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	<title>durigan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>durigan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Brasil descarta retaliação a tarifas dos EUA, priorizando estabilidade e análise estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:08:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil não planeja retaliar imediatamente as tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A informação foi confirmada na última sexta-feira (17) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que enfatizou a abordagem estratégica e ponderada do governo diante do cenário comercial. Segundo o ministro, a palavra &#039;retaliação&#039; não reflete a postura atual [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil não planeja retaliar imediatamente as tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A informação foi confirmada na última sexta-feira (17) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que enfatizou a abordagem estratégica e ponderada do governo diante do cenário comercial. Segundo o ministro, a palavra &#039;retaliação&#039; não reflete a postura atual do país, que prefere avaliar com cautela as ferramentas de reciprocidade disponíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Postura Brasileira Frente às Restrições Americanas</h2>



<p>Durigan esclareceu que o governo brasileiro está em processo de análise de diversas medidas, que serão empregadas no momento e na medida mais adequados, sem precipitação. Ele ressaltou a solidez da argumentação técnica do Brasil no debate comercial, o que impede qualquer atitude de subserviência ou recuo. A estratégia nacional visa proteger os interesses econômicos do país sem ceder a pressões ou desvirtuar o foco da estabilidade.</p>



<p>O ministro também criticou a instrumentalização de momentos políticos-eleitorais para ataques que possam prejudicar a economia. Ele reforçou que seu papel é salvaguardar a trajetória de estabilidade econômica do Brasil, o que inclui dialogar com o empresariado e avaliar as propostas de reciprocidade oferecidas pelo Congresso, a fim de apresentar as melhores soluções à Presidência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Solidez Econômica e Monitoramento Global</h2>



<p>Ao abordar a capacidade de resposta da economia nacional, Durigan destacou a robustez do cenário econômico brasileiro. Ele afirmou que o país está consolidado e apto a proteger sua população contra potenciais choques externos, citando como exemplo a gestão recente no mercado de combustíveis. A Pasta da Fazenda, segundo o ministro, mantém um monitoramento constante sobre os desdobramentos de eventos internacionais, como o conflito no Oriente Médio, para antecipar e mitigar impactos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIX: Rejeição Categorica à Classificação Americana</h2>



<p>Outro ponto de atrito com os Estados Unidos diz respeito à inclusão do sistema de pagamentos instantâneos PIX na lista de &#039;práticas desleais&#039;. Durigan classificou a decisão americana como um &#039;completo absurdo&#039;, reiterando veementemente que o PIX não é objeto de negociação. A posição do Brasil é de defesa intransigente de sua inovação tecnológica financeira, que se tornou um pilar da economia digital do país.</p>



<p>Em suma, a postura do Brasil, conforme delineado pelo ministro Dario Durigan, é de firmeza técnica e diplomática, priorizando a estabilidade econômica e a defesa dos interesses nacionais por meio de uma análise estratégica e não de reações impulsivas. A nação busca afirmar sua posição no comércio global e na inovação financeira, mesmo diante de medidas unilaterais de parceiros comerciais.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasil-descarta-retaliacao-a-tarifas-dos-eua-priorizando-estabilidade-e-analise-estrategica/">Brasil descarta retaliação a tarifas dos EUA, priorizando estabilidade e análise estratégica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Durigan assume Fazenda sob pressão fiscal e herda desafios estruturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada de Dario Durigan ao comando do Ministério da Fazenda, há apenas quinze dias, marca um período de intensa pressão sobre as finanças públicas do Brasil. O novo ministro, que sucede Fernando Haddad na liderança da equipe econômica, confronta um cenário complexo, onde desafios fiscais estruturais se entrelaçam com demandas emergenciais típicas de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada de Dario Durigan ao comando do Ministério da Fazenda, há apenas quinze dias, marca um período de intensa pressão sobre as finanças públicas do Brasil. O novo ministro, que sucede Fernando Haddad na liderança da equipe econômica, confronta um cenário complexo, onde desafios fiscais estruturais se entrelaçam com demandas emergenciais típicas de um ano eleitoral. A gestão de Dario Durigan inicia sob o crivo de analistas, que observam a necessidade de equilibrar a urgência de medidas corretivas com a construção de uma trajetória sustentável para as contas públicas. As primeiras ações do ministro refletem essa dualidade, buscando conter gastos ao mesmo tempo em que articula propostas de impacto imediato.</p>
<p> O início da gestão e o cenário fiscal complexo</p>
<p> Bloqueio orçamentário e projeções de déficit</p>
<p>Logo nos primeiros dias de sua atuação, Dario Durigan anunciou um bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, uma medida que, embora necessária, foi vista por muitos analistas como modesta diante da magnitude do desafio fiscal. O bloqueio visa acomodar o avanço de despesas obrigatórias dentro dos limites estabelecidos pelo arcabouço fiscal, que fixa o crescimento real de gastos em até 2,5% acima da inflação.</p>
<p>Apesar da iniciativa, as projeções para o resultado primário do governo evidenciam a fragilidade do cenário. Oficialmente, a equipe econômica prevê um superávit primário de apenas R$ 3,5 bilhões. Contudo, ao incorporar precatórios e outras despesas que ficam fora da contabilização do arcabouço fiscal, a expectativa se inverte, e o próprio governo projeta um déficit primário de R$ 59,8 bilhões. Esse contraste ressalta a dificuldade de alcançar as metas fiscais e a persistência de um quadro de desequilíbrio nas contas.</p>
<p> Medidas imediatas e a balança de gastos</p>
<p> Subsídio ao diesel e combate à inadimplência</p>
<p>Em paralelo ao esforço de contenção de gastos, o ministro Durigan articula medidas de impacto direto na economia e no cotidiano dos brasileiros. Uma das primeiras iniciativas confirmadas é a edição de uma medida provisória que institui um subsídio de R$ 1,20 por litro para o diesel importado. Com um custo estimado em R$ 3 bilhões, a despesa será dividida entre a União e os estados, visando conter a alta dos combustíveis em um momento de elevação dos preços internacionais do petróleo, o que exerce pressão sobre a inflação e o poder de compra.</p>
<p>Outra frente de trabalho importante para o novo ministro é o enfrentamento do avanço da inadimplência. Dados recentes do Banco Central indicam que a dívida já compromete mais de 27% da renda mensal das famílias brasileiras. O governo trabalha na formulação de um pacote para reduzir esse índice, que, em tese, não geraria custo direto às contas públicas se envolver apenas medidas de renegociação de crédito. No entanto, a possibilidade de ampliar subsídios ao crédito poderia, sim, adicionar novas despesas ao já pressionado Orçamento federal.</p>
<p> A &#8220;taxa das blusinhas&#8221; e riscos de arrecadação</p>
<p>Um ponto de atenção para a gestão fiscal é a discussão em torno da chamada &#8220;taxa das blusinhas&#8221;, a alíquota de 20% sobre compras do exterior de até US$ 50. Essa tributação, que gerou R$ 5 bilhões em arrecadação no ano passado, foi fundamental para o cumprimento da meta fiscal (desconsiderando os precatórios). Contudo, em um ano eleitoral, há uma forte pressão para que o governo reduza ou até elimine essa taxa, o que representaria um novo desafio para a receita federal e para a capacidade de Durigan em manter o equilíbrio das contas.</p>
<p> Busca por simplificação tributária e desafios estruturais</p>
<p> Automatização do imposto de renda</p>
<p>Além das medidas emergenciais e dos desafios de curto prazo, o novo ministro da Fazenda também propôs iniciativas de caráter mais estrutural, com o objetivo de simplificar o sistema tributário nacional. Entre elas, destaca-se a proposta de automatização da declaração do Imposto de Renda. Essa medida busca reduzir a burocracia e evoluir a atual declaração pré-preenchida, tornando o processo mais ágil e eficiente para o contribuinte. Importante notar que essa alteração não tem como objetivo impactar a receita governamental, mas sim otimizar a administração tributária e facilitar a vida do cidadão.</p>
<p> Credibilidade fiscal e o arcabouço sob escrutínio</p>
<p> Análise da fragilidade das metas</p>
<p>Os desafios enfrentados por Dario Durigan refletem, em grande parte, as limitações e a crise de credibilidade que já se manifestavam na gestão anterior da pasta. Segundo a Dra. Virene Matesco, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), o cerne do problema reside na dificuldade do governo em cumprir as metas fiscais que ele mesmo estabeleceu. &#8220;O governo atual não consegue cumprir as metas que ele mesmo estabeleceu no arcabouço&#8221;, afirmou a economista, destacando a fragilidade do quadro.</p>
<p>A professora Matesco aponta que a fragilidade do arcabouço fiscal, aliada ao crescimento da dívida pública – que já atingiu 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB) – compromete a confiança na política econômica e limita significativamente a capacidade de manobra do ministro. Ela enfatiza que o avanço das despesas obrigatórias e a rigidez orçamentária reduzem o espaço para investimentos públicos, criando um cenário de baixo crescimento econômico. &#8220;Existe uma crise de credibilidade fiscal&#8221;, alertou, sublinhando o desequilíbrio crônico entre despesas com juros e a alocação de recursos para investimentos essenciais.</p>
<p> O impacto das metas ambiciosas no crescimento</p>
<p> O ciclo &#8220;stop and go&#8221; da economia brasileira</p>
<p>Para o economista André Nassif, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), parte das dificuldades atuais decorre de metas fiscais que foram consideradas excessivamente ambiciosas no início da gestão anterior. Inicialmente, o governo havia projetado um déficit zero para 2024 e superávits primários de 0,5% do PIB em 2025 e 1% do PIB em 2026. Essas metas, posteriormente revisadas – com o déficit zero estendido para 2025 e o superávit de 2026 reduzido para 0,25% do PIB na LDO de 2025 –, geraram mal-estar no mercado financeiro.</p>
<p>Nassif argumenta que um compromisso gradual de redução do rombo fiscal teria sido mais bem recebido. &#8220;O mercado entenderia se o governo estabelecesse meta de pequeno déficit em 2025, zerando o resultado primário em 2026. O importante era que houvesse um compromisso em reduzir o rombo&#8221;, pontuou.</p>
<p>O aperto fiscal resultante de metas ambiciosas, segundo Nassif, acabou por limitar os investimentos públicos, que permanecem em um patamar baixo, cerca de 2,3% do PIB. Esse nível é considerado insuficiente para sustentar um crescimento econômico mais robusto e duradouro. O economista ressalta que o país continua preso a um ciclo de crescimento irregular. &#8220;O país não está entregando crescimento econômico. Continuamos no ‘stop and go’&#8221;, lamentou, referindo-se aos períodos alternados de avanço e estagnação da economia.</p>
<p> O futuro da gestão e o grande desafio</p>
<p>Com medidas emergenciais já em andamento e uma margem fiscal estreita, o principal desafio de Dario Durigan será, portanto, reconstruir a credibilidade das contas públicas sem comprometer ainda mais o crescimento econômico do país. A equação para equilibrar o ajuste fiscal com a necessidade de estimular a economia permanece em aberto, herdada da gestão anterior, e exige do novo ministro uma capacidade de articulação e gestão que combine prudência fiscal com sensibilidade às demandas sociais e econômicas do Brasil. A expectativa é que sua liderança possa pavimentar um caminho para a sustentabilidade fiscal e o desenvolvimento.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Quais são os principais desafios de Dario Durigan à frente da Fazenda?<br />
Os principais desafios incluem a forte pressão sobre as contas públicas, a necessidade de cumprir o arcabouço fiscal, a gestão de demandas emergenciais em ano eleitoral, a contenção da inflação via combustíveis e o combate à inadimplência das famílias.</p>
<p>Como o arcabouço fiscal impacta a gestão atual?<br />
O arcabouço fiscal estabelece limites para o crescimento dos gastos públicos, obrigando o ministro a realizar bloqueios orçamentários para acomodar despesas obrigatórias. Sua fragilidade, apontada por especialistas, também compromete a credibilidade das metas fiscais.</p>
<p>Que medidas imediatas o ministro Durigan propôs?<br />
Durigan propôs um subsídio de R$ 1,20 por litro para o diesel importado, um pacote em elaboração para reduzir a inadimplência das famílias e a automatização da declaração do Imposto de Renda para simplificar a burocracia.</p>
<p>O que é a &#8220;taxa das blusinhas&#8221; e por que ela é relevante?<br />
A &#8220;taxa das blusinhas&#8221; refere-se à alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. É relevante porque gerou R$ 5 bilhões em arrecadação no ano passado, sendo crucial para o cumprimento da meta fiscal, e está sob pressão para ser reduzida ou eliminada em ano eleitoral, o que afetaria a receita do governo.</p>
<p>Para se aprofundar nas análises sobre a economia brasileira e as políticas fiscais, continue acompanhando as notícias em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Dario Durigan assume o Ministério da Fazenda: transição crucial para a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um movimento estratégico para o cenário político-econômico brasileiro, a nomeação de Dario Carnevalli Durigan como novo ministro da Fazenda foi oficializada nesta sexta-feira, 20 de outubro, por meio de publicação no Diário Oficial da União. A posse de Dario Durigan marca uma importante transição na gestão econômica do país, ocorrendo em um período de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento estratégico para o cenário político-econômico brasileiro, a nomeação de Dario Carnevalli Durigan como novo ministro da Fazenda foi oficializada nesta sexta-feira, 20 de outubro, por meio de publicação no Diário Oficial da União. A posse de Dario Durigan marca uma importante transição na gestão econômica do país, ocorrendo em um período de desafios e expectativas para a estabilidade fiscal e o crescimento. Ele assume a pasta sucedendo Fernando Haddad, que deixa o cargo para se dedicar à sua candidatura ao governo do estado de São Paulo nas próximas eleições. A escolha de Durigan, que já ocupava a função de secretário-executivo do ministério, sinaliza uma aposta na continuidade e no aprofundamento das políticas econômicas em curso.</p>
<p> A ascensão de um nome de confiança à Fazenda</p>
<p> Trajetória profissional e laços com Fernando Haddad</p>
<p>A chegada de Dario Durigan ao comando do Ministério da Fazenda não representa uma ruptura, mas sim a ascensão de um profissional profundamente integrado à equipe e à visão econômica de seu antecessor, Fernando Haddad. Formado em Direito pela prestigiada Universidade de São Paulo (USP), uma das instituições de ensino superior mais renomadas do país, Durigan consolidou sua base acadêmica com um mestrado pela Universidade de Brasília (UnB). Essa sólida formação em áreas jurídicas e econômicas o qualifica para os desafios multifacetados da pasta, que exige não apenas conhecimento técnico, mas também capacidade de negociação e visão estratégica.</p>
<p>A relação de confiança entre Durigan e Haddad é de longa data e se estabeleceu em importantes períodos de gestão. Entre 2015 e 2016, Dario Durigan atuou como assessor de Fernando Haddad durante sua gestão na prefeitura da capital paulista. Nesse período, ele teve a oportunidade de vivenciar de perto os desafios da administração pública em uma das maiores metrópoles do mundo, lidando com questões orçamentárias, jurídicas e de gestão de grandes projetos. Essa experiência prévia foi fundamental para o aprofundamento de sua compreensão sobre a máquina pública e a complexidade das decisões governamentais. Desde 2023, sua posição como secretário-executivo do Ministério da Fazenda o colocou como o &#8220;braço direito&#8221; do ministro, responsável pela coordenação técnica e operacional das políticas econômicas. Ele sucedeu Gabriel Galípolo, que se moveu para a diretoria de Política Monetária do Banco Central, reforçando a equipe econômica com quadros técnicos qualificados em posições estratégicas. A proximidade e a sintonia com Haddad preparam Durigan para dar continuidade às diretrizes econômicas já estabelecidas, minimizando possíveis ruídos na transição e assegurando a estabilidade.</p>
<p> A saída de Haddad e o novo foco político</p>
<p> A disputa pelo governo de São Paulo e o cenário partidário</p>
<p>A decisão de Fernando Haddad de deixar o Ministério da Fazenda reflete sua ambição de retomar um papel protagonista na política paulista e nacional, com a mira apontada para a disputa pelo governo de São Paulo. A confirmação de sua candidatura ocorreu em um evento político significativo na quinta-feira anterior à publicação de Durigan, durante uma reunião do Partido dos Trabalhadores (PT) no histórico Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista, em São Bernardo do Campo. O local, berço político do presidente, conferiu um simbolismo especial ao anúncio, reiterando o engajamento de Haddad com as bases do partido e sua projeção como uma figura central no cenário eleitoral.</p>
<p>A corrida pelo governo de São Paulo é uma das mais importantes do país, dado o peso econômico e eleitoral do estado. Para Haddad, que já foi prefeito da capital paulista e candidato à Presidência da República, a disputa representa a chance de consolidar sua liderança e expandir a influência de seu partido em um reduto tradicionalmente desafiador. Sua saída da Fazenda, embora implique uma mudança de liderança em uma pasta crucial, era esperada e faz parte de uma estratégia política mais ampla. A campanha para o governo paulista exigirá dedicação integral, o que tornaria inviável a manutenção do cargo ministerial. A expectativa é que Haddad utilize sua experiência na gestão federal e seu perfil conciliador para atrair eleitores e fortalecer a base de apoio de seu partido no estado. O cenário eleitoral em São Paulo promete ser acirrado, e a presença de um nome como Haddad eleva o nível do debate e a atenção nacional sobre a disputa.</p>
<p> Desafios e perspectivas para o novo ministro</p>
<p> O cenário econômico e as expectativas do mercado</p>
<p>Ao assumir o comando do Ministério da Fazenda, Dario Durigan herda uma pasta de responsabilidade monumental, encarregada da condução da política econômica em um momento complexo para o Brasil e o cenário global. Os desafios são múltiplos e exigem habilidade para equilibrar metas ambiciosas com a realidade macroeconômica. Entre as prioridades, destacam-se a consolidação do ajuste fiscal, a busca pela estabilidade da dívida pública, o controle da inflação e a promoção do crescimento econômico sustentável. A implementação da reforma tributária, um dos pilares da agenda econômica, será um dos grandes testes para a nova gestão, demandando articulação política e técnica para sua efetivação.</p>
<p>O mercado financeiro e os agentes econômicos estarão atentos aos primeiros passos de Durigan. Sua experiência como secretário-executivo, tendo participado ativamente da formulação e execução das políticas de Haddad, sugere uma linha de continuidade, o que pode ser bem recebido por aqueles que valorizam a previsibilidade e a ausência de grandes guinadas. No entanto, a figura do ministro da Fazenda é sempre vista como um termômetro da confiança e da direção econômica do governo. Durigan terá a tarefa de construir sua própria autoridade e credibilidade junto aos investidores, analistas e à população em geral. A capacidade de dialogar com os diversos setores da sociedade, de negociar com o Congresso Nacional e de coordenar ações com o Banco Central e outros ministérios será crucial para o sucesso de sua gestão. A expectativa é que ele aprofunde as discussões sobre o arcabouço fiscal, explore novas fontes de receita e continue a buscar o equilíbrio entre o rigor fiscal e as necessidades de investimento social e infraestrutura para impulsionar a economia brasileira.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a transição no Ministério da Fazenda</p>
<p> FAQ</p>
<p>Quem é Dario Durigan e qual sua experiência?<br />
Dario Carnevalli Durigan é um advogado formado pela USP e mestre pela UnB. Ele tem uma longa trajetória de confiança com Fernando Haddad, tendo sido seu assessor na prefeitura de São Paulo e, mais recentemente, secretário-executivo do Ministério da Fazenda desde 2023.</p>
<p>Por que Fernando Haddad deixou o Ministério da Fazenda?<br />
Fernando Haddad deixou o Ministério da Fazenda para concorrer ao cargo de governador do estado de São Paulo nas próximas eleições. A decisão foi confirmada em um evento político do PT e faz parte de sua estratégia para retornar à política executiva em nível estadual.</p>
<p>Quais são os principais desafios de Dario Durigan como novo ministro?<br />
Dario Durigan enfrentará desafios como a consolidação do ajuste fiscal, o controle da inflação, a gestão da dívida pública e a promoção do crescimento econômico. A implementação da reforma tributária e a manutenção da confiança do mercado também serão cruciais para sua gestão.</p>
<p>Qual a importância do cargo de secretário-executivo, antes ocupado por Durigan?<br />
O secretário-executivo é o segundo cargo mais importante do Ministério da Fazenda, atuando como o principal assessor do ministro. É responsável pela coordenação técnica e operacional das políticas da pasta, sendo fundamental para a continuidade e a execução das diretrizes econômicas.</p>
<p>Para acompanhar as próximas notícias sobre a economia brasileira e as ações da nova gestão no Ministério da Fazenda, continue acessando nossos canais de informação.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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