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	<title>geração &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>geração &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Conta de luz permanece verde Em abril sem taxas extras</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 00:02:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma notícia aliviadora para milhões de consumidores, a conta de luz continuará no patamar mais baixo em abril, isenta de cobranças adicionais. A decisão de manter a bandeira tarifária verde reflete um cenário energético favorável, impulsionado principalmente pelo volume satisfatório de chuvas registrado em março. Este regime hídrico robusto tem garantido níveis elevados nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma notícia aliviadora para milhões de consumidores, a conta de luz continuará no patamar mais baixo em abril, isenta de cobranças adicionais. A decisão de manter a bandeira tarifária verde reflete um cenário energético favorável, impulsionado principalmente pelo volume satisfatório de chuvas registrado em março. Este regime hídrico robusto tem garantido níveis elevados nos reservatórios das usinas hidrelétricas, a principal fonte de energia no Brasil, permitindo uma geração mais econômica. A continuidade da bandeira verde, que já vigora desde janeiro, significa que os consumidores não terão custos extras adicionados às suas faturas de energia elétrica, contribuindo para a estabilidade do orçamento doméstico e empresarial em um período de recuperação econômica.</p>
<p> A mecânica da bandeira verde: Alívio na sua conta</p>
<p>A manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de abril representa um alívio direto no bolso do consumidor brasileiro. Essa classificação indica que as condições de geração de energia no país são favoráveis, com custos de produção mais baixos, não havendo a necessidade de acionar fontes de energia mais caras, como as termelétricas. Essencialmente, a bandeira verde se traduz na ausência de qualquer custo extra na fatura de energia elétrica, diferentemente das bandeiras amarela ou vermelha, que adicionam um valor a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>Este cenário positivo é um reflexo direto da gestão dos recursos hídricos e da disponibilidade de água para as usinas hidrelétricas. O Brasil possui uma matriz energética predominantemente hídrica, o que significa que a quantidade de chuva e o nível dos reservatórios são fatores cruciais para a determinação do custo da energia. Quando os reservatórios estão cheios, as hidrelétricas operam com sua máxima eficiência e menor custo, minimizando a dependência de outras fontes de geração.</p>
<p> Reservatórios cheios e energia barata: A equação favorável</p>
<p>O volume expressivo de chuvas observado em março foi determinante para a manutenção da bandeira verde. Com os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas em patamares satisfatórios, a capacidade de geração de energia limpa e barata é otimizada. As hidrelétricas, além de serem uma fonte renovável, oferecem um dos menores custos operacionais por MWh gerado, impactando diretamente o preço final para o consumidor.</p>
<p>Quando os reservatórios estão baixos, o sistema elétrico nacional precisa acionar as termelétricas. Essas usinas utilizam combustíveis fósseis, como óleo diesel, gás natural ou carvão, para gerar eletricidade. O processo não só é mais caro devido ao custo do combustível e à manutenção da infraestrutura, mas também possui um impacto ambiental maior, emitindo gases de efeito estufa. A não ativação em larga escala das termelétricas é, portanto, uma vitória tanto para o bolso do consumidor quanto para o meio ambiente, reforçando a importância de um regime de chuvas consistente. Desde o início do ano, com um cenário hídrico favorável, a bandeira verde tem sido uma constante, oferecendo previsibilidade e economia para a população.</p>
<p> Entendendo o sistema de bandeiras tarifárias: Transparência nos custos</p>
<p>O sistema de bandeiras tarifárias, implementado no Brasil em 2015, tem como principal objetivo sinalizar para os consumidores os custos reais da geração de energia elétrica a cada mês. Ele funciona como um &#8220;semáforo&#8221; que indica as condições do sistema elétrico e os custos adicionais que podem ser aplicados à fatura de luz. A ideia é promover a transparência e incentivar o consumo consciente de energia, informando aos usuários se a energia está mais cara ou mais barata para ser produzida.</p>
<p>Existem quatro modalidades de bandeiras:</p>
<p>   Bandeira Verde: Condições favoráveis de geração de energia. Não há acréscimo na conta.<br />
   Bandeira Amarela: Condições menos favoráveis de geração, com custos de produção ligeiramente maiores. Há um acréscimo de alguns centavos por kWh consumido.<br />
   Bandeira Vermelha – Patamar 1: Condições mais custosas de geração. Há um acréscimo maior que na bandeira amarela.<br />
   Bandeira Vermelha – Patamar 2: Condições críticas de geração, com acionamento intenso de termelétricas ou importação de energia. O acréscimo é ainda maior.</p>
<p>A decisão sobre qual bandeira estará em vigor é tomada mensalmente, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, a previsão de chuvas, o nível dos reservatórios e a necessidade de acionar usinas térmicas. Este sistema reflete a complexidade da matriz energética brasileira e a necessidade de se adaptar às variações climáticas e operacionais.</p>
<p> O papel das fontes renováveis e a matriz energética</p>
<p>Enquanto as hidrelétricas continuam sendo o pilar da matriz energética brasileira, o avanço das fontes renováveis, como a energia solar e eólica, desempenha um papel cada vez mais relevante na estabilidade e nos custos do sistema. Embora o conteúdo original mencione brevemente o &#8220;avanço das fontes renováveis&#8221; como um fator, é crucial entender seu impacto crescente. A energia solar e eólica, por exemplo, não dependem do nível dos reservatórios e, uma vez instaladas, possuem custos operacionais relativamente baixos. Sua expansão ajuda a diversificar a matriz energética, reduzindo a dependência exclusiva das hidrelétricas e, consequentemente, a vulnerabilidade a períodos de seca.</p>
<p>Ao integrar mais energia eólica e solar ao sistema, o Brasil pode diminuir a necessidade de acionar termelétricas durante períodos de baixa hídrica, mesmo que essas fontes sejam intermitentes. Essa diversificação não só contribui para a segurança energética do país, como também pode ajudar a mitigar os impactos das variações climáticas nos custos de energia, favorecendo a manutenção de bandeiras tarifárias mais baratas a longo prazo e impulsionando a transição para uma economia mais verde e sustentável.</p>
<p> Impacto e perspectivas para os consumidores</p>
<p>A manutenção da bandeira tarifária verde em abril é um indicativo positivo de que o sistema elétrico nacional está operando sob condições favoráveis, proporcionando um alívio financeiro significativo para milhões de brasileiros. Para as famílias, a ausência de taxas extras na conta de luz permite um melhor planejamento orçamentário, liberando recursos que podem ser destinados a outras necessidades. Para as empresas, especialmente as pequenas e médias, a estabilidade nos custos de energia representa um fôlego para a recuperação econômica e a manutenção de suas operações, impactando diretamente os custos de produção e, consequentemente, os preços de produtos e serviços.</p>
<p>Olhando para o futuro, a sustentabilidade da bandeira verde dependerá da continuidade de um regime de chuvas adequado e do monitoramento constante dos níveis dos reservatórios. Fatores como o crescimento da demanda por energia, a evolução do cenário climático e o avanço contínuo das fontes de energia renovável também serão determinantes para as futuras decisões sobre as bandeiras tarifárias. O sistema visa equilibrar a oferta e a demanda de energia de forma eficiente, garantindo que o país tenha energia suficiente para atender às suas necessidades, ao mesmo tempo em que informa os consumidores sobre os custos associados a essa produção. A vigilância e a conscientização sobre o consumo de energia permanecem essenciais para todos, independentemente da cor da bandeira.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que significa a bandeira tarifária verde?<br />
A bandeira tarifária verde indica que as condições de geração de energia no país são favoráveis, com baixo custo de produção. Isso significa que não há cobrança adicional na sua conta de luz.</p>
<p> Por que a bandeira está verde em abril?<br />
A bandeira está verde em abril devido ao volume satisfatório de chuvas observado em março. Isso elevou os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, permitindo que a geração de energia seja mais barata e eficiente, sem a necessidade de acionar fontes mais caras, como as termelétricas.</p>
<p> Como as bandeiras tarifárias afetam minha conta de luz?<br />
As bandeiras tarifárias afetam sua conta de luz ao adicionar ou não um valor extra por cada 100 kWh consumidos. Na bandeira verde, não há acréscimo. Nas bandeiras amarela ou vermelha (patamar 1 e 2), um valor adicional é cobrado, refletindo o custo mais alto da geração de energia naquele mês.</p>
<p> Quais são as outras cores de bandeira e o que elas indicam?<br />
Além da verde, existem a bandeira amarela (custos de geração ligeiramente mais altos, com pequeno acréscimo), e as bandeiras vermelhas (patamar 1 e 2), que indicam condições de geração mais custosas, com acréscimos maiores na conta, geralmente devido ao acionamento intensivo de termelétricas.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre as condições da sua conta de luz e entender melhor o cenário energético do país, acompanhe as notícias e informações sobre as bandeiras tarifárias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Polícia impede atentado no Rio e apreende bombas e coquetéis molotov</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 00:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última segunda-feira, um potencial atentado no Rio de Janeiro foi habilmente frustrado por uma operação coordenada da Polícia Civil. Agentes de segurança pública desmantelaram os planos de um grupo que visava realizar manifestações antidemocráticas na capital fluminense, com a intenção de usar bombas caseiras e coquetéis molotov. A ação preventiva, executada após uma investigação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última segunda-feira, um potencial atentado no Rio de Janeiro foi habilmente frustrado por uma operação coordenada da Polícia Civil. Agentes de segurança pública desmantelaram os planos de um grupo que visava realizar manifestações antidemocráticas na capital fluminense, com a intenção de usar bombas caseiras e coquetéis molotov. A ação preventiva, executada após uma investigação minuciosa, concentrou-se na identificação e neutralização dos envolvidos. O epicentro do ataque planejado seria a área em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro. Esta intervenção rápida e decisiva demonstra o compromisso das forças de segurança em proteger a população e manter a ordem, evitando um cenário de pânico e caos social que seria provocado pela violência planejada.</p>
<p> A operação policial e a desarticulação do grupo</p>
<p> Mandados de busca e apreensão em larga escala<br />
A operação policial que culminou na prevenção do ataque foi deflagrada na última segunda-feira, com a execução de dezenas de mandados de busca e apreensão. As ações foram distribuídas estrategicamente por diversas localidades, abrangendo endereços na capital fluminense, em cidades da Região Metropolitana e também em municípios do interior do estado. O alvo eram indivíduos conectados a um esquema de preparação de atos antidemocráticos, que incluíam o uso de artefatos explosivos improvisados e inflamáveis. Esta vasta cobertura geográfica ressalta a extensão da rede de envolvidos e a complexidade do plano que as forças de segurança conseguiram desvendar e neutralizar, evitando que a instabilidade se espalhasse para além da área metropolitana. A simultaneidade das buscas visava impedir a fuga ou a destruição de provas pelos suspeitos, garantindo a efetividade da ação e a coleta de elementos cruciais para a investigação.</p>
<p> O papel da inteligência e a expansão da investigação<br />
A investigação que levou à operação teve início após a delegacia especializada tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais. Essas plataformas eram utilizadas para coordenar e incitar manifestações antidemocráticas, que estavam programadas para ocorrer em diversos estados do Brasil, com foco especial no Rio de Janeiro. Inicialmente, a ação planejava cumprir medidas cautelares contra quatro indivíduos já identificados. No entanto, o trabalho meticuloso de inteligência e a apuração contínua dos agentes revelaram um número significativamente maior de participantes. Na manhã da operação, outras treze pessoas foram identificadas, levando a autoridade policial a solicitar e obter da Justiça a deferência para novos mandados de busca e apreensão, o que permitiu ampliar o escopo da intervenção e desmantelar a rede de forma mais abrangente. A capacidade de adaptação e a agilidade na obtenção de novas autorizações judiciais foram cruciais para o sucesso da operação.</p>
<p> O grupo &#8220;Geração Z&#8221;: ideologia e métodos</p>
<p> A fachada &#8220;apartidária&#8221; e o plano de terror<br />
O grupo desarticulado pela Polícia Civil se autodenominava “Geração Z”, apresentando-se publicamente como uma entidade apartidária e comprometida com a luta anticorrupção. Contudo, as investigações revelaram uma face sombria e perigosa por trás dessa retórica. Longe de serem meros ativistas, os integrantes do &#8220;Geração Z&#8221; incitavam abertamente atos de violência e terrorismo, planejando e preparando ações destrutivas. O plano ia além de simples manifestações: havia um claro objetivo de estimular ataques direcionados a infraestruturas críticas, como estruturas de telecomunicações, além de prédios públicos, sedes de autoridades estatais e centros políticos estratégicos. A intenção primária era provocar um cenário de pânico generalizado, desordem social e caos sistêmico, desestabilizando a ordem pública e as instituições democráticas do país.</p>
<p> A arsenal de radicalização e os alvos definidos<br />
Os agentes que investigaram o grupo &#8220;Geração Z&#8221; identificaram que seus integrantes compartilhavam ativamente uma vasta gama de conteúdos voltados à radicalização ideológica e ao confronto direto. Mais do que meras discussões, foram encontrados materiais instrutivos detalhados, que ensinavam a confecção de artefatos incendiários improvisados, como os perigosos &#8220;coquetéis molotov&#8221;, e bombas caseiras. Para aumentar o potencial de dano e ferimentos, essas bombas eram projetadas para incluir em seu interior objetos como bolas de gude e pregos, transformando-as em projéteis de alto risco. A escolha dos alvos – desde a Alerj até estruturas de telecomunicações e prédios públicos – revela a intenção de maximizar o impacto destrutivo e simbólico dos ataques. A disseminação de tal conhecimento e a preparação desses artefatos evidenciam um planejamento meticuloso para a violência, caracterizando a seriedade da ameaça.</p>
<p> O risco iminente e as implicações legais</p>
<p> Artefatos explosivos e a ameaça à segurança pública<br />
A apreensão de artefatos como coquetéis molotov e bombas caseiras, recheadas com bolas de gude e pregos, não deixa dúvidas sobre a gravidade da ameaça que pairava sobre o Rio de Janeiro. Essas práticas criminosas evidenciavam uma intenção clara do grupo &#8220;Geração Z&#8221; de causar destruição em larga escala e provocar um número significativo de vítimas, configurando um risco concreto e iminente à segurança da população. O uso de tais dispositivos em locais públicos, como planejado para a frente da Alerj, poderia resultar em cenas de horror e tragédia, com feridos graves e até mortes, além da devastação material. A ação da polícia, portanto, não apenas desarticulou um grupo, mas preveniu um desastre humanitário e garantiu a integridade física de cidadãos inocentes que poderiam estar nas imediações dos alvos escolhidos pelos criminosos. A descoberta desses materiais ressalta o nível de periculosidade dos indivíduos envolvidos.</p>
<p> Os crimes imputados aos envolvidos<br />
Diante das evidências coletadas, os indivíduos alvos dos mandados de busca e apreensão estão sendo formalmente investigados por uma série de crimes graves. Entre as acusações, destacam-se a incitação ao crime, que se refere ao estímulo público para que outras pessoas cometam delitos. Além disso, são investigados por associação criminosa, caracterizada pela união de duas ou mais pessoas com o fim específico de cometer crimes. A acusação mais grave, e que sublinha a periculosidade das ações planejadas, é a de posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário, que prevê penas severas pela ameaça direta à vida e ao patrimônio. A legislação brasileira é rigorosa com esse tipo de conduta, visando coibir qualquer forma de terrorismo ou atos que coloquem em risco a coletividade. As investigações continuam para determinar a extensão total da participação de cada envolvido e aplicar as devidas sanções legais, com o devido processo.</p>
<p> Conclusão<br />
A bem-sucedida operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro representa um marco crucial na proteção da ordem democrática e da segurança pública. Ao desarticular o grupo &#8220;Geração Z&#8221; e apreender os artefatos explosivos que seriam utilizados, as autoridades não apenas impediram um atentado de graves proporções, mas também reafirmaram a capacidade do Estado de agir preventivamente contra ameaças internas. A identificação, monitoramento e neutralização desses planos violentos, incitados por meio de redes sociais e grupos de mensagens, sublinha a importância da inteligência policial no combate ao terrorismo e à radicalização. A sociedade espera que as ações judiciais prossigam com rigor, garantindo que os responsáveis sejam devidamente punidos e que novas tentativas de desestabilização sejam prontamente contidas, assegurando a paz e a estabilidade necessárias para o desenvolvimento do estado. Este episódio serve como um alerta contundente sobre a vigilância constante necessária contra a violência extremista.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Q1: O que foi impedido pela polícia no Rio de Janeiro?<br />
A Polícia Civil do Rio de Janeiro impediu a execução de um ataque terrorista planejado por um grupo autodenominado &#8220;Geração Z&#8221;. O plano envolvia o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov em manifestações antidemocráticas, com o objetivo de gerar pânico e caos social, especialmente em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).</p>
<p>Q2: Quem são os responsáveis pelo planejamento do ataque?<br />
Os responsáveis são membros do grupo &#8220;Geração Z&#8221;, que, apesar de se identificar como apartidário e anticorrupção, foi flagrado incitando e preparando atos de violência e terrorismo. Inicialmente, quatro envolvidos foram identificados, mas a investigação levou à identificação de outras treze pessoas, totalizando dezessete indivíduos sob investigação.</p>
<p>Q3: Quais foram os principais alvos e objetivos do grupo?<br />
Os principais alvos incluíam estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos, como a Alerj. O objetivo central do grupo era provocar pânico generalizado, desordem e caos social por meio de ataques violentos e uso de artefatos explosivos e incendiários.</p>
<p>Q4: Quais crimes estão sendo investigados?<br />
Os investigados respondem pelos crimes de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário. Essas acusações refletem a seriedade das ações planejadas e o risco concreto que representavam para a segurança pública e a ordem democrática.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a segurança pública e o combate a crimes de radicalização acompanhando as notícias em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Millennials na Coreia do Sul: moda em debate e o olhar da</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 00:01:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Coreia do Sul, conhecida por suas tendências inovadoras e cultura pop influente, é atualmente palco de um interessante choque geracional no universo da moda. Os millennials na Coreia do Sul, muitos já na casa dos 30 e 40 anos, ostentam um estilo que, para a Geração Z, é frequentemente motivo de escárnio. Enquanto a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coreia do Sul, conhecida por suas tendências inovadoras e cultura pop influente, é atualmente palco de um interessante choque geracional no universo da moda. Os millennials na Coreia do Sul, muitos já na casa dos 30 e 40 anos, ostentam um estilo que, para a Geração Z, é frequentemente motivo de escárnio. Enquanto a geração mais velha se orgulha de um senso de moda que busca conforto e jovialidade, os mais jovens rotulam essa estética com o termo pejorativo &#8220;jovens de 40&#8221;. Essa dinâmica revela não apenas uma divergência de gostos, mas também uma janela para as diferentes formas como cada geração interpreta a identidade, o envelhecimento e o consumo na sociedade sul-coreana contemporânea, onde a autoexpressão e a imagem pública desempenham papéis cruciais.</p>
<p> O estilo millennial sob os holofotes coreanos</p>
<p>No cenário urbano da Coreia do Sul, a moda dos millennials se distingue por uma abordagem que mistura o casual, o confortável e um toque de nostalgia. Pessoas como Ji Seung-ryeol, um homem de 41 anos que expressa orgulho em seu estilo pessoal e compartilha suas escolhas online, exemplificam essa tendência. Sua preferência por peças como camisetas oversized, que oferecem um caimento relaxado e descontraído, calças cargo com múltiplos bolsos, que remetem a um estilo utilitário e prático, e tênis da moda, muitas vezes de marcas renomadas e com designs chamativos, define uma estética particular.</p>
<p>Muitos millennials coreanos adotam roupas unissex, peças streetwear e uma paleta de cores que pode variar do vibrante ao neutro, tudo em busca de uma imagem que comunique jovialidade e uma certa irreverência. Há uma clara predileção por tecidos confortáveis e designs que permitem liberdade de movimento, em contraste com a formalidade que tradicionalmente era esperada de adultos em suas décadas de vida mais avançadas. Essa escolha fashion reflete um desejo de permanecer conectado com a cultura jovem e de desafiar as noções convencionais de como alguém deve se vestir ao atingir certas idades, priorizando a autoexpressão e o bem-estar sobre as normas sociais estabelecidas.</p>
<p> A ascensão do &#8220;jovens de 40&#8221;: identidade e consumo</p>
<p>O termo &#8220;jovens de 40&#8221; (ou &#8216;sá-si-dae&#8217; em coreano, uma adaptação de &#8217;20s/30s-dae&#8217; que significa &#8216;geração de 20/30 anos&#8217;) é um fenômeno social e cultural intrigante na Coreia do Sul. Ele descreve a parcela de millennials que, mesmo chegando aos 40 anos, mantém hábitos de consumo, lazer e, especialmente, um estilo de vida e moda associados a faixas etárias mais jovens. Longe de se conformar com a imagem tradicional de &#8220;adulto&#8221; que prioriza a família e o trabalho de forma exclusiva, esses indivíduos investem significativamente em si mesmos.</p>
<p>Isso se manifesta em cuidados com a aparência, como rotinas de skincare avançadas e visitas frequentes a salões de beleza, na manutenção de hobbies juvenis, como videogames, viagens e encontros sociais, e, claro, na moda. O consumo de moda por essa faixa etária é consciente e estratégico: eles buscam peças de qualidade, muitas vezes de marcas de streetwear e de designer, que reforcem sua identidade jovial. Essa busca por uma &#8220;juventude prolongada&#8221; está ligada a diversos fatores socioeconômicos, como o adiamento do casamento e da paternidade, o aumento da renda disponível para lazer e consumo pessoal, e uma cultura que valoriza a imagem e a individualidade. O &#8220;jovens de 40&#8221; não é apenas um estilo, mas uma declaração de que a idade é apenas um número, e que a maturidade não precisa ser sinônimo de abandono da vitalidade.</p>
<p> Geração Z e a crítica à moda millennial</p>
<p>Do outro lado do espectro geracional, a Geração Z na Coreia do Sul observa e, por vezes, zomba das escolhas de moda de seus antecessores millennials. Para os nascidos a partir de meados dos anos 90, o estilo millennial é frequentemente visto como antiquado, pouco original ou até mesmo um esforço exagerado para parecer jovem. As camisetas oversized, calças cargo e tênis volumosos, que para os millennials representam conforto e estilo, são interpretados pela Gen Z como tentativas &#8220;desesperadas&#8221; de seguir tendências que já passaram ou que simplesmente não se encaixam em sua visão de vanguarda da moda.</p>
<p>A crítica da Geração Z muitas vezes se manifesta em plataformas de mídia social, onde vídeos curtos, memes e comentários irônicos circulam, destacando o que eles percebem como &#8220;erros&#8221; de estilo. O estereótipo do millennial que tenta se vestir como um adolescente, mas falha em captar a nuance das tendências atuais, é um tema comum. Eles podem apontar para a falta de silhuetas mais ajustadas, a preferência por logotipos muito evidentes ou a mistura de elementos que, na sua perspectiva, não combinam. Essa crítica não é apenas sobre roupas; é sobre a percepção da autenticidade e da capacidade de se adaptar ao ritmo frenético da moda, onde a próxima grande tendência pode surgir e desaparecer em questão de meses.</p>
<p> Choque de culturas e a fluidez das tendências</p>
<p>O embate entre millennials e Geração Z sobre a moda na Coreia do Sul não é apenas um capricho, mas um reflexo mais amplo do choque cultural e da natureza fluida das tendências no século XXI. A moda, por sua própria essência, é cíclica e mutável, mas a velocidade com que as tendências emergem e desaparecem foi drasticamente acelerada pela internet e pelas redes sociais. O que era considerado &#8220;cool&#8221; em um ano pode ser &#8220;datado&#8221; no próximo, e cada nova geração busca diferenciar-se da anterior através de suas escolhas estéticas.</p>
<p>Na Coreia do Sul, um epicentro da moda global, essa dinâmica é ainda mais intensa. A Geração Z, que cresceu imersa em plataformas como TikTok e Instagram, tem um acesso instantâneo a tendências globais e uma capacidade inata de discernir o que é &#8220;autêntico&#8221; em um mar de imitações. Eles valorizam a individualidade, a sustentabilidade e uma estética que muitas vezes contrasta com o consumismo mais explícito ou o conforto pragmático dos millennials. Essa diferença de valores e de ritmo na assimilação de tendências gera um abismo. Para a Geração Z, a moda é uma forma de expressar uma identidade em constante evolução, enquanto para muitos millennials, ela pode ser uma maneira de reafirmar uma juventude que se recusa a ser definida pela idade, gerando um diálogo complexo sobre o que significa estar na moda em diferentes estágios da vida.</p>
<p> Impacto social e a busca por autoexpressão</p>
<p>O debate em torno da moda millennial e as críticas da Geração Z na Coreia do Sul revelam mais do que uma simples preferência por vestuário; eles tocam em questões profundas de identidade, envelhecimento e autoexpressão em uma sociedade em rápida transformação. Embora a Geração Z possa ver o estilo millennial como uma tentativa equivocada de permanecer jovem, para os próprios millennials, essas escolhas são um reflexo de sua individualidade e de uma recusa em se conformar com as expectativas antiquadas de &#8220;como alguém de 40 deve se vestir&#8221;.</p>
<p>A Coreia do Sul, com sua forte cultura de imagem e padrões estéticos rigorosos, oferece um terreno fértil para esses confrontos geracionais. No entanto, em meio às zombarias e críticas, os millennials continuam a afirmar sua presença, demonstrando que a moda é uma ferramenta poderosa para desafiar estereótipos de idade e para comunicar uma narrativa pessoal. A vibração da cultura da moda sul-coreana é enriquecida por essa diversidade, mostrando que, independentemente da idade, a busca pela autoexpressão através do estilo é um direito inalienável e uma força motriz na evolução das tendências.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Por que a Geração Z na Coreia do Sul critica a moda millennial?<br />
A Geração Z critica a moda millennial por considerá-la, por vezes, datada, pouco original ou uma tentativa exagerada de parecer jovem. Eles veem certas peças, como camisetas oversized e calças cargo, como elementos de tendências passadas que não se alinham com a estética atual e em constante evolução que eles valorizam.</p>
<p> O que significa o termo &#8220;jovens de 40&#8221; no contexto coreano?<br />
O termo &#8220;jovens de 40&#8221; (ou &#8216;sá-si-dae&#8217;) refere-se aos millennials coreanos que, ao atingirem os 40 anos, mantêm um estilo de vida, hábitos de consumo e, especialmente, um senso de moda associado a pessoas mais jovens. Isso inclui investir em cuidados pessoais, hobbies e roupas que desafiam as expectativas tradicionais para sua idade.</p>
<p> Quais são as características típicas da moda millennial na Coreia do Sul?<br />
As características típicas da moda millennial na Coreia do Sul incluem uma preferência por camisetas oversized, calças cargo, tênis da moda, roupas unissex e uma estética que busca conforto, jovialidade e uma certa irreverência. Muitas vezes há uma mistura de elementos streetwear e peças que priorizam a liberdade de movimento.</p>
<p> A crítica da Geração Z afeta as escolhas de moda dos millennials coreanos?<br />
Embora a crítica da Geração Z seja visível, muitos millennials na Coreia do Sul continuam a se orgulhar de suas escolhas de moda. Para eles, o estilo é uma forma de autoexpressão e de desafiar estereótipos de idade, o que sugere que a influência direta das críticas pode ser limitada, prevalecendo a identidade pessoal.</p>
<p>Compartilhe sua opinião sobre esta dinâmica geracional e explore mais sobre as tendências de moda na Coreia do Sul em nosso portal de notícias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo gera mais de 38,5 mil empregos com carteira assinada em novembro</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-gera-mais-de-385-mil-empregos-com-carteira-assinada-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 03:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado registrou a abertura de 647,6 mil novos postos formais no acumulado do ano. Até novembro, Brasil abriu mais de 2,22 milhões de empregos e chega ao maior estoque da história São Paulo fechou o mês de novembro tendo registrado a criação de 38.562 novos empregos com carteira assinada, resultado de 638,7 mil admissões e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Estado registrou a abertura de 647,6 mil novos postos formais no acumulado do ano. Até novembro, Brasil abriu mais de 2,22 milhões de empregos e chega ao maior estoque da história</i></h4>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">São Paulo fechou o mês de novembro tendo registrado a criação de 38.562 novos empregos com carteira assinada, resultado de 638,7 mil admissões e 600,1 mil desligamentos. No acumulado de janeiro a novembro, o estado tem saldo de 647,6 mil vagas formais criadas. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta sexta-feira, 27 de dezembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Dois dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos no estado de São Paulo em novembro. O destaque ficou por conta do setor de Serviços, que registrou a abertura de 34.024 novas vagas. Na sequência aparece o Comércio, com 24.593 vagas. A Indústria (-2.789 vagas), a Construção (-5.923) e a Agropecuária (-11.343) registraram desempenho negativo.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">No estado, os novos postos de trabalho foram ocupados, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (+38.277). Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas (+39.582) com as vagas em São Paulo. Jovens entre 18 e 24 anos também são o grupo com maior saldo de vagas: +32.086.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">MUNICÍPIOS</strong> – A capital São Paulo foi o município com melhor saldo no estado em novembro, tendo gerado 19.803 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 4,9 milhões de empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no mês de novembro no estado aparecem Barueri (3.604), Guarulhos (2.616), São Bernardo do Campo (2.029) e Osasco (1.898).</p>
<table class="m_-1204973885664556247image" width="858" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class=""><img decoding="async" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZWxS6FD8oABBQ4bhmQr3uBCRLnQzxkhwuryz4O8rdb9pK2ue0U5LQOBxeQlWL1AMK4XURdqkHcNAnuQ9-AzqwKouW6GPbjau8UdhkSZbkddrs7rszfDUpb6YlekkL6ZwbowFGdsfSbTk8IAc_uJMBbZWQCpd_I_mpfz7IKdhWWbuoD25foGRaCpHpf5KY-qTbU27tfeTIO4gWcCBtVbD5xwS0r5RC2zb1VdeWRUUyErExG_3EwjSG3bEo2Yr4V=s0-d-e1-ft#https://s2412.imxsnd80.com/5==gY5ozMjBTYmZjOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6QTO3MDN3IjM3MjOn5GcuQDO1kTNxkjMyEjRyUiMyEzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpTO" alt="" width="858" /></p>
<table border="0" width="858" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="" width="858" data-originalfontsize="10pt" data-originalcomputedfontsize="13.333333">Infográfico 2 &#8211; Dados de novembro do Novo Caged em todo o país &#8211; Fonte: MTE</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">NACIONAL</strong> – Os mais de 38 mil postos formais de trabalho gerados no estado de São Paulo ajudaram o país a chegar a um saldo positivo de 106.625 novos empregos com carteira assinada no 11º mês deste ano. Com isso, o Brasil acumula, nos onze primeiros meses de 2024, entre janeiro e novembro, um saldo de mais de 2,22 milhões de novos postos formais, o que ressalta o bom momento da economia no país.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023 e novembro de 2024, o saldo supera 4 milhões de novos empregos com carteira assinada gerados no Brasil. No acumulado dos últimos 12 meses, de dezembro de 2023 a novembro de 2024, o saldo é positivo em mais de 1,77 milhão de novos empregos, resultado 22,2% maior que o saldo observado no período de dezembro de 2022 a novembro de 2023 (1,45 milhão).
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">SETORES</strong> — O saldo foi positivo em dois dos cinco grupamentos de atividades econômicas em novembro. O destaque ficou com o setor de Comércio, responsável pela geração de 94.572 postos, com a atividade do “comércio varejista” tendo gerado o maior número das vagas (83.032). Em seguida aparece o setor de Serviços, com 67.717 novos empregos criados. A Indústria, que fechou o mês em retração, registrou queda de 6.678 vagas. Agropecuária (-18,8 mil) e Construção (-30 mil) também fecharam o período com queda.</p>
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		<title>Pelo 8º mês seguido, Santana de Parnaíba tem saldo positivo na geração de empregos    </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pelo-8o-mes-seguido-santana-de-parnaiba-tem-saldo-positivo-na-geracao-de-empregos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 03:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada mês, os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, trazem boas notícias para Santana de Parnaíba. No acumulado do ano, de janeiro a agosto, a cidade teve saldo de 3.018 empregos, com 23.077 admissões e 20.059 desligamentos. O melhor mês foi fevereiro, com 641 empregos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A cada mês, os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, trazem boas notícias para Santana de Parnaíba. No acumulado do ano, de janeiro a agosto, a cidade teve saldo de 3.018 empregos, com 23.077 admissões e 20.059 desligamentos. O melhor mês foi fevereiro, com 641 empregos gerados.</p>
<p style="font-weight: 400;">Portanto, Santana de Parnaíba se consolida como um dos municípios que mais gera empregos no Estado, e está entre os primeiros da zona oeste da região metropolitana de São Paulo. O setor que mais gerou novas ocupações, nos oito primeiros meses do ano, foi o de serviços (1.711), seguido pelo comércio (582), indústria (400), construção (317) e agropecuária (8). Os dados referem-se a empregos via CLT.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esses bons resultados foram impulsionados pelo crescimento econômico da cidade e pelas políticas adotadas pela prefeitura, como leis de fomento, Lei de Liberdade Econômica, programa Inova Parnaíba (centro de startups), Feira de Negócios e Empregos, oferta de cursos, além da manutenção de dois Postos de Atendimento ao Trabalhador.</p>
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		<item>
		<title>Barueri abre novos cursos de geração de renda </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-abre-novos-cursos-de-geracao-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2024 00:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Barueri (Sads) abrirá novas vagas para cursos gratuitos. Se você procura uma oportunidade para aperfeiçoar-se ou adquirir novos conhecimentos, esta é uma boa chance. &#160; A partir do dia 18 de março (segunda-feira) será possível inscrever-se para dois cursos: “Empreendedorismo e Gestão de Negócios” e “Arte em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span lang="PT-BR">A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Barueri (Sads) abrirá novas vagas para cursos gratuitos. Se você procura uma oportunidade para aperfeiçoar-se ou adquirir novos conhecimentos, esta é uma boa chance.</span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">A partir do dia 18 de março (segunda-feira) será possível inscrever-se para dois cursos:</span><span lang="PT-BR"> “Empreendedorismo e Gestão de Negócios”</span><span lang="PT-BR"> e </span><span lang="PT-BR">“Arte em Papel”</span><span lang="PT-BR">. </span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">Empreendedorismo e Gestão de Negócios</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O curso tem carga horária de 56 horas. No total, são 14 dias de aula que acontecerão às segundas, quartas e sextas-feiras em duas opções de horários: das 8h às 12h ou das 13h às 17h.  </span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">As inscrições serão realizadas </span><span lang="PT-BR">de 18 a 22 de março e o início das aulas está previsto para o dia 25.</span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Arte em papel</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Com carga horária de 48 horas, serão 12 dias de curso. As aulas serão ministradas às segundas e quartas-feiras. As inscrições podem ser feitas de </span><span lang="PT-BR">18 a 27 de março e as aulas começam em 1º de abril.</span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
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<div>
<p><span lang="PT-BR">Este curso também tem opções de manhã ou à tarde: das 8h às 12h ou das 13h às 17h.</span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Serviço</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Para participar é necessário ter 18 anos ou mais e ser morador de Barueri. Ficou com vontade de aprender? Então faça sua inscrição gratuitamente na sede da Sads, das 8h às 16h30. Basta apresentar os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Para saber mais, entre em contato pelos telefones (11) 4199-2801 ou 4199-2800, ramais 199, 220 ou 244.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O endereço da Sads é avenida Vinte e Seis de Março, 1.159 – Jardim São Pedro- Barueri.</span></p>
</div>
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		<title>Barueri é destaque em geração de emprego no Prêmio Cidades Excelentes</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-e-destaque-em-geracao-de-emprego-no-premio-cidades-excelentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 11:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades Excelentes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A extraordinária capacidade de gerar novos postos de trabalho fez Barueri se tornar destaque no Prêmio Band Cidades Excelentes. De todos os municípios brasileiros acima de 100 mil habitantes, Barueri é o que tem a melhor taxa de ocupação de emprego da população, que chega a 111%, de acordo com os organizadores da premiação. Barueri se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A extraordinária capacidade de gerar novos postos de trabalho fez Barueri se tornar destaque no <a href="https://cidadesexcelentes.com.br/barueri-e-destaque-na-geracao-de-empregos/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cidadesexcelentes.com.br/barueri-e-destaque-na-geracao-de-empregos/&amp;source=gmail&amp;ust=1669371132661000&amp;usg=AOvVaw1OwmqJ7xcqkPkuI9a3JJWM" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Band Cidades Excelentes</a>. De todos os municípios brasileiros acima de 100 mil habitantes, Barueri é o que tem a melhor taxa de ocupação de emprego da população, que chega a 111%, de acordo com os organizadores da premiação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Barueri se posiciona à frente de municípios como São Caetano do Sul, no ABC Paulista, com taxa de ocupação de 74,7%, Florianópolis (SC), com 66%, e Vitória (ES), com 65,6%. A taxa de 111% significa que a cidade emprega mais gente que sua população economicamente ativa, sendo assim, muitas pessoas que moram em outras cidades vêm trabalhar em Barueri.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Prêmio Band Cidades Excelentes utiliza indicadores do IGMA (Índice de Gestão Municipal Aquila). A iniciativa é do Grupo Bandeirantes de Comunicação e do Instituto Aquila.</p>
<p style="font-weight: 400;">Os principais objetivos do Prêmio são “reconhecer boas práticas e iniciativas pioneiras de gestão pública municipal e incentivar a implementação de iniciativas de gestão públicas”.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Trabalho (Sict) de Barueri, Joaldo Macedo Rodrigues (Magoo), “o destaque que Barueri recebeu reforça o compromisso de trabalhar para o aprimoramento do ambiente socioeconômico da cidade. Por isso a Prefeitura sempre procura facilitar a criação de novos postos de trabalho e de tornar mais adequadas as condições de funcionamento das empresas no nosso município”.</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Todos os municípios brasileiros são analisados pelos critérios do IGMA. O índice é consolidado através da análise de seis pilares e de 62 indicadores selecionados sobre:</strong></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Governança, Eficiência Fiscal e Transparência;</li>
<li style="font-weight: 400;">Educação;</li>
<li style="font-weight: 400;">Saúde e Bem-estar;</li>
<li style="font-weight: 400;">Infraestrutura e Mobilidade;</li>
<li style="font-weight: 400;">Sustentabilidade;</li>
<li style="font-weight: 400;">Desenvolvimento Socioeconômico e Ordem Pública.</li>
</ul>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Aliada dos empregadores</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">
A questão da empregabilidade é prioritária na gestão da Prefeitura de Barueri. É por isso que a <a href="https://portal.barueri.sp.gov.br/cidadao/emprego-trabalho/casa-trabalhador" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.barueri.sp.gov.br/cidadao/emprego-trabalho/casa-trabalhador&amp;source=gmail&amp;ust=1669371132661000&amp;usg=AOvVaw1vSH9zSXobm7c29Io0CnO_" target="_blank" rel="noopener">Casa do Trabalhador</a>, ligada à Sict, oferece gratuitamente serviços de recolocação profissional aos moradores da cidade.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para a supervisora da Casa do Trabalhador, Luciane Lopes da Silva, a entidade tem sido bem flexível neste segundo semestre na disponibilidade de agendas para processos de contratação realizados. “Com a procura de grandes empresas pelo nosso serviço ficamos com a agenda bem concorrida, e mesmo assim conseguimos atender a todos”, ressalta Luciane.</p>
<p style="font-weight: 400;">A responsável pelas contratações da empresa B2W, Shirley Jamile Pessoa, utiliza os serviços da Casa do Trabalhador e elogia a iniciativa da Prefeitura. “Sem a Casa do Trabalhador não conseguiríamos captar bons profissionais”, afirma.</p>
<p style="font-weight: 400;">Louise Veloso, da Empresa Umana, também recomenda os serviços. Para ela é muito importante a parceria que se estabelece na divulgação das vagas e pela disponibilidade de locais para a realização dos processos seletivos.</p>
<p style="font-weight: 400;">
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