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	<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Mar 2026 22:27:44 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<item>
		<title>O Protagonismo Feminino que Transforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 15:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Selma Cezar, primeira-dama de Santana de Parnaíba Ao caminhar pelas ruas históricas de Santana de Parnaíba, cada paralelepípedo guarda o eco de passos que vieram muito antes dos nossos. Não estamos onde estamos por acaso; ocupamos espaços de destaque porque outras mulheres, antes de nós, ousaram caminhar quando o mundo dizia para ficarem paradas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3"><em><strong><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Por Selma Cezar,</span></span><span class="s5"><span class="bumpedFont15"> primeira-dama</span></span><span class="s6"><span class="bumpedFont15"> de Santana de Parnaíba</span></span></strong></em></p>
<p class="s8"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">Ao caminhar pelas ruas históricas de Santana de Parnaíba, cada paralelepípedo guarda o eco de passos que vieram muito antes dos nossos. Não estamos onde estamos por acaso; ocupamos espaços de destaque porque outras mulheres, antes de nós, ousaram caminhar quando o mundo dizia para ficarem paradas. Ousaram falar quando o mundo dizia para se calarem.</span></span></p>
<p class="s9"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">Celebrar o </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dia Internacional da Mulher</span></span><span class="s5"><span class="bumpedFont15"> é, antes de tudo, honrar as &#8220;mulheres do passado&#8221;. Suzana Dias, fundadora da nossa cidade, e tantas anônimas que, com pés descalços ou calçados simples, sustentaram a alma desta terra, foram guardiãs da história quando os caminhos ainda eram mato e incerteza. Se hoje temos voz e vez, é porque essas mulheres não recuaram. Elas pavimentaram, com resiliência, a estrada que percorremos hoje.</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">Mas a luta feminina não se restringe aos livros de história; ela se renova diariamente. O inconformismo que moveu mulheres em diferentes épocas transcendeu fronteiras e culturas. Foram elas que reivindicaram: pão em meio à fome; paz em meio à guerra; dignidade em meio à exploração no trabalho. Foram essas mesmas mulheres que abriram espaço para a igualdade de gênero, para os direitos civis, para o voto e para a presença feminina em cargos políticos. Hoje não é diferente: continuamos lutando as mesmas lutas e fortalecendo o empoderamento feminino, guiadas pelo princípio de que </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o lugar da mulher é onde ela quiser</span></span><span class="s5"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s10"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">&#8220;O passado só se transforma em futuro quando encontra lideranças que compreendem o valor do protagonismo feminino.&#8221;</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">Quando mulheres assumem postos de decisão, elas imprimem humanidade aos processos. Seja na prefeitura, nas empresas privadas, na educação ou na saúde, o olhar feminino não se limita a números; ele enxerga famílias, histórias e vidas. Essa sensibilidade é o que transforma os projetos políticos em ações concretas, aproximando a gestão da realidade das pessoas.</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">A força da mulher na atualidade não é fruto de um esforço isolado, mas de um movimento coletivo que cresce a cada dia. Neste dia, celebro a vida de todas: das que abriram os caminhos séculos atrás e das que, junto comigo, mantêm essas trilhas iluminadas e seguras para as próximas gerações.</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s5"><span class="bumpedFont15">Somos, sim, filhas do passado, mas somos, acima de tudo, as </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">arquitetas do agora</span></span><span class="s5"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s11"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">FELIZ DIA DAS MULHERES!</span></span></p>
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		<title>Caminhada contra o feminicídio mobiliza a Av Paulista neste domingo (8)</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/caminhada-contra-o-feminicidio-mobiliza-a-av-paulista-neste-domingo-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carolina Oliveira]]></category>
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		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
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		<category><![CDATA[feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Avenida Paulista, em São Paulo, será palco neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, da Caminhada contra o Feminicídio, organizada pela deputada federal e presidente nacional do Renata Abreu, em parceria com a vereadora paulistana Ana Carolina (Podemos-SP). O ato acontece a partir das 10h, com concentração na altura do número 1776, próximo ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3">A Avenida Paulista, em São Paulo, será palco neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, da Caminhada contra o Feminicídio, organizada pela deputada federal e presidente nacional do Renata Abreu, em parceria com a vereadora paulistana Ana Carolina (Podemos-SP). O ato acontece a partir das 10h, com concentração na altura do número 1776, próximo ao Méqui 1000, e pretende reunir mulheres, famílias e lideranças sociais para chamar a atenção para a escalada da violência contra mulheres no Brasil.</p>
<p class="s4">A mobilização ocorre em um momento de forte indignação nacional. Casos recentes de mulheres assassinadas por companheiros ou ex-companheiros voltaram a provocar revolta pública e reacender o debate sobre a segurança feminina.</p>
<p class="s4">Os números ajudam a dimensionar o problema. Em 2025, o Brasil registrou 1.518 vítimas de feminicídio, o maior da série histórica, o que significa quatro mulheres assassinadas por dia apenas por serem mulheres. No estado de São Paulo, a situação também preocupa. O ano de 2025 terminou com recorde de feminicídios, 270 casos registrados.</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, a caminhada busca transformar a indignação que toma conta da sociedade em mobilização concreta.</p>
<p class="s4">“Cada feminicídio é uma vida interrompida, uma família destruída e uma ferida aberta na sociedade. Não podemos aceitar que mulheres continuem morrendo simplesmente por serem mulheres.”</p>
<p class="s4">Muito além dos crimes que chegam ao noticiário, a violência contra mulheres permanece uma triste e sofrida realidade cotidiana no país.</p>
<p class="s4">Levantamento da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, do DataSenado, revela que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar apenas em 2025.</p>
<p class="s4">A pesquisa também mostra o impacto desse ciclo de violência dentro das famílias. Em 71% dos casos de agressão havia outras pessoas presentes, muitas vezes crianças — filhos das próprias vítimas.</p>
<p class="s4">Outro dado preocupante é que a violência costuma se repetir. Quase seis em cada dez mulheres relatam episódios recentes de agressão, indicando um ciclo que muitas vezes se prolonga por meses ou anos.</p>
<p class="s4">Apesar da gravidade, muitas vítimas ainda não procuram ajuda. Entre os motivos mais citados estão o medo do agressor, a dependência emocional ou financeira e a preocupação com os filhos.</p>
<p class="s4">O Brasil possui hoje uma das legislações mais avançadas do mundo no combate à violência contra mulheres, com instrumentos como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal.</p>
<p class="s4">Ao longo de sua atuação parlamentar, Renata Abreu é autora de leis voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Entre elas estão:</p>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.718/2018,</span> que tipificou a importunação sexual como crime</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.931/2019</span>, que obriga profissionais de saúde a comunicar à polícia indícios de violência doméstica</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 14.316/2022</span>, que destina recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para ações de combate à violência contra a mulher</div>
<p class="s4">Um avanço recente na legislação brasileira foi a criação da <span class="s2">Lei 15.125/2025,</span> que permite à Justiça determinar o monitoramento eletrônico de agressores por meio de tornozeleiras eletrônicas em casos de violência doméstica. A medida foi criada para garantir o cumprimento das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.</p>
<p class="s4">Com o dispositivo, a polícia e a própria vítima podem ser alertadas caso o agressor ultrapasse a distância determinada pela Justiça, permitindo uma resposta mais rápida das autoridades</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, esse tipo de mecanismo é essencial para mudar a lógica da proteção. “Hoje muitas mulheres recebem uma medida protetiva, mas continuam correndo risco, sendo obrigadas a mudar sua rotina de vida. Quem precisa mudar de rotina é o criminoso, por isso a urgência de que seja colocada a tornozeleira eletrônica nosagressores, para que sejam denunciados assim que romperem os limites impostos pela Justiça.”</p>
<p class="s4">Segundo a deputada, o país precisa garantir que as leis existentes sejam aplicadas com rigor. “O Brasil já avançou muito na legislação. Agora precisamos garantir que essas leis funcionem na prática e que nenhuma mulher fique desprotegida depois de denunciar.”</p>
<p class="s7"><span class="s2">MOBILIZAÇÃO CONTRA O SILÊNCIO</span></p>
<p class="s4">A caminhada deste domingo pretende lembrar que a violência contra a mulher não é um problema privado, mas uma questão de segurança pública e de direitos humanos.</p>
<p class="s4">Para a deputada federal, a mobilização da sociedade é fundamental para romper o silêncio que ainda cerca muitos casos de violência. “A violência contra a mulher não pode ser tratada como algo normal ou inevitável. Precisamos falar sobre isso, agir e proteger vidas.”</p>
<p class="s4">
<p class="s7"><span class="s2">SERVIÇO</span></p>
<p class="s4"><span class="s2">Caminhada contra o Feminicídio</span></p>
<p class="s4"><span class="s8">📅</span> 8 de março<br />
<span class="s8">⏰</span> 10h<br />
<span class="s8">📍</span> Avenida Paulista, 1776 – próximo ao Méqui 1000</p>
<p class="s4">
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		<item>
		<title>Com alta de feminicídios, cidades instalam totens de segurança para proteger mulheres</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/com-alta-de-feminicidios-cidades-instalam-totens-de-seguranca-para-proteger-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamentos com câmera 360°, comunicador bidirecional e botão SOS já estão presentes em mais de 80 municípios de 15 estados No Dia Internacional da Mulher, a reflexão sobre a segurança feminina no Brasil baseia-se em uma estatística alarmante: o país nunca registrou tantos feminicídios. Em 2025, foram 1.568 mulheres assassinadas – uma média de quatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Equipamentos com câmera 360°, comunicador bidirecional e botão SOS já estão presentes em mais de 80 municípios de 15 estados</strong></em></h4>
<p>No Dia Internacional da Mulher, a reflexão sobre a segurança feminina no Brasil baseia-se em uma estatística alarmante: o país nunca registrou tantos feminicídios. Em 2025, foram 1.568 mulheres assassinadas – uma média de quatro mortes por dia, segundo dados levantados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>A fim de frear essa escalada de violência contra a mulher, municípios brasileiros estão adotando uma tecnologia como nova aliada nas ruas: os postos eletrônicos, mais conhecidos como totens de segurança. Desenvolvidos para atuar em espaços públicos, os equipamentos funcionam como postos avançados de monitoramento e socorro, com o objetivo de reduzir o tempo de resposta das forças policiais e de criar uma rede de proteção imediata e acessível para mulheres em situação de risco.</p>
<p><strong>Como funciona a tecnologia?</strong></p>
<p>Os totens de segurança possuem um sistema de giroflex que remete imediatamente à presença de uma viatura policial. No entanto, o principal diferencial está na interatividade e na vigilância. Os totens são equipados com botão de emergência, que, quando acionado, conecta a vítima de forma imediata à central de segurança; um comunicador que permite que a vítima converse em tempo real com um agente, relatando a ocorrência; e um sistema de áudio, capaz de enviar alertas à população e reproduzir mensagens automáticas, além de câmeras 360°, que garantem o monitoramento contínuo do perímetro, gravando toda a ação e auxiliando na identificação rápida de agressores.</p>
<p>De acordo com Edison Endo, diretor da Helper Tecnologia, empresa detentora da patente dos equipamentos, os totens atuam como pontos estratégicos de proteção em espaços públicos, oferecendo acionamento imediato em situações de risco e monitoramento em tempo real. &#8220;A presença visível do equipamento funciona como fator inibidor de abordagens violentas, além de ter um papel importante na identificação do agressor&#8221;, explica.</p>
<p>Integração com órgãos de segurança<br />
Para que o resgate seja eficaz, a tecnologia atua em parceria com prefeituras e órgãos de segurança pública. Sempre que possível, o sistema é integrado à rede local de proteção, acionando de imediato a Guarda Civil Municipal (GCM), a Polícia Militar e, dependendo da estrutura do município, as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e as secretarias responsáveis por políticas públicas para mulheres. &#8220;No contexto da violência contra a mulher, os totens ampliam o acesso à ajuda emergencial, reduzem o tempo de resposta e fortalecem a rede de proteção local. A tecnologia atua de forma complementar, fortalecendo o sistema de encaminhamento adequado das vítimas&#8221;, afirma Endo.</p>
<p><strong>Flagrantes e prisões na prática</strong></p>
<p>A eficácia do sistema já foi comprovada nas ruas, com casos que culminaram na prisão de agressores antes que ocorresse o pior. Por respeito à privacidade das vítimas, dados pessoais sensíveis não são expostos, mas já foram publicados registros oficiais que evidenciam o impacto da tecnologia. Em Porto Alegre, por exemplo, uma mulher vítima de violência doméstica conseguiu fugir e acionar um totem instalado em via pública. A resposta imediata da Guarda Municipal resultou na prisão do agressor.</p>
<p>Em Guaíra, interior de São Paulo, o monitoramento preventivo pelas câmeras do totem ajudou na identificação de uma agressão contra uma mulher grávida. As imagens permitiram que agentes da Guarda Civil Municipal fossem enviados rapidamente ao local, efetuando a prisão em flagrante do agressor.</p>
<p>Tecnologia como apoio, não substituta<br />
Atualmente, os totens de segurança já estão implantados em mais de 80 cidades brasileiras, espalhadas por 15 estados, com expansão contínua pelo país. No entanto, os próprios desenvolvedores reforçam que o equipamento é apenas uma ferramenta em um cenário muito mais complexo. &#8220;A violência contra a mulher é um problema estrutural que exige políticas públicas amplas, educação e conscientização social. A tecnologia não substitui essas ações, mas pode ser uma aliada estratégica na ampliação da rede de proteção&#8221;, conclui o diretor da Helper Tecnologia.</p>
<p>A promessa para o futuro é continuar contribuindo para cidades mais seguras, oferecendo ferramentas que garantam que os pedidos de socorro das mulheres não fiquem sem resposta.</p>
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		<item>
		<title>Itapevi realiza Bicicletaço Delas em celebração ao Dia da Mulher</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/itapevi-realiza-bicicletaco-delas-em-celebracao-ao-dia-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itapevi]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicletaço Delas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>OAB por Elas oferece atendimento jurídico aos domingos no Parque No domingo, dia 8 de março, a Prefeitura de Itapevi promove o Bicicletaço Delas um evento aberto ao público e gratuito que convida a população a celebrar o Dia Internacional da Mulher. A concentração de ciclistas acontece às 8h, na entrada do Parque da Cidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>OAB por Elas oferece atendimento jurídico aos domingos no Parque</em></strong></h4>
<p>No domingo, dia 8 de março, a Prefeitura de Itapevi promove o Bicicletaço Delas um evento aberto ao público e gratuito que convida a população a celebrar o Dia Internacional da Mulher.</p>
<p>A concentração de ciclistas acontece às 8h, na entrada do Parque da Cidade (Avenida Professor Dimarães Antonio Sandei, s/n, Nova Itapevi). O percurso seguirá por um trecho pequeno da Av. Presidente Vargas, até a Rua Agostinho Ferreira Campos, passando pelo Complexo Maria José Soares, até o Corredor Oeste, seguindo pela Avenida Yasmim, retornando pela Av. Pedro Paulino, Rotatória da Cohab, Corredor Oeste, viaduto José dos Santos Novaes e R. José Michelotti, até o ponto de partida no Parque da Cidade.</p>
<p>“Queremos criar um grande evento para celebrar esta data tão especial, reunindo ciclistas, famílias e entusiastas da bike em uma grande festa sobre duas rodas, que une saúde, esporte e diversão!”, afirmou o prefeito de Itapevi, Marcos Godoy, o Teco (Podemos).</p>
<p><strong>Atendimento jurídico</strong></p>
<p>Também em celebração ao mês da mulher, todos os domingos de março, das 9h às 12h, a OAB Itapevi realiza, por meio do projeto OAB por Elas, uma campanha de atendimento jurídico gratuito voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade, no Parque da Cidade.</p>
<p>A iniciativa oferece orientação e suporte jurídico em casos de medida protetiva, rompimento do ciclo de violência, divórcio, guarda de filhos, regulamentação de visitas, além de esclarecimentos e orientações jurídicas em geral.</p>
<p>A ação tem como objetivo acolher, informar e garantir acesso à orientação jurídica qualificada, contribuindo para a proteção dos direitos das mulheres e o fortalecimento da rede de apoio no município.</p>
<p><strong>Mulher</strong></p>
<p>O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março &#8211; uma data globalmente reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para celebrar a luta das mulheres por direitos, igualdade e desenvolvimento social, com raízes nos movimentos feministas e trabalhistas do início do século XX.</p>
<p>O Bicicletaço Delas também faz parte do calendário de ações em celebração aos 67 anos da emancipação político-administrativa de Itapevi, que teve início em fevereiro e acontece até abril com o show de aniversário da cidade e dezenas de outras ações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não há flores suficientes para cobrir a violência</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/nao-ha-flores-suficientes-para-cobrir-a-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Elsa Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Elsa Oliveira Chegamos a mais um mês de março. Mais um 8 de março. Mais um Dia Internacional da Mulher. Mas o que exatamente estamos comemorando? A data, celebrada desde meados da década de 1910, nasceu da denúncia da violência, da exploração e da morte de mulheres trabalhadoras. Foi oficialmente reconhecida pela Organização das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3"><em><strong><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Por Elsa Oliveira</span></span></strong></em></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Chegamos a mais um </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">mês de </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">março.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Mais um 8 de março.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Mais um Dia Internacional da Mulher.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Mas o que exatamente estamos comemorando?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">A data, celebrada desde meados da década de 1910, nasceu da denúncia da violência, da exploração e da morte de mulheres trabalhadoras. Foi oficialmente reconhecida pela Organi</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">zação das Nações Unidas em 1975, </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">mais de meio século depois de já ecoar nas ruas como símbolo de luta.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">A própria demora em oficializar a existência política das mulheres já diz muito.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Cem anos dep</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">ois, o cenário ainda é alarmante. </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">No Brasil, os números recentes de feminicídio seguem batendo recordes. São mais de 1.500 mulheres assassinadas em um único ano </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">&#8211;</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> uma média de quatro por dia. Milhões relatam ter sofrido violência física, psicológica, moral ou sexual. E sabemos que há ainda aquelas que não denunciam. As que têm medo. As que dependem financeiramente. As que já não acreditam na proteção do Estado.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">E aí, em meio a isso tudo, chega março, com suas campanh</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">as publicitárias, flores e homenagens.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Mas também che</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">ga com estatísticas que sangram, lembrando que n</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">ão há muito o que comemorar quando ser mulher ainda é fator de risco.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">O feminicídio não é tragédia isolada. É estrutura.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">A violência doméstica não é exceção. É padrão.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">O medo não é exagero. É experiência cotidiana.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Seguimos en</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">sinando meninas a se protegerem, </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">orientando mulheres a evitarem certos lugares,</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> certas roupas, certos horários e, sobretudo, s</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">eguimos dizendo “cuidado”.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">E diante de tanto fato, escrevo este manifesto como forma de chamado! Porque é </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">hora de falar</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">mos</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> com os homens </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">&#8211;</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> e não apenas sobre eles.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">É hora de convocá-los à responsabilidade ativa</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">, a </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">questionar</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">em suas</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> piadas e comportamentos machistas;</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> a </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">interromper</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">em</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> ciclos de violência;</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> a </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">educar</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">em</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> outros homens;</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> a </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">assumir</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">em</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15"> que igualdade não é concessão, é dever.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Não </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">se trata de uma pauta feminina: é uma questão humana, </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">um problema social que exige transformação coletiva.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">O Dia Internacional da Mulher não nasceu para ser confortável.</span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Nasceu para incomodar e para lembrar a sociedade que nenhum direito nos foi dado. E mesmo assim, o pouco que conquistamos ainda está sob ameaça constante.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Que este 8 de março não seja apenas celebração simbólica.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Que seja compromisso.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Que seja ruptura.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Que seja início de conversas difíceis </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">que já deveriam estar acontecendo. </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Porque enquanto houver uma mulher com medo,</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">nenhuma sociedade pode se chamar justa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Não queremos flores.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Queremos segurança.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Não queremos discursos vazios.</span></span> <span class="s7"><span class="bumpedFont15">Queremos mudança estrutural.</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">E ela </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">já passou da hora de existir!</span></span></p>
<p><em><strong><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Elsa Oliveira- </span></span>Vereadora e Presidente do Podemos Mulher, diretório Osasco</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Março é delas: Barueri divulga programação especial para mulheres</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/marco-e-delas-barueri-divulga-programacao-especial-para-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Mês das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[programação especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, preparou uma programação especial para marcar o Mês da Mulher, celebrado em março, com destaque para o dia 8, data que simboliza a luta histórica por direitos e igualdade. Com o tema “Um convite à valorização, ao autocuidado e ao fortalecimento de cada mulher”, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, preparou uma programação especial para marcar o Mês da Mulher, celebrado em março, com destaque para o dia 8, data que simboliza a luta histórica por direitos e igualdade.</p>
<p><strong>Com o tema “Um convite à valorização, ao autocuidado e ao fortalecimento de cada mulher”, as atividades serão realizadas ao longo de todo o mês</strong>, promovendo ações voltadas à autoestima, à promoção da saúde física e emocional, à autonomia financeira, ao bem-estar e ao enfrentamento à violência de gênero.</p>
<p><strong>As ações acontecerão na sede da Secretaria da Mulher, no Espaço Ruth Cardoso, localizado na Rua Sebastião Davido dos Reis, 756, Vila Porto.</strong> A programação é aberta ao público e inclui palestras, rodas de conversa e vivências corporais, entre outras atividades.</p>
<p>A abertura oficial está marcada para o dia 5 de março, às 9h, no mesmo local.</p>
<p><strong>Saiba mais </strong></p>
<p><strong>Confira a programação completa </strong></p>
<p><strong>05 de março (quinta-feira) </strong><br />
• 9h – Identidade e Voz<br />
Lançamento do livro “Ela nunca disse eu te amo: em honra às mulheres que encontrei em mim”, com Marilde Novelli<br />
Local: Deck</p>
<p>• 16h – A Teia de Admiração<br />
Com Denise, Dayane e Mayara<br />
Local: Vão Livre</p>
<p><strong>11 de março (quarta-feira) </strong><br />
• 10h – Menopausa: a força da mulher sensível<br />
Emoções, identidade e equilíbrio nessa nova fase, com Sara Resende (Psicóloga)<br />
Local: Auditório</p>
<p><strong>12 de março (quinta-feira) </strong><br />
• 8h – Mulher Maravilha em Ação<br />
Com Elivelton, Renan e Di Fernandes<br />
Local: Quadra</p>
<p><strong>13 de março (sexta-feira) </strong><br />
• 14h – A força que há na mulher: Conversando sobre Violência de Gênero<br />
Equipe técnica do CRAM<br />
Local: Deck</p>
<p><strong>16 de março (segunda-feira) </strong><br />
• 10h – A força que há na mulher: Conversando sobre Violência de Gênero<br />
Equipe técnica do CRAM<br />
Local: Vão Livre</p>
<p><strong>17 de março (terça-feira) </strong><br />
• 10h – Mulheres que inspiram<br />
Com Dra. Adriana, Dra. Carolina e Letícia Martins<br />
Local: Auditório</p>
<p>• 14h30 – Espelho Meu: quem sou eu além dos papéis?<br />
Com Danilo Nakashima<br />
Local: Sala de Reunião</p>
<p><strong>19 de março (quinta-feira) </strong><br />
• 9h – Compreendendo a Menopausa<br />
Com Brunno Fiorita (Ginecologista)<br />
Local: Auditório</p>
<p>• 9h30 – O coração da mulher antes e após a menopausa. O que precisamos saber!<br />
Com Marcos Valeria Resende (Cardiologista)<br />
Local: Auditório</p>
<p><strong>24 de março (terça-feira) </strong><br />
• 14h – Liberdade, prazer e segurança: a importância do assoalho pélvico na menopausa<br />
Com Michele Barreto (Fisioterapeuta)<br />
Local: Auditório</p>
<p><strong>25 de março (sexta-feira) </strong><br />
• 8h30 – Autonomia de Movimento: trabalho e vida financeira<br />
Com Empresa Córis<br />
Local: Auditório</p>
<p>• 15h – Vivência Corporal – O Corpo é Meu: Dança Circular<br />
Com Giseli dos Anjos<br />
Local: Vão Livre</p>
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		<title> Revolução feminina sem volta!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/revolucao-feminina-sem-volta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Deputada Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Podemos]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução feminina]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Renata Abreu A revolução das mulheres não começou agora. Por séculos, fomos silenciadas. Estudar era privilégio de poucas. Votar era impensável. Falar com autonomia era visto como ameaça. Foi no silêncio imposto que essa revolução começou a nascer. Cresceu na resistência diária, dentro de um mundo que naturalizou a desigualdade, transformou violência em rotina [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>Por Renata Abreu</strong></em></h4>
<p>A revolução das mulheres não começou agora. Por séculos, fomos silenciadas. Estudar era privilégio de poucas. Votar era impensável. Falar com autonomia era visto como ameaça. Foi no silêncio imposto que essa revolução começou a nascer.</p>
<p>Cresceu na resistência diária, dentro de um mundo que naturalizou a desigualdade, transformou violência em rotina e tentou convencer gerações inteiras de que aquele era o nosso lugar possível.</p>
<p>Durante muito tempo, nós, mulheres, fomos ensinadas a suportar. A desvalorização, a interrupção constante, o descrédito. Ainda hoje, quando falamos com firmeza, somos chamadas de exageradas. Quando denunciamos, somos questionadas. Quando lideramos, somos testadas além da medida. Uma estrutura foi montada para nos rotular antes mesmo de nos ouvir. Mas há algo que essa estrutura não conseguiu conter: a mudança.</p>
<p>Essa mudança é concreta. Está nos números, nos cargos, nos espaços antes fechados. Está na física Sônia Guimarães, primeira mulher negra a lecionar no ITA, rompendo uma barreira histórica dentro de uma das instituições mais prestigiadas do país. Está em Magda Chambriard, que assumiu o comando da Petrobras, empresa estratégica para o Brasil. Está na projeção internacional de Fernanda Torres, levando o cinema brasileiro ao centro do debate global. Está em Laísa Lima, à frente de uma bateria na Marquês de Sapucaí, num espaço historicamente masculino. Está na ciência de Tatiana Sampaio, que trabalha para devolver movimentos a quem os perdeu.</p>
<p>Esses nomes não são exceções folclóricas. São evidências de uma transformação estrutural. Cada avanço individual corrige um pouco da distorção histórica que nos excluiu dos centros de decisão.<br />
Mas é na política que essa revolução se torna mais decisiva. Em 1932, depois de décadas de mobilização liderada por mulheres como Bertha Lutz e Leolinda Daltro, o voto feminino foi conquistado no Brasil. Não foi concessão. Foi luta.</p>
<p>Hoje, somos 53% do eleitorado. Somos maioria nas filas de votação, mas seguimos minoria nas cadeiras do Congresso Nacional, nas assembleias, nas prefeituras e nas Câmaras Municipais.</p>
<p>Em 2024, apenas cerca de um terço das candidaturas foi de mulheres, e a representação efetiva permanece abaixo de 20% nas principais casas legislativas.<br />
Isso não é um detalhe estatístico. É um problema democrático. Democracia pressupõe pluralidade real. Se mais da metade da população não participa de forma proporcional das decisões, algo está desalinhado. Não se trata de disputa entre gêneros. Trata-se de qualidade institucional.</p>
<p>Mais mulheres na política significa ampliar a lente sobre políticas públicas, sobre orçamento e prioridades. Significa incluir experiências que historicamente ficaram fora da mesa. Significa garantir que nós também estejamos onde as decisões são tomadas.</p>
<p>Neste ano eleitoral, essa discussão ganha urgência. Não basta celebrar conquistas simbólicas. Precisamos olhar para a estrutura de poder e perguntar quem está decidindo o rumo do país. A presença feminina qualifica o debate, tensiona consensos fáceis e amplia a responsabilidade pública. Quando ocupamos esses espaços, fortalecemos a democracia.</p>
<p>O Dia Internacional da Mulher não é peça de marketing nem data para flores e discursos protocolares. É um lembrete de que a caminhada foi dura e continua sendo. É reconhecer que houve e ainda há violência, exclusão e resistência institucional. Mas é também afirmar que nós não recuamos.</p>
<p>Eu escolhi estar na política porque acredito que transformar o Brasil passa, necessariamente, por ampliar a voz das mulheres nos espaços de decisão. Sei que ocupar esses espaços não é simples. Mas também sei que cada mulher que chega abre caminho para muitas outras.</p>
<p>O mundo está mudando porque nós, mulheres, decidimos não recuar. Não é uma revolução ruidosa todos os dias. Muitas vezes é silenciosa. Mas é contínua. E, sobretudo, é sem volta.</p>
<p><strong>* Renata Abreu é deputada federal por São Paulo e presidente nacional do Podemos</strong></p>
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		<title>Cotia tem programação especial pelo Dia Internacional da Mulher</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-tem-programacao-especial-pelo-dia-internacional-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 16:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[oab]]></category>
		<category><![CDATA[Pra Você]]></category>
		<category><![CDATA[programação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Rotary Clube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, a Prefeitura de Cotia preparou uma programação especial com atividades gratuitas voltadas ao cuidado, valorização, bem-estar e fortalecimento das mulheres do município.  A primeira agenda acontece no dia 8 de março (domingo), no Parque Teresa Maia, na Granja Viana, a partir das 7h com ações integradas de diversas secretarias municipais e instituições parceiras, com serviços, atividades esportivas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: large;">Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, a Prefeitura de Cotia preparou uma programação especial com atividades gratuitas voltadas ao cuidado, valorização, bem-estar e fortalecimento das mulheres do município. </span></div>
<div>
<p><span style="font-size: large;">A primeira agenda acontece no dia 8 de março (domingo), no Parque Teresa Maia, na Granja Viana, a partir das 7h com ações integradas de diversas secretarias municipais e instituições parceiras, com serviços, atividades esportivas, orientação jurídica, cultura e momentos de convivência. O ponto alto o evento será o “Pedal da União pelo dia da Mulher”, evento apoiado pela Prefeitura Municipal de Cotia, através da Secretaria de Relações Institucionais, para ciclistas de todos os gêneros e idades. Para participar é necessário fazer inscrição antecipada <a href="https://www.sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855" target="_blank" rel="external noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855&amp;source=gmail&amp;ust=1772413148433000&amp;usg=AOvVaw3fxjumDneNlokMXfgItd8F">pelo link.  </a>A organização convida os participantes a vestirem rosa, simbolizando união e representatividade. </span></p>
<p><span style="font-size: large;">Já no dia 11 de março (quarta-feira) a programação fica por conta da Secretaria da Mulher Neurodiversidade e Inclusão. A concentração será na feira Noturna de Cotia, a partir das 17 horas e promete um fim de tarde e uma noite de serviços, acolhimento e informação voltados ao público feminino que vão de dicas de cuidado e espaço de convivência a orientação jurídica, defesa pessoal e proteção de direitos.  </span></p>
<p><span style="font-size: large;">Serviço: Evento “Pra Você, Mulher” </span></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Programação:</span></strong></p>
<p><span style="font-size: large;">8 de março – Uma manhã dedicada à integração, saúde e qualidade de vida das mulheres. </span></p>
<p><span style="font-size: large;">Local: Parque Teresa Maia<br />
Horário: A partir das 7h</span></p>
<p><span style="font-size: large;">7h30 Caminhada e Passeio Ciclístico </span></p>
<p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855" target="_blank" rel="external noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855&amp;source=gmail&amp;ust=1772413148433000&amp;usg=AOvVaw3fxjumDneNlokMXfgItd8F"><span style="font-size: large;">Inscrições pelo link</span></a> <span style="font-size: large;"><a href="http://sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855?referrer=cotia.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://sympla.com.br/evento/pedal-da-uniao-pelo-dia-da-mulher/3314855?referrer%3Dcotia.sp.gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1772413148433000&amp;usg=AOvVaw1iCng98ASnO3tH1MlZ9Upd">sympla.com.br/evento/<wbr />pedal-da-uniao-pelo-dia-da-<wbr />mulher/3314855?referrer=cotia.<wbr />sp.gov.br</a></span></p>
<p><strong>Atividades durante a manhã   </strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Dança e Zumba </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Vôlei </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Futebol de golzinho </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Defesa pessoal </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Capoeira </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Aula de ioga </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">DJ da Kombi </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Apresentação musical com a cantora Leni Araújo </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Eco Feira durante todo o evento </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Ação de plantio e conscientização ambiental </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: large;">Apoio: Rotary Clube – Mulheres Empreendedoras </span></p>
<p><span style="font-size: large;">11 de março (quarta-feira) – Uma tarde e noite de serviços, acolhimento e informação voltados ao público feminino </span></p>
<p><span style="font-size: large;">Local: Feira Noturna em frente à Prefeitura de Cotia<br />
Horário: Das 17h às 21h</span></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Serviços e atividades oferecidos </span></strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Orientação jurídica gratuita </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Defesa pessoal com o Projeto Fênix </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Atendimento e orientação da Guarda Maria da Penha </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Exposições e dicas de cuidado e educação ambiental </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Música, dança e atividades culturais </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: large;">Espaço de convivência e acolhimento </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: large;">Apoio: OAB Cotia e Rotary Clube – Mulheres Empreendedoras </span></p>
</div>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-tem-programacao-especial-pelo-dia-internacional-da-mulher/">Cotia tem programação especial pelo Dia Internacional da Mulher</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Osasco realiza Estação Beleza no Mês da Mulher amanhã, (7)</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-realiza-estacao-beleza-no-mes-da-mulher-amanha-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 03:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo Social de Solidariedade da Prefeitura de Osasco realizará, na sexta-feira, 7/3, das 12h às 16h, mais uma ação da “Estação Beleza” em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. A ação, gratuita e voltada às osasquenses, acontece na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva, anexa ao Paço Municipal (Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, s/n [&#8230;]</p>
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<p>O Fundo Social de Solidariedade da Prefeitura de Osasco realizará, na sexta-feira, 7/3, das 12h às 16h, mais uma ação da “Estação Beleza” em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.</p>
<p>A ação, gratuita e voltada às osasquenses, acontece na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva, anexa ao Paço Municipal (Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, s/n – Vila Campesina).</p>
<p>As participantes terão à disposição espaço de cabeleireiro, manicure, maquiagem e massagem.</p>
<p>No mesmo dia, às 7h30, as profissionais responsáveis pela limpeza urbana da cidade também terão um momento especial para cuidarem de si na Estação Beleza.</p>
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<h4>Estação Beleza do Fundo Social de Osasco</h4>
<p>Dia: 7/3</p>
<p>Local: Sala Luiz Roberto Claudino da Silva, anexa ao Paço Municipal (Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, s/n – Vila Campesina)</p>
<h4>Horários:</h4>
<p>7h30 – Público-alvo: apenas profissionais responsáveis pela limpeza urbana da cidade</p>
<p>12h às 16h – Público-alvo: aberto à população feminina</p>
<p>Evento gratuito</p>
</div>
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		<title>Renata Abreu defende que o Dia Internacional da Mulher seja feriado nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Deputada Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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<p>Dia Internacional da Mulher feriado! Para incluir o 8 de março no calendário nacional de feriados, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1400/2023 de Renata Abreu, deputada federal em terceiro mandato seguido e presidente nacional do Podemos. Para ela, a data é de grande relevância cívica e política, além de ser considerada uma das mais significativas pelos brasileiros.</p>
<p>“A consagração do 8 de março como feriado nacional significa reconhecer que a transformação em curso nas relações entre homens e mulheres é um processo que se equipara em importância ao das demais grandes transformações por que passamos no Brasil”, esclarece Renata Abreu, uma das mais atuantes defensoras dos direitos da mulher.</p>
<p>A lista de feriados nacionais é curta. São 8 feriados com dia fixo: Confraternização Universal (1º de janeiro), Tiradentes (21 de abril), Dia Mundial do Trabalho (1º de maio), Independência do Brasil (7 de setembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Finados (2 de novembro), Proclamação da República (15 de novembro) e Natal (25 de dezembro). Há ainda 3 feriados com data móvel: Carnaval, Paixão de Cristo/Sexta-feira Santa e Corpus Christi.</p>
<p>“Como se pode constatar, são datas de grande significado cívico e/ou religioso, cuja relevância se consolidou ao longo da história pátria. Qualquer proposta de ampliar essa lista deve confrontar-se, portanto, com uma questão crucial: o novo feriado nacional sugerido está à altura daqueles poucos consagrados em lei? A nossa resposta neste caso específico é sim”, responde Renata Abreu, que justifica: “Quando se comemora o 7 de Setembro, ou o 15 de Novembro, não estamos apenas recordando o que aconteceu no passado, mas nos provocando a alcançar a total independência e republicanização do País. Ao comemorarmos o Dia Internacional da Mulher, estamos nos comprometendo com o programa da equidade de gênero, que, repita-se, está longe de completar-se”.</p>
<h4><strong>MAIS DE 100 PAÍSES</strong></h4>
<p>O Dia Internacional da Mulher é comemorado em mais de 100 países, com a finalidade de lembrar as conquistas femininas, independentemente de divisões sociais, políticas, econômicas, etnia, credo etc. É feriado no Afeganistão, Arménia, Bielorrússia, Camboja, Cuba, Geórgia, Laos, Mongólia, Montenegro, Rússia, Uganda, Ucrânia e Vietnã. Em certos países, como a Albânia, Macedónia, Sérvia e Uzbequistão, a data é festejada juntamente com o Dia da Mãe. E na China, as trabalhadoras recebem meio-dia de folga.</p>
<p>Tudo começou em um movimento operário que acabou se tornando em evento anual reconhecido pela ONU em 1908, quando 15 mil mulheres marcharam pela cidade de Nova York exigindo a redução das jornadas de trabalho, salários melhores e direito ao voto. Um ano depois, o Partido Socialista da América declarou o 1º Dia Nacional das Mulheres.</p>
<p>A proposta de tornar a data internacional veio de uma mulher chamada Clara Zetkin, ativista comunista e defensora dos direitos das mulheres. Em 1910, na Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhague, a ideia dela foi aprovada por unanimidade pelas 100 representantes de 17 países.</p>
<p>A data mundial foi celebrada pela primeira vez em 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, mas só foi formalizada em 1917, após uma greve na Rússia, quando as mulheres exigiram ‘pão e paz’. Quatro dias após a greve, o czar foi forçado a abdicar, e o governo provisório concedeu às russas o direito ao voto. A greve começou em 23 de fevereiro (pelo calendário juliano, utilizado na Rússia na época), que corresponde a 8 de março no calendário gregoriano.</p>
<p>Roxo, verde e branco são as cores que simbolizam o Dia Internacional da Mulher. Roxo significa justiça e dignidade. Verde, esperança. Branco, paz. Cores que se originaram da União Social e Política das Mulheres (WSPU, na sigla em inglês) no Reino Unido em 1908.</p>
<p>Oficializado pela ONU em 1975, dia 8 de março mundialmente é comemorado os avanços femininos na sociedade, na política e na economia e a luta das mulheres pela eliminação da hierarquia centenária que subordinou metade da humanidade à outra metade.</p>
<p>“A consagração do 8 de março como feriado nacional simboliza a luta das mulheres por uma posição não subordinada na sociedade brasileira”, finaliza Renata Abreu.</p>
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