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	<title>dose &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Feb 2026 08:00:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>dose &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Cobertura vacinal contra a dengue: apenas 27% das crianças e jovens completos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 08:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha de vacinação contra a dengue, iniciada há dois anos no Brasil, enfrenta desafios significativos na região de Ribeirão Preto, Barretos e Franca. Apesar da disponibilidade do imunizante para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que representam um dos grupos com maior número de internações pela doença, os índices de cobertura estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha de vacinação contra a dengue, iniciada há dois anos no Brasil, enfrenta desafios significativos na região de Ribeirão Preto, Barretos e Franca. Apesar da disponibilidade do imunizante para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que representam um dos grupos com maior número de internações pela doença, os índices de cobertura estão muito aquém do ideal, especialmente no que se refere à segunda dose. O Ministério da Saúde recomenda uma cobertura superior a 90%, mas os dados regionais revelam que menos de um terço do público-alvo completou o esquema vacinal, deixando uma grande parcela da população vulnerável à doença. Essa lacuna na imunização compromete a eficácia da proteção coletiva e individual.</p>
<p> Desafios na imunização: a lacuna da segunda dose contra a dengue</p>
<p> Panorama regional e o impacto da não adesão completa</p>
<p>Os números da vacinação contra a dengue na região são alarmantes e expõem uma preocupante queda na adesão à segunda dose do imunizante. Considerando as cidades de Ribeirão Preto, Franca, Sertãozinho e Barretos, a média regional para a primeira dose atinge 55,3% do público-alvo. No entanto, o percentual despenca drasticamente para apenas 27,7% quando se analisa a segunda dose, evidenciando que pouco mais da metade das crianças e adolescentes elegíveis iniciou a vacinação e menos de um terço completou o esquema.</p>
<p>Ribeirão Preto destaca-se com a maior cobertura da primeira dose, alcançando 84,5%, mas registra uma queda acentuada para 35,4% na segunda aplicação. Em Franca, 62,3% receberam a primeira dose, com apenas 37,7% retornando para a dose de reforço. Sertãozinho e Barretos apresentam percentuais ainda mais baixos em ambas as etapas: Sertãozinho com 40,47% na primeira e 21,08% na segunda dose, e Barretos com 33,76% na primeira e meros 16,54% na segunda.</p>
<p>Para Luzia Márcia Romanholi Passos, subsecretária de Vigilância em Saúde, essa disparidade é um dos principais desafios no combate à doença. &#8220;As pessoas tomam a primeira dose, produzem anticorpos, mas precisam da segunda para que esse nível se eleve e seja mais duradouro. Sem completar o esquema, a proteção fica comprometida. É preocupante, porque a vacina está disponível&#8221;, alerta. As cidades da região reforçam que a vacina contra a dengue continua acessível em diversas Unidades Básicas de Saúde, sem necessidade de agendamento, bastando apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação. Em Ribeirão Preto, por exemplo, 39 salas de vacinação estão operantes, com endereços disponíveis no site da prefeitura.</p>
<p> Novas estratégias e o cenário epidemiológico da dengue</p>
<p> A esperança da vacina Butantan-DV e o combate ao mosquito</p>
<p>Diante dos desafios na cobertura vacinal, novas iniciativas buscam fortalecer a imunização. O governo de São Paulo lançou uma campanha de vacinação com a Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Este imunizante, o primeiro do mundo a ser aplicado em dose única, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos e promete ser um aliado crucial para elevar a cobertura vacinal. Estudos demonstraram uma eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações. Inicialmente, a vacina está sendo aplicada em profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, mas a expectativa é que sua disponibilidade ampliada possa mudar o panorama.</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue na região tem sido de grande preocupação nos últimos anos. Em 2024, Ribeirão Preto confirmou 44.630 casos e 26 mortes; em 2025, os números caíram para 21.580 casos e 11 óbitos. Sertãozinho registrou 2.207 casos e quatro mortes em 2024, saltando para 9.169 casos e 14 óbitos em 2025. Barretos, Jaboticabal e Franca também enfrentaram picos significativos, com milhares de casos e dezenas de mortes anuais. Embora o início de 2026 apresente números menores, a subsecretária Luzia Márcia Romanholi Passos adverte que &#8220;janeiro nunca é preditor&#8221; e que as condições climáticas atuais — chuva frequente, calor e umidade — são ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, encurtando seu ciclo de reprodução e aumentando rapidamente a infestação.</p>
<p>Além da vacinação, as cidades mantêm um esforço contínuo no combate ao mosquito. Ribeirão Preto, por exemplo, realiza vistorias em imóveis, bloqueios de criadouros, nebulização em áreas de risco e mutirões de limpeza. Uma tecnologia inovadora, as estações disseminadoras de larvicida, onde armadilhas contaminam o mosquito que, por sua vez, espalha o larvicida entre os criadouros, foi implementada com cerca de 1,3 mil estações instaladas em pontos estratégicos. Contudo, todos os especialistas reforçam que a eficácia dessas medidas depende da colaboração da população. &#8220;A vacina ajuda, mas só funciona junto com o controle do mosquito. Nenhuma tecnologia substitui o cuidado dentro de casa. O mosquito é vulnerável na fase aquática. A melhor medida é não deixar ele nascer&#8221;, conclui Luzia, reiterando a importância de eliminar recipientes que acumulam água, limpar calhas e verificar ralos e quintais semanalmente.</p>
<p> A importância de completar o esquema vacinal e os riscos da dengue</p>
<p>A baixa cobertura da segunda dose da vacina contra a dengue na região de Ribeirão Preto, Franca e Barretos representa um grave risco para a saúde pública. Apesar dos esforços das autoridades em disponibilizar o imunizante e de implementar novas tecnologias de combate ao mosquito, a proteção efetiva contra a doença só é alcançada com o esquema vacinal completo. Os dados epidemiológicos dos últimos anos revelam a capacidade da dengue de causar surtos e mortes, reforçando a necessidade urgente de engajamento da população. A combinação da vacinação completa com as ações de controle do mosquito nos domicílios é a estratégia mais robusta para prevenir novos surtos e proteger a comunidade contra uma doença que pode ser grave e fatal.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacinação contra a dengue</p>
<p> Quem pode tomar a vacina contra a dengue atualmente?<br />
Atualmente, a vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde é destinada a crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 14 anos. A nova vacina Butantan-DV foi aprovada para pessoas de 12 a 59 anos, mas sua distribuição em larga escala para o público geral ainda não foi anunciada.</p>
<p> Qual a importância da segunda dose da vacina?<br />
A segunda dose é crucial para garantir uma imunização completa e duradoura. Sem ela, a proteção oferecida pela primeira dose pode ser insuficiente e de menor duração, deixando o indivíduo mais vulnerável à infecção e a quadros graves da doença.</p>
<p> Onde posso me vacinar e o que preciso levar?<br />
A vacina está disponível em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e salas de vacinação das cidades da região. É necessário apresentar um documento de identificação com foto e a caderneta de vacinação da criança ou adolescente. Não há necessidade de agendamento prévio.</p>
<p> A nova vacina Butantan-DV já está disponível para o público geral?<br />
Não, a Butantan-DV, embora aprovada pela Anvisa, está sendo aplicada inicialmente em profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal. Sua disponibilização para o público geral dependerá de novas fases e campanhas do governo.</p>
<p>Não espere para proteger sua família. Verifique a caderneta de vacinação e procure a unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização completa contra a dengue.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Cinco anos de vacinação: covid-19 recua, mas ainda inspira preocupação</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cinco-anos-de-vacinacao-covid-19-recua-mas-ainda-inspira-preocupacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 05:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cinco anos, o Brasil dava início à sua campanha de vacinação contra a covid-19, um marco que transformou o cenário da saúde pública, levando ao fim da fase mais aguda da pandemia. No entanto, apesar dos avanços e da drástica redução na gravidade dos casos, o coronavírus permanece uma ameaça persistente, exigindo vigilância contínua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cinco anos, o Brasil dava início à sua campanha de vacinação contra a covid-19, um marco que transformou o cenário da saúde pública, levando ao fim da fase mais aguda da pandemia. No entanto, apesar dos avanços e da drástica redução na gravidade dos casos, o coronavírus permanece uma ameaça persistente, exigindo vigilância contínua e uma cobertura vacinal adequada. Especialistas alertam para a necessidade de manter a imunização ativa, especialmente entre grupos de maior risco ou aqueles que ainda não completaram seu esquema vacinal. Alarmantemente, os dados mais recentes de 2025 indicam que, de cada dez doses de vacinas distribuídas pelo Ministério da Saúde, menos de quatro foram efetivamente aplicadas, revelando um desafio significativo na adesão à imunização.</p>
<p> A persistência do vírus e a baixa cobertura vacinal</p>
<p>O Brasil celebrou o quinto aniversário do início da vacinação contra a covid-19 com uma realidade de melhora, mas não de erradicação da doença. A pandemia pode ter terminado, mas o coronavírus continua a circular, e os números de casos graves e óbitos, embora menores que no pico da crise sanitária, ainda são motivo de alerta. Em 2025, a plataforma Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pelo monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), registrou ao menos 10.410 pessoas que desenvolveram quadros graves da doença após a infecção pelo coronavírus. Desses, cerca de 1,7 mil vieram a óbito. É crucial ressaltar que esses dados se referem apenas a casos confirmados por testes laboratoriais e, devido a atrasos nos registros do sistema de vigilância, os números de 2025 ainda podem ser atualizados para cima.</p>
<p> O cenário atual da covid-19 no Brasil</p>
<p>A despeito da disponibilidade de vacinas e da experiência acumulada, o país enfrenta um desafio persistente na adesão à imunização. Em 2025, dos 21,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas para estados e municípios pelo Ministério da Saúde, apenas 8 milhões foram aplicadas. Essa baixa utilização, que representa menos de 40% das doses disponíveis, expõe uma lacuna preocupante na estratégia de saúde pública e na percepção de risco da população.</p>
<p>Leonardo Bastos, coordenador do Infogripe, enfatiza a gravidade da situação. &#8220;A covid não foi embora. De tempos em tempos a gente tem surtos e avalia constantemente se esses surtos crescem, se eles podem se transformar em uma epidemia. O que a gente vê hoje de número de casos e mortes ainda é algo absurdo. Mas, como a gente passou por um período surreal na pandemia, o que seria considerado alto, acaba sendo normalizado&#8221;, alerta Bastos, reforçando que o coronavírus permanece um dos vírus respiratórios mais ameaçadores para a saúde.</p>
<p>Tatiana Portella, pesquisadora da mesma plataforma, complementa que o vírus ainda não demonstra um padrão de sazonalidade claro, como ocorre com a influenza, que apresenta picos no inverno. &#8220;A gente pode ter uma nova onda a qualquer momento com o surgimento de uma nova variante, que pode ser mais transmissível, infecciosa, e não tem como prever quando que vai surgir essa nova variante. Por isso que é importante que a população sempre esteja em dia com a vacinação&#8221;, recomenda. A imprevisibilidade do vírus e o potencial de surgimento de novas variantes ressaltam a importância vital da manutenção de altos índices de cobertura vacinal para proteger a população.</p>
<p> Desafios na vacinação infantil e a vulnerabilidade</p>
<p>Desde 2024, a vacina contra a covid-19 foi oficialmente incorporada ao calendário básico de vacinação de três grupos prioritários: crianças, idosos e gestantes. Além desses, indivíduos em grupos especiais necessitam de reforços periódicos para manter a imunidade. Contudo, a meta de vacinação tem se mostrado um desafio considerável em todo o território nacional, especialmente no que tange ao público infantil.</p>
<p> A vacinação de crianças e grupos prioritários</p>
<p>O Ministério da Saúde informou que 2 milhões de doses foram aplicadas no público infantil em 2025, mas não especificou o índice de cobertura atingido. Dados do painel público de vacinação apontam que apenas 3,49% das crianças menores de um ano, que fazem parte do público-alvo, foram vacinadas em 2025. A pasta, no entanto, esclarece que os dados atuais podem subestimar a cobertura real, pois o painel considera apenas crianças menores de um ano, enquanto o público-alvo inclui menores de cinco anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais, e está trabalhando na consolidação dos dados por faixa etária. Mesmo durante o período em que o status de emergência sanitária estava em vigor, a cobertura ideal de 90% nunca foi alcançada. A vacinação infantil teve início em 2022, e até fevereiro de 2024, apenas 55,9% das crianças entre 5 e 11 anos e 23% das de 3 e 4 anos haviam sido imunizadas.</p>
<p>Para Isabela Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, a principal causa dessa baixa adesão é a diminuição da percepção de risco. &#8220;O ser humano é movido pela percepção de risco. O Brasil foi um dos primeiros países que atingiram uma cobertura maior de 80% para toda a população adulta. Mas quando a vacina chegou para as crianças, o cenário era outro, com menos casos, menos mortes e a percepção de risco tinha diminuído. Aí o antivacinismo começa a fazer efeito. Porque as fake news contra a vacina só dão certo quando as pessoas não estão vendo o risco&#8221;, argumenta Ballalai.</p>
<p>Contrariando essa percepção reduzida, o risco da covid-19 para crianças é real e significativo. Crianças com menos de dois anos são o segundo grupo mais vulnerável às complicações da doença, superadas apenas pelos idosos. Dados do Infogripe de 2020 a 2025 revelam quase 20,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nessa faixa etária, resultando em 801 mortes. Mesmo em 2025, um ano de controle relativo, foram registradas 55 mortes e 2.440 internações em crianças. Além disso, a covid-19 pode desencadear a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), uma complicação rara, mas grave, com taxa de mortalidade em cerca de 7% dos casos. Entre 2020 e 2023, o Brasil contabilizou aproximadamente 2,1 mil casos de SIM-P e 142 óbitos. Um estudo abrangendo quase 14 milhões de crianças e adolescentes na Inglaterra também demonstrou uma maior incidência de doenças cardiovasculares, como miocardite e tromboembolismo, após a infecção por covid-19.</p>
<p>Em contrapartida, a eficácia e segurança das vacinas pediátricas são comprovadas. Um estudo de acompanhamento com 640 crianças e adolescentes vacinados com a Coronavac em São Paulo mostrou que apenas 56 foram infectadas após a imunização, e nenhuma apresentou quadro grave. As vacinas infantis se mostraram seguras, com mais de 6 milhões de doses aplicadas em crianças no Brasil em 2022 e 2023, e poucas notificações de eventos adversos, a maioria leves, conforme monitoramento do Ministério da Saúde. Isabela Ballalai reitera a importância do papel dos profissionais de saúde para reverter a baixa cobertura vacinal. Ela defende a melhoria da formação médica e a atualização constante dos profissionais com as evidências científicas mais recentes, incentivando-os a recomendar a vacinação às famílias. &#8220;Infelizmente nós temos médicos renomados, que sempre defenderam as vacinas, agora dizendo que nem todas as vacinas. Por trás disso há muitos interesses, políticos, financeiros, de vários tipos. E entre um médico que você já conhece e alguém que você ainda não conhece, em quem você vai confiar? Mas nós que defendemos as vacinas temos todas as evidências científicas para provar o que a gente diz&#8221;, conclui.</p>
<p> Recomendações e esquemas vacinais atualizados</p>
<p>Para garantir a proteção contínua da população contra a covid-19, o Ministério da Saúde estabeleceu um calendário vacinal específico para diferentes grupos, levando em consideração a vulnerabilidade e o risco de desenvolver formas graves da doença.</p>
<p> Quem deve se vacinar contra a covid-19?</p>
<p>   Bebês:<br />
       1ª dose aos 6 meses<br />
       2ª dose aos 7 meses<br />
       3ª dose aos 9 meses (apenas para crianças que receberam a vacina da Pfizer)<br />
   Crianças imunocomprometidas:<br />
       1ª dose aos 6 meses<br />
       2ª dose aos 7 meses<br />
       3ª dose aos 9 meses (independente do imunizante)<br />
       Dose de reforço a cada 6 meses<br />
   Crianças indígenas, ribeirinhas, quilombolas ou com comorbidades:<br />
       Esquema básico semelhante ao das crianças em geral<br />
       Dose de reforço anual<br />
   Crianças com menos de 5 anos que ainda não foram vacinadas ou que não receberam todas as doses:<br />
       Devem completar o esquema básico<br />
   Gestantes:<br />
       Uma dose a cada gravidez<br />
   Puérperas (até 45 dias após o parto):<br />
       Uma dose, caso não tenham sido vacinadas durante a gravidez<br />
   Idosos (a partir dos 60 anos):<br />
       Uma dose a cada 6 meses<br />
   Pessoas imunocomprometidas:<br />
       Uma dose a cada 6 meses<br />
   Pessoas vivendo em instituições de longa permanência, indígenas que vivem ou não em terra indígena, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente, pessoas com comorbidades, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema de privação de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios:<br />
       Uma dose por ano<br />
   Pessoas entre 5 e 59 anos que não se encaixam nos grupos prioritários, mas nunca foram vacinadas contra a covid-19:<br />
       Uma dose</p>
<p> A vigilância contínua e a importância da imunização</p>
<p>A jornada do Brasil contra a covid-19 nos últimos cinco anos demonstra o poder transformador da vacinação. A mobilização científica e sanitária foi fundamental para superar a fase mais crítica da pandemia e reduzir drasticamente a gravidade da doença. No entanto, os dados recentes e os alertas de especialistas sublinham que a covid-19, embora menos letal, ainda persiste como uma ameaça à saúde pública. A baixa cobertura vacinal em grupos prioritários, especialmente entre as crianças, aliada à desinformação e à diminuição da percepção de risco, cria um cenário propício para o ressurgimento de surtos e a emergência de novas variantes. Para assegurar a proteção coletiva e individual, é imperativo que a população esteja consciente dos riscos e mantenha seu esquema vacinal atualizado, seguindo as recomendações oficiais. A responsabilidade de manter o vírus sob controle não é apenas das autoridades de saúde, mas de cada cidadão, que deve buscar a imunização e combater a desinformação.</p>
<p> FAQ</p>
<p> A covid-19 ainda é uma preocupação real no Brasil?<br />
Sim, a covid-19 continua sendo uma preocupação real. Embora os números de casos graves e mortes sejam menores do que no pico da pandemia, o vírus persiste, causa doenças graves e óbitos, especialmente em grupos vulneráveis, e tem o potencial de gerar novas variantes e surtos a qualquer momento, conforme alertam especialistas da Fiocruz.</p>
<p> Quais são os principais grupos de risco que devem manter a vacinação em dia?<br />
Os principais grupos de risco que devem manter a vacinação em dia incluem crianças menores de 5 anos, idosos a partir de 60 anos, gestantes, puérperas, pessoas imunocomprometidas, indivíduos com comorbidades e trabalhadores da saúde. Há também grupos específicos como indígenas, ribeirinhos, quilombolas, e pessoas vivendo em instituições de longa permanência, que devem seguir o calendário de doses de reforço anual ou semestral, dependendo da sua condição.</p>
<p> Por que a cobertura vacinal infantil contra a covid-19 é tão baixa?<br />
A baixa cobertura vacinal infantil é atribuída principalmente à diminuição da percepção de risco por parte dos pais e responsáveis, já que o cenário atual da doença é menos alarmante do que no início da pandemia. Além disso, a disseminação de informações falsas (antivacinismo) ganha força quando o risco é subestimado, e desafios na consolidação de dados pelo Ministério da Saúde também podem influenciar a percepção sobre a cobertura real.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja-se: verifique seu calendário vacinal e o de sua família em uma unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização contra a covid-19 e outras doenças.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo orienta: quem recebeu dose fracionada da vacina contra febre amarela</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-orienta-quem-recebeu-dose-fracionada-da-vacina-contra-febre-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 05:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores de São Paulo que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 são convocados a procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para completar o esquema vacinal com a dose padrão. Essa medida, crucial para garantir a imunização plena e duradoura, atende a uma recomendação das autoridades de saúde. A vacinação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores de São Paulo que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 são convocados a procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para completar o esquema vacinal com a dose padrão. Essa medida, crucial para garantir a imunização plena e duradoura, atende a uma recomendação das autoridades de saúde. A vacinação com dose fracionada foi uma estratégia excepcional adotada há seis anos, em meio a uma emergência de saúde pública, e sua proteção é temporária, estimada em oito anos. Agora, a meta é assegurar que todos os cidadãos estejam permanentemente protegidos contra essa doença infecciosa grave.</p>
<p> Campanha de reforço em São Paulo: a importância da dose completa</p>
<p> O contexto da vacinação fracionada em 2018</p>
<p>Em 2018, o estado de São Paulo enfrentou uma situação de emergência em saúde pública devido a um surto de febre amarela, impulsionado pela circulação do vírus em áreas silvestres. Para conter rapidamente a propagação da doença e imunizar o maior número possível de pessoas em curto espaço de tempo, foi implementada uma estratégia de vacinação com doses fracionadas. Essa dose correspondia a um quinto da dose padrão, permitindo que os estoques existentes da vacina pudessem atender a uma população muito maior de forma emergencial.</p>
<p>Embora eficaz para o controle imediato do surto, a dose fracionada possuía uma validade limitada, com sua proteção estimada em cerca de oito anos. Diferentemente, a vacina de dose padrão, que utiliza a concentração completa do imunobiológico, confere imunidade para toda a vida. Portanto, quem recebeu a dose fracionada em 2018 precisa agora retornar às unidades de saúde para receber a dose padrão e, assim, garantir uma proteção duradoura e completa contra a febre amarela, alinhando-se ao esquema vacinal adotado nacionalmente. Essa iniciativa visa fortalecer a barreira imunológica da população e evitar futuros riscos de reemergência da doença.</p>
<p> Detalhes da mobilização e locais de vacinação</p>
<p> Dia D e a ampliação dos pontos de imunização</p>
<p>Para facilitar o acesso da população e garantir que todos que necessitam completem seu esquema vacinal, uma grande mobilização foi organizada. Neste sábado, dia 24, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Paulo estarão de portas abertas em um &#8220;Dia D de Imunização&#8221;. O atendimento ocorrerá das 8h às 17h, oferecendo a dose padrão da vacina contra a febre amarela, além da vacina contra o sarampo. Essa iniciativa visa não apenas regularizar a situação da febre amarela, mas também reforçar a cobertura vacinal de outras doenças importantes.</p>
<p>Desde o dia 12 de janeiro, o sistema de saúde estadual de São Paulo vem ampliando as oportunidades de vacinação. Pontos estratégicos de grande circulação, como estações de metrô e de trem, terminais de ônibus e centros comerciais, estão sendo utilizados para a aplicação de doses. Essa estratégia de capilaridade busca atingir um público mais amplo e facilitar que as pessoas, em meio às suas rotinas, possam se vacinar sem grandes deslocamentos ou esperas. Contudo, a recomendação principal para quem tomou a dose fracionada da vacina contra febre amarela permanece: procure a UBS mais próxima de sua residência para receber a dose padrão e assegurar sua proteção definitiva.</p>
<p> Compreendendo a febre amarela: uma ameaça persistente</p>
<p> O vírus, a transmissão e os sintomas</p>
<p>A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de alta gravidade, causada por um arbovírus do gênero Flavivirus. Sua transmissão ocorre exclusivamente pela picada de mosquitos infectados, e não há contágio direto de pessoa para pessoa. No Brasil, o ciclo da doença é predominantemente silvestre, onde macacos são os principais hospedeiros do vírus e mosquitos como os gêneros Haemagogus e Sabethes, que vivem em áreas de mata, são os vetores. A morte de macacos em determinada região é um forte indicador da circulação do vírus e da presença desses mosquitos transmissores, servindo como um alerta para as equipes de saúde municipais, que devem ser informadas imediatamente sobre tais ocorrências.</p>
<p>Os sintomas iniciais da febre amarela podem ser inespecíficos, dificultando o diagnóstico em fases precoces. Incluem febre alta, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares (principalmente nas costas), náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos mais graves, que afetam cerca de 15% dos pacientes, a doença pode evoluir para icterícia (pele e olhos amarelados, daí o nome &#8220;febre amarela&#8221;), hemorragias, disfunção hepática e renal, levando a complicações sérias e, em muitos casos, à morte. Dada a gravidade potencial da doença, a prevenção através da vacinação é a medida mais eficaz e segura.</p>
<p> Prevenção e o esquema vacinal padrão</p>
<p>A principal e mais eficaz forma de prevenção contra a febre amarela é a vacinação. O imunizante é seguro, eficaz e está disponível gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população que reside ou viaja para áreas de risco. Desde abril de 2017, o Brasil, em consonância com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), adotou o esquema de apenas uma dose da vacina contra a febre amarela para toda a vida. Esta medida simplifica o calendário vacinal e garante proteção duradoura sem a necessidade de doses de reforço para quem recebeu a vacina padrão.</p>
<p>É fundamental que crianças a partir dos 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem ou se deslocam para áreas endêmicas ou de recomendação de vacinação estejam com o esquema vacinal atualizado. No entanto, é importante ressaltar que existem algumas contraindicações e precauções, como para gestantes, lactantes, pessoas imunocomprometidas, pacientes com câncer ou HIV, e indivíduos com idade avançada (acima de 60 anos), que devem ser avaliadas por um profissional de saúde antes da vacinação. Para esses grupos, a decisão de vacinar-se deve ser individualizada, considerando o risco-benefício.</p>
<p> A vacinação como estratégia de saúde pública</p>
<p>A mobilização atual em São Paulo para que os cidadãos que receberam a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018 completem seu esquema vacinal representa um pilar fundamental da saúde pública. Essa ação não apenas garante a proteção individual de milhares de pessoas, mas também fortalece a imunidade coletiva, reduzindo o risco de novas epidemias e a carga sobre o sistema de saúde. A capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde, demonstrada tanto na vacinação emergencial de 2018 quanto nas campanhas de reforço e expansão de pontos de vacinação, reflete o compromisso contínuo com a saúde da população. Ao assegurar que a proteção contra a febre amarela seja completa e duradoura, o país reafirma sua vigilância e proatividade na prevenção de doenças infecciosas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem precisa tomar a dose padrão da vacina contra febre amarela?<br />
Quem tomou a dose fracionada da vacina contra febre amarela em 2018, em São Paulo, deve procurar uma UBS para receber a dose padrão e completar o esquema vacinal.</p>
<p>2. Qual a diferença entre a dose fracionada e a dose padrão?<br />
A dose fracionada, utilizada em emergências em 2018, corresponde a um quinto da dose padrão e oferece proteção limitada (cerca de 8 anos). A dose padrão confere imunidade para toda a vida.</p>
<p>3. Onde posso completar meu esquema vacinal?<br />
Você pode completar seu esquema vacinal em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) de São Paulo. Além disso, haverá um &#8220;Dia D de Imunização&#8221; neste sábado (24), com UBSs abertas das 8h às 17h, e pontos ampliados em metrôs, trens, terminais de ônibus e centros comerciais desde 12 de janeiro.</p>
<p>4. Quais são os sintomas da febre amarela e por que devo me preocupar?<br />
Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e vômitos. Em casos graves, pode evoluir para icterícia e hemorragias. A doença é grave e pode ser fatal, por isso a vacinação é crucial para a prevenção.</p>
<p>Não espere: verifique seu status vacinal e procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima para completar seu ciclo de imunização contra a febre amarela e garantir sua proteção definitiva.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Vacinação 2024 em Santana de Parnaíba: dose contra meningite é a mais aplicada; confira como manter a carteira atualizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 21:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esquema vacinal conta com mais de 10 imunizantes; conheça os principais e confira em quais unidades de Santana de Parnaíba as doses estão sendo disponibilizadas A rede pública de Saúde de Santana de Parnaíba atingiu na última quarta-feira (7/8) o percentual de 91.6% de aplicação da vacina meningocócica C. O número revelado pelo Ministério da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Esquema vacinal conta com mais de 10 imunizantes; conheça os principais e confira em quais unidades de Santana de Parnaíba as doses estão sendo disponibilizadas</em></h4>
<p>A rede pública de Saúde de Santana de Parnaíba atingiu na última quarta-feira (7/8) o percentual de 91.6% de aplicação da vacina meningocócica C. O número revelado pelo Ministério da Saúde, com base em registros da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), aponta que, em menos de um mês, o imunizante de proteção contra a meningite foi o mais aplicado, dando um salto de 16,51%. No sentido de manter os cuidados com a saúde da população, a Prefeitura revela, por meio da Secretaria de Saúde, quais imunizantes do Calendário Nacional de Imunização (CNI) devem constar na carteira de vacinação, e em qual unidade cada dose está disponível para atualização.</p>
<p>A começar por uma das principais vacinas para os bebês, a BCG, ela é aplicada em dose única, preferencialmente, assim que a criança nascer. Sua principal função é proteger a criança contra as formas graves da tuberculose (doença contagiosa que afeta os pulmões, ossos, rins e as meninges – membranas que envolvem o cérebro).Também para bebês com menos de 30 dias, há a vacina contra hepatite.</p>
<p>Tendo em vista o prazo de validade curto, após a abertura do frasco, a BCG está disponível a cada dia em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Saúde Avançada (USA). São elas: UBS Ingaí (segunda-feira), USA Fazendinha (segunda e quinta-feira), UBSs Colinas e Refúgio (terça-feira), UBS Álvaro Ribeiro e USAs Parque Santana e São Pedro (quarta-feira), UBSs Alphaville (quinta-feira) e Limério (sexta-feira).</p>
<p>Antes de a criança completar um ano de vida, os pais precisam ficar atentos à necessidade de aplicação de mais sete vacinas (DTP, febre amarela, pólio injetável – vip, pneumo 10, meningo C, penta – DTP/HepB/ Hib e Rotavírus). Tanto a tríplice bacteriana (DTP), indicada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche (ou pertussis), quanto as demais citadas neste grupo estão disponíveis em toda a rede pública de saúde.</p>
<p>Passando pelo primeiro ano de vida, hora de redobrar a atenção para as segundas doses, bem como as doses de reforço e os novos imunizantes que as crianças precisam tomar. São eles: SCR, DTP, pneumo 10 e meningo C – reforço, hepatite A, tríplice viral – 1ª e 2ª doses, pólio oral bivalente e varicela.</p>
<p>A exemplo da BCG, a SCR (sarampo, caxumba e rubéola) também está sendo administrada a cada dia em uma unidade, devido à validade após a abertura do frasco. São elas: UBSs Álvaro Ribeiro, Ingaí e Limério (segunda-feira), USA São Pedro (terça-feira), UBS Colinas e USA Parque Santana (quarta-feira), UBS Alphaville e USA Fazendinha (quinta-feira) e UBS Álvaro Ribeiro e USA Fazendinha (sexta-feira).</p>
<p>Já na fase adulta, além da vacina dTpa Adulto, indicada para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de três anos de idade, adolescentes e adultos, gestantes e todas as pessoas (familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde) que convivem com crianças menores de dois anos, sobretudo bebês com menos de um ano, há as doses da dengue, influenza, covid e gripe, entre outras.</p>
<p>Veja essa matéria também: <a href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/santana-de-parnaiba-intensifica-campanha-de-vacinacao-contra-dengue-e-influenza/">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/santana-de-parnaiba-intensifica-campanha-de-vacinacao-contra-dengue-e-influenza/</a></p>
<p>Segundo a Secretaria de Saúde, caso o munícipe não localize a sua Morador que perder a carteirinha deve procurar a UBS ou USA onde costuma ser vacinado carteira de vacinação, é preciso se deslocar até a unidade em que se vacinou e verificar se no sistema federal e/ou municipal constam as vacinas aplicadas. Caso não exista esse registro, terá que iniciar os esquemas vacinais novamente.</p>
<h4>
<strong>Locais de vacinação</strong></h4>
<p>O atendimento nas salas de vacinação do sistema público de saúde de Santana de Parnaíba acontece de segunda a sexta-feira, no horário de funcionamento de cada unidade. Para atualização da carteira de vacinação é preciso apresentar o documento de CPF e a carteira de vacinação. Não há necessidade de agendamento.</p>
<h4><strong>VACINE-SE EM UMA DE NOSSAS UNIDADES DE SAÚDE</strong></h4>
<h4></h4>
<h4>UBS Chácara das Garças: 4154-2626<br />
Rua dos Beija Flores, 808 – Chácara das Garças</h4>
<p>UBS Sítio do Morro: 2424-2759</p>
<p>Estrada do Sítio do Morro, 1255 – Parque Alvorada</p>
<p>UBS Drª Roseli Folchini Borchat  (Cururuquara): 4155-1067</p>
<p>Rua El Salvador, 51 – Recanto Maravilha III</p>
<p>UBS Ingaí: 4154-5798</p>
<p>Estr. do Ingaí, s/n° – Quintas do Ingaí</p>
<p>UBS Katia Kohler (Jaguari): 4154-6062</p>
<p>Rua Meteoro, 676 – Parque Jaguari</p>
<p>UBS Alphaville: 4154-6760</p>
<p>Al. Miró, 58 – BurleMarx – Alphaville</p>
<p>UBS Dr Álvaro Ribeiro: 4622-8000</p>
<p>Rua Coronel Raimundo, 90 – Centro</p>
<p>UBS Colinas da Anhanguera: 4154-2608</p>
<p>Rua Oswaldo Goeldi, 707 – Colinas da Anhanguera</p>
<p>UBS Limério Cardoso Borchat (120): 4156-5707</p>
<p>R. Espacial, 95 – Chácara do Solar III</p>
<p>UBS Diego De Lima Camilo (Refúgio): 2424-2768</p>
<p>Avenida Ouro Branco, 40 – Refúgio dos Bandeirantes</p>
<p>USA Fazendinha: 4156-9300</p>
<p>Estrada Tenente Marques, 5241 – Fazendinha</p>
<p>USA Parque Santana: 4151-9151</p>
<p>Rua Soldado Paulo Sérgio Romão, 15 – Pq. Santana</p>
<p>USA São Pedro: 4156-8710</p>
<p>Rua Do Gavião, 289 – Cidade São Pedro</p>
<p>UPA Fazendinha: 4622-9300</p>
<p>Rua Alagoas, 520 – Fazendinha</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de SP inicia campanha e anuncia aporte para fomentar vacinação no Estado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-de-sp-inicia-campanha-e-anuncia-aporte-para-fomentar-vacinacao-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 16:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina 100 Dúvidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça (7), Tarcísio de Freitas lançou ação &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;; ato também contou com inauguração do Museu da Vacina O governador Tarcísio de Freitas participou nesta terça-feira (7) do lançamento da campanha “Vacina 100 Dúvidas” em São Paulo. Durante o ato, no Instituto Butantan, ele anunciou o repasse de R$ 46,6 milhões para os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Nesta terça (7), Tarcísio de Freitas lançou ação &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;; ato também contou com inauguração do Museu da Vacina</em></h4>
<p>O governador Tarcísio de Freitas participou nesta terça-feira (7) do lançamento da campanha “Vacina 100 Dúvidas” em São Paulo. Durante o ato, no Instituto Butantan, ele anunciou o repasse de R$ 46,6 milhões para os 645 municípios paulistas para auxiliar no esforço de imunização da população. Isso representa R$ 1 por cada habitante do Estado.</p>
<p>&#8220;A cobertura vacinal já foi superior a 90% e caiu nos últimos anos. Vamos usar todos os canais, a logística, o esforço e o apoio financeiro para fazer com que essa cobertura vacinal aumente, que a campanha de vacinação seja um grande sucesso e para que alcancemos os efeitos desejados da vacinação&#8221;, destacou Tarcísio de Freitas.</p>
<p>A prioridade é alcançar altos níveis de cobertura vacinal, sobretudo das doses que compõem o calendário básico. Entre elas estão os imunizantes contra poliomielite, meningite meningocócica conjugada, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), febre amarela, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b), hepatite b e doenças invasivas causadas pelo hemófilo b, varicela, HPV, BCG (tuberculose) e Covid-19.</p>
<p>O Governo de SP tem como foco a vacinação de todas as crianças no Estado, principalmente aquelas de até 1 ano de idade. Também haverá medidas de incentivo e esclarecimento da população sobre a eficácia e segurança das vacinas, além dos riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.</p>
<p>&#8220;O importante é atuarmos na prevenção, chegarmos antes da doença. Quando falamos disso, falamos de imunização. Vacina ainda é o maior instrumento em saúde pública para salvar vidas. Queremos voltar a ter o Estado de São Paulo liderando o ranking de cobertura vacinal e sendo orgulho para todos nós&#8221;, disse o secretário da Saúde, Eleuses Paiva.</p>
<h4><strong>Status da cobertura vacinal no Estado de São Paulo:</strong></h4>
<p>• BCG: 79,3%;<br />
• Meningo C: 75,5%;<br />
• Pentavalente: 74%;<br />
• Poliomielite: 74,4%;<br />
• HPV: Para meninas, 78,1% para primeira dose e 59,6% para segunda dose; em meninos 58,4% para primeira dose e 39,2% para segunda dose;<br />
• Febre Amarela: 64%;<br />
• Varicela: 76,1%;<br />
• Tríplice Viral: 76,1% para primeira dose e 62,6% para segunda dose.</p>
<h4>Conscientização</h4>
<p>Como forma de reforçar a importância da vacinação infantil aos pais, o Governo de São Paulo lançou uma campanha multiplataformas chamada &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;. São anúncios em portais noticiosos, mídia exterior, redes sociais e em emissoras de rádio durante todo o mês de março.</p>
<p>O Governo de SP também lançou o site, <a href="https://www.vacina100duvidas.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">https://www.vacina100duvidas.sp.gov.br/</a>, que reúne as 100 dúvidas mais frequentes sobre as vacinas nos buscadores da internet. Um espaço com informações claras para desmistificar fake news com relação a imunização, garantindo assim a proteção de toda a população.</p>
<p>&#8220;É uma campanha de erradicação de fake news, para que todos tenham confiança na vacina e saibam que é um instrumento poderoso para mitigação de riscos e para a promoção da saúde. Convido todos a conhecer o nosso site&#8221;, reforçou o governador Tarcísio de Freitas.</p>
<h4>Museu da Vacina</h4>
<p>Ainda nesta terça-feira, foi inaugurado o Museu da Vacina, o primeiro do tipo na América Latina. Localizado no Parque da Ciência do Butantan, o local conta com mais de 550m² e oferecerá diversas atividades imersivas por meio da apresentação de fatos, explicação de conceitos e curiosidades sobre o universo das vacinas.</p>
<p>&#8220;O Instituto Butantan trabalha com educação, ensino e difusão do conhecimento desde a sua fundação. É nosso quinto museu. É resultado de vários anos que a instituição tem se dedicado à construção do conhecimento e difusão da ciência&#8221;, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallas.</p>
<p>A implantação do Museu da Vacina contou com investimento de mais de R$ 13 milhões nas obras e na produção da exposição. Os recursos são oriundos do Instituto Butantan e de uma empresa parceira no desenvolvimento de imunizantes.</p>
<p>Na visita ao Museu, o público poderá visualizar as etapas da realização de uma pesquisa científica de uma vacina, conhecer as plataformas tecnológicas vacinais, o funcionamento do sistema imune e de memória imunológica do corpo humano, a reação do organismo vacinado, entre outras atividades interativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Serviço &#8211; Museu da Vacina</h4>
<p>Endereço: Avenida Vital Brasil, 1.500 – Butantã – São Paulo/SP<br />
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 16h45<br />
Ingressos: R$6 adultos; R$2,50 estudantes; crianças até 7 anos, idosos e alunos de escolas públicas em grupo agendado e pessoas com deficiência não pagam<br />
*Importante: um único bilhete de entrada dá direito a visitar todos os museus<br />
Telefone: (11) 2627-9536<br />
Classificação: livre</p>
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