<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Constrangimento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/tag/constrangimento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Aug 2023 13:15:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>Constrangimento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Câmara aprova projeto que cria protocolo para atender vítimas de assédio em boate</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/camara-aprova-projeto-que-cria-protocolo-para-atender-vitimas-de-assedio-em-boate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 10:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estabelecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=20187</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (1º) projeto de lei que cria o chamado Protocolo “Não é Não” a fim de prevenir o constrangimento e a violência contra a mulher em ambientes nos quais sejam vendidas bebidas alcoólicas, como casas noturnas, boates e casas de espetáculos musicais em locais fechados ou shows. O Projeto [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/camara-aprova-projeto-que-cria-protocolo-para-atender-vitimas-de-assedio-em-boate/">Câmara aprova projeto que cria protocolo para atender vítimas de assédio em boate</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (1º) projeto de lei que cria o chamado Protocolo “Não é Não” a fim de prevenir o constrangimento e a violência contra a mulher em ambientes nos quais sejam vendidas bebidas alcoólicas, como casas noturnas, boates e casas de espetáculos musicais em locais fechados ou shows.</p>
<p>O Projeto de Lei 3/23, da deputada Maria do Rosário (PT-RS) e <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_autores?idProposicao=2345625" target="_blank" rel="noopener">outros 26 parlamentares</a>, será enviado ao Senado. O texto foi aprovado na forma de um <span id="4098" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original.">substitutivo</span> da relatora, deputada Renata Abreu (Pode-SP), segundo o qual ficam de fora das regras do projeto os eventos em cultos ou outros locais de natureza religiosa.</p>
<p>O protocolo deverá ser seguido ainda pela organização esportiva responsável pela organização de competições, conforme a Lei Geral do Esporte (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14597-14-junho-2023-794299-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener">Lei 14.597/23</a>).</p>
<p>“A despeito das providências já tomadas pelos empresários do setor de eventos, nas casas destinadas ao entretenimento, casos graves ocorrem, infelizmente, como os noticiados em passado próximo”, afirmou a relatora.</p>
<p>“Essa causa é de todas as mulheres e meninas que não aceitam de forma alguma a violência e o constrangimento”, disse Maria do Rosário, lembrando a participação de várias deputadas e deputados na construção do texto.</p>
<div>
<p>O texto estabelece que, na equipe dos estabelecimentos, haja pelo menos uma pessoa qualificada para atender ao protocolo. Também deverá ser mantida, em locais visíveis, a informação sobre como acioná-lo, assim como dos telefones da Polícia Militar e da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180).</p>
<p>O constrangimento é definido pelo texto como qualquer insistência, física ou verbal, sofrida pela mulher depois de manifestar a sua discordância com a interação.</p>
<p>Já a violência é caracterizada como o uso da força, resultando em lesão, morte e dano psicológico, entre outros, conforme a legislação penal. No caso de constrangimento, os estabelecimentos poderão adotar ações que julgarem cabíveis para preservar a dignidade e a integridade física e psicológica da denunciante e para subsidiar a atuação dos órgãos de saúde e de segurança pública eventualmente acionados.</p>
<p>Além disso, poderão retirar o ofensor do estabelecimento e impedir o seu reingresso até o término das atividades.</p>
<p>A todo caso, poderão criar um código próprio, a ser divulgado nos sanitários femininos, para que as mulheres possam alertar os funcionários sobre a necessidade de ajuda.</p>
<p><strong>Violência</strong><br />
Quanto às situações de violência, esses estabelecimentos deverão:</p>
<ul>
<li>proteger a mulher e dar-lhe apoio;</li>
<li>afastar a vítima do agressor, inclusive do seu alcance visual, facultando a ela acompanhamento de pessoa de sua escolha;</li>
<li>colaborar para a identificação das possíveis testemunhas do fato;</li>
<li>solicitar o comparecimento da Polícia Militar ou do agente público competente; e</li>
<li>isolar o local específico onde existam vestígios da violência, até a chegada da Polícia Militar ou do agente público competente.</li>
</ul>
<p>Caso o local disponha de sistema de câmeras de segurança, deverá ser garantido o acesso às imagens pela Polícia Civil, pela perícia oficial e pelos diretamente envolvidos, preservando as imagens por um mínimo de 30 dias.</p>
<p><strong>Direitos</strong><br />
O PL 3/23 lista ainda direitos da mulher no âmbito dessa prevenção, a serem observados pelo estabelecimento, como ser prontamente protegida pela equipe do local para relatar o constrangimento ou violência; ser informada sobre os seus direitos; ser imediatamente afastada e protegida do agressor; e ter respeitadas as suas decisões em relação às medidas de apoio previstas.</p>
<p>Caberá à mulher definir se sofreu constrangimento ou violência e, se ela decidir deixar o local, deverá ser acompanhada até o seu transporte.</p>
<p><strong>Princípios</strong><br />
Dentro do Protocolo “Não é Não”, o texto aprovado determina a observância de quatro princípios:</p>
<ul>
<li>respeito ao relato da vítima sobre o constrangimento ou violência sofrida;</li>
<li>preservação da dignidade, da honra, da intimidade e da integridade física e psicológica da vítima;</li>
<li>celeridade no cumprimento do protocolo; e</li>
<li>articulação de esforços públicos e privados para o enfrentamento ao constrangimento e à violência.</li>
</ul>
<p>Quanto a essa articulação de esforços, o texto prevê que o poder público promoverá campanhas educativas sobre o protocolo e ações de formação periódica para conscientização sobre o mesmo e para sua implementação. Essas ações serão voltadas aos empreendedores e trabalhadores dos estabelecimentos.</p>
<p><strong>Selo</strong><br />
O PL 3/23 cria também o Selo “Não é Não” – Mulheres Seguras, a ser concedido pelo poder público a qualquer outro estabelecimento comercial não abrangido pela obrigatoriedade de cumprimento do protocolo.</p>
<p>Vinculada ao selo, deverá ser divulgada uma lista dos locais que o possuírem, classificados como local seguro para mulheres.</p>
<p><strong>Penalidades</strong><br />
O descumprimento, total ou parcial, do Protocolo “Não é Não” implicará em advertência e em outras penalidades previstas em lei.</p>
<p>Já para as empresas que tiverem o selo, elas o perderão e também serão excluídas da lista de “Local Seguro para Mulheres”.</p>
<p><strong>Debate</strong><br />
Parlamentares que tiveram projetos <span id="4069" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer.">apensados</span> ao PL 3/23 ou que foram coautores da proposta se manifestaram a favor do texto aprovado. O deputado Duarte Jr. (PSB-MA) lembrou dados sobre assédio. “Dois terços das brasileiras já relataram ter sofrido algum tipo de assédio em bares e restaurantes. Se elas atuam no comércio de bebidas, dentro dos bares e restaurantes, esse número sobe para 78%”, declarou.</p>
<p>Para o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), “é importante que casas noturnas e outros lugares públicos tenham compreensão da importância desse acolhimento, uma condição para que as mulheres se sintam com vontade de estar nesses ambientes”.</p>
<p>“Este projeto cria uma revolução de postura, de segurança para as mulheres brasileiras que, por muitas e muitas vezes e em muitas e muitas circunstâncias, passaram os piores constrangimentos”, afirmou o deputado Ruy Carneiro (PSC-PB).</p>
<p>Segundo a deputada Delegada Ione (Avante-MG), “esse protocolo é um divisor de águas no Brasil, porque muitas violências contra a mulher são realizadas dentro de estabelecimentos e ela tem medo de denunciar”.</p>
<p>“Como mulher, fico mais contente em saber que as mulheres poderão ficar mais seguras nesses lugares, vestindo a roupa que quiserem”, disse a deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE).</p>
<p>Já a deputada Dandara (PT-MG) ressaltou que o Brasil ocupa a quinta posição mundial no ranking de feminicídio. “Não podemos relativizar a violência contra a mulher. O feminicídio é só a ponta desse iceberg”, disse.</p>
<p>O “Protocolo Não é Não” foi inspirado ao que existe na cidade de Barcelona (Espanha), conhecido como “No Callem”, para combater a violência sexual em espaços privados noturnos. O protocolo foi aplicado em episódio que resultou na prisão do jogador de futebol Daniel Alves, acusado de estuprar uma mulher em uma boate daquela cidade.</p>
</div>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reportagem – Eduardo Piovesan<br />
Edição – Pierre Triboli</p>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/camara-aprova-projeto-que-cria-protocolo-para-atender-vitimas-de-assedio-em-boate/">Câmara aprova projeto que cria protocolo para atender vítimas de assédio em boate</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
