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	<title>Jardim &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Jardim &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Atibaia: marcos turísticos ganham novos ares com investimentos em 2025</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 02:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atibaia, cidade conhecida por sua beleza natural e qualidade de vida no interior paulista, consolidou sua posição como destino turístico de destaque em 2025. O ano foi marcado por importantes avanços na infraestrutura turística, com a concretização de projetos aguardados há anos e melhorias significativas em espaços públicos já apreciados. Essas intervenções não apenas valorizaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atibaia, cidade conhecida por sua beleza natural e qualidade de vida no interior paulista, consolidou sua posição como destino turístico de destaque em 2025. O ano foi marcado por importantes avanços na infraestrutura turística, com a concretização de projetos aguardados há anos e melhorias significativas em espaços públicos já apreciados. Essas intervenções não apenas valorizaram o setor turístico local, mas também aprimoraram a experiência de moradores e visitantes, reforçando a vocação da cidade para o turismo de natureza, lazer e bem-estar. As ações implementadas refletem um compromisso contínuo com o desenvolvimento sustentável e a acessibilidade, transformando pontos icônicos e criando novas oportunidades para quem busca explorar os encantos da região.</p>
<p> Pedra Grande: novo acesso impulsiona turismo e preservação</p>
<p>Um dos símbolos mais emblemáticos de Atibaia, a Pedra Grande, iniciou uma nova fase em 2025 com o começo da pavimentação de sua estrada de acesso. Essa obra, uma reivindicação de longa data da população e dos turistas, representa um marco para o principal cartão-postal da cidade, amplamente reconhecido por suas paisagens deslumbrantes e pelas oportunidades para esportes de aventura como voo livre e trilhas. A iniciativa visa não apenas melhorar a mobilidade e a segurança, mas também fortalecer o turismo responsável na região.</p>
<p> Sustentabilidade e segurança no acesso</p>
<p>O projeto de pavimentação da Estrada da Pedra Grande foi concebido com um forte enfoque na sustentabilidade. Para minimizar o impacto ambiental e garantir a longevidade da infraestrutura, foram empregadas soluções inovadoras como o uso de bloquetes e asfalto ecológico. Essa escolha tecnológica reflete o compromisso da administração local em conciliar o desenvolvimento da infraestrutura com a preservação do ecossistema circundante. A articulação do município com diversos órgãos, incluindo o Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (DADE), foi fundamental para a liberação dos recursos necessários e para a obtenção das autorizações ambientais indispensáveis. Com o novo acesso, espera-se uma ampliação da visitação de forma mais organizada e segura, promovendo a prática do turismo consciente e valorizando a riqueza natural do local.</p>
<p> Jardim Japonês: abertura e integração no coração urbano</p>
<p>O ano de 2025 também trouxe uma renovação para o Jardim Japonês, um oásis de tranquilidade localizado ao lado do Centro de Convenções “Victor Brecheret”. Este espaço, que celebra a estética e a serenidade da cultura japonesa, passou por uma série de aprimoramentos que visaram revalorizar o local e promover uma maior integração com o tecido urbano da cidade. As mudanças implementadas transformaram o Jardim Japonês em um ponto ainda mais acessível e convidativo para moradores e visitantes.</p>
<p> Descomplicando o acesso e ampliando a convivência</p>
<p>Uma das ações mais impactantes realizadas no Jardim Japonês foi a remoção das grades que historicamente delimitavam seu perímetro. Essa intervenção simbólica e prática abriu o espaço, tornando-o mais permeável e convidativo, e eliminando barreiras físicas entre o parque e a cidade. As melhorias, conduzidas pelas equipes de zeladoria, resultaram em um aumento notável da circulação de pessoas, consolidando o Jardim Japonês como um ponto essencial para a contemplação, o lazer e o turismo urbano. A ausência das grades fomenta a sensação de pertencimento e convida a comunidade a desfrutar plenamente de um ambiente projetado para a paz e a harmonia, integrando-o de forma mais orgânica ao cotidiano de Atibaia.</p>
<p> Parque Edmundo Zanoni: mais conforto e acessibilidade para famílias</p>
<p>O Parque Edmundo Zanoni, um verdadeiro pulmão verde e polo de lazer e convivência em Atibaia, também foi contemplado com importantes avanços em 2025. O parque, que já é um local de referência para atividades ao ar livre e encontros familiares, teve suas estruturas aprimoradas para oferecer ainda mais conforto e acessibilidade aos seus frequentadores. As obras iniciadas atendem a uma demanda antiga e visam modernizar áreas essenciais do complexo.</p>
<p> Modernização de infraestrutura e parceria com a iniciativa privada</p>
<p>As intervenções no Parque Edmundo Zanoni incluíram a reforma completa dos banheiros e do fraldário, localizados na parte superior do parque. Essas melhorias são cruciais para garantir uma experiência mais agradável e digna para todas as famílias e turistas que visitam o local, especialmente aqueles com crianças pequenas. A execução dessas obras está a cargo da Secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano e conta com um modelo de financiamento inovador: recursos provenientes da iniciativa privada, por meio de contrapartidas aprovadas em projetos de edificação, em linha com as diretrizes do governo municipal. Esse modelo de parceria público-privada demonstra o engajamento de diversos setores na melhoria dos espaços públicos. O objetivo é fortalecer o Parque Edmundo Zanoni como um destino de lazer de excelência, oferecendo infraestrutura moderna e acolhedora.</p>
<p>Os projetos de infraestrutura turística concretizados em Atibaia durante o ano de 2025 são um testemunho do compromisso da cidade com o desenvolvimento sustentável e a valorização de seus espaços públicos. As melhorias na Estrada da Pedra Grande, no Jardim Japonês e no Parque Edmundo Zanoni não são apenas obras isoladas; elas refletem uma visão mais ampla de como o turismo pode ser um vetor para a qualidade de vida e a conservação ambiental. Ao investir em acessibilidade, segurança e sustentabilidade, Atibaia não só aprimora a experiência de quem a visita, mas também eleva a qualidade do dia a dia de seus cidadãos, solidificando sua reputação como um destino que harmoniza natureza, lazer e bem-estar. A cidade emerge, assim, como um modelo de gestão que integra o progresso turístico com a responsabilidade socioambiental, pavimentando o caminho para um futuro próspero e acolhedor.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Quais foram os principais avanços turísticos em Atibaia no ano de 2025?<br />
Em 2025, Atibaia registrou avanços significativos na infraestrutura turística, com destaque para o início da pavimentação da Estrada da Pedra Grande, a reforma e abertura do Jardim Japonês  e o início das obras de modernização dos banheiros e fraldário no Parque Edmundo Zanoni. Essas iniciativas visam melhorar a acessibilidade, a segurança e a experiência de visitantes e moradores nos principais pontos turísticos da cidade.</p>
<p>2. Como a pavimentação da Estrada da Pedra Grande contribui para o turismo?<br />
A pavimentação da Estrada da Pedra Grande é fundamental para o turismo ao facilitar o acesso ao principal cartão-postal de Atibaia, tornando a chegada mais segura e confortável para todos. Além disso, o projeto adotou soluções sustentáveis, como asfalto ecológico e bloquetes, promovendo o turismo responsável e a preservação ambiental. Espera-se que a melhoria no acesso atraia mais visitantes de forma organizada, impulsionando a economia local e valorizando as paisagens e práticas esportivas da região.</p>
<p>3. Qual a importância das melhorias no Jardim Japonês para a comunidade e os turistas?<br />
As melhorias no Jardim Japonês, especialmente a remoção das grades, foram cruciais para integrar o espaço à vida urbana de Atibaia. Essa abertura tornou o ambiente mais acessível e convidativo, transformando-o em um ponto vibrante para contemplação, lazer e encontro. Para a comunidade, significa um novo espaço público desimpedido para desfrute; para os turistas, reforça a oferta de pontos de interesse cultural e de lazer no coração da cidade, aumentando a circulação e valorizando o turismo urbano.</p>
<p>4. Como foram financiadas as obras no Parque Edmundo Zanoni?<br />
As obras de reforma dos banheiros e do fraldário no Parque Edmundo Zanoni foram viabilizadas por meio de uma parceria entre o governo municipal e a iniciativa privada. Os recursos são provenientes de contrapartidas aprovadas em projetos de edificação, alinhando o desenvolvimento urbano com a melhoria dos espaços públicos. Esse modelo de financiamento demonstra um esforço conjunto para oferecer mais conforto, acessibilidade e qualidade à estrutura do parque, beneficiando diretamente famílias e turistas.</p>
<p>Embarque em uma jornada inesquecível e descubra as belezas renovadas de Atibaia. Planeje sua visita hoje mesmo e vivencie a perfeita harmonia entre natureza, cultura e lazer!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Chuvas afetam qualidade da água na Lagoa do Rio Batalha e reforçam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 14:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bauru enfrenta um cenário paradoxal: enquanto a lagoa do Rio Batalha registra níveis hídricos acima do ideal, a população das regiões abastecidas por este manancial continua sob um regime de rodízio de água, que agora se vê intensificado. A razão para essa aparente contradição reside nas fortes chuvas que atingiram o município paulista nos últimos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bauru enfrenta um cenário paradoxal: enquanto a lagoa do Rio Batalha registra níveis hídricos acima do ideal, a população das regiões abastecidas por este manancial continua sob um regime de rodízio de água, que agora se vê intensificado. A razão para essa aparente contradição reside nas fortes chuvas que atingiram o município paulista nos últimos dias. Segundo informações do Departamento de Água e Esgoto (DAE), o volume de precipitação elevou drasticamente a turbidez da água bruta. Este fenômeno impacta diretamente a Estação de Tratamento de Água (ETA), que precisou reduzir sua capacidade operacional para garantir que a água distribuída mantenha os padrões de qualidade e potabilidade exigidos, resultando em um rodízio mais rigoroso para assegurar o abastecimento à população. A medida visa proteger a saúde pública, mas desafia o cotidiano dos bauruenses.</p>
<p> O impacto das chuvas e a gestão da qualidade da água</p>
<p>As recentes e intensas chuvas que caíram sobre Bauru e a região do manancial do Rio Batalha, principal fonte de abastecimento da cidade, trouxeram consigo um desafio significativo para o sistema de tratamento de água. Apesar de elevarem o nível da lagoa de captação para um patamar confortável, registrando 3,51 metros na última sexta-feira (19), a turbidez da água bruta aumentou consideravelmente. Esse fenômeno é crucial para entender a complexidade da situação atual.</p>
<p> Turbidez e a operação da ETA</p>
<p>A turbidez é a presença de partículas suspensas na água, como argila, silte, matéria orgânica e microrganismos. Quando em níveis elevados, além de comprometer a estética da água, pode dificultar o processo de desinfecção, servindo como abrigo para patógenos e reduzindo a eficácia dos produtos químicos utilizados no tratamento. Para o Departamento de Água e Esgoto (DAE), garantir a qualidade e a potabilidade da água é uma prioridade inegociável. Por isso, a Estação de Tratamento de Água (ETA) foi forçada a operar com vazão reduzida. A decisão de diminuir a capacidade de produção da ETA é uma medida preventiva essencial que permite um tempo maior de contato para os coagulantes e processos de filtração, assegurando que a água fornecida à população atenda aos rígidos padrões de segurança e saúde pública. No entanto, este ajuste, embora necessário, diminui a quantidade de água tratada disponível para distribuição, impactando diretamente o abastecimento e exigindo o reforço do sistema de rodízio. A situação é temporária, e a expectativa é de melhora gradativa, dependendo da estabilização das chuvas no manancial, o que permitiria a diminuição da turbidez e a retomada da capacidade plena da ETA.</p>
<p> A cronologia do rodízio em Bauru</p>
<p>O racionamento de água não é uma novidade para os moradores de Bauru. O esquema atual teve início em agosto, sendo implementado como uma resposta à variação dos níveis do Rio Batalha e à necessidade de gestão do recurso hídrico. Embora tenha passado por ajustes e períodos de menor intensidade, ele nunca chegou a ser totalmente suspenso, refletindo a constante vigilância sobre a disponibilidade e qualidade da água. Em outubro, por exemplo, a situação se tornou mais crítica, com a divisão da cidade em três grupos de abastecimento, onde alguns chegavam a ficar até três dias consecutivos sem fornecimento, evidenciando a vulnerabilidade do sistema frente às oscilações climáticas. A atual intensificação do rodízio, motivada pela turbidez, é mais um capítulo na gestão hídrica de Bauru, reforçando a importância da conservação e do planejamento estratégico para o abastecimento da cidade.</p>
<p> O rodízio reforçado e o dia a dia dos moradores</p>
<p>Com a ETA operando em vazão reduzida, o DAE informou que o rodízio de abastecimento precisou ser reforçado, afetando diversas regiões da cidade. A imposição ou o reforço do rodízio de água representa um desafio considerável para milhares de famílias bauruenses. A necessidade de armazenar água, adaptar horários para tarefas domésticas e gerenciar o consumo torna-se uma prioridade, impactando desde a higiene pessoal até o preparo de alimentos e a limpeza da casa. A previsibilidade do abastecimento, ainda que por turnos, ajuda no planejamento, mas a prolongada duração do rodízio gera apreensão e exige resiliência da população.</p>
<p> Grupos de abastecimento e suas áreas</p>
<p>O DAE divulgou os grupos de bairros que são atendidos pelo sistema ETA/Batalha e que, portanto, estão sujeitos ao esquema de rodízio. A divisão busca distribuir de forma equitativa os períodos de interrupção e retorno do abastecimento.</p>
<p>Grupo 1: Jardim Ana Lúcia, Jardim Central, Jardim Esplanada, Jardim Eugênia, Jardim Ferraz, Jardim Gaivota, Jardim Jandira, Jardim Noroeste, Jardim Ouro Verde, Jardim Shangri-Lá, Jardim Solange, Jardim Terra Branca, Jardim Vitória, Mutirão Jardim Ouro Verde, Núcleo Habitacional Joaquim Guilherme de Oliveira, Parque Fortaleza, Parque São Joaquim, Residencial Parque das Andorinhas, Residencial Parque dos Sabiás, Residencial Parque Granja Cecília A e B, Residencial Quinta Ranieri, Vila Bernardino Prates, Vila Carvalho, Vila D’Aro, Vila Falcão (parte), Vila Independência, Vila Ipiranga, Vila Maria, Vila Nipônica, Vila Nova Nipônica, Vila Nova Paulista, Vila Nova Santa Ignez, Vila Nove de Julho, Vila Paulista, Vila Popular, Vila Razuk, Vila Santa Ignez, Vila Santista, Vila São Francisco, Vila São João do Ipiranga e Vila Tentor.</p>
<p>Grupo 2: Bosque da Saúde, Chácaras Cornélias, Jardim Aracy, Jardim Brasília, Jardim Celina, Jardim Dalila, Jardim de Allah, Jardim Faria, Jardim Jussara, Parque Alto da Boa Vista, Parque Jandaia, Parque Real, Parque São João, Parque Viaduto, Residencial Doutor Manoel Lopes, Vila Alto Paraíso, Vila Bela, Vila Dante Alighieri, Vila Falcão (parte), Vila Giunta, Vila Industrial, Vila Martha, Vila Nova Celina, Vila Pacífico, Vila Pacífico 2, Vila Paraíso, Vila Pelegrina, Vila Rocha, Vila Santa Terezinha e Vila Souto.</p>
<p> Orientação e canais de atendimento</p>
<p>Diante deste cenário, o DAE orienta a população a adotar práticas de consumo consciente, evitando desperdícios e utilizando a água armazenada de forma parcimoniosa. Pequenas mudanças de hábito, como reduzir o tempo no chuveiro, reutilizar a água da máquina de lavar para limpeza ou verificar vazamentos, podem fazer uma grande diferença. Em casos de emergência, como falta de água prolongada fora do período estabelecido para o rodízio, ou para tirar dúvidas específicas, os moradores são aconselhados a entrar em contato diretamente com a autarquia pelo telefone 0800 771 0195. A comunicação eficiente é fundamental para que o DAE possa identificar e solucionar problemas pontuais, além de prestar a assistência necessária à comunidade.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A situação hídrica em Bauru, marcada pela turbidez do Rio Batalha e o consequente reforço do rodízio, reitera a fragilidade dos sistemas de abastecimento frente às intempéries climáticas. Enquanto o Departamento de Água e Esgoto trabalha incessantemente para normalizar a qualidade da água e otimizar o tratamento, a colaboração da comunidade torna-se crucial. A expectativa é que, com a estabilização das chuvas no manancial, a qualidade da água melhore gradativamente, permitindo a retomada da capacidade plena da ETA e a flexibilização do rodízio. Contudo, o episódio serve como um lembrete constante da importância da gestão sustentável dos recursos hídricos e do consumo consciente por parte de todos.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Por que o rodízio de água foi reforçado em Bauru, mesmo com a lagoa do Rio Batalha cheia?<br />
O rodízio foi reforçado devido ao aumento da turbidez da água, causada pelas fortes chuvas. Para garantir a potabilidade e a qualidade da água distribuída, a Estação de Tratamento de Água (ETA) precisou reduzir sua capacidade de produção, diminuindo a oferta de água tratada.</p>
<p>Quanto tempo durará o rodízio de abastecimento intensificado?<br />
O DAE informou que o rodízio seguirá vigente até que a qualidade da água do Rio Batalha se normalize. A expectativa é de melhora gradativa, condicionada à estabilização das chuvas no manancial, o que permitirá a redução da turbidez.</p>
<p>Em caso de falta de água urgente fora do horário do rodízio, quem devo contatar?<br />
Em situações urgentes, de falta de água inesperada ou para obter mais informações, os moradores devem entrar em contato com o Departamento de Água e Esgoto (DAE) pelo telefone 0800 771 0195.</p>
<p>O rodízio de água é uma situação nova em Bauru?<br />
Não, o racionamento começou em agosto e, embora tenha passado por ajustes e períodos de menor intensidade, nunca chegou a ser totalmente interrompido. Houve épocas mais rigorosas, como em outubro, com divisões em três grupos de abastecimento.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre o rodízio em Bauru e adote práticas de consumo consciente para enfrentar este período.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Prefeitura de mairinque declara calamidade pública devido à crise hídrica</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/prefeitura-de-mairinque-declara-calamidade-publica-devido-a-crise-hidrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 20:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mairinque, interior de São Paulo, enfrenta uma severa crise hídrica que levou a prefeitura a decretar estado de calamidade pública. A medida, anunciada nesta quarta-feira (15), visa garantir o abastecimento de água na cidade por meio da Operação &#8220;Cuidar das Águas&#8221;. A decisão foi tomada após a concessionária Saneaqua Mairinque apresentar um relatório alarmante, apontando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mairinque, interior de São Paulo, enfrenta uma severa crise hídrica que levou a prefeitura a decretar estado de calamidade pública. A medida, anunciada nesta quarta-feira (15), visa garantir o abastecimento de água na cidade por meio da Operação &#8220;Cuidar das Águas&#8221;.</p>
<p>A decisão foi tomada após a concessionária Saneaqua Mairinque apresentar um relatório alarmante, apontando que o volume de chuvas está 40% abaixo da média histórica. Além disso, o nível da Represa do Fiscal, principal fonte de abastecimento da cidade, encontra-se em patamares críticos.</p>
<p>O decreto estabelece um sistema de monitoramento com três níveis de alerta: atenção (15%), alerta (10%) e emergência (abaixo de 10% da capacidade dos reservatórios). A prefeitura informou que diversos bairros estão sendo afetados pela estiagem, incluindo o Centro, Sorocabana, São Camilo, São José, Reneville, Jardim Vitória, Jardim dos Ipês, Jardim Waldez, Jardim Cruzeiro, Cecap, Nova Mairinque, Lagoinha, Nova Esperança, Jardim Flora, CDHU, Chácara Flora, Roda da Carroça e Residencial Parque.</p>
<p>Como resposta à crise, a Operação &#8220;Cuidar das Águas&#8221; prevê uma série de medidas administrativas e emergenciais. Entre elas, a aquisição e instalação de equipamentos para captação e bombeamento de água, a locação de caminhões pipa para distribuição emergencial, a distribuição de kits de higiene e insumos para prevenção de doenças, e a realização de campanhas educativas sobre o uso consciente da água. A operação também inclui o monitoramento semanal dos mananciais e o acompanhamento da capacidade dos reservatórios.</p>
<p>A Secretaria de Planejamento, Urbanismo, Meio Ambiente e Agricultura está coordenando a operação, com o apoio de outras secretarias municipais, da Defesa Civil e da Saneaqua Mairinque. O objetivo é mitigar os efeitos da estiagem e garantir o fornecimento contínuo de água potável para a população. A prefeitura ressalta que as medidas poderão ser prorrogadas, dependendo das condições climáticas futuras.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Osasco produz mais de 100 toneladas de alface crespa por ano</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-produz-mais-de-100-toneladas-de-alface-crespa-por-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 13:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento de Economia Solidária da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (SETRE), da Prefeitura de Osasco, mantém 16 hortas urbanas com planos para ampliação ainda em 2023 (e implantação do Eixo Verde, que compreende um corredor de grandes hortas), que fazem parte do Projeto Agricultura Urbana, conceito que une a geração de trabalho e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O Departamento de Economia Solidária da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (SETRE), da Prefeitura de Osasco, mantém 16 hortas urbanas com planos para ampliação ainda em 2023 (e implantação do Eixo Verde, que compreende um corredor de grandes hortas), que fazem parte do Projeto Agricultura Urbana, conceito que une a geração de trabalho e renda e a manutenção de áreas antes degradadas do ponto de vista ambiental.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">As hortaliças cultivadas nessas hortas são livres de agroquímicos e vendidas direto do pequeno produtor para o consumidor final. A renda dos canteiros é 100% dos agricultores, cabendo à SETRE a incubação desses empreendedores, o fornecimento dos insumos e a disponibilização dos locais para plantio. Atualmente, o projeto gera diretamente trabalho e renda para cerca de 60 famílias.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Para se ter uma ideia do tamanho do projeto de Agricultura Urbana, nos canteiros dessas hortas são produzidos, em média, mais de 132 toneladas de alface crespa por ano, 127 toneladas de couve, 88 toneladas de rúcula e 66 toneladas de escarola. Somente nesses quatro tipos de hortaliças, que são as mais produzidas nas 16 hortas juntas, somam-se 413 mil quilos de alimentos.</p>
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<p style="font-weight: 400;">No entanto, a produção conta ainda com o cultivo de salsinha, cebolinha, coentro, repolho, ora-pro-nóbis, azedinha, chuchu, quiabo, tomate, pimentão, peixinho, entre outras.</p>
<p style="font-weight: 400;">O processo de incubação é feito no Centro Público de Economia Solidária, localizado na Rua Minas Bogasian, 291 &#8211; Centro. Para mais informações os interessados podem ligar no telefone (11) 3683-6689.</p>
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<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Eixo Vede</strong></h4>
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<p style="font-weight: 400;">Visando<strong> </strong>ampliar o Projeto Agricultura Urbana, que já conta com 16 hortas, a Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda vai implantar seis novas hortas na cidade em 2023, beneficiando, diretamente, com trabalho e renda, mais 20 famílias, além das 60 que já fazem parte da ação. Dessas seis novas hortas, quatro já fazem parte do chamado “Eixo Verde”, um “corredor” de grandes hortas que será implantado na zona Norte, entre o Jardim Piratininga e o Canaã, iniciando próximo à Creche Mundo da Criança (paralela às Avenidas Cruzeiro do Sul e Graciela Flores de Piteri), e terminando no Centro Popular de Comércio, que também faz parte do projeto e que será ponto de comercialização da produção do Eixo Verde da região.</p>
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<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></h4>
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<p style="font-weight: 400;">Endereço das Hortas Urbanas em Osasco &#8211; A compra de hortaliças é feita direto com o agricultor</p>
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<h4 style="font-weight: 400;"><strong><u>Zona Sul</u></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">Horta Alimentos – Avenida General Pedro Pinho, 1.340 – Jardim Pestana</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Estufa – Rua Nossa Senhora do Rosário, 506 – Km 18</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Maná – Rua Antônio Russo, 657 – Jardim Roberto</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Morada dos Sonhos – Rua Morada dos Sonhos, em frente 63 &#8211; Jardim Vicentina</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Chico Mendes – Rua Lázaro Suave, 15 – City Bussocaba</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Vicentina – Rua Arlindo João Salgado, 2 – Jardim Vicentina</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Audax I– Rua Magnólia, 37 – Vila Yolanda</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Audax II– Rua Acácia, 475 – Vila Yolanda</p>
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<h4 style="font-weight: 400;"><strong><u>Zona Norte</u></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">Horta CAPS – Rua Anhanguera, 348 – Jardim Piratininga</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Simpatia – Rua Rubi, 17 – Mutinga</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Cheirinho Verde – Rua Fortunato Pulherini, 81 – Mutinga</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Modelo – Avenida João Del Papa, 580 – IAPI</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Nova Vida – Rua Calixto Barbieri, 129 – IAPI</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Cantinho Verde – Rua Calixto Barbieri, 1 – Canaã</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Passaredo I – Avenida Passaredo, 13 A – Jardim Aliança</p>
<p style="font-weight: 400;">Horta Passaredo II– Avenida Passaredo, 13 B – Jardim Aliança</p>
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<h4 style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a disponibilidade dos produtos depende das condições climáticas que antecedem a colheita e da época do desenvolvimento das mudas.</h4>
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