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	<title>Exploração &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Exploração &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Avó vendia netas a piloto em esquema de exploração sexual, revela investigação</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 08:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A chocante prisão de um piloto de avião no Aeroporto de Congonhas revelou a dimensão perversa de um esquema de exploração sexual infantojuvenil. O elemento mais estarrecedor da investigação aponta para a avó das vítimas, uma mulher de 53 anos que atuava como inspetora escolar, como peça central na facilitação dos encontros e na negociação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A chocante prisão de um piloto de avião no Aeroporto de Congonhas revelou a dimensão perversa de um esquema de exploração sexual infantojuvenil. O elemento mais estarrecedor da investigação aponta para a avó das vítimas, uma mulher de 53 anos que atuava como inspetora escolar, como peça central na facilitação dos encontros e na negociação dos abusos contra as próprias netas. A polícia civil de São Paulo desvendou uma rede complexa que, por pelo menos cinco anos, teria permitido que o suspeito, um profissional com acesso a diversas localidades, praticasse crimes graves. A delegada Luciana Peixoto, responsável pelo caso, descreveu o cenário como &#8220;ela acabou vendendo as netas&#8221;, ressaltando a frieza e a gravidade das acusações. Este caso expõe a vulnerabilidade de menores e a urgência de vigilância contra a exploração.</p>
<p> O esquema de exploração sexual e a prisão do piloto<br />
 A queda em Congonhas e a confissão<br />
A detenção do piloto, identificado pela polícia como Sérgio, ocorreu em uma operação meticulosamente planejada no saguão do Aeroporto de Congonhas. A ação policial culminou na condução do suspeito à delegacia instalada no próprio aeroporto, onde, confrontado com as evidências, admitiu seu envolvimento com as menores. Durante o interrogatório, o piloto forneceu detalhes cruciais, inclusive mostrando conteúdos em seu aparelho celular que corroboravam as acusações. Ele revelou ter conhecido uma das vítimas por intermédio da avó dela e confessou a realização de gravações em um motel na cidade de Suzano. Para acessar esses estabelecimentos sem levantar suspeitas, Sérgio utilizava documentos de identidade pertencentes a mulheres adultas, uma tática para burlar a fiscalização e concretizar os abusos. As investigações demonstraram que os crimes eram frequentemente cometidos durante os deslocamentos do piloto a trabalho, usando suas viagens como pretexto para encontrar as vítimas.</p>
<p> O papel da avó no crime<br />
A investigação ganhou contornos ainda mais sombrios com a prisão da avó das duas adolescentes exploradas. A mulher, de 53 anos, que exercia a função de inspetora em uma escola na capital paulista, foi apontada pela delegada Luciana Peixoto, da Delegacia de Repressão à Pedofilia, como uma figura central e facilitadora no esquema. Segundo a polícia, ela não apenas facilitava os encontros entre o piloto e as netas, mas também teria negociado essas interações, transformando as jovens em vítimas de um crime hediondo. A delegada utilizou a forte expressão de que a avó &#8220;acabou vendendo as netas para que ele pudesse abusar sexualmente delas e produzir o material de pornografia infantojuvenil que queria&#8221;, sublinhando a gravidade da cumplicidade familiar. A atuação da avó foi considerada fundamental para a longevidade do esquema, que se estendeu por pelo menos cinco anos.</p>
<p> Os detalhes da exploração e a extensão das vítimas<br />
 Vítimas, o início dos abusos e o cruzamento de dados<br />
As duas netas da avó presa foram ouvidas pela delegada Luciana Peixoto, fornecendo depoimentos chocantes sobre os abusos. Uma das vítimas, que hoje tem 18 anos, relatou que a exploração começou quando ela tinha aproximadamente 14 ou 15 anos. A outra neta, atualmente com 14 anos, teve os abusos iniciados ainda mais cedo, entre os 10 e 11 anos de idade. A partir dos relatos detalhados das vítimas, a polícia realizou um minucioso cruzamento de dados com os registros de deslocamento do piloto, constatando uma alarmante coincidência entre as informações. Embora residisse em Guararema, o piloto frequentemente se deslocava para São Paulo, utilizando aeroportos como Congonhas e Guarulhos, justificando suas presenças com compromissos de voo. Essa rotina facilitava o acesso às vítimas, com o suspeito chegando a buscá-las em casa ou na escola.</p>
<p> Modus operandi, coerção e a rede de denúncias<br />
A abordagem do piloto era padronizada: ele se apresentava como uma figura educada e atenciosa, buscando primeiro o contato com familiares em locais públicos, como padarias e ruas próximas às residências das vítimas. Somente após essa fase inicial, ele se aproximava das meninas, oferecendo presentes, jantares e até mesmo alimentos para as famílias, que, conforme a delegada Luciana, &#8220;não necessariamente são pobres, são famílias que estavam passando por algum tipo de dificuldade financeira&#8221;. As vítimas, por sua vez, narram que muitas vezes não queriam participar dos atos sexuais, tirar fotos ou fazer vídeos, mas eram constantemente coagidas pelo piloto. A investigação foi impulsionada por uma denúncia anônima recebida por uma das mães, que, após ver imagens comprometedoras da filha, percebeu que outras colegas da menina – justamente as netas da avó detida – também haviam sido aliciadas. Uma vizinha das vítimas ainda observou &#8220;movimentação estranha&#8221; na casa da avó, com as meninas sendo colocadas repetidamente em carros diferentes, mas o medo de denunciar dificultou a investigação inicial. As autoridades ressaltam a importância dos canais de denúncia, como o Disque 100 e o 181, que garantem sigilo total e operam 24 horas.</p>
<p> O impacto nas vítimas e o alcance do crime<br />
A companhia aérea, ao tomar conhecimento das acusações, prontamente demitiu o piloto. A defesa do acusado, por sua vez, limitou-se a declarar que o &#8220;caso segue em segredo de justiça, por força legal e ética, sigo no ofício com total discrição&#8221;. As investigações apontam para a possibilidade de existirem outras vítimas envolvidas, não apenas em São Paulo, mas também em outros estados, como o Espírito Santo, onde o piloto confessou ter conhecido outra pessoa de quem também possuía registros em seu celular. A delegada Luciana Peixoto enfatizou o profundo e duradouro impacto emocional sobre as vítimas. &#8220;É muito triste conversar com vítimas de violência. Elas trazem uma carga grande de culpa, de dor. Sentem que o corpo delas não vale nada. É uma ferida que leva para a vida adulta&#8221;, expressou, ressaltando a necessidade de apoio e recuperação para as sobreviventes.</p>
<p> Prevenção e a luta contra a exploração<br />
Este caso chocante reitera a urgência da vigilância constante e da educação sobre os perigos da exploração sexual infantojuvenil. A complexidade do esquema, que envolveu uma figura familiar e um profissional com aparente respeitabilidade, serve como um alerta para a sociedade. É fundamental que a comunidade, as famílias e as instituições estejam atentas a sinais de abuso e não hesitem em denunciar. A colaboração entre as autoridades e a população é essencial para desmantelar redes criminosas e proteger as crianças e adolescentes mais vulneráveis. A luta contra a exploração exige um compromisso coletivo para assegurar um ambiente seguro e digno para todos os jovens.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)<br />
   Quem são os principais envolvidos neste caso de exploração sexual?<br />
    Os principais envolvidos são um piloto de avião, acusado de abuso e exploração sexual de menores, e a avó das vítimas, que teria facilitado e negociado os encontros entre ele e as netas.</p>
<p>   Como a polícia desvendou o esquema de exploração?<br />
    A investigação teve início após a polícia ouvir as vítimas. Seus depoimentos foram cruzados com registros de deslocamento do piloto e outras denúncias anônimas, que levaram à prisão dos envolvidos.</p>
<p>   Existem outras possíveis vítimas além das netas da avó presa?<br />
    Sim, a investigação aponta para a possibilidade de existirem outras vítimas em São Paulo e em outros estados, como o Espírito Santo, conforme revelado pelo próprio piloto durante seu interrogatório.</p>
<p>   Quais são os canais para denunciar casos de exploração sexual infantojuvenil?<br />
    As denúncias podem ser feitas de forma anônima e segura através do Disque 100 e do 181. Ambos os serviços funcionam 24 horas e garantem total sigilo ao denunciante.</p>
<p>Se você suspeita de algum caso de abuso ou exploração sexual de menores, não hesite em procurar as autoridades. Sua denúncia pode salvar uma vida.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>A Perfuração na Foz do Amazonas: vazamento e a ausência de regra</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 23:03:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A exploração de petróleo e gás em águas profundas na bacia marítima da Foz do Amazonas encontra-se atualmente paralisada, desencadeando um debate intenso sobre os riscos ambientais e a adequação das regulamentações existentes. A suspensão das atividades ocorreu após um incidente significativo em 4 de janeiro, quando aproximadamente 15 mil litros de um fluido essencialmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A exploração de petróleo e gás em águas profundas na bacia marítima da Foz do Amazonas encontra-se atualmente paralisada, desencadeando um debate intenso sobre os riscos ambientais e a adequação das regulamentações existentes. A suspensão das atividades ocorreu após um incidente significativo em 4 de janeiro, quando aproximadamente 15 mil litros de um fluido essencialmente utilizado na perfuração do solo marinho vazaram para o oceano. A Petrobras, empresa responsável pela prospecção no bloco FZA-M-59, uma área delimitada de grande potencial petrolífero, iniciou uma investigação interna aprofundada para apurar as causas e as consequências deste derramamento. Este evento não só interrompeu as operações, mas também trouxe à tona preocupações prementes sobre a segurança das operações em uma região ecologicamente sensível e a aparente falta de uma regulamentação específica para a gestão de tais fluidos de perfuração. A busca por petróleo nesta fronteira exige cautela máxima.</p>
<p> O incidente e seus desdobramentos imediatos</p>
<p>O vazamento de 15 mil litros de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas, ocorrido no dia 4 de janeiro, marcou um ponto de virada para a Petrobras e para o debate ambiental no Brasil. Embora não se trate de óleo cru, o volume significativo de fluido mobilizou imediatamente a empresa para iniciar uma rigorosa investigação. Esse fluido é crucial em operações de perfuração, servindo para lubrificar a broca, resfriar o equipamento, estabilizar o poço e controlar a pressão, garantindo a segurança do processo. Contudo, sua composição pode incluir polímeros, sais e outros aditivos que, dependendo da toxicidade e do ambiente de dispersão, podem causar impactos adversos à vida marinha e ao ecossistema.</p>
<p> Detalhes do vazamento e a resposta da Petrobras</p>
<p>A Petrobras, detentora da concessão para exploração no bloco FZA-M-59, agiu prontamente após a identificação do incidente. A paralisação das atividades de perfuração foi uma medida cautelar, indispensável para permitir uma análise aprofundada do ocorrido. A empresa comunicou os órgãos reguladores, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), informando sobre o vazamento e os planos de contenção e remediação. A investigação visa determinar a causa exata do vazamento – se foi falha de equipamento, erro operacional ou outro fator –, bem como avaliar o grau de dispersão do fluido e seus potenciais efeitos ambientais a curto e longo prazo. A transparência e a eficácia da resposta da Petrobras são cruciais para restaurar a confiança pública e garantir que futuros incidentes sejam prevenidos.</p>
<p> A sensibilidade ambiental da região e o debate regulatório</p>
<p>A Foz do Amazonas não é uma região qualquer para a exploração de petróleo. Sua proximidade com a pluma do Rio Amazonas, uma das maiores descargas de água doce do mundo, e a presença de ecossistemas únicos e de alta biodiversidade, a tornam uma área de extrema vulnerabilidade ambiental. A exploração petrolífera neste contexto levanta uma série de preocupações que transcendem a mera viabilidade técnica.</p>
<p> A Foz do Amazonas: um ecossistema de alta vulnerabilidade</p>
<p>A Bacia da Foz do Amazonas é um complexo ecossistema marinho influenciado diretamente pelo rio de mesmo nome, que despeja uma quantidade imensa de sedimentos e água doce no Atlântico. Essa dinâmica cria um ambiente singular, que abriga uma biodiversidade surpreendente e ainda pouco conhecida. Em 2016, cientistas anunciaram a descoberta de um sistema de recifes de corais de águas profundas na região, conhecido como os Recifes da Amazônia. Essa formação coralina, que se estende por mais de mil quilômetros e se localiza sob as águas turvas da pluma do rio, é um habitat crucial para diversas espécies marinhas e representa uma maravilha natural de valor incalculável.</p>
<p>A exploração de petróleo nessa área coloca em risco não apenas esses recifes, mas toda a cadeia alimentar local, desde o plâncton até grandes mamíferos marinhos. Vazamentos, mesmo de fluidos de perfuração, podem ter impactos devastadores, afetando a qualidade da água, a saúde dos ecossistemas bentônicos e pelágicos, e comprometendo os meios de subsistência das comunidades pesqueiras que dependem desses recursos. A sensibilidade da região exige padrões de segurança e regulamentação ambiental excepcionalmente rigorosos, a fim de mitigar qualquer risco potencial e proteger esse patrimônio natural.</p>
<p> Lacunas regulatórias e a fiscalização</p>
<p>O incidente do fluido de perfuração reacendeu o debate sobre a adequação das normativas ambientais para a exploração de petróleo em áreas de alta sensibilidade como a Foz do Amazonas. A menção de que a perfuração &#8220;começou sem regra sobre fluido&#8221; sugere uma lacuna ou insuficiência nas permissões ou protocolos existentes para o manejo e resposta a vazamentos de fluidos de perfuração especificamente nesta bacia. Isso levanta questões cruciais sobre a capacidade dos órgãos reguladores, como o IBAMA e a ANP, de fiscalizar e garantir a segurança ambiental de projetos de grande porte.</p>
<p>O IBAMA é o principal órgão responsável pelo licenciamento ambiental e pela fiscalização de atividades potencialmente poluidoras, garantindo que as empresas cumpram as exigências e mitiguem os impactos. A ANP, por sua vez, regula as atividades da indústria de petróleo e gás, incluindo as normas técnicas e de segurança operacional. A ausência de regras claras ou a falta de detalhamento para um tipo específico de fluido ou incidente pode comprometer a eficácia da fiscalização e a capacidade de resposta a emergências. É imperativo que todas as operações sejam guiadas por um arcabouço regulatório robusto, que antecipe e enderece todos os riscos potenciais, especialmente em ecossistemas tão frágeis e irrecuperáveis como os da Foz do Amazonas.</p>
<p> Implicações futuras e o cenário energético nacional</p>
<p>O incidente no bloco FZA-M-59 tem repercussões que vão além da paralisação imediata das operações. Ele coloca em xeque o futuro da exploração de novas fronteiras petrolíferas no Brasil e intensifica o dilema entre a busca por recursos energéticos e a preservação ambiental.</p>
<p> O futuro da exploração no bloco FZA-M-59</p>
<p>O destino do projeto no bloco FZA-M-59 depende diretamente dos resultados da investigação em curso. A Petrobras deverá apresentar relatórios detalhados aos órgãos reguladores, que analisarão as causas do vazamento, os impactos ambientais e as medidas corretivas propostas. Dependendo das conclusões, a empresa poderá enfrentar multas significativas, a necessidade de implementar novos protocolos de segurança e ambientais, ou até mesmo a suspensão definitiva da licença para operar na região. A pressão de organizações não governamentais (ONGs) e da opinião pública tem sido crescente, demandando maior rigor e transparência nas decisões que afetam a Foz do Amazonas. O precedente estabelecido por este incidente será crucial para determinar as condições e a viabilidade de futuras explorações em áreas de alta sensibilidade ecológica no Brasil.</p>
<p> O dilema entre exploração e conservação</p>
<p>O Brasil, com suas vastas reservas de petróleo e gás, especialmente na camada pré-sal, enfrenta um complexo dilema. Por um lado, a exploração de petróleo representa uma fonte significativa de receita e energia, fundamental para o desenvolvimento econômico do país. Por outro, o crescente consenso global sobre a necessidade de combater as mudanças climáticas impõe uma transição energética e uma maior responsabilidade ambiental. A Foz do Amazonas personifica essa tensão. A região é vista como uma nova e promissora fronteira exploratória, potencialmente capaz de ampliar a produção de petróleo brasileira. No entanto, o alto risco ambiental associado à sua exploração, especialmente após incidentes como o vazamento de fluidos, reforça o argumento de que a conservação de ecossistemas únicos e irrecuperáveis deve prevalecer. A decisão sobre a continuidade ou não da exploração na Foz do Amazonas será um teste crucial para o compromisso do Brasil com o desenvolvimento sustentável e a proteção de seu inestimável patrimônio natural.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O recente vazamento de fluido de perfuração na bacia da Foz do Amazonas, que resultou na paralisação das operações da Petrobras no bloco FZA-M-59, sublinha a complexidade e os riscos inerentes à exploração de petróleo em regiões ambientalmente sensíveis. O incidente não apenas gerou uma investigação aprofundada por parte da empresa e dos órgãos reguladores, mas também expôs lacunas regulatórias e a necessidade urgente de protocolos mais robustos para a gestão de riscos e resposta a emergências. A Foz do Amazonas, com sua rica biodiversidade e a presença dos Recifes da Amazônia, representa um ecossistema de valor incalculável que exige a máxima cautela e um compromisso inabalável com a proteção ambiental. O desfecho desta situação terá implicações significativas para o futuro da exploração de novas fronteiras petrolíferas no Brasil, forçando uma reavaliação crítica do equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a conservação de nosso patrimônio natural. É imperativo que as lições aprendidas com este incidente guiem a formulação de políticas mais seguras e sustentáveis para todas as futuras atividades energéticas no país.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é o bloco FZA-M-59 e onde ele está localizado?<br />
O bloco FZA-M-59 é uma área de exploração de petróleo em águas profundas localizada na bacia marítima da Foz do Amazonas, na costa norte do Brasil. Esta região é considerada uma nova fronteira petrolífera com potencial significativo, mas também de alta sensibilidade ambiental devido à sua proximidade com a pluma do Rio Amazonas e ecossistemas únicos.</p>
<p> Qual foi o fluido que vazou e qual seu impacto potencial?<br />
Vazaram aproximadamente 15 mil litros de um fluido de perfuração. Este tipo de fluido é usado para lubrificar a broca, controlar a pressão do poço e estabilizar as formações rochosas durante a perfuração. Embora não seja óleo cru, sua composição pode incluir polímeros, sais e outros aditivos que, dependendo da toxicidade e do volume, podem ter impactos negativos na qualidade da água, na vida marinha e nos ecossistemas bentônicos, afetando desde microrganismos até peixes e mamíferos marinhos.</p>
<p> Quem são os órgãos responsáveis pela fiscalização e licenciamento da atividade?<br />
Os principais órgãos responsáveis são o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que concede o licenciamento ambiental e fiscaliza o cumprimento das normas ambientais, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula a indústria de petróleo e gás, incluindo as normas técnicas e de segurança operacional das atividades de exploração e produção.</p>
<p> Qual a importância ambiental da Foz do Amazonas?<br />
A Foz do Amazonas é uma região de extrema importância ambiental, caracterizada pela influência da vasta pluma de água doce do Rio Amazonas. Abriga uma biodiversidade única e ainda pouco explorada, incluindo a descoberta recente dos Recifes da Amazônia, um sistema de corais de águas profundas. Este ecossistema complexo serve como habitat para inúmeras espécies marinhas e desempenha um papel crucial na saúde do Atlântico Sul, sendo altamente vulnerável a perturbações como vazamentos de substâncias químicas.</p>
<p>Para aprofundar seu conhecimento sobre os desafios e as oportunidades da transição energética e da exploração responsável de recursos naturais, explore nossos próximos artigos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://noticias.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://noticias.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Conselho nacional de política mineral entra em ação com apoio presidencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 00:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) deu início às suas operações nesta quinta-feira, com o objetivo principal de traçar estratégias para a exploração mineral em território nacional. O presidente Lula marcou presença na reunião inaugural do colegiado, que reúne representantes de 18 ministérios diferentes. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) deu início às suas operações nesta quinta-feira, com o objetivo principal de traçar estratégias para a exploração mineral em território nacional. O presidente Lula marcou presença na reunião inaugural do colegiado, que reúne representantes de 18 ministérios diferentes.</p>
<p>De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre da Silveira, que preside o conselho, o CNPM está empenhado em aprovar o Plano Nacional de Mineração, um projeto de longo prazo com horizonte temporal de 2025 a 2050. O ministro ressaltou que o esboço do plano já foi aprovado, mas que sugestões de diversos ministérios ainda serão consideradas antes da publicação para consulta pública. A expectativa é que, em breve, o plano seja finalizado, aprovado e implementado, fornecendo um planejamento consistente para o setor mineral brasileiro nas próximas décadas.</p>
<p>Um dos pontos de destaque é a criação de um conselho especializado para assessorar o presidente Lula em questões relacionadas a minerais raros, que atualmente são foco de atenção e competição entre os Estados Unidos e a China. O ministro Alexandre Silveira revelou ter recebido um convite para discutir a exploração de minerais considerados críticos com o secretário de Energia dos Estados Unidos. Ele enfatizou que a exploração desses minerais representa uma oportunidade valiosa para o Brasil desenvolver uma cadeia de produção de insumos estratégicos.</p>
<p>O ministro destacou a abundância de recursos minerais no Brasil, incluindo terras raras, nióbio, cobre, urânio e outros minerais considerados críticos e estratégicos. Ele vislumbra uma grande sinergia com os Estados Unidos nessa área, buscando uma visão clara e convergência de interesses para atrair investimentos para a exploração mineral no Brasil.</p>
<p>Durante a reunião, o CNPM aprovou as prioridades da Política Mineral Brasileira, com o objetivo de promover uma mineração mais sustentável em todo o país. Adicionalmente, um grupo de trabalho será formado para realizar um levantamento detalhado da situação da fiscalização da mineração no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Combate à exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes é tema de seminário na Câmara de Osasco</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/combate-a-exploracao-e-abuso-sexual-de-criancas-e-adolescentes-e-tema-de-seminario-na-camara-de-osasco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 18:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal]]></category>
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		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento integra agendas municipal e nacional, celebradas na terceira semana de maio &#160; A Câmara Municipal de Osasco realizou, na manhã desta quarta-feira (21), um seminário para abordar o combate à exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes. O evento foi proposto e organizado pela Comissão Permanente da Criança, do Adolescente, da Juventude e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>Evento integra agendas municipal e nacional, celebradas na terceira semana de maio</em></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Câmara Municipal de Osasco realizou, na manhã desta quarta-feira (21), um seminário para abordar o combate à exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes.</p>
<p>O evento foi proposto e organizado pela Comissão Permanente da Criança, do Adolescente, da Juventude e da Mulher, presidida pela vereadora Elsa Oliveira (Podemos), que compôs a mesa ao lado da relatora da comissão, vereadora Stephane Rossi (PL) e dos membros Elania Silva (PSD) e Heber do JuntOz (PT)</p>
<p>O seminário foi dividido em quatro partes, com as palestras da doutora em Educação, Juliana Fonseca de Oliveira Neri; da diretora da Associação Camila, Gilma Rossafa; e das dras. Juliana Arduino e Camila de Camargo, ambas da Delegacia de Defesa da Mulher de Osasco &#8211; Polícia Civil/SP.</p>
<p>A Semana de Combate à Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes acontece em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio, instituído pela Lei Federal nº 9.970/00 e pela Lei Municipal nº 4006/06.</p>
<p>Elsa Oliveira abriu o seminário afirmando que o tema é uma ferida aberta na sociedade e que precisa ser tratada. “Estamos aqui para se comprometer com essa causa, porque a violência sexual contra crianças e adolescentes é uma ferida aberta em nossa sociedade, é silenciosa, cruel e muitas vezes invisível”, declarou a parlamentar, afirmando que o tema não pode ser tratado com indiferença e esquecimentos.</p>
<p>Relatora da Comissão Permanente, a vereadora Stephane Rossi declarou que o tema é difícil de ser tratado, mas que precisa ser abordado, especialmente entre os mais jovens. “A gente gostaria que não tivessem casos, mas existem e são preocupantes”.</p>
<p>De acordo com a vereadora Elania Silva, combater a exploração requer um esforço multifacetado, envolvendo educação, prevenção, denúncia e apoio à vítima. “A prevenção começa com a educação sexual, desde cedo, ensinando as crianças a reconhecerem e denunciarem os abusos”, ressaltou Elania, que também citou os canais de denúncia disponíveis para a população, como o Disque 100 e os conselhos tutelares.</p>
<p>Heber do JuntOz disse que o assunto é denso, triste e difícil de ser abordado. Mas ressaltou que a realização de seminários é um avanço importante no combate à violência contra crianças e adolescentes.</p>
<p>“A sociedade costuma virar o rosto para não falar de assuntos que causam dor. E realmente é um avanço realizar este evento. É um ganho para a sociedade, porque quando falamos em proteger crianças e adolescentes sempre é um ganho”, explicou o parlamentar.</p>
<p>Juliana Neri foi a primeira a usar a Tribuna após a sequência de palestras. Doutora em Educação, Juliana apresentou dados preocupantes e expressivos sobre a violência e o abuso sexual de crianças e adolescentes, como os dados apresentados pela SaferNet Brasil, uma organização que atua na defesa dos direitos humanos na internet, com foco especial em violência contra crianças e adolescentes. A SaferNet apontou que, em 2023, foram mais de 7 mil denúncias de abuso e exploração sexual infantil online.</p>
<p>&#8220;É importante saber acolher e, para isso, precisamos de informação e formação. Que nós sejamos a mão que vai interromper esse ciclo de violência”, disse Juliana.</p>
<p>Gilma Rossafa abordou a questão sob a ótica de sua vivência à frente da Associação Camila, que atua na formação de jovens e crianças com atividades esportivas e culturais.</p>
<p>&#8220;O perfil de nossos atendimentos é de risco, com situações graves como trabalho infantil, negligência, dependência de drogas, bullying e violência sexual. Precisamos de políticas públicas intersetoriais para ajudar as famílias que sofrem violência. Se não tiver um trabalho forte na família, estaremos ‘chovendo no molhado’. E não é culpar a família, trata-se de ausência de políticas públicas”, apontou Gilma Rossafa. Ela ressaltou que, muitas vezes, as situações de violência e abuso se reproduzem de geração a geração.</p>
<p>As doutoras Juliana Arduíno e Camila de Camargo explicaram que, em geral, quando tomam conhecimento dos abusos, há pouco a ser feito pelo abusado.</p>
<p>&#8220;O abusador é esperto; ele sabe da lei, ele sabe o que faz e como agir”, alertou Juliana. Ainda segundo a doutora, em muitos casos uma mãe não relata o abuso porque o abusador pode ser seu próprio companheiro. Contudo, sobre as crianças, afirmou que elas “não têm o hábito de mentir, elas têm o hábito de repetir o que veem”, informou.</p>
<p>Camila ressaltou que a Lei Henry Borel, instituída em 2022, foi criada para reforçar a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar.</p>
<p>&#8220;Muitos acham que o dever da denúncia é da família e do professor. Mas, todos os que perceberem que a criança sofreu abuso ou maus tratos têm o dever de comunicar as autoridades. Comete um crime quem não promove a comunicação”, alertou.</p>
<p>Antes do término do seminário, as palestrantes participaram de uma sessão de perguntas e respostas, especialmente sobre as penas aplicadas aos abusadores.</p>
<p>Também participaram do seminário os vereadores Sérgio Fontellas, Laércio Mendonça, Gabriel Saúde, Rodolfo Cara e Ralfi Silva; os ex-vereadores Jair Assaf, Marcos Arruda, Eron Gregório Silveira e Daniel Mathias, além de membros do conselho tutelar e da sociedade civil.</p>
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