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	<title>Igualdade salarial &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>PL 1085/23: mais um instrumento de luta por equidade de gêneros é aprovado no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 10:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Elsa Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, no dia 1º de junho, o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. Trata-se do PL 1085/23, que também já foi aprovado na Câmara de Deputados e agora segue para sanção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3"><span class="s4">O Senado aprovou, </span><span class="s4">no dia 1º de junho</span><span class="s4">, o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. </span><span class="s4">Trata-se do PL 1085/23, que também já foi aprovado na Câmara de Deputados e agora segue para sanção presidencial.</span></p>
<p class="s3">
<p class="s5"><span class="s4">A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) já determina o pagamento de salários iguais entre homens e mulheres, desde que eles ocupem funções </span><span class="s4">iguais dentro da mesma empresa e </span><span class="s4">estipula multa de 50% do teto da Previdência, hoje em R$ 7.507,49, para o caso em que seja comprovada a discriminaç</span><span class="s4">ão por motivo de sexo ou etnia</span><span class="s4">. M</span><span class="s4">as, de acordo com o IBGE, a diferença de remuneração entre homens e mulheres atingiu 22% no fim do ano de 2022, ou seja, mulheres </span><span class="s4">ainda </span><span class="s4">recebem, em médi</span><span class="s4">a</span><span class="s4">, 78% dos salários dos homens quando ocupam o mesmo cargo ou exercem a mesma função.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">O mesmo IBGE apontava que, em 2019, a diferença era um pouco menor. No estudo daquele ano, as trabalhadoras ganhavam, em média, 20,5% menos que os homens no país.  </span></p>
<p class="s3"><span class="s4">Essa nova proposta estabelece que o empregador que não cumprir a lei pague multa correspondente a 10 vezes o valor do novo salário ao empregado que não recebeu a quantia correta. Se houver reincidência, a multa é elevada ao dobro. </span></p>
<p class="s3">
<p class="s3"><span class="s6">É</span><span class="s6"> um avanço! </span><span class="s6">Mas</span><span class="s6"> precisamos de ações contínuas para mudar </span><span class="s6">a</span><span class="s6">cultura </span><span class="s6">machista que toma conta do mercado de trabalho e</span><span class="s6">construir uma realidade na qual a equidade de gênero seja possível e incentivada para além dos discursos. </span><span class="s6">Além dos salários, precisamos continuar lutando por espaços onde seja, de fato, possível, que a mulher trabalhe.</span></p>
<p class="s3">
<p class="s3"><span class="s6">Especificamente em relação a igualdade de gênero, algumas iniciativas são fundamentais para facilitar a </span><a name="_GoBack"></a><span class="s6">jornada da mulher, que ainda é vista em nossa sociedade como a grande responsável pelo trabalho doméstico e cuidado com os filhos e idosos.</span> <span class="s6">Ações como creches no local de trabalho, adoção de auxílio-creche ou babá, políticas de trabalho flexíveis, com possibilidade de trabalho remoto ou híbrido, </span><span class="s6">e </span><span class="s6">licença paternidade e maternidade ampliadas para equilibrar as responsabilidades de cuidado</span><span class="s6"> dos filhos</span><span class="s6"> entre homens e mulheres podem mudar a forma como mulheres se dedicam à vida profissional.</span></p>
<p class="s3">
<p class="s3"><span class="s7">O lado bom &#8211; </span><span class="s4">M</span><span class="s4">esmo com </span><span class="s4">os</span><span class="s4"> números desanimadores</span> <span class="s4">que indicam a disparidade de salários entre homens e mulheres que exercem as mesmas funções </span><span class="s4">citados acima</span><span class="s4">, há outros dados que mostram que a mudança que a gente tanto espera e pela qual lutamos diariamente, vem acontecendo, </span><span class="s4">mesmo </span><span class="s4">que a passos lentos. Se ainda ganhamos menos, por outro lado estamos ocupando mais postos de trabalho no país. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou que a taxa de participação feminina no mercado de trabalho cresceu continuamente desde 2014 e atingiu 54,34%, em 2019. Em 2021, a porcentagem fechou em 51,56. A procura por qualificação profissional é um dos fatores dessa progressão. As mulheres são as que têm mais educação formal e mais qualificação para as vagas de emprego. Uma pesquisa de 2018 do IBGE revela que elas são 55,1% dos universitários e 53,5% do total de alunos de pós-graduação.</span></p>
<p class="s5">
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