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	<title>Dengue &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Dengue &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>São Paulo Enfrenta Cenário Desafiador com Mais de 58 Mil Casos de Dengue e Ações Intensificadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:50:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registra um cenário preocupante em relação à dengue, com as autoridades de saúde confirmando um total de 58.683 casos da doença desde o início do ano. Além da expressiva quantidade de infectados, a arbovirose já causou 42 mortes, e há outras 30 sob investigação, indicando uma potencial elevação no número [&#8230;]</p>
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<p>O estado de São Paulo registra um cenário preocupante em relação à dengue, com as autoridades de saúde confirmando um total de 58.683 casos da doença desde o início do ano. Além da expressiva quantidade de infectados, a arbovirose já causou 42 mortes, e há outras 30 sob investigação, indicando uma potencial elevação no número de fatalidades. Este panorama desafia as estratégias de saúde pública, que buscam conter a disseminação e mitigar os impactos em toda a região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário Epidemiológico e Classificação dos Casos</h2>



<p>A análise detalhada dos dados da Secretaria da Saúde revela que a maioria dos diagnósticos, especificamente 57.402, foram classificados como casos de dengue comum. Contudo, a atenção se volta para os quadros mais complexos, com 1.180 ocorrências de dengue com sinais de alarme e 101 de dengue grave, que demandam intervenção médica imediata devido ao risco elevado para a vida dos pacientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Distinção entre os Estágios da Doença</h3>



<p>A identificação precoce dos sinais é crucial. A dengue com sinais de alarme é caracterizada por sintomas como vômito persistente, dor abdominal intensa, sangramento de mucosas, entre outros indicadores de piora clínica. Já a dengue grave se manifesta por condições críticas como choque circulatório, desconforto respiratório, hemorragias severas ou comprometimento funcional de órgãos vitais, exigindo hospitalização e tratamento intensivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento de Suspeitas e Foco Regional</h2>



<p>No esforço contínuo de vigilância, o sistema de saúde do estado descartou mais de 297 mil suspeitas da doença após avaliações minuciosas. No entanto, 7.256 casos ainda aguardam a conclusão de exames laboratoriais ou a aplicação de critérios clínico-epidemiológicos para um diagnóstico definitivo. Em termos de impacto municipal, Taubaté se destaca negativamente, sendo o município com o maior número de óbitos pela doença, registrando sete mortes de pacientes com idades entre 10 e 79 anos, além de quatro indivíduos acima dos 80 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas de Controle e Prevenção da Arbovirose</h2>



<p>Diante da elevação dos casos, a Secretaria da Saúde de São Paulo mantém um acompanhamento ininterrupto da situação da arbovirose, com foco intensificado no período de outubro a maio, que historicamente concentra o maior número de transmissões. No mês anterior, a pasta lançou o Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, uma iniciativa estratégica que visa adaptar e fortalecer as ações de enfrentamento diante da expectativa de aumento da incidência da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Articulação de Estratégias e Apoio aos Municípios</h3>



<p>O plano estadual detalha uma série de providências essenciais, incluindo a identificação e priorização de regiões com maior risco de surtos, o fortalecimento das salas de situação para análise e tomada de decisão em tempo real, e o suporte contínuo aos municípios na organização de suas estruturas de vigilância epidemiológica e na otimização da rede de atendimento à população. Paralelamente, há uma verificação constante dos estoques de medicamentos e insumos médicos, e os municípios são ativamente incentivados a revisar e atualizar seus planos locais de contingência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Investimento na Atenção Primária e Combate Conjunto</h3>



<p>Em um esforço para fortalecer a capacidade de resposta, o Governo de São Paulo, desde o início de 2024, destinou mais de R$ 1,5 bilhão aos 645 municípios paulistas através do programa IGM SUS Paulista. Esses recursos são fundamentais para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, sendo o combate às arboviroses urbanas um dos critérios considerados para a distribuição desses fundos. A secretaria também garantiu que, conforme a evolução do cenário epidemiológico, a capacidade de atendimento emergencial poderá ser amplamente expandida para atender às demandas da população.</p>



<p>A situação da dengue em São Paulo exige vigilância constante e ações coordenadas em todos os níveis. Enquanto os números continuam sendo monitorados de perto, o estado demonstra um compromisso em fortalecer sua infraestrutura de saúde, investindo em prevenção, tratamento e apoio aos municípios. A colaboração da população na eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti permanece vital para o sucesso das estratégias e para a proteção da saúde pública diante deste desafio.</p>

<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-enfrenta-cenario-desafiador-com-mais-de-58-mil-casos-de-dengue-e-acoes-intensificadas/">São Paulo Enfrenta Cenário Desafiador com Mais de 58 Mil Casos de Dengue e Ações Intensificadas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>El Niño Acende Sinal de Alerta: Brasil Prepara-se para Potencial Aumento de Dengue e Chikungunya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 23:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se encontra em um estado de vigilância sanitária elevado, à medida que o fenômeno climático El Niño se aproxima, com projeções de manifestação de intensidade moderada a forte a partir do segundo semestre. Essa condição climática particular, caracterizada por alterações significativas nos padrões de temperatura e precipitação, é identificada pelo Instituto Nacional de [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil se encontra em um estado de vigilância sanitária elevado, à medida que o fenômeno climático El Niño se aproxima, com projeções de manifestação de intensidade moderada a forte a partir do segundo semestre. Essa condição climática particular, caracterizada por alterações significativas nos padrões de temperatura e precipitação, é identificada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) como um fator propício para a proliferação do mosquito &lt;i&gt;Aedes aegypti&lt;/i&gt;, vetor de doenças como a dengue e a chikungunya. Diante desse panorama, o Ministério da Saúde já emitiu um alerta formal a estados e municípios, sublinhando a urgência de intensificar as medidas preventivas e de controle para mitigar os riscos à saúde pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto Climático e a Projeção Epidemiológica</h2>



<p>A presença do El Niño é um catalisador para a criação de ambientes ideais à reprodução do &lt;i&gt;Aedes aegypti&lt;/i&gt;. O aumento das temperaturas médias e a alteração nos regimes de chuva, que em certas regiões se traduzem em precipitações mais intensas e frequentes, resultam no acúmulo de água em diversos locais. Esses pontos de água estagnada se transformam em criadouros perfeitos para o mosquito, acelerando seu ciclo de vida e, consequentemente, elevando o risco de transmissão de arboviroses. As projeções do InfoDengue/Fiocruz são um indicativo da gravidade potencial desse cenário, estimando que o país poderá enfrentar cerca de 1,7 milhão de casos de dengue apenas em 2027, um volume que exige atenção e preparo antecipado das redes de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégias Nacionais de Prevenção e Controle</h2>



<p>Em resposta a essa iminente ameaça, o Ministério da Saúde preconiza uma série de ações coordenadas para estados e municípios. A estratégia central foca na intensificação das atividades de vigilância epidemiológica e no controle vetorial. Entre as recomendações primordiais estão a implementação de bloqueios de transmissão imediatamente após a identificação dos primeiros casos, a reestruturação e capacitação das equipes de agentes de combate às endemias, e a aplicação eficaz das tecnologias de controle de vetores validadas pelo ministério. Adicionalmente, a participação cidadã é crucial, com a população sendo alertada para a importância de eliminar potenciais criadouros do mosquito em seus lares e arredores, além de reconhecer os sintomas iniciais das doenças para buscar atendimento médico prontamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Panorama Atual e a Dinâmica das Estimativas</h2>



<p>Apesar do alerta e das projeções desafiadoras para o futuro, o Brasil apresentou um cenário de declínio nos casos de arboviroses neste ano. Dados compilados até 20 de junho de 2026 revelam uma redução expressiva de 73% nos casos de dengue, totalizando 392,8 mil ocorrências, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A chikungunya também seguiu essa tendência de queda, com uma diminuição de 46%. É importante salientar que as projeções epidemiológicas são modelos dinâmicos e, por sua natureza, podem ser ajustadas e atualizadas conforme novas informações e dados sejam incorporados, refletindo a constante evolução do conhecimento sobre a interação entre fatores climáticos, vetores e a saúde humana. Este contexto ressalta a importância de manter as ações de prevenção e controle, independentemente das flutuações momentâneas dos indicadores.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/el-nino-acende-sinal-de-alerta-brasil-prepara-se-para-potencial-aumento-de-dengue-e-chikungunya/">El Niño Acende Sinal de Alerta: Brasil Prepara-se para Potencial Aumento de Dengue e Chikungunya</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Governo de SP emite nota sobre a Vacina do Butantan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 22:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de São Paulo informa que, seguindo orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida, de forma preventiva, para reavaliação da estratégia vacinal e aprofundamento das análises de farmacovigilância. A medida foi adotada após o registro de eventos adversos em pessoas vacinadas. Entre os casos analisados, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo informa que, seguindo orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida, de forma preventiva, para reavaliação da estratégia vacinal e aprofundamento das análises de farmacovigilância.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A medida foi adotada após o registro de eventos adversos em pessoas vacinadas. Entre os casos analisados, três apresentaram sinais de gravidade, em um universo de aproximadamente 500 mil doses aplicadas, incluindo dois óbitos registrados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, não há confirmação de ligação entre os casos e a vacina. A suspensão temporária segue o princípio da precaução e tem como objetivo garantir a máxima segurança à população enquanto as investigações são concluídas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Estado de São Paulo, a vacinação estava sendo realizada conforme diretrizes das autoridades sanitárias. As orientações sobre a continuidade da imunização serão divulgadas após a conclusão das análises conduzidas pelo Ministério da Saúde, pela Anvisa e pelas equipes de farmacovigilância.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Butantan colabora integralmente com os órgãos responsáveis, fornecendo informações técnicas, acompanhando os dados de segurança e contribuindo para a avaliação da estratégia vacinal. Todo o processo está sendo conduzido com transparência, rigor científico e responsabilidade sanitária.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A vacina contra a dengue desenvolvida pelo Butantan apresentou eficácia global de 79,6% e de 89% contra casos graves em estudo publicado em revista científica internacional. Além disso, o acompanhamento realizado nos municípios de Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), onde houve vacinação em larga escala, não identificou eventos adversos graves relevantes associados ao imunizante.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Governo de São Paulo reforça que medidas preventivas como esta fazem parte dos protocolos de monitoramento de vacinas e são fundamentais para garantir a segurança da população e a confiança nas políticas públicas de imunização. O Estado reafirma seu compromisso com a transparência e o fortalecimento da pesquisa e da inovação em saúde, por meio do trabalho desenvolvido pelo Instituto Butantan, instituição com mais de 125 anos de contribuição à saúde pública.</p>
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		<title>Vacina Butantan-DV contra a Dengue: Entenda as Restrições para Gestantes, Lactantes e Puérperas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan-DV]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus atenuado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vacina Butantan-DV, um imunizante tetravalente de dose única desenvolvido pelo Instituto Butantan para combater a dengue, apresenta restrições específicas para determinados grupos. Mulheres grávidas, lactantes (que amamentam) e puérperas (que deram à luz há menos de 45 dias e estão amamentando) não têm indicação para receber este imunizante. A principal razão para essa contraindicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A vacina Butantan-DV, um imunizante tetravalente de dose única desenvolvido pelo Instituto Butantan para combater a dengue, apresenta restrições específicas para determinados grupos. Mulheres grávidas, lactantes (que amamentam) e puérperas (que deram à luz há menos de 45 dias e estão amamentando) não têm indicação para receber este imunizante. A principal razão para essa contraindicação é a ausência de estudos clínicos que comprovem a segurança e eficácia da vacina nesses públicos, levando o Butantan a adotar uma postura de precaução.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Precaução com Imunizantes de Vírus Vivo Atenuado</h2>



<p>A Butantan-DV, sendo uma vacina de vírus vivo atenuado (enfraquecido), segue um protocolo de precaução comum a esse tipo de imunizante. A gerente de farmacovigilância do Butantan e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mayra Moura, explica que, sem dados específicos que respaldem a segurança em gestantes, lactantes e puérperas, a vacinação não é recomendada. Embora não haja indícios de eventos adversos graves em bebês com outras vacinas atenuadas, a falta de comprovação direta impede a liberação para esses grupos. O risco teórico, ainda que não confirmado, de o vírus atravessar a placenta e infectar o feto ou ser transmitido pelo leite materno, é o cerne dessa cautela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto da Aprovação e Distribuição da Butantan-DV</h2>



<p>A Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro de 2025, estabelecendo sua indicação para pessoas entre 12 e 59 anos, conforme as diretrizes da bula. Posteriormente, o imunizante foi incorporado ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O plano de aplicação teve início em janeiro de 2026, com foco inicial em indivíduos de 15 a 59 anos em cidades selecionadas de São Paulo, Minas Gerais e Ceará. Em fevereiro, o Ministério da Saúde expandiu a cobertura para 1,2 milhão de profissionais de saúde da atenção primária em todo o país. O estado de São Paulo, por sua vez, ampliou ainda mais o acesso, disponibilizando a vacina para todos os profissionais de saúde das redes pública e privada, além da população geral de 59 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Orientações Específicas para Gestantes</h2>



<p>A contraindicação para gestantes não se limita à Butantan-DV, abrangendo geralmente todas as vacinas atenuadas devido ao potencial risco teórico de transmissão vertical do vírus. Embora estudos com outras vacinas atenuadas, como a da rubéola, não tenham mostrado problemas de má formação em casos de vacinação inadvertida durante a gravidez, a ausência de dados concretos para a vacina da dengue mantém a restrição. Por precaução, mulheres com potencial para engravidar devem evitar a concepção por pelo menos um mês após a vacinação com imunizantes vivos atenuados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conduta em Casos de Vacinação Inadvertida</h3>



<p>Caso uma gestante seja vacinada acidentalmente, é imprescindível notificar a unidade de saúde onde o imunizante foi aplicado. Além disso, é crucial manter um acompanhamento médico rigoroso durante o pré-natal e nos primeiros meses após o nascimento do bebê. O obstetra deve ser informado, e a equipe médica pode contatar o Instituto Butantan para que o serviço de farmacovigilância também monitore o caso, garantindo a segurança da mãe e da criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações para Lactantes e Puérperas Amamentando</h2>



<p>O mesmo princípio de precaução se estende às lactantes, pela possibilidade teórica de transmissão do vírus da vacina ao bebê via leite materno. A bula da Butantan-DV contraindica a vacinação para lactantes. Embora o PNI não restrinja em casos de bebês com mais de 6 meses, a falta de dados de segurança suficientes leva o Butantan a não recomendar a vacinação para lactantes em geral. Uma exceção pode ser considerada se a mulher apresentar um risco significativamente elevado de contrair dengue, cenário em que o balanço entre risco e benefício individual de se imunizar deve ser cuidadosamente avaliado. Para puérperas, a contraindicação só se aplica se estiverem amamentando; caso contrário, não há restrição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Notificar e Buscar Acompanhamento</h2>



<p>Mulheres grávidas, lactantes ou puérperas que foram vacinadas inadvertidamente com a Butantan-DV devem entrar em contato com uma unidade de saúde, preferencialmente aquela onde receberam a dose, para que o caso seja devidamente notificado à secretaria municipal de saúde. Adicionalmente, é fundamental procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do Instituto Butantan. Como fabricante, o Butantan realizará um monitoramento detalhado do estado de saúde da mulher durante a gestação e até 60 dias após o parto, assegurando um acompanhamento completo e responsável.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vacina-butantan-dv-contra-a-dengue-entenda-as-restricoes-para-gestantes-lactantes-e-puerperas/">Vacina Butantan-DV contra a Dengue: Entenda as Restrições para Gestantes, Lactantes e Puérperas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Cotia reforça cuidados e orienta população no combate à dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-reforca-cuidados-e-orienta-populacao-no-combate-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[Vigilância Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os índices de contaminação por dengue seguem estáveis e controlados na cidade de Cotia, segundo dados da Vigilância Ambiental, órgão vinculado à Secretaria de Saúde. A Secretaria reforça a importância da colaboração da população na eliminação de criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como vasos, garrafas, calhas e caixas d’água. [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-reforca-cuidados-e-orienta-populacao-no-combate-a-dengue/">Cotia reforça cuidados e orienta população no combate à dengue</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os índices de contaminação por dengue seguem estáveis e controlados na cidade de Cotia, segundo dados da Vigilância Ambiental, órgão vinculado à Secretaria de Saúde.</p>
<p data-start="505" data-end="841">A Secretaria reforça a importância da colaboração da população na eliminação de criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como vasos, garrafas, calhas e caixas d’água. Paralelamente, o município mantém ações contínuas de prevenção e combate ao <em data-start="780" data-end="795">Aedes aegypti</em>, mosquito transmissor da doença, que incluem:</p>
<ul>
<li data-start="843" data-end="1209">
<figure id="attachment_88926" class="wp-caption alignright" aria-describedby="caption-attachment-88926"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-88926" src="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-450x300.jpg" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" srcset="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-450x300.jpg 450w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1622x1080.jpg 1622w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-768x511.jpg 768w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1536x1023.jpg 1536w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-2048x1363.jpg 2048w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-750x499.jpg 750w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/dengue_0022-1140x759.jpg 1140w" alt="" width="450" height="300" data-pin-no-hover="true" /><figcaption id="caption-attachment-88926" class="wp-caption-text"><strong>Foto: Juliano Barbosa</strong></figcaption></figure>
<p>bloqueio de criadouros em quarteirões próximos a casos positivos;<br data-start="910" data-end="913" />• atendimento a denúncias feitas por munícipes;<br data-start="960" data-end="963" />• inspeções em imóveis especiais, como escolas e outros equipamentos públicos;<br data-start="1041" data-end="1044" />• monitoramento de pontos estratégicos, como ferros-velhos e locais com maior risco de proliferação;<br data-start="1144" data-end="1147" />• ações permanentes de educação em saúde em escolas e eventos.</li>
</ul>
<p data-start="1211" data-end="1423">Segundo a Secretaria de Saúde, está prevista para o mês de maio a realização do Levantamento de Densidade Larvária (LDL), método que identifica os níveis de infestação de larvas do mosquito em determinadas áreas.</p>
<p data-start="1425" data-end="1606">De acordo com a Vigilância Ambiental, Cotia registra 38 casos confirmados da doença, 38 em investigação, 679 descartados e um óbito — uma mulher de 89 anos, que apresentava comorbidades como doença renal e hipertensão.</p>
<p data-start="1608" data-end="1629"><strong data-start="1608" data-end="1629">Vacina disponível</strong></p>
<p data-start="1631" data-end="1799">A vacina contra a dengue está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nas 26 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Cotia, para a população entre 10 e 14 anos.</p>
<p data-start="1801" data-end="2016">A imunização é feita em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Para se vacinar, é necessário comparecer à UBS mais próxima com documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS, além da caderneta de vacinação.</p>
<p data-start="2018" data-end="2265">A vacina é composta por vírus atenuado e pode ser aplicada independentemente de infecção prévia. No entanto, é contraindicada para pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aquelas em tratamento com terapias imunossupressoras.</p>
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		<title>Américas enfrentam dengue impulsionada por crise climática, alerta Opas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula &#8220;Uma Só Saúde&#8221;, realizada em Lyon, na França, coincidindo com o Dia Mundial da Saúde, onde especialistas globais debateram estratégias para enfrentar ameaças sanitárias emergentes. Segundo a Opas, a doença, antes restrita a regiões tropicais, agora serve como um &#8220;termômetro da crise climática&#8221;, sinalizando uma nova e preocupante era para a saúde pública na região.</p>
<p> A escalada sem precedentes da dengue nas Américas</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue nas Américas em 2024 é descrito pela Opas como crítico e sem precedentes. Com 13 milhões de casos notificados e a triste marca de mais de oito mil vidas perdidas em tão pouco tempo, a doença tem sobrecarregado sistemas de saúde e imposto um ônus social e econômico significativo. Historicamente, a dengue era vista como uma enfermidade tropical, confinada a zonas geográficas específicas com climas quentes e úmidos. No entanto, os dados atuais revelam uma expansão geográfica alarmante, com o vetor e a doença avançando para regiões onde anteriormente não sobreviam, ou onde sua incidência era marginal. Este fenômeno reclassifica a dengue de uma questão de saúde sazonal ou local para uma crise de saúde pública continental, diretamente influenciada por fatores ambientais e climáticos que alteram o habitat e o comportamento do Aedes aegypti.</p>
<p> O impacto das mudanças climáticas e o avanço do Aedes</p>
<p>A lógica por trás da explosão de casos de dengue, segundo a Opas, é &#8220;simples e preocupante&#8221; e está intrinsecamente ligada às alterações climáticas e à expansão urbana descontrolada. As temperaturas mais altas, uma consequência direta do aquecimento global, aceleram múltiplos aspectos do ciclo de vida do Aedes aegypti. A elevação da temperatura encurta o tempo de desenvolvimento do mosquito, aumenta sua taxa de reprodução, acelera a replicação do vírus da dengue dentro do inseto (período de incubação extrínseco) e eleva a frequência de picadas do mosquito infectado, potencializando a transmissão.</p>
<p>Além disso, as chuvas irregulares e extremas desempenham um papel crucial. Períodos de seca prolongada seguidos por chuvas torrenciais criam uma miríade de novos criadouros, enchendo recipientes, pneus abandonados e qualquer tipo de depósito de água em áreas urbanas e periurbanas. A expansão urbana descontrolada, por sua vez, agrava a situação ao gerar um ambiente propício para a proliferação do mosquito. A falta de saneamento básico adequado, a gestão deficiente de resíduos sólidos e as práticas de armazenamento de água em muitas comunidades criam condições ideais para a eclosão dos ovos do Aedes aegypti. Este conjunto de fatores climáticos e ambientais permite que o mosquito colonize novas áreas, levando consigo não apenas a dengue, mas também outras arboviroses como zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, oropouche, transformando estas doenças em um verdadeiro &#8220;termômetro da crise climática&#8221;.</p>
<p> A nova abordagem: Conceito &#8220;Saúde Única&#8221; para o futuro</p>
<p>Diante da complexidade e da interconexão dos desafios de saúde atuais, o diretor da Opas, o médico brasileiro Jarbas Barbosa, defende veementemente uma mudança de abordagem: o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; (One Health). Esta filosofia integra ações e políticas em diferentes áreas, reconhecendo e reforçando a interdependência intrínseca entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ao invés de tratar cada uma dessas esferas de forma isolada, a &#8220;Saúde Única&#8221; propõe uma visão holística e coordenada, onde as ações em uma área beneficiam as outras. Por exemplo, a proteção de ecossistemas e a redução da poluição ambiental impactam diretamente na qualidade de vida das populações e na diminuição da incidência de doenças zoonóticas e transmitidas por vetores.</p>
<p>O Dr. Barbosa enfatiza a urgência dessa integração: &#8220;Este é o melhor jeito de responder aos atuais desafios que temos agora, como as doenças transmitidas por vetores e outras doenças na nossa região das Américas, mas também para estar preparado para a próxima pandemia.&#8221; A abordagem &#8220;Saúde Única&#8221; é vista como fundamental para construir resiliência frente às ameaças sanitárias emergentes e reemergentes, permitindo uma resposta mais eficaz e proativa. Ao considerar a saúde de forma interconectada, é possível desenvolver estratégias mais abrangentes que abordam as causas profundas das doenças, em vez de apenas seus sintomas, e que envolvam múltiplos setores como agricultura, meio ambiente, planejamento urbano e saúde pública.</p>
<p> Desafios e ambições da Opas para 2030</p>
<p>A Opas, com sua visão de &#8220;Saúde Única&#8221;, estabeleceu uma meta ambiciosa para as Américas: eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030. Este objetivo de erradicação ou eliminação de doenças como a malária, a oncocercose, o sarampo, a rubéola e, em última instância, a redução da carga da dengue, representa um desafio monumental, mas é considerado alcançável com a devida colaboração e investimento. Os desafios para atingir esta meta são múltiplos e complexos. As mudanças climáticas continuarão a ser um fator de complicação, alterando a dinâmica de transmissão de doenças e exigindo adaptação constante. Disparidades socioeconômicas e o acesso desigual a serviços de saúde e saneamento também representam barreiras significativas.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, a Opas e seus parceiros se concentram em diversas estratégias. Isso inclui o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a ampliação do acesso a vacinas e tratamentos, o controle vetorial integrado e, crucialmente, a educação e o engajamento comunitário. A promoção de políticas intersetoriais que incentivem o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a segurança alimentar são pilares da abordagem &#8220;Saúde Única&#8221;. A meta de 2030 não é apenas sobre a eliminação de doenças específicas, mas sobre a construção de sistemas de saúde mais robustos, equitativos e resilientes, capazes de proteger a população das Américas contra as ameaças de saúde do presente e do futuro.</p>
<p> Uma nova era de desafios de saúde e a resposta integrada</p>
<p>O avanço implacável da dengue nas Américas, com seus números alarmantes de casos e mortes em 2024, ressalta a urgência de uma nova perspectiva em saúde pública. A Opas deixa claro que esta crise não é um evento isolado, mas uma manifestação direta das complexas interações entre saúde humana, animal e ambiental, acentuadas pelas mudanças climáticas e pela urbanização desordenada. A transição da dengue de uma doença tropical para um &#8220;termômetro da crise climática&#8221; exige uma mudança radical na forma como enfrentamos as ameaças sanitárias. O conceito &#8220;Saúde Única&#8221;, que promove a colaboração intersetorial e a visão holística da saúde, emerge como a estratégia mais promissora. Ao integrar esforços para a prevenção e controle de doenças transmitidas por vetores e para a preparação para futuras pandemias, as Américas podem aspirar a construir um futuro mais saudável e resiliente. A meta ambiciosa de eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030, embora desafiadora, é um testemunho do compromisso em forjar um novo caminho, onde a saúde não é vista em silos, mas como um ecossistema interligado que demanda ação coletiva e coordenada.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que significa &#8220;dengue é um termômetro da crise climática&#8221;?<br />
Significa que a proliferação da dengue e sua expansão para novas regiões são um indicador direto e visível dos impactos das mudanças climáticas, como o aumento das temperaturas e as chuvas irregulares, que criam condições ideais para o mosquito Aedes aegypti e a transmissão da doença.</p>
<p>2. Qual é a principal causa do aumento de casos de dengue nas Américas em 2024?<br />
Segundo a Opas, o principal impulsionador do aumento recorde de casos de dengue em 2024 são as mudanças climáticas, que criam ambientes mais favoráveis para a reprodução e dispersão do Aedes aegypti, somadas à expansão urbana descontrolada.</p>
<p>3. O que é o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; defendido pela Opas?<br />
&#8220;Saúde Única&#8221; (One Health) é uma abordagem colaborativa e multissetorial que reconhece a interconexão entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ela busca integrar esforços para enfrentar desafios de saúde de forma holística, como doenças transmitidas por vetores e a preparação para pandemias.</p>
<p>4. Além da dengue, quais outras doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti?<br />
O Aedes aegypti é o vetor de diversas outras arboviroses importantes, incluindo zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, o vírus oropouche.</p>
<p>Diante deste cenário crítico, a conscientização e a ação coletiva são fundamentais. Apoie as campanhas de saúde pública, adote medidas preventivas em sua comunidade e exija políticas que promovam a saúde ambiental. Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Coalizão global de saúde prioriza o Combate à dengue como primeiro desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 05:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou um passo significativo para a equidade global em saúde: a recém-formada Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo elegeu o combate à dengue como sua primeira área de atuação prioritária. Criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, esta iniciativa multilateral visa ampliar mundialmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou um passo significativo para a equidade global em saúde: a recém-formada Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo elegeu o combate à dengue como sua primeira área de atuação prioritária. Criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, esta iniciativa multilateral visa ampliar mundialmente o acesso equitativo a medicamentos essenciais, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde, com foco especial nos países em desenvolvimento que historicamente enfrentam maiores barreiras à produção e inovação. A escolha da dengue reflete a urgência de uma doença que afeta milhões e cuja expansão é intensificada pelas mudanças climáticas globais, demandando uma resposta coordenada e robusta da comunidade internacional para proteger a população mundial de forma abrangente e eficaz.</p>
<p> A nova coalizão global e o desafio da dengue</p>
<p> Um compromisso mundial por equidade em saúde<br />
A Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo é uma iniciativa estratégica forjada pela presidência brasileira do G20 em 2024. Sua missão central é promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde, com um olhar diferenciado para os países em desenvolvimento, onde a capacidade de produção e inovação enfrenta obstáculos mais significativos. Além do Brasil, compõem o grupo a África do Sul, Alemanha, China, França, Indonésia, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Europeia e União Africana, demonstrando um amplo espectro de cooperação internacional. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assumirá o papel de secretariado executivo da coalizão, apostando em sua vasta experiência em projetos de cooperação internacional, sobretudo com países da África e América Latina, para desenvolver competências locais científicas, tecnológicas e, em alguns casos, industriais. Esta abordagem estruturante busca fortalecer as capacidades regionais e garantir que o avanço tecnológico na área da saúde seja distribuído de forma justa pelo mundo.</p>
<p> A dengue: uma ameaça global agravada pelo clima<br />
A escolha da dengue como o primeiro eixo de ações prioritárias da coalizão foi justificada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em função da ampla distribuição da doença, que é endêmica em mais de 100 países e coloca em risco mais da metade da população mundial. Estima-se que ocorram entre 100 milhões e 400 milhões de infecções anualmente. O ministro destacou que essa expansão está diretamente relacionada às mudanças climáticas globais, que têm provocado o aumento das temperaturas, volumes de chuvas alterados e níveis mais elevados de umidade – condições que se mostram favoráveis para a transmissão do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Esse cenário também se aplica a outras arboviroses preocupantes, como a febre amarela, zika, chikungunya e febre oropouche. Padilha citou como exemplo de parcerias internacionais exitosas o acordo envolvendo a vacina contra a dengue Butantan DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Uma colaboração com a empresa chinesa WuXi, anunciada no final do ano passado, visa expandir a capacidade de fornecimento do imunizante, com a previsão de entrega de aproximadamente 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026. A visão é de um mundo com mais vacinas e medicamentos acessíveis, em contrapartida a conflitos e perdas de vidas.</p>
<p> Fortalecendo a produção nacional e a inovação</p>
<p> Transferência tecnológica e o imunossupressor Tacrolimo<br />
Em uma outra frente de fortalecimento da autonomia em saúde, o Ministério da Saúde anunciou o início da produção 100% nacional do medicamento imunossupressor Tacrolimo. Este fármaco é crucial para reduzir a resposta do sistema imunológico, evitando a rejeição de órgãos transplantados pelo organismo do paciente. A transferência tecnológica completa para viabilizar essa produção foi realizada em parceria com a Índia. O ministro destacou a relevância dessa iniciativa, ressaltando que cerca de 120 mil brasileiros recebem o Tacrolimo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) atualmente. O custo mensal do medicamento, que varia entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil, representa um encargo significativo, considerando que pacientes transplantados precisam fazer uso contínuo por toda a vida. Com a produção nacional, o governo busca garantir a segurança do tratamento para esses pacientes, assegurando que o medicamento chegará a eles independentemente de crises globais, conflitos, pandemias ou interrupções na circulação internacional do produto. A produção local, por meio de uma fundação pública, oferece total garantia de acesso.</p>
<p> O avanço das vacinas de RNA mensageiro no Brasil<br />
O ministro Alexandre Padilha também informou sobre a instalação de um novo centro de competência dedicado à produção de vacinas de RNA mensageiro (mRNA) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A tecnologia de mRNA utiliza uma molécula que transporta instruções genéticas do DNA para as células, permitindo que o corpo produza proteínas específicas do patógeno (como um vírus ou bactéria) e, assim, desenvolva uma resposta imunológica. Diferentemente das vacinas tradicionais, que empregam o patógeno enfraquecido ou inativado, as vacinas de mRNA usam apenas o código genético, oferecendo uma abordagem inovadora e potencialmente mais rápida para o desenvolvimento de imunizantes.</p>
<p>O Brasil já possui duas plataformas em desenvolvimento para essa tecnologia, uma na Fiocruz e outra no Instituto Butantan, com investimentos federais que somam cerca de R$ 150 milhões. O novo centro na UFMG receberá um investimento adicional de R$ 65 milhões para impulsionar ainda mais o desenvolvimento dessa tecnologia. Com essas três instituições públicas atuando na produção de vacinas de RNA mensageiro, o país não só expandirá sua capacidade de absorver e desenvolver tecnologias para diversas doenças, mas também estará significativamente mais preparado para responder rapidamente a novas pandemias ou ao surgimento de novos vírus, fortalecendo a soberania sanitária e a capacidade de resposta a emergências em saúde.</p>
<p>A criação da Coalizão Global e as iniciativas nacionais para fortalecer a produção de saúde, como a fabricação do Tacrolimo e o avanço nas vacinas de mRNA, representam um esforço robusto do Brasil e de seus parceiros para construir um sistema de saúde global mais equitativo e resiliente. Ao priorizar o combate à dengue e investir em inovação e autonomia tecnológica, o país demonstra seu compromisso em enfrentar desafios sanitários complexos e garantir acesso a tratamentos essenciais, impactando positivamente a vida de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Essas ações sublinham a importância da cooperação internacional e do desenvolvimento de capacidades locais para um futuro com menos doenças e mais saúde acessível para todos.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo?<br />
É uma iniciativa multilateral criada sob a presidência brasileira do G20 em 2024, com o objetivo de promover o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde em nível mundial, com foco nos países em desenvolvimento. Seus membros incluem nações do G20, a União Europeia e a União Africana.</p>
<p>Por que o combate à dengue é a primeira prioridade da Coalizão?<br />
A dengue foi escolhida como primeira prioridade devido à sua vasta abrangência global, sendo endêmica em mais de 100 países e ameaçando mais da metade da população mundial. Sua expansão é agravada pelas mudanças climáticas, que criam condições ideais para a proliferação do vetor, tornando-a uma emergência de saúde global que demanda uma resposta coordenada.</p>
<p>Quais são os avanços recentes do Brasil na produção de tecnologias de saúde?<br />
O Brasil anunciou a produção 100% nacional do imunossupressor Tacrolimo por meio de transferência tecnológica com a Índia. Além disso, um novo centro para desenvolvimento e produção de vacinas de RNA mensageiro será instalado na UFMG, complementando as plataformas já existentes na Fiocruz e no Instituto Butantan. Essas iniciativas visam fortalecer a autonomia e a capacidade de resposta do país em saúde.</p>
<p>Para acompanhar de perto o impacto dessas iniciativas e as próximas etapas na construção de um sistema de saúde global mais equitativo, continue a nos seguir e informe-se sobre os avanços que moldam o futuro da saúde mundial.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Temperaturas elevadas impulsionam dengue; saiba como combater o mosquito</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/temperaturas-elevadas-impulsionam-dengue-saiba-como-combater-o-mosquito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[aedes]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões de altas temperaturas para os próximos dias em São Paulo acendem um alerta crucial para a saúde pública: o risco de proliferação da dengue. O calor intenso cria um ambiente propício para o ciclo reprodutivo do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. Com a elevação térmica, a velocidade de desenvolvimento do mosquito e do vírus em seu interior aumenta significativamente, tornando cada foco de água parada um potencial criadouro perigoso. A eliminação desses locais, sejam eles grandes ou minúsculos, é a estratégia mais eficaz para conter o avanço da dengue e proteger a população. A vigilância e a ação comunitária tornam-se indispensáveis neste período, demandando a colaboração de todos para prevenir novos casos.</p>
<p> O perigo do calor e a proliferação do Aedes aegypti</p>
<p>O clima quente e úmido, característico do verão brasileiro, é um fator determinante para a rápida proliferação do mosquito Aedes aegypti. As altas temperaturas aceleram o metabolismo do inseto, reduzindo o tempo de eclosão dos ovos, o desenvolvimento das larvas e pupas, e o período de incubação do vírus em mosquitos adultos. Isso significa que, em condições favoráveis de calor, o Aedes atinge a fase adulta mais rapidamente e pode transmitir a doença em um período menor após ser infectado. A presença de água parada, mesmo em quantidades mínimas, é o elo crucial para que esse ciclo de reprodução se complete, transformando-se em um vetor eficiente da doença.</p>
<p> O ciclo de vida do mosquito</p>
<p>A diretriz central para a prevenção da dengue reside na interrupção do ciclo de vida do Aedes aegypti. Este mosquito depende da água para depositar seus ovos, que podem sobreviver por meses em locais secos e eclodir assim que entram em contato com a água. Por essa razão, a vistoria semanal de residências e seus arredores é uma medida de saúde pública fundamental. Mesmo pequenas quantidades de água parada podem se transformar em criadouros do mosquito. Tampas de garrafa, vasos de plantas com acúmulo de água ou calhas entupidas são exemplos de locais que, por vezes, passam despercebidos, mas são mais do que suficientes para se tornarem berçários do mosquito. A conscientização sobre a importância de eliminar cada potencial criadouro é a chave para a segurança coletiva.</p>
<p> Estratégias essenciais para a prevenção doméstica</p>
<p>A prevenção da dengue começa dentro de casa e se estende aos arredores. A mobilização individual e comunitária é indispensável para evitar que residências se transformem em ambientes propícios para a reprodução do Aedes aegypti. A vigilância e as autoridades de saúde reforçam a necessidade de um olhar atento e constante, especialmente após períodos de chuva, quando o acúmulo de água pode ser facilmente negligenciado. Cada morador tem um papel fundamental na manutenção de um ambiente livre de focos do mosquito.</p>
<p> Dicas práticas para eliminar criadouros</p>
<p>Para garantir um ambiente seguro e livre do mosquito da dengue, algumas ações rotineiras são cruciais e devem ser incorporadas ao cotidiano:</p>
<p>   Descarte correto do lixo: Mantenha o lixo sempre em sacos plásticos bem amarrados e as lixeiras devidamente fechadas. O acúmulo de resíduos pode criar pequenos depósitos de água, tornando-se um local ideal para a desova do mosquito.<br />
   Atenção às calhas: Remova regularmente folhas, galhos e qualquer outro material que possa obstruir o fluxo da água em calhas e lajes, prevenindo o acúmulo de água que seria um convite à proliferação.<br />
   Pratos de vasos de plantas: Encha os pratos de vasos de plantas com areia até a borda. A areia retém a umidade necessária para a planta, mas impede que a água se acumule e se torne um criadouro para o Aedes aegypti.<br />
   Plantas aquáticas: Troque a água das plantas aquáticas pelo menos uma vez por semana e lave o vaso com escova e sabão para eliminar possíveis ovos aderidos às suas paredes. É uma medida simples, mas muito eficaz.<br />
   Garrafas e recipientes: Armazene garrafas, baldes e outros recipientes que possam acumular água sempre virados para baixo, protegidos da chuva. Caso não possam ser virados, certifique-se de que estejam cobertos ou guardados em local seco.<br />
   Caixas-d&#8217;água e objetos descartados: Mantenha caixas-d&#8217;água e cisternas bem vedadas. Descarte corretamente objetos sem uso que possam acumular água, como pneus velhos, embalagens, latas e entulhos, destinando-os a locais apropriados.</p>
<p> Cenário epidemiológico e sintomas de alerta</p>
<p>Além das ações preventivas, o monitoramento contínuo dos casos de arboviroses é fundamental para direcionar as políticas de saúde pública e informar a população sobre a gravidade da situação. No estado de São Paulo, os dados mais recentes indicam um cenário que exige atenção redobrada da população e das autoridades sanitárias, com a contabilização de casos tanto de dengue quanto de chikungunya.</p>
<p> Dengue e chikungunya: números e sinais</p>
<p>Até meados de outubro, o estado de São Paulo registrou um total de 15.744 casos confirmados de dengue, com seis óbitos lamentáveis. Em relação à chikungunya, outra arbovirose transmitida pelo mesmo mosquito, foram confirmados 315 casos e dois óbitos. Esses números reforçam a necessidade de manter a vigilância e a prevenção ativas em todas as regiões, sublinhando a importância da detecção precoce e do tratamento adequado para evitar o agravamento das condições de saúde.</p>
<p>A população deve estar atenta aos sintomas da dengue, que geralmente surgem de forma súbita e perduram por cerca de cinco a sete dias. Os principais indicadores incluem:</p>
<p>   Febre alta, atingindo entre 39°C e 40°C.<br />
   Dores intensas no corpo e nas articulações, muitas vezes descritas como &#8220;quebra-ossos&#8221;.<br />
   Dor característica atrás dos olhos, que pode piorar com o movimento.<br />
   Sensação de mal-estar generalizado e fadiga.<br />
   Perda de apetite.<br />
   Dor de cabeça persistente.<br />
   Aparecimento de manchas vermelhas na pele, geralmente no tronco e membros.<br />
   Em casos mais graves, podem ocorrer hemorragias, indicando a necessidade urgente de atendimento médico.<br />
   Em crianças, a dor abdominal é um sintoma comum e deve ser observada com especial atenção.</p>
<p>Ao apresentar qualquer um desses sintomas, a orientação é procurar um serviço de saúde imediatamente para obter um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações que podem ser fatais.</p>
<p> Recursos e informações para a população</p>
<p>No esforço contínuo para educar e informar a população, foram desenvolvidos canais específicos para esclarecer dúvidas e combater a desinformação sobre as arboviroses. A disseminação de informações confiáveis é um pilar essencial na estratégia de saúde pública, capacitando os cidadãos a tomarem as melhores decisões para sua saúde e a de sua comunidade.</p>
<p> O portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;</p>
<p>Para auxiliar os cidadãos no combate à dengue, zika e chikungunya, o governo de São Paulo lançou o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221;. Esta plataforma online reúne as cem perguntas mais frequentes pesquisadas na internet sobre as doenças, oferecendo respostas claras e baseadas em evidências científicas. O objetivo é desmistificar fake news que circulam nas redes sociais e fornecer orientação segura e precisa para a população sobre prevenção, sintomas, tratamento e outras informações cruciais. Acessível a todos por meio do endereço eletrônico www.dengue100duvidas.sp.gov.br, o portal é uma ferramenta valiosa para a educação em saúde e para fortalecer a luta contra essas doenças.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Diante do cenário de altas temperaturas e do aumento no número de casos de dengue e chikungunya, a vigilância e a prevenção tornam-se responsabilidades coletivas inadiáveis. A eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti em residências e ambientes comunitários é a medida mais eficaz e direta para proteger a saúde de todos. É fundamental que cada cidadão adote as práticas recomendadas de limpeza e descarte, mantenha-se informado sobre os sintomas da doença e busque assistência médica ao primeiro sinal de alerta. A união de esforços entre poder público e sociedade civil é a chave para enfrentar e vencer o desafio das arboviroses, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para toda a comunidade. A conscientização e a ação preventiva são as ferramentas mais poderosas nesta batalha.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Por que as altas temperaturas favorecem a dengue?<br />
As altas temperaturas aceleram o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e o período de incubação do vírus em seu organismo. Isso significa que o mosquito se reproduz mais rapidamente e se torna capaz de transmitir a doença em menos tempo, aumentando o risco de surtos e a velocidade de propagação da dengue na população.</p>
<p>Quais são os principais sintomas da dengue e quando devo procurar ajuda médica?<br />
Os sintomas incluem febre alta (39-40°C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, mal-estar, falta de apetite e manchas vermelhas na pele. É crucial procurar um serviço de saúde imediatamente ao notar qualquer um desses sintomas, especialmente febre persistente, para obter um diagnóstico e tratamento adequados e evitar complicações graves.</p>
<p>Apenas grandes acúmulos de água são perigosos para a proliferação do mosquito?<br />
Não, pequenas quantidades de água parada são suficientes para a reprodução do Aedes aegypti. Tampinhas de garrafa, vasos de plantas com água acumulada, calhas entupidas e pratos de vasos sem areia são exemplos de locais minúsculos que podem se transformar em criadouros. A vistoria semanal e a eliminação de qualquer foco de água são essenciais para uma prevenção eficaz.</p>
<p>É preciso redobrar a atenção após chuvas?<br />
Sim, é fundamental redobrar a atenção após períodos de chuva. A água da chuva pode se acumular em diversos recipientes e superfícies que antes estavam secos, criando novos criadouros para o mosquito Aedes aegypti. Verifique calhas, lajes, pneus, vasos de plantas e qualquer objeto que possa ter coletado água.</p>
<p>Mantenha-se informado e proteja sua família. Acesse o portal &#8220;Dengue 100 Dúvidas&#8221; para mais informações e combata a dengue.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Butantan acelera entrega de vacinas contra dengue para o SUS</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/butantan-acelera-entrega-de-vacinas-contra-dengue-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 05:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica eleva para 2,6 milhões o total de doses que o SUS receberá nos primeiros seis meses de 2026, fortalecendo significativamente a capacidade do país de combater a doença. A decisão reflete o compromisso do Butantan em responder prontamente aos desafios de saúde pública, especialmente em um cenário de crescentes preocupações com a dengue em diversas regiões brasileiras, oferecendo uma ferramenta crucial para a proteção da população.</p>
<p> Aceleração da imunização: um passo estratégico contra a dengue</p>
<p>A antecipação da entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV representa um marco crucial na estratégia de saúde pública brasileira. Originalmente programadas para o segundo semestre de 2026, essas doses, somadas ao montante já previsto, resultarão em um total de 2,6 milhões de vacinas disponíveis para o SUS já nos primeiros seis meses daquele ano. Esta medida proativa do Instituto Butantan visa fortalecer a capacidade do país de enfrentar a dengue, uma doença que tem representado um desafio constante e crescente para o Sistema Único de Saúde, especialmente em períodos de alta incidência e surtos epidêmicos.</p>
<p> Impacto da antecipação no combate à doença</p>
<p>A disponibilidade antecipada de um volume tão expressivo de imunizantes permite que as autoridades de saúde planejem com maior eficácia as campanhas de vacinação, priorizando as regiões e populações mais vulneráveis. Em um cenário onde a dengue continua a sobrecarregar hospitais e unidades de saúde, a Butantan-DV surge como uma ferramenta essencial para reduzir a gravidade dos casos, as hospitalizações e, consequentemente, as fatalidades associadas à doença. Este avanço demonstra a agilidade e a responsabilidade do Instituto Butantan em adaptar-se às necessidades urgentes da saúde coletiva, reiterando seu papel fundamental na defesa da vida e no bem-estar da população brasileira. A medida é uma resposta direta à crescente pressão sobre o sistema de saúde, que tem registrado números alarmantes de infecções e óbitos, especialmente durante os picos sazonais da doença. A capacidade de antecipar a oferta de vacinas é um testemunho da robustez do parque fabril e da equipe técnica do instituto, capaz de otimizar processos sem comprometer a qualidade e a segurança do imunizante.</p>
<p> A Butantan-DV: inovação e eficácia nacional</p>
<p>Desenvolvida e produzida integralmente no parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo, a vacina Butantan-DV representa um triunfo da ciência nacional. O imunizante é tetraviral, o que significa que oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), uma característica crucial para a eficácia em regiões onde múltiplos sorotipos circulam simultaneamente. Sua aplicação em dose única simplifica significativamente a logística das campanhas de vacinação, otimizando recursos e aumentando a adesão da população, diferente de esquemas que exigem múltiplas doses.</p>
<p> Perfil da vacina e estratégias de aplicação</p>
<p>A aprovação da Butantan-DV pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso em pessoas de 12 a 59 anos valida sua segurança e eficácia, após rigorosos testes e análises. Os resultados dos estudos clínicos são altamente promissores: o imunizante demonstrou uma eficácia geral de 74,7%, com um impressionante índice de 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% de eficácia na prevenção de hospitalizações por dengue. Estes dados posicionam a Butantan-DV como uma ferramenta robusta na prevenção das formas mais severas da doença, que são as principais responsáveis por mortes e sobrecarga no sistema de saúde. A vacina, sendo um produto 100% nacional, também fortalece a capacidade do Brasil de responder a emergências sanitárias sem depender de cadeias de suprimento internacionais, muitas vezes imprevisíveis.</p>
<p>Complementando a chegada das doses, o Ministério da Saúde iniciou em fevereiro uma campanha de vacinação estratégica, direcionada aos profissionais de saúde da Atenção Primária. Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, que somam cerca de 1,2 milhão de trabalhadores, estão sendo imunizados para proteger a linha de frente do SUS. Essa priorização visa garantir que esses profissionais essenciais estejam aptos a continuar prestando assistência à população em meio à crescente demanda causada pela dengue, protegendo não apenas a saúde individual desses trabalhadores, mas também a integridade do sistema de saúde como um todo. A imunização dos profissionais de saúde é um passo fundamental para manter a resiliência dos serviços essenciais.</p>
<p> Expansão e futuro: o novo polo de inovação do Butantan</p>
<p>Para além da entrega de vacinas, o futuro do Instituto Butantan está sendo moldado por iniciativas estratégicas de longo prazo. O governo do estado de São Paulo anunciou a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste da capital paulista, para a criação de um novo e ambicioso polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos. Este novo centro representa um salto qualitativo para a ciência e a tecnologia em saúde no Brasil, consolidando a posição do Butantan como um dos maiores produtores de vacinas e soros do mundo.</p>
<p> Um horizonte de investimentos e desenvolvimento biotecnológico</p>
<p>A iniciativa será impulsionada por um investimento substancial de R$ 1,38 bilhão, destinado à construção de novas fábricas equipadas com tecnologias de ponta. Essa expansão não apenas ampliará a capacidade de produção de vacinas existentes, como a contra a dengue e a gripe, mas também abrirá caminho para a pesquisa e desenvolvimento de uma nova geração de imunobiológicos, essenciais para a saúde pública. O objetivo é garantir que o Brasil possua autonomia na produção de insumos estratégicos, reduzindo a dependência de mercados externos e fortalecendo a soberania sanitária do país. Este investimento massivo reflete uma visão estratégica de longo prazo, posicionando o Butantan na vanguarda da biotecnologia global.</p>
<p>O secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, expressou a visão de que esse novo polo transformará São Paulo em um verdadeiro epicentro de excelência científica. “Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, afirmou Paiva, sublinhando o potencial de impacto nacional e internacional da iniciativa. A expectativa é que o Butantan continue a ser um motor de inovação, respondendo não apenas às crises atuais, mas também antecipando e desenvolvendo soluções para os desafios de saúde do futuro, como a emergência de novas doenças e a necessidade de terapias mais eficazes. A criação deste polo de inovação solidifica a reputação do Butantan como um pilar da ciência brasileira e um provedor global de saúde.</p>
<p> Horizontes da saúde pública brasileira com o Butantan</p>
<p>A antecipação na entrega das vacinas Butantan-DV e os ambiciosos planos de expansão do Instituto Butantan sinalizam um futuro promissor para a saúde pública brasileira. A capacidade de produzir imunizantes de alta eficácia, como a vacina contra a dengue, em solo nacional, e a visão de investir massivamente em inovação e novas infraestruturas, reforçam o papel vital do Butantan na segurança sanitária do país. Essas ações conjuntas não só equipam o SUS com as ferramentas necessárias para enfrentar desafios imediatos, como a epidemia de dengue, mas também pavimentam o caminho para que o Brasil se posicione como líder global em biotecnologia e desenvolvimento de soluções em saúde. A continuidade do investimento em ciência e tecnologia é a chave para a resiliência do sistema de saúde e para a proteção contínua da população contra doenças emergentes e reemergentes, garantindo um futuro mais seguro e saudável para todos os brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacina Butantan-DV e sua distribuição</p>
<p>   Quantas doses da vacina contra a dengue o Instituto Butantan antecipará para o SUS?<br />
    O Instituto Butantan antecipará a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV, originalmente previstas para o segundo semestre de 2026, para o primeiro semestre do mesmo ano. Com essa antecipação, um total de 2,6 milhões de doses serão distribuídas ao Sistema Único de Saúde (SUS) na primeira metade de 2026.</p>
<p>   Qual a eficácia da vacina Butantan-DV e para quem ela é indicada?<br />
    A vacina Butantan-DV demonstrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% contra hospitalizações por dengue. Ela é aprovada pela Anvisa para uso na população brasileira de 12 a 59 anos, e é aplicada em dose única.</p>
<p>   O que significa a criação de um novo polo de inovação para o Butantan?<br />
    A criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos no bairro do Jaguaré, em São Paulo, representa um investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas. O objetivo é expandir a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas e outros imunobiológicos, fortalecendo a autonomia científica e tecnológica do Brasil na área da saúde.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços na saúde pública brasileira e as campanhas de vacinação. Consulte sempre os canais oficiais do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan para obter as informações mais recentes e precisas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Estado do Rio inicia distribuição da nova vacina contra a dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/estado-do-rio-inicia-distribuicao-da-nova-vacina-contra-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 05:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde pública do Rio de Janeiro marca um passo significativo na luta contra a dengue com o início da distribuição de uma nova vacina. Nesta segunda-feira, todos os 92 municípios fluminenses começam a receber as doses do imunizante produzido pelo Instituto Butantan. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde pública do Rio de Janeiro marca um passo significativo na luta contra a dengue com o início da distribuição de uma nova vacina. Nesta segunda-feira, todos os 92 municípios fluminenses começam a receber as doses do imunizante produzido pelo Instituto Butantan. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), visa proteger a população contra a doença, que anualmente representa um desafio considerável. Com um total de 33.364 doses destinadas ao estado, sendo 12.500 para a capital, a estratégia inicial focará em grupos prioritários, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde. Este avanço na imunização contra a dengue é crucial para reforçar as defesas da população e mitigar os impactos das futuras ondas epidemiológicas, garantindo mais segurança aos cidadãos.</p>
<p> Distribuição e público-alvo prioritário</p>
<p>A distribuição estratégica da nova vacina contra a dengue marca um ponto de virada nas ações de saúde pública fluminenses. Desde a última segunda-feira, todos os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro estão recebendo as remessas do imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, com a logística operacionalizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). Este lote inicial, composto por 33.364 doses, é fundamental para iniciar a campanha de imunização em solo fluminense, sendo que 12.500 dessas doses foram direcionadas especificamente para a capital, que concentra uma parcela significativa da população e, por vezes, maiores desafios epidemiológicos.</p>
<p> Fases iniciais da imunização</p>
<p>Em consonância com as orientações do Ministério da Saúde, a fase inicial desta campanha de vacinação tem como foco os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Este grupo prioritário não se restringe apenas aos profissionais que atuam diretamente no atendimento ao paciente, como médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e odontólogos, mas também abrange as equipes multiprofissionais – incluindo nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos. Além deles, os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE), que estão na linha de frente do combate ao mosquito vetor e na conscientização da população, também serão contemplados. A decisão de priorizar esses trabalhadores reflete o reconhecimento de sua exposição diária ao vírus e de seu papel indispensável na manutenção e promoção da saúde da comunidade. A expansão para outros segmentos da população será realizada em etapas subsequentes, acompanhando a disponibilidade de novas doses.</p>
<p> Estratégia de vacinação e cenário epidemiológico</p>
<p>A vacinação contra a dengue no Rio de Janeiro será implementada de maneira escalonada e gradual, levando em consideração tanto a disponibilidade de doses quanto a situação epidemiológica específica de cada município. A vacina do Instituto Butantan, licenciada para indivíduos de 12 a 59 anos, será utilizada preferencialmente na faixa etária de 15 a 59 anos. Essa diferenciação se deve ao fato de que a vacina do laboratório Takeda (Qdenga) já é preconizada para a população de 10 a 14 anos. A vacina do Butantan é de dose única e oferece proteção abrangente contra os quatro sorotipos da doença, o que representa um avanço importante na imunização.</p>
<p> Diferenças entre imunizantes</p>
<p>Keli Magno, gerente de Imunização da SES-RJ, esclareceu que a estratégia visa otimizar a cobertura vacinal. A vacina do Butantan será administrada para adolescentes a partir dos 15 anos e adultos até os 59 anos que não tenham sido vacinados com o imunizante da Takeda. Essa abordagem garantirá que diferentes faixas etárias sejam contempladas de forma eficiente, maximizando o impacto da campanha. A disponibilidade do imunizante de dose única simplifica o esquema vacinal, o que pode contribuir para uma maior adesão e cobertura da população.</p>
<p> Vigilância do sorotipo 3</p>
<p>No cenário epidemiológico atual do estado do Rio de Janeiro, os sorotipos 1 e 2 da dengue têm sido os mais predominantes. Contudo, uma preocupação crescente da SES-RJ reside na potencial reintrodução e disseminação do sorotipo 3. Este tipo do vírus não circula no estado desde 2007, o que significa que uma parcela significativa da população fluminense não teve contato prévio com ele, tornando-a vulnerável a uma eventual epidemia caso o sorotipo 3 comece a circular novamente. A vigilância é intensificada, especialmente porque essa variante já é encontrada em estados vizinhos, aumentando o risco de sua propagação no território fluminense. A campanha de vacinação, juntamente com o monitoramento constante, é essencial para mitigar os riscos associados a esta vulnerabilidade.</p>
<p> Prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti</p>
<p>Mesmo com a chegada da vacina e indicadores de dengue em níveis baixos no momento, a Secretaria de Estado de Saúde reforça a importância crítica das ações de prevenção. O alerta é especial para o período pós-Carnaval, quando as condições climáticas se mostram ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. As chuvas intensas que antecederam a folia, combinadas com o calor excessivo típico do verão, criam o ambiente perfeito para a reprodução do vetor, que é responsável pela transmissão não apenas da dengue, mas também da chikungunya e da zika.</p>
<p>Além das condições climáticas favoráveis, a intensa movimentação de turistas no estado durante o Carnaval representa um fator de risco adicional. Visitantes de regiões onde há circulação ativa do vírus podem se tornar portadores, contribuindo para a introdução e disseminação de novos casos em áreas que antes estavam com a situação controlada.</p>
<p> Combate ao mosquito Aedes aegypti</p>
<p>Diante desse cenário, a recomendação primordial da secretaria é que cada cidadão dedique no mínimo dez minutos por semana para realizar uma inspeção detalhada em suas residências e arredores. Essa &#8220;varredura&#8221; inclui a verificação da vedação de caixas d&#8217;água, a limpeza rigorosa de calhas para evitar acúmulo de água, a colocação de areia em pratos de plantas e o descarte adequado da água acumulada em bandejas de geladeiras e ar-condicionados. A conscientização sobre o ciclo de vida do Aedes aegypti é vital: os ovos são depositados em locais com acúmulo de água e eclodem rapidamente com a incidência de sol e calor, transformando-se em mosquitos adultos em poucos dias. O verão, com sua alternância de chuvas e altas temperaturas, é a estação onde o ciclo de reprodução do mosquito encontra condições ideais, exigindo vigilância constante e ação comunitária.</p>
<p> Dados epidemiológicos recentes e ações complementares</p>
<p>O Centro de Inteligência em Saúde da SES-RJ mantém um monitoramento contínuo das arboviroses, com dados atualizados até o dia 20 do mês em curso. O estado registrou 1.198 casos prováveis de dengue e 56 internações, sem confirmação de óbitos até o momento. Em relação à chikungunya, foram contabilizados 41 casos prováveis e 5 internações. Importante destacar que, no território fluminense, não há casos confirmados de zika.</p>
<p> Tecnologia e diagnóstico</p>
<p>A vigilância da dengue, a arbovirose de maior circulação, é realizada por meio de um indicador composto que analisa o volume de atendimentos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), as solicitações de leitos hospitalares e a taxa de positividade dos exames. Esses dados são cruciais para a tomada de decisões e podem ser acompanhados em tempo real na plataforma MonitoraRJ (monitorar.saude.rj.gov.br), garantindo transparência e agilidade na informação. Atualmente, os 92 municípios do estado encontram-se em situação de rotina, mas a vigilância permanece ativa.</p>
<p>Além da recente vacina do Butantan, o Ministério da Saúde iniciou em 2023 o fornecimento da vacina Qdenga, de fabricação japonesa. No estado do Rio de Janeiro, mais de 758 mil doses deste imunizante foram aplicadas. Do público-alvo inicial de 10 a 14 anos, mais de 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose, e 244 mil completaram o esquema vacinal com a segunda dose. A SES-RJ também investe na qualificação da rede de saúde através de videoaulas e treinamentos especializados. O estado foi pioneiro ao desenvolver uma ferramenta digital para uniformizar o manejo de casos de dengue nas unidades de saúde, um aplicativo que foi disponibilizado para outros estados brasileiros. Complementarmente, o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ) foi equipado para realizar até 40 mil exames por mês, assegurando a detecção ágil não apenas para dengue, zika e chikungunya, mas também para a febre do Oropouche – uma arbovirose recentemente introduzida, transmitida pelo mosquito Ceratopogonidae, conhecido como Maruim, e não pelo Aedes aegypti. Essas ações integradas reforçam o compromisso com a saúde pública e a proteção da população fluminense.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem são os primeiros a receber a nova vacina contra a dengue no Rio de Janeiro?<br />
Os primeiros a receberem as doses da nova vacina do Instituto Butantan são os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, equipes multiprofissionais, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.</p>
<p> Qual a faixa etária recomendada para a vacina do Instituto Butantan e para a vacina da Takeda (Qdenga)?<br />
A vacina do Instituto Butantan é licenciada para uso na faixa etária de 12 a 59 anos, mas recomenda-se sua administração para indivíduos de 15 a 59 anos. A vacina da Takeda (Qdenga) é preconizada para a população de 10 a 14 anos.</p>
<p> Quais são os principais riscos epidemiológicos atuais no estado do Rio de Janeiro em relação à dengue?<br />
Embora os sorotipos 1 e 2 sejam os mais frequentes, a principal preocupação da SES-RJ é com a possível reintrodução do sorotipo 3, que não circula no estado desde 2007. A população é considerada vulnerável a este sorotipo, que já circula em estados vizinhos.</p>
<p> Como posso acompanhar os dados da dengue no Rio de Janeiro?<br />
Os dados podem ser visualizados em tempo real no MonitoraRJ, acessível em monitorar.saude.rj.gov.br, que apresenta um indicador composto de atendimentos em UPAs, solicitações de leitos e taxa de positividade.</p>
<p>Participe ativamente da prevenção! Dedique 10 minutos por semana à sua casa e elimine focos de água parada para combater o Aedes aegypti e proteger sua família.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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