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	<title>grupos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>grupos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Forças israelenses matam militantes em Gaza; agricultor palestino também é morto</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:30:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Faixa de Gaza foi palco de mais uma escalada de tensões e confrontos, com a notícia de que forças israelenses mataram quatro indivíduos identificados como militantes em Rafah, no sul do território. A operação, que ocorreu em meio a um ambiente de segurança já frágil, também resultou na morte de um agricultor palestino, aumentando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faixa de Gaza foi palco de mais uma escalada de tensões e confrontos, com a notícia de que forças israelenses mataram quatro indivíduos identificados como militantes em Rafah, no sul do território. A operação, que ocorreu em meio a um ambiente de segurança já frágil, também resultou na morte de um agricultor palestino, aumentando a preocupação com o impacto civil desses incidentes. Rafah, uma cidade estratégica na fronteira com o Egito, é frequentemente um ponto focal de operações militares israelenses, que alegam visar infraestruturas e elementos de grupos armados. Este episódio sublinha a complexidade e a volubilidade da situação na Faixa de Gaza, um enclave densamente povoado que vive sob bloqueio e é palco de um conflito persistente. As repercussões desta ação são esperadas tanto a nível local quanto internacional, reacendendo debates sobre a segurança, os direitos humanos e as perspectivas de paz na região.</p>
<p> A operação em Rafah e as vítimas</p>
<p>A incursão das forças israelenses em Rafah, uma cidade crucial no extremo sul da Faixa de Gaza, marcou mais um capítulo na prolongada série de hostilidades na região. Relatos iniciais indicam que a operação visava elementos de grupos armados palestinos, resultando na morte de quatro militantes. As circunstâncias exatas do confronto permanecem sob investigação e são frequentemente objeto de narrativas conflitantes por parte dos envolvidos. Fontes militares israelenses geralmente justificam tais ações como preventivas, destinadas a desmantelar capacidades de grupos como o Hamas ou a Jihad Islâmica, que consideram ameaças à sua segurança.</p>
<p> Detalhes da incursão e identificação</p>
<p>A operação teria ocorrido nas primeiras horas da manhã, com relatos de troca de tiros intensos em áreas específicas de Rafah. Embora a identidade exata dos quatro militantes não tenha sido detalhada de imediato, autoridades israelenses afirmaram que os indivíduos estavam envolvidos em atividades que representavam uma ameaça. Por outro lado, grupos palestinos geralmente os honram como mártires da resistência. Este tipo de confronto não é incomum na Faixa de Gaza, onde a presença de grupos armados e a resposta militar israelense criam um ciclo contínuo de violência.</p>
<p>A tragédia foi ampliada pela morte de um agricultor palestino, identificado como um civil, que teria sido atingido por tiros durante a operação. A morte de civis em operações militares é uma fonte constante de condenação por parte de organizações de direitos humanos e da comunidade internacional. Tais incidentes destacam o custo humano do conflito, onde indivíduos não envolvidos diretamente na luta armada frequentemente pagam o preço mais alto. A comunidade local expressou luto e indignação pela perda do agricultor, ressaltando o impacto devastador sobre as famílias e a subsistência em uma região já empobrecida.</p>
<p> Contexto de segurança na região</p>
<p>Rafah é uma cidade com uma importância estratégica ímpar na Faixa de Gaza. Localizada na fronteira com o Egito, é o principal ponto de passagem terrestre para pessoas e mercadorias entre Gaza e o mundo exterior que não seja controlado diretamente por Israel. Historicamente, Rafah tem sido associada à rede de túneis de contrabando que, segundo Israel, são usados para transportar armas e outros materiais para grupos armados. Esta percepção de Rafah como um centro de atividade militante e contrabando frequentemente justifica as operações israelenses na área.</p>
<p>A segurança na Faixa de Gaza é um problema complexo e multifacetado. Desde a retirada unilateral de Israel em 2005 e a subsequente tomada de controle pelo Hamas em 2007, o enclave tem estado sob um rigoroso bloqueio israelense e egípcio. Este bloqueio, justificado por Israel como uma medida para impedir o armamento do Hamas, resultou em condições humanitárias severas e uma economia em colapso. A tensão é constante, com lançamentos de foguetes de Gaza e retaliações aéreas e terrestres de Israel sendo eventos recorrentes. A operação mais recente em Rafah insere-se neste panorama de conflito assimétrico e contínuo, onde cada ação militar tem o potencial de desencadear uma nova espiral de violência.</p>
<p> Repercussões e o cenário regional</p>
<p>A morte de militantes e de um agricultor palestino em Rafah terá, sem dúvida, amplas repercussões, ecoando pelos territórios palestinos e além. Em Gaza, tais incidentes frequentemente resultam em protestos, condenações e, por vezes, em retaliações por parte de grupos armados. A memória das vítimas alimenta um sentimento de resistência e agrava o ressentimento contra a ocupação e o bloqueio. Para as famílias e comunidades afetadas, a dor da perda se soma à frustração de uma vida sob constante ameaça.</p>
<p> Reações e condenações</p>
<p>As reações imediatas a eventos como este são previsíveis. O Hamas e outros grupos armados palestinos provavelmente emitirão declarações condenando a ação israelense e prometendo vingança. Autoridades palestinas na Cisjordânia também deverão expressar condenação, apelando à comunidade internacional para intervir e proteger os civis. No cenário internacional, organizações de direitos humanos e alguns governos podem manifestar preocupação com o uso da força e o impacto sobre a população civil, instando ambas as partes à moderação e ao respeito pelo direito internacional humanitário. No entanto, a polarização em torno do conflito Israel-Palestina significa que as reações internacionais são frequentemente divididas, com alguns países apoiando o direito de Israel à autodefesa e outros criticando suas políticas e ações.</p>
<p> O impacto civil e humanitário</p>
<p>Além das perdas de vidas, o impacto a longo prazo sobre a população civil da Faixa de Gaza é profundo. O bloqueio prolongado e os ciclos repetidos de violência deixaram a infraestrutura em ruínas, a economia em frangalhos e um sistema de saúde sobrecarregado. A falta de acesso a bens essenciais, medicamentos e oportunidades de desenvolvimento criou uma crise humanitária crônica. A morte do agricultor em Rafah não é apenas uma estatística, mas um lembrete vívido da vulnerabilidade dos civis que tentam levar uma vida normal em um ambiente de conflito. As crianças de Gaza, em particular, crescem em um ambiente de trauma constante, com o som de explosões e o medo da violência tornando-se parte de sua realidade diária. Estes incidentes apenas servem para aprofundar a crise humanitária e dificultar qualquer perspectiva de paz duradoura.</p>
<p> A complexidade do ciclo de violência</p>
<p>A mais recente operação em Rafah, que resultou na morte de quatro militantes e um agricultor palestino, é um sombrio lembrete da persistente e volátil natureza do conflito israelo-palestino, especialmente na Faixa de Gaza. Este enclave costeiro continua a ser um epicentro de tensões, onde ações militares e reações de grupos armados alimentam um ciclo de violência que parece não ter fim. As justificativas de segurança de Israel para suas operações e as reivindicações de resistência dos grupos palestinos se chocam, resultando em um custo humano elevado. A ausência de uma solução política duradoura e a deterioração contínua das condições humanitárias em Gaza apenas exacerbam a situação, tornando cada incidente um catalisador potencial para uma escalada ainda maior. A necessidade urgente de um diálogo significativo e de esforços concertados para proteger os civis e abordar as causas profundas do conflito nunca foi tão crítica.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Qual foi o principal evento noticiado?<br />
O principal evento foi a morte de quatro indivíduos identificados como militantes e um agricultor palestino em uma operação das forças israelenses em Rafah, no sul da Faixa de Gaza.</p>
<p>Quem são as vítimas mencionadas?<br />
As vítimas incluem quatro indivíduos identificados como militantes e um agricultor palestino, que era um civil, morto durante a mesma operação.</p>
<p>Qual é o contexto de Rafah na Faixa de Gaza?<br />
Rafah é uma cidade estratégica no sul da Faixa de Gaza, na fronteira com o Egito. É um ponto de passagem crucial e tem sido frequentemente associada por Israel a atividades de grupos armados e contrabando através de túneis.</p>
<p>Para compreender melhor a dinâmica do conflito israelo-palestino e seu impacto na região, continue acompanhando as notícias e análises sobre o tema.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Grupos definidos: veja como ficou a copa do mundo de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 06:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O sorteio realizado nesta sexta-feira definiu a composição dos grupos para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada conjuntamente por Canadá, México e Estados Unidos. A competição, que promete ser histórica, já tem seus primeiros confrontos delineados, aumentando a expectativa dos fãs do esporte em todo o mundo. O Brasil, um dos favoritos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sorteio realizado nesta sexta-feira definiu a composição dos grupos para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada conjuntamente por Canadá, México e Estados Unidos. A competição, que promete ser histórica, já tem seus primeiros confrontos delineados, aumentando a expectativa dos fãs do esporte em todo o mundo.</p>
<p>O Brasil, um dos favoritos ao título, foi alocado no Grupo C e fará sua estreia no dia 13 de junho. A seleção brasileira terá como adversários Marrocos, Haiti e Escócia na fase de grupos.</p>
<p>A seguir, a relação completa dos grupos sorteados:</p>
<p>Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e o vencedor da repescagem da Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).</p>
<p>Grupo B: Canadá, o vencedor da repescagem da Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia), Catar e Suíça.</p>
<p>Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia.</p>
<p>Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e o vencedor da repescagem da Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo).</p>
<p>Grupo E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador.</p>
<p>Grupo F: Holanda, Japão, o vencedor da repescagem da Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) e Tunísia.</p>
<p>Grupo G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia.</p>
<p>Grupo H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai.</p>
<p>Grupo I: França, Senegal, o vencedor da Repescagem Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque) e Noruega.</p>
<p>Grupo J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia.</p>
<p>Grupo K: Portugal, o vencedor da Repescagem Intercontinental 1 (República do Congo, Jamaica ou Nova Caledônia), Uzbequistão e Colômbia.</p>
<p>Grupo L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.</p>
<p>O sorteio dos grupos marca um importante passo rumo à Copa do Mundo de 2026, e as seleções agora conhecem seus primeiros desafios na busca pelo título mundial. As repescagens, tanto as europeias quanto as intercontinentais, adicionarão ainda mais emoção e imprevisibilidade ao torneio.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Após Cúpula do G20, Lula fala sobre desafios de presidir grupo e celebra consensos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em coletiva antes de voltar ao Brasil, presidente disse que quer um G20 participativo, exalta potencial da Aliança Global dos Biocombustíveis e reforça interesse em fechar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre os desafios que o Brasil irá enfrentar no comando do G20, comentou sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Em coletiva antes de voltar ao Brasil, presidente disse que quer um G20 participativo, exalta potencial da Aliança Global dos Biocombustíveis e reforça interesse em fechar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia</em></h4>
<p>presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre os desafios que o Brasil irá enfrentar no comando do G20, comentou sobre as negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e celebrou os consensos e anúncios obtidos durante a 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do G20. O presidente concedeu entrevista coletiva em Nova Delhi, na Índia, na manhã desta segunda-feira, 11/9, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Nós queremos utilizar várias cidades brasileiras para que a gente faça o maior número de eventos possíveis do G20, tentar fazer um G20 mais popular. Ou seja, a sociedade se manifestar, participar, para que a gente possa, nas conclusões, mostrar um pouco do retrato de um G20 mais participativo”</p>
<p>Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República</p></blockquote>
<p>No domingo, durante a sessão de encerramento da cúpula, o presidente recebeu do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o martelo que simboliza a Presidência temporária do G20. O mandato terá início em dezembro de 2023, com duração de um ano. Para Lula, o evento na capital indiana foi um exemplo e traz desafios para o Brasil.</p>
<p><strong><a class="external-link" title="" href="https://www.flickr.com/photos/palaciodoplanalto/albums/72177720311101025" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->» Fotos da coletiva de imprensa em alta resolução (Flickr)</a></strong></p>
<p><strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevista-coletiva-concedida-pelo-presidente-da-republica-luiz-inacio-lula-da-silva-apos-participacao-na-cupula-do-g20-na-india" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->» Confira a transcrição da coletiva de imprensa do presidente Lula</a></strong></p>
<p><strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/assuntos/g20/pronunciamento-do-ministro-das-relacoes-exteriores-mauro-vieira-em-coletiva-de-imprensa-apos-a-cupula-do-g20" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->» Transcrição do pronunciamento do ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores)</a></strong></p>
<p>“O Brasil tem condições de sediar um evento desse com tranquilidade, um evento bem feito porque temos que cuidar da qualidade das discussões”, disse. “Nós queremos utilizar várias cidades brasileiras para que a gente faça o maior número de eventos possíveis do G20, tentar fazer um G20 mais popular. Ou seja, a sociedade se manifestar, a sociedade participar, para que a gente possa, nas conclusões, mostrar um pouco do retrato de um G20 mais participativo, de um G20 mais democrático”.</p>
<p>No papel de um dos líderes mundiais que deram ao G20 o formato atual durante a crise econômica mundial de 2008, Lula comemorou a oportunidade de presidir o grupo em seu terceiro mandato. Ele lembrou os temas centrais que o Brasil adotará na Presidência: o combate à fome e à desigualdade, o incentivo à transição energética e ao desenvolvimento sustentável e a busca por uma mudança nos sistemas de governança internacional.</p>
<p>“É muita responsabilidade para o Brasil fazer o G20. Todo mundo sabe que iremos colocar a questão da desigualdade como assunto principal da nossa discussão. É preciso, de uma vez por todas, que a gente tente levar em conta e criar uma certa indignação nos dirigentes com relação à desigualdade. A desigualdade de gênero, a desigualdade de raça, a desigualdade de educação, a desigualdade de saúde, a desigualdade de comida. Ou seja, o mundo está muito desigual”, ressaltou.</p>
<p><b>TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</b> – Na questão da transição energética, o presidente falou sobre a importância da experiência brasileira na produção de energia limpa, de fontes renováveis e não poluentes. Para ele, o Brasil tem muito a ensinar nesse campo para os outros países, além de muita tecnologia.</p>
<p>“Vamos colocar na ordem do dia a questão da transição energética. O Brasil tem um potencial extraordinário na produção de energia limpa. Hoje, já temos, praticamente, da nossa energia elétrica, quase 90% totalmente limpa. E, no conjunto de energia, temos 50% contra 15% do restante do mundo. Então, nessa questão de combustível e energia limpa, o Brasil tem muito a ensinar aos outros países e, por isso, queremos compartilhar aquilo que somos capazes de produzir”, explicou.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Todo mundo sabe que o Brasil é o país que tem uma tradição, quase que de 50 anos, na produção de etanol. Todo mundo sabe o que tentamos fazer para que o mundo adotasse os biocombustíveis como alternativa ao petróleo. Já faz tempo, antes de qualquer crise de petróleo. É porque achamos que o mundo precisa ser despoluído&#8221;</p></blockquote>
<p>Exemplo disso é a <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/em-reuniao-bilateral-lula-e-primeiro-ministro-da-india-conversam-sobre-tecnologia-comercio-e-biocombustiveis" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->Aliança Global dos Biocombustíveis</a></strong>, que o presidente Lula lançou em Nova Delhi com os presidentes da Argentina, Alberto Fernández, dos Estados Unidos, Joe Biden, e com primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. A ideia é fomentar a produção e o uso de biocombustíveis, como o etanol, para buscar transportes menos poluentes em escala mundial.</p>
<p>“Todo mundo sabe que o Brasil é o país que tem uma tradição, quase que de 50 anos, na produção de etanol. Todo mundo sabe o que tentamos fazer para que o mundo adotasse os biocombustíveis como alternativa ao petróleo. Já faz tempo, antes de qualquer crise de petróleo. É porque achamos que o mundo precisa ser despoluído”, disse ele.</p>
<p><b>REFORMA INTERNACIONAL</b> – Na entrevista, Lula frisou a necessidade de se promover uma reforma das instituições internacionais, a maioria delas criada logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na metade do século 20. Para ele, a atuação dessas entidades não se modernizou ao longo do tempo, algo que precisa ocorrer para que os países em desenvolvimento possam ampliar seu espaço no cenário mundial.</p>
<p>“Outra coisa importante que vamos discutir é a questão da reforma das instituições multilaterais. O Banco Mundial precisa de mudança, é preciso que os países em desenvolvimento possam dirigir o banco. O FMI, desde a primeira reunião, a gente tenta propor mudanças e as mudanças são pequenas e não andam. E vamos também querer discutir a questão dos membros permanentes no Conselho de Segurança da ONU. É preciso mudar a geografia que está colocada lá, que é de 1945, e colocar uma geografia de 2024, ano que vai se dar a discussão no Brasil”, declarou o presidente.</p>
<div align="center">
<dl class="image-inline captioned">
<dt><a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/11092023_coletiva_lula_g20.jpeg" rel="lightbox noopener" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/11092023_coletiva_lula_g20.jpeg/@@images/76df20c8-1c66-47cf-8615-c87ea5ccd521.jpeg" alt="" width="760" height="506" /></a></dt>
<dd class="image-caption">Lula reforçou que, à frente do G20, o Brasil vai pautar a redução de desigualdades e a reforma de instituições multilaterais. Foto: Ricardo Stuckert /PR</dd>
</dl>
</div>
<p><b>PASSO PELA PAZ</b> – Em suas declarações, o presidente Lula comemorou o fato de a declaração final da cúpula, aprovada pelos membros do G20, incluindo a União Europeia, ter um destaque afirmando que a melhor saída para o conflito entre Rússia e Ucrânia é a via da paz. Para ele, a guerra já teve um preço alto demais, especialmente para a população ucraniana que precisou abandonar seu país.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Eu disse que quero fazer o acordo (União Europeia e Mercosul), quero fazer uma reunião em que os presidentes estejam presentes para decidir. E dizer: ‘Quer ou não quer?’. Já faz 22 anos que estamos nisso. E sempre vejo, em algum setor da imprensa, a ideia de que é o Brasil que não quer, de que é a Argentina que não quer, que é o Mercosul que não quer. Nós queremos”</p></blockquote>
<p>“Parece pouco, mas os países do G20 terem assinado um documento de que a melhor forma para encontrar uma solução para o conflito entre Rússia e Ucrânia é tentar trabalhar pela paz. É uma coisa que a gente vem pregando já há algum tempo e eu acho que é o único caminho. Eu acho que todo mundo está pegando consciência de que essa guerra já está cansando a humanidade, cansando as pessoas, muito mais os refugiados ucranianos e russos, além das vítimas que a gente não vai conseguir trazer de volta. Portanto, você fazer com que toda a União Europeia assinasse um documento colocando a questão da paz na ordem do dia é um avanço importante”, sublinhou.</p>
<p><b>MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA</b> – Durante a cúpula na Índia, o presidente Lula se reuniu com <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/brasil-e-franca-vao-reeditar-parcerias-culturais-e-macron-preve-visita-ao-pais-em-2024" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->o presidente da França, Emmanuel Macron</a></strong>, com a <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/presidente-cobra-clareza-de-europeus-sobre-acordo-com-mercosul" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel</a></strong>. Nos três encontros, falou sobre a intenção de finalizar em breve o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, em negociação há mais de 20 anos.</p>
<p>“Eu disse que quero fazer o acordo, quero fazer uma reunião em que os presidentes estejam presentes para decidir. E dizer: ‘Quer ou não quer?’. Já faz 22 anos que nós estamos nisso. E sempre vejo, em algum setor da imprensa, a ideia de que é o Brasil que não quer, de que é a Argentina que não quer, que é o Mercosul que não quer. Nós queremos. Nós queremos e nós precisamos”, disse ele.</p>
<p>O impasse atual diz respeito a uma carta adicional enviada pelos europeus no início deste ano, que acrescenta ao tratado uma série de sanções econômicas que os países europeus poderiam impor se os sul-americanos não cumprissem determinadas metas ambientais, além de abrir as compras governamentais para participação estrangeira. O Brasil elaborou uma resposta, ratificada pelos demais membros do Mercosul, que foi entregue nas últimas semanas à União Europeia.</p>
<p>“Nós queremos ser tratados em igualdade de condições. Acordo comercial é uma via de duas mãos. Eu compro e eu vendo. Eu valorizo o meu e ele valoriza o dele. Nós temos que chegar a um ponto de equilíbrio. E, na minha opinião, temos que chegar, nesses próximos meses, a um acordo. Ou sim ou não. Ou fazer acordo ou parar de discutir o acordo, porque depois de 22 anos ninguém acredita mais”, afirmou.</p>
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