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	<title>gaeco &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Operação Libelo: Polícia de SP Desarticula Fraude Multimilionária em Ações Judiciais Bancárias</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:54:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Polícias Militar e Civil de São Paulo, em uma ação conjunta com o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram nesta terça-feira (20) a Operação Libelo. A iniciativa visa desarticular um complexo esquema de desvio de valores de clientes em ações judiciais relacionadas a serviços [&#8230;]</p>
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<p>As Polícias Militar e Civil de São Paulo, em uma ação conjunta com o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram nesta terça-feira (20) a Operação Libelo. A iniciativa visa desarticular um complexo esquema de desvio de valores de clientes em ações judiciais relacionadas a serviços bancários nas cidades de Ribeirão Preto e Altinópolis, no interior paulista. A investigação culminou no bloqueio de bens e valores dos envolvidos, alcançando a impressionante cifra de até R$ 3 milhões, e na prisão de um indivíduo em flagrante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ações Coordenadas e Primeiros Resultados</h2>



<p>Para dar cumprimento aos objetivos da Operação Libelo, seis mandados de busca e apreensão foram executados: quatro em Ribeirão Preto e dois em Altinópolis. Essas diligências contaram com o apoio tático do 11º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), garantindo a segurança e eficácia das incursões. Durante as buscas, um homem foi detido em flagrante delito por tentativa de ocultação de provas, evidenciando a urgência e a assertividade da ação policial. Entre os materiais apreendidos, que auxiliarão na continuidade das investigações, estão seis aparelhos celulares, três notebooks, diversos cartões de memória e uma vasta documentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desvendando o Esquema Fraudulento</h2>



<p>A investigação que levou à Operação Libelo teve seu ponto de partida na comarca de Altinópolis, após a identificação de um volume atípico de ações judiciais de natureza similar, todas conduzidas por um mesmo advogado. Os processos versavam predominantemente sobre questões como empréstimos consignados, tarifas bancárias indevidas e inclusões errôneas em cadastros de inadimplentes. As apurações revelaram a existência de mais de dois mil processos na comarca, que, juntos, mobilizaram judicialmente mais de R$ 2 milhões. O modus operandi do grupo criminoso envolvia o ajuizamento das ações por diversos advogados, que posteriormente concentravam os créditos em um único patrono. Em seguida, os créditos eram cedidos a empresas supostamente ligadas ao grupo, e os valores decorrentes das decisões judiciais eram depositados diretamente na conta bancária do advogado principal, que, então, realizava repasses fracionados e, muitas vezes, em montantes significativamente menores aos clientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vítimas e Imputações Criminais</h2>



<p>Um dos aspectos mais alarmantes da fraude desvelada é que muitos dos autores das ações judiciais sequer tinham conhecimento da totalidade de processos em seus nomes ou dos valores efetivamente levantados pela Justiça. Em diversos casos, as quantias repassadas aos clientes eram substancialmente inferiores aos montantes depositados judicialmente, caracterizando um abuso de confiança e um claro prejuízo às vítimas. Os suspeitos agora são alvo de investigação por uma série de crimes graves, incluindo estelionato – com especial atenção para casos contra idosos ou pessoas vulneráveis –, falsidade documental, apropriação indébita e organização criminosa. A complexidade do esquema e o número de processos envolvidos apontam para uma atuação orquestrada e de longa data por parte dos criminosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Significado da Operação Libelo</h2>



<p>O nome da operação, “Libelo”, faz referência a um termo jurídico que designa a petição inicial de um processo judicial. Essa escolha simbólica ressalta a natureza da fraude investigada, que se aproveitava da base do sistema de justiça para orquestrar os desvios. A Operação Libelo sublinha a determinação das autoridades paulistas em combater a criminalidade que se aproveita da vulnerabilidade de cidadãos por meio de fraudes no sistema judicial. O bloqueio de até R$ 3 milhões e as prisões efetuadas representam um passo crucial para desmantelar essa rede de corrupção e garantir que a justiça seja feita, tanto para as vítimas lesadas quanto para a integridade do sistema legal.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/operacao-libelo-fraude-bancaria-sp/">Operação Libelo: Polícia de SP Desarticula Fraude Multimilionária em Ações Judiciais Bancárias</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>TJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 20:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[procurador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve a prisão de diversos acusados por um suposto desvio de R$ 56 milhões no município de Turilândia, incluindo o prefeito Paulo Curió e a primeira-dama Eva Curió. A decisão, proferida pela desembargadora Graça Amorim da 3ª Câmara Criminal do TJMA, rejeitou um pedido de liberdade provisória feito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve a prisão de diversos acusados por um suposto desvio de R$ 56 milhões no município de Turilândia, incluindo o prefeito Paulo Curió e a primeira-dama Eva Curió. A decisão, proferida pela desembargadora Graça Amorim da 3ª Câmara Criminal do TJMA, rejeitou um pedido de liberdade provisória feito pelo procurador-geral de Justiça do estado, Danilo José de Castro Ferreira. Este desdobramento ocorre em um cenário de tensão interna no Ministério Público do Maranhão (MP-MA), após a exoneração coletiva de dez promotores que integravam o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), em protesto contra o parecer do procurador-geral.</p>
<p> A operação Tântalo II e a manutenção das prisões</p>
<p>A decisão da desembargadora Graça Amorim, tomada na última terça-feira, solidifica a situação de encarceramento dos investigados na Operação Tântalo II, que apura um vultoso esquema de desvio de verbas públicas que totalizam R$ 56 milhões em Turilândia. Entre os mantidos em prisão preventiva estão o prefeito Paulo Curió, que permanece no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, e sua esposa, a primeira-dama Eva Curió. A operação, deflagrada em dezembro, visa desmantelar uma complexa rede de corrupção que teria drenado recursos essenciais do município. A medida cautelar de prisão preventiva é aplicada quando há indícios de que os acusados podem atrapalhar as investigações, fugir ou cometer novos crimes.</p>
<p> Detalhes dos envolvidos e a única exceção<br />
Além do prefeito e da primeira-dama, outros nomes de destaque figuram na lista de investigados que continuam sob custódia. São eles: a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima, seu marido Marlon de Jesus Arouche Serrão, e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros. A manutenção das prisões para esses indivíduos ressalta a gravidade das acusações e a percepção do risco de que, em liberdade, possam interferir no andamento do processo. No entanto, a desembargadora Graça Amorim concedeu uma exceção. A pregoeira do município, Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar. A justificativa para essa alteração foi o diagnóstico de câncer de útero da acusada, que exigiria tratamento contínuo e acompanhamento médico rigoroso, incompatível com o ambiente prisional. Clementina passará a ser monitorada eletronicamente, garantindo que as autoridades possam acompanhar seu deslocamento e cumprimento das restrições impostas.</p>
<p> A crise interna no Ministério Público do Maranhão</p>
<p>O panorama judicial em Turilândia é intrinsecamente ligado a uma significativa crise institucional no Ministério Público do Maranhão (MP-MA). O pedido de liberdade provisória para os investigados, formulado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, desencadeou uma onda de descontentamento dentro da própria instituição. Em resposta direta a esse posicionamento, dez promotores que compunham o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) apresentaram um pedido coletivo de exoneração de suas funções no grupo. Essa ação, inédita e de grande impacto, sublinha a profunda divergência de entendimento jurídico e estratégico entre a cúpula da instituição e a equipe responsável pelas investigações de alta complexidade.</p>
<p> A divergência e a defesa da atuação do Gaeco<br />
No documento protocolado no domingo, os promotores expressaram sua preocupação de que a postura da Procuradoria-Geral de Justiça, ao solicitar a soltura dos investigados, destoava frontalmente do &#8220;entendimento técnico-jurídico&#8221; e do &#8220;criterioso trabalho investigativo&#8221; desenvolvido pelo Gaeco. Eles argumentaram que tal posicionamento não apenas enfraquecia a atuação institucional do Ministério Público no combate ao crime organizado, mas também minava a credibilidade de investigações complexas e comprometia a efetividade das medidas cautelares, como a prisão, que consideravam indispensáveis para a repressão qualificada dessas organizações criminosas. O protesto dos promotores do Gaeco ressaltou a importância da autonomia e da firmeza na aplicação da lei, especialmente em casos que envolvem desvios de recursos públicos e figuras políticas influentes, buscando preservar a integridade e a capacidade de resposta da instituição contra a criminalidade organizada.</p>
<p> A resposta da Procuradoria-Geral de Justiça e a nova coordenação<br />
Diante da exoneração coletiva, o procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, emitiu uma nota pública. No comunicado, ele minimizou o ocorrido, classificando as exonerações em estruturas administrativas e cargos de coordenação como &#8220;eventos naturais na dinâmica institucional&#8221; que não comprometem a continuidade das ações estratégicas. A nota reafirmou que todas as medidas adotadas e propostas pela Procuradoria-Geral estão em estrita conformidade com a Constituição Federal e a legislação vigente. O procurador-geral defendeu que suas decisões e requerimentos não extrapolam os limites da lei, nem representam uma tentativa de flexibilizar ou contornar as normas do processo penal. Pelo contrário, argumentou que observam os critérios legais que estabelecem que medidas mais gravosas, como a prisão, devem ser aplicadas apenas quando estritamente necessárias, pautando-se pela prudência e pelo respeito aos direitos individuais.</p>
<p>Com o afastamento dos promotores, o procurador-geral agiu rapidamente para reestruturar o Gaeco e a Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (CAEI). Para a nova coordenação, foi nomeado o procurador de Justiça Haroldo Paiva de Brito. A nota oficial do MP-MA garantiu que os demais integrantes da nova equipe seriam nomeados prontamente para assegurar a continuidade dos trabalhos. A instituição reafirmou seu compromisso em atuar com responsabilidade, firmeza e respeito às leis, combatendo a criminalidade e defendendo o patrimônio público, sempre com equilíbrio, justiça e dedicação à sociedade maranhense. Este rearranjo busca restaurar a normalidade e a eficácia das operações de combate ao crime organizado, apesar da turbulência gerada pela divergência interna.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão de manter a prisão do prefeito e da primeira-dama de Turilândia, juntamente com outros investigados, reafirma o rigor da justiça em casos de desvio de verbas públicas e sinaliza uma postura firme contra a corrupção. Este desfecho judicial ocorre em um momento de grande instabilidade no Ministério Público do Maranhão, evidenciando as tensões internas e as diferentes visões sobre a condução de investigações complexas. A exoneração coletiva dos promotores do Gaeco, embora um revés, destaca a importância da autonomia funcional e da integridade na luta contra o crime organizado. A manutenção das prisões pela desembargadora, apesar do parecer do procurador-geral, sublinha a independência do judiciário e a primazia da lei, garantindo que as medidas cautelares sejam aplicadas quando os requisitos legais são atendidos, assegurando a continuidade das investigações e a proteção do patrimônio público.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Quem são os principais nomes mantidos em prisão na Operação Tântalo II?<br />
Os principais nomes mantidos em prisão são o prefeito de Turilândia, Paulo Curió, e a primeira-dama, Eva Curió. Além deles, a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima, seu marido Marlon de Jesus Arouche Serrão e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros, também permanecem detidos.</p>
<p>2. Qual foi o motivo da exoneração coletiva dos promotores do Gaeco?<br />
Os dez promotores do Gaeco pediram exoneração em resposta ao parecer do procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, que solicitou a liberdade provisória dos investigados. Eles consideraram que essa postura divergia do entendimento técnico-jurídico do grupo e enfraquecia a atuação institucional do Ministério Público no combate ao crime organizado.</p>
<p>3. Por que a pregoeira Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira teve sua prisão convertida em domiciliar?<br />
A prisão de Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira foi convertida em domiciliar devido ao seu diagnóstico de câncer de útero, que exige tratamento contínuo. Ela terá monitoramento eletrônico para garantir o cumprimento das condições impostas.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste caso e a luta contra a corrupção no Maranhão.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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