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	<title>doce &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Fundo Rio Doce destina quase R$ 1 bilhão à saúde no Espírito</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 05:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou um significativo direcionamento de recursos para as áreas de saúde nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Um montante de R$ 985,03 milhões do Fundo Rio Doce está sendo repassado para financiar ações de saúde ao longo de 2025 nestas regiões. Este investimento substancial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou um significativo direcionamento de recursos para as áreas de saúde nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Um montante de R$ 985,03 milhões do Fundo Rio Doce está sendo repassado para financiar ações de saúde ao longo de 2025 nestas regiões. Este investimento substancial visa reparar e fortalecer a infraestrutura de saúde em municípios gravemente atingidos pelo desastre socioambiental de 2015, resultante do rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana (MG). A iniciativa faz parte do Novo Acordo do Rio Doce, um instrumento de reparação integral que busca mitigar os danos humanos, ambientais e socioeconômicos causados pelo incidente. A alocação desses fundos representa um passo crucial na reconstrução e na garantia de acesso a serviços de saúde de qualidade para as populações afetadas, demonstrando o compromisso com a recuperação e o bem-estar dessas comunidades.</p>
<p> Reparação histórica: o novo acordo e os investimentos em saúde</p>
<p>O anúncio do BNDES sobre o direcionamento de quase R$ 1 bilhão do Fundo Rio Doce para a saúde em Minas Gerais e Espírito Santo reafirma o compromisso com a recuperação das comunidades afetadas pelo rompimento da Barragem do Fundão. Este montante, a ser aplicado em 2025, é parte integrante das ações do Novo Acordo do Rio Doce, um plano abrangente de reparação dos danos. O objetivo central é reestruturar e fortalecer a rede pública de saúde, que sofreu impactos diretos e indiretos após a tragédia.</p>
<p> O impacto do desastre de Mariana e a necessidade de reparação</p>
<p>Em 5 de novembro de 2015, o rompimento da Barragem do Fundão, que integrava o complexo da mineradora Samarco, controlada pela Vale e BHP Billiton, desencadeou um dos maiores desastres ambientais do Brasil. Cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos escoaram por 633 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, atingindo sua foz no Espírito Santo. O incidente causou a morte de 19 pessoas, contaminou o abastecimento de água de diversas comunidades, dizimou ecossistemas inteiros e provocou impactos diversos em 49 municípios mineiros e capixabas.</p>
<p>Diante da magnitude da catástrofe, o Novo Acordo do Rio Doce foi homologado em novembro de 2024. Este instrumento legal repactua as ações que vinham sendo executadas desde 2016 e que se mostraram insuficientes para a reparação integral dos danos. Para as ações de saúde, o Novo Acordo reservou um total de R$ 12 bilhões. Deste montante, R$ 11,32 bilhões serão geridos pelo BNDES, no âmbito do Fundo Rio Doce, e custearão o Programa Especial de Saúde do Rio Doce, sob coordenação do Ministério da Saúde. Os R$ 684 milhões restantes são de responsabilidade direta dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, complementando os investimentos federais e garantindo a capilaridade das iniciativas.</p>
<p> Detalhamento dos programas e a alocação de recursos</p>
<p>Os R$ 11,32 bilhões destinados ao Programa Especial de Saúde do Rio Doce, gerenciados pelo BNDES, contemplarão ações em 38 municípios mineiros e 11 capixabas. A distribuição dos recursos é estratégica e multifacetada, visando abordar as diversas necessidades de saúde das comunidades impactadas. Deste total, R$ 815,8 milhões estão direcionados para projetos específicos realizados diretamente pelo Ministério da Saúde. Adicionalmente, foi garantido um aporte de R$ 1,8 bilhão para custear os planos municipais de saúde, que serão elaborados e executados por cada município beneficiado, assegurando que as intervenções sejam localmente adaptadas.</p>
<p>A pesquisa e a análise científica também receberão atenção, com R$ 300,2 milhões destinados à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esses recursos permitirão estudos aprofundados sobre os impactos do desastre na saúde humana e ambiental, bem como o desenvolvimento de soluções baseadas em evidências. Os R$ 8,4 bilhões restantes deverão constituir um fundo patrimonial, que tem como objetivo viabilizar as ações para o fortalecimento e a melhoria contínua das condições de saúde dos municípios contemplados a longo prazo, garantindo sustentabilidade aos programas.</p>
<p> Iniciativas estratégicas para a rede de saúde regional</p>
<p>Entre as iniciativas concretas que serão impulsionadas pelos recursos do Novo Acordo, destacam-se a construção de novas unidades de saúde e hospitais. São exemplos notáveis a construção do Hospital-Dia de Santana do Paraíso e do Hospital Universitário de Mariana, que será vinculado à Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). Estas estruturas são fundamentais para ampliar o acesso a serviços especializados e de alta complexidade nas regiões mais atingidas.</p>
<p>Outras medidas importantes envolvem a estruturação do Centro de Referência das Águas e do Centro de Referência em Exposição à Substâncias Químicas. Esses centros terão um papel crucial na vigilância em saúde, monitoramento da qualidade da água e no atendimento a casos de exposição a substâncias contaminantes, elementos essenciais para a recuperação e prevenção de novas crises sanitárias.</p>
<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou em nota que as iniciativas impulsionadas pelo Fundo Rio Doce &#8220;além de viabilizar a recuperação das áreas degradadas e impulsionar a economia local, contribuem de forma decisiva para a reestruturação da rede pública de saúde e para o fortalecimento das comunidades da Bacia do Rio Doce&#8221;. Complementando, o gestor do Programa Especial de Saúde do Rio Doce do Ministério da Saúde, Sergio Rossi, afirmou que os investimentos &#8220;fortalecerão a rede assistencial, a vigilância em saúde e a capacidade de resposta, assegurando soluções mais qualificadas às necessidades da população da Bacia do Rio Doce”.</p>
<p>O Novo Acordo, em sua totalidade, representa um compromisso financeiro de R$ 170 bilhões. Este valor abrange R$ 32 bilhões em indenizações individuais e obrigações de fazer da Samarco e de suas acionistas, Vale e BHP Billiton, além de R$ 38 bilhões já executados anteriormente. Os R$ 100 bilhões restantes serão desembolsados pelas empresas ao longo de 20 anos e são destinados aos poderes públicos. As parcelas que englobam ações de responsabilidade da União somam R$ 49,1 bilhões e são aportadas no Fundo Rio Doce, gerido pelo BNDES, garantindo a governança e a transparência na aplicação dos recursos.</p>
<p> Perspectivas futuras e o compromisso com a bacia do Rio Doce</p>
<p>A destinação de quase R$ 1 bilhão pelo Fundo Rio Doce para a saúde em Minas Gerais e Espírito Santo, como parte do Novo Acordo, marca um momento crucial na trajetória de reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana. Esses investimentos substanciais, que se desdobrarão em projetos de infraestrutura, pesquisa e fortalecimento das capacidades locais, são essenciais para reconstruir não apenas unidades de saúde, mas a confiança e o bem-estar das comunidades afetadas. A colaboração entre o BNDES, o Ministério da Saúde, a Fiocruz e os governos estaduais e municipais é fundamental para a efetividade dessas ações, projetando um futuro onde a saúde pública na Bacia do Rio Doce seja mais resiliente e acessível, garantindo dignidade e qualidade de vida para seus habitantes.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual o montante total destinado à saúde pelo Novo Acordo do Rio Doce?<br />
O Novo Acordo reservou um total de R$ 12 bilhões para ações de saúde, sendo R$ 11,32 bilhões geridos pelo BNDES (Fundo Rio Doce) e R$ 684 milhões sob responsabilidade dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>
<p>Quais os principais objetivos do Programa Especial de Saúde do Rio Doce?<br />
Os principais objetivos incluem a construção de novas unidades de saúde e hospitais, o fortalecimento da rede assistencial, a vigilância em saúde, o fomento à pesquisa e a melhoria da capacidade de resposta às necessidades da população da Bacia do Rio Doce.</p>
<p>Quem são os responsáveis pela gestão e execução desses recursos?<br />
A gestão e execução envolvem o BNDES (por meio do Fundo Rio Doce), o Ministério da Saúde (que coordena o programa), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para pesquisas, e os governos dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, além dos municípios beneficiados.</p>
<p>Quais municípios serão beneficiados pelas ações de saúde?<br />
As ações de saúde contemplarão 38 municípios mineiros e 11 municípios capixabas, totalizando 49 localidades diretamente impactadas pelo desastre.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos e o impacto dessas ações no cotidiano das comunidades afetadas. Acompanhe nossas atualizações para mais informações sobre a recuperação da Bacia do Rio Doce.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Fundão: BNDES destina R$ 15 milhões à recuperação agrícola do Rio Doce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:01:39 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de liberar um repasse inicial de mais de R$ 15 milhões para o Projeto Prodoce, uma iniciativa crucial voltada para a recuperação agrícola na bacia do Rio Doce. Este investimento faz parte de um esforço mais amplo de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015, e visa beneficiar diretamente cerca de 17 mil pequenos agricultores nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Com um orçamento total previsto de R$ 125,5 milhões, o Prodoce busca revitalizar a capacidade produtiva das terras afetadas e as espécies vegetais cultivadas, prometendo novos repasses nos próximos anos para assegurar a sustentabilidade das ações. Este passo representa um marco na jornada de reconstrução e apoio às comunidades rurais impactadas.</p>
<p> O programa Prodoce e a reconstrução rural</p>
<p>O Projeto Prodoce, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, emerge como uma resposta concreta e de longo prazo aos desafios enfrentados pelas regiões atingidas pela tragédia de Fundão. O principal objetivo é restaurar não apenas a capacidade física das áreas agrícolas, mas também a resiliência e a autonomia dos produtores rurais. As ações delineadas no programa são abrangentes e focam em diversas frentes para garantir uma recuperação holística e sustentável.</p>
<p> Investimento estratégico e metas ambiciosas</p>
<p>A liberação inicial de R$ 15 milhões pelo BNDES sinaliza o início de uma série de iniciativas que buscam transformar o cenário agrícola local. O orçamento total de R$ 125,5 milhões para o Prodoce reflete a magnitude e a complexidade da tarefa de recuperação, que se estenderá por vários anos com repasses adicionais. A meta é impactar positivamente mais de 16 mil propriedades rurais, introduzindo práticas que aumentem a eficiência agroecológica, diversifiquem os sistemas produtivos e fortaleçam as cadeias de produção. Essas medidas são essenciais para ampliar a renda dos agricultores e, ao mesmo tempo, promover a restauração da qualidade ambiental. A implementação das ações do Prodoce conta com a cooperação técnica da Fundação Espírito-Santense de Tecnologia, garantindo expertise e apoio local para a execução efetiva das atividades.</p>
<p> Detalhes das iniciativas e apoio aos produtores</p>
<p>As iniciativas previstas no Prodoce são multifacetadas e buscam abordar os impactos da contaminação de forma integral. Entre as principais ações, destacam-se a aplicação de protocolos específicos para a reversão da contaminação em solos e águas, bem como o desenvolvimento de selos e certificações por cadeias produtivas. Estes selos não apenas agregam valor aos produtos locais, mas também servem como um atestado de qualidade e segurança para o consumidor, diferenciando a produção das áreas recuperadas. Além disso, os agricultores receberão apoio técnico e financeiro para diversificar seus sistemas produtivos, com a introdução de novas culturas adaptadas ao clima e às condições do solo, promovendo maior resiliência e novas fontes de renda. O programa também visa aprofundar o entendimento sobre os impactos da contaminação na produção local, o que é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de mitigação e prevenção a longo prazo.</p>
<p> O novo acordo de reparação e o caminho à frente</p>
<p>O Projeto Prodoce é uma peça fundamental do Novo Acordo do Rio Doce, um pacto abrangente firmado para endereçar os complexos e duradouros danos resultantes do rompimento da barragem de Fundão, em 2015. Este acordo representa um compromisso robusto com a reparação integral e a busca por soluções que transcendam a mera compensação financeira, focando na revitalização socioeconômica e ambiental das regiões afetadas.</p>
<p> Repactuação e o papel do BNDES</p>
<p>Em novembro de 2024, um novo e significativo acordo foi assinado entre a União, os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, a Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, além de diversas instituições de Justiça, como o Ministério Público e a Defensoria Pública. Esta repactuação foi crucial para ajustar e aprimorar as ações que vinham sendo executadas desde 2016, as quais, à época, não se mostraram suficientes para assegurar a reparação completa dos danos. O novo pacto prevê um montante total de R$ 170 bilhões em indenizações e ações de reparação, dos quais R$ 49 bilhões são destinados a ações da União. O BNDES desempenha um papel estratégico na gestão desses recursos, garantindo que os investimentos sejam direcionados de forma eficaz para programas como o Prodoce, que têm um impacto direto e transformador nas comunidades atingidas. A gestão transparente e eficiente desses fundos é vital para o sucesso das iniciativas de recuperação em dezenas de municípios mineiros, que ainda esperam por diversos programas a serem implementados.</p>
<p> Uma década de desafios e a busca por soluções duradouras</p>
<p>O rompimento da barragem de Fundão, há quase uma década, deixou marcas profundas na vida das pessoas e no meio ambiente. A liberação de recursos e a implementação do Prodoce representam um passo importante na longa jornada de cura e reconstrução. A tragédia de 2015 mobilizou uma série de esforços, mas a complexidade dos danos exigiu uma reavaliação contínua e a busca por soluções mais eficazes e abrangentes. O Novo Acordo do Rio Doce, com o Prodoce em sua linha de frente, simboliza um compromisso renovado com a reparação integral e a promoção de um desenvolvimento mais sustentável para a bacia. É um processo contínuo que requer vigilância, colaboração e, acima de tudo, o engajamento direto com as comunidades afetadas para que a recuperação seja verdadeiramente significativa e duradoura.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A liberação de mais de R$ 15 milhões pelo BNDES para o Projeto Prodoce marca uma fase promissora na recuperação das áreas agrícolas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão. Este investimento inicial, parte de um orçamento total de R$ 125,5 milhões, oferece esperança e recursos tangíveis para aproximadamente 17 mil pequenos agricultores em Minas Gerais e no Espírito Santo. Ao focar na eficiência agroecológica, diversificação de culturas e fortalecimento de cadeias produtivas, o Prodoce não apenas busca restaurar a produtividade, mas também a dignidade e a autonomia das comunidades rurais. O Novo Acordo do Rio Doce, com sua repactuação e o compromisso de R$ 170 bilhões em reparação, reforça a importância de um esforço coletivo e contínuo para mitigar os impactos de uma das maiores tragédias ambientais do Brasil, pavimentando o caminho para um futuro mais resiliente e sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o Projeto Prodoce?<br />
O Projeto Prodoce é uma iniciativa de recuperação agrícola na bacia do Rio Doce, financiada pelo BNDES, que visa restaurar a capacidade produtiva das áreas afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão em 2015, beneficiando pequenos agricultores em Minas Gerais e no Espírito Santo.</p>
<p>Qual o valor total do orçamento do Projeto Prodoce?<br />
O orçamento total previsto para o Projeto Prodoce é de R$ 125,5 milhões, com repasses adicionais programados para os próximos anos. A liberação inicial foi de mais de R$ 15 milhões.</p>
<p>Quantos agricultores e propriedades serão beneficiados?<br />
O projeto Prodoce tem como objetivo beneficiar diretamente cerca de 17 mil pequenos agricultores e mais de 16 mil propriedades rurais nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>
<p>O que significa o &#8220;Novo Acordo do Rio Doce&#8221;?<br />
O Novo Acordo do Rio Doce é um pacto repactuado em novembro de 2024 entre diversas entidades, incluindo a União, os estados de MG e ES, e as empresas envolvidas na tragédia de Fundão, visando a reparação integral dos danos causados, com um montante total de R$ 170 bilhões em indenizações e ações.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os progressos deste vital projeto de recuperação e as futuras etapas para a revitalização da bacia do Rio Doce.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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