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	<title>cúpula &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>cúpula &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Lula e Petro confirmam participação em encontro pela democracia em Barcelona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Colômbia, Gustavo Petro, confirmaram sua presença na aguardada quarta reunião da iniciativa &#8216;Em Defesa da Democracia&#8217;. O encontro, organizado pelo governo espanhol, está agendado para o dia 18 de abril, em Barcelona, e assume um contorno de extrema relevância diante do cenário global complexo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Colômbia, Gustavo Petro, confirmaram sua presença na aguardada quarta reunião da iniciativa &#8216;Em Defesa da Democracia&#8217;. O encontro, organizado pelo governo espanhol, está agendado para o dia 18 de abril, em Barcelona, e assume um contorno de extrema relevância diante do cenário global complexo, notadamente agravado pela guerra no Oriente Médio. A participação de ambos os líderes sul-americanos sublinha o compromisso de suas nações com os valores democráticos e a estabilidade regional e internacional. A iniciativa, lançada no ano anterior, congrega governos como os de Brasil, Espanha, Colômbia, Chile e Uruguai, visando fortalecer os pilares da governança participativa em um momento crucial para a política global. Este evento representa uma plataforma vital para o diálogo e a coordenação de esforços na promoção e defesa da democracia, um tema central na agenda política contemporânea.</p>
<p> A cúpula em defesa da democracia: Um fórum vital</p>
<p> O papel da Espanha e a abrangência da iniciativa</p>
<p>A iniciativa &#8216;Em Defesa da Democracia&#8217; nasceu de uma preocupação crescente com a resiliência dos sistemas democráticos frente a desafios multifacetados. Lançada em 2023 sob a liderança do governo espanhol, ela se propõe a ser um espaço de intercâmbio de experiências e estratégias entre nações comprometidas com o regime democrático. A escolha de Barcelona como sede para esta quarta reunião do evento reflete a importância que a Espanha atribui ao tema e à sua capacidade de articulação internacional. Os países que compõem este grupo inicial – Brasil, Espanha, Colômbia, Chile e Uruguai – representam uma diversidade geográfica e política, mas compartilham a visão de que a cooperação é essencial para a manutenção e o aprofundamento das instituições democráticas.</p>
<p>Em um período marcado por conflitos geopolíticos, crises econômicas e o avanço de discursos polarizadores, a reafirmação dos princípios democráticos torna-se uma prioridade inadiável. A reunião em abril não apenas solidificará os laços entre os participantes, mas também buscará projetar uma mensagem de união e determinação na construção de um futuro mais estável e justo. A agenda deve incluir discussões sobre a proteção dos direitos humanos, a liberdade de imprensa, o combate à desinformação e o fortalecimento das instituições eleitorais, pilares fundamentais para qualquer sociedade verdadeiramente democrática. A presença de líderes de relevância regional como Lula e Petro confere peso e voz à iniciativa, ampliando seu alcance e sua capacidade de influenciar a agenda global sobre governança.</p>
<p> Diálogo bilateral e a agenda regional</p>
<p> Integração sul-americana e a cúpula da Celac</p>
<p>Paralelamente à agenda internacional de defesa da democracia, os líderes Luiz Inácio Lula da Silva e Gustavo Petro demonstraram um vigoroso interesse na integração regional. A confirmação de suas presenças no evento de Barcelona foi precedida por uma importante conversa telefônica na manhã da última quarta-feira, dia 11. Segundo informações do Palácio do Planalto, o diálogo entre os presidentes brasileiro e colombiano focou intensamente nos preparativos para a Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), um dos mais relevantes fóruns de cooperação na América Latina e Caribe. Esta cúpula está programada para ocorrer em Bogotá, no próximo dia 21 de março, consolidando a Colômbia como um polo de diplomacia regional.</p>
<p>A Celac, que reúne 33 países da América Latina e do Caribe, atua como um mecanismo de diálogo político e concertação que busca fortalecer a integração econômica, social e cultural da região, bem como coordenar posições em foros multilaterais. A convergência de Lula e Petro em relação à Celac sinaliza um renovado impulso para a unidade sul-americana, especialmente em face de desafios como a crise na Venezuela, que tem sido um tema recorrente nas discussões regionais, exemplificado pela participação de chanceleres em reuniões dedicadas ao assunto. A busca por soluções negociadas e a defesa da estabilidade política regional são bandeiras compartilhadas.</p>
<p>Um aspecto notável, sublinhado pelo presidente Petro em sua conversa com Lula, é que a Cúpula da Celac em Bogotá também servirá de palco para uma reunião conjunta com países africanos. Esta iniciativa ressalta o compromisso com a cooperação Sul-Sul, abrindo novas avenidas para o intercâmbio de experiências e o fortalecimento de laços entre os dois continentes. O Brasil, historicamente, tem um papel ativo na promoção dessas relações, vendo na África um parceiro estratégico fundamental. A colaboração nesses encontros regionais é vital para a articulação de respostas conjuntas a questões que vão desde a segurança alimentar e energética até a promoção do desenvolvimento sustentável e a estabilidade democrática em suas respectivas esferas de influência, reforçando a autonomia e a capacidade de autogestão do Sul global.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A participação confirmada dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Gustavo Petro nos eventos de Barcelona e Bogotá, respectivamente, reflete uma abordagem multifacetada e estratégica na política externa de Brasil e Colômbia. Por um lado, demonstra um alinhamento inequívoco com a defesa e o fortalecimento da democracia em escala global, em um momento onde esses valores são testados por crises e conflitos. Por outro, evidencia um empenho renovado na construção de uma integração regional mais robusta e eficaz, com a Celac atuando como plataforma essencial para o diálogo e a coordenação entre os países da América Latina e Caribe, e além, com a inclusão de parceiros africanos. A conjunção desses esforços, tanto no âmbito internacional quanto regional, sugere uma visão de política externa que busca soluções cooperativas para desafios complexos, visando não apenas a estabilidade interna, mas também a projeção de uma influência positiva no cenário global e a construção de uma ordem internacional mais equilibrada e justa.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual o objetivo principal do evento &#8216;Em Defesa da Democracia&#8217; em Barcelona?<br />
O objetivo principal é promover o diálogo e a cooperação entre nações comprometidas com os valores democráticos, buscando fortalecer as instituições e responder aos desafios contemporâneos que ameaçam a governança participativa e os direitos humanos.</p>
<p>Quando e onde ocorrerá a próxima Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac)?<br />
A próxima Cúpula da Celac está marcada para o dia 21 de março, em Bogotá, capital da Colômbia.</p>
<p>Quais países estão envolvidos na iniciativa &#8216;Em Defesa da Democracia&#8217; lançada pela Espanha?<br />
Os países inicialmente envolvidos nesta iniciativa são Brasil, Espanha, Colômbia, Chile e Uruguai.</p>
<p>Além da integração regional, qual outro tema importante será abordado na Cúpula da Celac em Bogotá?<br />
A Cúpula da Celac também promoverá uma reunião paralela com países africanos, reforçando a cooperação Sul-Sul e o intercâmbio entre os dois continentes em diversas áreas.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos desses cruciais encontros internacionais e regionais, bem como sobre outros temas relevantes da política e economia global, acompanhe nossa cobertura e inscreva-se em nossa newsletter para receber as últimas notícias diretamente em sua caixa de entrada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Trump receberá líderes latino-americanos em Miami para cúpula regional crucial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:31:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara-se para sediar um encontro de alto nível com alguns líderes da América Latina em Miami, programado para o dia 7 de março. A cúpula, vista como um movimento estratégico da Casa Branca, tem como objetivo principal fortalecer os laços bilaterais e discutir uma série de questões prementes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara-se para sediar um encontro de alto nível com alguns líderes da América Latina em Miami, programado para o dia 7 de março. A cúpula, vista como um movimento estratégico da Casa Branca, tem como objetivo principal fortalecer os laços bilaterais e discutir uma série de questões prementes que afetam a segurança, a economia e a estabilidade política da região. Este encontro de líderes em solo americano, especificamente em um centro nevrálgico para as relações com a América Latina como Miami, sublinha a intenção de Washington de reforçar sua influência e engajamento em um momento de dinâmicas regionais complexas e desafios globais crescentes. A expectativa é que discussões sobre a crise venezuelana, padrões de comércio, imigração e o combate ao crime organizado dominem a agenda, buscando alinhar estratégias e promover um diálogo construtivo entre os países participantes.</p>
<p> Cenário geopolítico e os convidados</p>
<p> Contexto regional e as preocupações de Washington</p>
<p>A decisão de Donald Trump de convocar um encontro com chefes de estado latino-americanos reflete uma série de preocupações e oportunidades no hemisfério ocidental. Nos últimos anos, a região tem enfrentado volatilidade política, crises econômicas e um aumento da influência de potências extrarregionais, como a China. Washington busca reafirmar sua liderança e garantir que seus interesses estratégicos e de segurança sejam protegidos. A pauta não oficial inclui a consolidação de alianças contra regimes considerados antidemocráticos, a promoção de parcerias comerciais mais robustas e a coordenação de esforços para combater o narcotráfico e a imigração irregular. O governo dos EUA tem manifestado repetidamente sua preocupação com a situação na Venezuela, o que certamente será um dos pontos centrais da agenda. A deterioração das condições humanitárias e políticas no país sul-americano tem gerado um êxodo massivo de sua população, impactando vizinhos como Colômbia e Brasil, e representando um desafio de segurança para todo o continente.</p>
<p> Representação e ausências notáveis</p>
<p>Embora a lista completa de participantes não tenha sido divulgada oficialmente até o momento, espera-se a presença de líderes de países-chave que mantêm relações estreitas com os Estados Unidos e que compartilham preocupações similares sobre a estabilidade regional. Entre os potenciais convidados, figuram chefes de estado do Brasil, Colômbia, Chile, Paraguai e Argentina, nações que têm demonstrado alinhamento com a política externa americana em diversas frentes. A expectativa é que a delegação americana seja liderada pelo presidente Trump, acompanhado por membros de seu gabinete, como o Secretário de Estado e o Conselheiro de Segurança Nacional, sublinhando a importância que a administração atribui a este diálogo.</p>
<p>Será crucial observar quem estará presente e, igualmente importante, quem não estará. A ausência de certos líderes pode indicar divergências diplomáticas ou uma recusa em participar de uma agenda que pode ser percebida como unilateral. Países com regimes políticos mais distantes da visão americana ou que mantêm laços econômicos e políticos mais fortes com outras potências globais podem optar por não comparecer, ou enviar representação de menor escalão. A composição final dos participantes fornecerá um panorama claro sobre o estado das relações interamericanas e a capacidade dos Estados Unidos de reunir apoio para suas iniciativas regionais. A diplomacia bilateral e multilateral estará em evidência, com a Casa Branca buscando solidificar um bloco de apoio para suas políticas no continente.</p>
<p> Pauta da cúpula: temas em debate</p>
<p> Crise venezuelana e pressões diplomáticas</p>
<p>A crise na Venezuela é, sem dúvida, um dos temas mais sensíveis e urgentes na agenda da cúpula de Miami. Os Estados Unidos têm liderado os esforços internacionais para pressionar por uma transição democrática no país, impondo sanções econômicas e buscando o apoio de governos regionais. A reunião será uma oportunidade para o presidente Trump e seus homólogos latino-americanos coordenarem estratégias e fortalecerem a frente diplomática contra o regime de Nicolás Maduro. Discussões podem incluir a possibilidade de novas sanções, apoio a grupos de oposição, assistência humanitária e o reconhecimento de governos interinos. A intensificação da pressão diplomática e econômica sobre Caracas pode ser uma das principais resoluções buscadas. A situação migratória venezuelana, que tem sobrecarregado os recursos de países vizinhos, também deverá ser abordada, com a busca por soluções coordenadas para o fluxo de refugiados e imigrantes.</p>
<p> Comércio, segurança e imigração na agenda</p>
<p>Além da Venezuela, a pauta da cúpula abrangerá temas cruciais para a prosperidade e segurança do hemisfério. No âmbito comercial, espera-se que os líderes discutam formas de fortalecer os laços econômicos, promover investimentos e garantir a estabilidade das cadeias de suprimentos. Os Estados Unidos podem apresentar propostas para acordos comerciais bilaterais ou para a modernização de pactos existentes, visando a competitividade e a reciprocidade. A segurança regional é outra prioridade, com discussões sobre o combate ao narcotráfico, ao crime organizado transnacional e ao terrorismo. A colaboração em inteligência e o treinamento conjunto de forças de segurança são tópicos prováveis. A questão da imigração, um tema perene e frequentemente polarizador, também estará em destaque. A administração Trump tem priorizado a segurança da fronteira sul dos EUA e buscará o apoio dos países da América Latina para controlar os fluxos migratórios e combater as redes de tráfico humano. A cooperação para enfrentar as causas-raiz da migração, como a pobreza e a violência, também pode ser debatida, embora com um foco maior na gestão de fronteiras.</p>
<p> A influência crescente da China na região</p>
<p>Um subtema importante, embora talvez não explicitamente declarado, é a crescente influência da China na América Latina. Pequim tem expandido significativamente seus investimentos e laços comerciais com países da região, tornando-se um parceiro econômico fundamental para muitos. Os Estados Unidos veem essa expansão com uma mistura de preocupação e ceticismo, alertando para os riscos de endividamento e dependência. A cúpula pode servir como um fórum para os EUA apresentarem alternativas de financiamento e investimento, além de discutir a importância de manter a soberania e a transparência nas relações econômicas internacionais. A retórica americana pode focar na construção de parcerias com o ocidente para evitar o que consideram uma &#8220;armadilha da dívida&#8221; e a perda de controle sobre infraestruturas estratégicas.</p>
<p> Expectativas e análises</p>
<p> Potenciais resultados e desafios diplomáticos</p>
<p>As expectativas para a cúpula de Miami são elevadas, mas os desafios diplomáticos são consideráveis. Embora seja improvável que acordos de grande escala sejam selados em um único dia, a reunião pode lançar as bases para futuras colaborações e aprofundar o entendimento mútuo. Um resultado positivo seria a emissão de uma declaração conjunta que reafirme o compromisso com a democracia, os direitos humanos e a cooperação regional em questões de segurança e comércio. O sucesso do encontro dependerá da capacidade dos líderes em encontrar pontos em comum e superar as diferenças de abordagem em temas sensíveis. A retórica e o tom das discussões serão cruciais para determinar o impacto a longo prazo do evento. Há sempre o risco de que as tensões existentes possam vir à tona, dificultando o consenso.</p>
<p> O significado de Miami como palco do encontro</p>
<p>A escolha de Miami como sede para a cúpula não é acidental. A cidade, um caldeirão cultural e econômico, é frequentemente referida como a &#8220;capital da América Latina&#8221; nos Estados Unidos. Sua grande população de imigrantes e exilados de diversos países latino-americanos, especialmente cubanos e venezuelanos, confere-lhe uma ressonância política única. Realizar o encontro em Miami permite que a administração Trump envie uma mensagem tanto para a comunidade latina nos EUA quanto para os governos da região, destacando a importância da diáspora e a conexão cultural. A cidade oferece um ambiente propício para discussões sobre a Venezuela, dado o forte ativismo da comunidade venezuelana exilada, e serve como um símbolo do engajamento americano com o continente.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A cúpula de Miami, liderada pelo presidente Donald Trump, representa um momento crucial para as relações entre os Estados Unidos e a América Latina. Com uma agenda densa que abrange desde a crise venezuelana até o comércio, segurança e a influência geopolítica na região, o encontro visa fortalecer laços e alinhar estratégias em um cenário global em constante mudança. Os resultados deste diálogo não apenas moldarão a política externa dos EUA no hemisfério, mas também terão implicações significativas para a estabilidade e o desenvolvimento dos países latino-americanos. A capacidade dos líderes de encontrar consenso e compromisso será fundamental para transformar as discussões em ações concretas e duradouras, reafirmando a importância da cooperação regional diante dos desafios e oportunidades compartilhados.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Quais são os principais temas a serem abordados na cúpula de Miami?<br />
Os principais temas incluem a crise na Venezuela, a cooperação em segurança e combate ao narcotráfico, questões de comércio e investimento, imigração e, implicitamente, a crescente influência da China na América Latina.</p>
<p> Por que Miami foi escolhida como sede para este encontro?<br />
Miami é considerada um centro estratégico para as relações com a América Latina, abrigando uma vasta comunidade latino-americana e sendo um polo econômico e cultural significativo. A escolha visa simbolizar a conexão dos EUA com a região e aproveitar o forte ativismo político local, especialmente em relação à Venezuela.</p>
<p> Quais países da América Latina são esperados para participar da cúpula?<br />
Embora a lista completa não tenha sido oficialmente divulgada, espera-se a presença de líderes de países-chave que mantêm relações estreitas com os Estados Unidos, como Brasil, Colômbia, Chile, Paraguai e Argentina.</p>
<p>Acompanhe os desdobramentos desta importante cúpula e entenda como as decisões tomadas em Miami impactarão o futuro das relações interamericanas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula chega à áfrica do sul para cúpula do g20</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lula-chega-a-africa-do-sul-para-cupula-do-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aterrissou em Joanesburgo, África do Sul, nesta sexta-feira (21), para participar da Cúpula de Líderes do G20, o grupo que reúne as maiores economias do mundo. Ao chegar à capital sul-africana, Lula expressou em suas redes sociais que o G20 em 2025 trará o lema &#8220;Solidariedade, Igualdade e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aterrissou em Joanesburgo, África do Sul, nesta sexta-feira (21), para participar da Cúpula de Líderes do G20, o grupo que reúne as maiores economias do mundo. Ao chegar à capital sul-africana, Lula expressou em suas redes sociais que o G20 em 2025 trará o lema &#8220;Solidariedade, Igualdade e Sustentabilidade&#8221;, temas considerados de fundamental importância para o Brasil e para o Sul Global.</p>
<p>O Brasil, que assumirá a presidência do bloco em 2024, tem uma participação de destaque nesta edição da cúpula, integrando a &#8220;troika&#8221; ao lado da África do Sul e dos Estados Unidos, próximo país a liderar o fórum. A troika representa a cooperação entre a presidência atual, a anterior e a futura do grupo, assegurando a continuidade e a preparação para a cúpula.</p>
<p>A presidência sul-africana definiu quatro prioridades para as discussões: o fortalecimento da resiliência e capacidade de resposta a desastres; a sustentabilidade da dívida pública de países de baixa renda; o financiamento para a transição energética justa; e os minerais críticos como motores de desenvolvimento e crescimento econômico.</p>
<p>O G20, principal órgão de cooperação econômica internacional criado em 1999, realizará a cúpula dividida em três sessões temáticas, resultando em uma declaração de líderes. Entre os avanços esperados, o texto abordará os princípios a serem observados na extração e beneficiamento de minerais estratégicos e terras raras.</p>
<p>Outros pontos da cúpula incluem a declaração dos ministros de Finanças sobre a sustentabilidade da dívida e um relatório sobre melhorias no funcionamento do G20. A presidência da África do Sul encerra o primeiro ciclo completo de presidências pelos países do grupo e continuou a prática iniciada pelo Brasil de realizar reuniões inclusivas durante a semana de alto nível da Organização das Nações Unidas (ONU), permitindo que países não membros do G20 também se manifestem.</p>
<p>No sábado (22), os líderes discutirão crescimento econômico sustentável, financiamento ao desenvolvimento, comércio e dívidas públicas. A sessão da tarde será dedicada às mudanças climáticas, redução de riscos de desastres, segurança alimentar e transição energética. No domingo (23), o tema central da reunião serão os minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial.</p>
<p>À margem da cúpula, o presidente Lula deverá realizar encontros bilaterais com chefes de Estado e autoridades presentes. Uma reunião entre os líderes do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas), iniciativa trilateral criada em 2003 para promover a cooperação entre os países do Sul Global, está agendada para o domingo.</p>
<p>Após a cúpula, Lula seguirá para Maputo, capital de Moçambique, onde fará uma visita de trabalho na segunda-feira (24), em meio às comemorações dos 50 anos das relações diplomáticas entre os dois países.</p>
<p>Moçambique é o principal beneficiário da cooperação brasileira na África, com recursos da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) investidos em áreas como saúde, agricultura, educação e formação profissional. Durante a visita, a cooperação em agricultura, empreendedorismo, saúde, educação e combate ao crime organizado deverá ser revista.</p>
<p>Os dois países também buscam ampliar o comércio e os investimentos, com a organização de um fórum empresarial que deverá reunir entre 150 e 200 empresários brasileiros e moçambicanos, com painéis sobre agronegócio, indústria, inovação e saúde.</p>
<p>Em Maputo, Lula se encontrará com o presidente do país, Daniel Chapo. A assinatura de um acordo sobre cooperação entre academias diplomáticas está prevista, e outros termos de cooperação técnica estão em negociação.</p>
<p>O presidente participará do encerramento do fórum empresarial e receberá o título de doutor honoris causa da Universidade Pedagógica de Maputo. O retorno de Lula ao Brasil está previsto para a segunda-feira.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Encerramento da cúpula dos povos ecoa demandas na amazônia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/encerramento-da-cupula-dos-povos-ecoa-demandas-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 20:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP30, encerrou-se na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, com a entrega da Declaração Final às autoridades. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, acompanhado de ministros, recebeu o documento que resume as discussões e propostas levantadas durante os cinco dias de evento. A cúpula reuniu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP30, encerrou-se na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, com a entrega da Declaração Final às autoridades. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, acompanhado de ministros, recebeu o documento que resume as discussões e propostas levantadas durante os cinco dias de evento.</p>
<p>A cúpula reuniu mais de 1,2 mil movimentos populares e organizações sociais de mais de 60 países, promovendo debates focados na crise climática e ambiental sob a perspectiva social, dos povos originários, das juventudes periféricas e dos trabalhadores.</p>
<p>O documento entregue às autoridades aponta o modo de produção capitalista como a principal causa da crise climática e propõe um projeto político que prioriza o internacionalismo popular e o feminismo. O texto rejeita &#8220;falsas soluções de mercado&#8221; e defende o financiamento público e a taxação dos mais ricos. A declaração também enfatiza a necessidade de proteger os territórios indígenas e comunidades locais, implementar a reforma agrária popular, entre outras demandas urgentes.</p>
<p>André Corrêa do Lago expressou gratidão pela participação e destacou que a carta fortalece a posição do Brasil na Zona Azul, espaço das negociações oficiais da COP. Ele planeja iniciar a reunião de alto nível, ressaltando a importância da participação da sociedade civil representada pela cúpula.</p>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, enfatizou o papel crucial dos indígenas e quilombolas na proteção do meio ambiente e celebrou o aumento da representação indígena na Zona Azul, com a participação de aproximadamente 900 pessoas.</p>
<p>Durante o encerramento, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, leu uma carta do presidente Lula, na qual ele anuncia seu retorno a Belém para um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, com o objetivo de fortalecer a governança climática e o multilateralismo.</p>
<p>O secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, atendeu a uma das demandas da cúpula, garantindo que nenhum projeto será implementado no rio Tapajós sem consulta prévia aos povos da região. Ele anunciou a criação de uma mesa de diálogo na Secretaria-Geral da Presidência para receber representantes desses povos em Brasília e construir soluções em conjunto.</p>
<p>Adicionalmente, foi apresentada uma carta da &#8220;Cúpula das Infâncias&#8221;, contendo reivindicações de crianças e adolescentes, que convocaram os adultos à ação. O evento paralelo destacou a importância de envolver as gerações mais jovens nas discussões sobre o futuro do planeta.</p>
<p>O encerramento das mobilizações foi marcado pelo tradicional &#8220;Banquetaço&#8221; na Praça da República, um momento de celebração e união entre os participantes da cúpula. Neste domingo, não houve eventos oficiais na Zona Azul, onde as negociações da COP30 estão sendo realizadas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Cúpula das américas remarcada para 2026 devido a divisões regionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 04:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[dominicano]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A República Dominicana anunciou o adiamento da Cúpula das Américas, transferindo a realização do evento de dezembro deste ano para 2026. A decisão foi justificada pelo governo dominicano em um comunicado oficial, que apontou para &#8220;profundas divisões&#8221; no continente americano como um obstáculo para um diálogo produtivo. Segundo o comunicado, a medida foi tomada em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A República Dominicana anunciou o adiamento da Cúpula das Américas, transferindo a realização do evento de dezembro deste ano para 2026. A decisão foi justificada pelo governo dominicano em um comunicado oficial, que apontou para &#8220;profundas divisões&#8221; no continente americano como um obstáculo para um diálogo produtivo.</p>
<p>Segundo o comunicado, a medida foi tomada em consenso com parceiros importantes, incluindo os Estados Unidos, país idealizador do fórum, e outras nações relevantes. O governo dominicano também consultou representantes de instituições internacionais essenciais para a organização da cúpula, como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).</p>
<p>O adiamento ocorre em um período de tensões na região, marcado pelo aumento da presença militar dos Estados Unidos no Caribe e por ações contra embarcações suspeitas de transportar drogas.</p>
<p>Em setembro, a República Dominicana já havia sinalizado um possível cenário de instabilidade ao anunciar que Cuba, Nicarágua e Venezuela não seriam convidados para a cúpula. Na ocasião, o governo dominicano justificou a decisão argumentando que esses países já haviam optado por não integrar a OEA e não participaram da edição anterior do evento. Acrescentou, ainda, que essa medida favoreceria uma maior participação e garantiria o bom desenvolvimento do fórum, considerando as circunstâncias hemisféricas.</p>
<p>A Cúpula das Américas é um fórum de alto nível que reúne chefes de Estado e de Governo dos países do continente americano para promover o diálogo político. A primeira edição do evento foi realizada em Miami, em 1994. A edição mais recente ocorreu em Los Angeles, em junho de 2022.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores dominicano não divulgou uma nova data para a realização da cúpula em 2026.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Após Cúpula do G20, Lula fala sobre desafios de presidir grupo e celebra consensos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[consensos]]></category>
		<category><![CDATA[cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[g20]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em coletiva antes de voltar ao Brasil, presidente disse que quer um G20 participativo, exalta potencial da Aliança Global dos Biocombustíveis e reforça interesse em fechar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre os desafios que o Brasil irá enfrentar no comando do G20, comentou sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Em coletiva antes de voltar ao Brasil, presidente disse que quer um G20 participativo, exalta potencial da Aliança Global dos Biocombustíveis e reforça interesse em fechar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia</em></h4>
<p>presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre os desafios que o Brasil irá enfrentar no comando do G20, comentou sobre as negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e celebrou os consensos e anúncios obtidos durante a 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do G20. O presidente concedeu entrevista coletiva em Nova Delhi, na Índia, na manhã desta segunda-feira, 11/9, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Nós queremos utilizar várias cidades brasileiras para que a gente faça o maior número de eventos possíveis do G20, tentar fazer um G20 mais popular. Ou seja, a sociedade se manifestar, participar, para que a gente possa, nas conclusões, mostrar um pouco do retrato de um G20 mais participativo”</p>
<p>Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República</p></blockquote>
<p>No domingo, durante a sessão de encerramento da cúpula, o presidente recebeu do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o martelo que simboliza a Presidência temporária do G20. O mandato terá início em dezembro de 2023, com duração de um ano. Para Lula, o evento na capital indiana foi um exemplo e traz desafios para o Brasil.</p>
<p><strong><a class="external-link" title="" href="https://www.flickr.com/photos/palaciodoplanalto/albums/72177720311101025" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->» Fotos da coletiva de imprensa em alta resolução (Flickr)</a></strong></p>
<p><strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevista-coletiva-concedida-pelo-presidente-da-republica-luiz-inacio-lula-da-silva-apos-participacao-na-cupula-do-g20-na-india" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->» Confira a transcrição da coletiva de imprensa do presidente Lula</a></strong></p>
<p><strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/assuntos/g20/pronunciamento-do-ministro-das-relacoes-exteriores-mauro-vieira-em-coletiva-de-imprensa-apos-a-cupula-do-g20" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->» Transcrição do pronunciamento do ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores)</a></strong></p>
<p>“O Brasil tem condições de sediar um evento desse com tranquilidade, um evento bem feito porque temos que cuidar da qualidade das discussões”, disse. “Nós queremos utilizar várias cidades brasileiras para que a gente faça o maior número de eventos possíveis do G20, tentar fazer um G20 mais popular. Ou seja, a sociedade se manifestar, a sociedade participar, para que a gente possa, nas conclusões, mostrar um pouco do retrato de um G20 mais participativo, de um G20 mais democrático”.</p>
<p>No papel de um dos líderes mundiais que deram ao G20 o formato atual durante a crise econômica mundial de 2008, Lula comemorou a oportunidade de presidir o grupo em seu terceiro mandato. Ele lembrou os temas centrais que o Brasil adotará na Presidência: o combate à fome e à desigualdade, o incentivo à transição energética e ao desenvolvimento sustentável e a busca por uma mudança nos sistemas de governança internacional.</p>
<p>“É muita responsabilidade para o Brasil fazer o G20. Todo mundo sabe que iremos colocar a questão da desigualdade como assunto principal da nossa discussão. É preciso, de uma vez por todas, que a gente tente levar em conta e criar uma certa indignação nos dirigentes com relação à desigualdade. A desigualdade de gênero, a desigualdade de raça, a desigualdade de educação, a desigualdade de saúde, a desigualdade de comida. Ou seja, o mundo está muito desigual”, ressaltou.</p>
<p><b>TRANSIÇÃO ENERGÉTICA</b> – Na questão da transição energética, o presidente falou sobre a importância da experiência brasileira na produção de energia limpa, de fontes renováveis e não poluentes. Para ele, o Brasil tem muito a ensinar nesse campo para os outros países, além de muita tecnologia.</p>
<p>“Vamos colocar na ordem do dia a questão da transição energética. O Brasil tem um potencial extraordinário na produção de energia limpa. Hoje, já temos, praticamente, da nossa energia elétrica, quase 90% totalmente limpa. E, no conjunto de energia, temos 50% contra 15% do restante do mundo. Então, nessa questão de combustível e energia limpa, o Brasil tem muito a ensinar aos outros países e, por isso, queremos compartilhar aquilo que somos capazes de produzir”, explicou.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Todo mundo sabe que o Brasil é o país que tem uma tradição, quase que de 50 anos, na produção de etanol. Todo mundo sabe o que tentamos fazer para que o mundo adotasse os biocombustíveis como alternativa ao petróleo. Já faz tempo, antes de qualquer crise de petróleo. É porque achamos que o mundo precisa ser despoluído&#8221;</p></blockquote>
<p>Exemplo disso é a <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/em-reuniao-bilateral-lula-e-primeiro-ministro-da-india-conversam-sobre-tecnologia-comercio-e-biocombustiveis" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->Aliança Global dos Biocombustíveis</a></strong>, que o presidente Lula lançou em Nova Delhi com os presidentes da Argentina, Alberto Fernández, dos Estados Unidos, Joe Biden, e com primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. A ideia é fomentar a produção e o uso de biocombustíveis, como o etanol, para buscar transportes menos poluentes em escala mundial.</p>
<p>“Todo mundo sabe que o Brasil é o país que tem uma tradição, quase que de 50 anos, na produção de etanol. Todo mundo sabe o que tentamos fazer para que o mundo adotasse os biocombustíveis como alternativa ao petróleo. Já faz tempo, antes de qualquer crise de petróleo. É porque achamos que o mundo precisa ser despoluído”, disse ele.</p>
<p><b>REFORMA INTERNACIONAL</b> – Na entrevista, Lula frisou a necessidade de se promover uma reforma das instituições internacionais, a maioria delas criada logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na metade do século 20. Para ele, a atuação dessas entidades não se modernizou ao longo do tempo, algo que precisa ocorrer para que os países em desenvolvimento possam ampliar seu espaço no cenário mundial.</p>
<p>“Outra coisa importante que vamos discutir é a questão da reforma das instituições multilaterais. O Banco Mundial precisa de mudança, é preciso que os países em desenvolvimento possam dirigir o banco. O FMI, desde a primeira reunião, a gente tenta propor mudanças e as mudanças são pequenas e não andam. E vamos também querer discutir a questão dos membros permanentes no Conselho de Segurança da ONU. É preciso mudar a geografia que está colocada lá, que é de 1945, e colocar uma geografia de 2024, ano que vai se dar a discussão no Brasil”, declarou o presidente.</p>
<div align="center">
<dl class="image-inline captioned">
<dt><a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/11092023_coletiva_lula_g20.jpeg" rel="lightbox noopener" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/11092023_coletiva_lula_g20.jpeg/@@images/76df20c8-1c66-47cf-8615-c87ea5ccd521.jpeg" alt="" width="760" height="506" /></a></dt>
<dd class="image-caption">Lula reforçou que, à frente do G20, o Brasil vai pautar a redução de desigualdades e a reforma de instituições multilaterais. Foto: Ricardo Stuckert /PR</dd>
</dl>
</div>
<p><b>PASSO PELA PAZ</b> – Em suas declarações, o presidente Lula comemorou o fato de a declaração final da cúpula, aprovada pelos membros do G20, incluindo a União Europeia, ter um destaque afirmando que a melhor saída para o conflito entre Rússia e Ucrânia é a via da paz. Para ele, a guerra já teve um preço alto demais, especialmente para a população ucraniana que precisou abandonar seu país.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>Eu disse que quero fazer o acordo (União Europeia e Mercosul), quero fazer uma reunião em que os presidentes estejam presentes para decidir. E dizer: ‘Quer ou não quer?’. Já faz 22 anos que estamos nisso. E sempre vejo, em algum setor da imprensa, a ideia de que é o Brasil que não quer, de que é a Argentina que não quer, que é o Mercosul que não quer. Nós queremos”</p></blockquote>
<p>“Parece pouco, mas os países do G20 terem assinado um documento de que a melhor forma para encontrar uma solução para o conflito entre Rússia e Ucrânia é tentar trabalhar pela paz. É uma coisa que a gente vem pregando já há algum tempo e eu acho que é o único caminho. Eu acho que todo mundo está pegando consciência de que essa guerra já está cansando a humanidade, cansando as pessoas, muito mais os refugiados ucranianos e russos, além das vítimas que a gente não vai conseguir trazer de volta. Portanto, você fazer com que toda a União Europeia assinasse um documento colocando a questão da paz na ordem do dia é um avanço importante”, sublinhou.</p>
<p><b>MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA</b> – Durante a cúpula na Índia, o presidente Lula se reuniu com <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/brasil-e-franca-vao-reeditar-parcerias-culturais-e-macron-preve-visita-ao-pais-em-2024" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->o presidente da França, Emmanuel Macron</a></strong>, com a <strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2023/09/presidente-cobra-clareza-de-europeus-sobre-acordo-com-mercosul" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" rel="noopener" data-tippreview->presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel</a></strong>. Nos três encontros, falou sobre a intenção de finalizar em breve o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, em negociação há mais de 20 anos.</p>
<p>“Eu disse que quero fazer o acordo, quero fazer uma reunião em que os presidentes estejam presentes para decidir. E dizer: ‘Quer ou não quer?’. Já faz 22 anos que nós estamos nisso. E sempre vejo, em algum setor da imprensa, a ideia de que é o Brasil que não quer, de que é a Argentina que não quer, que é o Mercosul que não quer. Nós queremos. Nós queremos e nós precisamos”, disse ele.</p>
<p>O impasse atual diz respeito a uma carta adicional enviada pelos europeus no início deste ano, que acrescenta ao tratado uma série de sanções econômicas que os países europeus poderiam impor se os sul-americanos não cumprissem determinadas metas ambientais, além de abrir as compras governamentais para participação estrangeira. O Brasil elaborou uma resposta, ratificada pelos demais membros do Mercosul, que foi entregue nas últimas semanas à União Europeia.</p>
<p>“Nós queremos ser tratados em igualdade de condições. Acordo comercial é uma via de duas mãos. Eu compro e eu vendo. Eu valorizo o meu e ele valoriza o dele. Nós temos que chegar a um ponto de equilíbrio. E, na minha opinião, temos que chegar, nesses próximos meses, a um acordo. Ou sim ou não. Ou fazer acordo ou parar de discutir o acordo, porque depois de 22 anos ninguém acredita mais”, afirmou.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/apos-cupula-do-g20-lula-fala-sobre-desafios-de-presidir-grupo-e-celebra-consensos/">Após Cúpula do G20, Lula fala sobre desafios de presidir grupo e celebra consensos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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