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	<title>emergência &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>emergência &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Acre Decreta Emergência de Saúde Pública Diante de Surto de Doenças Respiratórias</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 22:04:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Acre decretou situação de emergência em saúde pública em todo o seu território, uma medida preventiva e administrativa diante do alarmante aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A decisão reflete a crescente pressão sobre a rede hospitalar local, impulsionada por um surto que já contabiliza mais de 1.300 notificações [&#8230;]</p>
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<p>O estado do Acre decretou situação de emergência em saúde pública em todo o seu território, uma medida preventiva e administrativa diante do alarmante aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A decisão reflete a crescente pressão sobre a rede hospitalar local, impulsionada por um surto que já contabiliza mais de 1.300 notificações entre janeiro e maio deste ano, representando um aumento de 30% em comparação com todo o ano anterior. Até o momento, 37 óbitos foram registrados em decorrência das complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oficialização da Medida e Seus Objetivos</h2>



<p>A formalização da situação de emergência ocorreu por meio de um decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado, na última quarta-feira, com uma vigência inicial de 90 dias. O Secretário de Estado de Saúde, José Bestene, esclareceu que a medida não visa gerar pânico, mas sim munir o governo com uma ferramenta administrativa essencial. Essa prerrogativa permite que o Estado atue com maior agilidade e eficiência na gestão dos recursos e na implementação de ações de combate à proliferação das doenças respiratórias e na garantia do atendimento à população.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Cenário Epidemiológico e os Grupos de Risco</h2>



<p>A preocupação das autoridades de saúde foca particularmente em dois grupos vulneráveis. Houve um registro significativo de casos de pneumonia em idosos com mais de 60 anos, bem como um aumento expressivo de bronquiolite entre crianças de até 2 anos. Apenas neste ano, mais de 350 ocorrências envolvendo essas condições específicas foram notificadas, evidenciando a seletividade e gravidade do surto em faixas etárias mais sensíveis. A rápida ascensão desses números reforça a necessidade de intervenções direcionadas e reforço na estrutura de atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégias de Resposta e Ampliação da Assistência</h2>



<p>Com a decretação da emergência, o Estado do Acre visa implementar uma série de estratégias para mitigar os impactos do surto. O secretário José Bestene enfatizou que o foco principal é assegurar uma assistência adequada a todos os cidadãos. Isso inclui o reforço das equipes de saúde, a ampliação da oferta de serviços hospitalares e ambulatoriais sempre que necessário, e a garantia de que nenhum paciente fique sem o atendimento essencial. A medida emergencial desburocratiza processos, permitindo, por exemplo, contratações e aquisições mais rápidas para suprir as demandas crescentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto Nacional de Aumento de Casos Respiratórios</h2>



<p>A situação no Acre não é isolada, mas reflete uma tendência observada em diversas regiões do país. O último boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um aumento generalizado nos casos de síndrome respiratória aguda grave em todo o Brasil nas últimas duas semanas. Além disso, o levantamento indica que 18 estados, incluindo o Acre, registram uma tendência de crescimento da doença a longo prazo, sublinhando a natureza sistêmica do desafio de saúde pública enfrentado atualmente.</p>



<p>A declaração de emergência no Acre, portanto, alinha-se a um cenário nacional de alerta e mobilização. A iniciativa demonstra a proatividade do governo estadual em proteger sua população e garantir a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de um desafio complexo e em expansão, com o objetivo primordial de salvar vidas e minimizar os efeitos da crise respiratória.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/acre-decreta-emergencia-de-saude-publica-diante-de-surto-de-doencas-respiratorias/">Acre Decreta Emergência de Saúde Pública Diante de Surto de Doenças Respiratórias</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Reconhecimento de situação de emergência em 30 cidades facilita ajuda federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 09:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trinta municípios brasileiros, distribuídos por catorze estados, tiveram o reconhecimento de situação de emergência por desastres naturais, conforme anúncio recente. Esta medida crucial abre portas para que as prefeituras solicitem e recebam recursos do governo federal, essenciais para mitigar os impactos das catástrofes e prestar assistência urgente às populações afetadas. As cidades contempladas enfrentam cenários [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta municípios brasileiros, distribuídos por catorze estados, tiveram o reconhecimento de situação de emergência por desastres naturais, conforme anúncio recente. Esta medida crucial abre portas para que as prefeituras solicitem e recebam recursos do governo federal, essenciais para mitigar os impactos das catástrofes e prestar assistência urgente às populações afetadas. As cidades contempladas enfrentam cenários diversos, desde fortes chuvas e inundações a vendavais, secas prolongadas e erosões. A decisão visa agilizar a resposta humanitária e material, permitindo a aquisição de itens básicos e o financiamento de ações de defesa civil. A mobilização federal demonstra um esforço contínuo para apoiar comunidades em momentos de vulnerabilidade extrema, reforçando a importância da coordenação entre os níveis de governo para uma resposta eficaz diante de crises.</p>
<p> O que significa o reconhecimento de situação de emergência?</p>
<p>O reconhecimento de situação de emergência por parte do governo federal é um passo fundamental e legalmente estabelecido que habilita as administrações municipais a acessar um conjunto específico de auxílios e recursos. Este ato formaliza a condição de calamidade ou desastre que atinge uma localidade, permitindo que os gestores públicos atuem com maior agilidade e desburocratização na resposta aos eventos extremos. Sem este reconhecimento, o acesso a verbas federais para ações de defesa civil seria significativamente mais complexo e demorado, dificultando a recuperação e o socorro imediato. A medida confere uma prioridade no repasse de fundos e na execução de projetos emergenciais, garantindo que a ajuda chegue onde é mais necessária no menor tempo possível.</p>
<p> Acesso rápido a recursos e ações de defesa civil</p>
<p>Com o estado de emergência decretado e reconhecido, as prefeituras ganham o aval para solicitar financiamento federal destinado a uma série de ações emergenciais. Isso inclui, mas não se limita à, aquisição de bens essenciais para a população desabrigada ou desalojada. Dentre os itens mais frequentemente requisitados estão as cestas básicas, que garantem a segurança alimentar; a água mineral, vital em regiões com abastecimento comprometido; e a provisão de refeições para equipes de trabalhadores e voluntários envolvidos nas operações de socorro e reconstrução. Além disso, kits de limpeza de residências, kits de higiene pessoal e dormitórios temporários são cruciais para a manutenção da dignidade e saúde dos afetados. O governo federal atua como um suporte estratégico, complementando os esforços locais e estaduais para garantir que a resposta seja abrangente e eficaz.</p>
<p> Tipos de assistência e o papel federal</p>
<p>O suporte federal pode ir além da provisão de itens básicos. Em casos de grandes desastres, como inundações severas ou deslizamentos de terra, os recursos podem ser direcionados para a reconstrução de infraestruturas danificadas, como pontes e estradas, ou para a relocação de famílias em áreas de risco. Programas específicos de auxílio financeiro direto às famílias atingidas também podem ser implementados, como já ocorreu em outras situações de calamidade. Em estados como Minas Gerais, por exemplo, fundos foram liberados para apoiar diretamente famílias impactadas por fortes chuvas, totalizando um valor significativo para a recuperação domiciliar. Este tipo de assistência demonstra a flexibilidade e a capacidade de resposta do sistema de defesa civil nacional, adaptando-se às necessidades específicas de cada contexto e gravidade do desastre, e buscando minimizar o impacto econômico sobre os cidadãos.</p>
<p> Diversidade de desastres: municípios enfrentam múltiplas ameaças</p>
<p>A multiplicidade de desastres que motivou o reconhecimento da situação de emergência em 30 municípios reflete a vasta dimensão geográfica do Brasil e sua vulnerabilidade a diferentes fenômenos naturais. Desde eventos hidrológicos extremos até questões geológicas e climáticas, as comunidades enfrentam um leque de desafios que exigem respostas diversificadas e adaptadas. A identificação precisa da causa-raiz do desastre é crucial para direcionar as ações de mitigação e recuperação de forma eficaz, garantindo que o apoio federal seja aplicado onde é mais necessário. Esta variedade de eventos sublinha a complexidade da gestão de desastres no país.</p>
<p> Chuvas intensas e inundações: os desastres mais comuns</p>
<p>Uma parcela considerável dos municípios teve o reconhecimento de emergência em decorrência de fortes chuvas e inundações. Eventos pluviais intensos castigaram localidades como Arataca, Cachoeira, Camacan, Medeiros Neto e Nova Ibiá, todas na Bahia, que frequentemente sofrem com alagamentos e deslizamentos durante períodos chuvosos. Em Mato Grosso, Peixoto de Azevedo também sentiu o impacto das águas, assim como Rio Negro, no Mato Grosso do Sul. Minas Gerais, um estado historicamente afetado por chuvas, viu Argirita, Mato Verde, Padre Paraíso, Pescador, Santa Maria do Salto e Taparuba entrarem na lista. No Pará, Belém e Rio Maria foram afetadas, enquanto em Pernambuco, Jucati precisou de auxílio. O Rio de Janeiro teve Bom Jardim, Japeri e Natividade em situação de emergência por chuvas, e Maximiliano de Almeida, no Rio Grande do Sul, e Imbituba, em Santa Catarina, e Canindé de São Francisco, em Sergipe, também foram incluídas pela mesma razão. As inundações, consequência direta das chuvas torrenciais, levaram ao reconhecimento de emergência em Eirunepé e Itamarati, no Amazonas, e em Aperibé, no Rio de Janeiro, evidenciando a capacidade destrutiva do excesso de água e a necessidade de planejamento urbano e infraestrutura de drenagem adequados.</p>
<p> Vendavais, seca e erosão: outras realidades desafiadoras</p>
<p>Além das chuvas e inundações, outros fenômenos naturais igualmente devastadores foram os motivadores para o reconhecimento da emergência. A cidade de Estrela, no Rio Grande do Sul, por exemplo, foi atingida por um forte vendaval, um tipo de desastre que pode causar danos estruturais significativos, destelhamento de casas e interrupção de serviços essenciais. A estiagem prolongada e a seca, por sua vez, continuam a ser uma realidade preocupante em diversas regiões do país. Mogeiro, na Paraíba, e São Francisco de Assis do Piauí, no Piauí, foram reconhecidas pela situação de emergência decorrente da escassez hídrica, um problema que afeta a agricultura, a pecuária e o abastecimento de água potável, gerando sérias consequências sociais e econômicas. Em um cenário diferente, o município de Óbidos, no Pará, e Dumont, em São Paulo, enfrentaram problemas de erosão continental, com destaque para boçorocas no Pará e erosão laminar em São Paulo. Estes fenômenos, muitas vezes exacerbados por práticas de manejo do solo inadequadas ou pela ação intensa das chuvas, podem comprometer a estabilidade de terrenos, estruturas e até mesmo gerar perda de áreas produtivas. A diversidade de causas sublinha a complexidade da gestão de desastres no território nacional, exigindo soluções multifacetadas.</p>
<p> O processo e a importância da agilidade</p>
<p>A concessão do reconhecimento federal para a situação de emergência não é automática; ela segue um rito processual que se inicia com a decretação por parte do município e a subsequente homologação pelos estados. Após essas etapas, os dados são enviados para análise do governo federal, que avalia a conformidade dos relatórios e a real necessidade do apoio. A agilidade neste processo é de suma importância, pois cada dia de atraso na liberação de recursos pode significar a prolongação do sofrimento para as comunidades afetadas e a intensificação dos danos. A capacidade de resposta rápida é um pilar da defesa civil, visando minimizar perdas humanas e materiais.</p>
<p> Solicitação de recursos e a burocracia minimizada</p>
<p>Uma vez obtido o reconhecimento, as prefeituras podem registrar seus pedidos de recursos por meio de plataformas digitais específicas, detalhando as necessidades e as ações propostas. Este sistema busca desburocratizar o acesso aos fundos, permitindo que a ajuda chegue mais rapidamente. Para cidades do litoral e leste de São Paulo, por exemplo, onde alertas de perigo para chuvas intensas são frequentemente emitidos, a capacidade de ativar rapidamente esses mecanismos é vital para prevenir maiores tragédias e garantir a segurança da população. A sinergia entre os níveis de governo – municipal, estadual e federal – é essencial para uma gestão de desastres eficaz, que não apenas reage, mas também trabalha na prevenção e preparação para futuros eventos climáticos extremos, buscando aprimorar continuamente a capacidade de resposta.</p>
<p> Impacto direto nas comunidades e perspectivas futuras</p>
<p>O impacto do reconhecimento de situação de emergência vai muito além dos aspectos burocráticos e financeiros. Ele representa um alívio e uma esperança para milhares de famílias que perderam seus lares, bens e, em alguns casos, meios de subsistência. A chegada de ajuda federal, seja na forma de alimentos, abrigo ou apoio à reconstrução, é fundamental para iniciar o processo de recuperação e restabelecimento da normalidade. Para o futuro, a recorrência de desastres naturais no Brasil reforça a necessidade contínua de investimentos em infraestrutura resiliente, sistemas de alerta precoce e educação da população sobre riscos, visando construir comunidades mais seguras e preparadas para os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela própria geografia do país. A capacidade de adaptação e a resiliência das comunidades são fortalecidas por essas ações coordenadas.</p>
<p> A resposta contínua e o caminho para a resiliência</p>
<p>A ação federal de reconhecer a situação de emergência em 30 municípios é um reflexo da complexa e constante batalha do Brasil contra os desastres naturais. Mais do que uma medida paliativa, esse reconhecimento é um catalisador para a reconstrução e para a mitigação de sofrimentos imediatos. A diversidade dos fenômenos — de chuvas torrenciais e inundações a secas severas e vendavais — destaca a vulnerabilidade do território nacional e a urgência de políticas públicas que englobem tanto a resposta emergencial quanto a prevenção e o planejamento de longo prazo. O compromisso contínuo em fortalecer a defesa civil em todos os níveis de governo, aliado a investimentos em infraestrutura resiliente e em educação para a percepção de riscos, é o caminho para construir comunidades mais seguras e resilientes diante dos desafios climáticos e ambientais futuros, garantindo que o impacto de cada novo evento seja progressivamente menor sobre a vida dos cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que é o reconhecimento de situação de emergência?<br />
É um ato formal do governo federal que atesta a ocorrência de um desastre em um município, concedendo-lhe acesso facilitado a recursos e apoio para ações de socorro, assistência e recuperação. Este reconhecimento é essencial para desburocratizar a liberação de fundos e bens.</p>
<p>2. Que tipo de ajuda os municípios podem receber após o reconhecimento?<br />
Os municípios podem solicitar recursos para adquirir itens essenciais como cestas básicas, água potável, kits de higiene e limpeza, além de financiar refeições para equipes de trabalho e voluntários. Os recursos também podem ser direcionados para apoio à reconstrução de infraestruturas danificadas e, em alguns casos, para programas de auxílio financeiro direto às famílias.</p>
<p>3. Quais foram as principais causas dos desastres que levaram ao reconhecimento?<br />
As principais causas foram fortes chuvas e inundações, que afetaram a maioria dos municípios. Outros fatores incluíram vendavais, longos períodos de seca ou estiagem, e fenômenos de erosão continental, como boçorocas e erosão laminar, que comprometem a estabilidade do solo e infraestruturas.</p>
<p>4. Como a população pode acompanhar as ações de apoio nas cidades afetadas?<br />
Acompanhamento das ações pode ser feito através dos canais oficiais das prefeituras e governos estaduais, que frequentemente divulgam boletins e planos de ação. Além disso, veículos de imprensa locais e nacionais cobrem a atuação da defesa civil e o uso dos recursos federais, fornecendo informações relevantes.</p>
<p>5. Qual a diferença entre situação de emergência e estado de calamidade pública?<br />
Ambos são reconhecimentos de desastres, mas diferem na intensidade e extensão dos danos. A situação de emergência é decretada quando o desastre causa perturbações significativas, mas a capacidade de resposta local ainda não está totalmente comprometida. O estado de calamidade pública é declarado em desastres de grande intensidade, onde os danos são graves e irreversíveis, e a capacidade de resposta do município e do estado é superada.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos e as iniciativas de apoio às comunidades atingidas. Acompanhe os canais oficiais de comunicação para saber como você também pode contribuir.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mongaguá decreta emergência após temporal; famílias receiam saques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 22:01:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Mongaguá, localizada no litoral de São Paulo, encontra-se em estado de emergência após ser severamente castigada por um intenso temporal na última segunda-feira, dia 19. A declaração de situação de emergência pela prefeitura reflete a gravidade dos impactos causados pelas fortes chuvas, que resultaram em amplos alagamentos e danos significativos à infraestrutura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Mongaguá, localizada no litoral de São Paulo, encontra-se em estado de emergência após ser severamente castigada por um intenso temporal na última segunda-feira, dia 19. A declaração de situação de emergência pela prefeitura reflete a gravidade dos impactos causados pelas fortes chuvas, que resultaram em amplos alagamentos e danos significativos à infraestrutura municipal. Um dos aspectos mais preocupantes da crise em Mongaguá é a situação de cerca de 500 famílias que, apesar do risco iminente de suas residências estarem alagadas, relutam em deixar seus lares. O motivo, segundo relatos, é o medo de saques, adicionando uma camada de complexidade e insegurança à já crítica situação enfrentada pela população local. A resposta das autoridades tem sido imediata, com monitoramento de áreas de risco e montagem de abrigos emergenciais, enquanto a comunidade se mobiliza para lidar com os estragos e a incerteza.</p>
<p> Mongaguá sob águas: o impacto devastador do temporal</p>
<p> Decreto de emergência e a persistência dos alagamentos<br />
Mongaguá registrou um volume pluviométrico de 103,9 milímetros em apenas 72 horas, um índice alarmante que superou em muito a média histórica para o período. Em resposta a essa precipitação excepcional, o decreto de situação de emergência foi oficializado no Diário Oficial na quarta-feira. A prefeita Cristina Wiazowski (Progressistas) destacou no documento que, desde o final de 2023, a cidade tem sido sucessivamente atingida por chuvas intensas. A conjugação da alta intensidade das precipitações em curto espaço de tempo provocou alagamentos, enchentes e inundações em praticamente todo o município. Este cenário foi gravemente intensificado pela concomitância de maré alta e ressaca, fenômenos que comprometeram severamente o escoamento das águas pluviais e fluviais, transformando áreas adjacentes a rios, valas e córregos em zonas de extrema criticidade. A urgência da situação demanda a mobilização imediata de recursos, equipes e meios para resposta eficaz e assistência humanitária.</p>
<p> O dilema das famílias e a assistência aos desabrigados<br />
Apesar dos riscos evidentes de permanecerem em casas alagadas, um contingente estimado em 500 famílias tem demonstrado resistência em evacuar suas residências. A principal preocupação dessas famílias é o receio de que, ao deixarem seus lares, eles sejam alvo de saques e furtos. A Defesa Civil de Mongaguá confirmou o monitoramento contínuo das áreas de risco, muitas das quais abrigam essas famílias hesitantes, mas ressaltou que a decisão final de sair ou permanecer cabe aos próprios moradores. Para aqueles que já foram obrigados a deixar suas casas, a prefeitura montou um abrigo emergencial no Ginásio de Esportes Arturzão. Até o início da tarde de quarta-feira, 44 pessoas, incluindo 26 adultos e 18 crianças, estavam acolhidas no local. A preocupação se estendeu aos animais de estimação, com sete deles sendo encaminhados para o abrigo de um médico veterinário do Centro de Zoonoses, garantindo que os companheiros de quatro patas também recebessem cuidados.</p>
<p> Causas climáticas, infraestrutura comprometida e o caminho da recuperação</p>
<p> Fenômenos meteorológicos e o agravamento da crise<br />
A mudança abrupta no padrão climático, responsável pelas fortes chuvas em Mongaguá e na Baixada Santista, já havia sido antecipada por centros de meteorologia. O Instituto Climatempo havia alertado para a formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) entre a segunda-feira (19) e a sexta-feira (23), período que se traduziria em aumento significativo da incidência de chuva na região. A chegada de uma frente fria vinda do Sul do país, acompanhada por uma massa de ar polar, intensificou ainda mais a instabilidade atmosférica e contribuiu para uma notável queda nas temperaturas. Complementarmente, um boletim divulgado pelo Núcleo de Pesquisas Hidrodinâmicas da Unisanta (NPH-Unisanta) alertou sobre mar agitado e maré elevada, fenômenos observados entre segunda e quarta-feira, diretamente relacionados à mesma frente fria que avançou sobre o litoral paulista. Essa combinação de fatores meteorológicos criou um cenário propício para as inundações e os transtornos vivenciados.</p>
<p> Impactos na educação e serviços essenciais<br />
A devastação causada pelo temporal não se limitou às residências e vias públicas. A infraestrutura educacional do município também foi severamente afetada, com 32 das 38 escolas municipais sofrendo danos em decorrência das inundações. Diante dessa situação crítica, o retorno às aulas, inicialmente previsto para os dias 4 e 9 de fevereiro, pode ser adiado. A administração municipal ainda aguarda uma confirmação oficial sobre a nova data, mas a prioridade é garantir a segurança e a estrutura adequada para alunos e professores. Para casos de emergência, a prefeitura orienta os cidadãos a acionarem o Corpo de Bombeiros através do número 193 e a Defesa Civil pelo 199. A prefeita Cristina Wiazowski enfatizou a urgência de restaurar os serviços essenciais e fornecer assistência humanitária para mitigar o sofrimento da população e iniciar o processo de reconstrução.</p>
<p> Recuperação e desafios contínuos</p>
<p>O cenário em Mongaguá permanece desafiador, com a cidade engajada em um esforço contínuo para se recuperar dos estragos do temporal. A mobilização de recursos e a coordenação entre as esferas de governo são cruciais para oferecer suporte às famílias afetadas, reconstruir a infraestrutura danificada e garantir a segurança da população. A persistência de famílias em áreas de risco, impulsionada pelo temor de saques, sublinha a necessidade de abordagens integradas que não apenas ofereçam abrigo e assistência material, mas também reforcem a segurança pública. A atenção aos fenômenos climáticos extremos, que se tornam cada vez mais frequentes, exige planos de contingência robustos e investimentos em resiliência urbana para proteger Mongaguá de futuras catástrofes. A solidariedade da comunidade e o trabalho incessante das equipes de emergência serão fundamentais para a superação desta crise.</p>
<p> Perguntas Frequentes sobre a Emergência em Mongaguá</p>
<p>P: Por que Mongaguá decretou situação de emergência?<br />
R: A prefeitura de Mongaguá declarou situação de emergência após um temporal intenso que atingiu a cidade, acumulando 103,9 milímetros de chuva em 72 horas. Esse volume extremo, agravado pela maré alta e ressaca, causou alagamentos generalizados, enchentes e inundações em todo o município, comprometendo a infraestrutura e a segurança da população.</p>
<p>P: Quantas famílias estão afetadas e por que algumas resistem em deixar suas casas?<br />
R: Cerca de 500 famílias estão em áreas de risco com residências alagadas. Muitas delas resistem em deixar suas casas, mesmo diante do perigo, devido ao medo de saques e furtos. A Defesa Civil monitora essas áreas, mas a decisão final de evacuação cabe aos moradores.</p>
<p>P: Qual o impacto nas escolas e nos serviços essenciais?<br />
R: O temporal afetou 32 das 38 escolas municipais, podendo adiar o retorno às aulas, inicialmente previsto para o início de fevereiro. Serviços essenciais estão sendo restabelecidos. Para emergências, os cidadãos devem contatar o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199).</p>
<p>P: Há apoio para os desabrigados e seus animais de estimação?<br />
R: Sim, um abrigo emergencial foi montado no Ginásio de Esportes Arturzão, acolhendo 44 pessoas (adultos e crianças). Animais de estimação também recebem suporte, com sete deles encaminhados para o abrigo de um veterinário do Centro de Zoonoses.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre a situação em Mongaguá e informações sobre como auxiliar as vítimas, acompanhe os comunicados oficiais da prefeitura e das autoridades locais. Sua atenção e apoio fazem a diferença.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Helicóptero da OMNI faz pouso de emergência no mar de Cabo Frio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 09:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A rotina das operações offshore na costa fluminense foi abalada na última sexta-feira, 2 de fevereiro, por um evento que mobilizou forças de resgate e segurança. Um helicóptero operado pela OMNI Táxi Aéreo, transportando seis passageiros e dois tripulantes, foi obrigado a realizar um pouso de emergência no mar a aproximadamente 74 quilômetros (40 milhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A rotina das operações offshore na costa fluminense foi abalada na última sexta-feira, 2 de fevereiro, por um evento que mobilizou forças de resgate e segurança. Um helicóptero operado pela OMNI Táxi Aéreo, transportando seis passageiros e dois tripulantes, foi obrigado a realizar um pouso de emergência no mar a aproximadamente 74 quilômetros (40 milhas náuticas) ao sul de Cabo Frio, Rio de Janeiro. A aeronave estava em missão de apoio a plataformas de petróleo da região, quando uma ocorrência a bordo precipitou a necessidade da arriscada manobra aquática. A imediata ativação de uma complexa operação de busca e salvamento garantiu que, apesar da gravidade da situação, todos os oito ocupantes fossem resgatados em segurança, sem ferimentos graves, atestando a robustez dos protocolos de emergência para a aviação offshore.</p>
<p><strong>O incidente em alto-mar</strong></p>
<p>Detalhes da aeronave e rota</p>
<p>O helicóptero envolvido no incidente era um modelo que fazia parte da frota da OMNI Táxi Aéreo, uma empresa renomada no segmento de transporte aéreo para a indústria de óleo e gás. Essas aeronaves são especificamente projetadas e equipadas para operar em ambientes marítimos desafiadores, conectando o continente às plataformas de petróleo e gás localizadas na Bacia de Campos. A bordo, estavam seis passageiros, provavelmente trabalhadores ou técnicos que se deslocavam para ou de uma plataforma, e dois tripulantes, o piloto e o copiloto, profissionais altamente treinados para voos em alto-mar e para lidar com situações de emergência. A rota habitual dessas operações parte de bases aéreas como a de Cabo Frio ou Macaé, com destino a diversas unidades offshore espalhadas pela costa. O ponto exato do pouso forçado, 40 milhas náuticas (cerca de 74 quilômetros) ao sul de Cabo Frio, indica que o helicóptero estava em uma área distante da costa, típica de operações de apoio às plataformas.</p>
<p><strong>A manobra de emergência e ativação de balsas</strong></p>
<p>Diante da falha ou anormalidade que impediu a continuidade do voo, os tripulantes realizaram um pouso de emergência controlado sobre a superfície do mar. Essa manobra, embora extremamente delicada e perigosa, é parte do treinamento de pilotos de helicópteros offshore e visa minimizar danos e preservar a vida dos ocupantes. Imediatamente após o impacto com a água, os sistemas de flutuação de emergência da aeronave foram ativados, impedindo que o helicóptero afundasse rapidamente e transformando-o em uma espécie de bote. Todos os oito ocupantes, seguindo os procedimentos de segurança, conseguiram abandonar a aeronave e embarcar em duas balsas salva-vidas. Esses equipamentos são obrigatórios em aeronaves que realizam voos sobre o mar, e sua correta ativação é crucial para a sobrevivência em um cenário de pouso aquático. A agilidade e a calma dos tripulantes e passageiros foram determinantes para que todos pudessem se posicionar em segurança nas balsas, aguardando o resgate.</p>
<p><strong>A operação de resgate e o papel da Marinha</strong></p>
<p>Cronologia da resposta e meios empregados</p>
<p>A comunicação de uma situação de emergência com uma aeronave é tratada com a máxima prioridade pelas autoridades aeronáuticas e marítimas. Assim que o alerta foi recebido, provavelmente através do sistema de comunicação da aeronave ou pela ausência de contato programado, uma Operação de Busca e Salvamento (SAR – Search and Rescue) foi imediatamente ativada. A Marinha do Brasil, responsável pela segurança da navegação e pela coordenação de operações SAR em águas jurisdicionais brasileiras, mobilizou rapidamente seus recursos. Um helicóptero próprio da Marinha, especializado em missões de resgate e equipado com capacidade para busca em alto-mar, foi deslocado para a área do incidente. Adicionalmente, embarcações e outros meios podem ter sido acionados para apoio, demonstrando a robustez do sistema de resposta a emergências marítimas e aéreas no Brasil. A agilidade na resposta foi crucial devido às condições do mar e à distância da costa.</p>
<p><strong>O salvamento e a avaliação médica</strong></p>
<p>A aeronave de resgate da Marinha localizou rapidamente as duas balsas salva-vidas com os oito ocupantes. A visão dos sobreviventes agrupados nas balsas, após um pouso de emergência no mar, é sempre um alívio para as equipes de resgate. Utilizando técnicas especializadas de içamento, todos os seis passageiros e os dois tripulantes foram retirados do mar e levados para bordo do helicóptero da Marinha. A prioridade imediata após o resgate é sempre a avaliação da condição de saúde dos sobreviventes. Por isso, a aeronave foi direcionada para a Policlínica da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia. Lá, uma equipe médica aguardava para realizar exames completos. Foi confirmado que todos os resgatados passavam bem, sem ferimentos graves, embora o trauma psicológico e a exposição a elementos como o frio e a umidade possam gerar outros cuidados. Esse desfecho positivo é um testemunho da eficácia dos treinamentos de emergência e da pronta resposta das equipes de salvamento.</p>
<p><strong>Segurança na aviação offshore e investigações futuras</strong></p>
<p>Riscos inerentes e protocolos de segurança</p>
<p>A aviação offshore, embora essencial para a indústria de óleo e gás, é inerentemente complexa e envolve riscos significativos. Voos sobre o oceano, muitas vezes em condições meteorológicas adversas e a grandes distâncias da costa, exigem aeronaves robustas, tripulações altamente treinadas e rigorosos protocolos de segurança. Empresas como a OMNI Táxi Aéreo investem pesadamente em manutenção preventiva, tecnologia de ponta e treinamento contínuo para seus pilotos e técnicos. Cada helicóptero é equipado com sistemas de flutuação, balsas salva-vidas, coletes, equipamentos de comunicação de emergência e suprimentos de sobrevivência. Os passageiros também recebem instruções detalhadas sobre procedimentos de segurança antes de cada voo. Incidentes como o ocorrido em Cabo Frio, embora raros, servem como um lembrete constante da importância de aderir a esses protocolos e de garantir que a segurança seja sempre a prioridade máxima.</p>
<p><strong>Próximos passos e lições aprendidas</strong></p>
<p>Após um incidente de aviação, uma investigação detalhada é um passo fundamental e obrigatório para determinar as causas da ocorrência e evitar que eventos semelhantes se repitam. No Brasil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), em conjunto com a Marinha e a empresa operadora, iniciará um processo rigoroso. A aeronave, ou o que restou dela, será analisada para identificar falhas mecânicas, estruturais ou de sistema. Os dados das caixas-pretas (gravador de voz da cabine e gravador de dados de voo) serão recuperados e analisados minuciosamente. Os tripulantes serão entrevistados para relatar a sequência de eventos e suas ações. O objetivo principal não é encontrar culpados, mas sim compreender o que aconteceu, identificar fatores contribuintes e emitir recomendações de segurança. Cada incidente, mesmo com um desfecho positivo como este, gera lições valiosas que contribuem para o aprimoramento contínuo das normas e práticas de segurança na aviação offshore globalmente.</p>
<p><strong>Perspectivas e o futuro da segurança aérea offshore</strong></p>
<p>O pouso de emergência no mar de Cabo Frio, embora tenha terminado sem perdas de vidas ou feridos graves, ressalta a importância da constante vigilância e inovação na segurança da aviação offshore. A pronta resposta e a eficácia dos sistemas de emergência foram louváveis, evitando uma tragédia. Este incidente, como outros ao redor do mundo, certamente levará a revisões e, possivelmente, aprimoramentos nos procedimentos operacionais, equipamentos de segurança e treinamentos das tripulações e passageiros. A indústria de óleo e gás, que depende intrinsecamente do transporte aéreo para suas operações remotas, tem um interesse vital em manter os mais altos padrões de segurança. A colaboração entre operadoras de táxi aéreo, autoridades reguladoras e fabricantes de aeronaves é essencial para garantir que a aviação offshore continue sendo uma modalidade de transporte segura e eficiente para um setor estratégico da economia.</p>
<p><strong>Perguntas frequentes</strong></p>
<p>O que causou o pouso de emergência do helicóptero?<br />
As causas exatas do pouso de emergência ainda estão sob investigação. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) será o responsável por apurar os fatores contribuintes para o incidente.</p>
<p>O que acontece com a aeronave após um pouso no mar?<br />
Após o pouso, a aeronave é equipada com sistemas de flutuação para permanecer na superfície. Posteriormente, uma operação de recuperação pode ser planejada para rebocar ou içar o helicóptero, dependendo de sua condição e valor para a investigação.</p>
<p>Quão comuns são os pousos de emergência de helicópteros offshore?<br />
Pousos de emergência são eventos raros, especialmente aqueles que resultam em pouso na água. A aviação offshore possui rigorosos protocolos de segurança e manutenção para minimizar tais ocorrências, e tripulações são extensivamente treinadas para lidar com emergências.</p>
<p>Para mais informações sobre a segurança da aviação offshore e os resultados das investigações, acompanhe as atualizações dos órgãos competentes. <em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posicionamento da Empresa &#8211; Nota Oficial</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Omni confirma que todos os seis passageiros e dois tripulantes envolvidos no pouso na água de um helicóptero Airbus H-160 ontem já receberam alta do hospital após avaliações médicas preventivas e estão em boas condições de saúde.</p>
<p>A Omni expressa seu sincero agradecimento à Marinha do Brasil pelo apoio rápido e profissional na busca e resgate, bem como a todas as partes envolvidas na operação bem-sucedida.</p>
<p>Com todos liberados em segurança, a situação está agora totalmente sob controle. A Omni continuará a cooperar com as autoridades competentes como parte dos procedimentos de acompanhamento padrão. Quaisquer atualizações adicionais, se aplicáveis, serão compartilhadas através dos canais oficiais com base em informações confirmadas.</p>
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		<title>MIDR reconhece emergência em 21 municípios de 11 estados por desastres naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 09:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) formalizou o reconhecimento de situação de emergência em 21 municípios distribuídos por onze estados brasileiros. Esta medida crucial permite que as administrações locais solicitem recursos federais para ações de resposta e assistência humanitária, mitigando os impactos devastadores de diversos desastres naturais. As cidades, localizadas no Amazonas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) formalizou o reconhecimento de situação de emergência em 21 municípios distribuídos por onze estados brasileiros. Esta medida crucial permite que as administrações locais solicitem recursos federais para ações de resposta e assistência humanitária, mitigando os impactos devastadores de diversos desastres naturais. As cidades, localizadas no Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, enfrentaram desde chuvas intensas e vendavais até estiagem prolongada e erosão costeira, sublinhando a vulnerabilidade do país a fenômenos climáticos extremos. O reconhecimento é um passo vital para a recuperação dessas comunidades.</p>
<p> Apoio federal para recuperação e assistência</p>
<p>Após o reconhecimento oficial pelo MIDR, as prefeituras dos municípios afetados ganham a prerrogativa de solicitar apoio financeiro e material do governo federal. Essa assistência é fundamental para a implementação de uma série de ações emergenciais destinadas a proteger a população e restaurar a infraestrutura local.</p>
<p> Procedimento para solicitação de recursos</p>
<p>A formalização do pedido de recursos por parte dos municípios em situação de emergência é realizada por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Este sistema centralizado garante a transparência e a agilidade necessárias na tramitação das solicitações. Os fundos podem ser direcionados para uma ampla gama de necessidades urgentes, incluindo a aquisição e distribuição de cestas básicas, água mineral e refeições para trabalhadores e voluntários engajados nas operações de socorro. Além disso, podem ser utilizados para a compra de kits de limpeza para residências, kits de higiene pessoal e material para montagem de dormitórios provisórios, assegurando condições mínimas de dignidade e saúde para as famílias desabrigadas ou desalojadas.</p>
<p> Panorama dos desastres em território nacional</p>
<p>A diversidade dos fenômenos que levaram ao reconhecimento da situação de emergência reflete a complexa geografia e o clima do Brasil. No estado de São Paulo, por exemplo, o cenário é particularmente preocupante, com 17 reconhecimentos vigentes. Destes, nove foram motivados por vendavais, quatro por chuvas intensas, dois por queda de granizo, um por incêndios em aglomerados residenciais e um por deslizamentos.</p>
<p>Chuvas intensas foram o principal fator em diversas localidades da Bahia, atingindo Caetité, Itarantim, Lauro de Freitas e Macaúbas. No Espírito Santo, Conceição do Castelo também foi impactada pelas precipitações. No Sul do país, Barra do Ribeiro (RS) e Luiz Alves (SC) sofreram com o mesmo tipo de evento, assim como Dolcinópolis (SP).</p>
<p>A queda de granizo castigou municípios como Juranda e São Sebastião da Amoreira, no Paraná, além de Petrolândia (SC) e São Manuel (SP). Os vendavais foram a causa do reconhecimento em Esperança do Sul (RS), enquanto um tornado impactou Xanxerê (SC).</p>
<p>O fenômeno da estiagem, caracterizado por períodos de pouca chuva, foi a razão para a situação de emergência em Carauari (AM), Juazeiro e Tremedal (BA), e Umbuzeiro (PB). Em São Paulo do Potengi (RN), o reconhecimento deveu-se à seca, uma condição ainda mais severa de ausência prolongada de chuvas.</p>
<p>Jaboatão dos Guararapes (PE) enfrenta os efeitos da erosão costeira/marinha, um problema crescente em áreas litorâneas. Já Altamira (PA) foi atingida por um incêndio florestal, destacando a vulnerabilidade da região amazônica a esses eventos.</p>
<p> Impacto econômico e acesso ao FGTS</p>
<p>Além da assistência direta, o reconhecimento de situação de emergência abre portas para outro mecanismo de apoio financeiro vital: o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade.</p>
<p> O benefício do saque calamidade</p>
<p>Para trabalhadores residentes em algumas das cidades com situação de emergência reconhecida, há a possibilidade de realizar o saque do FGTS por calamidade. Este benefício é uma importante ferramenta para ajudar as famílias a se reerguerem financeiramente após a perda de bens ou moradia. Moradores de Itarintim e Macaúbas (BA), Conceição do Castelo (ES), Barra do Ribeiro (RS), Luiz Alves e Petrolândia (SC), Juranda e São Sebastião da Amoreira (PR), e Dolcinópolis e São Manuel (SP) estão aptos a requerer o benefício.</p>
<p>O prazo para solicitação se estende até o início de março de 2026, oferecendo uma janela considerável para os afetados. Para ter direito, o trabalhador precisa ter saldo disponível na conta do FGTS e não ter efetuado um saque pelo mesmo motivo em um período inferior a 12 meses. O valor máximo permitido para retirada é de R$ 6.220,00 por conta vinculada, limitado ao saldo existente. O processo de solicitação foi simplificado e pode ser realizado diretamente pelo Aplicativo FGTS da Caixa Econômica Federal, facilitando o acesso ao recurso.</p>
<p> A resiliência frente aos eventos climáticos</p>
<p>A frequência e a intensidade dos desastres naturais, desde inundações e deslizamentos até secas prolongadas e incêndios florestais, reforçam a urgência de políticas públicas eficazes de prevenção, monitoramento e resposta. O reconhecimento da situação de emergência pelo MIDR não é apenas um ato administrativo, mas um sinal do compromisso federal em apoiar as comunidades em seus momentos de maior necessidade. Contudo, a adaptação às mudanças climáticas e a construção de resiliência nas áreas mais vulneráveis são desafios contínuos que exigem a colaboração entre todos os níveis de governo e a sociedade civil. Ações de planejamento urbano, sistemas de alerta precoce e a conscientização da população são essenciais para minimizar futuros impactos e garantir a segurança e o bem-estar dos cidadãos.</p>
<p> Perspectivas futuras e resiliência</p>
<p>A mobilização do governo federal através do MIDR para o reconhecimento da situação de emergência em 21 municípios é um passo fundamental para a recuperação das áreas afetadas. Este suporte demonstra a importância de uma resposta coordenada diante de eventos climáticos extremos. No entanto, é crucial que os esforços não se limitem à emergência, mas se estendam à prevenção, ao monitoramento constante e à implementação de infraestruturas mais resilientes. A atuação conjunta de prefeituras, governos estaduais e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional é vital para mitigar os riscos e fortalecer a capacidade de resposta das comunidades, assegurando um futuro mais seguro para todos os brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que significa o reconhecimento de situação de emergência pelo MIDR?<br />
Significa que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) atestou oficialmente que um município foi impactado por um desastre, permitindo que a prefeitura solicite recursos federais para ações de defesa civil e assistência à população afetada.</p>
<p> Quais tipos de recursos podem ser solicitados pelas prefeituras após o reconhecimento?<br />
As prefeituras podem solicitar recursos para aquisição de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residências, kits de higiene pessoal e materiais para montagem de dormitórios provisórios, entre outros itens essenciais para a resposta emergencial.</p>
<p> Quem pode sacar o FGTS por calamidade e como fazê-lo?<br />
Moradores de cidades específicas com situação de emergência reconhecida e que possuem saldo na conta do FGTS podem solicitar o saque por calamidade. O pedido pode ser feito pelo Aplicativo FGTS, com um limite de R$ 6.220,00 e sem ter realizado saque pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses. O prazo para solicitação pode variar, mas para os municípios listados, é até início de março de 2026.</p>
<p> Qual a diferença entre estiagem e seca, e como isso afeta o reconhecimento?<br />
Estiagem refere-se a um período de pouca chuva, enquanto seca é uma ausência de chuva prolongada e mais severa. Ambos os fenômenos podem levar ao reconhecimento de situação de emergência, sendo a seca um indicativo de impacto potencialmente mais grave e duradouro.</p>
<p>Para mais informações sobre como solicitar o apoio do governo federal ou para verificar a elegibilidade para o saque do FGTS, acesse os canais oficiais do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e da Caixa Econômica Federal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Teste de glicemia será obrigatório em atendimentos de emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 17:26:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Exame ajuda equipe médica a identificar rapidamente crises de hipoglicemia ou hiperglicemia Pacientes atendidos em situações de urgência em Barueri terão mais segurança a partir de agora. O Projeto de Lei 051/2025, aprovado pela Câmara Municipal na terça-feira, 16, obriga hospitais, prontos-socorros e UBS (Unidades Básicas de Saúde) a realizar o teste glicêmico capilar como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 id="parent-fieldname-description" class="documentDescription"><em>Exame ajuda equipe médica a identificar rapidamente crises de hipoglicemia ou hiperglicemia</em></h4>
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<p>Pacientes atendidos em situações de urgência em Barueri terão mais segurança a partir de agora. O Projeto de Lei 051/2025, aprovado pela Câmara Municipal na terça-feira, 16, obriga hospitais, prontos-socorros e UBS (Unidades Básicas de Saúde) a realizar o teste glicêmico capilar como parte do protocolo de emergência.</p>
<p>O teste é rápido e feito com uma pequena picada no dedo para coleta de sangue, analisada em segundos por um aparelho portátil chamado glicosímetro. O resultado imediato ajuda a equipe médica a identificar se o paciente está com hipoglicemia (nível de açúcar muito baixo) ou hiperglicemia (nível muito alto), situações que podem causar desmaios, convulsões, coma e até risco de morte quando não tratadas a tempo.</p>
<p>Segundo o autor da proposta, vereador Thiago Rodrigues (PSB), a medida é simples e de baixo custo, mas faz grande diferença para a saúde dos moradores.</p>
<p>“A realização desse teste pode salvar vidas, porque dá informações rápidas e confiáveis para a equipe médica decidir o tratamento de emergência”, afirmou.</p>
<p>Com a nova lei, Barueri passa a adotar um protocolo que fortalece a prevenção de complicações graves e melhora o atendimento prestado à população.</p>
<p>Com a aprovação do projeto na Câmara Municipal, o texto agora será enviado para o prefeito aprovar e, só então, passará a valer como lei em Barueri.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<title>Governo de SP decreta emergência para dengue e anuncia investimentos para assistência aos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 124.038 mil casos e 113 óbitos, Estado anuncia ampliação de recursos para internações de pacientes com dengue O Governo de São Paulo decretou nesta quarta-feira (19) situação de emergência em saúde pública no estado em razão da epidemia por dengue. A medida foi anunciada pelo secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, durante reunião [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 data-originalfontsize="14pt" data-originalcomputedfontsize="18.666666"><strong><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Com 124.038 mil casos e 113 óbitos, Estado anuncia ampliação de recursos para internações de pacientes com dengue</i></strong></h4>
<div>
<div data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O Governo de São Paulo decretou nesta quarta-feira (19) situação de emergência em saúde pública no estado em razão da epidemia por dengue. A medida foi anunciada pelo secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, durante reunião do Centro de Operações de Emergências para as arboviroses, na capital paulista.</div>
<div></div>
<div><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Leia mais:</strong> <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/uz9b" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.agenciasp.sp.gov.br/uz9b&amp;source=gmail&amp;ust=1740073655436000&amp;usg=AOvVaw0u9fyXYE4grdmTqtOUPSqC" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">https://www.agenciasp.sp.gov.<wbr />br/uz9b</a></div>
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		<title>SOS CHUVAS: Cajamar preparada para agir em situações de emergência!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sos-chuvas-cajamar-preparada-para-agir-em-situacoes-de-emergencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 13:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Situações de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Sos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prefeitura intensifica monitoramento e ações preventivas para minimizar os impactos das chuvas, garantindo segurança e assistência às famílias afetadas A Prefeitura de Cajamar está preparada para agir em situações de emergência causadas por fortes chuvas. O Programa SOS Chuvas foi criado para monitorar áreas de risco e atuar de forma rápida e eficiente, ajudando pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="noticia-titulo"><em><span style="font-size: 16px;">Prefeitura intensifica monitoramento e ações preventivas para minimizar os impactos das chuvas, garantindo segurança e assistência às famílias afetadas</span></em></h4>
<p>A Prefeitura de Cajamar está preparada para agir em situações de emergência causadas por fortes chuvas. O <strong>Programa SOS Chuvas</strong> foi criado para monitorar áreas de risco e atuar de forma rápida e eficiente, ajudando pessoas e comunidades afetadas por deslizamentos e alagamentos.</p>
<p>Com um trabalho contínuo de <strong>monitoramento preventivo</strong>, a equipe da Defesa Civil acompanha de perto os pontos críticos do município, adotando medidas de segurança para minimizar os impactos dos eventos climáticos. Além disso, em casos de emergência, o município oferece <strong>assistência imediata</strong> às famílias atingidas, garantindo apoio social e atendimento humanitário.</p>
<h4><strong>CONFIRA ALGUMAS AÇÕES DO PROGRAMA SOS CHUVAS:</strong></h4>
<p>✔ Monitoramento e vistoria em áreas de risco<br />
✔ Ações preventivas para evitar desastres<br />
✔ Atendimento emergencial para famílias afetadas<br />
✔ Realocação de moradores em locais seguros<br />
✔ Distribuição de telhas e suporte social<br />
✔ Assistência médica para os atingidos</p>
<h4>📞<strong> CANAIS DE EMERGÊNCIA:</strong></h4>
<p>📲 <strong>199</strong> (Defesa Civil)<br />
📞 <strong><a href="tel:4446-0199">4446-0199</a></strong> (Telefonia fixa)</p>
<p>A Prefeitura de Cajamar segue atenta e pronta para agir, protegendo a população e garantindo mais segurança para todos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de SP decreta emergência, após Estado atingir 300 casos confirmados de dengue por 100 mil habitantes</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-de-sp-decreta-emergencia-apos-estado-atingir-300-casos-confirmados-de-dengue-por-100-mil-habitantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 17:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plano de Emergência aborda sequência de ações construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, anunciou o decreto de emergência em saúde pública para a dengue nesta terça-feira (5), após o Centro de Operações de Emergências (COE) recomendar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Plano de Emergência aborda sequência de ações construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue</em></h4>
<p>O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, anunciou o decreto de emergência em saúde pública para a dengue nesta terça-feira (5), após o Centro de Operações de Emergências (COE) recomendar a medida, uma vez que o Estado atingiu 300 casos confirmados da doença por 100 mil habitantes ontem (4).</p>
<p>O decreto permitirá que Estado e municípios implementem ações com maior agilidade e, também, possa receber recursos adicionais do governo federal. Cada município, a partir da análise de seu cenário epidemiológico, poderá utilizar a medida estadual para decretar emergência em âmbito local.</p>
<p>Durante reunião do COE, na Sala de Situação da Secretaria de Estado da Saúde, a secretária da pasta em exercício, Priscilla Perdicaris, apresentou os próximos passos. “O decreto é mais uma iniciativa do Estado dentro de um planejamento de ações, iniciado no ano passado, para assegurar a assistência aos municípios e à população. Usaremos os recursos disponíveis para combater o Aedes aegypti”.</p>
<p>Segundo portaria do governo federal, os incrementos financeiros para emergências deverão ser enviados ao Estado, a partir de agora, para investimento em vigilância em saúde, atenção primária e atenção especializada. Em São Paulo, os recursos serão destinados, prioritariamente, para aquisição de máquinas de nebulização e insumos, contratação de pessoas e ampliação da capacidade da rede.</p>
<p>“O monitoramento realizado pelo Estado, desde o ano passado, apontava aumento expressivo no número de casos e a antecipação dos registros em cerca de dois meses. Esse trabalho permitiu que uma série de ações fosse tomada, evitando cenários mais críticos como os enfrentados pelos estados vizinhos”, ressaltou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, durante reunião do COE.</p>
<p>Segundo Regiane de Paula, coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), foi apresentado o Plano de Ação à Emergência em Saúde Pública, que aborda uma sequência de ações diferenciadas e construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue. &#8220;O plano foi construído de maneira técnica e seguindo critérios epidemiológicos, sempre se baseando na ciência. Ele nos norteará em ações dos principais eixos envolvidos no controle das arboviroses: vigilâncias epidemiológica, laboratorial e sanitária, controle vetorial, a assistência à saúde, educação/comunicação e mobilização social, para os diversos cenários de transmissão, tanto municipal, quanto regional e estadual&#8221;.</p>
<p>Para priorizar a transferência de pacientes na rede estadual, que necessitem de leitos de alta complexidade, a Secretaria de Estado atualizou a orientação para a Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), para que todos os pacientes suspeitos para dengue tenham prioridade.</p>
<p>Dados atualizados até 4 de março mostram que 131 municípios do Estado registraram mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, 22 municípios paulistas decretaram emergência.</p>
<p><strong>Ações integradas</strong></p>
<p>O Plano Estadual de Contingência das Arboviroses Urbanas, lançado em 2023 e amplamente divulgado aos municípios, tem sido apontado por especialistas como o principal responsável pelos resultados alcançados em São Paulo.</p>
<p>Entre as principais ações, SES capacitou todos os agentes de saúde e endemias por meio de cursos e treinamentos online para manejo clínico. organização dos serviços, e atendimento para arboviroses, no ano passado. Atividades educativas em escolas, rodovias e pontos de grande circulação como estações de trem e metrô, e campanha no carnaval, também foram promovidas.</p>
<p>Em 6 de fevereiro, o Governo criou o Centro de Operações de Emergências (COE) e a sala de situação, com a participação de oito secretarias, Cosems e Exército. No mesmo mês, antecipou o pagamento de R$ 205 milhões do IGM SUS Paulista aos 645 municípios.</p>
<p>Para ampliar a transparência no acesso aos dados, o Governo lançou duas importantes ferramentas: o Painel de Monitoramento da Dengue (dengue.saude.sp.gov.br) e o portal <a href="http://www.dengue100duvidas.sp.gov.br." target="_blank" rel="noopener">www.dengue100duvidas.sp.gov.br.</a></p>
<p>A SES também investiu, no início do ano, para dar agilidade no resultado dos testes em até 70%, no Instituto Adolfo Lutz (IAL), com automatização dos exames com novos equipamentos.</p>
<p>Responsáveis pelas ações de campo de combate aos vetores da dengue, os municípios receberam, desde o ano passado, suporte de mais de 600 equipamentos portáteis de fumacê para apoio às prefeituras<br />
Na última semana, a campanha publicitária &#8220;A água mais mortal pode estar no seu quintal&#8221; entrou no ar em diferentes mídias, TV, rádio, internet etc.</p>
<p>Na última sexta-feira (1), o Governo promoveu o DIA D com a adesão de mais de 450 municípios e em cerca de cinco mil escolas públicas do Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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