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	<title>Estrutura &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Hospital e Maternidade de Santana de Parnaíba oferece estrutura uma completa a serviço da população</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:06:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com equipe especializada, tecnologia para diagnóstico e atendimento integrado, unidade amplia a capacidade de assistência &#160; Inaugurado em novembro de 2025, o Hospital e Maternidade Santa Ana representa um importante avanço na saúde de Santana de Parnaíba. Mais do que reunir serviços e equipamentos, a unidade foi planejada para oferecer um atendimento seguro, humanizado e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><em><strong>Com equipe especializada, tecnologia para diagnóstico e atendimento integrado, unidade amplia a capacidade de assistência</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Inaugurado em novembro de 2025, o Hospital e Maternidade Santa Ana representa um importante avanço na saúde de Santana de Parnaíba. Mais do que reunir serviços e equipamentos, a unidade foi planejada para oferecer um atendimento seguro, humanizado e qualificado, com atenção às necessidades dos pacientes e de seus familiares. Esse cuidado está presente desde a maternidade, com acolhimento às mães e aos recém-nascidos, até os atendimentos que exigem suporte especializado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">São 311 médicos no corpo clínico e aproximadamente 420 profissionais de enfermagem, além de um conjunto de equipamentos e recursos que oferece suporte à realização de exames, diagnósticos e procedimentos. Tomografia, radiologia, ultrassonografia, endoscopia, diálise, nasofibroscopia e análises clínicas fazem parte desse aparato, permitindo maior integração entre os diferentes setores e contribuindo para uma condução mais ágil e segura dos casos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A unidade conta com Prontos-Socorros Adulto, Infantil, de Ortopedia e Ginecológico e Obstétrico, atendimento de trauma, cirurgia geral de emergência, UTIs Adulto e Pediátrica, Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais e Maternidade. Entre os procedimentos realizados estão cesáreas, apendicectomias, colecistectomias, cirurgias relacionadas a casos de abdome agudo e atendimentos a vítimas de trauma, além de pequenas cirurgias ortopédicas e gerais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O cuidado integrado também faz parte de um trabalho mais amplo desenvolvido pela rede municipal de saúde. A qualidade dos serviços oferecidos é reconhecida pelos próprios usuários: o Hospital Santa Ana e a UPA Fazendinha alcançaram 88% de aprovação. O resultado reforça o compromisso do município em oferecer atendimento cada vez mais seguro, acolhedor e qualificado à população.</span></p>
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		<title>Obra da ponte entre maranhão e tocantins alcança 90% de conclusão</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/obra-da-ponte-entre-maranhao-e-tocantins-alcanca-90-de-conclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 16:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A reconstrução da ponte sobre o Rio Tocantins, crucial para a conexão entre o Maranhão e o Tocantins através da BR-226, atingiu a marca de 90% de conclusão. A nova estrutura tem como objetivo substituir a antiga ponte JK, que colapsou em dezembro do ano anterior, resultando na trágica perda de 14 vidas e no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A reconstrução da ponte sobre o Rio Tocantins, crucial para a conexão entre o Maranhão e o Tocantins através da BR-226, atingiu a marca de 90% de conclusão. A nova estrutura tem como objetivo substituir a antiga ponte JK, que colapsou em dezembro do ano anterior, resultando na trágica perda de 14 vidas e no desaparecimento de outras três pessoas.</p>
<p>A ligação entre os dois estados é considerada de importância estratégica para o trânsito da Região Norte com o restante do país, de acordo com informações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>
<p>A obra teve início sob contrato emergencial, assinado no último dia de 2024, apenas nove dias após o desastre da antiga ponte. O projeto, avaliado em aproximadamente R$ 171 milhões, mobilizou centenas de operários. Segundo Igor Ruas, engenheiro de segurança do trabalho, o projeto chegou a empregar um pico de 450 trabalhadores e, atualmente, conta com cerca de 300 profissionais. Ruas enfatizou a prioridade da segurança no canteiro de obras, garantindo o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e iluminação adequada, especialmente durante o período noturno.</p>
<p>No total, foram produzidas 45 vigas pré-fabricadas, que já foram instaladas na estrutura da ponte. Contudo, ainda restam a serem conectadas as duas extremidades da travessia, conforme informado pela assessora técnica do DNIT, Maria Ferrer.</p>
<p>&#8220;Estamos finalizando os encabeçamentos e o vão central da ponte, reforçando o compromisso do DNIT em restabelecer a ligação entre os dois estados e normalizar o fluxo da rodovia em nível regional e nacional&#8221;, declarou Ferrer.</p>
<p>Embora ainda não haja uma data específica para a entrega da nova ponte, o DNIT informou desde o início da obra que a estrutura será concluída ainda este ano.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Alesp debate projeto que reorganiza Política de Assistência Social no Estado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/alesp-debate-projeto-que-reorganiza-politica-de-assistencia-social-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 11:02:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PL 1048/2025 reestrutura e consolida legislações vigentes sobre o Sistema Único de Assistência Social; falta de participação popular na construção do projeto é principal queixa &#160; A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta quarta-feira (22), uma audiência pública para debater o projeto do Executivo que reorganiza a Política de Assistência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>PL 1048/2025 reestrutura e consolida legislações vigentes sobre o Sistema Único de Assistência Social; falta de participação popular na construção do projeto é principal queixa</em></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta quarta-feira (22), uma audiência pública para debater o projeto do Executivo que reorganiza a Política de Assistência Social paulista. O PL 1048/2025 consolida legislações vigentes e busca garantir segurança jurídica e fortalecer o Sistema Único de Assistência Social (Suas).</p>
<p>&#8220;Esse PL reorganiza a legislação vigente, reafirma diretrizes e princípios da assistência social no estado. Sem dúvida, é um marco histórico, uma vez que há tempo tínhamos o desafio de avançar nessa discussão&#8221;, disse o coordenador de Vigilância Socioassistencial da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Rodrigo Lachi. Ele pontuou que São Paulo é um dos únicos estados do país que ainda não possui uma legislação específica para o Suas.</p>
<p>Além de representantes da Seds, a mesa da audiência recebeu organizações da sociedade civil como o Fórum de Assistência Social de São Paulo e o Conselho Regional de Serviço Social. A principal crítica realizada pelas associações foi a falta de participação popular na construção do projeto. Enviado pelo governador à Casa no início deste mês, a propositura tramita em regime de urgência.</p>
<h4><strong>Participação popular</strong></h4>
<p>Uma das frentes consolidadas pela nova proposta são os mecanismos de controle social e as instâncias deliberativas. O projeto prevê a participação da Comissão Intergestores Bipartite, que funciona como instância de interlocução entre governo estadual e gestores municipais do Suas e é composta por 12 membros.</p>
<p>Além disso, reorganiza o Conselho Estadual de Assistência Social de São Paulo (<strong>Conseas</strong>), órgão deliberativo de caráter permanente e de composição paritária entre Governo e sociedade, esta dividida entre organizações da sociedade civil, de usuários do Suas e de trabalhadores da assistência social. Para Rodrigo Lachi, a legislação vai &#8220;adequar o conselho às novas exigências legais se aproximando à composição verificada em âmbito nacional e em outros estados&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, a representante do Conselho Regional de Serviço Social, Patrícia Ferreira, criticou a proposta afirmando que ela não cita as conferências de assistência social, outro espaço deliberativo envolvendo a sociedade civil, e que vai reduzir o número de membros do Conseas de 24 para 18.</p>
<p>&#8220;O PL tenta reduzir a capacidade de participação social na política pública. Isso é grave. É um governo que não quer conversar com a sociedade civil e um controle social ativo&#8221;, defendeu ela. A Secretaria, em contraponto, defende que a proposta fortalece o controle social.</p>
<p>Além da alegação de que a participação popular será reduzida com a nova lei, durante a reunião, houve muitas críticas sobre a falta de diálogo da Secretaria com as organizações na construção do Projeto de Lei e sobre a tramitação em regime de urgência.</p>
<p>&#8220;O governo apresenta uma proposta que não passou e não foi debatida no Conseas. Nós temos um acúmulo de ideias, propostas e debates, feitos inclusive neste Parlamento, que não pode ser desconsiderado&#8221;, disse Maria Nazareth Cupertino, representante do Fórum de Assistência Social de São Paulo.</p>
<p>O líder da Bancada da Federação PT/PCdoB/PV, deputado <strong>Donato (PT),</strong> defendeu a retirada da urgência e o estabelecimento de um cronograma de debates sobre a proposta. &#8220;O projeto tem aspectos que apontam para estabelecer uma política pública bem estruturada, mas é necessário um maior debate para que possamos aperfeiçoar e deixar a melhor lei possível para o futuro, para que não seja só um projeto de governo, mas uma lei que institui uma política de Estado.&#8221;</p>
<h4>Financiamento</h4>
<p>Outro ponto muito debatido durante a reunião foi o financiamento da Política. A legislação, caso aprovada, estabelece o cofinanciamento &#8211; repartido entre estado e municípios &#8211; do aprimoramento da gestão, dos serviços de proteção social básica e especial, e de programas, projetos e benefícios, além da estruturação da rede socioassistencial, em âmbito regional ou local.</p>
<p>&#8220;Nesse projeto, se materializa a corresponsabilidade de estado e municípios. É uma política pautada na transferência de recursos de forma regular e automática, garantindo previsibilidade às ações dos municípios. Será uma relação fundo a fundo [de estadual a municipal] não dependendo de convênios ou relações individualizadas, mas sim a partir de critérios que são pactuados nas instâncias de controle social e válidas para todo o estado&#8221;, explicou Lachi.</p>
<p>O deputado <strong>Enio Tatto (PT)</strong> comentou sobre a parcela destinada à assistência social prevista no Projeto de Lei Orçamentária de 2026, que é de 0,5% do Orçamento. &#8220;Precisamos colocar mais dinheiro. Em todo o estado, a assistência social sempre tem queixas e sempre tem gente precisando de mais orçamento. Com esse dinheiro não dá pra fazer nada&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por sua vez, Patrícia Ferreira criticou, além do baixo orçamento, contingenciamentos de recursos da pasta.</p>
<h4>Base constitucional</h4>
<p>Outro pedido feito durante a audiência foi a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional n°4/2014, da ex-deputada Telma de Souza e assinada por diversos deputados, que incluía a assistência social na Constituição Estadual. A PEC chegou a ser aprovada em primeiro turno ainda em 2014. Na última semana, recebeu a solicitação de inclusão na Ordem do Dia.</p>
<p>&#8220;A Constituição trata de promoção social que nada tem a ver com a Política de Assistência Social e com a proteção social, que é dever do estado. Como vamos construir uma política se não temos uma base constitucional?&#8221;, questionou Maria Nazareth.</p>
<p>A deputada <strong>Monica Seixas do Movimento Pretas (Psol)</strong> fez coro ao pedido. &#8220;Diferente de vontades e desejos demarcados em leis que podem ser facilmente modificadas, a Constituição garante como direito definitivo e queremos que o Suas seja um direito definitivo da população paulista.&#8221;</p>
<h4>Estrutura</h4>
<p>Além dos pontos levantados, o PL 1048/2025, que seguirá tramitando na Casa e ainda passará pelas comissões permanentes, define competências, princípios e diretrizes da Política de Assistência Social. Como princípio central, a proposta centraliza na Seds a organização e coordenação do Suas. &#8220;Isso localiza o órgão gestor da Política e reafirma o comando único da política&#8221;, defendeu Rodrigo Lachi.</p>
<p>Essa centralização confere à Secretaria atribuições de, por exemplo, expandir oferta de serviços; integrar serviços, programas e benefícios; diagnosticar demandas e ofertas; e estimular a implantação de ofertas regionalizadas de Proteção Social.</p>
<p>Para Lachi, as diretrizes são coerentes com as normativas federais. Segundo ele, uma das principais normas que serão estabelecidas com a nova legislação será a supremacia do atendimento às necessidades sociais.</p>
<p>&#8220;Não há critérios financeiros ou econômicos que restrinjam o atendimento da política de assistência social. É dever do estado ter as ofertas para quem dele necessitar em quantidade e em padrões de qualidade adequados. Isso é reforçado no projeto&#8221;, disse ele.</p>
<p>Outro ponto enfatizado pela Secretaria é o uso da vigilância socioassistencial como forma de pautar as ofertas de serviços socioassistenciais. Isso traz, na visão do coordenador, uma política baseada em evidências, que vai produzir, sistematizar e analisar informações sobre situações de risco e vulnerabilidade social e seus agravos nos territórios.</p>
<p>Além dos citados, participaram da reunião a secretária executiva da Seds, Juliana Armede, e os deputados <strong>Gilmaci Santos (Republicanos),</strong> que presidiu a audiência, <strong>Paula da Bancada Feminista (Psol), Professora Bebel (PT)</strong>, <strong>Ediane Maria (Psol) e Carla Morando (PSDB).</strong></p>
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