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	<title>Caminhada &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 03:01:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Caminhada &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Caminhada do Silêncio em São Paulo denuncia violência de estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 03:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sexta edição da Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado mobilizou centenas de pessoas na capital paulista neste domingo (29). O evento, que anualmente se tornou um marco na busca por justiça e memória, partiu do antigo prédio do DOI-Codi/SP, na rua Tutóia, local simbólico de repressão e tortura durante a ditadura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sexta edição da Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado mobilizou centenas de pessoas na capital paulista neste domingo (29). O evento, que anualmente se tornou um marco na busca por justiça e memória, partiu do antigo prédio do DOI-Codi/SP, na rua Tutóia, local simbólico de repressão e tortura durante a ditadura militar brasileira (1964-1985). Sob o lema &#8220;aprender com o passado para construir o futuro&#8221;, a manifestação não apenas rememorou os crimes do período autoritário, mas também apontou para a persistência da violência de estado em décadas subsequentes à redemocratização. Familiares de vítimas, ativistas de direitos humanos e diversas organizações da sociedade civil uniram-se em um cortejo que simboliza a resistência à impunidade e o contínuo apelo por verdade e reparação.</p>
<p> O legado da ditadura militar e a violência contemporânea</p>
<p> O significado histórico do DOI-Codi e o monumento aos desaparecidos</p>
<p>A escolha do ponto de partida da Caminhada do Silêncio não foi aleatória. O antigo prédio do DOI-Codi/SP, na rua Tutóia, operou como um dos principais centros de repressão e tortura durante os anos de chumbo. Sua presença, ainda hoje, ecoa as atrocidades cometidas pelo Estado contra seus cidadãos, servindo como um doloroso lembrete da face mais sombria do autoritarismo. Deste local carregado de memória, o cortejo seguiu pelas ruas da zona sul de São Paulo, rumo ao Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, localizado no Parque Ibirapuera. Este monumento, por sua vez, representa a insistência da memória em um contexto que muitas vezes busca o esquecimento, honrando aqueles que foram silenciados e cujas histórias o Estado tentou apagar. Durante todo o percurso, a manifestação foi acompanhada por uma escolta da polícia militar, cujos agentes circulavam entre os manifestantes, criando uma dinâmica peculiar de vigilância em um ato que denunciava precisamente a violência estatal.</p>
<p> A persistência da violência de estado</p>
<p>O Movimento Vozes do Silêncio, uma iniciativa conjunta do Instituto Vladimir Herzog e do Núcleo de Preservação da Memória Política, organizador do evento, enfatizou que a Caminhada do Silêncio transcende a mera evocação do passado. Conforme Lorrane Rodrigues, coordenadora da área de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, existe uma tendência no imaginário coletivo de pensar a ditadura militar como um evento isolado, cujos impactos teriam se encerrado com a redemocratização. &#8220;O lema da caminhada traz essa discussão: tentar entender quais são os impactos do período da ditadura militar no presente, no período contemporâneo, pra gente pensar um pouco o futuro&#8221;, explicou Lorrane, sublinhando a necessidade urgente de fortalecer a democracia. Ela ressaltou que a forma como a democracia se configura atualmente &#8220;não é suficiente, não é igualitária para uma parte significativa da população&#8221;, demonstrando a conexão intrínseca entre o passado autoritário e as desigualdades e violências contemporâneas.</p>
<p>Rogério Sotilli, diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, reforçou essa percepção. Em nota, Sotilli destacou que a Caminhada do Silêncio surgiu como uma resposta coletiva ao autoritarismo e às persistentes tentativas de apagamento da história. Ele afirmou que a ditadura deixou uma &#8220;herança de impunidade&#8221;, que se manifesta na violência de estado que o Brasil ainda enfrenta. A retomada do &#8220;sentimento que originou essa manifestação&#8221; é crucial em um cenário onde &#8220;a defesa do Estado democrático de Direito ficou muito delegada às mais altas instituições&#8221;, enquanto os ataques à democracia continuam a ser graves. Para Sotilli, é fundamental que a sociedade continue a demonstrar sua força e presença nas ruas, reafirmando o compromisso com a memória e a justiça para que a barbárie não se repita.</p>
<p> Recomendações da Comissão da Verdade e a Lei da Anistia</p>
<p> Monitoramento das recomendações</p>
<p>Um dos pilares da busca por memória, verdade e justiça é o cumprimento das recomendações da Comissão Nacional da Verdade (CNV). Lorrane Rodrigues salientou que a CNV apresentou 49 recomendações ao Estado brasileiro, as quais, desde seu lançamento, foram &#8220;pouco cumpridas ou parcialmente cumpridas&#8221;. O Instituto Vladimir Herzog realiza o monitoramento dessas recomendações a cada dois anos e tem observado que, embora existam &#8220;movimentações pequenas&#8221; e &#8220;alguns avanços significativos&#8221;, o progresso é considerado &#8220;muito pouco perto do que as recomendações propõem para a sociedade&#8221;. As recomendações abrangem desde a responsabilização de agentes estatais por crimes cometidos durante a ditadura até a implementação de políticas públicas que garantam a não repetição de violações de direitos humanos. O cumprimento integral dessas medidas é visto como essencial para consolidar uma cultura democrática e prevenir futuras atrocidades.</p>
<p> A Lei da Anistia e novos horizontes jurídicos</p>
<p>Neste ano, um dos destaques levantados pelos movimentos sociais e entidades de direitos humanos foi a possibilidade, defendida pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastar a aplicação da Lei da Anistia a casos que envolvam crimes permanentes. A Lei da Anistia, promulgada em 1979, é um tema de constante debate no Brasil, pois tem sido interpretada como um impedimento para a responsabilização de agentes do Estado por crimes como tortura, homicídio e ocultação de cadáver praticados durante a ditadura. A proposta de Dino, que se aplica a crimes como a ocultação de cadáver, visa abrir uma nova perspectiva jurídica para que esses crimes, por sua natureza contínua, possam ser investigados e punidos, rompendo o manto de impunidade que por décadas pairou sobre os responsáveis. Essa discussão representa um importante avanço na busca por justiça e alinha o Brasil a tratados internacionais de direitos humanos que condenam crimes contra a humanidade e exigem sua persecução penal, independentemente do tempo decorrido.</p>
<p> O compromisso com a memória, verdade e justiça</p>
<p>O ápice da Caminhada do Silêncio foi a leitura de um manifesto, que reverberou os sentimentos e as demandas dos participantes. &#8220;Hoje, caminhamos em silêncio, mas não em ausência. Nosso silêncio é a presença viva, é memória que resiste, é a voz que ecoa nos passos de cada pessoa que se recusa a esquecer&#8221;, proclamou o texto. O manifesto relembrou a jornada do antigo DOI-Codi, um &#8220;lugar marcado pela dor&#8221;, até o monumento que &#8220;insiste em lembrar&#8221; que &#8220;as histórias não foram apagadas&#8221;. A mensagem central é de que &#8220;cada vítima de violência do Estado é permanência&#8221; e que a luta pela memória, verdade e justiça é contínua e necessária. Ameaças à democracia, que se transformaram e se reorganizaram, tornam a defesa desse valor ainda mais crucial. O manifesto é um compromisso: &#8220;sem memória, a violência se naturaliza. Sem verdade, a mentira se institucionaliza. E sem justiça, a barbárie se repete&#8221;. Exige-se a responsabilização de torturadores, cúmplices e financiadores do terror, com a afirmação categórica: &#8220;ditadura nunca mais. Tortura nunca mais&#8221;. Ao final, foram lidos os nomes das vítimas de violência de estado da ditadura e dos tempos atuais, com os manifestantes respondendo em coro &#8220;presente&#8221; a cada nome, solidificando o compromisso de nunca esquecer e nunca mais permitir.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é a Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado?<br />
A Caminhada do Silêncio é uma manifestação anual que busca denunciar a violência de estado, relembrar as vítimas da ditadura militar e de violências contemporâneas, e exigir memória, verdade e justiça. É um ato simbólico de resistência e um chamado à construção de uma democracia mais plena e igualitária.</p>
<p> Qual o significado dos locais de partida e chegada da caminhada?<br />
A caminhada parte do antigo prédio do DOI-Codi/SP, um dos principais centros de repressão e tortura da ditadura militar, simbolizando a denúncia das atrocidades do Estado. O destino é o Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera, que representa a memória e a luta pela não-esquecimento das vítimas.</p>
<p> Qual é a principal mensagem que a Caminhada do Silêncio busca transmitir?<br />
A principal mensagem é que a violência de estado não ficou no passado, mas persiste no presente. A caminhada conecta o legado da ditadura militar com as formas contemporâneas de violência estatal, enfatizando a importância de aprender com o passado para construir um futuro democrático e justo, livre de impunidade e autoritarismo.</p>
<p> Como a Lei da Anistia se relaciona com os objetivos da caminhada?<br />
A discussão sobre a Lei da Anistia é central, pois ela tem sido um obstáculo para a responsabilização de agentes estatais por crimes da ditadura. A possibilidade de afastá-la para casos de crimes permanentes, como a ocultação de cadáver, representa um avanço na busca por justiça e na ruptura com a impunidade, um dos objetivos primordiais da Caminhada do Silêncio.</p>
<p>Para aprofundar seu entendimento sobre a luta por memória, verdade e justiça no Brasil e apoiar iniciativas de defesa dos direitos humanos, visite os sites de organizações como o Instituto Vladimir Herzog e o Núcleo de Preservação da Memória Política.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Caminhada marca fim da Semana de Imunização em Barueri</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/caminhada-marca-fim-da-semana-de-imunizacao-em-barueri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Imunização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o dia 16 de março, a Secretaria de Saúde de Barueri promove uma série de ações de conscientização sobre a importância da imunização e a valorização dos profissionais que atuam nessa área. Para encerrar a Semana Municipal de Imunização, será realizada na sexta-feira, 20 de março, das 16h às 17h30, a caminhada “Todo dia é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desde o dia 16 de março, a Secretaria de Saúde de Barueri promove uma série de ações de conscientização sobre a importância da imunização e a valorização dos profissionais que atuam nessa área. </strong>Para encerrar a Semana Municipal de Imunização, será realizada na sexta-feira, 20 de março, das 16h às 17h30, a caminhada “Todo dia é dia de vacina”, no Parque Dom José (Rua Ângela Mirella, 500, Jardim Maria Tereza).</p>
<p><strong>A participação no evento é aberta ao público e os interessados devem se inscrever previamente pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdAZanppXxJAmUoyDY3bsbyKRMFG8W919CZu_epMd9W0VapDg/viewform?usp=dialog" target="_blank" rel="noopener">link</a>. </strong>A iniciativa reforça a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada e ampliar a cobertura vacinal no município.</p>
<p><strong>Saiba mais </strong></p>
<p><strong>Programação da Semana Municipal de Imunização</strong></p>
<p>A programação já contou com diversas atividades ao longo da semana:</p>
<p><strong>16 de março (segunda-feira) – Valorização dos profissionais da imunização  </strong></p>
<p>Homenagem aos profissionais da área, divulgada nas redes sociais oficiais da Secretaria de Saúde.</p>
<p><strong>17 de março (terça-feira) – Abertura oficial  </strong></p>
<p>A cerimônia de abertura acontece na Câmara Municipal de Barueri, a partir das 9h30, com transmissão ao vivo pelo YouTube.</p>
<p><strong>18 de março (quarta-feira) – Mobilização educativa nos semáforos</strong></p>
<p>Equipes da Saúde, acompanhadas pelo personagem Zé Gotinha e sua família, realizam ações de conscientização em pontos estratégicos da cidade.</p>
<p><strong>Manhã:  </strong></p>
<ul>
<li>9h30 às 10h30: Centro de Barueri (Boulevard)</li>
</ul>
<ul>
<li>11h às 12h: Avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, 1208 – Jardim Silveira</li>
</ul>
<p><strong>Tarde (16h às 17h):  </strong></p>
<p>Alphaville (semáforo da Alameda Rio Negro, entre as lojas Drogasil e Lavoisier) e Jardim dos Camargos (semáforo da Rua da Prata, próximo à escola Day Care).</p>
<p><strong>19 de março (quinta-feira) – Encontro Municipal de Imunização  </strong></p>
<p>Evento formativo com o tema “Imunização nos tempos atuais”, realizado das 8h às 17h no Centro de Eventos. A atividade é voltada a profissionais da saúde e requer inscrição prévia.</p>
<p><strong>20 de março (sexta-feira) – Caminhada “Todo dia é dia de vacina”  </strong></p>
<p>Encerramento da semana com caminhada aberta ao público no Parque Dom José. A Secretaria de Saúde reforça o convite para que toda a população participe das ações e contribua para a proteção coletiva. Vacina salva vidas!</p>
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		<title>Caminhada contra o feminicídio mobiliza a Av Paulista neste domingo (8)</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/caminhada-contra-o-feminicidio-mobiliza-a-av-paulista-neste-domingo-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carolina Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Avenida Paulista, em São Paulo, será palco neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, da Caminhada contra o Feminicídio, organizada pela deputada federal e presidente nacional do Renata Abreu, em parceria com a vereadora paulistana Ana Carolina (Podemos-SP). O ato acontece a partir das 10h, com concentração na altura do número 1776, próximo ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3">A Avenida Paulista, em São Paulo, será palco neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, da Caminhada contra o Feminicídio, organizada pela deputada federal e presidente nacional do Renata Abreu, em parceria com a vereadora paulistana Ana Carolina (Podemos-SP). O ato acontece a partir das 10h, com concentração na altura do número 1776, próximo ao Méqui 1000, e pretende reunir mulheres, famílias e lideranças sociais para chamar a atenção para a escalada da violência contra mulheres no Brasil.</p>
<p class="s4">A mobilização ocorre em um momento de forte indignação nacional. Casos recentes de mulheres assassinadas por companheiros ou ex-companheiros voltaram a provocar revolta pública e reacender o debate sobre a segurança feminina.</p>
<p class="s4">Os números ajudam a dimensionar o problema. Em 2025, o Brasil registrou 1.518 vítimas de feminicídio, o maior da série histórica, o que significa quatro mulheres assassinadas por dia apenas por serem mulheres. No estado de São Paulo, a situação também preocupa. O ano de 2025 terminou com recorde de feminicídios, 270 casos registrados.</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, a caminhada busca transformar a indignação que toma conta da sociedade em mobilização concreta.</p>
<p class="s4">“Cada feminicídio é uma vida interrompida, uma família destruída e uma ferida aberta na sociedade. Não podemos aceitar que mulheres continuem morrendo simplesmente por serem mulheres.”</p>
<p class="s4">Muito além dos crimes que chegam ao noticiário, a violência contra mulheres permanece uma triste e sofrida realidade cotidiana no país.</p>
<p class="s4">Levantamento da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, do DataSenado, revela que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar apenas em 2025.</p>
<p class="s4">A pesquisa também mostra o impacto desse ciclo de violência dentro das famílias. Em 71% dos casos de agressão havia outras pessoas presentes, muitas vezes crianças — filhos das próprias vítimas.</p>
<p class="s4">Outro dado preocupante é que a violência costuma se repetir. Quase seis em cada dez mulheres relatam episódios recentes de agressão, indicando um ciclo que muitas vezes se prolonga por meses ou anos.</p>
<p class="s4">Apesar da gravidade, muitas vítimas ainda não procuram ajuda. Entre os motivos mais citados estão o medo do agressor, a dependência emocional ou financeira e a preocupação com os filhos.</p>
<p class="s4">O Brasil possui hoje uma das legislações mais avançadas do mundo no combate à violência contra mulheres, com instrumentos como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal.</p>
<p class="s4">Ao longo de sua atuação parlamentar, Renata Abreu é autora de leis voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Entre elas estão:</p>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.718/2018,</span> que tipificou a importunação sexual como crime</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.931/2019</span>, que obriga profissionais de saúde a comunicar à polícia indícios de violência doméstica</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 14.316/2022</span>, que destina recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para ações de combate à violência contra a mulher</div>
<p class="s4">Um avanço recente na legislação brasileira foi a criação da <span class="s2">Lei 15.125/2025,</span> que permite à Justiça determinar o monitoramento eletrônico de agressores por meio de tornozeleiras eletrônicas em casos de violência doméstica. A medida foi criada para garantir o cumprimento das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.</p>
<p class="s4">Com o dispositivo, a polícia e a própria vítima podem ser alertadas caso o agressor ultrapasse a distância determinada pela Justiça, permitindo uma resposta mais rápida das autoridades</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, esse tipo de mecanismo é essencial para mudar a lógica da proteção. “Hoje muitas mulheres recebem uma medida protetiva, mas continuam correndo risco, sendo obrigadas a mudar sua rotina de vida. Quem precisa mudar de rotina é o criminoso, por isso a urgência de que seja colocada a tornozeleira eletrônica nosagressores, para que sejam denunciados assim que romperem os limites impostos pela Justiça.”</p>
<p class="s4">Segundo a deputada, o país precisa garantir que as leis existentes sejam aplicadas com rigor. “O Brasil já avançou muito na legislação. Agora precisamos garantir que essas leis funcionem na prática e que nenhuma mulher fique desprotegida depois de denunciar.”</p>
<p class="s7"><span class="s2">MOBILIZAÇÃO CONTRA O SILÊNCIO</span></p>
<p class="s4">A caminhada deste domingo pretende lembrar que a violência contra a mulher não é um problema privado, mas uma questão de segurança pública e de direitos humanos.</p>
<p class="s4">Para a deputada federal, a mobilização da sociedade é fundamental para romper o silêncio que ainda cerca muitos casos de violência. “A violência contra a mulher não pode ser tratada como algo normal ou inevitável. Precisamos falar sobre isso, agir e proteger vidas.”</p>
<p class="s4">
<p class="s7"><span class="s2">SERVIÇO</span></p>
<p class="s4"><span class="s2">Caminhada contra o Feminicídio</span></p>
<p class="s4"><span class="s8">📅</span> 8 de março<br />
<span class="s8">⏰</span> 10h<br />
<span class="s8">📍</span> Avenida Paulista, 1776 – próximo ao Méqui 1000</p>
<p class="s4">
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		<title>Monges budistas concluem épica Caminhada pela paz em Washington</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/monges-budistas-concluem-epica-caminhada-pela-paz-em-washington/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 18:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[monges]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vestidos em mantos de cor laranja-queimado, um grupo de aproximadamente duas dúzias de monges budistas chegou a Washington no último domingo, marcando a conclusão de uma extraordinária Caminhada pela Paz que se estendeu por 3.700 quilômetros (equivalente a 2.300 milhas). Iniciada em Los Angeles em julho do ano passado, a jornada teve como propósito primordial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vestidos em mantos de cor laranja-queimado, um grupo de aproximadamente duas dúzias de monges budistas chegou a Washington no último domingo, marcando a conclusão de uma extraordinária Caminhada pela Paz que se estendeu por 3.700 quilômetros (equivalente a 2.300 milhas). Iniciada em Los Angeles em julho do ano passado, a jornada teve como propósito primordial a promoção da harmonia e da unidade em um mundo crescentemente fragmentado. Ao pisarem na capital federal, os religiosos percorreram o trajeto solene da Catedral Nacional até o icônico Lincoln Memorial, onde se dedicaram a orações e meditações, reafirmando seu compromisso com a serenidade global e a coesão social. Este evento, que capturou a atenção de diversas comunidades ao longo do percurso, simboliza um poderoso testemunho da busca incessante pela paz universal.</p>
<p> Uma jornada transcontinental pela harmonia</p>
<p>A peregrinação dos monges, composta por membros oriundos da Coreia do Sul, Tailândia, Sri Lanka e outras nações asiáticas, além dos próprios Estados Unidos, foi liderada pelo Venerável Bomun. Este grupo diversificado, praticante do Budismo Jogye – a maior ordem budista na Coreia do Sul – optou conscientemente por manter-se afastado de manifestações políticas específicas. Em vez disso, a essência de sua missão focou-se inteiramente na disseminação de mensagens de compaixão, não violência e na promoção da paz e harmonia, em um cenário global frequentemente abalado por conflitos e divisões. A longa travessia serviu como uma plataforma itinerante para interação direta com pessoas de diferentes backgrounds.</p>
<p> O percurso e seus significados</p>
<p>A jornada de 3.700 quilômetros não foi meramente um desafio físico, mas uma profunda experiência espiritual e social. Ao longo dos meses, os monges atravessaram paisagens variadas, de desertos a montanhas, enfrentando os elementos e as vicissitudes da estrada. Cada passo era um ato de fé e um símbolo da resiliência humana. Em diversas comunidades, foram recebidos com notável calor e apoio, com moradores locais frequentemente se juntando a eles por trechos da caminhada, demonstrando solidariedade e compartilhando seus anseios por um futuro mais pacífico. A interação com o público foi um pilar da caminhada, permitindo que as mensagens de compaixão e não violência ressoassem diretamente com aqueles que encontravam.</p>
<p>Além das caminhadas diárias e das orações, os monges realizaram cerimônias de água em vários pontos estratégicos ao longo do caminho. Estes rituais, de profundo simbolismo budista, representaram a purificação e a esperança de um futuro mais sereno, não apenas para as comunidades visitadas, mas para a humanidade como um todo. A pureza da água, em sua fluidez e capacidade de nutrir, tornou-se uma metáfora para a busca contínua por um estado de espírito e um mundo mais limpos de desavenças.</p>
<p> A voz da compaixão</p>
<p>A escolha de não abordar questões políticas específicas foi um aspecto crucial da estratégia dos monges. Ao transcender as barreiras ideológicas e partidárias, eles procuraram falar diretamente ao coração das pessoas, apelando para valores universais de humanidade. O Budismo Jogye, com sua ênfase na meditação e na iluminação, provê uma base filosófica sólida para essa abordagem, promovendo a ideia de que a paz interior é o primeiro passo para a paz exterior. O líder do grupo, Venerável Bomun, articulou repetidamente que a caminhada era um lembrete vívido do poder inerente à fé e à inabalável resiliência do espírito humano. Ele expressou a esperança de que a mensagem difundida pela peregrinação inspirasse indivíduos a se engajarem ativamente na promoção da paz em suas próprias vidas e, por extensão, em suas comunidades.</p>
<p> Eco global e legado de fé</p>
<p>O impacto da Caminhada pela Paz transcendeu as fronteiras geográficas dos Estados Unidos. Graças à documentação e ao compartilhamento contínuo nas redes sociais, a jornada dos monges alcançou um público verdadeiramente global. Imagens, vídeos e relatos diários da peregrinação geraram discussões amplas sobre o papel da espiritualidade na facilitação da paz mundial e na união de diferentes culturas em torno de um objetivo comum. Esta não foi a primeira empreitada de tamanha magnitude para estes monges. Em 2006, o mesmo grupo concluiu uma caminhada de 4.000 quilômetros que ligou a cidade de Nova York a Los Angeles, estabelecendo um precedente para sua dedicação incansável à causa da paz.</p>
<p> Impacto e reconhecimento</p>
<p>A atenção midiática e o engajamento online amplificaram a voz dos monges, transformando sua caminhada em um símbolo de resistência pacífica e de esperança. O reconhecimento não veio apenas de entusiastas espirituais, mas também de pessoas que, de diferentes fés e crenças, se viram tocadas pela simplicidade e pela profundidade da mensagem. O poder da fé, conforme destacado pelo Venerável Bomun, manifestou-se na capacidade de um pequeno grupo de indivíduos de inspirar milhares, senão milhões, a refletir sobre a importância da harmonia e da compreensão mútua. A resiliência demonstrada ao longo de mais de um ano de caminhada, enfrentando desafios físicos e mentais, tornou-se um exemplo inspirador para todos.</p>
<p> O culminar em Washington</p>
<p>A chegada a Washington foi o clímax simbólico da jornada. A escolha do Lincoln Memorial como local para a cerimônia final não foi acidental. O monumento, dedicado a um dos maiores defensores da união e da liberdade nos Estados Unidos, serviu como um cenário apropriado para as orações e o compromisso renovado com a paz. A cerimônia de encerramento foi um momento de profunda reflexão, onde a comunidade local e os apoiadores que se juntaram aos monges puderam compartilhar a sensação de conclusão e o renovado compromisso com a construção de um futuro mais pacífico. O evento não apenas celebrou a chegada dos monges, mas também solidificou a mensagem de que a paz é um esforço contínuo e compartilhado, independente de filiações políticas ou religiosas.</p>
<p> Um chamado universal à paz</p>
<p>A extraordinária jornada dos monges budistas que culminou em Washington transcende uma simples caminhada. Ela representa um gesto poderoso de fé, dedicação e um testemunho contundente do desejo universal de paz e compreensão mútua que reside no coração humano. Ao optarem por uma mensagem apolítica, focada em compaixão e harmonia, os monges conseguiram tocar e unir pessoas de diversas origens, demonstrando que a espiritualidade pode ser uma força motriz para a mudança positiva e para a superação de divisões. A Caminhada pela Paz se solidifica como um lembrete inspirador de que, mesmo em tempos de conflito, a esperança por um mundo mais unido persiste e pode ser cultivada através de atos de fé e resiliência.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual foi o principal propósito da Caminhada pela Paz?<br />
O propósito central da caminhada foi promover a paz, a harmonia e a união em um mundo dividido, focando em mensagens de compaixão e não violência, sem se envolver em questões políticas específicas.</p>
<p>Quanto tempo durou a caminhada e onde ela começou?<br />
A caminhada durou mais de um ano, tendo começado em Los Angeles em julho passado e concluído em Washington no último domingo, percorrendo um total de 3.700 quilômetros.</p>
<p>Quem liderou o grupo de monges e de que ordem budista eles eram?<br />
O grupo foi liderado pelo Venerável Bomun e os monges praticavam o Budismo Jogye, a maior ordem budista na Coreia do Sul.</p>
<p>Os monges tiveram algum apoio durante a jornada?<br />
Sim, eles foram recebidos com calor e apoio em muitas comunidades ao longo do caminho, com algumas pessoas chegando a se juntar a eles por seções da caminhada.</p>
<p>Reflita sobre a mensagem desta jornada e considere como você pode contribuir para a promoção da paz e harmonia em sua própria comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Caminhada Outubro Rosa em Santana de Parnaíba reúne milhares de pessoas contra o câncer de mama</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/caminhada-outubro-rosa-em-santana-de-parnaiba-reune-milhares-de-pessoas-contra-o-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 17:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade foi mobilizada em prol da conscientização sobre a doença, com ações de solidariedade e apoio à saúde da mulher  &#160; Milhares de pessoas se reuniram para participar da Caminhada Outubro Rosa, promovida pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Mulher e da Família no ultimo dia 18. O evento teve como principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 dir="ltr"><em><strong>A cidade foi mobilizada em prol da conscientização sobre a doença, com ações de solidariedade e apoio à saúde da mulher </strong></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Milhares de pessoas se reuniram para participar da Caminhada Outubro Rosa, promovida pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Mulher e da Família no ultimo dia 18. O evento teve como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, reforçando também valores como solidariedade, informação e mobilização social.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O símbolo da campanha, o laço cor-de-rosa, foi amplamente utilizado para chamar atenção à causa e reforçar o compromisso coletivo no combate à doença. Detectar o câncer de mama nas fases iniciais aumenta significativamente as chances de cura, por isso é fundamental manter os exames de rotina em dia e realizar o autoexame. Alterações como nódulos, secreções mamilares, mudanças na textura da pele ou no formato dos seios podem ser sinais de alerta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Para prevenir o câncer, é fundamental adotar hábitos saudáveis, como manter uma dieta balanceada, evitar o consumo excessivo de álcool e praticar atividades físicas regularmente. Esses cuidados não só ajudam a reduzir o risco de desenvolvimento da enfermidade, mas também promovem a saúde em geral e uma maior qualidade de vida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Vestindo camisetas rosas estampadas com a frase “Quem se ama, se cuida!”, os participantes se concentraram no Bolsão de Estacionamento e percorreram cerca de 3,5 km pelas principais ruas do centro, espalhando mensagens de apoio e encorajamento às mulheres.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Um dos momentos mais emocionantes foi a passagem de um trenzinho que seguia à frente do percurso. Nele estavam mulheres que venceram ou que ainda estão em tratamento contra a doença. Esbanjando simpatia, energia e coragem, essas verdadeiras heroínas espalharam mensagens de força, esperança e inspiração para todos os participantes. Cada sorriso e cada gesto de apoio se transformaram em lembretes poderosos de que essa batalha não pertence apenas a quem a vive de perto, mas envolve toda a sociedade unida em solidariedade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A caminhada integra a Campanha Internacional do Outubro Rosa e contou com a presença de autoridades locais, profissionais da saúde e da beleza, pacientes e moradores da cidade, todos engajados na causa. Durante o evento, também foram oferecidos diversos serviços gratuitos, como aferição de pressão arterial, agendamento de mamografia, orientações sobre o autoexame, além de sessões de maquiagem e massagem.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A programação incluiu ainda sorteios de brindes, um espaço para doação de cabelo, voltado à confecção de próteses capilares, e uma campanha solidária de arrecadação de alimentos não perecíveis. Os itens foram doados pelos participantes no momento da retirada do kit caminhada (composto por camiseta, protetor solar, folheto informativo, fruta e água) e destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social. No total, foram entregues 5 mil camisetas para aqueles que participaram da caminhada.</span></p>
<p dir="ltr"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O Outubro Rosa, celebrado anualmente, é um mês voltado à saúde da mulher, e a caminhada se tornou uma das principais iniciativas da campanha na cidade. Em 2018, o Brasil reconheceu oficialmente a data por meio da Lei nº 13.733, que estabeleceu o Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama</span></p>
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		<title>Dia Mundial da Pessoa Idosa será celebrado com uma caminhada em Cotia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/dia-mundial-da-pessoa-idosa-sera-celebrado-com-uma-caminhada-em-cotia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 03:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[celebrado]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Pessoa Idosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está marcada para o dia 4 de outubro de 2025 uma caminhada em Cotia para celebrar o Dia Mundial da Pessoa Idosa e o Dia Nacional do Idoso [1º de outubro]. Com o tema ‘Envelhecer com Dignidade é Direito de Todos’, a programação está sendo organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Está marcada para o dia 4 de outubro de 2025 uma caminhada em Cotia para celebrar o Dia Mundial da Pessoa Idosa e o Dia Nacional do Idoso [1º de outubro]. Com o tema ‘Envelhecer com Dignidade é Direito de Todos’, a programação está sendo organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI), com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Periferias. A participação é livre e gratuita, mas a organização pede para que a população faça inscrição prévia [link abaixo].</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia a matéria completa em:  </strong><a href="https://cotia.sp.gov.br/dia-mundial-da-pessoa-idosa-sera-celebrado-com-uma-caminhada-em-cotia/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cotia.sp.gov.br/dia-mundial-da-pessoa-idosa-sera-celebrado-com-uma-caminhada-em-cotia/&amp;source=gmail&amp;ust=1758142077881000&amp;usg=AOvVaw2YAAT_LbRkWIAcAfCVG2MB" target="_blank" rel="noopener">https://cotia.sp.gov.br/dia-mundial-da-pessoa-idosa-sera-celebrado-com-uma-caminhada-em-cotia/</a></p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<item>
		<title>II Caminhada PET de Osasco acontece domingo, dia 24/11</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ii-caminhada-pet-de-osasco-acontece-domingo-dia-24-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 03:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Executiva de Proteção da Fauna e Bem-Estar Animal da Prefeitura de Osasco promoverá domingo, dia 24/11, a partir das 8h, a 2ª Caminhada Pet. O ponto de partida será no estacionamento da Prefeitura, na Rua Narciso Sturlini, s/n – Vila Campesina, com destino final no Pet Parque da Vila Yara (Rua Franz Voegeli, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Executiva de Proteção da Fauna e Bem-Estar Animal da Prefeitura de Osasco promoverá domingo, dia 24/11, a partir das 8h, a 2ª Caminhada Pet.</p>
<p>O ponto de partida será no estacionamento da Prefeitura, na Rua Narciso Sturlini, s/n – Vila Campesina, com destino final no Pet Parque da Vila Yara (Rua Franz Voegeli, 930).</p>
<p>Os interessados em participar podem contribuir com a doação de 1k de ração canina ou felina. Toda arrecadação será destinada ao Banco Municipal de Ração.</p>
<h4>Serviço<br />
2ª Cãominhada Pet<br />
Data: 24/11<br />
Horário: 9h às 12h<br />
Local: estacionamento da prefeitura<br />
Endereço: Rua Narciso Sturlini, s/n – Vila Campesina</h4>
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		<title>Graacc reúne mais de 3 mil pessoas na corrida e caminhada pela cura do câncer infantil </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/graacc-reune-mais-de-3-mil-pessoas-na-corrida-e-caminhada-pela-cura-do-cancer-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 08:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[câncer infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Graacc]]></category>
		<category><![CDATA[GRACC]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apoio da Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Esportes (Sesp) e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sads), a 3ª edição da Corrida e Caminhada promovida pelo Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) foi um sucesso, mobilizando mais de 3 mil participantes no evento realizado no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span lang="PT-BR">Com apoio da Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Esportes (Sesp) e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sads), a 3ª edição da Corrida e Caminhada promovida pelo Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) foi um sucesso, mobilizando mais de 3 mil participantes no evento realizado no domingo, dia 29. </span></p>
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<div>
<p>&nbsp;</p>
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<div>
<p><span lang="PT-BR">Logo cedo, milhares de participantes estavam a postos nas proximidades do Ginásio de Esportes José Corrêa para a caminhada de 4 quilômetros e para a corrida de 10 quilômetros, que teve como tema “Combatendo e vencendo o câncer infantil”. </span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">A ação foi marcada pela diversidade. Teve mamãe que correu empurrando carrinho de bebê, pai que correu ao lado da filha na bicicleta de rodinha. Muitos casais também correram juntos. Na pista teve até gente que se superou correndo descalça.  Todos que cumpriram as etapas receberam medalhas de participação.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h4><span lang="PT-BR">Famílias unidas</span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">Famílias inteiras também correram em prol da vida de crianças e adolescentes que lutam pela cura do câncer. </span></p>
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<p><span lang="PT-BR">“Pai, quero correr pelas crianças”, disse Cassiano da Silva, de 6 anos, acompanhado de seus pais e irmãs. Ele que cumpriu a etapa de 4 quilômetros em 36 minutos.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">“Meu filho, quando disse que queria participar, logo corri para fazer a inscrição. Este evento é muito valioso porque é uma luta difícil e esse tipo de ação é pra fortalecer essa corrente do bem”, disse Adriano José da Silva, auxiliar administrativo, atleta amador e pai de Cassiano.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p><span lang="PT-BR">A mãe de Cassiano, Adriana Maria da Silva, concorda que iniciativas em prol da saúde são mais que bem-vindas. “Eu trabalho em uma distribuidora de medicamentos oncológicos e assim que soube da caminhada quis trazer as crianças pra levar energias positivas para quem passar por esse processo”, conta.</span></p>
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<h4><span lang="PT-BR">Esporte é a saúde!</span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">A Secretaria de Esportes de Barueri foi parceira na organização do evento e destacando, mais uma vez, a parceria do município com a instituição. </span></p>
</div>
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<div>
<p><span lang="PT-BR">“Um evento incrível! Além de agregar as questões esportivas, lazer, entretenimento e fomentar a melhoria da qualidade de vida, tem o caráter muito bonito e social. É a Prefeitura com o Graacc por meio do esporte, promovendo ações pela cura do câncer infantil”, disse o secretário de Esportes Tom Moisés. </span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<div>
<h4><span lang="PT-BR">Barueri e Graacc</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">“A gente fica muito feliz porque Esporte tem tudo a ver com saúde. Quando a gente vê no domingo, logo cedo, essa galera reunida com a maior energia, participando, estando com a gente, é muito prazeroso. É uma honra poder ter Barueri há tantos anos juntos com Graacc nessa luta diária que a gente tem de salvar a vida de crianças”, declara a superintende do Graacc, Tammy Allersdorfer. </span></p>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
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<div>
<h4><span lang="PT-BR">Sobre o Graacc</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O Hospital Graacc é referência em oncologia pediátrica e oferece atendimento humanizado e com altas taxas de cura. O município de Barueri está entre os principais parceiros do Hospital desde 2008, garantindo a sua participação contínua na campanha do McDia Feliz, dentre outros eventos. </span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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