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	<title>lgbtqiapn &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Centro de memória lança plataforma virtual para artistas LGBTQIAPN+ do interior de</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 11:01:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste sábado, o cenário cultural do interior de São Paulo ganhou um marco significativo com o lançamento oficial de uma plataforma inovadora. O Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo foi inaugurado para documentar, preservar e promover a rica produção artística dessa comunidade em diversas cidades da região. A iniciativa, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, o cenário cultural do interior de São Paulo ganhou um marco significativo com o lançamento oficial de uma plataforma inovadora. O Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo foi inaugurado para documentar, preservar e promover a rica produção artística dessa comunidade em diversas cidades da região. A iniciativa, que estreia com um acervo inicial de 30 artistas e abrange seis municípios das regiões de Campinas e Piracicaba, promete ser um divisor de águas na busca por representatividade e reparação histórica. Desenvolvida sob a chancela do projeto &#8220;MAIS – Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade&#8221;, a plataforma online se propõe a ser um repositório vivo, compilando obras, textos curatoriais e trajetórias que, até então, careciam de um espaço centralizado e formalizado.</p>
<p> A gênese e a importância da iniciativa</p>
<p>O lançamento do Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo representa um esforço fundamental para dar visibilidade a talentos muitas vezes marginalizados ou invisibilizados pela historiografia oficial da arte. A necessidade de um projeto com tal escopo surgiu da percepção de uma lacuna crítica na documentação e no reconhecimento da produção artística LGBTQIAPN+ fora dos grandes centros urbanos. A plataforma nasce como uma resposta direta a essa ausência, propondo-se a construir um legado cultural robusto e acessível.</p>
<p> Origem e formalização do projeto MAIS</p>
<p>A ideia de criar um espaço dedicado à memória de artistas LGBTQIAPN+ começou a ser desenvolvida em 2022 por Rafa Cavalheri, artista formado pela Unicamp. Suas investigações acadêmicas e sua prática como curador revelaram a carência de um mapeamento e registro sistemático da comunidade artística LGBTQIAPN+, especialmente nas cidades do interior paulista. A partir dessa constatação, o projeto &#8220;MAIS – Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade&#8221; ganhou corpo. Contemplado por um edital do Programa de Ação Cultural (ProAC), o MAIS pôde estruturar suas ações, formar uma equipe especializada e se formalizar como um centro dedicado à preservação das memórias e produções artísticas. Essa formalização foi crucial para garantir a longevidade e a seriedade da iniciativa, permitindo que a plataforma operasse com rigor e profissionalismo.</p>
<p> A busca por representatividade e reparação histórica</p>
<p>Para Rafa Cavalheri, a plataforma cumpre um papel duplo e essencial: o de promover a representatividade e o de contribuir para a reparação histórica. &#8220;São tantas camadas. Mas a primeira é a representatividade, porque falamos da existência de pessoas LGBT no mundo das artes, mas falta documentação sobre isso, o que é importante para quando estudamos ou buscamos uma referência&#8221;, afirma Cavalheri. Ele ressalta que, além de dar visibilidade, o projeto busca confrontar as narrativas de violência e exclusão que historicamente marcaram a comunidade LGBTQIAPN+. &#8220;Desenvolvemos uma nova narrativa em cima de histórias. Criamos um lugar para confrontar o que foi falado, escrito e construído em cima da violência. E, com essa documentação, conseguimos de alguma maneira mostrar que não é bem assim. As pessoas estão aqui, elas existem assim, o trabalho delas é esse, elas pensam dessa forma&#8221;, explica. A iniciativa atua como uma ferramenta para empoderar vozes e reconstruir um passado artístico mais inclusivo e verdadeiro.</p>
<p> Um acervo vivo para a cultura interiorana</p>
<p>O Centro de Memória não se limita a ser um mero repositório. Ele aspira a ser um &#8220;acervo vivo&#8221;, em constante crescimento e diálogo com a produção artística contemporânea do interior. A plataforma, acessível online, já conta com 30 artistas catalogados em seu lançamento e tem outros 136 inscritos que serão gradualmente incorporados, demonstrando a vasta riqueza artística presente na região. O projeto comprova, de forma empírica, a imensidão artística do interior, criando espaços essenciais para a apresentação e a troca de trabalhos, independentemente de assunto ou gênero.</p>
<p> O rigor da catalogação e a estética local</p>
<p>A catalogação das obras e trajetórias segue padrões museológicos rigorosos, garantindo a qualidade e a relevância das informações. Cada perfil de artista inclui registros de obras, textos curatoriais detalhados e uma profunda exploração de suas trajetórias. Os dados compilados abrangem informações como local de nascimento, área de atuação, inspirações, técnicas utilizadas e um histórico das principais exposições. Essa abordagem detalhada permite identificar a complexidade e a diversidade das produções artísticas, além de revelar uma &#8220;estética interiorana&#8221; única. Essa estética, muitas vezes moldada pelas vivências e particularidades do interior, oferece novas perspectivas e enriquecimento ao panorama artístico nacional, mostrando que o acervo pode ser um lugar de descoberta e potência, e não apenas de depósito de documentos.</p>
<p> Expansão e diversidade de talentos</p>
<p>Desde o seu lançamento, a plataforma já mapeou a presença artística LGBTQIAPN+ em cidades importantes das regiões de Campinas e Piracicaba, incluindo Campinas, Piracicaba, Limeira, Monte Mor, Iracemápolis e Espírito Santo do Pinhal. No entanto, o alcance do projeto se estende muito além, com artistas de outras localidades do interior paulista, como Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Sorocaba, Jundiaí, Barretos, Lins, Itapecerica da Serra, Ourinhos, Sertãozinho, Votorantim, Capão Bonito, Tambaú e Ilhabela, também contribuindo para a expansão do acervo. Essa ampla abrangência geográfica sublinha a diversidade e a pujança dos talentos espalhados pelo estado, desafiando a centralização cultural e promovendo uma visão mais completa da arte brasileira.</p>
<p> O projeto MAIS: além da plataforma</p>
<p>O projeto MAIS, que deu origem ao Centro de Memória, vai além da simples manutenção de um acervo virtual. Fundado em 2024, ele foi concebido para preencher uma lacuna fundamental na documentação e construção de acervos de artistas LGBTQIAPN+. Para além da plataforma online, o MAIS oferece uma série de atividades complementares que visam apoiar e desenvolver a comunidade artística. Entre as iniciativas, destacam-se oficinas, aulas, curadorias especializadas e orientações para artistas. Todas as atividades do programa são gratuitas, realizadas online e amplamente divulgadas nas redes sociais, garantindo acessibilidade e alcance. Em 2025, a equipe técnica e de pesquisa do projeto será reforçada com a participação das pesquisadoras Graziela Zanin Kronka e Ana Cecília Pereira Batista, além do designer gráfico João Maiolini e do programador e web designer Renan Dadelte, evidenciando o compromisso com a pesquisa e a inovação tecnológica.</p>
<p> Reflexões finais sobre memória e identidade</p>
<p>A criação do Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo é mais do que um projeto cultural; é um ato de afirmação e resiliência. Ao documentar e celebrar a produção artística dessa comunidade, a plataforma não apenas enriquece o patrimônio cultural brasileiro, mas também oferece um espaço vital para a construção de identidades, a reparação de injustiças históricas e a promoção da visibilidade. O &#8220;acervo vivo&#8221; se consolida como uma ferramenta poderosa para a pesquisa, a educação e o engajamento social, provando que a arte pode ser um agente transformador. Ele convida à reflexão sobre a importância de se valorizar todas as vozes e estéticas, garantindo que as histórias e contribuições dos artistas LGBTQIAPN+ do interior de São Paulo sejam não apenas preservadas, mas ativamente celebradas e integradas à grande narrativa da arte.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo?<br />
É uma plataforma virtual lançada para documentar, preservar e promover a memória e a produção artística de pessoas LGBTQIAPN+ que atuam no interior de São Paulo.</p>
<p>2. Quais cidades e regiões são contempladas pelo projeto inicialmente?<br />
No lançamento, a plataforma abrangeu cidades das regiões de Campinas e Piracicaba, como Campinas, Piracicaba, Limeira, Monte Mor, Iracemápolis e Espírito Santo do Pinhal, mas inclui artistas de diversas outras cidades do interior paulista.</p>
<p>3. Como os artistas podem participar ou ter suas obras incluídas na plataforma?<br />
Atualmente, há um número significativo de artistas e coletivos inscritos que estão sendo incorporados gradualmente. Informações sobre futuros editais ou formas de submissão são geralmente divulgadas nas redes sociais e no site do projeto MAIS.</p>
<p>4. Quais são os principais objetivos do projeto MAIS?<br />
O projeto MAIS (Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade) visa documentar, preservar e promover o acervo de artistas LGBTQIAPN+, oferecendo também oficinas, aulas, curadorias e orientações, além de buscar representatividade e reparação histórica.</p>
<p>Para explorar o acervo completo e conhecer as obras e trajetórias desses artistas, visite a plataforma maismemoria.org.br e apoie esta iniciativa fundamental para a cultura e a história LGBTQIAPN+.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Vem aí a 7ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Osasco </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vem-ai-a-7a-parada-do-orgulho-lgbtqiapn-de-osasco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 03:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtqiapn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Cultura da Prefeitura de Osasco já deu início aos preparativos para a 7ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Osasco, que acontece no dia 21 de julho, a partir das 12h, na região central. Artistas e agentes culturais da comunidade interessados em participar, podem fazer as inscrições até o dia 7 de junho, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>A Secretaria da Cultura da Prefeitura de Osasco já deu início aos preparativos para a 7ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Osasco, que acontece no dia 21 de julho, a partir das 12h, na região central.</div>
<div>Artistas e agentes culturais da comunidade interessados em participar, podem fazer as inscrições até o dia 7 de junho, através do link: <a id="m_3896555869697724268LPlnk" title="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" href="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5&amp;source=gmail&amp;ust=1717778382046000&amp;usg=AOvVaw3SwRC_swC4WTZxYMZnqPcZ"> https://forms.gle/<wbr />yhTacgzRzLmKQd1r5</a></div>
<div>A Parada do Orgulho é uma das maiores manifestações sociais ao redor do mundo. Ela tem o objetivo de reivindicar os direitos, promover a visibilidade e celebrar a diversidade, com ações políticas e afirmativas.</div>
<div></div>
<div>Seu conceito foi desenvolvido pelo movimento social LGBT para propagar a ideia de que a forma de ser de cada pessoa é uma dádiva que a aproxima de comunidades com características semelhantes às suas, e deve ser afirmada como diferença que não se altera, não deveria ser reprimida nem recriminada.</div>
<div></div>
<h4><b>Serviço</b></h4>
<div></div>
<div>7ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Osasco</div>
<div>Dia: 21 de julho</div>
<div>Horário: a partir das 12h</div>
<div>Local: Largo de Osasco</div>
<div></div>
<div>Inscrições de artistas e agentes culturais da comunidade</div>
<div>Até 7 de junho</div>
<div>Link: <a title="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" href="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5&amp;source=gmail&amp;ust=1717778382046000&amp;usg=AOvVaw3SwRC_swC4WTZxYMZnqPcZ"> https://forms.gle/<wbr />yhTacgzRzLmKQd1r5</a><a title="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" href="https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forms.gle/yhTacgzRzLmKQd1r5&amp;source=gmail&amp;ust=1717778382046000&amp;usg=AOvVaw3SwRC_swC4WTZxYMZnqPcZ"> </a></div>
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		<item>
		<title>Secretaria da Mulher realiza a Semana de Visibilidade Trans a partir hoje(26)</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/secretaria-da-mulher-realiza-a-semana-de-visibilidade-trans-a-partir-hoje26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 10:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtqiapn]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Visibilidade Trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Visibilidade Trans, em 29 de janeiro, a Secretaria de Mulher de Barueri preparou uma programação especial: a Semana da Visibilidade Trans. O objetivo dessa série de eventos é fomentar o debate sobre diversidade sexual e os desafios que a comunidade trans enfrenta no seu dia a dia, apontando os holofotes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Em comemoração ao Dia da Visibilidade Trans, em 29 de janeiro, a Secretaria de Mulher de Barueri preparou uma programação especial: a Semana da Visibilidade Trans. O objetivo dessa série de eventos é fomentar o debate sobre diversidade sexual e os desafios que a comunidade trans enfrenta no seu dia a dia, apontando os holofotes para diversas vozes e experiências culturais, políticas e subjetivas sobre o assunto e a luta pela garantia e não violação de direitos básicos.</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Programação</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">Os eventos terão início no dia 26 de janeiro (quinta-feira) e vão até 2 de fevereiro. Confira:</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          26/01 &#8211; às 14h, Roda de Conversa com os usuários do serviço sobre Identidade, afeto e representatividade na Secretaria da Mulher. Aberto ao público em geral.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          27/01 &#8211; das 8h às 14h, Roda de Conversa com os usuários do Grupo de Apoio de Integração Social Barueri (GAISB) para discussão do tema “Respeitar e Acolher” na Secretaria da Mulher. Aberto ao público em geral.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          28/01 &#8211; às 10h, Atividade na Comunidade Feminina e Movimento, uma parceria com o Instituto Conecta na divulgação da Coordenadoria e atendimento e orientação às pessoas LGBTQIAPN+ na Secretaria da Mulher. Aberto ao público em geral.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          30/01 &#8211; das 10h às 14h, Encontro entre os profissionais da Secretaria da Mulher e a Rede de Atendimento para discussão do tema “Os Processos de TRANS-Formar o Saber” na Secretaria da Mulher, com a palestrante Jennifer Bittencourt, assistente na Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da subseção OAB Cotia. Aberto ao público em geral.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          31/01 &#8211; às 9h, Roda de Conversa com profissionais da Saúde para discussão do tema “Respeitar e Acolher” na Secretaria da Mulher. Evento será fechado aos profissionais da área</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211;          02/02 &#8211; às 11h30, Visita ao Ganha Tempo para articulação e aperfeiçoamento do atendimento à população LGBTQIAPN+ (aguardando confirmação).</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Pessoa trans</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">“Trans” é o termo abreviado de “transgênero”, indivíduo que não se identifica com o gênero atribuído a ele no nascimento (masculino ou feminino), mas o conceito é muito mais amplo. Um dos pontos a serem discutidos é sobre a violência sofrida por esse público e como Barueri realiza práticas cotidianas de promoção e inclusão desse público.</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Acolhimento e suporte</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">A Rede Mulher já oferece acolhimento e atendimento à população LGBTQIAPN+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais e Travestis, Queer, Intersexo, Assexuais, Pansexuais, Não-binário e mais) por meio de equipe técnica composta por uma assistente social e um psicólogo. Os atendimentos se intensificaram de maneira mais sistêmica em 2022 com o acompanhamento psicossocial funcionando como porta de entrada e realizando diversos encaminhamentos para os serviços do município quando necessário.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">As ações se concentram nas seguintes atividades: orientações e esclarecimentos para homens e mulheres trans interessados no processo de transsexualização ofertado pelo SUS (Sistema Único de Saúde);  o acolhimento, orientações e acompanhamento psicossocial complementar de adolescentes e adultos LGBTQIAPN+ nas questões referentes à violação de direitos e ao acesso a serviços como nome social, retificação de documentos, saúde, lazer, busca de emprego e educação; de encaminhamentos e registro de boletim de ocorrência eletrônico nos casos envolvendo LGBTQIAPN+fobia; de apoio e orientação aos pais e responsáveis; de grupo reflexivo e de apoio à população LGBTQIAPN+ e de difusão de conhecimentos a respeito da diversidade por meio de encontros presenciais ou virtuais, rodas de conversa, cine debates e seminários.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Importante reforçar que os serviços oferecidos não estão inseridos na lógica de atendimento com viés de saúde mental e nem substitui os outros atendimentos dos órgãos da rede municipal de Saúde. Os casos graves de comprometimento da saúde mental, que demandem psicoterapia, são encaminhados para os órgãos especializados dentro da municipalidade. Em 2022 foram contempladas pelo serviço 32 pessoas e, atualmente, em 2023, são 26 participantes.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a secretária da Mulher, Giani Cristina de Souza, a preocupação da pasta é garantir os direitos da população LGBTQIAPN+ e o acesso às políticas públicas. “A finalidade é dar cada vez mais visibilidade na urgência de combater o preconceito e trazer informações sobre os direitos do público LGBTQIAPN+”, frisa.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">Mais informações sobre o evento podem ser obtidas diretamente na Rede Mulher por meio do telefone (11) 4706-4046, ramais 282 e 232; do WhatsApp (11) 95994-6174; pelo e-mail <a href="mailto:secmulher.redemulher@barueri.sp.gov.br">secmulher.redemulher@barueri.sp.gov.br</a>; no <a href="https://www.instagram.com/mulherbarueri/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/mulherbarueri/&amp;source=gmail&amp;ust=1674777571637000&amp;usg=AOvVaw3PkLRZ69zTf5EThtdTEeY0" target="_blank" rel="noopener">Instagram;</a> ou diretamente na Secretaria da Mulher, que fica na avenida Sebastião Davino dos Reis, 756, no Jardim Tupanci.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">
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