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	<title>Direitos humanos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Fibromialgia como deficiência: uma vitória histórica para os direitos humanos e sociais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 03:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Vereadora Elsa Oliveira A sanção dada pelo presidente Lula à Lei nº 15.176/2025, que acaba de acontecer no âmbito do governo federal e reconhece oficialmente a fibromialgia como uma deficiência, representa uma conquista histórica para milhares de brasileiros que enfrentam diariamente os desafios impostos por essa condição. A partir de agora, o Brasil dá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3"><em><strong><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Por Vereadora Elsa Oliveira</span></span></strong></em></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A sanção dada pelo presidente Lula à Lei nº 15.176/2025, que acaba de acontecer no âmbito do governo federal e reconhece oficialmente a fibromialgia como uma deficiência, representa uma conquista histórica para milhares de brasileiros que enfrentam diariamente os desafios impostos por essa condição. A partir de agora, o Brasil dá um passo fundamental no reconhecimento da dor invisível e na promoção da dignidade, inclusão e cidadania de pessoas </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">fibromiálgicas</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Por anos, pacientes diagnosticados com fibromialgia — uma síndrome crônica caracterizada por dores musculares generalizadas, fadiga, distúrbios do sono e dificuldades cognitivas — tiveram suas necessidades negligenciadas pelo poder público, justamente por se tratar de uma enfermidade muitas vezes invisível aos olhos, mas profundamente incapacitante na rotina de quem a vive.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Antes da sanção da Lei 15.176/25, algumas unidades da Federação já haviam reconhecido o direito das pessoas com fibromialgia de serem consideradas pessoas com deficiência. Um exemplo importante foi o Distrito Federal, que aprovou uma norma sobre o tema em 2024, abrindo um precedente significativo para que outros estados e municípios se mobilizassem.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Aqui em Osasco, essa luta não começou hoje. Como vereadora comprometida com a inclusão e os direitos humanos, venho há anos batalhando para dar visibilidade às pessoas com fibromialgia, promovendo debates, propondo iniciativas legislativas e ouvindo pacientes que clamam por empatia e por políticas públicas efetivas. </span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Em 2022, fiz um pedido ao governo municipal, protocolado sob o número 1607/2022, pedindo que Osasco crie o Es</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">tatuto dos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">F</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ibromiálgicos</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. S</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ou autora d</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o projeto que deu origem à </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Lei 5.271/23, que instituiu no calendário oficial de Osasco a </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Semana Municipal de Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, e do PL </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">7/2025</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, que r</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">econhece, no âmbito do município de Osasco, as pessoas com fibromialgia com</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o pessoas com deficiência para f</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ins de atendimento</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">prioritário</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">(CIPF). Estou batalhando, ainda, junto ao prefeito, com pedido protocolado sob o número 125/2025, a cri</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ação do Centro de Atendimento a Doenças Crônicas, como Endometriose e Fibromialgia, no </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Hospital da Criança e da Mulher. </span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Sei o quanto é difícil enfrentar uma rotina de dor sem o respaldo necessário das instituições, seja no acesso ao trabalho, na</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> saúde ou no transporte público, por isso comemoro a vitória. A</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> nova legislação federal corrige uma lacuna histórica e impõe um entendimento unificado em todo o país: a fibromialgia é, sim, uma deficiência e, como tal, garante às pessoas o direito à inclusão plena nos espaços sociais, laborais e institucionais.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A luta, no entanto, não termina aqui. A aplicação da lei precisa ser acompanhada de fiscalização, políticas públicas específicas e sensibilização da sociedade. Como vereadora, renovo meu compromisso de seguir cobrando medidas concretas no município de Osasco, especialmente no que diz </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">respeito ao atendimento humanizado na saúde, à garantia de acessibilidade e à inclusão no mercado de trabalho.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A Lei 15.176/25 é um marco, mas também é um ponto de partida. Que ela inspire novos avanços e que as vozes dos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">fibromiálgicos</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> nunca mais sejam silenciadas.</span></span></p>
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		<title>Governo Federal não determinou instalação de banheiros unissex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 16:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[banheiros unissex]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[ministérios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resolução do Ministério dos Direitos Humanos não possui poder de lei O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) publicou no Diário Oficial da última sexta (22/9) uma resolução que estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis, mulheres e homens transexuais, e pessoas transmasculinas e não binárias &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Resolução do Ministério dos Direitos Humanos não possui poder de lei</em></h4>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC)</strong> publicou no Diário Oficial da última sexta (22/9) uma <a href="https://s2309.enviosinbound.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5pbi5nb3YuYnIlMkZlbiUyRndlYiUyRmRvdSUyRi0lMkZyZXNvbHVjYW8tbi0yLWRlLTE5LWRlLXNldGVtYnJvLWRlLTIwMjMtNTExNzQ0MzcyOjM3NzcxNTI4MTA6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjZiNzZjYTo1YQ==" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2309.enviosinbound.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5pbi5nb3YuYnIlMkZlbiUyRndlYiUyRmRvdSUyRi0lMkZyZXNvbHVjYW8tbi0yLWRlLTE5LWRlLXNldGVtYnJvLWRlLTIwMjMtNTExNzQ0MzcyOjM3NzcxNTI4MTA6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjZiNzZjYTo1YQ%3D%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1695571975125000&amp;usg=AOvVaw1Zb3h2z9OY4CkPZ88RWrmQ" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">resolução</a> que estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis, mulheres e homens transexuais, e pessoas transmasculinas e não binárias &#8211; e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais &#8211; nos sistemas e instituições de ensino.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Diferente do que está sendo propagado por peças de desinformação, o <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">documento não possui caráter legal ou de obrigatoriedade e nem cita banheiros unissex.</strong> Também não há decreto, <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">ordem emanada de autoridade superior</strong> que determine o cumprimento de resolução sobre o tema. A resolução apenas formula <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">orientações</strong> quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua operacionalização.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O que a resolução aponta é a garantia de uso de banheiros, vestiários e demais espaços onde haja uso de acordo com gênero de acordo com a identidade e/ou expressão de gênero de cada estudante. O documento também se ocupa de medidas que minimizem o risco de <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">violência e discriminações</strong>, dentre elas a adoção de banheiros de uso individual, independente de gênero, para além dos já existentes masculinos e femininos nos espaços públicos.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A resolução do MDHC estende as orientações aos casos de alunos menores de idade. De acordo com o documento, as instituições devem explicações registradas por escrito aos pais e responsáveis legais nos casos de negativa da garantia do uso do nome social e/ou da liberdade de identidade e expressão de gênero junto à instituição de ensino. A resolução também orienta pais e responsáveis legais pela efetivação de denúncia junto aos órgãos de proteção de crianças e adolescentes nessas eventualidades.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A orientação também se aplica aos processos de acesso às Instituições de Ensino, tais como concursos, inscrições, entre outros, tanto para as atividades de ensino regular ofertadas continuamente quanto para atividades eventuais.
</p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Diante da constante rede de desinformação que falam em determinação governamental sobre o tema, o ministro do MDHC, Silvio Almeida, acionou a Advocacia-Geral da União pedindo apuração. “<i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Quem usa a mentira como meio de fazer política, incentiva o ódio contra minorias e não se comporta de modo republicano tem que ser tratado com os rigores da lei. É assim que vai ser”</i>, declarou o ministro neste sábado (23) em uma rede social.</p>
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