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	<title>casal &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>casal &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Família de casal sumido em travessia para EUA busca óbito presumido na</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 07:01:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cinco anos após o desaparecimento de Daniel San Mourão Almeida, de 31 anos, e Raiane Samira dos Santos, de 23, um casal natural de Ribeirão Preto (SP), suas famílias enfrentam um doloroso processo judicial para que ambos sejam legalmente declarados mortos. Daniel e Raiane não deram mais notícias desde março de 2021, quando se aventuraram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco anos após o desaparecimento de Daniel San Mourão Almeida, de 31 anos, e Raiane Samira dos Santos, de 23, um casal natural de Ribeirão Preto (SP), suas famílias enfrentam um doloroso processo judicial para que ambos sejam legalmente declarados mortos. Daniel e Raiane não deram mais notícias desde março de 2021, quando se aventuraram em uma perigosa travessia ilegal pelo México, com destino final aos Estados Unidos. A busca por um encerramento, mesmo que formal, motiva a ação de óbito presumido, um recurso jurídico que reconhece a morte de uma pessoa mesmo na ausência de um corpo. A iniciativa visa tirar o casal de um &#8220;limbo jurídico&#8221;, já que seus documentos permanecem ativos, impedindo que as famílias resolvam questões legais e patrimoniais que necessitam da comprovação da morte. A decisão de buscar uma nova vida em outro país, impulsionada por dificuldades econômicas, transformou-se em uma angústia prolongada e sem respostas definitivas.</p>
<p> A saga do desaparecimento e a busca por um novo começo</p>
<p>A história de Daniel e Raiane é um retrato da esperança e dos riscos enfrentados por muitos brasileiros em busca de oportunidades no exterior. O casal, de Ribeirão Preto, alimentava o sonho de construir uma vida melhor nos Estados Unidos, onde o irmão de Daniel já residia. Contudo, a crise econômica, agravada pela pandemia de Covid-19, impulsionou a decisão de recorrer a meios não oficiais para realizar essa jornada, mergulhando-os em uma rota perigosa e clandestina.</p>
<p> O sonho americano e a decisão arriscada</p>
<p>Daniel e Raiane, como tantos outros jovens, viam nos Estados Unidos a chance de prosperar e superar as adversidades financeiras que enfrentavam no Brasil. A perspectiva de uma vida com mais estabilidade e oportunidades motivou-os a planejar uma mudança radical. Em fevereiro de 2021, o casal partiu de Ribeirão Preto com destino ao México, o ponto de partida para a travessia. Eles teriam contratado os serviços de um &#8220;coiote&#8221;, um intermediário ilegal especializado em facilitar a entrada clandestina de pessoas em outro país, um serviço que, segundo investigações, custaria cerca de US$ 42 mil. Antes do desaparecimento, uma parte considerável desse valor, US$ 1,7 mil, já havia sido desembolsada, demonstrando o alto custo e a seriedade do compromisso assumido.</p>
<p> O último contato e o silêncio que se seguiu</p>
<p>O último contato de Raiane e Daniel com seus familiares no Brasil ocorreu no dia 12 de março de 2021. Naquela ocasião, eles haviam embarcado no estado de Baja, no México, com o objetivo de viajar por mar até a Califórnia, nos Estados Unidos. Desde então, o silêncio se instalou. A ausência de qualquer comunicação, de ligações, mensagens ou notícias por quase cinco anos, levou as famílias à dolorosa conclusão de que algo trágico havia acontecido. A mãe de Raiane, Sabrina dos Santos, manifesta o sentimento de incerteza, afirmando que, embora mantenha a esperança, o que mais deseja é uma resposta concreta sobre o paradeiro de sua filha e de Daniel, boa ou não, para que a família possa, finalmente, encontrar algum tipo de encerramento.</p>
<p> A ação judicial e o limbo jurídico</p>
<p>Diante da ausência prolongada e da falta de informações, as famílias do casal se viram obrigadas a recorrer ao sistema judiciário brasileiro em busca de uma solução legal para a situação. A ação de óbito presumido representa o caminho para reconhecer formalmente a morte de Daniel e Raiane, um passo essencial para resolver uma série de pendências que afetam a vida dos parentes.</p>
<p> O que é o óbito presumido?</p>
<p>A ação de óbito presumido é um instrumento jurídico que permite a declaração da morte de uma pessoa mesmo quando seu corpo não foi encontrado. No Brasil, a legislação civil prevê que, passados três anos do desaparecimento sem qualquer notícia do indivíduo, os interessados podem solicitar essa declaração à justiça. O objetivo principal é retirar a pessoa de um &#8220;limbo jurídico&#8221;, onde, apesar de ser considerada &#8220;desaparecida&#8221;, ela ainda é legalmente vista como viva. Essa condição impede a resolução de diversas questões práticas e emocionais para a família.</p>
<p> Implicações legais e a necessidade de encerramento</p>
<p>A permanência dos CPFs de Daniel e Raiane ativos é um exemplo claro desse &#8220;limbo&#8221;. Embora não haja qualquer notícia do casal há quase cinco anos, eles continuam registrados como cidadãos vivos, o que gera impedimentos legais. A declaração de óbito presumido é crucial para que as famílias possam dar andamento a processos como a divisão de bens, o encerramento de eventuais dívidas ou o recebimento de seguros, funcionando como um inventário de uma pessoa falecida, mas neste caso, presumidamente. Além das implicações patrimoniais, a declaração de óbito representa um passo fundamental para o processo de luto e encerramento emocional para os familiares, que buscam paz e um fim para a incerteza que os consome.</p>
<p> As investigações e o perigo da travessia ilegal</p>
<p>A complexidade do caso de Daniel e Raiane se estende às investigações sobre a rota da travessia ilegal e os riscos inerentes a essa prática. A Polícia Federal brasileira tem acompanhado o caso, fornecendo detalhes cruciais sobre o que pode ter ocorrido.</p>
<p> A confirmação do naufrágio pela Polícia Federal</p>
<p>As investigações conduzidas pela Polícia Federal trouxeram uma peça-chave para o entendimento do desaparecimento. Foi informado que Daniel e Raiane estavam a bordo de uma embarcação que naufragou. Em 2023, uma operação da Polícia Federal que resultou na prisão de um &#8220;coiote&#8221; em Goiânia revelou que ele teria sido o responsável por organizar a travessia do casal pelo México. Os detalhes obtidos nas investigações corroboraram a hipótese de que o plano de chegada aos Estados Unidos por meio ilegal não obteve sucesso, solidificando a crença das famílias de que o pior aconteceu. A confirmação do naufrágio, embora dolorosa, confere um grau de certeza sobre o destino final do casal.</p>
<p> O papel dos &#8220;coiotes&#8221; e os riscos envolvidos</p>
<p>A atuação dos &#8220;coiotes&#8221; é uma realidade sombria nas rotas de migração ilegal. Esses intermediários se aproveitam da vulnerabilidade e do desespero de pessoas que buscam uma vida melhor, cobrando valores exorbitantes e, muitas vezes, submetendo os viajantes a condições desumanas e perigosas. A promessa de uma travessia segura muitas vezes se desfaz em cenários de abandono, exploração e, como no caso de Daniel e Raiane, tragédia. As embarcações utilizadas nessas travessias marítimas são frequentemente superlotadas e precárias, sem condições mínimas de segurança, aumentando exponencialmente o risco de acidentes, como naufrágios, que ceifam a vida de inúmeros migrantes a cada ano. A história do casal de Ribeirão Preto serve como um alerta contundente sobre os perigos e as consequências devastadoras de se confiar em redes de tráfico humano.</p>
<p> O fim de uma espera e o início de um novo luto</p>
<p>A busca pela declaração de óbito presumido, após quase cinco anos de incerteza, marca um capítulo doloroso e necessário para as famílias de Daniel San Mourão Almeida e Raiane Samira dos Santos. A decisão de recorrer à justiça reflete a exaustão emocional de viver em um limbo, a meio caminho entre a esperança e a aceitação de uma perda irreparável. A confirmação do naufrágio, embora tragicamente reveladora, oferece um caminho para o encerramento legal e emocional, permitindo que os familiares iniciem, de fato, um processo de luto e reorganizem suas vidas, agora com a dolorosa certeza de uma despedida que nunca pôde ser feita. A história do casal serve como um pungente lembrete dos perigos inerentes às travessias ilegais e do impacto devastador naqueles que ficam à espera, eternamente marcados pela ausência.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é uma ação de óbito presumido?<br />
É um processo judicial que permite a declaração oficial da morte de uma pessoa mesmo na ausência de seu corpo, quando há um desaparecimento prolongado e sem notícias. Seu objetivo é resolver pendências legais e patrimoniais que necessitam da comprovação da morte.</p>
<p> Qual o prazo legal para solicitar o óbito presumido no Brasil?<br />
De acordo com a legislação brasileira, após três anos sem qualquer notícia do paradeiro de uma pessoa desaparecida, os interessados podem dar entrada com uma ação de óbito presumido na justiça.</p>
<p> Quais são as principais consequências de ter um CPF ativo de uma pessoa desaparecida?<br />
Um CPF ativo mantém a pessoa legalmente viva, o que impede a resolução de diversas questões como a divisão de herança, o encerramento de contratos, o pagamento de dívidas ou o recebimento de benefícios. Isso cria um &#8220;limbo jurídico&#8221; que afeta diretamente os familiares.</p>
<p> Quais os riscos de tentar uma travessia ilegal para os Estados Unidos?<br />
As travessias ilegais envolvem riscos extremos, como a exposição a criminosos (os &#8220;coiotes&#8221;), condições de viagem precárias e perigosas (como naufrágios em embarcações superlotadas), extorsão, abandono, violência e, em muitos casos, a morte.</p>
<p>Para mais informações sobre os perigos das travessias ilegais e os direitos de famílias de desaparecidos, continue acompanhando nossos conteúdos e as atualizações sobre este tema crítico.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Casal agredido em lanchonete após reclamar de pedido incorreto via aplicativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 22:01:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A madrugada de um domingo em São José do Rio Preto (SP) foi palco de uma grave agressão em lanchonete que chocou moradores e levanta questões sobre os direitos do consumidor e a conduta de estabelecimentos comerciais. Um casal de 25 anos foi brutalmente atacado em uma lanchonete localizada na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A madrugada de um domingo em São José do Rio Preto (SP) foi palco de uma grave agressão em lanchonete que chocou moradores e levanta questões sobre os direitos do consumidor e a conduta de estabelecimentos comerciais. Um casal de 25 anos foi brutalmente atacado em uma lanchonete localizada na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, no bairro Jardim Planalto, após tentar resolver uma questão relacionada a um pedido de delivery feito por aplicativo. A confusão, que teve início com uma reclamação sobre itens incorretos e reiterados erros em pedidos anteriores, rapidamente escalou de uma discussão acalorada para uma agressão física generalizada, envolvendo funcionários e, supostamente, o proprietário do estabelecimento. O incidente foi registrado como lesão corporal, e as vítimas buscam justiça.</p>
<p> O incidente e a cronologia dos fatos</p>
<p>O evento que culminou na agressão ocorreu na madrugada do último domingo, dia 22, em uma lanchonete situada em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. De acordo com o boletim de ocorrência detalhado na Central de Flagrantes da Polícia Civil local, o casal de 25 anos, que prefere manter a identidade preservada neste estágio, decidiu ir pessoalmente ao estabelecimento. A motivação para a visita in loco era a insatisfação com um pedido de alimentos realizado via aplicativo, que havia sido entregue contendo itens diferentes e não condizentes com o solicitado. O problema, segundo as vítimas, não era um fato isolado; elas relataram às autoridades que não foi a primeira vez que receberam pedidos incorretos da mesma lanchonete, o que demonstrava um padrão preocupante de falhas no serviço.</p>
<p> A reclamação inicial e o deslocamento ao estabelecimento</p>
<p>Diante da reincidência dos erros na entrega, o casal sentiu-se compelido a buscar um esclarecimento direto. A expectativa era de que a presença física no local facilitasse uma resolução amigável ou, no mínimo, uma explicação para os recorrentes equívocos. Contudo, a recepção no estabelecimento esteve longe do esperado. Ao chegarem à lanchonete, que, segundo o registro policial, fica na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, no bairro Jardim Planalto, foram atendidos por uma funcionária de maneira ríspida e pouco colaborativa. A tentativa de diálogo se transformou em um embate verbal, onde o tom elevado e as palavras hostis marcaram o início de uma escalada de tensão que rapidamente fugiria do controle. A frustração do casal, somada à atitude agressiva da equipe, criou um ambiente propício para o desentendimento.</p>
<p> A escalada da discussão e as agressões</p>
<p>A discussão verbal, inicialmente entre o casal e a funcionária, intensificou-se. Quando as vítimas responderam no mesmo tom de insatisfação, um homem, que subsequentemente foi identificado no registro policial como o proprietário do estabelecimento, interveio na contenda. Em vez de tentar apaziguar a situação ou oferecer uma solução conciliatória, ele exigiu que o casal se retirasse imediatamente do local. A partir desse ponto, a situação degenerou para a violência física. Segundo o relato contido no boletim de ocorrência, o comerciante agiu de forma impulsiva e agressiva, partindo diretamente para cima da mulher que havia reclamado do pedido. Ele a puxou pelos cabelos, dando início a uma briga generalizada. Testemunhas e o próprio casal afirmam que outros funcionários da lanchonete também se envolveram na agressão, desferindo socos e chutes contra as vítimas. A brutalidade do ataque foi tamanha que o casal acabou caindo no chão, tornando-se ainda mais vulnerável. Os relatos descrevem que eles não conseguiam se defender ou escapar da série de agressões. A violência só cessou quando outros clientes presentes no estabelecimento, alarmados com a cena, intervieram e apartaram os agressores, evitando que o ataque tomasse proporções ainda mais graves.</p>
<p> Consequências e desdobramentos do caso</p>
<p>A violência sofrida pelo casal deixou marcas profundas, tanto físicas quanto psicológicas. A agressão não apenas resultou em lesões corporais, mas também gerou um trauma significativo para as vítimas, especialmente para a mulher. A intensidade do ataque foi evidenciada pelas consequências imediatas e pela necessidade de atendimento médico emergencial.</p>
<p> Atendimento médico e impacto psicológico</p>
<p>Após o fim das agressões, a mulher relatou à polícia ter tido suas roupas puxadas durante a confusão, ficando quase desnuda em determinado momento, o que adicionou um componente de humilhação à violência física. Devido à brutalidade do ataque e ao choque do ocorrido, ela desmaiou. Posteriormente, procurou atendimento médico em duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da região: a UPA Santo Antônio e a UPA Jaguaré, ambas em São José do Rio Preto. Além das lesões físicas, a vítima foi diagnosticada com síndrome do pânico decorrente do episódio traumático, necessitando de acompanhamento e tratamento para superar o impacto psicológico da agressão. A experiência de ser atacada de forma tão violenta em um local público, por pessoas que deveriam prestar um serviço, gerou um abalo emocional profundo, afetando sua saúde mental e bem-estar. O casal agora enfrenta não apenas a recuperação física, mas também o longo processo de cura emocional.</p>
<p> Registro policial e investigações futuras</p>
<p>O caso foi prontamente registrado como lesão corporal na Central de Flagrantes da Polícia Civil de São José do Rio Preto. O boletim de ocorrência detalha os relatos das vítimas, a cronologia dos fatos e as informações sobre os agressores, incluindo a identificação do suposto proprietário e de funcionários envolvidos. A polícia civil iniciou as investigações para apurar as responsabilidades e garantir que os envolvidos na agressão sejam devidamente responsabilizados perante a lei. A coleta de depoimentos, análise de eventuais imagens de segurança da lanchonete e a busca por outras testemunhas são passos cruciais para a elucidação completa do caso. O incidente ressalta a importância da denúncia e da atuação das autoridades para coibir atos de violência e proteger os direitos dos consumidores em estabelecimentos comerciais, assegurando que situações como esta não se repitam.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Este lamentável episódio em São José do Rio Preto serve como um alerta contundente sobre a importância do respeito ao consumidor e a necessidade de conduta profissional por parte de estabelecimentos comerciais. A agressão sofrida pelo casal, desencadeada por uma simples reclamação sobre um pedido incorreto, transcendeu os limites do aceitável e resultou em sérios danos físicos e psicológicos para as vítimas. A pronta intervenção de outros clientes foi crucial para interromper a violência, mas o trauma permanece. A investigação policial em curso é fundamental para que os responsáveis sejam punidos e para que a justiça seja feita. Casos como este reforçam a urgência de os consumidores estarem cientes de seus direitos e de as empresas promoverem um ambiente seguro e de respeito mútuo, onde a resolução de conflitos ocorra sempre de forma pacífica e civilizada.</p>
<p> FAQ – Perguntas Frequentes</p>
<p>1. Onde e quando ocorreu a agressão ao casal?<br />
A agressão ocorreu na madrugada do último domingo, dia 22, em uma lanchonete localizada na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, no bairro Jardim Planalto, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.</p>
<p>2. Qual foi o motivo principal da agressão?<br />
O motivo principal foi a reclamação do casal sobre um pedido de delivery feito via aplicativo que foi entregue com itens diferentes dos desejados. Eles já haviam recebido pedidos incorretos do mesmo estabelecimento em outras ocasiões, o que motivou a ida ao local para buscar explicações.</p>
<p>3. Quais foram as consequências da agressão para as vítimas?<br />
O casal sofreu agressões físicas generalizadas, incluindo socos, chutes e puxões de cabelo. A mulher, em particular, desmaiou devido à violência e desenvolveu síndrome do pânico, necessitando de atendimento em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e acompanhamento médico e psicológico.</p>
<p>4. A polícia está investigando o caso?<br />
Sim, o caso foi registrado como lesão corporal na Central de Flagrantes da Polícia Civil de São José do Rio Preto, e as investigações estão em andamento para apurar os fatos e identificar todos os responsáveis pela agressão.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre este caso e seus desdobramentos, e lembre-se da importância de exigir seus direitos como consumidor e de denunciar qualquer forma de violência às autoridades competentes.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Casal preso após ataque a facadas contra vizinha em mogi mirim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 02:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um casal foi preso em flagrante em Mogi Mirim, interior de São Paulo, sob acusação de tentativa de homicídio. O incidente, ocorrido entre a noite de quarta e a madrugada de quinta-feira, envolveu uma vizinha que alega ser vítima de intolerância religiosa. De acordo com o boletim de ocorrência, o casal teria invadido a residência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal foi preso em flagrante em Mogi Mirim, interior de São Paulo, sob acusação de tentativa de homicídio. O incidente, ocorrido entre a noite de quarta e a madrugada de quinta-feira, envolveu uma vizinha que alega ser vítima de intolerância religiosa.</p>
<p>De acordo com o boletim de ocorrência, o casal teria invadido a residência da vítima, no bairro Aterrado, pulando o muro e a atacando com uma faca. A mulher, que é umbandista, foi socorrida e levada à Santa Casa de Mogi Mirim com ferimentos no braço e no tórax. Em depoimento, ela relatou que já vinha sofrendo perseguição religiosa por parte dos vizinhos, que teriam pichado a palavra &#8220;macumbeira&#8221; na frente de sua casa.</p>
<p>A vítima contou aos investigadores que ouviu barulhos nos fundos de sua propriedade e, ao verificar, encontrou o casal. Ela foi imediatamente atacada com o que descreveu como uma adaga. Durante a agressão, a mulher tentou se defender e acabou retirando a máscara de um dos agressores, identificando-o como seu vizinho. Nesse momento, segundo seu relato, a esposa do agressor teria pedido para que ele a imobilizasse, pois ela &#8220;iria acabar com ela&#8221;.</p>
<p>A vítima conseguiu escapar e correr para a frente de sua casa, enquanto o casal fugiu para os fundos. A Polícia Militar foi acionada e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestou os primeiros socorros à mulher, que apresentava um corte profundo no braço direito e uma perfuração no tórax.</p>
<p>Com base nas informações fornecidas pela vítima e no reconhecimento dos suspeitos, policiais civis se dirigiram à residência do casal. Ambos foram levados à delegacia para prestar depoimento. O homem, de 54 anos, confessou ter pulado o muro com a ajuda de uma escada, juntamente com sua esposa, e admitiu ter esfaqueado a vítima durante uma discussão. A mulher, de 39 anos, negou qualquer envolvimento no crime.</p>
<p>O homem também indicou o local onde a arma utilizada no ataque estava escondida, que foi apreendida pela polícia, juntamente com as roupas que os suspeitos usavam no momento do crime. Diante das evidências, a delegada responsável pelo caso decretou a prisão em flagrante do casal por tentativa de homicídio.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<item>
		<title>Casal é condenado a indenizar em r$ 690 mil por maus-tratos a animais em limeira</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/casal-e-condenado-a-indenizar-em-r-690-mil-por-maus-tratos-a-animais-em-limeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça de Limeira, interior de São Paulo, determinou que um casal pague uma indenização de R$ 690 mil após ser acusado de maus-tratos contra 134 cães e quatro gatos. Os animais foram encontrados em um canil dentro da residência do casal, em condições consideradas insalubres. Os acusados negam as alegações e informaram que irão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de Limeira, interior de São Paulo, determinou que um casal pague uma indenização de R$ 690 mil após ser acusado de maus-tratos contra 134 cães e quatro gatos. Os animais foram encontrados em um canil dentro da residência do casal, em condições consideradas insalubres. Os acusados negam as alegações e informaram que irão recorrer da decisão.</p>
<p>A operação de resgate dos animais, realizada pela Polícia Civil e Guarda Civil Municipal, ocorreu em abril de 2022. O pedido de indenização foi feito pelo Ministério Público, que identificou as vítimas como sendo majoritariamente da raça lulu-da-pomerânia, além de exemplares das raças pastor belga branco e lhasa apso, e gatos persas. A denúncia do MP-SP aponta que 13 cães morreram devido às condições precárias em que viviam.</p>
<p>Segundo a Promotoria, o local apresentava falta de higiene, acúmulo de dejetos, ausência de água e alimentação adequada, superlotação em espaços confinados (incluindo caixas de transporte e box de banheiro), infestação por parasitas e armazenamento irregular de vacinas vencidas. Laudos veterinários anexados ao processo corroboram a acusação de maus-tratos e o sofrimento dos animais.</p>
<p>Após o resgate, os cães sobreviventes foram acolhidos por ONGs e receberam tratamento veterinário. A indenização solicitada se refere a danos morais difusos, ou seja, prejuízos causados à sociedade em geral, e deverá ser destinada ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos, que financia projetos de preservação ambiental.</p>
<p>Durante o processo, o casal negou as acusações e alegou que cuidava dos animais de forma adequada. A defesa também levantou suspeitas de flagrante forjado, invasão de domicílio e manipulação de provas por parte de ONGs e vizinhos.</p>
<p>O juiz Paulo Henrique Stahlberg Natal, responsável pela sentença, refutou a tese da defesa, afirmando que os laudos comprovaram a ocorrência de maus-tratos e que a ação policial foi legítima, realizada em situação de flagrante delito e para socorrer os animais em risco. O juiz ainda destacou a &#8220;extrema negligência sanitária&#8221; no local, com acúmulo de fezes, superlotação e falta de higiene, além de evidências de animais traumatizados, doentes e com problemas de saúde.</p>
<p>Registros anexados ao processo indicam que os animais eram comercializados por cerca de R$ 5 mil.</p>
<p>Anteriormente, na esfera criminal, o casal já havia sido condenado em primeira instância a nove anos e seis meses de prisão. Em grau de recurso, o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu a pena para quatro anos em regime semiaberto, mas a substituiu por multa de R$ 16,5 mil para cada um e prestação de serviços à comunidade.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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