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	<title>comissões &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Cinco comissões da Câmara dos Deputados seguem sem instalação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:01:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O calendário legislativo de março já está em pleno curso, mas a Câmara dos Deputados enfrenta um cenário de indefinição com a situação de cinco comissões que ainda não foram oficialmente instaladas. Essa demora na formação de colegiados cruciais para o funcionamento do parlamento levanta preocupações sobre o ritmo e a eficácia das atividades legislativas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O calendário legislativo de março já está em pleno curso, mas a Câmara dos Deputados enfrenta um cenário de indefinição com a situação de cinco comissões que ainda não foram oficialmente instaladas. Essa demora na formação de colegiados cruciais para o funcionamento do parlamento levanta preocupações sobre o ritmo e a eficácia das atividades legislativas e de fiscalização. A ausência de presidentes e membros titulados impede que pautas importantes sejam discutidas, projetos analisados e relatórios elaborados, impactando diretamente a capacidade de resposta da Casa a demandas urgentes da sociedade. O início do ano parlamentar é tradicionalmente marcado por intensas negociações entre as lideranças partidárias para a distribuição das presidências e relatorias, refletindo o equilíbrio de forças políticas e a estratégia de cada bloco. Contudo, a persistência dessa lacuna em comissões-chave sugere entraves significativos que transcendem as habituais articulações, sinalizando possíveis impasses que retardam o andamento da agenda legislativa e a capacidade do Congresso de responder prontamente aos desafios nacionais.</p>
<p> A importância das comissões na estrutura legislativa</p>
<p> O papel vital para a democracia</p>
<p>As comissões parlamentares são a espinha dorsal do processo legislativo. É nelas que a maior parte do trabalho técnico, de análise e de aprimoramento das propostas ocorre antes de um projeto de lei ser submetido ao plenário. Estes colegiados especializados têm a responsabilidade de examinar a constitucionalidade, a legalidade, a conveniência e o mérito das matérias, além de promover debates aprofundados com a sociedade civil, especialistas e representantes de diversos setores. São fóruns essenciais para a investigação de denúncias, a fiscalização de atos do Poder Executivo, a convocação de ministros e a avaliação da aplicação de recursos públicos. Sem o funcionamento pleno dessas comissões, a capacidade de o Parlamento cumprir suas funções constitucionais de legislar, fiscalizar e representar é severamente comprometida, afetando diretamente a transparência e a eficácia da governança democrática.</p>
<p> Impacto direto na agenda política</p>
<p>A não instalação de cinco comissões, especialmente se forem colegiados estratégicos, gera um engarrafamento legislativo imediato. Comissões como a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a de Finanças e Tributação (CFT), ou mesmo comissões temáticas como as de Educação, Saúde ou Meio Ambiente, são vitais para o andamento de pautas prioritárias para o país. A ausência de seus presidentes e membros titulares impede a designação de relatores, a realização de audiências públicas e a emissão de pareceres, paralisando a tramitação de projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e medidas provisórias. Isso significa que discussões cruciais sobre o orçamento, reformas estruturais, políticas sociais ou emergências nacionais podem ficar estagnadas, atrasando decisões importantes e a implementação de ações que impactam diretamente a vida dos cidadãos. A morosidade resultante dessa situação pode, inclusive, gerar descrédito na capacidade de resposta do Poder Legislativo.</p>
<p> Os bastidores das negociações e os motivos do impasse</p>
<p> Disputa por espaços estratégicos</p>
<p>A formação das comissões é um intrincado jogo de forças políticas, onde a distribuição das presidências e relatorias mais cobiçadas é objeto de intensas negociações. As presidências de comissões estratégicas conferem aos partidos e blocos parlamentares não apenas visibilidade e prestígio, mas também poder de pautar discussões, influenciar o ritmo de votações e, em última instância, moldar o conteúdo da legislação. A regra geral é que a distribuição se dê de forma proporcional ao tamanho das bancadas, mas acordos políticos, alianças e o histórico de apoio à mesa diretora da Câmara frequentemente alteram essa lógica. O fato de cinco comissões ainda estarem sem instalação sugere que as articulações para esses espaços podem ter encontrado resistências inesperadas ou que as demandas de diferentes grupos estão em choque, dificultando o consenso necessário para a composição definitiva dos colegiados.</p>
<p> Cenário político complexo</p>
<p>O impasse na instalação das comissões pode ser um reflexo de um cenário político mais amplo e complexo. A dificuldade em formar esses grupos de trabalho pode estar ligada a tensões entre o governo e a oposição, disputas internas na base governista ou mesmo racha entre partidos que antes atuavam em conjunto. A falta de clareza nas prioridades ou a busca por uma maior fatia do poder por parte de determinados blocos pode atrasar a formalização dos acordos. O presidente da Câmara dos Deputados, responsável por conduzir essas negociações, assume um papel central na mediação desses conflitos, buscando equilibrar os interesses e garantir que a Casa possa operar em sua plenitude. A prolongada indefinição indica que as negociações estão em um ponto delicado, com possíveis desdobramentos que podem influenciar a governabilidade e a estabilidade política do país nos próximos meses.</p>
<p> Consequências para a governabilidade e fiscalização</p>
<p>A ausência de comissões instaladas e em pleno funcionamento representa um entrave significativo para a governabilidade e para a efetividade da fiscalização parlamentar. Projetos de lei essenciais para o governo podem ter sua tramitação atrasada, comprometendo o cronograma de reformas e a implementação de políticas públicas. Da mesma forma, a capacidade de oposição e da sociedade civil de fiscalizar os atos do Executivo é mitigada, uma vez que as comissões são os principais canais para pedidos de informação, convocação de autoridades e instauração de investigações. Essa paralisia pode gerar um ambiente de insegurança jurídica e política, afetando a confiança dos investidores e a percepção pública sobre a eficiência do poder legislativo. A celeridade na resolução desse impasse é crucial para que a Câmara dos Deputados possa retomar plenamente suas atividades e cumprir seu papel fundamental na democracia brasileira.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Por que as comissões parlamentares são tão importantes?<br />
As comissões são onde a maior parte do trabalho legislativo técnico e especializado ocorre. Elas analisam projetos de lei, fiscalizam o Poder Executivo, realizam audiências públicas e emitem pareceres, sendo fundamentais para a qualidade das leis e a transparência da gestão pública.</p>
<p> Quais são as possíveis causas para o atraso na instalação?<br />
O atraso é geralmente atribuído a intensas negociações políticas entre os partidos e blocos parlamentares para a distribuição das presidências e relatorias das comissões. Disputas por espaços estratégicos, divergências internas em coalizões e a complexidade do cenário político são fatores comuns.</p>
<p> Quais são as principais consequências desse atraso?<br />
As consequências incluem a paralisação da tramitação de projetos de lei importantes, o atraso na fiscalização de atos do governo, a redução da capacidade de resposta do Congresso a demandas sociais urgentes e um possível impacto na governabilidade e na imagem do Poder Legislativo.</p>
<p>Para mais análises aprofundadas sobre o cenário político e o andamento do Poder Legislativo, explore outros artigos em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Comissões da Alesp dão aval a projeto de reestruturação do saneamento básico paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 13:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De autoria do Governo do Estado, PL 1083/2025 concentra serviços de abastecimento e esgoto em duas Unidades Regionais de Saneamento Básico (Uraes) Em reunião conjunta de Comissões da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, os parlamentares deram aval ao Projeto de Lei 1083/2025, que trata da reestruturação da política de saneamento básico no estado. Seguindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>De autoria do Governo do Estado, PL 1083/2025 concentra serviços de abastecimento e esgoto em duas Unidades Regionais de Saneamento Básico (Uraes)</em></strong></h4>
<p>Em reunião conjunta de Comissões da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, os parlamentares deram aval ao <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000632418" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000632418&amp;source=gmail&amp;ust=1763644180564000&amp;usg=AOvVaw2oUN3IyVnz8VrB3O6B8I8z"><u>Projeto de Lei 1083/2025</u></a>, que trata da reestruturação da política de saneamento básico no estado. Seguindo agora para votação em Plenário, a proposta do Poder Executivo consiste em concentrar os serviços de abastecimento de água e esgoto dos 645 municípios paulistas em apenas duas Unidades Regionais de Saneamento Básico (Uraes). Hoje, elas são quatro.<br />
A iniciativa busca atender as metas nacionais de universalização previstas pelo Novo Marco de Saneamento, tanto no acesso à água potável quanto na coleta e no tratamento do esgoto. A redução das Unidades Regionais de Saneamento Básico (Uraes) também leva em conta a integração entre as bacias hidrográficas e a viabilidade econômico-financeira do modelo.<br />
De acordo com a justificativa do PL, as unidades regionais 2, 3 e 4 não foram implementadas como se esperava. Dessa forma, surgiu a necessidade de alterar a estrutura prevista, trazendo mais harmonia para a dinâmica técnica, hidrográfica e à sustentabilidade econômica do saneamento estadual.<br />
A Urae-1 &#8211; responsável pelos 371 municípios ligados aos serviços da Sabesp &#8211; segue suas atividades normalmente, enquanto a Urae-2 será reestruturada a fim de contemplar os 274 demais municípios paulistas. O PL também prevê que seja feita uma manifestação formal de adesão por parte dos municípios que irão integrar a nova Urae-2.<br />
Além disso, a medida prevê a possibilidade de criação de Subunidades Regionais de Saneamento Básico (Sub-Uraes), baseadas em critérios técnicos e hidrográficos de cada região.<br />
&#8220;Tivemos o total cuidado ao analisar esse projeto antes de aprová-lo nas Comissões. Ele vai fortalecer bastante a participação da sociedade e facilitar a implementação de novos projetos de saneamento. O projeto é extremamente importante e traz para nós um plano inovador e eficiente&#8221;, descreveu o relator do projeto, deputado Oseias de Madureira (PSD).<br />
<strong>Emendas</strong><br />
Além do texto original, foram acatadas quatro emendas propostas pelos deputados. Segundo Oseias, &#8220;elas garantem mais transparência e nitidez ao projeto&#8221; e, por isso, foram incluídas.<br />
Exemplo disso é a emenda nº 4, que acrescenta um novo artigo ao projeto, dispondo que as Uraes e as Sub-Uraes deverão publicar, anualmente, um relatório contendo as metas de universalização, tarifas praticadas, investimentos realizados e previstos, indicadores de qualidade e desempenho dos serviços.<br />
Destaca-se também a emenda nº 5, que, em forma de subemenda, prevê que a criação de Sub-Uraes deverá considerar, além dos critérios técnicos e financeiros, aspectos sociais e ambientais, tais como a vulnerabilidade hídrica, o risco climático e a capacidade de adaptação dos municípios frente a eventos extremos</p>
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		<title>Comissões da Alesp dão aval a projeto de desestatização da Sabesp; proposta segue para Plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 08:04:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com 27 votos favoráveis, relatório feito pelo deputado Barros Munhoz foi acatado pelos parlamentares presentes &#160; O projeto de lei que autoriza a desestatização da Sabesp recebeu aval durante reunião conjunta de comissões da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, nesta quarta-feira (22), e está pronto para discussão em Plenário. Com 27 votos favoráveis, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Com 27 votos favoráveis, relatório feito pelo deputado Barros Munhoz foi acatado pelos parlamentares presentes</em></h2>
<p>&nbsp;</p>
<div class="rw">
<div class="col-lg-12">
<div class="row">
<div class="col-lg-8">
<p>O projeto de lei que autoriza a desestatização da <strong>Sabesp</strong> recebeu aval durante reunião conjunta de comissões da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, nesta quarta-feira (22), e está pronto para discussão em Plenário. Com 27 votos favoráveis, o relatório feito pelo deputado Barros Munhoz (PSDB) foi acatado pelos parlamentares.</p>
<p>O <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000505238" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei 1501/2023</a>, encaminhado para deliberação do Parlamento pelo governador<strong> Tarcísio de Freitas</strong>, pretende autorizar a desestatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) por meio da negociação de ações do Estado na empresa.</p>
<p>A proposta deu entrada na Casa no dia 18 de outubro e, durante o período em que esteve em pauta, recebeu 173 emendas &#8211; que propõem acrescentar ou alterar dispositivos da matéria &#8211; e quatro substitutivos contrários à desestatização da companhia.</p>
<p>O projeto, bem como as emendas e substitutivos apresentados, foi analisado pelas comissões de Constituição, Justiça e Redação; Finanças, Orçamento e Planejamento; e Infraestrutura da Alesp.</p>
<h4>
<b>Relatório aprovado</b></h4>
<p>O voto acatado durante a reunião de comissões desta terça é favorável à aprovação do <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000505238" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei 1501/2023</a> com a inclusão de 26 emendas parlamentares, que foram incorporadas ao texto da proposta na forma de quatro subemendas.</p>
<p>As emendas incluem dispositivos que visam garantir a redução da tarifa cobrada pela Sabesp por meio de um fundo especial a ser criado pelo Estado; a estabilidade dos atuais servidores da companhia por um período de seis meses após a efetiva desestatização da empresa; e assegurar a formação de um conselho de orientação para a Sabesp que deverá contar com indicações do Poder Legislativo.</p>
<p>O autor <strong>Barros Munhoz</strong> defendeu que o processo de desestatização proposto é seguro e o Estado continuará participando das decisões da companhia. &#8220;O Estado tem o poder de veto, não é uma privatização como a da Enel, que quem manda é o privado. É uma desestatização em que o Estado continua tendo sua força&#8221;, afirmou.</p>
<h4>
<p><b>Demais votos apresentados</b></h4>
<p>Além do voto do relator, a reunião conjunta de comissões analisou e votou outros três diferentes relatórios: um da Bancada do Partido dos Trabalhadores; um apresentado pelo deputado <strong>Caio França</strong> (PSB); e outro de autoria do deputado<strong> Luiz Fernando</strong> (PT).</p>
<p>O voto apresentado pelos deputados do PT é contrário à desestatização da Sabesp e, dentre outros pontos, pede a retirada da urgência ao PL, além de questionar a legalidade da proposta. &#8220;Peço que possamos continuar o debate, esqueçamos a questão da urgência e que esta Casa possa convocar audiências públicas em todo o território do Estado, como foi com o Orçamento, para que nós possamos ouvir devidamente a sociedade&#8221;, solicitou o <strong>deputado Reis</strong> (PT).</p>
<p>O deputado <strong>Rômulo Fernandes</strong> (PT) defendeu o arquivamento do projeto e a obstrução para não aprovação da matéria. &#8220;Estamos tentando em várias frentes. Estamos tentando judicialmente, com audiências públicas, na mobilização popular. No nosso entendimento [o projeto] deveria ser uma PEC&#8221;, afirmou.</p>
<p>Já o relatório apresentado pelo deputado Luiz Fernando defende a manutenção da companhia como empresa pública. &#8220;Tudo aquilo que é estratégico, o Estado tem que estar à frente. A Sabesp pode tirar participação do seu lucro e usar para diminuir a tarifa&#8221;, disse.</p>
<p>Em contrapartida, o voto do deputado Caio França buscava autorizar a desestatização, mas com a inclusão de 18 emendas que &#8216;diminuíssem os impactos desta ação&#8217;. &#8220;Existem serviços que podem ser privatizados, porém existem serviços que devem ser prestados pelo Poder Público. Consumo de água e saneamento básico, que garantem saúde para as pessoas, não pode estar sujeito à necessidade de lucro da iniciativa privada&#8221;, defendeu o parlamentar.</p>
<h4>
<p><b>Próxima etapa</b></h4>
<p>O <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000505238" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei 1501/2023</a> tramita em regime de urgência e, com o aval das comissões permanentes da Casa, agora está pronto para ser incluído na Ordem do Dia e ser discutido e votado em Plenário.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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