br />
26, 27 e 28 de maio<br />
Inscrições gratuitas para servidores públicos até março<br />
Informações: expogovbrasil.com.br</p>
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		<title>Líderes do G7 reforçam apoio inabalável à Ucrânia no quarto aniversário da</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:01:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reconstrução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No marco do quarto aniversário da invasão russa em grande escala contra a Ucrânia, os líderes do Grupo dos Sete (G7) emitiram uma declaração conjunta contundente, reafirmando seu apoio inabalável à Ucrânia. A mensagem central enfatiza a continuidade e a intensificação do auxílio político, financeiro, humanitário e militar para Kiev, assegurando que a resiliência ucraniana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No marco do quarto aniversário da invasão russa em grande escala contra a Ucrânia, os líderes do Grupo dos Sete (G7) emitiram uma declaração conjunta contundente, reafirmando seu apoio inabalável à Ucrânia. A mensagem central enfatiza a continuidade e a intensificação do auxílio político, financeiro, humanitário e militar para Kiev, assegurando que a resiliência ucraniana será sustentada frente à agressão prolongada. O comunicado, divulgado em um momento crucial do conflito, sublinha a determinação do G7 em não ceder e em garantir que a Rússia seja responsabilizada por suas ações, buscando uma paz justa e duradoura que respeite a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, conforme o direito internacional. Este gesto coletivo do G7 reitera a unidade das principais economias democráticas do mundo em defesa da ordem internacional baseada em regras.</p>
<p> Solidariedade inabalável e os pilares do apoio<br />
A declaração dos líderes do G7 vai além de uma simples reiteração de solidariedade, delineando um compromisso multifacetado e de longo prazo com a Ucrânia. O documento frisa que o apoio não se limita apenas à defesa imediata do país, mas abrange também a sua estabilização econômica, a segurança cibernética e a resistência à desinformação russa. Os membros do G7 – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia – prometeram trabalhar em conjunto com a Ucrânia para desenvolver seus compromissos de segurança de longo prazo, essenciais para a defesa contínua contra futuras agressões e para a proteção da soberania nacional. Esta abordagem abrangente visa fortalecer a capacidade da Ucrânia de se defender e de se reconstruir, ao mesmo tempo em que envia uma mensagem clara de unidade global contra a agressão.</p>
<p> Compromisso militar, financeiro e humanitário<br />
Os pilares do apoio do G7 são evidentes nas múltiplas formas de assistência prometidas e já fornecidas. No âmbito militar, o compromisso inclui a entrega contínua de equipamentos essenciais, treinamento e inteligência para fortalecer as Forças Armadas ucranianas, permitindo-lhes defender seu território e seu povo. Financeiramente, o G7 e seus parceiros se comprometeram a fornecer apoio orçamentário estável e previsível, crucial para a manutenção dos serviços públicos e a estabilidade macroeconômica em um cenário de guerra. Além disso, a ajuda humanitária e a assistência à recuperação de emergência para a infraestrutura crítica danificada são prioridades, visando aliviar o sofrimento da população civil e restaurar a funcionalidade das cidades e regiões afetadas. O G7 também destacou a importância de abordar os impactos globais do conflito, incluindo a segurança alimentar e energética.</p>
<p> Sanções, responsabilização e o futuro dos ativos russos<br />
Um dos pontos centrais da declaração do G7 é a firme determinação em responsabilizar a Rússia pela sua agressão. Os líderes reiteraram seu compromisso em manter e, se necessário, intensificar as sanções contra a Rússia, visando enfraquecer sua capacidade de financiar a guerra. As medidas punitivas abrangem setores-chave da economia russa, buscando limitar o acesso a tecnologias e receitas cruciais. Além disso, o G7 se comprometeu a garantir que a Rússia pague pela devastação causada na Ucrânia. Nesta linha, os membros do grupo continuam a explorar todas as vias possíveis para que os ativos soberanos russos congelados em suas jurisdições sejam utilizados em apoio à recuperação e reconstrução da Ucrânia. Este esforço inclui a análise de mecanismos legais e econômicos que permitam a apropriação desses fundos para compensar os danos causados pela invasão.</p>
<p> Justiça e reconstrução pós-conflito<br />
A busca por justiça e a visão de uma Ucrânia pós-conflito são elementos intrínsecos à estratégia do G7. A declaração enfatiza a necessidade de responsabilizar todos os envolvidos em crimes de guerra e outras atrocidades cometidas no território ucraniano, apoiando ativamente as investigações internacionais e os esforços para levar os perpetradores à justiça. Simultaneamente, o G7 reitera seu apoio à reconstrução de longo prazo da Ucrânia, com foco na resiliência e na integração europeia. Os líderes concordaram em trabalhar com Kiev para mobilizar financiamentos privados e públicos, promover reformas e apoiar a recuperação econômica. A visão é de uma Ucrânia livre, democrática, independente e próspera, totalmente integrada na comunidade euro-atlântica, uma aspiração que se alinha com as prioridades do próprio governo ucraniano.</p>
<p> Perspectivas para a paz e a reconstrução<br />
A declaração do G7, emitida no doloroso quarto aniversário da invasão em grande escala, serve como um poderoso lembrete da persistência da comunidade internacional em apoiar a Ucrânia. Ao reafirmar um compromisso &#8220;inabalável&#8221;, os líderes do G7 não apenas enviam uma mensagem de solidariedade a Kiev, mas também uma advertência clara a Moscou de que a agressão não será tolerada e terá custos contínuos. A visão de uma paz justa e duradoura, baseada nos princípios da Carta das Nações Unidas e no respeito à integridade territorial da Ucrânia, permanece o objetivo final. Os esforços combinados em apoio militar, financeiro, humanitário e na busca por responsabilização são fundamentais para moldar o futuro do país e para restaurar a estabilidade na região e no mundo.</p>
<p> Perguntas frequentes<br />
Qual a principal mensagem da declaração do G7?<br />
A principal mensagem é o reafirmar do apoio &#8220;inabalável&#8221; e de longo prazo à Ucrânia, tanto militarmente quanto financeiramente e politicamente, no quarto aniversário da invasão russa.</p>
<p>Que tipo de apoio o G7 oferece à Ucrânia?<br />
O G7 oferece uma gama ampla de apoio, incluindo assistência militar, ajuda financeira para estabilidade orçamentária, assistência humanitária, apoio à reconstrução e esforços para responsabilizar a Rússia.</p>
<p>Por que o G7 reitera o apoio neste momento?<br />
A reiteração ocorre no quarto aniversário da invasão russa em grande escala, um marco que serve para reforçar a determinação do G7 em sustentar a Ucrânia e enviar uma mensagem de unidade e resistência à Rússia.</p>
<p>Qual o posicionamento do G7 sobre os ativos russos congelados?<br />
Os líderes do G7 estão explorando todas as vias possíveis para que os ativos soberanos russos congelados sejam utilizados em apoio à recuperação e reconstrução da Ucrânia, buscando mecanismos legais e econômicos para esse fim.</p>
<p>Para aprofundar-se nos desdobramentos deste conflito e nas iniciativas globais de apoio à Ucrânia, acompanhe nossas próximas análises e reportagens sobre a geopolítica mundial.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Trump, racismo e a erosão dos limites da decência na política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:46:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O questionamento sobre a conduta de um presidente de nação e a possibilidade de manifestações abertamente racistas por parte de líderes políticos tem ganhado centralidade nos debates globais. A preocupação se intensifica diante de episódios que, para muitos, sugerem uma perigosa dissolução dos padrões de decência e decoro esperados de um chefe de Estado. Figuras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O questionamento sobre a conduta de um presidente de nação e a possibilidade de manifestações abertamente racistas por parte de líderes políticos tem ganhado centralidade nos debates globais. A preocupação se intensifica diante de episódios que, para muitos, sugerem uma perigosa dissolução dos padrões de decência e decoro esperados de um chefe de Estado. Figuras proeminentes, como o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, frequentemente veem-se no centro dessas discussões, com suas declarações e ações sendo analisadas sob a ótica da ética e da responsabilidade. Esta análise aprofundada busca explorar as complexas ramificações do racismo presidencial, o impacto na esfera pública e os desafios inerentes à manutenção da integridade em posições de poder, refletindo sobre até que ponto a indecência pode ser tolerada antes de comprometer os pilares de uma sociedade justa e igualitária.</p>
<p> A gravidade do racismo presidencial e suas implicações</p>
<p>A figura de um presidente carrega um peso simbólico e prático imenso, moldando a percepção interna e externa de uma nação. Quando um líder máximo se envolve em comportamentos ou declarações que podem ser interpretados como racistas, as ondas de choque reverberam por todas as camadas da sociedade e além de suas fronteiras. A questão central não é apenas a moralidade pessoal do indivíduo, mas o impacto sistêmico que tal postura pode provocar. O racismo, em qualquer esfera, é prejudicial, mas quando emana do mais alto escalão do poder, ele adquire uma dimensão de validação e normalização que pode ter consequências devastadoras para a coesão social e a confiança nas instituições democráticas.</p>
<p> O impacto nas instituições democráticas e na sociedade</p>
<p>Um presidente que profere discursos ou adota ações racistas não apenas ofende grupos específicos, mas também mina a própria essência dos valores democráticos de igualdade, justiça e respeito. Tal comportamento pode:</p>
<p>1.  Legitimar o preconceito: Quando o racismo é veiculado ou tolerado por uma figura de autoridade, ele pode ser percebido por alguns setores da população como validado ou aceitável, encorajando a discriminação e o ódio em níveis mais baixos da sociedade. Isso cria um ambiente onde minorias étnicas e raciais se sentem mais vulneráveis e desprotegidas.<br />
2.  Erodir a confiança nas instituições: A crença de que o governo deve servir a todos os cidadãos de forma imparcial é fundamental para a democracia. Declarações racistas de um presidente podem corroer essa confiança, levando a uma desilusão generalizada e à sensação de que o Estado não representa ou protege todos os seus membros de maneira equitativa.<br />
3.  Fomentar a polarização: Em vez de unir a nação, um discurso racista presidencial aprofunda as divisões existentes, criando &#8220;nós&#8221; e &#8220;eles&#8221;. Isso dificulta o diálogo construtivo e a resolução de problemas, alimentando tensões e, em casos extremos, até a violência.<br />
4.  Deteriorar a imagem internacional: A reputação de um país é fortemente influenciada pela conduta de seus líderes. Comportamentos racistas de um presidente podem manchar a imagem da nação no cenário global, afetando suas relações diplomáticas, comerciais e sua capacidade de liderar em questões de direitos humanos.</p>
<p> Precedentes históricos e o papel da liderança</p>
<p>A história está repleta de exemplos de líderes que utilizaram divisões raciais para consolidar ou manter o poder. No entanto, o avanço das democracias e dos direitos humanos tem estabelecido um padrão de expectativa de que os líderes devem ser figuras de união e promotores da igualdade. O papel da liderança transcende a mera gestão política; ela envolve a responsabilidade moral de inspirar e guiar a nação para um futuro mais justo. Quando um presidente falha nesse aspecto fundamental, não apenas trai a confiança pública, mas também abre precedentes perigosos para futuras gerações de políticos e eleitores. A exigência de decência e de um compromisso antirracista não é uma opção, mas um pilar inegociável da liderança moderna.</p>
<p> A linha tênue da decência na esfera pública</p>
<p>Os limites do que é considerado &#8220;decente&#8221; em figuras públicas, especialmente presidentes, parecem estar em constante renegociação. Em um mundo cada vez mais conectado e polarizado, a percepção de indecência pode variar drasticamente entre diferentes grupos e ideologias. No entanto, existem certos comportamentos e linguagens que, universalmente, são vistos como transgressões graves, e o racismo certamente se enquadra nessa categoria. A questão, então, não é apenas se um comportamento é indecente, mas quais são as consequências quando ele emana do mais alto posto de poder.</p>
<p> Desafios na definição e aplicação de padrões éticos</p>
<p>Definir e aplicar padrões éticos para líderes políticos é um desafio complexo por várias razões:</p>
<p>1.  Subjetividade da decência: O que uma pessoa considera indecente, outra pode ver como &#8220;linguagem direta&#8221; ou &#8220;liberdade de expressão&#8221;. Essa subjetividade é frequentemente explorada por políticos que buscam normalizar comportamentos questionáveis.<br />
2.  Polarização política: Em ambientes altamente polarizados, as ações de um líder são frequentemente julgadas através de lentes partidárias. Apoiadores podem minimizar ou justificar comportamentos que oponentes denunciam veementemente.<br />
3.  A ascensão das redes sociais: A velocidade e o alcance das redes sociais permitem que declarações controversas se espalhem globalmente em segundos, gerando reações instantâneas e amplificando o debate sobre a decência pública, mas também permitindo a disseminação de desinformação e interpretações distorcidas.<br />
4.  A retórica populista: Muitos líderes populistas, como Donald Trump, constroem sua base eleitoral desafiando as normas estabelecidas e a &#8220;correção política&#8221;. Para seus eleitores, essa quebra de protocolo pode ser vista como autenticidade, em vez de indecência.</p>
<p>Esses fatores complicam a formação de um consenso sobre o que constitui um comportamento aceitável para um presidente, criando um terreno fértil para a relativização de princípios éticos fundamentais.</p>
<p> As consequências políticas e sociais da transgressão</p>
<p>Apesar dos desafios na definição, a transgressão dos limites da decência por um presidente tem consequências reais e tangíveis:</p>
<p>1.  Repercussão eleitoral: Embora alguns eleitores possam ser atraídos por uma retórica &#8220;politicamente incorreta&#8221;, outros são alienados. Comportamentos indecentes e racistas podem custar votos, especialmente entre eleitores independentes ou minorias.<br />
2.  Pressão de grupos da sociedade civil: Organizações de direitos humanos, grupos antirracistas e a mídia frequentemente desempenham um papel crucial na denúncia de comportamentos inadequados, mobilizando a opinião pública e exigindo responsabilidade.<br />
3.  Danos duradouros ao discurso político: Quando a indecência e o racismo se tornam parte do discurso presidencial, eles podem rebaixar o nível do debate público como um todo, incentivando outros políticos a adotar táticas semelhantes e tornando mais difícil discutir questões importantes de forma respeitosa e construtiva.<br />
4.  Legado histórico: A forma como um presidente se comporta, especialmente em relação a questões de justiça e igualdade racial, molda seu legado. Declarações racistas podem manchar permanentemente a memória de sua administração e a percepção de sua contribuição para a nação.</p>
<p> Integridade em xeque: a luta por um padrão de conduta</p>
<p>A reincidência de debates sobre racismo e indecência no mais alto cargo político de uma nação evidencia uma crise de valores e a urgência em reafirmar os fundamentos éticos da liderança. A questão transcende a personalidade de qualquer presidente em particular, como Donald Trump, para tocar na essência do que uma sociedade espera de seus representantes. A permissividade em relação a comportamentos divisivos e preconceituosos não apenas prejudica a coesão social, mas também fragiliza as instituições democráticas que dependem da confiança pública e do respeito mútuo. A responsabilidade de exigir e defender padrões elevados de conduta recai sobre todos – eleitores, mídia, instituições e a própria classe política. Somente através de uma vigilância constante e da recusa em normalizar o inaceitável será possível salvaguardar a decência na esfera pública e garantir que a liderança reflita os melhores ideais de uma nação.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que caracteriza um comportamento racista de um presidente?<br />
Um comportamento racista de um presidente pode ser caracterizado por declarações, políticas ou ações que explicitamente denigrem, discriminam ou promovem estereótipos negativos sobre um grupo racial ou étnico específico. Isso inclui o uso de linguagem ofensiva, a implementação de políticas que prejudicam desproporcionalmente certas comunidades ou a incitação ao ódio racial.</p>
<p> Quais são as principais consequências da indecência presidencial para a democracia?<br />
As principais consequências incluem a erosão da confiança pública nas instituições, a polarização da sociedade, a legitimação de preconceitos, o enfraquecimento das normas éticas no discurso político e o comprometimento da imagem internacional do país.</p>
<p> Como a sociedade pode reagir a comportamentos questionáveis de líderes políticos?<br />
A sociedade pode reagir de diversas formas, incluindo manifestações públicas, pressões através da mídia e redes sociais, ativismo de grupos da sociedade civil, ações legais (quando cabível), e, fundamentalmente, por meio do voto, responsabilizando os líderes em processos eleitorais.</p>
<p> Qual o papel da liberdade de expressão nesse contexto?<br />
A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não é absoluta e possui limites, especialmente quando se trata de incitação ao ódio, discriminação ou difamação. Para líderes políticos, o exercício da liberdade de expressão deve ser ponderado pela responsabilidade inerente ao cargo, que exige um discurso que promova a união e o respeito, e não a divisão e o preconceito.</p>
<p>Mantenha-se informado e participe ativamente dos debates sobre a integridade e a decência na política. A sua voz é fundamental para moldar o futuro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula na áfrica do sul: agenda bilateral e preparativos para o g20</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lula-na-africa-do-sul-agenda-bilateral-e-preparativos-para-o-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 00:01:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Joanesburgo, África do Sul, nesta sexta-feira (21), para participar da Cúpula de Líderes do G20, o principal fórum de cooperação econômica internacional estabelecido em 1999, que congrega as maiores economias globais. Na tarde de sua chegada, o presidente Lula foi recebido por Cyril Ramaphosa, presidente da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Joanesburgo, África do Sul, nesta sexta-feira (21), para participar da Cúpula de Líderes do G20, o principal fórum de cooperação econômica internacional estabelecido em 1999, que congrega as maiores economias globais.</p>
<p>Na tarde de sua chegada, o presidente Lula foi recebido por Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul. Durante o encontro, os dois líderes debateram temas bilaterais e multilaterais, incluindo a possível criação de um Painel de Especialistas em Desigualdade, os progressos alcançados durante a COP30 e a importância de expandir o Acordo entre Mercosul e a União Aduaneira da África Austral.</p>
<p>A programação oficial do G20 para a manhã de sábado reserva um espaço para que os líderes discutam o crescimento econômico sustentável, abordando também o financiamento ao comércio, desenvolvimento e as dívidas públicas. No período da tarde, a sessão será dedicada às mudanças climáticas, à redução de riscos de desastres, à segurança alimentar e à transição energética. No domingo, a pauta da reunião incluirá minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial.</p>
<p>Ainda como parte da cúpula, está prevista a declaração dos ministros de Finanças sobre a sustentabilidade da dívida e um relatório com propostas para aprimorar o funcionamento do G20.</p>
<p>Espera-se que as três sessões temáticas realizadas ao longo do fim de semana culminem em uma declaração dos líderes, um documento onde os países firmarão compromissos mútuos. Entre os avanços esperados, o documento abordará os princípios que devem ser observados na extração e beneficiamento de minerais estratégicos e terras raras. A Cúpula planeja divulgar um texto específico sobre minerais críticos, reforçando a ideia de que esses produtos sejam beneficiados em seus países de origem. No entanto, a publicação deste documento está sob avaliação, considerando a ausência dos presidentes das duas maiores economias do mundo.</p>
<p>O presidente da China, Xi Jinping, comunicou que não comparecerá à reunião do G20, sendo representado pelo primeiro-ministro Li Qiang. Da mesma forma, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também não participará do evento e não enviará nenhum representante. Contudo, a ausência americana não deverá se repetir em 2026, uma vez que os Estados Unidos assumirão a presidência do Fórum e sediarão a Cúpula no próximo ano.</p>
<p>Além da agenda do G20, o presidente Lula planeja realizar encontros bilaterais com chefes de Estado e outras autoridades presentes. No domingo, está agendada uma reunião entre os líderes do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul, com o objetivo de tratar da cooperação entre países do Sul Global.</p>
<p>Na segunda-feira, a comitiva brasileira seguirá para Maputo, capital de Moçambique. Entre outros compromissos, o presidente Lula participará das celebrações dos 50 anos das relações diplomáticas entre os dois países e firmará acordos para impulsionar o comércio e os investimentos. O presidente também marcará presença no fórum que reunirá empresários brasileiros e moçambicanos, com painéis dedicados ao agronegócio, saúde, indústria e inovação.</p>
<p>Durante sua estadia no país africano, Lula também receberá o título de doutor honoris causa da Universidade Pedagógica de Maputo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Cajamar promove Encontro de Líderes para fortalecer gestão pública</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 03:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reuniu gestores municipais para capacitação e troca de experiências, com palestras sobre liderança, comunicação e inovação no setor público A Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos, realizou o Encontro de Líderes na última quinta-feira, 20 de fevereiro, no auditório do Complexo de Saúde. O evento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Evento reuniu gestores municipais para capacitação e troca de experiências, com palestras sobre liderança, comunicação e inovação no setor público</em></h4>
<p>A Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos, realizou o Encontro de Líderes na última quinta-feira, 20 de fevereiro, no auditório do Complexo de Saúde. O evento foi voltado para capacitar e envolver gestores municipais com o objetivo de fortalecer a liderança, incentivar boas práticas e promover a troca de experiências na administração pública.</p>
<p>Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de assistir palestras ministradas por especialistas em gestão pública, liderança e desenvolvimento humano, incluindo o professor e palestrante Luciano Ramalho. Entre os temas abordados, destacaram-se a importância da comunicação eficaz, estratégias para gestão de equipes e a inovação no setor público.</p>
<p>O evento também proporcionou um espaço para a interação entre os gestores, permitindo a troca de desafios e soluções do dia a dia da administração municipal.</p>
<p>Para a secretária de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos, Fabiane Barbosa, o encontro foi fundamental para a valorização e qualificação dos gestores: “Investir no desenvolvimento dos nossos líderes é essencial para garantir uma gestão eficiente e inovadora, trazendo melhorias para o serviço público e, consequentemente, para a população de Cajamar”.</p>
<p>A Prefeitura de Cajamar segue investindo na capacitação de seus servidores, buscando proporcionar um ambiente de trabalho mais eficiente e colaborativo, resultando em melhores serviços prestados à comunidade.</p>
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		<title>Osasco participa do encontro de líderes do Movimento “Todos à Mesa” </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-participa-do-encontro-de-lideres-do-movimento-todos-a-mesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[movimento todos a mesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osasco participou do Movimento “Todos à Mesa”, evento que reuniu lideranças de 22 empresas brasileiras e multinacionais para tratar, entre outros assuntos, sobre a redução da fome e desperdício de alimentos no Brasil, tendo em vista os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 2, 12 e 17) e a Lei Federal nº 14.016, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Osasco participou do Movimento “Todos à Mesa”, evento que reuniu lideranças de 22 empresas brasileiras e multinacionais para tratar, entre outros assuntos, sobre a redução da fome e desperdício de alimentos no Brasil, tendo em vista os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 2, 12 e 17) e a Lei Federal nº 14.016, de 23 de junho de 2020.  Co-idealizado pelo Ifood e Connecting Food, o encontro aconteceu no auditório do iFood, dia 21/3, na sede da empresa, na Vila Yara.</p>
<p style="font-weight: 400;">Sob o lema “Se não nós, quem?” foram apresentados os 3 (três) pilares do pacto de engajamento de trabalho: fortalecimento de redes de distribuição de alimentos, articulação regulatória e promoção do tema na sociedade.</p>
<p style="font-weight: 400;">O prefeito de Osasco, Rogério Lins, foi representado pelo diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional de Osasco e líder do Banco de Alimentos, João Perez.</p>
<p style="font-weight: 400;">Osasco é referência em razão dos trabalhos desenvolvidos pelo Banco de Alimentos no combate ao desperdício de alimentos e na política de segurança alimentar. Além disso, vem apoiando o movimento na redistribuição de alimentos para as famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional de Osasco e o Banco de Alimentos, além de manifestarem apoio ao Movimento, ressaltam que esta ação coletiva empresarial vem impactando na vida de famílias em situação de vulnerabilidade social e de insegurança alimentar no município. Será muito bom que mais empresas de Osasco e região integrem esse movimento”, ressaltou Perez.</p>
<p style="font-weight: 400;">O “Todos à Mesa” é a primeira coalizão brasileira de empresas e organizações que se unem para reduzir os impactos da fome no Brasil e atuar na redução do desperdício de alimentos por meio do fortalecimento de redes de redistribuição, articulação de um ambiente regulatório favorável para a doação de alimentos e conscientização sobre o tema.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por meio de compromisso público e carta de intenções, o movimento espera atrair novas empresas para se “sentarem à mesa” até 2025.</p>
<p style="font-weight: 400;">Atualmente, fazem parte do movimento Assaí Atacadista, Bauducco, Carrefour, Camil, Connecting Food, Danone, D’Maria, DPA Brasil, Facily, Frexco, GPA, Grupo Bimbo, iFood, Kraft Heinz, Lopes Supermercados, M. Dias Branco, Mondelez, Nestlé, Nutriens, PepsiCo, Supermercados Nordestão e Yara fertilizantes.</p>
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