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	<title>desmatamento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>desmatamento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Desmatamento no Amazonas cai 32% e Amazônia atinge menor índice em oito</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O combate ao desmatamento na Amazônia tem mostrado resultados encorajadores, com o estado do Amazonas registrando uma notável redução de 32% em suas taxas de derrubada florestal entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Este desempenho coloca o estado como um dos protagonistas na tendência de queda observada em toda a Amazônia Legal. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O combate ao desmatamento na Amazônia tem mostrado resultados encorajadores, com o estado do Amazonas registrando uma notável redução de 32% em suas taxas de derrubada florestal entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Este desempenho coloca o estado como um dos protagonistas na tendência de queda observada em toda a Amazônia Legal. No período analisado, a área desmatada no Amazonas totalizou 200 km², representando uma diminuição significativa em relação aos 296 km² do ciclo anterior. Além disso, a região amazônica como um todo alcançou o menor índice de desmatamento para o mês de fevereiro dos últimos oito anos, consolidando um cenário de esperança na preservação deste bioma vital. Esses dados reforçam a eficácia das políticas e ações de monitoramento e fiscalização.</p>
<p> Amazonas lidera com queda expressiva no desmatamento</p>
<p>O Amazonas consolidou-se como um dos estados com desempenho mais positivo no enfrentamento ao desmatamento, ao registrar uma redução de 32% em suas taxas entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Este dado é um marco importante, especialmente considerando que, apesar da queda, o estado ainda figura entre os três com maiores índices de desmatamento, ao lado do Pará e do Acre. A área desmatada no período analisado foi de 200 km², uma diminuição considerável frente aos 296 km² registrados no ciclo anterior. Isso significa que cerca de 96 km² de floresta foram preservados apenas no Amazonas, destacando a eficácia das estratégias implementadas e a intensificação das operações de fiscalização e controle. A manutenção dessa tendência de queda é crucial para a saúde ambiental da região e para o cumprimento das metas climáticas.</p>
<p> Contexto regional e o desempenho da Amazônia Legal</p>
<p>A redução no Amazonas não é um caso isolado, mas parte de uma tendência mais ampla e positiva observada em toda a Amazônia Legal. A região amazônica como um todo apresentou um desempenho histórico em fevereiro de 2026, com uma queda de 42% no desmatamento em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O índice, que passou de 119 km² para 69 km², é o menor registrado desde fevereiro de 2017, marcando um período de oito anos sem um valor tão baixo para o mês. Essa conquista reflete um esforço conjunto e contínuo, demonstrando que as ações de proteção ambiental estão surtindo efeito em escala regional.</p>
<p> Sete meses consecutivos de redução e o acumulado anual</p>
<p>A queda de fevereiro de 2026 é ainda mais significativa por reforçar uma sequência de sete meses consecutivos de redução no desmatamento dentro do calendário atual, que se estende de agosto a julho. Essa persistência na diminuição é um indicador robusto da eficácia das políticas ambientais e da coordenação entre diferentes níveis de governo e órgãos de fiscalização. No acumulado desse período, de agosto de 2025 a fevereiro de 2026, a área desmatada na Amazônia Legal totaliza 1.264 km². Esse número representa uma impressionante redução de 41% em comparação ao ciclo anterior, quando foram registrados 2.129 km². Em termos práticos, mais de 865 km² de floresta foram poupados da destruição em apenas sete meses, uma área equivalente a quase seis vezes o tamanho da cidade de Belo Horizonte. Essa diminuição substancial é vital para a biodiversidade, os serviços ecossistêmicos e a regulação climática global.</p>
<p> Degradação florestal também despenca</p>
<p>Além da redução no desmatamento, a degradação florestal, que se refere a danos à floresta que não resultam em remoção completa da cobertura arbórea, mas que a tornam mais vulnerável, também apresentou uma queda drástica. Em fevereiro de 2026, foram registrados apenas 13 km² de áreas degradadas na Amazônia Legal. Este dado representa uma redução maciça de 93% em relação ao mesmo mês de 2025, quando a degradação atingiu 186 km². A diminuição da degradação é tão importante quanto a do desmatamento, pois florestas degradadas são mais suscetíveis a incêndios, perdem sua capacidade de prover serviços ambientais e representam um estágio anterior à derrubada completa. A contenção desse tipo de dano é um sinal de que as ações de fiscalização e prevenção estão alcançando um espectro mais amplo de impactos sobre a floresta.</p>
<p> Esforços e desafios na preservação da Amazônia</p>
<p>A série de resultados positivos no combate ao desmatamento e à degradação na Amazônia reflete a intensificação de diversas estratégias, incluindo o fortalecimento da fiscalização, o uso de tecnologias de monitoramento via satélite e a implementação de políticas públicas mais rigorosas. A presença e a atuação de equipes em campo, aliadas à inteligência no combate a crimes ambientais, são elementos fundamentais para essas conquistas. No entanto, é crucial reconhecer que, apesar dos avanços, o desafio de proteger a Amazônia permanece imenso. Estados como o Amazonas, Pará e Acre, mesmo com reduções expressivas, ainda enfrentam pressões significativas sobre suas florestas. A luta contra o desmatamento ilegal é contínua e exige compromisso político duradouro, investimentos consistentes em órgãos de controle e a promoção de alternativas econômicas sustentáveis para as comunidades locais. A conscientização e o engajamento da sociedade civil também desempenham um papel vital para manter a floresta em pé e garantir um futuro mais verde.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Os dados mais recentes sobre o desmatamento na Amazônia trazem um alento significativo, com o Amazonas liderando uma onda de redução que se estende por toda a região. A queda de 32% no desmatamento no estado e o menor índice para fevereiro em oito anos na Amazônia Legal são reflexos de esforços concentrados e da eficácia das políticas de preservação. A redução de 41% no acumulado do calendário de desmatamento e a drástica diminuição de 93% na degradação florestal evidenciam que a floresta está sendo mais protegida. No entanto, o caminho para a erradicação do desmatamento é longo e requer vigilância constante e aprimoramento das estratégias, assegurando que os avanços alcançados se tornem uma tendência duradoura e irreversível em prol da biodiversidade e do clima global.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. O que significa a redução de 32% no desmatamento do Amazonas?<br />
Significa que, entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026, a área de floresta derrubada no Amazonas foi 32% menor em comparação com o mesmo período do ciclo anterior. Em números absolutos, o estado registrou 200 km² de desmatamento, contra 296 km² no período homólogo.</p>
<p>2. Qual a importância do índice de desmatamento de fevereiro de 2026 ser o menor em oito anos na Amazônia?<br />
Este dado é crucial porque demonstra que, pela primeira vez desde 2017, o mês de fevereiro apresentou uma área desmatada tão baixa, passando de 119 km² em 2025 para 69 km² em 2026. Isso indica uma tendência de recuperação e maior controle sobre a destruição florestal na região amazônica como um todo.</p>
<p>3. Qual a diferença entre desmatamento e degradação florestal, e por que a queda em ambos é relevante?<br />
Desmatamento refere-se à remoção completa da cobertura florestal, enquanto a degradação florestal são danos que afetam a saúde da floresta (como extração seletiva de madeira, incêndios leves) sem sua completa remoção, tornando-a mais vulnerável. A queda em ambos os indicadores é relevante porque mostra um combate mais abrangente aos diversos tipos de impactos que afetam o bioma, garantindo uma proteção mais robusta e completa para a floresta.</p>
<p>Junte-se a nós na luta pela Amazônia. Compartilhe esta notícia e inspire a conscientização sobre a importância de proteger nossa floresta.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Operação Tamoiotatá 6 impõe R$ 28 milhões em multas ambientais no Amazonas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:01:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cifra expressiva de R$ 28 milhões em multas ambientais foi aplicada nas primeiras fases da Operação Tamoiotatá 6, uma iniciativa robusta de fiscalização que abrange diversos municípios na região sul do Amazonas. Conduzida entre 23 de fevereiro e 14 de março, esta ação coordenada por órgãos estaduais de meio ambiente e segurança, com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cifra expressiva de R$ 28 milhões em multas ambientais foi aplicada nas primeiras fases da Operação Tamoiotatá 6, uma iniciativa robusta de fiscalização que abrange diversos municípios na região sul do Amazonas. Conduzida entre 23 de fevereiro e 14 de março, esta ação coordenada por órgãos estaduais de meio ambiente e segurança, com o apoio estratégico do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), representa um marco no combate a crimes ecológicos na Amazônia. O objetivo é frear o avanço do desmatamento ilegal, das queimadas e da exploração irregular de recursos naturais que ameaçam um dos biomas mais vitais do planeta. A imposição dessas multas reflete a seriedade do trabalho de campo, que identificou uma série de transgressões, desde o corte ilegal de árvores até a atividade agropecuária sem o devido licenciamento ambiental, evidenciando a complexidade dos desafios enfrentados na proteção da floresta.</p>
<p> Primeiro balanço da Operação Tamoiotatá 6: foco em infrações críticas</p>
<p>As etapas iniciais da Operação Tamoiotatá 6 resultaram na aplicação de R$ 28 milhões em multas ambientais, marcando um esforço significativo para coibir crimes ambientais na região sul do Amazonas. A ação, que se estendeu de 23 de fevereiro a 14 de março, concentrou-se nos municípios de Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama, áreas historicamente afetadas pela pressão do desmatamento e da exploração ilegal. Durante as fiscalizações, as equipes identificaram uma série de irregularidades que minam a integridade da floresta amazônica, incluindo desmatamento ilegal, descumprimento de embargos pré-existentes e outras infrações ambientais que contribuem para a degradação ecossistêmica.</p>
<p>O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), um dos pilares da operação, desempenhou um papel crucial na documentação e punição dessas transgressões. Foram emitidos 63 autos de infração, registrando as diversas violações encontradas em campo. Adicionalmente, foram aplicados 24 termos de embargo e interdição, impedindo a continuidade de atividades ilegais em áreas que somam uma extensão equivalente a 3,2 mil campos de futebol. Esta medida de embargo é fundamental para a recuperação de ecossistemas degradados e para evitar novos danos, consolidando a postura rigorosa dos órgãos de fiscalização diante da reincidência e da persistência de crimes ambientais. O volume de área embargada sublinha a escala dos desafios enfrentados e a necessidade de intervenções contínuas e abrangentes.</p>
<p> A ameaça da atividade ilegal na BR-230 e áreas embargadas</p>
<p>Um dos pontos de atenção da Operação Tamoiotatá 6 foi a constatação de intensa atividade agropecuária sem licença ambiental ao longo da BR-230, a Transamazônica. Esta rodovia, que corta grande parte da Amazônia, é um conhecido vetor de desmatamento, facilitando o acesso a áreas de floresta para a expansão de atividades econômicas ilegais. A ocupação irregular de terras para a pecuária e agricultura sem o devido licenciamento não apenas provoca a supressão florestal, mas também gera degradação do solo, contaminação de recursos hídricos e perda de biodiversidade, impactando diretamente os serviços ecossistêmicos essenciais. A fiscalização na BR-230 é, portanto, estratégica para desarticular as cadeias de produção ilegal que se estabelecem à margem da lei.</p>
<p>A interdição de uma área equivalente a 3,2 mil campos de futebol representa um passo significativo para conter o avanço dessas atividades ilícitas. Ao embargar essas terras, o IPAAM não só impõe sanções financeiras, mas também impede a exploração contínua, permitindo que a floresta tenha a chance de se regenerar. Essa medida é crucial para frear o avanço do chamado &#8220;arco do desmatamento&#8221; e garantir que a Amazônia seja protegida para as futuras gerações. A ação visa a desincentivar a impunidade e reforçar a mensagem de que a exploração ambiental sem licença terá consequências severas e imediatas.</p>
<p> Estratégia de longo prazo: combate contínuo ao desmatamento</p>
<p>A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada como um plano de ação abrangente e de longo prazo, desenhada para ter um impacto duradouro na proteção ambiental do Amazonas. A estratégia prevê 15 etapas distintas, cada uma com duração média de 20 dias, estendendo-se até dezembro de 2026. Essa abordagem faseada permite que os órgãos ambientais e de segurança realizem fiscalizações contínuas e adaptadas às dinâmicas regionais, cobrindo diferentes períodos e regiões-chave. A continuidade das operações é vital para desmantelar redes criminosas e para garantir que a fiscalização não seja apenas pontual, mas sim uma presença constante no combate ao desmatamento e às queimadas.</p>
<p>A escolha do período de execução até 2026 é estratégica, pois inclui os momentos mais críticos de estiagem, quando o risco de incêndios florestais e desmatamento é significativamente maior. Durante a seca, a vegetação se torna mais vulnerável ao fogo, muitas vezes iniciado de forma intencional para limpar áreas desmatadas ou para atividades agropecuárias irregulares. A presença reforçada das forças de fiscalização neste período visa a prevenir e combater essas práticas, protegendo a floresta de danos irreversíveis. O planejamento detalhado da operação reflete um compromisso robusto do governo do Amazonas e seus parceiros em garantir a sustentabilidade e a preservação do bioma amazônico, enfrentando os desafios ambientais com persistência e coordenação.</p>
<p> O suporte internacional do programa Floresta em Pé</p>
<p>Os recursos financeiros que viabilizam as robustas ações de fiscalização da Operação Tamoiotatá 6 provêm do Programa Floresta em Pé. Este programa é fruto de uma valiosa cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha, demonstrando o compromisso internacional com a preservação da Amazônia. O Programa Floresta em Pé visa a incentivar a economia florestal sustentável, o manejo responsável e a valorização da floresta em pé, em contraposição às atividades predatórias que levam ao desmatamento. O financiamento alemão, nesse contexto, é um pilar crucial para equipar e sustentar as operações de campo, permitindo que as equipes de fiscalização atuem de forma eficaz e abrangente.</p>
<p>A parceria com a Alemanha sublinha a importância global da Amazônia e a necessidade de esforços conjuntos para sua proteção. O Programa Floresta em Pé não se limita apenas à fiscalização, mas também apoia iniciativas de desenvolvimento sustentável, com o objetivo de criar alternativas econômicas para as comunidades locais que não dependam da destruição da floresta. Esse modelo busca transformar a lógica de uso do solo, promovendo a conservação como um ativo econômico e ambiental. A continuidade desse apoio financeiro é essencial para o sucesso a longo prazo das operações como a Tamoiotatá 6 e para a construção de um futuro mais sustentável para a região amazônica.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>As primeiras etapas da Operação Tamoiotatá 6, com a aplicação de R$ 28 milhões em multas ambientais e o embargo de uma área vasta, demonstram o compromisso do Amazonas na luta contra crimes ambientais. Esta iniciativa de longo prazo, apoiada pelo Programa Floresta em Pé e pela cooperação Brasil-Alemanha, é fundamental para proteger a Amazônia da destruição causada pelo desmatamento ilegal e pelas queimadas. Ações como estas não apenas punem os infratores, mas também sinalizam uma mudança de paradigma, onde a conservação se torna prioridade e a fiscalização, uma ferramenta contínua e estratégica. O sucesso das fases futuras será crucial para garantir um futuro mais sustentável para o maior bioma tropical do mundo, reforçando a importância da vigilância constante e da participação de todos na defesa do meio ambiente.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é a Operação Tamoiotatá 6 e qual seu principal objetivo?<br />
A Operação Tamoiotatá 6 é uma iniciativa de fiscalização ambiental de longo prazo, focada no combate a crimes ambientais como desmatamento ilegal, queimadas e exploração irregular de recursos naturais na região sul do Amazonas. Seu principal objetivo é frear a degradação da floresta, aplicar sanções a infratores e promover a recuperação de áreas degradadas.</p>
<p>2. Quais foram os principais resultados das primeiras etapas da operação?<br />
Nas primeiras etapas, realizadas entre fevereiro e março, a operação aplicou R$ 28 milhões em multas ambientais, emitindo 63 autos de infração e 24 termos de embargo e interdição. Uma área equivalente a 3,2 mil campos de futebol foi embargada devido a atividades irregulares, incluindo desmatamento ilegal e atividade agropecuária sem licença.</p>
<p>3. Como a Operação Tamoiotatá 6 é financiada e por que isso é importante?<br />
Os recursos para as ações de fiscalização vêm do Programa Floresta em Pé, fruto de uma cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha. Esse financiamento internacional é crucial porque permite a execução de operações contínuas e robustas, equipando as equipes e reforçando a capacidade de monitoramento e combate a crimes ambientais em uma região tão vasta e complexa como a Amazônia.</p>
<p>4. Até quando a Operação Tamoiotatá 6 está prevista para durar?<br />
A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada em 15 etapas e deve seguir até dezembro de 2026. Essa duração prolongada visa a cobrir os períodos mais críticos de estiagem, quando o risco de desmatamento e queimadas é maior, garantindo uma presença constante e estratégica das forças de fiscalização.</p>
<p>Para fortalecer a proteção da Amazônia, denuncie crimes ambientais. Contate o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas pelo WhatsApp: (92) 98557-9454.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>SOS Mata Atlântica classifica Barueri com baixo nível de desmatamento</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sos-mata-atlantica-classifica-barueri-com-baixo-nivel-de-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2023 10:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mata Atlântica, uma das florestas mais ricas em biodiversidade no planeta, é também a mais devastada do País, segundo a Organização Não Governamental ambiental brasileira SOS Mata Atlântica.   Barueri está entre os municípios que estão na contramão dessa realidade, garantindo a proteção da vegetação nativa. O município mantém um estoque florestal composto por 1169 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A Mata Atlântica, uma das florestas mais ricas em biodiversidade no planeta, é também a mais devastada do País, segundo a Organização Não Governamental ambiental brasileira SOS Mata Atlântica.   Barueri está entre os municípios que estão na contramão dessa realidade, garantindo a proteção da vegetação nativa.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O município mantém um estoque florestal composto por 1169 hectares de vegetação nativa de Mata Atlântica. Isso equivale a 17, 98% do território municipal. Divulgado em maio de 2023, a pesquisa foi realizada no período de 2021 a 2022 por meio de observação de imagens via satélite. Segundo o relatório, Barueri está abaixo de 100 hectares de desflorestamento por ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A SOS Mata Atlântica desconsidera todo o corte abaixo de 100 hectares, e classifica essas cidades em “nível zero de desmatamento”. De acordo com a Ong, há 10 anos Barueri mantém esse índice.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Alerta nacional</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a Fundação, no território nacional no último ano, 130.973.638 hectares foram observados, destes, foi possível monitorar 85,7%, e identificado o derrubamento de 20.075 hectares, sendo que um hectare equivale a 10 mil metros de áreas florestais.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ações de preservação</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com o secretário de Recursos Naturais e Meio Ambiente de Barueri, Marco Antônio Bidu de Oliveira (Bidu), os controles de preservação alinham desenvolvimento urbano com a proteção do meio ambiente.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“O baixo nível de desmatamento está diretamente vinculado à fiscalização, ao processo de licenciamento ambiental e constantes ações de educação ambiental. Essas ações impediram atos contra a vegetação nativa, sendo reflexo das políticas públicas desenvolvidas nos últimos anos. Conciliamos o desenvolvimento urbano e qualidade de vida, deixando um legado ambientalmente saudável para as gerações futuras”, ressalta Bidu.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Áreas nativas</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A chamada ARIE (Áreas de Relevante Interesse Ecológico de Barueri) atinge as regiões Bairro do Altos, Jardim Califórnia e Área Militar. Barueri também tem vasta vegetação na Aldeia da Serra, que é considerada um Patrimônio pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), órgão subordinado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Verde é vida</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">No quesito área verde, Barueri se destaca por manter parques que garantem mais contato com a natureza, como o Parque Municipal Dom José, Parque Ecológico do Tietê, Parque Recreativo Taddeo Cananeia e Parque Linear. A cidade tem também a APA (Área de Proteção Ambiental) Várzea do Rio Tietê, que abrange outros municípios.</p>
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