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	<title>Legislativa &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Legislativa &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Ministério das comunicações amplia alcance de Tvs públicas e legislativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 12:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério das Comunicações tem avançado significativamente na democratização do acesso à informação e ao entretenimento de qualidade em todo o Brasil. Em um período de apenas dois anos, foram concedidas 312 autorizações cruciais para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e para a TV Câmara, permitindo a expansão das transmissões de seus canais para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Comunicações tem avançado significativamente na democratização do acesso à informação e ao entretenimento de qualidade em todo o Brasil. Em um período de apenas dois anos, foram concedidas 312 autorizações cruciais para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e para a TV Câmara, permitindo a expansão das transmissões de seus canais para mais de 150 cidades brasileiras. Essa iniciativa representa um marco importante para a televisão pública e legislativa, ampliando a diversidade de conteúdo disponível gratuitamente à população. As &#8220;consignações&#8221;, como são tecnicamente denominadas essas outorgas específicas para órgãos e empresas públicas, visam fortalecer a radiodifusão estatal e garantir que informações de governo, saúde, educação e cultura cheguem a um número crescente de lares, impulsionando a cidadania e o engajamento cívico.</p>
<p> A consolidação da rede pública e legislativa em âmbito nacional</p>
<p>A estratégia do Ministério das Comunicações visa robustecer o sistema de radiodifusão público, um pilar fundamental para a informação plural e o desenvolvimento social. Das 312 autorizações concedidas nos últimos dois anos – que englobam o período de 2024 e 2025, evidenciando um planejamento contínuo e progressivo –, a maioria foi direcionada para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e para a Rede Legislativa, alcançando diversas regiões do país.</p>
<p> Detalhes das consignações e seu impacto na cobertura</p>
<p>Especificamente, 157 das consignações liberadas foram destinadas à EBC, autorizando a retransmissão de canais essenciais como a TV Brasil, o Canal Gov, o Canal Saúde e o Canal Educação. Essa medida é de grande relevância, pois permite que programas educativos, informativos sobre políticas públicas, orientações de saúde e debates culturais alcancem comunidades que antes tinham acesso limitado ou inexistente a esse tipo de conteúdo. A TV Brasil, por exemplo, oferece uma programação diversificada que valoriza a cultura nacional e o jornalismo de serviço. O Canal Gov assegura a transparência e a proximidade entre o cidadão e as ações do governo, enquanto o Canal Saúde e o Canal Educação são ferramentas valiosas para a disseminação de conhecimento e promoção da cidadania.</p>
<p>Paralelamente, as outras 155 autorizações foram conferidas à TV Câmara. Estas outorgas possuem uma característica peculiar e estratégica: elas permitem automaticamente a transmissão conjunta dos sinais da TV Senado, de assembleias legislativas estaduais e de câmeras municipais. Essa integração é vital para a transparência e o acompanhamento das atividades parlamentares em todos os níveis federativos. Com a ampliação da cobertura da Rede Legislativa, cidadãos de mais de 150 cidades têm agora a oportunidade de acompanhar de perto os debates, votações e decisões que impactam suas vidas, promovendo uma maior participação cívica e fiscalização popular sobre os poderes legislativos. A capilaridade dessas transmissões fortalece a democracia e a responsabilidade dos representantes eleitos.</p>
<p> O programa Brasil Digital e os investimentos na infraestrutura</p>
<p>A concessão dessas autorizações é parte integrante de uma iniciativa federal mais ampla e estratégica: o programa Brasil Digital. Criado em 2024, o programa tem como principal objetivo expandir significativamente a oferta de canais públicos de televisão em todo o território nacional, utilizando as vantagens da tecnologia digital. A visão por trás do Brasil Digital é criar uma rede robusta e acessível, garantindo que a televisão aberta e gratuita continue sendo uma ferramenta poderosa para a inclusão social e digital dos brasileiros.</p>
<p> Mecanismos de implantação e fontes de financiamento</p>
<p>O sucesso do programa Brasil Digital reside em seu modelo colaborativo. Instituições parceiras, que podem ser órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta (nas esferas federal, estadual, distrital ou municipal), desempenham um papel crucial. Essas parceiras cedem os locais e a infraestrutura básica necessária para a instalação e operação das estações de TV digital. Esse arranjo otimiza recursos e acelera a implantação, transformando cada parceiro local em um ponto estratégico para a disseminação do sinal. Além disso, o programa federal permite o compartilhamento da infraestrutura já existente e implantada por emissoras privadas. Essa sinergia entre setores público e privado é fundamental para ampliar a diversidade da programação oferecida, garantindo que a população tenha acesso a um leque ainda maior de conteúdos informativos, culturais e educativos sem custo adicional.</p>
<p>Os resultados iniciais do programa já são tangíveis. Até o momento, 15 cidades brasileiras já foram diretamente contempladas com a ativação das novas transmissões, usufruindo dos benefícios da televisão pública e legislativa ampliada. O futuro próximo aponta para uma expansão ainda maior: outros 385 municípios já possuem recursos assegurados para a implantação de suas respectivas estações. Para custear essa vasta iniciativa, foram destinados aproximadamente R$ 100 milhões provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), demonstrando o compromisso do governo federal com a infraestrutura de comunicação. Adicionalmente, R$ 105,5 milhões foram alocados a partir de valores arrecadados com o edital do leilão da tecnologia 4G, evidenciando o reaproveitamento estratégico de fundos para impulsionar o desenvolvimento da radiodifusão digital no país. Esses investimentos substanciais reforçam a capacidade do Brasil Digital de levar a televisão de qualidade a mais cidadãos.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A ampliação das autorizações de transmissão para a EBC e a Rede Legislativa, viabilizada pelo Ministério das Comunicações através do programa Brasil Digital, marca um avanço notável na radiodifusão brasileira. Com 312 novas consignações e investimentos robustos, a iniciativa fortalece o acesso a conteúdo de qualidade, promovendo a educação, a saúde, a cultura e a transparência governamental em centenas de cidades. Essa expansão não apenas democratiza a informação, mas também reforça o papel estratégico da televisão pública e legislativa como ferramenta de cidadania e desenvolvimento social, assegurando que mais brasileiros possam exercer plenamente seu direito à informação e participação cívica no ambiente digital.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que são as &#8220;consignações&#8221; de outorga mencionadas?<br />
As consignações são um tipo específico de outorga (autorização de transmissão) que o Estado brasileiro concede a órgãos, autarquias ou empresas públicas, como a EBC e a TV Câmara, que têm interesse em prestar serviços de radiodifusão. Diferentemente das licenças comerciais, as consignações visam fomentar o serviço público de comunicação.</p>
<p>Quais canais da EBC e da Rede Legislativa foram beneficiados por essas autorizações?<br />
Pela EBC, foram autorizadas transmissões para os canais TV Brasil, Canal Gov, Canal Saúde e Canal Educação. Para a TV Câmara, as autorizações permitem a transmissão conjunta dos sinais da TV Senado, de assembleias legislativas estaduais e de câmeras municipais, ampliando significativamente a cobertura legislativa.</p>
<p>Como o programa Brasil Digital impulsiona a expansão da televisão pública?<br />
O Brasil Digital é um programa federal criado para ampliar a oferta de canais públicos de TV no país. Ele permite que instituições parceiras da administração pública cedam infraestrutura básica para estações digitais e também fomenta o compartilhamento de infraestrutura com emissoras privadas, otimizando recursos e acelerando a chegada desses canais a novas cidades.</p>
<p>Para acompanhar as próximas etapas dessa importante iniciativa e verificar a disponibilidade dos canais públicos e legislativos em sua localidade, mantenha-se informado através dos comunicados oficiais e portais das emissoras.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/jornalistas-fazem-ato-contra-censura-e-agressoes-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 03:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jornalistas de diversos veículos de comunicação se reuniram na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (10) para protestar veementemente contra a censura e as agressões sofridas por profissionais da imprensa. O ato marcou uma resposta contundente aos incidentes ocorridos na terça-feira (9), quando a Polícia Legislativa agiu de forma truculenta, resultando na retirada forçada de repórteres, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalistas de diversos veículos de comunicação se reuniram na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (10) para protestar veementemente contra a censura e as agressões sofridas por profissionais da imprensa. O ato marcou uma resposta contundente aos incidentes ocorridos na terça-feira (9), quando a Polícia Legislativa agiu de forma truculenta, resultando na retirada forçada de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas do Plenário. Mais do que a violência física, o episódio levanta sérias preocupações sobre a liberdade de imprensa no Brasil e o direito da sociedade à informação, valores essenciais para a democracia. O corte abrupto do sinal da TV Câmara durante a transmissão ao vivo da sessão amplifica a gravidade da situação, sugerindo uma tentativa de ocultar os fatos e restringir o acesso público à cobertura jornalística.</p>
<p> Escalada da tensão e a remoção forçada de jornalistas</p>
<p> O incidente no plenário e o silenciamento da transmissão</p>
<p>A tensão na Câmara dos Deputados atingiu seu ápice na terça-feira (9) durante uma sessão crucial no plenário. O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupava a cadeira da presidência da Casa, em um ato de protesto. Diante da sua recusa em se retirar, a Polícia Legislativa foi acionada para proceder à remoção. Contudo, a forma como a ação foi executada gerou uma série de condenações.</p>
<p>No momento exato em que a Polícia Legislativa intervinha para retirar o parlamentar, o sinal da TV Câmara, responsável pela transmissão ao vivo da sessão, foi imediatamente cortado. Esse corte brusco impediu que o público e a própria imprensa acompanhassem em tempo real os desdobramentos da ação, levantando questionamentos sobre transparência e acesso à informação. A suspensão da transmissão, considerada por muitos como um ato de censura, ocorreu no auge do incidente, privando os cidadãos de testemunhar os acontecimentos diretamente da fonte oficial.</p>
<p>Logo após o corte do sinal, jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa que estavam no Plenário foram alvo de uma ação igualmente enérgica e, segundo relatos, truculenta por parte da Polícia Legislativa. Os profissionais, que cumpriam seu dever de registrar os fatos, foram retirados à força do local. Essa expulsão não apenas cerceou o trabalho da imprensa, mas também alimentou a percepção de que havia uma intenção de controlar a narrativa e evitar que certas imagens ou informações chegassem ao conhecimento público.</p>
<p> A violência contra os profissionais de mídia</p>
<p>As imagens e os relatos dos profissionais de imprensa que estavam no local na terça-feira (9) pintam um quadro de clara truculência por parte dos policiais legislativos. Repórteres, cinegrafistas e fotógrafos foram submetidos a agressões enquanto tentavam realizar seu trabalho. Entre as ações relatadas estavam puxões violentos, cotoveladas e fortes empurrões, que impediram os jornalistas de registrar os acontecimentos e os forçaram a se afastar.</p>
<p>A gravidade da situação foi tal que alguns dos profissionais agredidos necessitaram de atendimento médico em decorrência dos ferimentos sofridos. A violência dirigida a quem tem por missão informar a sociedade é um grave atentado contra a liberdade de imprensa e o direito à informação, pilares fundamentais de qualquer Estado democrático. A imprensa atua como um elo vital entre o poder público e a população, e a obstrução violenta de seu trabalho mina a capacidade de fiscalização e de transparência que ela proporciona.</p>
<p> Repercussão institucional e ações da sociedade civil</p>
<p> A reação do presidente da Câmara e o desapontamento da imprensa</p>
<p>Diante da repercussão negativa e da onda de críticas, a Câmara dos Deputados, por meio de sua assessoria, convocou um encontro com uma comissão de representantes da imprensa para discutir o episódio. No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não compareceu à reunião. Em seu lugar, ele enviou uma assessora como representante, o que gerou um sentimento de desapontamento entre os jornalistas, que esperavam um posicionamento direto e um compromisso mais enfático da liderança da Casa.</p>
<p>Posteriormente, na terça-feira (9), após a ampla divulgação dos fatos e as condenações públicas, Motta utilizou uma rede social para se manifestar. Em sua declaração, ele afirmou ter determinado a &#8220;apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa&#8221;. Embora a promessa de apuração seja um passo na direção certa, a ausência em um encontro direto com a categoria e a comunicação via rede social foram interpretadas por muitos como uma resposta tardia e, para alguns, insuficiente diante da gravidade dos atos de violência e censura.</p>
<p> A postura firme da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)</p>
<p>A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) reagiu de forma veemente aos acontecimentos, anunciando nesta quarta-feira (10) uma série de ações judiciais e representações contra o presidente da Câmara, Hugo Motta. A entidade repudiou as &#8220;violências cometidas pela Polícia Legislativa, na sessão da terça-feira (9), contra jornalistas, parlamentares e servidores da Casa e a liberdade de imprensa&#8221;. A iniciativa da ABI demonstra a seriedade com que a sociedade civil organizada encara a defesa da liberdade de expressão e o combate a qualquer forma de censura ou agressão aos profissionais da mídia.</p>
<p>As ações detalhadas pela ABI incluem:</p>
<p>1.  Ações judiciais contra o presidente da Câmara: A ABI pretende ingressar com medidas legais diretamente contra Hugo Motta, responsabilizando-o pelas falhas de segurança e pela conduta da Polícia Legislativa sob sua gestão.<br />
2.  Representação na Procuradoria-Geral da República (PGR): A associação formalizará uma representação na PGR por crime de responsabilidade, com a alegação de que houve afetação ao direito à liberdade de imprensa e expressão. A omissão ou ação que viole esses direitos fundamentais pode configurar uma infração grave passível de investigação pela Procuradoria.<br />
3.  Denúncia na Relatoria Especial de Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA: Este é um passo significativo no âmbito internacional. A denúncia será apresentada a um organismo da Organização dos Estados Americanos (OEA) cuja missão é proteger e promover a liberdade de pensamento e expressão nas Américas. A ação visa dar visibilidade internacional ao incidente e pressionar por respostas.<br />
4.  Representação na Comissão de Ética da Câmara de Deputados: A ABI também ingressará com uma representação na própria Câmara, solicitando que a Comissão de Ética apure a conduta do presidente por quebra de decoro parlamentar e infração disciplinar. Tal representação interna busca responsabilização dentro dos próprios mecanismos legislativos.</p>
<p> Consequências para a democracia e o futuro da liberdade de imprensa</p>
<p>Os recentes incidentes na Câmara dos Deputados, marcados por agressões a jornalistas e o corte do sinal de transmissão, reverberam para além do episódio isolado, lançando uma sombra sobre o estado da liberdade de imprensa no Brasil. A agressão a profissionais de mídia no exercício de suas funções, somada à censura de uma transmissão oficial, representa um ataque direto à capacidade da sociedade de se informar e fiscalizar os atos do poder público. Em uma democracia, a imprensa desempenha um papel insubstituível como guardiã da transparência e da accountability. Quando esse papel é violentamente cerceado, a própria estrutura democrática é enfraquecida.</p>
<p>As ações propostas pela Associação Brasileira de Imprensa, abrangendo esferas judiciais e organismos internacionais, sublinham a gravidade do ocorrido e a determinação em assegurar que tais atos não fiquem impunes. A resposta da Câmara, tanto a inicial quanto a posterior promessa de apuração, será crucial para determinar o comprometimento da instituição com os valores democráticos e com o respeito à imprensa. A integridade da informação e a segurança dos que a produzem são não apenas direitos dos jornalistas, mas garantias fundamentais para o pleno funcionamento de uma sociedade justa e transparente. A sociedade e as entidades de classe aguardam que este episódio resulte em medidas concretas que reforcem a proteção à imprensa e reafirmem o valor da informação livre.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que motivou o ato de jornalistas na Câmara?<br />
O ato foi motivado pelas agressões sofridas por jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas por parte da Polícia Legislativa na terça-feira (9), durante a remoção do deputado Glauber Braga do Plenário, e pelo corte do sinal da TV Câmara.</p>
<p>Quais foram as ações da Polícia Legislativa durante o incidente?<br />
A Polícia Legislativa retirou o deputado Glauber Braga à força e, em seguida, removeu jornalistas e outros profissionais da imprensa do Plenário, utilizando táticas como puxões, cotoveladas e empurrões, que resultaram em ferimentos.</p>
<p>Que medidas a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) está tomando em resposta?<br />
A ABI anunciou que entrará com ações judiciais contra o presidente da Câmara, uma representação na Procuradoria-Geral da República, uma denúncia na Relatoria Especial de Liberdade de Expressão da CIDH/OEA e uma representação na Comissão de Ética da Câmara.</p>
<p>Como o presidente da Câmara, Hugo Motta, se manifestou sobre o ocorrido?<br />
Hugo Motta não compareceu a um encontro com a comissão de imprensa, enviando uma assessora. Posteriormente, em uma rede social, ele afirmou ter determinado a &#8220;apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa&#8221;.</p>
<p>Para acompanhar os desdobramentos desta e de outras notícias relevantes sobre a liberdade de imprensa no Brasil, inscreva-se em nossa newsletter e mantenha-se informado.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<item>
		<title>Câmara de Barueri recebe selo de reconhecimento por educação legislativa</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/camara-de-barueri-recebe-selo-de-reconhecimento-por-educacao-legislativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 15:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara de Barueri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho da Escola do Parlamento 26 de Março foi destacado durante encontro estadual em Campinas &#160; A Escola do Parlamento 26 de Março, mantida pela Câmara Municipal de Barueri, recebeu um selo de reconhecimento da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e Contas (Apel) pela promoção da educação legislativa nas atividades desenvolvidas pela instituição. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Trabalho da Escola do Parlamento 26 de Março foi destacado durante encontro estadual em Campinas</strong></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Escola do Parlamento 26 de Março, mantida pela Câmara Municipal de Barueri, recebeu um selo de reconhecimento da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e Contas (Apel) pela promoção da educação legislativa nas atividades desenvolvidas pela instituição. O diploma foi entregue durante o 16º Encontro da associação, em Campinas, no dia 17 de outubro.</p>
<p>Na sessão de terça-feira, 21, o presidente da Câmara de Barueri, vereador Wilson Zuffa (Republicanos), lembrou que a educação legislativa é uma política pública consolidada no Poder Legislativo de Barueri.</p>
<p>“Esse selo confirma o alcance dos objetivos que estabelecemos: fazer com que a Câmara de Barueri esteja sempre de portas abertas não só por meio da participação popular, mas também pela transmissão do conhecimento, com o trabalho da nossa Escola do Parlamento 26 de Março”, afirmou o presidente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vereadores elegem Toninho Furlan para presidência da Câmara de Barueri no biênio 2023-2024</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vereadores-elegem-toninho-furlan-para-a-presidencia-da-camara-de-barueri-no-bienio-2023-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2022 20:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Biênio]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Cris da Maternal (PSDB)]]></category>
		<category><![CDATA[José de Melo (Republicanos]]></category>
		<category><![CDATA[Leandrinho Dantas(PRTB)]]></category>
		<category><![CDATA[Legislativa]]></category>
		<category><![CDATA[Legislatura]]></category>
		<category><![CDATA[Levi Gonçalves (Avante)]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo Campos (PTB)]]></category>
		<category><![CDATA[Toninho Furlan]]></category>
		<category><![CDATA[vereadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portanto, aconteceu uma sessão especial de eleição da Mesa Diretora da Câmara de Barueri ocorreu na tarde desta terça-feira,13. O vereador Toninho Furlan (PDT) foi o escolhido pelos seus pares para estar à frente do Poder Legislativo de Barueri pelos próximos dois anos. Embora, este será o quarto mandato de Toninho Furlan como chefe do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portanto, aconteceu uma sessão especial de eleição da Mesa Diretora da Câmara de Barueri ocorreu na tarde desta terça-feira,13.</p>
<p>O vereador Toninho Furlan (PDT) foi o escolhido pelos seus pares para estar à frente do Poder Legislativo de Barueri pelos próximos dois anos.</p>
<p>Embora, este será o quarto mandato de Toninho Furlan como chefe do Poder Legislativo. O nobre edil já exerceu o cargo de presidente nos biênios 2007-2008, 2009-2010, 2021-2022 e 2023-2024.</p>
<p>Então, os parlamentares também elegeram os demais integrantes do órgão responsável pela administração da Casa de Leis: <strong>Levi Gonçalves</strong> (Avante) será o vice-presidente, <strong>Reinaldo Campos</strong> (PTB) o primeiro secretário, <strong>Cris da Maternal</strong> (PSDB) a segunda secretária,  <strong>Leandrinho Dantas</strong>(PRTB) como terceiro secretário e <strong>José de Melo</strong> (Republicanos) ficou com o cargo de segundo vice-presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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