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	<title>defeso &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Sexto lote do Seguro-Defeso beneficia Pescadores nesta terça</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) iniciou nesta terça-feira (24) o pagamento do sexto lote do seguro-defeso, um benefício essencial para a subsistência de pescadores artesanais durante o período de paralisação da pesca. Este repasse, no valor total de R$ 179,7 milhões, alcançará 110.904 trabalhadores cadastrados que atendem aos novos e rigorosos requisitos do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) iniciou nesta terça-feira (24) o pagamento do sexto lote do seguro-defeso, um benefício essencial para a subsistência de pescadores artesanais durante o período de paralisação da pesca. Este repasse, no valor total de R$ 179,7 milhões, alcançará 110.904 trabalhadores cadastrados que atendem aos novos e rigorosos requisitos do programa. O seguro-defeso garante uma renda mensal de R$ 1.621 aos profissionais da pesca que se veem impedidos de exercer sua atividade durante o defeso, um período crucial para a reprodução das espécies aquáticas. A medida visa assegurar a sustentabilidade dos recursos pesqueiros e, ao mesmo tempo, proteger a renda das famílias que dependem exclusivamente da pesca, reforçando o compromisso com a segurança alimentar e a preservação ambiental.</p>
<p> Pagamento do benefício e a importância do período de defeso</p>
<p>O seguro-defeso é um amparo financeiro concedido a pescadores artesanais durante os meses em que a pesca é proibida para garantir a reprodução das espécies. Conhecido como período de defeso, essa interrupção da atividade pesqueira é fundamental para a manutenção dos ecossistemas aquáticos e para a garantia da sustentabilidade dos estoques pesqueiros a longo prazo. Sem essa pausa, a exploração contínua poderia levar ao esgotamento de diversas espécies, impactando gravemente a biodiversidade e a própria viabilidade da pesca como meio de vida.</p>
<p> A sustentabilidade em foco: período de defeso</p>
<p>Cada espécie de peixe ou crustáceo possui um período de reprodução específico, que pode durar até cinco meses. Durante esse tempo, a pesca é vedada para permitir que os animais se reproduzam e que os jovens cresçam, assegurando as próximas gerações e o equilíbrio ambiental. O valor mensal de R$ 1.621,00 recebido pelos pescadores corresponde a um salário mínimo, proporcionando um suporte financeiro vital para que esses trabalhadores possam manter suas famílias sem recorrer à pesca ilegal, que comprometeria os esforços de conservação.</p>
<p>Até o momento, o MTE já destinou um montante significativo de R$ 616,3 milhões para o pagamento do benefício, evidenciando a escala e a relevância do programa para a economia e a subsistência de comunidades pesqueiras em diversas regiões do Brasil. A liberação do sexto lote reforça a continuidade e o planejamento na distribuição desses recursos, que são essenciais para um setor que depende diretamente dos ciclos naturais.</p>
<p> Critérios de elegibilidade e a nova gestão do programa</p>
<p>Para garantir que o seguro-defeso beneficie exclusivamente aqueles que realmente necessitam e cumprem os requisitos, o programa passou por importantes reformulações em sua gestão e nos critérios de elegibilidade. Essas mudanças foram implementadas em novembro do ano passado com o objetivo primordial de diminuir pagamentos indevidos e prevenir fraudes, assegurando a integridade e a eficácia dos recursos públicos. A gestão do defeso, que anteriormente era administrada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), foi transferida para o Ministério do Trabalho e Emprego, que tem se dedicado a uma análise mais rigorosa dos requerimentos.</p>
<p> Exigências para o acesso ao benefício</p>
<p>Para ter direito ao seguro-defeso, os pescadores artesanais devem atender a uma série de critérios rigorosos, que visam comprovar sua real dependência da atividade pesqueira. Entre as exigências, destacam-se:</p>
<p>   Ter a pesca como única fonte de renda.<br />
   Não receber nenhum benefício previdenciário contínuo, como aposentadoria ou pensão.<br />
   Residir em municípios abrangidos pelo período de defeso da espécie que captura.<br />
   Comprovar o exercício da atividade pesqueira por meio do Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP).<br />
   Estar com o registro de pesca regular junto aos órgãos competentes.<br />
   Ter inscrição ativa e atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).</p>
<p>Essas exigências foram fortalecidas para coibir irregularidades e assegurar que o benefício chegue a quem de fato vive da pesca artesanal e está apto a recebê-lo. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reiterou o compromisso do MTE com a transparência e a justiça na distribuição dos recursos: &#8220;O MTE tem trabalhado para garantir o pagamento de todos os pedidos de seguro-defeso que passaram por análise criteriosa, assegurando o direito de quem realmente vive da pesca.&#8221; Essa declaração sublinha a dedicação em combater fraudes, que, embora representem uma porcentagem pequena, causam impactos significativos na percepção e na sustentabilidade do programa, que já chegou a ter mais de 2 milhões de cadastrados em seu auge.</p>
<p> O panorama das solicitações e o impacto regional</p>
<p>A amplitude e a importância do seguro-defeso ficam claras ao analisar o volume de solicitações recebidas e o impacto regional do programa. Entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março de 2026, o Ministério do Trabalho e Emprego registrou 1.198.473 requerimentos de seguro-defeso. Este número expressivo reflete a vasta capilaridade do programa e a dependência de inúmeras comunidades pesqueiras em todo o território nacional.</p>
<p> Estados com maior demanda pelo seguro-defeso</p>
<p>Os estados com o maior número de solicitações demonstram a concentração da atividade pesqueira artesanal e a necessidade do benefício nessas regiões. O Pará lidera com 351.502 requerimentos, seguido de perto pelo Maranhão, com 336.803. O Amazonas registrou 106.632 solicitações, enquanto a Bahia teve 81.765 e o Piauí, 63.025. Esses dados ressaltam a relevância do seguro-defeso em regiões costeiras e ribeirinhas, onde a pesca é uma das principais, senão a única, fonte de sustento para uma parcela significativa da população.</p>
<p>A distribuição geográfica das solicitações também evidencia o papel crucial do programa na proteção da biodiversidade de biomas como a Amazônia e a Mata Atlântica, bem como na garantia de segurança alimentar e de renda para os pescadores que, ao respeitar o defeso, contribuem diretamente para a conservação dos recursos naturais do Brasil. A gestão atenta e aprimorada do programa são fundamentais para que ele continue a cumprir seu duplo papel social e ambiental, fortalecendo a cadeia produtiva da pesca artesanal e promovendo a sustentabilidade dos ecossistemas aquáticos.</p>
<p> Conclusão: a persistência do apoio aos pescadores e a sustentabilidade ambiental</p>
<p>O pagamento do sexto lote do seguro-defeso reafirma o compromisso do governo em apoiar os pescadores artesanais brasileiros, garantindo sua subsistência durante os períodos críticos de reprodução das espécies. Este programa, fundamental tanto para a segurança econômica das famílias quanto para a saúde dos ecossistemas aquáticos, demonstra a interconexão entre política social e ambiental. As recentes reformulações nos critérios de elegibilidade e na gestão visam fortalecer a integridade do benefício, assegurando que ele chegue aos verdadeiros pescadores que dele dependem, ao mesmo tempo em que coíbem fraudes. A continuidade dos pagamentos e a rigorosa análise dos requerimentos pelo Ministério do Trabalho e Emprego são passos essenciais para manter o equilíbrio entre a proteção dos recursos naturais e o sustento de uma classe trabalhadora vital para a cultura e economia do país. A manutenção e o aprimoramento do seguro-defeso são cruciais para um futuro em que a pesca artesanal e a biodiversidade prosperem em conjunto.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é o seguro-defeso?<br />
O seguro-defeso é um benefício de um salário mínimo concedido a pescadores artesanais que exercem suas atividades de forma exclusiva e ininterrupta, durante o período de defeso, que é a proibição temporária da pesca para a reprodução das espécies aquáticas.</p>
<p> Quem tem direito ao seguro-defeso?<br />
Têm direito ao benefício os pescadores artesanais que comprovem a pesca como única fonte de renda, não recebam benefício previdenciário contínuo, residam em municípios abrangidos pelo defeso, possuam registro de pesca regular e inscrição no CadÚnico, além de comprovar a atividade pesqueira através do REAP.</p>
<p> Por que as regras do seguro-defeso foram alteradas?<br />
As regras do seguro-defeso foram alteradas para aprimorar a gestão do programa, diminuir pagamentos indevidos e prevenir fraudes, garantindo que o benefício seja direcionado aos pescadores que realmente se enquadram nos critérios e dependem da pesca para seu sustento.</p>
<p> Qual o valor do benefício do seguro-defeso?<br />
O valor do benefício do seguro-defeso corresponde a um salário mínimo vigente, pago mensalmente durante o período de defeso da espécie pescada pelo beneficiário, que pode durar até cinco meses.</p>
<p>Para mais informações sobre o seguro-defeso, incluindo os requisitos detalhados e como solicitar o benefício, acesse os canais oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego ou procure o órgão responsável em sua localidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Defeso Florestal no Amazonas suspende corte de madeira até maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado do Amazonas iniciou, nesta quinta-feira (15), o período de defeso florestal, uma medida crucial para a conservação ambiental da região. Até o dia 15 de maio, as atividades de corte, arraste e transporte de madeira vinculadas a Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) estão temporariamente suspensas. Essa paralisação anual visa mitigar os impactos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Amazonas iniciou, nesta quinta-feira (15), o período de defeso florestal, uma medida crucial para a conservação ambiental da região. Até o dia 15 de maio, as atividades de corte, arraste e transporte de madeira vinculadas a Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) estão temporariamente suspensas. Essa paralisação anual visa mitigar os impactos ambientais, proteger o solo da erosão e salvaguardar a vegetação durante a estação chuvosa, um período de elevada sensibilidade ecológica para a Amazônia. A iniciativa, estabelecida por portaria, reflete o compromisso com a sustentabilidade e a luta contra o desmatamento ilegal, buscando assegurar um futuro mais verde para a maior floresta tropical do mundo.</p>
<p> O defeso florestal e seus fundamentos</p>
<p>O defeso florestal é uma estratégia regulatória de grande importância para a gestão ambiental no Brasil, particularmente em biomas sensíveis como a Amazônia. Trata-se de um período específico no qual certas atividades extrativistas são proibidas ou restritas, com o objetivo de permitir a recuperação natural dos ecossistemas. No contexto amazônico, essa interrupção é vital para proteger a floresta durante sua fase de maior vulnerabilidade.</p>
<p> Por que o defeso é necessário durante o período chuvoso?</p>
<p>A escolha do período chuvoso para a implementação do defeso florestal não é arbitrária, mas fundamentada em estudos ecológicos e hidrológicos. Durante os meses de chuva intensa, que no Amazonas se estendem de novembro a maio, o solo florestal torna-se mais saturado e propenso à erosão. A remoção de árvores e o transporte de madeira em áreas úmidas intensificam significativamente esse processo, levando à perda de nutrientes do solo, assoreamento de rios e igarapés, e comprometimento da qualidade da água.</p>
<p>Além disso, a vegetação em si apresenta uma sensibilidade maior nesse período. As chuvas excessivas podem dificultar a regeneração natural das espécies arbóreas e a sobrevivência da fauna, que depende diretamente do habitat florestal. A interrupção das operações de manejo florestal durante esta fase crítica minimiza a pressão sobre os recursos naturais, permitindo que a floresta se recupere e mantenha seus complexos processos ecológicos, como a ciclagem de nutrientes e a regulação hídrica. A medida, portanto, é um instrumento essencial para a preservação da biodiversidade e a manutenção dos serviços ecossistêmicos que a Amazônia oferece.</p>
<p> Impacto nos planos de manejo florestal sustentável</p>
<p>Os Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) são documentos técnicos essenciais que delineiam as diretrizes e procedimentos para a administração responsável de florestas. Eles garantem que a exploração madeireira seja feita de forma a não comprometer a capacidade de regeneração da floresta, promovendo a sustentabilidade a longo prazo. No Amazonas, a suspensão das atividades de corte, arraste e transporte afeta diretamente aproximadamente 60 PMFS em todo o estado.</p>
<p>Embora o defeso imponha uma pausa nas operações, ele é fundamental para a integridade dos próprios planos de manejo. Ao respeitar o ciclo natural da floresta, os PMFS garantem a viabilidade contínua da produção de madeira de forma legal e sustentável, evitando a degradação que inviabilizaria futuras colheitas. A Gerência de Controle Florestal monitora a situação de perto, assegurando que, após o defeso, as atividades possam ser retomadas dentro das normas estabelecidas, contribuindo para uma indústria florestal responsável e alinhada com as necessidades ambientais do planeta.</p>
<p> Abrangência e fiscalização</p>
<p>A efetividade do defeso florestal depende não apenas da sua implementação, mas também da sua abrangência e de um robusto sistema de fiscalização. A medida se estende por todo o território amazonense, focando nos municípios onde a atividade de manejo florestal é mais intensa.</p>
<p> Municípios impactados e a cadeia produtiva</p>
<p>Os municípios com a maior concentração de Planos de Manejo Florestal Sustentável e, consequentemente, os mais impactados pela suspensão, incluem Novo Aripuanã, Canutama, Itapiranga, Manicoré e Lábrea. Essas localidades, reconhecidas por sua significativa produção madeireira legal, são polos importantes na cadeia produtiva da madeira sustentável. Durante o período de defeso, as empresas e cooperativas que operam dentro dos PMFS nessas regiões precisam ajustar seus cronogramas de produção e logística.</p>
<p>A paralisação das atividades de corte e transporte de madeira pode gerar desafios econômicos temporários para as comunidades e indústrias locais que dependem diretamente dessa cadeia. No entanto, é um investimento a longo prazo na saúde da floresta e na sustentabilidade da própria indústria. O cumprimento do defeso assegura que os recursos florestais sejam explorados de forma a preservar sua capacidade produtiva, evitando a exaustão dos estoques e garantindo a continuidade do trabalho para as futuras gerações. Esta abordagem equilibra as necessidades econômicas com a imperatividade da conservação ambiental, promovendo um desenvolvimento que respeita os limites ecológicos da Amazônia.</p>
<p> Ações de fiscalização e canais de denúncia</p>
<p>Durante o defeso florestal, as ações de fiscalização são intensificadas em todo o Amazonas. Equipes de órgãos ambientais e forças de segurança trabalham para coibir práticas irregulares, combater o desmatamento ilegal e assegurar a conservação da fauna e flora amazônicas. A vigilância se concentra não apenas nas áreas de PMFS, mas em todo o território, para identificar e punir qualquer atividade de corte, arraste ou transporte de madeira que não esteja em conformidade com a portaria.</p>
<p>Essa fiscalização rigorosa é fundamental para garantir que o propósito do defeso seja alcançado. Sem ela, haveria um risco elevado de que operadores ilegais aproveitassem a redução das atividades legais para intensificar suas operações clandestinas. A presença das autoridades serve como um impedimento e uma ferramenta para a pronta resposta a infrações ambientais. A participação da população é igualmente crucial nesse esforço. Denúncias de descumprimento do defeso florestal podem ser feitas por meio de canais específicos, como o WhatsApp do órgão ambiental responsável, permitindo que cidadãos colaborem ativamente na proteção da floresta e na identificação de atividades ilícitas.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O defeso florestal no Amazonas representa um pilar fundamental na estratégia de conservação da Amazônia. Ao suspender temporariamente as atividades de manejo durante o período chuvoso, o estado demonstra seu compromisso com a proteção do solo, a regeneração da vegetação e a manutenção da biodiversidade. Esta pausa anual não apenas minimiza os impactos diretos da exploração florestal em um momento de fragilidade ecológica, mas também reforça a importância da gestão sustentável e da luta contínua contra o desmatamento ilegal. A colaboração entre órgãos fiscalizadores e a sociedade civil é essencial para o sucesso dessa medida, garantindo que os vastos recursos naturais da Amazônia sejam preservados para as futuras gerações, perpetuando o valor inestimável deste patrimônio global.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o período de defeso florestal no Amazonas?<br />
É um período de suspensão temporária de atividades de corte, arraste e transporte de madeira em Planos de Manejo Florestal Sustentável no estado do Amazonas, visando à proteção ambiental.</p>
<p>Por que o defeso ocorre durante o período chuvoso?<br />
Ocorre nesse período porque a estação chuvosa torna o solo mais suscetível à erosão e a vegetação mais sensível, aumentando os impactos ambientais das atividades florestais.</p>
<p>Quais atividades são especificamente suspensas durante o defeso?<br />
São suspensas as atividades de corte, arraste e transporte de madeira que fazem parte de Planos de Manejo Florestal Sustentável.</p>
<p>Como posso denunciar atividades ilegais durante o defeso florestal?<br />
Denúncias de descumprimento do defeso florestal podem ser feitas através do canal de WhatsApp disponibilizado pelo órgão ambiental competente.</p>
<p>Contribua ativamente para a proteção da Amazônia. Se você presenciar qualquer atividade suspeita de corte ou transporte ilegal de madeira durante o período de defeso, não hesite em denunciar. A colaboração de todos é essencial para a preservação de nossa floresta.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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