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	<title>herzog &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>herzog &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Quinta edição do dh fest celebra direitos humanos em são paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 01:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo se prepara para a 5ª edição do DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, com início marcado para esta terça-feira (25) e encerramento em 2 de dezembro. Este ano, o evento aborda o tema “Memória, terra, liberdade”, oferecendo ao público uma extensa programação gratuita que inclui exibições de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo se prepara para a 5ª edição do DH Fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, com início marcado para esta terça-feira (25) e encerramento em 2 de dezembro. Este ano, o evento aborda o tema “Memória, terra, liberdade”, oferecendo ao público uma extensa programação gratuita que inclui exibições de filmes, apresentações musicais, peças teatrais e debates. Diversos espaços culturais da cidade, como o Centro Cultural São Paulo, a Cinemateca Brasileira, o Galpão Cultural Elza Soares, o Espaço Petrobras de Cinema e a Reserva Cultural, serão palco das atividades.</p>
<p>A abertura do festival será marcada pela exibição do documentário “Alma Negra, do Quilombo ao Baile”, com direção de Flavio Frederico. A obra explora a importância dos bailes black e da soul music no cenário nacional como formas de expressão e resistência da identidade negra.</p>
<p>Em um ano que marca o 50º aniversário da morte do jornalista Vladimir Herzog, o DH Fest presta homenagem com a exibição de dois documentários dedicados a sua memória: “Herzog: o crime que abalou a ditadura” e “A vida de Vlado – 50 anos do caso Herzog”. Ao todo, a programação conta com 25 obras audiovisuais.</p>
<p>Francisco Cesar Filho, um dos curadores do festival, destaca a programação do sábado (29), que incluirá um almoço com alimentos da reforma agrária popular, seguido do debate &#8220;Terra e Luta: sementes para uma alimentação digna&#8221;. A programação do dia culminará com a apresentação da cantora Leci Brandão, precedida pela apresentação do Discopédia, conhecido por sua seleção de música negra em vinil.</p>
<p>Entre as novidades desta edição do DH Fest, destacam-se as apresentações teatrais do grupo Pano, com o espetáculo “Cerrado”, e a entrega do Prêmio Marimbás, que visa reconhecer personalidades da arte e da cultura que se destacam na defesa dos direitos humanos. O troféu do prêmio, concebido pela artista Laerte, homenageará o fotógrafo Sebastião Salgado e a atriz e cantora Zezé Motta, que fará uma apresentação especial no encerramento do festival.</p>
<p>Para aqueles que não puderem comparecer presencialmente, parte da programação será transmitida gratuitamente através da plataforma de streaming CultSP Play. Mais informações e a programação completa estão disponíveis no site oficial do evento.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Calçada da resistência homenageia defensores da democracia em são paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 03:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Praça Memorial Vladimir Herzog, localizada no coração de São Paulo, um novo espaço de homenagem foi inaugurado: o Calçadão da Resistência. A iniciativa, idealizada pelo Coletivo Cultural Associação de Amigos da Praça Memorial Vladimir Herzog, celebra jornalistas e outras personalidades que se destacaram na luta pela anistia e pelos direitos humanos, agraciados com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Praça Memorial Vladimir Herzog, localizada no coração de São Paulo, um novo espaço de homenagem foi inaugurado: o Calçadão da Resistência. A iniciativa, idealizada pelo Coletivo Cultural Associação de Amigos da Praça Memorial Vladimir Herzog, celebra jornalistas e outras personalidades que se destacaram na luta pela anistia e pelos direitos humanos, agraciados com o Prêmio Vladimir Herzog desde 1979.</p>
<p>A cerimônia de lançamento, realizada recentemente, marcou a instalação dos primeiros tijolos intertravados com os nomes de 51 homenageados na categoria especial do prêmio. Entre os nomes gravados estão figuras como Tim Lopes, Sueli Carneiro, Mino Carta, Caco Barcellos, Luiz Gama, Dom Paulo Evaristo Arns, Perseu Abramo, Dom Phillips, Rubens Paiva e Ziraldo. Os trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que receberam o Prêmio Especial Vladimir Herzog de Contribuição ao Jornalismo em 2022 pela defesa da comunicação pública, também foram homenageados.</p>
<p>O Calçadão da Resistência, ao final da instalação, contará com 1.625 nomes de personalidades premiadas.</p>
<p>Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog e presidente do Conselho Consultivo do Instituto Vladimir Herzog, ressaltou a importância do prêmio de jornalismo na manutenção da memória de seu pai e na valorização de profissionais que denunciam violações de direitos humanos.</p>
<p>O jornalista Sérgio Gomes, diretor da Oboré Projetos Especiais em Comunicações e Artes, comparou o calçadão a um monumento aos grandes jornalistas, simbolizando o melhor do jornalismo.</p>
<p>Mouzar Benedito, vencedor da primeira edição do prêmio, relembrou os tempos de militância contra a ditadura militar, utilizando o pseudônimo de Rezende Valadares Netto e sua prisão durante o regime. Apesar de um certo pessimismo em relação ao futuro, ele reafirmou a importância da imprensa para a democracia.</p>
<p>Andre Basbaum, presidente da EBC, destacou o reconhecimento aos trabalhadores da empresa como um importante símbolo do compromisso com a democracia, o serviço público, a comunicação pública, o jornalismo profissional e a qualidade da informação, especialmente em um espaço de memória como a Praça Memorial Vladimir Herzog.</p>
<p>A EBC, após completar 18 anos e resistir a tentativas de censura e fechamento, busca agora a reconstrução e o fortalecimento da comunicação pública no país, com a realização de seminários e debates sobre o tema.</p>
<p>Ivo Herzog enfatizou o papel do jornalismo como um instrumento fundamental para a democracia, fiscalizando os poderes e informando a sociedade sobre as ações do governo. Sérgio Gomes complementou, afirmando que sem jornalismo profissional não há democracia, ressaltando a importância de critérios técnicos e éticos para a verificação da informação.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Catedral da sé relembra 50 anos da morte de vladimir herzog</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 03:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um ato ecumênico que lotou a Catedral da Sé, em São Paulo, a Comissão Arns e o Instituto Vladimir Herzog marcaram os 50 anos do assassinato do jornalista Vladimir Herzog pela ditadura militar. O local, palco da histórica cerimônia inter-religiosa de 1975, reuniu novamente uma multidão para relembrar o legado de Herzog e clamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um ato ecumênico que lotou a Catedral da Sé, em São Paulo, a Comissão Arns e o Instituto Vladimir Herzog marcaram os 50 anos do assassinato do jornalista Vladimir Herzog pela ditadura militar. O local, palco da histórica cerimônia inter-religiosa de 1975, reuniu novamente uma multidão para relembrar o legado de Herzog e clamar por justiça.</p>
<p>Ivo Herzog, filho de Vladimir, presente no ato, enfatizou a necessidade de um processo legal para investigar as circunstâncias dos crimes cometidos durante a ditadura, indiciar os responsáveis, vivos ou mortos, e submetê-los ao julgamento do Poder Judiciário. Ele também ressaltou a importância da revisão do parecer do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Anistia de 1979, uma luta da sociedade para que os crimes de lesa-humanidade não fiquem impunes.</p>
<p>Ivo criticou a demora no julgamento da ADPF 320, que trata da anistia, e a considerou uma cumplicidade com a cultura de impunidade no Brasil. Segundo ele, o tema da anistia foi sequestrado pela extrema-direita, que busca perpetuar a impunidade dos crimes cometidos durante o regime militar.</p>
<p>O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, também esteve presente na cerimônia e reafirmou o compromisso do Estado com a democracia, a justiça e a liberdade. Alckmin declarou que a morte de Vladimir Herzog foi resultado do extremismo de um Estado que, em vez de proteger os cidadãos, os perseguia e matava. Questionado sobre a revisão da Lei da Anistia, ele afirmou que &#8220;já demos bons passos nessa questão&#8221;.</p>
<p>O assassinato de Vladimir Herzog, torturado e morto nas dependências do Doi-Codi, marcou um período sombrio da história brasileira. Herzog, então diretor de Jornalismo da TV Cultura, apresentou-se voluntariamente ao órgão de repressão em 25 de outubro de 1975.</p>
<p>O jornalista Sérgio Gomes, que estava preso no Doi-Codi na época, relatou ter ouvido Herzog sendo torturado e presenciado a simulação de suicídio que se seguiu à sua morte. Desde então, sua esposa, Clarice Herzog, liderou as denúncias sobre o assassinato político do marido.</p>
<p>Em 31 de outubro de 1975, um ato na Catedral da Sé se tornou um marco na resistência democrática, liderado por líderes religiosos como dom Paulo Evaristo Arns, o rabino Henry Sobel e o reverendo Jaime Wright. Cinco décadas depois, o novo ato inter-religioso na Sé foi dedicado à memória de todas as vítimas da ditadura.</p>
<p>Jornalistas realizaram uma passeata até a Sé para participar do evento, reafirmando a importância da luta contra a impunidade e em defesa da democracia. Diversas personalidades compareceram ao ato, que incluiu apresentações musicais, manifestações inter-religiosas e a exibição de vídeos com imagens de manifestações e vítimas do Estado.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Documentários celebram legado de vladimir herzog 50 anos após sua morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 20:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois novos documentários lançados neste mês revisitam a história do jornalista Vladimir Herzog, marcando os 50 anos de sua morte durante a ditadura militar. As produções oferecem diferentes perspectivas sobre a vida e o impacto do crime que abalou o país. Um dos filmes, &#8220;A Vida de Vlado &#8211; 50 anos do caso Herzog&#8221;, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois novos documentários lançados neste mês revisitam a história do jornalista Vladimir Herzog, marcando os 50 anos de sua morte durante a ditadura militar. As produções oferecem diferentes perspectivas sobre a vida e o impacto do crime que abalou o país.</p>
<p>Um dos filmes, &#8220;A Vida de Vlado &#8211; 50 anos do caso Herzog&#8221;, é uma produção da TV Cultura, emissora onde Herzog trabalhava como diretor na época de sua morte. Com o apoio do Instituto Vladimir Herzog, o documentário estreou na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Narrado pelo jornalista Chico Pinheiro, o filme explora a trajetória de Herzog, desde seu nascimento na antiga Iugoslávia em 1937, até sua chegada ao Brasil com a família para escapar da perseguição nazista. A diretora de jornalismo da TV Cultura destaca que a produção apresenta arquivos inéditos de Herzog, incluindo slides de um filme inacabado sobre Canudos, recuperados pelo Instituto.</p>
<p>O segundo documentário, intitulado &#8220;Herzog &#8211; O Crime que Abalou a Ditadura&#8221;, é produzido pelo Instituto Conhecimento Liberta. A diretora-executiva de conteúdo do Instituto, Márcia Cunha, explica que o filme se concentra especificamente no período que circunda o crime, desde a semana anterior até a semana posterior, buscando expor os métodos e estratégias da ditadura.</p>
<p>A produção enfrentou o desafio da escassez de imagens de arquivo dos eventos narrados e, como solução, adotou o recurso da história em quadrinhos para recriar cenas e situações. O diretor e roteirista Antônio Farinaci detalha que a abordagem buscou representar os relatos e depoimentos de forma visualmente interessante, suprindo a falta de registros imagéticos.</p>
<p>O filme apresenta depoimentos de figuras como os jornalistas Dilea Frate, Paulo Markun, Rose Nogueira e Sérgio Gomes; Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog; e João Batista de Andrade, diretor e produtor de cinema e televisão.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Documentário detalha a última semana de vladimir herzog sob ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 03:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
		<category><![CDATA[depoimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo documentário, intitulado &#8220;Herzog – O Crime que Abalou a Ditadura&#8221;, lançado nesta quinta-feira, reconstrói os eventos que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog, cujo assassinato completa 50 anos neste sábado. A produção, realizada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL), narra a trajetória de Herzog, um jornalista, professor e cineasta que foi torturado e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo documentário, intitulado &#8220;Herzog – O Crime que Abalou a Ditadura&#8221;, lançado nesta quinta-feira, reconstrói os eventos que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog, cujo assassinato completa 50 anos neste sábado. A produção, realizada pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL), narra a trajetória de Herzog, um jornalista, professor e cineasta que foi torturado e morto por agentes durante o regime militar. O filme está disponível no canal do ICL no YouTube.</p>
<p>O documentário apresenta depoimentos de amigos, colegas de trabalho e familiares de Herzog, buscando elucidar o impacto de sua morte na sociedade brasileira e como ela se tornou um marco na luta pela redemocratização do país. Segundo os produtores, os relatos oferecem uma nova perspectiva sobre a história, já amplamente divulgada, com foco nos elementos que desencadearam a comoção nacional.</p>
<p>Antônio Farinaci, diretor e roteirista do filme, destaca a intenção de investigar temas históricos, sociais e culturais, buscando trazer uma abordagem inédita para a história de Herzog. Nascido na antiga Iugoslávia, Herzog fugiu do nazismo com sua família e encontrou refúgio no Brasil ainda criança. Sua morte, inicialmente divulgada como suicídio, tornou-se um símbolo de resistência contra a opressão e em defesa da liberdade de imprensa.</p>
<p>Márcia Cunha, diretora executiva de conteúdo do ICL, explica que o documentário se concentra no período de uma semana antes até uma semana após o crime, abordando as motivações do assassinato, os eventos que o cercaram e as consequências para o jornalista, o país e a história brasileira. A produção busca mostrar como a ditadura agia, expondo estratégias que, segundo ela, se repetem até os dias atuais, como o uso de táticas de desinformação e ataques à imprensa.</p>
<p>O filme conta com depoimentos de jornalistas como Dilea Frate, Paulo Markun, Rose Nogueira e Sérgio Gomes, além do filho de Herzog, Ivo Herzog, e do diretor e roteirista João Batista de Andrade. A produção enfrentou desafios na busca por imagens de arquivo, devido à falta de registros da época. Para superar essa dificuldade, a equipe optou por recriar cenas importantes por meio de storyboards e animações em estilo de história em quadrinhos, buscando atrair a atenção das novas gerações.</p>
<p>Paula Villar, artista ativista, foi responsável pelas ilustrações, criando representações visuais de momentos cruciais baseadas nos depoimentos e relatos disponíveis. A narrativa intercala os quadrinhos com depoimentos de pessoas que estiveram presas com Herzog e relatos de amigos e figuras como Dom Paulo Evaristo Arns.</p>
<p>Farinaci enfatiza o rigor e o respeito com que a produção abordou os depoimentos, buscando retratar o terror da época e evitar o revisionismo histórico. Cunha complementa que o crime expôs a divisão interna no regime militar, entre aqueles que defendiam a abertura democrática e a linha dura do exército, contribuindo para o processo de redemocratização.</p>
<p>O documentário também aborda a prisão de Herzog na TV Cultura, onde trabalhava, e sua apresentação voluntária no DOI-Codi, onde foi torturado e morto. A diretora ressalta que, na semana anterior ao crime, 11 jornalistas já haviam sido presos, indicando uma perseguição sistemática à imprensa. A icônica foto de Herzog enforcado, com indícios de fraude, também é analisada no filme.</p>
<p>Em paralelo ao documentário, o ICL lançou o podcast &#8220;Caso Herzog – A foto e a farsa&#8221;, que detalha a produção da imagem e sua importância para desvendar o crime. O podcast está disponível no canal do ICL no YouTube e em plataformas de áudio.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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