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	<title>Censo &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>IBGE lança Censo Nacional inédito para mapear População em Situação de Rua</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o lançamento do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, um passo histórico e fundamental na busca por visibilidade e dignidade para um dos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira. Este levantamento inédito tem como objetivo primordial contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o lançamento do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, um passo histórico e fundamental na busca por visibilidade e dignidade para um dos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira. Este levantamento inédito tem como objetivo primordial contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente as pessoas que vivem sem moradia fixa, fornecendo dados cruciais para a formulação e o aprimoramento de políticas públicas eficazes e focadas. A iniciativa representa uma resposta a uma demanda histórica de tornar visível uma população que, por muito tempo, permaneceu à margem das estatísticas oficiais e das atenções governamentais. O lançamento simbólico do censo ocorreu em locais estratégicos, como o Centro Integrado de Atendimento à População em Situação de Rua (CI-POP) no Rio de Janeiro, sublinhando o compromisso de alcançar e compreender as complexas realidades vivenciadas por milhares de brasileiros em todo o território nacional.</p>
<p> O marco do Censo: visibilidade e dignidade para os invisibilizados</p>
<p> A escolha simbólica dos locais de lançamento</p>
<p>A oficialização do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua pelo IBGE foi estrategicamente planejada para ocorrer em locais que representam a linha de frente do atendimento a este segmento da população. O Centro Integrado de Atendimento à População em Situação de Rua (CI-POP), no centro do Rio de Janeiro, foi o palco para um dos anúncios mais significativos. Este espaço é um ponto crucial de apoio, onde são realizados cerca de duzentos atendimentos diários, oferecendo uma gama de serviços essenciais dos governos federal, estadual e municipal. No CI-POP, as pessoas podem emitir documentos, vital para a cidadania, e se inscrever em programas sociais, abrindo portas para reintegração e apoio. A escolha de um local como o CI-POP não é aleatória; ela ressalta a intenção do IBGE de aproximar o censo da realidade vivenciada por esta população, reconhecendo a importância de uma abordagem sensível e contextualizada. O lançamento do censo, de forma escalonada, começou em Belém (PA) e prosseguiu em outras capitais, como São Paulo, demonstrando a abrangência nacional e o compromisso do IBGE em alcançar todas as regiões do país. Esta abordagem faseada busca adaptar a metodologia às particularidades de cada localidade, garantindo uma coleta de dados mais eficaz e representativa.</p>
<p> O clamor por reconhecimento: a voz da rua</p>
<p>A necessidade de um censo dedicado à população em situação de rua é ecoada pelos próprios indivíduos que vivem essa realidade. Igor dos Santos, que busca assistência no CI-POP, compartilhou seu depoimento, destacando as inúmeras dificuldades enfrentadas. &#8220;Por muitas das vezes, nós que estamos em situação de rua, não é por vontade própria, e sim por atitudes ao qual nos levaram e por circunstâncias ao qual também nos levaram&#8221;, afirmou, desmistificando a percepção comum de que a vida nas ruas é uma escolha. Ele sublinhou a constante discriminação e os &#8220;olhares de menosprezo&#8221; que sofrem diariamente, evidenciando a invisibilidade social e o estigma que acompanham essa condição. A busca de Igor por ajuda para emitir seus documentos é um reflexo direto da exclusão e da perda de acesso a direitos básicos que essa população enfrenta. O censo, ao contabilizar e caracterizar essa parcela da sociedade, busca não apenas trazer números, mas dar voz e dignidade a indivíduos como Igor, cujas histórias e necessidades muitas vezes permanecem silenciadas e desconhecidas pela sociedade e pelos formuladores de políticas. Ao registrar suas existências, o IBGE pretende oferecer um caminho para que o poder público possa, de fato, &#8220;pedir ajuda&#8221; para eles, na forma de políticas eficazes.</p>
<p> Metodologia, desafios e o futuro das políticas públicas</p>
<p> O rigor da coleta de dados e a cronologia do Censo</p>
<p>A realização de um censo para a população em situação de rua exige uma metodologia rigorosa e adaptada às suas particularidades. A coleta de informações está programada para ocorrer no período entre 3 e 7 de julho de 2028. Este intervalo de tempo específico é crucial para assegurar a máxima cobertura e minimizar duplicações, dada a mobilidade característica dessa população. Até a data da coleta, o IBGE dedicará um período extenso a treinamentos intensivos dos recenseadores, que incluirão provas piloto sobre o trabalho de campo. Esta etapa preparatória é fundamental para capacitar os profissionais a lidar com as complexidades e sensibilidades envolvidas no contato com pessoas em situação de rua, garantindo que a abordagem seja respeitosa, eficaz e segura. Os primeiros resultados deste censo histórico são esperados para serem divulgados em dezembro de 2028, prometendo oferecer um panorama inédito e detalhado sobre o perfil demográfico e socioeconômico dessa população em todo o Brasil. A meticulosa preparação e o cronograma bem definido reforçam o compromisso do IBGE com a precisão e a confiabilidade dos dados a serem gerados.</p>
<p> Da invisibilidade à ação: o fortalecimento das políticas públicas</p>
<p>A diretora de Geociências do IBGE, Maria do Carmo Bueno, ressaltou a importância do censo como um instrumento de transformação social. &#8220;A população em situação de rua sempre foi historicamente invisibilizada&#8221;, afirmou, destacando o papel do IBGE em reverter esse quadro. O objetivo é claro: &#8220;o IBGE agora pretende torná-la visível. E mais do que dar visibilidade, pretende também trazer dignidade para essa população&#8221;. A coleta de dados demográficos e socioeconômicos precisos é a base para a criação de políticas públicas verdadeiramente eficazes. Sem dados confiáveis, programas de habitação, saúde, educação, qualificação profissional e assistência social não conseguem atingir seu público-alvo de maneira eficiente, resultando em desperdício de recursos e na perpetuação da vulnerabilidade. Ao fornecer informações detalhadas sobre a idade, sexo, escolaridade, motivos para a situação de rua e necessidades específicas, o censo permitirá aos governos federal, estadual e municipal formular e implementar ações direcionadas que possam, de fato, resolver essa complexa situação. A visibilidade conferida pelo censo é o primeiro passo para o reconhecimento de direitos e a promoção da inclusão social, um avanço fundamental na busca por uma sociedade mais equitativa e justa.</p>
<p> Os desafios únicos de recensear uma população móvel e vulnerável</p>
<p>Recensear a população em situação de rua apresenta desafios singulares que transcendem os levantamentos demográficos convencionais. A mobilidade constante dos indivíduos, a ausência de um endereço fixo e, muitas vezes, a desconfiança em relação às autoridades podem dificultar significativamente a coleta de dados. Há também a diversidade de razões que levam as pessoas à rua, que vão desde a perda de emprego e conflitos familiares até problemas de saúde mental e dependência química, exigindo uma compreensão e sensibilidade aprofundadas por parte dos recenseadores. A garantia da voluntariedade na participação e a proteção da privacidade dos entrevistados são premissas éticas inegociáveis. Para superar esses obstáculos, o IBGE planeja estratégias como a realização de entrevistas noturnas em locais de maior concentração dessa população, o estabelecimento de parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e instituições religiosas que já atuam junto a esse público, e o treinamento específico dos recenseadores para abordagens empáticas e não invasivas. A capacidade de construir confiança e adaptar a metodologia às realidades locais será crucial para o sucesso deste censo, garantindo que nenhum cidadão seja deixado para trás nas estatísticas oficiais.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual é o principal objetivo do Censo Nacional da População em Situação de Rua?<br />
O principal objetivo é contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente a população em situação de rua no Brasil, fornecendo dados precisos para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas eficazes.</p>
<p>Quando e onde as informações do censo serão coletadas e divulgadas?<br />
A coleta de dados está prevista para ocorrer entre 3 e 7 de julho de 2028, após um período de intensos treinamentos e provas piloto. Os primeiros resultados devem ser divulgados em dezembro de 2028.</p>
<p>Como o censo irá contribuir para as políticas públicas?<br />
Ao tornar essa população visível e fornecer dados detalhados, o censo permitirá que governos federal, estadual e municipal criem políticas públicas mais direcionadas e eficazes em áreas como habitação, saúde, educação, qualificação profissional e assistência social, buscando trazer dignidade e resolver a situação da rua.</p>
<p>Quais são os principais desafios na realização deste censo?<br />
Os principais desafios incluem a mobilidade da população, a ausência de endereços fixos, a necessidade de construir confiança, a diversidade de causas da situação de rua e a garantia de uma abordagem ética e respeitosa por parte dos recenseadores.</p>
<p>Para acompanhar de perto o desenvolvimento deste censo histórico e as futuras ações decorrentes para apoiar a população em situação de rua, consulte regularmente as publicações e o portal oficial do IBGE.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Barueri atrai mais moradores e número de habitantes cresce 31,45%, aponta o Censo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 10:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Crescimento e o desenvolvimento de Barueri têm atraído cada vez mais moradores e investidores. Isso refletiu um aumento populacional nos últimos anos, alcançando a marca de 316.473 habitantes, como aponta os primeiros resultados oficiais do Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 28 de junho. &#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<p style="text-align: left;" align="center"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O Crescimento e o desenvolvimento de Barueri têm atraído cada vez mais moradores e investidores. Isso refletiu um aumento populacional nos últimos anos, </span><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">alcançando a marca de 316.473 habitantes</span><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">, como aponta os primeiros resultados oficiais do Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 28 de junho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">No Censo de 2010, o último realizado pelo IBGE, Barueri registrava 240.749 habitantes. Comparado aos novos dados, a taxa de crescimento populacional em 2022 teve uma elevação de 31,45%, um aumento de 75.724 pessoas a mais no município, que equivale ao acréscimo de 1 morador a cada 17 horas. Em 2010 eram aproximadamente 72 mil domicílios e em 2022 foram contabilizados 124 mil. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Com uma densidade demográfica de 4.816,87 habitantes por km² e uma média de 2,89 moradores por residência, Barueri está em 23º lugar no Estado de São Paulo, em 43º na região Sudeste e em 88º no Brasil de acordo com o ranking de população dos municípios. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Esse levantamento ocorre a cada década e detalha a situação socioeconômica de todo o País. Neste dado atualizado, Barueri é o 50º município do Brasil com maior acréscimo em sua população e o 88º dentre os mais populosos do País, subindo 16 posições nesse ranking, com uma taxa de crescimento de 2,31%, cinco vezes maior que a média nacional.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Cidade escolhida para morar e investir</span></b></p>
<p><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Considerada referência no item qualidade de vida, Barueri também é conhecida como a cidade de grandes oportunidades de negócio e de investimentos. Destaque para a Aldeia, um dos bairros em ascensão que tem apresentado nos últimos anos um elevado número de edifícios comerciais e residenciais em construção e muitos já entregues.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">E foi esse bairro que a secretária executiva Cláudia Arruda Sid Ribas e seu marido escolheram para morar. “Barueri proporciona tudo que a gente precisa, tem toda a estrutura de um município desenvolvido e está muito próxima à capital paulista. Nós já conhecíamos a cidade porque meu irmão mora em Alphaville, polo do marketing e do digital, pois são ramos de trabalho do meu marido, e onde moramos por um ano, mas optamos mesmo por esse bairro porque lembra uma cidade do interior, é tranquilo, tem tudo perto e isso nos chamou a atenção. Estamos gostando bastante e construindo a nossa vida aqui”, conta Cláudia, que morava em Cordeirópolis, no interior de São Paulo, e vive em Barueri desde 2020.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Moradores de Osasco podem agendar  pesquisa do Censo pelo telefone 137</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/moradores-de-osasco-podem-agendar-pesquisa-do-censo-pelo-telefone-137/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 10:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[agendamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores de Osasco que ainda não responderam o Censo 2022 podem ligar para o Disque-Censo 137 e agendar participação na pesquisa. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone fixo ou celular todos os dias da semana, das 8h às 21h30. Segundo o IBGE, órgão que é responsável pelo estudo, mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Moradores de Osasco que ainda não responderam o Censo 2022 podem ligar para o Disque-Censo 137 e agendar participação na pesquisa. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone fixo ou celular todos os dias da semana, das 8h às 21h30.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Segundo o IBGE, órgão que é responsável pelo estudo, mais de 83% da população já foi recenseada. O instituto espera que com o atendimento telefônico, o fim da coleta seja agilizado. Os agentes censitários iniciaram a pesquisa nos domicílios em agosto do ano passado.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Ao receber a ligação, os atendentes pedem que o morador se certifique de que nenhuma outra pessoa que reside no domicílio respondeu ao Censo, pois basta que um morador forneça as informações por todos. Caso o morador confirme que ninguém no domicílio respondeu, a ligação prossegue e o atendente solicita o endereço para verificação.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A partir da conferência no banco de dados, o atendente informa ao morador se o endereço consta como visitado ou não. Se o domicílio tiver sido visitado, a informação é passada ao morador e o atendimento é encerrado. Caso o endereço não tenha sido visitado, o atendente informará que um recenseador irá presencialmente ao domicílio.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A prévia da população dos municípios com base nos dados coletados pelo Censo Demográfico 2022 até o dia 25 de dezembro, mostra que o Brasil chegou a 207.750.291 habitantes.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O Censo Demográfico, que geralmente é realizado a cada 10 anos, produz informações atualizadas e precisas, que são fundamentais para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas e para a realização de investimentos, tanto do governo quanto da iniciativa privada</span></p>
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