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	<title>Butantan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 May 2026 18:01:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Butantan &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Anvisa aprova produção nacional da vacina de chikungunya pelo Instituto Butantan</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/anvisa-aprova-producao-nacional-da-vacina-de-chikungunya-pelo-instituto-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 18:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira (4) a fabricação local da vacina da chikungunya pelo Instituto Butantan, um marco significativo para a saúde pública brasileira. O imunizante, denominado Butantan-Chik, agora terá parte de seu processo produtivo realizado no país, facilitando sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) e tornando-o mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira (4) a fabricação local da vacina da chikungunya pelo Instituto Butantan, um marco significativo para a saúde pública brasileira. O imunizante, denominado Butantan-Chik, agora terá parte de seu processo produtivo realizado no país, facilitando sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) e tornando-o mais acessível à população. Esta decisão representa um avanço crucial na autonomia tecnológica e na capacidade do Brasil de enfrentar doenças endêmicas, com foco inicial em pessoas entre 18 e 59 anos. A medida consolida o papel do Butantan como pilar estratégico na produção de imunobiológicos essenciais, reforçando a segurança sanitária nacional.</p>
<p> Autorização e o papel estratégico do Butantan</p>
<p> Um avanço na autonomia e acessibilidade da saúde</p>
<p>A recente autorização da Anvisa permite que o Instituto Butantan realize a fabricação local da vacina Butantan-Chik, desenvolvida em colaboração com a farmacêutica franco-austríaca Valneva. Embora a vacina tenha sido aprovada pela Anvisa em abril de 2025, com a produção inicialmente registrada nas fábricas da Valneva, a decisão atual oficializa o Butantan como um local de fabricação, capaz de desenvolver parte essencial do processo produtivo em suas próprias instalações. Isso assegura que o imunizante mantenha a mesma qualidade, segurança e eficácia, mas agora com a vantagem de ser formulado e envasado em solo brasileiro.</p>
<p>Este passo não apenas fortalece a capacidade produtiva nacional, mas também simboliza uma importante transferência de tecnologia entre as instituições. Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, destacou a relevância dessa conquista: &#8220;Mais um marco importante para o Instituto Butantan e para a saúde da população. Ao executar a maior parte do processo de fabricação, o Instituto Butantan, por ser uma instituição pública, poderá entregar a vacina com um preço menor e mais acessível, com a mesma qualidade e segurança&#8221;. A produção local é, portanto, um fator chave para garantir maior disponibilidade e custo-benefício, ampliando o acesso da população brasileira ao imunizante.</p>
<p> Eficácia comprovada e impacto global da vacina</p>
<p> Resultados dos estudos clínicos e aplicação no SUS</p>
<p>A eficácia e segurança da vacina contra a chikungunya foram extensivamente avaliadas em estudos clínicos rigorosos. Cerca de 4 mil voluntários, com idades entre 18 e 65 anos, participaram das pesquisas realizadas nos Estados Unidos. Os resultados, publicados em 2023 na renomada revista científica The Lancet, demonstraram que 98,9% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes após a imunização. O perfil de segurança da vacina foi considerado bom, com eventos adversos geralmente leves e moderados, sendo os mais frequentemente relatados dor de cabeça, dor no corpo, fadiga e febre, sintomas transitórios e esperados após a vacinação.</p>
<p>O impacto da vacina já começou a ser percebido no Brasil. Em fevereiro de 2026, o imunizante foi introduzido no Sistema Único de Saúde (SUS) em uma estratégia piloto do Ministério da Saúde, direcionada a municípios com alta incidência da doença. Além do Brasil, a vacina da chikungunya já obteve aprovação em outros países e regiões, incluindo Canadá, Europa e Reino Unido, reforçando seu reconhecimento internacional e o potencial de proteção global. A Butantan-Chik, desenvolvida em parceria com a Valneva, detém o pioneirismo de ser a primeira vacina registrada no mundo contra a doença.</p>
<p> O cenário epidemiológico da chikungunya</p>
<p>A chikungunya representa uma séria ameaça à saúde pública global. Em 2025, a doença afetou cerca de 500 mil pessoas em todo o mundo, conforme dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). No Brasil, o mesmo ano registrou mais de 127 mil casos notificados e 125 óbitos, evidenciando a urgência de medidas preventivas eficazes. O vírus da chikungunya é transmitido principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor responsável pela transmissão da dengue e do Zika, o que complexifica seu controle devido à ubiquidade do mosquito.</p>
<p>Os sintomas da chikungunya surgem de forma abrupta e incluem febre alta (acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações, especialmente em pés e mãos, afetando dedos, tornozelos e punhos. Outros sintomas comuns são dor de cabeça, dor muscular e o aparecimento de manchas vermelhas na pele. A principal e mais debilitante consequência da infecção é a dor crônica nas articulações, que pode persistir por meses ou até anos, comprometendo severamente a qualidade de vida dos pacientes. Pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte revelaram que indivíduos com a forma crônica da doença apresentam um risco 13 vezes maior de desenvolver depressão e 76 vezes mais chances de ter problemas de locomoção. Um estudo conduzido com 500 pacientes na Universidade George Washington, nos Estados Unidos, apontou que uma em cada oito pessoas diagnosticadas com chikungunya sofreu de dor articular persistente por até três anos.</p>
<p> Combate à chikungunya: vacinação e prevenção contínua</p>
<p>A aprovação da produção local da vacina da chikungunya pelo Instituto Butantan é um passo fundamental e representa um avanço estratégico no enfrentamento da doença no Brasil. Ao garantir a fabricação nacional, o país não só melhora sua autonomia em saúde, mas também assegura maior acessibilidade e disponibilidade do imunizante para a população. Esta medida, aliada à comprovada eficácia da vacina, oferece uma ferramenta poderosa para mitigar o impacto da chikungunya. No entanto, é crucial reforçar que a vacinação, embora vital, deve ser complementada por esforços contínuos de prevenção. A eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti permanece essencial, exigindo a remoção de água parada em recipientes como pneus, latas e vasos de plantas. Caixas d&#8217;água, cisternas e tambores devem ser mantidos sempre bem vedados, conforme orientações do Ministério da Saúde. O combate à chikungunya exige uma abordagem multifacetada, combinando imunização, educação e ações de controle do vetor para proteger efetivamente a saúde pública.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem pode receber a vacina Butantan-Chik?<br />
A vacina Butantan-Chik é indicada para pessoas na faixa etária de 18 a 59 anos, conforme o público-alvo estabelecido pela Anvisa e para a incorporação no SUS.</p>
<p>2. Qual a importância da produção nacional da vacina?<br />
A produção nacional da vacina pelo Instituto Butantan representa um avanço significativo na autonomia do Brasil na área da saúde. Ela permite a redução de custos, tornando o imunizante mais acessível e ampliando o acesso da população ao Sistema Único de Saúde (SUS), além de fortalecer a capacidade tecnológica do país.</p>
<p>3. Quais são os principais sintomas e riscos da chikungunya?<br />
Os principais sintomas incluem febre alta súbita, dores intensas nas articulações (mãos, pés, dedos, tornozelos e punhos), dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele. O maior risco a longo prazo é a dor crônica nas articulações, que pode durar anos e levar a problemas de locomoção e até mesmo depressão.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços na saúde pública e as estratégias de prevenção. Para mais detalhes sobre a vacina e o plano de imunização, acesse os canais oficiais do Instituto Butantan e do Ministério da Saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Butantan sela parceria global por terapia CAR-T contra câncer no Brasil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/butantan-sela-parceria-global-por-terapia-car-t-contra-cancer-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[car]]></category>
		<category><![CDATA[células]]></category>
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		<category><![CDATA[Terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, uma das mais renomadas instituições de pesquisa biomédica do Brasil, anunciou um acordo de licenciamento de tecnologia que promete revolucionar o tratamento de cânceres hematológicos no país. A parceria internacional com a biofarmacêutica chinesa IASO Bio visa ao desenvolvimento local de uma avançada terapia CAR-T (células T com receptor quimérico de antígeno) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, uma das mais renomadas instituições de pesquisa biomédica do Brasil, anunciou um acordo de licenciamento de tecnologia que promete revolucionar o tratamento de cânceres hematológicos no país. A parceria internacional com a biofarmacêutica chinesa IASO Bio visa ao desenvolvimento local de uma avançada terapia CAR-T (células T com receptor quimérico de antígeno) para doenças como leucemia e linfoma. Este tratamento inovador utiliza as células do sistema imunológico do próprio paciente, geneticamente modificadas, para combater diretamente as células cancerosas. A iniciativa, que prevê a produção no Núcleo de Terapias Avançadas de São Paulo (Nutera-SP), coordenado pelo Butantan, representa um marco significativo para a ciência brasileira e para a saúde pública, com o potencial de reduzir drasticamente os custos e ampliar o acesso a uma tecnologia de ponta, hoje restrita à rede privada e com valores proibitivos.</p>
<p> Butantan e IASO Bio: uma aliança estratégica global</p>
<p>O acordo firmado entre o Instituto Butantan e a IASO Bio estabelece um licenciamento de tecnologia crucial para o avanço da medicina no Brasil. A biofarmacêutica chinesa, fundada em 2017, é uma especialista global no desenvolvimento de Medicamentos de Terapia Avançada, com foco em terapias celulares e produtos biológicos para malignidades hematológicas e doenças autoimunes. Esta colaboração permitirá que a complexa tecnologia da terapia CAR-T seja desenvolvida e produzida integralmente no Brasil, especificamente no Nutera-SP.</p>
<p>O Núcleo de Terapias Avançadas de São Paulo, uma estrutura de ponta coordenada pelo Butantan, já possui a infraestrutura e os equipamentos específicos necessários para a manipulação de células e o desenvolvimento de terapias celulares avançadas. Atualmente, a unidade já está engajada em outra pesquisa e produção de terapia CAR-T, em parceria com o Hemocentro de Ribeirão Preto, para tratar outras condições hematológicas. A nova parceria expande significativamente o portfólio de pesquisas do Butantan e fortalece sua capacidade de resposta às necessidades de saúde pública. Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, enfatiza a relevância do acordo: “Este tratamento revolucionou o combate a doenças do sangue, mas seu acesso ainda é um desafio. A nova parceria permite que o Instituto Butantan, uma instituição pública, amplie seu portfólio para atender às necessidades da saúde pública brasileira, expandindo o acesso a tecnologias de ponta”.</p>
<p> Tecnologia CAR-T: a esperança para cânceres do sangue</p>
<p>A terapia CAR-T representa um dos mais promissores avanços na oncologia, particularmente no tratamento de cânceres hematológicos. Originada de mais de 60 anos de estudos e desenvolvida nos Estados Unidos a partir de 2010, essa tecnologia consiste na modificação genética de linfócitos T, que são células de defesa do sistema imunológico do paciente.</p>
<p>O processo inicia-se com a coleta do sangue do paciente, de onde os linfócitos T são isolados. Em laboratório, esses linfócitos são geneticamente modificados para expressar um &#8220;receptor quimérico de antígeno&#8221; (CAR) em sua superfície. Este receptor permite que as células T modificadas (agora chamadas CAR-T) identifiquem e ataquem especificamente as células tumorais, agindo como &#8220;soldados&#8221; treinados para combater o câncer de forma direcionada, sem afetar as células saudáveis ao redor. Após a modificação e expansão em laboratório, as células CAR-T são infundidas de volta no paciente, onde proliferam e atuam na erradicação da doença. Essa abordagem personalizada e altamente eficaz tem demonstrado resultados notáveis em pacientes com tipos específicos de leucemia e linfoma, oferecendo uma nova esperança para aqueles que não respondem aos tratamentos convencionais.</p>
<p> Acesso e custo: a revolução da terapia no SUS</p>
<p>Atualmente, o custo da terapia CAR-T no mercado internacional pode girar em torno de US$ 500 mil, o equivalente a R$ 2,6 milhões por paciente, tornando-a inacessível para a vasta maioria da população brasileira. No Brasil, essa terapia está disponível exclusivamente na rede privada, limitando severamente seu alcance. A produção local dessa tecnologia por uma instituição pública como o Butantan é um divisor de águas, pois permite uma significativa redução de custos, abrindo caminho para sua potencial incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A possibilidade de ter uma terapia tão avançada disponível no SUS transformaria a vida de milhares de pacientes que hoje não têm acesso a esse tratamento vital. Vanderson Rocha, coordenador do Nutera-SP e professor titular de Hematologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), destaca a importância histórica do projeto: “No futuro, a terapia poderá ampliar as possibilidades de tratamento para os pacientes atendidos pelo SUS que já não respondem às terapias convencionais”. A visão de Jinhua Zhang, fundador e CEO da IASO Bio, alinha-se a essa perspectiva: “Esta parceria com o Butantan é um marco fundamental na estratégia global da IASO Bio para levar nossas terapias celulares inovadoras aos pacientes na América Latina. Ao combinarmos nossa tecnologia proprietária de terapia celular com as excepcionais capacidades de desenvolvimento e produção do Instituto Butantan, temos uma oportunidade única de reduzir significativamente os custos e tornar este tratamento acessível a muito mais pacientes no Brasil por meio do sistema público de saúde”. Essa sinergia entre conhecimento técnico e compromisso público tem o potencial de democratizar o acesso a uma das mais avançadas terapias oncológicas do mundo.</p>
<p> O papel da IASO Bio e o futuro da inovação</p>
<p>A IASO Bio, parceira estratégica do Instituto Butantan, é uma biofarmacêutica de destaque global no setor de Medicamentos de Terapia Avançada. Fundada em 2017, a empresa se especializou no desenvolvimento de terapias celulares e produtos biológicos, com um foco particular em malignidades hematológicas e doenças autoimunes. Sua expertise abrange todo o ciclo de vida do produto, desde a descoberta e desenvolvimento inicial até a fabricação e eventual comercialização, sustentada por plataformas tecnológicas robustas e inovadoras.</p>
<p>A colaboração com o Butantan é vista pela IASO Bio como um passo crucial em sua estratégia de expansão global, mirando especificamente a América Latina. Ao unir suas tecnologias proprietárias de terapia celular com a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e produção do Butantan, a empresa busca não apenas introduzir tratamentos de ponta na região, mas também garantir que esses tratamentos sejam acessíveis. A intenção de reduzir custos e facilitar a incorporação ao sistema público de saúde no Brasil demonstra um alinhamento com a missão de impacto social, transformando a IASO Bio em um parceiro estratégico fundamental para o avanço da saúde pública brasileira.</p>
<p> O pioneirismo do Butantan em terapias avançadas</p>
<p>O Instituto Butantan não é um novato no campo das terapias celulares avançadas. Desde 2022, a instituição tem trabalhado ativamente com a tecnologia de células CAR-T. Este envolvimento inicial foi impulsionado por uma parceria estratégica com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) e o Hemocentro de Ribeirão Preto. Essa colaboração resultou na inauguração de dois núcleos de terapia celular, um em São Paulo e outro em Ribeirão Preto, solidificando o Brasil como um polo de pesquisa e desenvolvimento nessa área.</p>
<p>A terapia desenvolvida inicialmente por esta parceria, e que está em estágios avançados de teste, é específica para o tratamento de leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não-Hodgkin de células B. Esta tecnologia foi concebida e aperfeiçoada no Centro de Terapia Celular da FMRP-USP, demonstrando a capacidade nacional de inovação. A experiência adquirida com este projeto prévio é inestimável para a nova parceria com a IASO Bio, pois o Butantan já possui o conhecimento técnico, a infraestrutura e a equipe capacitada para desenvolver e produzir terapias CAR-T com padrões de excelência internacional.</p>
<p> Testes clínicos e a esperança para pacientes refratários</p>
<p>O trabalho do Butantan e seus parceiros na área de terapia CAR-T tem progredido significativamente. A terapia desenvolvida localmente, antes desta nova parceria com a IASO Bio, começou a ser testada em pacientes brasileiros já em 2019. Esses ensaios clínicos focaram em indivíduos que não responderam aos tratamentos convencionais, representando um grupo de pacientes com poucas alternativas terapêuticas. Os resultados iniciais foram encorajadores, com a terapia demonstrando uma notável eficácia de 80% na redução de tumores.</p>
<p>Em 2024, este produto avançou para a etapa de ensaio clínico fase 1/2, um passo crucial para a aprovação e disponibilização mais ampla. Esta fase busca confirmar a segurança e a eficácia da terapia em um número maior de pacientes, refinando os protocolos de tratamento. O sucesso nesses testes representa uma luz no fim do túnel para pacientes refratários, aqueles cujas doenças não respondem a quimioterapia, radioterapia ou outras abordagens. A experiência consolidada do Butantan com esses testes clínicos e os resultados positivos obtidos até agora reforçam a competência da instituição para levar a cabo a nova parceria com a IASO Bio, acelerando o desenvolvimento e a eventual disponibilização de mais terapias CAR-T para a população.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A parceria entre o Instituto Butantan e a biofarmacêutica chinesa IASO Bio para o desenvolvimento local da terapia CAR-T contra cânceres hematológicos é um avanço de proporções históricas para a saúde brasileira. Ao permitir a produção de uma tecnologia de ponta no país, por uma instituição pública, este acordo promete não apenas baratear o tratamento, mas também pavimentar o caminho para sua inclusão no Sistema Único de Saúde. Isso significa democratizar o acesso a uma terapia que pode salvar vidas, oferecendo esperança a milhares de pacientes que hoje se veem sem alternativas. O Butantan reafirma seu papel crucial como motor de inovação e equidade em saúde, utilizando sua expertise para enfrentar desafios complexos e melhorar a qualidade de vida da população. Este é um testemunho do compromisso do Brasil com a ciência e com o bem-estar de seus cidadãos, consolidando o país como um polo de excelência em terapias avançadas.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a terapia CAR-T e a parceria</p>
<p> O que é a terapia CAR-T e como ela funciona?<br />
A terapia CAR-T é um tratamento inovador para certos tipos de câncer, especialmente os hematológicos. Ela envolve a coleta das células de defesa (linfócitos T) do próprio paciente, que são então geneticamente modificadas em laboratório para expressar um receptor (CAR). Essas células CAR-T são capazes de reconhecer e atacar especificamente as células cancerosas do paciente, sendo reinfundidas no organismo para combater a doença de forma personalizada.</p>
<p> Quais doenças serão tratadas com esta nova terapia proveniente da parceria?<br />
A nova terapia CAR-T desenvolvida pela parceria entre o Instituto Butantan e a IASO Bio será destinada ao tratamento de doenças hematológicas, como cânceres de sangue, incluindo leucemias e linfomas que já são os alvos de terapias CAR-T existentes. Os alvos específicos para esta nova terapia serão detalhados à medida que os estudos clínicos avançarem.</p>
<p> Qual a importância desta parceria para o Sistema Único de Saúde (SUS)?<br />
A produção local da terapia CAR-T por uma instituição pública como o Instituto Butantan é fundamental para o SUS. Atualmente, o tratamento é extremamente caro e restrito à rede privada. A fabricação nacional visa reduzir drasticamente os custos, tornando a terapia potencialmente acessível para pacientes do SUS que não respondem aos tratamentos convencionais, democratizando o acesso a uma inovação médica vital.</p>
<p> Quando a terapia CAR-T da parceria estará disponível para o público no SUS?<br />
A terapia está atualmente em fase de desenvolvimento e passará por etapas rigorosas de ensaios clínicos para garantir sua segurança e eficácia. Após a conclusão bem-sucedida desses ensaios e a aprovação pelas autoridades regulatórias brasileiras, haverá a possibilidade de incorporação ao SUS. Não há uma data exata definida, mas a parceria visa acelerar esse processo para que a terapia chegue aos pacientes o mais breve possível.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os progressos dessa e de outras iniciativas que transformam a saúde pública brasileira, acompanhe as notícias e os desenvolvimentos do Instituto Butantan.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Butantan acelera entrega de vacinas contra dengue para o SUS</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/butantan-acelera-entrega-de-vacinas-contra-dengue-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 05:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan, referência em produção de imunobiológicos no Brasil, anunciou uma importante antecipação na entrega de vacinas contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Um lote de 1,3 milhão de doses da Butantan-DV, inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026, será agora disponibilizado no primeiro semestre do mesmo ano. Essa medida estratégica eleva para 2,6 milhões o total de doses que o SUS receberá nos primeiros seis meses de 2026, fortalecendo significativamente a capacidade do país de combater a doença. A decisão reflete o compromisso do Butantan em responder prontamente aos desafios de saúde pública, especialmente em um cenário de crescentes preocupações com a dengue em diversas regiões brasileiras, oferecendo uma ferramenta crucial para a proteção da população.</p>
<p> Aceleração da imunização: um passo estratégico contra a dengue</p>
<p>A antecipação da entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV representa um marco crucial na estratégia de saúde pública brasileira. Originalmente programadas para o segundo semestre de 2026, essas doses, somadas ao montante já previsto, resultarão em um total de 2,6 milhões de vacinas disponíveis para o SUS já nos primeiros seis meses daquele ano. Esta medida proativa do Instituto Butantan visa fortalecer a capacidade do país de enfrentar a dengue, uma doença que tem representado um desafio constante e crescente para o Sistema Único de Saúde, especialmente em períodos de alta incidência e surtos epidêmicos.</p>
<p> Impacto da antecipação no combate à doença</p>
<p>A disponibilidade antecipada de um volume tão expressivo de imunizantes permite que as autoridades de saúde planejem com maior eficácia as campanhas de vacinação, priorizando as regiões e populações mais vulneráveis. Em um cenário onde a dengue continua a sobrecarregar hospitais e unidades de saúde, a Butantan-DV surge como uma ferramenta essencial para reduzir a gravidade dos casos, as hospitalizações e, consequentemente, as fatalidades associadas à doença. Este avanço demonstra a agilidade e a responsabilidade do Instituto Butantan em adaptar-se às necessidades urgentes da saúde coletiva, reiterando seu papel fundamental na defesa da vida e no bem-estar da população brasileira. A medida é uma resposta direta à crescente pressão sobre o sistema de saúde, que tem registrado números alarmantes de infecções e óbitos, especialmente durante os picos sazonais da doença. A capacidade de antecipar a oferta de vacinas é um testemunho da robustez do parque fabril e da equipe técnica do instituto, capaz de otimizar processos sem comprometer a qualidade e a segurança do imunizante.</p>
<p> A Butantan-DV: inovação e eficácia nacional</p>
<p>Desenvolvida e produzida integralmente no parque fabril do Instituto Butantan, em São Paulo, a vacina Butantan-DV representa um triunfo da ciência nacional. O imunizante é tetraviral, o que significa que oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4), uma característica crucial para a eficácia em regiões onde múltiplos sorotipos circulam simultaneamente. Sua aplicação em dose única simplifica significativamente a logística das campanhas de vacinação, otimizando recursos e aumentando a adesão da população, diferente de esquemas que exigem múltiplas doses.</p>
<p> Perfil da vacina e estratégias de aplicação</p>
<p>A aprovação da Butantan-DV pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso em pessoas de 12 a 59 anos valida sua segurança e eficácia, após rigorosos testes e análises. Os resultados dos estudos clínicos são altamente promissores: o imunizante demonstrou uma eficácia geral de 74,7%, com um impressionante índice de 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% de eficácia na prevenção de hospitalizações por dengue. Estes dados posicionam a Butantan-DV como uma ferramenta robusta na prevenção das formas mais severas da doença, que são as principais responsáveis por mortes e sobrecarga no sistema de saúde. A vacina, sendo um produto 100% nacional, também fortalece a capacidade do Brasil de responder a emergências sanitárias sem depender de cadeias de suprimento internacionais, muitas vezes imprevisíveis.</p>
<p>Complementando a chegada das doses, o Ministério da Saúde iniciou em fevereiro uma campanha de vacinação estratégica, direcionada aos profissionais de saúde da Atenção Primária. Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, que somam cerca de 1,2 milhão de trabalhadores, estão sendo imunizados para proteger a linha de frente do SUS. Essa priorização visa garantir que esses profissionais essenciais estejam aptos a continuar prestando assistência à população em meio à crescente demanda causada pela dengue, protegendo não apenas a saúde individual desses trabalhadores, mas também a integridade do sistema de saúde como um todo. A imunização dos profissionais de saúde é um passo fundamental para manter a resiliência dos serviços essenciais.</p>
<p> Expansão e futuro: o novo polo de inovação do Butantan</p>
<p>Para além da entrega de vacinas, o futuro do Instituto Butantan está sendo moldado por iniciativas estratégicas de longo prazo. O governo do estado de São Paulo anunciou a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste da capital paulista, para a criação de um novo e ambicioso polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos. Este novo centro representa um salto qualitativo para a ciência e a tecnologia em saúde no Brasil, consolidando a posição do Butantan como um dos maiores produtores de vacinas e soros do mundo.</p>
<p> Um horizonte de investimentos e desenvolvimento biotecnológico</p>
<p>A iniciativa será impulsionada por um investimento substancial de R$ 1,38 bilhão, destinado à construção de novas fábricas equipadas com tecnologias de ponta. Essa expansão não apenas ampliará a capacidade de produção de vacinas existentes, como a contra a dengue e a gripe, mas também abrirá caminho para a pesquisa e desenvolvimento de uma nova geração de imunobiológicos, essenciais para a saúde pública. O objetivo é garantir que o Brasil possua autonomia na produção de insumos estratégicos, reduzindo a dependência de mercados externos e fortalecendo a soberania sanitária do país. Este investimento massivo reflete uma visão estratégica de longo prazo, posicionando o Butantan na vanguarda da biotecnologia global.</p>
<p>O secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, expressou a visão de que esse novo polo transformará São Paulo em um verdadeiro epicentro de excelência científica. “Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, afirmou Paiva, sublinhando o potencial de impacto nacional e internacional da iniciativa. A expectativa é que o Butantan continue a ser um motor de inovação, respondendo não apenas às crises atuais, mas também antecipando e desenvolvendo soluções para os desafios de saúde do futuro, como a emergência de novas doenças e a necessidade de terapias mais eficazes. A criação deste polo de inovação solidifica a reputação do Butantan como um pilar da ciência brasileira e um provedor global de saúde.</p>
<p> Horizontes da saúde pública brasileira com o Butantan</p>
<p>A antecipação na entrega das vacinas Butantan-DV e os ambiciosos planos de expansão do Instituto Butantan sinalizam um futuro promissor para a saúde pública brasileira. A capacidade de produzir imunizantes de alta eficácia, como a vacina contra a dengue, em solo nacional, e a visão de investir massivamente em inovação e novas infraestruturas, reforçam o papel vital do Butantan na segurança sanitária do país. Essas ações conjuntas não só equipam o SUS com as ferramentas necessárias para enfrentar desafios imediatos, como a epidemia de dengue, mas também pavimentam o caminho para que o Brasil se posicione como líder global em biotecnologia e desenvolvimento de soluções em saúde. A continuidade do investimento em ciência e tecnologia é a chave para a resiliência do sistema de saúde e para a proteção contínua da população contra doenças emergentes e reemergentes, garantindo um futuro mais seguro e saudável para todos os brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacina Butantan-DV e sua distribuição</p>
<p>   Quantas doses da vacina contra a dengue o Instituto Butantan antecipará para o SUS?<br />
    O Instituto Butantan antecipará a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina Butantan-DV, originalmente previstas para o segundo semestre de 2026, para o primeiro semestre do mesmo ano. Com essa antecipação, um total de 2,6 milhões de doses serão distribuídas ao Sistema Único de Saúde (SUS) na primeira metade de 2026.</p>
<p>   Qual a eficácia da vacina Butantan-DV e para quem ela é indicada?<br />
    A vacina Butantan-DV demonstrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme, e 100% contra hospitalizações por dengue. Ela é aprovada pela Anvisa para uso na população brasileira de 12 a 59 anos, e é aplicada em dose única.</p>
<p>   O que significa a criação de um novo polo de inovação para o Butantan?<br />
    A criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos no bairro do Jaguaré, em São Paulo, representa um investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas. O objetivo é expandir a capacidade de pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas e outros imunobiológicos, fortalecendo a autonomia científica e tecnológica do Brasil na área da saúde.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços na saúde pública brasileira e as campanhas de vacinação. Consulte sempre os canais oficiais do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan para obter as informações mais recentes e precisas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo inicia vacinação contra a dengue com Butantan-DV em todos os</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 11:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo marca um avanço significativo na saúde pública ao iniciar nesta segunda-feira (9) uma abrangente campanha de vacinação contra a dengue em todos os seus 645 municípios. A iniciativa pioneira utiliza a Butantan-DV, a primeira vacina do mundo em dose única e desenvolvida para oferecer proteção robusta contra os quatro sorotipos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo marca um avanço significativo na saúde pública ao iniciar nesta segunda-feira (9) uma abrangente campanha de vacinação contra a dengue em todos os seus 645 municípios. A iniciativa pioneira utiliza a Butantan-DV, a primeira vacina do mundo em dose única e desenvolvida para oferecer proteção robusta contra os quatro sorotipos da doença. Neste estágio inicial, a imunização é prioritária para os profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, reconhecendo seu papel crucial na linha de frente do atendimento. Esta ação coloca São Paulo como o primeiro estado a distribuir o imunizante de forma tão ampla e coordenada, demonstrando um compromisso robusto com a prevenção e controle da dengue no território paulista.</p>
<p> A mobilização para uma vacinação sem precedentes</p>
<p>A campanha de vacinação contra a dengue em São Paulo representa um esforço logístico e estratégico de grande magnitude, focado na proteção dos profissionais que atuam diretamente na saúde da população. Nesta primeira etapa, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) destinou 99 mil doses do imunizante ao estado, com a expectativa de que aproximadamente 216 mil profissionais da atenção básica sejam imunizados. Este grupo inclui médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias, pilares essenciais para a saúde pública e para o sucesso de futuras campanhas de vacinação em larga escala. A escolha desses profissionais como público-alvo inicial visa não apenas protegê-los, mas também fortalecer a infraestrutura de saúde para a continuidade do combate à doença.</p>
<p> A estratégia e o apoio interinstitucional</p>
<p>A coordenação da campanha é fruto de uma colaboração articulada entre diversas instituições. A Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), por meio do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo (CVE), liderou a estratégia em parceria com os Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVEs) de todas as regiões do estado, o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems-SP) e o Ministério da Saúde. Esse arranjo interinstitucional garantiu que a logística de distribuição e aplicação das doses fosse adaptada às particularidades de cada localidade, maximizando a eficiência da campanha. Recentemente, foram realizadas reuniões técnicas e capacitações para a rede de saúde, preparando os profissionais para organizar e executar a imunização de forma eficaz. A distribuição das doses foi criteriosamente coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde, considerando critérios técnicos e a capacidade operacional de cada município. Este planejamento minucioso é fundamental para assegurar que a vacina chegue a todos os cantos do estado, reforçando a cobertura e o impacto da iniciativa.</p>
<p> A Butantan-DV: inovação científica e resultados de eficácia</p>
<p>A vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo renomado Instituto Butantan, é um marco na pesquisa científica e na saúde pública global. Sua tecnologia avançada a diferencia por ser a primeira vacina tetravalente contra a dengue administrada em dose única, induzindo proteção contra os quatro sorotipos do vírus. Este aspecto de dose única é particularmente relevante, pois simplifica significativamente a logística de campanhas de imunização em larga escala, reduz custos operacionais e potencialmente aumenta a adesão da população, resultando em uma cobertura vacinal mais rápida e abrangente. Produzida integralmente em São Paulo, a Butantan-DV é o resultado de anos de pesquisa e inovação, refletindo o compromisso do Brasil com o avanço científico no enfrentamento de doenças tropicais.</p>
<p> Uma vacina revolucionária para o combate à dengue</p>
<p>A segurança e eficácia da Butantan-DV são respaldadas por rigorosos ensaios clínicos de fase 3, cujos resultados foram acompanhados por cinco anos e submetidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação. O estudo, conduzido entre 2016 e 2024, envolveu mais de 16 mil voluntários em 14 estados brasileiros. Para o público de 12 a 59 anos, a vacina demonstrou uma eficácia geral de 74,7% e uma impressionante eficácia de 91,6% contra casos de dengue grave e com sinais de alarme. Estes dados foram publicados em prestigiosas revistas científicas como The New England Journal of Medicine e The Lancet Infectious Diseases, confirmando a robustez dos achados. O imunizante mostrou-se seguro e eficaz tanto em indivíduos que já tiveram infecção prévia quanto naqueles sem contato anterior com o patógeno. As reações mais comuns foram leves a moderadas, incluindo dor e vermelhidão no local da injeção, dor de cabeça e fadiga, enquanto eventos adversos sérios relacionados à vacina foram raros e com recuperação completa. A vantagem da dose única, fundamental para programas de imunização mais eficazes, foi destacada em um relatório de pesquisadores do Reino Unido, publicado na Human Vaccines &amp; Immunotherapeutics em 2018. Recentemente, o Instituto Butantan iniciou o recrutamento de voluntários com idade entre 60 e 79 anos para novos ensaios clínicos em Porto Alegre, Pelotas e Curitiba, visando expandir o público autorizado a receber o imunizante e fortalecer ainda mais a proteção contra a dengue.</p>
<p> O cenário epidemiológico e o estudo de impacto em Botucatu</p>
<p>A urgência da campanha de vacinação é reforçada pelo cenário epidemiológico da dengue em São Paulo. Até 5 de fevereiro, o estado já havia registrado 4.647 casos da doença e um óbito. Dados históricos recentes revelam um cenário desafiador, com mais de 882 mil casos e 1.124 óbitos registrados no território paulista em períodos anteriores, sublinhando a importância e a urgência de medidas preventivas robustas e eficazes, como a imunização. Nesse contexto, o Governo de São Paulo também iniciou a vacinação em Botucatu, município escolhido para um estudo de impacto da imunização com a Butantan-DV. A seleção de Botucatu se deu pela sua estrutura de rede de saúde consolidada, pela experiência em campanhas de vacinação em larga escala e pela circulação recente do sorotipo DENV-3, que representa uma ameaça contínua. Essa ação em Botucatu integra a estratégia nacional de imunização e será acompanhada por um rigoroso monitoramento técnico e científico, fornecendo dados valiosos para a otimização de futuras estratégias de controle da doença em todo o país.</p>
<p> Um passo fundamental para a saúde pública paulista</p>
<p>A campanha de vacinação contra a dengue com a Butantan-DV em São Paulo representa um marco significativo na história da saúde pública brasileira. Ao ser o primeiro estado a distribuir de forma abrangente um imunizante em dose única contra os quatro sorotipos da dengue, São Paulo demonstra liderança e compromisso com a inovação e a proteção de sua população. A vacina, fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento do Instituto Butantan, oferece uma ferramenta poderosa para a redução de casos graves e óbitos pela doença. A estratégia focada inicialmente nos profissionais de saúde e a articulação interinstitucional garantem que a campanha seja executada com a máxima eficiência, preparando o terreno para futuras etapas de ampliação da cobertura vacinal. Este esforço coletivo não apenas visa mitigar o impacto da dengue no presente, mas também constrói um futuro mais seguro e saudável para todos os paulistas, reafirmando a importância da ciência e da prevenção na gestão da saúde pública.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. O que é a vacina Butantan-DV?<br />
A Butantan-DV é a primeira vacina tetravalente contra a dengue em dose única desenvolvida no mundo. Ela oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) e é resultado de anos de pesquisa do Instituto Butantan.</p>
<p>2. Quem são os primeiros a receber a vacina nesta campanha em São Paulo?<br />
Nesta primeira fase da campanha de vacinação, o imunizante é destinado aos profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal, incluindo médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias.</p>
<p>3. Quais os principais benefícios da Butantan-DV ser de dose única?<br />
O principal benefício da Butantan-DV ser de dose única é a simplificação da logística de aplicação em campanhas de grande escala. Isso permite uma imunização mais rápida da população, reduz custos operacionais e tem potencial para aumentar significativamente a cobertura vacinal, facilitando o enfrentamento da doença.</p>
<p>Para mais informações sobre a vacinação contra a dengue e outras iniciativas de saúde em São Paulo, acesse o portal da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>SUS inicia vacinação de profissionais de saúde contra a dengue em fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 05:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) dará um passo crucial no combate à dengue a partir de 9 de fevereiro, iniciando a imunização de aproximadamente 1,1 milhão de profissionais que atuam na atenção primária à saúde em todo o Brasil. A medida visa proteger a linha de frente do atendimento, que está em contato direto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) dará um passo crucial no combate à dengue a partir de 9 de fevereiro, iniciando a imunização de aproximadamente 1,1 milhão de profissionais que atuam na atenção primária à saúde em todo o Brasil. A medida visa proteger a linha de frente do atendimento, que está em contato direto com pacientes e, portanto, mais exposta ao vírus da dengue. A vacina Butantan-DV, desenvolvida com tecnologia 100% nacional pelo Instituto Butantan, será o imunizante utilizado, marcando um avanço significativo na autonomia e capacidade de resposta do país. Esta vacina, notável por ser a primeira de dose única contra a arbovirose no mundo, representa uma esperança robusta na contenção da doença.</p>
<p> Imunização de profissionais da linha de frente</p>
<p>A estratégia inicial de vacinação contra a dengue priorizará os profissionais de saúde que desempenham um papel vital nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Este grupo inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e equipes multifuncionais que estão cadastrados e atuam na atenção primária. A escolha desse público-alvo é estratégica, considerando que são os primeiros a receber e prestar os cuidados iniciais a indivíduos com sinais e sintomas de dengue, além de realizarem visitas domiciliares, aumentando sua exposição ao risco de infecção. A imunização dessa parcela essencial da força de trabalho da saúde visa não apenas proteger esses indivíduos, mas também fortalecer a capacidade do SUS em manter seus serviços essenciais, especialmente em momentos de surtos epidêmicos. A campanha será lançada oficialmente a partir de 9 de fevereiro, utilizando as doses adicionais da Butantan-DV que o Instituto Butantan se comprometeu a entregar até o final de janeiro. Essa etapa inicial é fundamental para assegurar que aqueles que cuidam da população estejam seguros para continuar seu trabalho.</p>
<p> Proteção e eficácia da Butantan-DV</p>
<p>A vacina Butantan-DV, desenvolvida integralmente no Brasil, destaca-se por sua inovação e eficácia. Sendo a primeira vacina de dose única contra a dengue disponível globalmente, ela simplifica o esquema vacinal e pode acelerar a cobertura imunológica da população. O imunizante oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, garantindo uma defesa abrangente contra as diversas variantes que circulam. Estudos clínicos robustos demonstraram uma eficácia global de 74%, um índice promissor para o controle da doença. Mais notavelmente, a vacina brasileira mostrou uma redução de 91% nos casos graves da doença e uma impressionante proteção de 100% contra a hospitalização causada pela dengue. Estes dados reforçam a segurança e o potencial da Butantan-DV em mitigar os impactos mais severos da infecção transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Além disso, o Instituto Butantan, com a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já iniciou o recrutamento de voluntários para estudos da vacina em pessoas com mais de 60 anos, ampliando o escopo de potenciais beneficiários e a esperança de uma solução completa para todas as faixas etárias.</p>
<p> Expansão da produção e novas fases da vacinação</p>
<p>A ambição de estender a vacinação em dose única para toda a população brasileira, abrangendo a faixa etária de 15 a 59 anos, é uma meta do governo federal que depende diretamente da disponibilidade de um número significativamente maior de doses da vacina Butantan-DV. Para viabilizar essa ampliação em larga escala, o Ministério da Saúde selou uma parceria estratégica de transferência de tecnologia com a empresa chinesa WuXi Vaccines. Este acordo visa acelerar a fabricação do imunizante, com a expectativa de que a produção chinesa da vacina, baseada na tecnologia brasileira, possa ser ampliada em até 30 vezes. As projeções indicam que, ainda neste ano, o Brasil poderá contar com aproximadamente 25 a 30 milhões de doses da Butantan-DV resultantes dessa colaboração internacional.</p>
<p>Com a chegada dessas novas doses importadas, o planejamento é iniciar a vacinação em nível nacional para a faixa etária de 15 a 59 anos, priorizando inicialmente os indivíduos mais velhos dentro desse grupo (59 anos) e progredindo gradualmente para os mais jovens (15 anos). O objetivo final é integrar a Butantan-DV de forma permanente no calendário oficial de vacinação do país, consolidando-a como uma ferramenta contínua de saúde pública. Para monitorar de perto o avanço da produção na China e garantir a qualidade e o cronograma de entrega, técnicos do Ministério da Saúde têm viagem programada para o país asiático em março deste ano, reiterando o compromisso do governo em acelerar a disponibilidade do imunizante. Simultaneamente, o impacto da imunização com o novo imunizante já está sendo avaliado em iniciativas piloto em municípios como Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), que iniciaram a vacinação em massa da população de 15 a 59 anos em um esforço para coletar dados e otimizar a futura campanha nacional.</p>
<p> A vacina QDenga no cenário nacional</p>
<p>Em paralelo à estratégia com a vacina Butantan-DV, o SUS também avançou na disponibilidade da vacina internacional QDenga, da farmacêutica japonesa Takeda, para o público de 10 a 14 anos, que requer um esquema vacinal de duas doses. O Brasil se consolidou como o primeiro país do mundo a oferecer este imunizante em seu sistema público de saúde. Recentemente, a aplicação da QDenga foi ampliada para todos os municípios brasileiros dentro desta mesma faixa etária, impulsionada pela aquisição de novos estoques.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou a compra de 9 milhões de doses para 2026 e mais 9 milhões para 2027, totalizando 18 milhões de doses. Este volume permite uma distribuição abrangente em todas as cidades do país. Aprovada pela Anvisa em 2023, a QDenga foi inicialmente disponibilizada em 2024 para crianças e adolescentes em 2,1 mil municípios considerados prioritários. Com a expansão dos estoques, a vacinação com QDenga será realizada em todas as mais de 5,5 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) do SUS, exclusivamente para a faixa etária de 10 a 14 anos, reforçando a cobertura vacinal e a proteção contra a dengue em uma parcela vulnerável da população infanto-juvenil.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>Os anúncios do Ministério da Saúde representam um marco significativo na luta contra a dengue no Brasil, com uma abordagem multifacetada que combina o avanço da tecnologia nacional e a colaboração internacional. A priorização da vacinação dos profissionais de saúde com a Butantan-DV demonstra o reconhecimento da importância desses indivíduos na linha de frente e a urgência em protegê-los. A perspectiva de uma produção ampliada da Butantan-DV e sua eventual inclusão permanente no calendário de vacinação aponta para um futuro onde a dengue pode ser controlada de forma mais eficaz em todo o território nacional, atingindo o público de 15 a 59 anos. Simultaneamente, a expansão da vacina QDenga para adolescentes em todo o país complementa essa estratégia, garantindo que diversas faixas etárias recebam a devida proteção. Este esforço conjunto, que inclui pesquisa, produção, parcerias e distribuição em massa, solidifica o papel do Brasil como líder global no desenvolvimento e implementação de estratégias inovadoras de saúde pública contra a dengue, com potencial para impactar positivamente outras nações.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Quem será vacinado inicialmente com a Butantan-DV no SUS?<br />
A partir de 9 de fevereiro, o SUS iniciará a vacinação de aproximadamente 1,1 milhão de profissionais que atuam na atenção primária à saúde, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e equipes multifuncionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS).</p>
<p>2. Qual a eficácia da vacina Butantan-DV contra a dengue?<br />
A vacina Butantan-DV demonstrou uma eficácia global de 74%, com uma redução de 91% nos casos graves da doença e 100% de proteção contra hospitalização, protegendo contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.</p>
<p>3. Quando a vacina Butantan-DV estará disponível para o público geral?<br />
O governo federal planeja ampliar gradualmente a vacinação em dose única para pessoas de 15 a 59 anos, começando pelos mais velhos dentro dessa faixa. Isso dependerá da disponibilidade de novas doses, esperadas para 2024 a 2027, com a parceria de produção internacional.</p>
<p>4. Qual a estratégia de vacinação com a QDenga no SUS?<br />
A vacina QDenga, de duas doses, está sendo oferecida gratuitamente pelo SUS para o público de 10 a 14 anos em todos os municípios brasileiros. O Brasil foi o primeiro país a disponibilizar este imunizante no sistema público de saúde, com aquisição de 18 milhões de doses para os próximos anos.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as campanhas de vacinação e adote medidas de prevenção contra o Aedes aegypti para proteger a sua saúde e a de sua comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Vacina do Butantan: dose única e proteção contra todos os tipos de dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vacina-do-butantan-dose-unica-e-protecao-contra-todos-os-tipos-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 13:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan representa um avanço significativo na luta contra a doença no Brasil e no mundo. Com sua formulação tetravalente e a inédita característica de dose única, o imunizante promete simplificar as campanhas de vacinação e oferecer proteção abrangente contra os quatro sorotipos conhecidos do vírus. Recentemente, a aplicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan representa um avanço significativo na luta contra a doença no Brasil e no mundo. Com sua formulação tetravalente e a inédita característica de dose única, o imunizante promete simplificar as campanhas de vacinação e oferecer proteção abrangente contra os quatro sorotipos conhecidos do vírus. Recentemente, a aplicação da Butantan-DV teve início em Botucatu, no interior de São Paulo, como parte de um estudo estratégico do Ministério da Saúde para avaliar o impacto da imunização em larga escala. Os resultados dos ensaios clínicos de fase 3, que embasaram sua aprovação, demonstram um perfil robusto de segurança e eficácia, tornando-a uma ferramenta vital para o controle da dengue, uma enfermidade que anualmente afeta milhões de brasileiros e representa um desafio persistente para a saúde pública nacional.</p>
<p> O avanço da Butantan-DV na prevenção da dengue</p>
<p> Tetravalência e dose única: um marco global</p>
<p>A vacina Butantan-DV se destaca no cenário mundial por ser a primeira a oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) em uma única dose. Essa característica tetravalente é crucial, pois a infecção por um sorotipo não confere imunidade contra os demais, e uma segunda infecção por um sorotipo diferente pode levar a formas mais graves da doença. A capacidade de proteger contra todos os tipos em uma só aplicação simplifica enormemente a logística das campanhas de vacinação, melhora a adesão da população e maximiza a cobertura vacinal em regiões endêmicas. Para um país de dimensões continentais como o Brasil, com vasta distribuição geográfica da doença, a facilidade de administração em dose única é um diferencial estratégico que pode acelerar a proteção de milhões de pessoas.</p>
<p>O lançamento oficial da aplicação teve início neste domingo, dia 18, na cidade de Botucatu. Esta localidade, juntamente com outras duas a serem definidas pelo Ministério da Saúde, foi selecionada para um estudo de impacto mais aprofundado da imunização em contexto de vida real. Essa iniciativa visa coletar dados adicionais sobre a efetividade da vacina em larga escala e seu potencial para mitigar surtos e epidemias, fornecendo subsídios valiosos para futuras políticas públicas de saúde e estratégias de imunização nacional. A escolha de cidades estratégicas para monitoramento permite uma avaliação robusta dos benefícios do imunizante em diversas populações e cenários epidemiológicos.</p>
<p> Segurança e eficácia comprovadas em estudos clínicos</p>
<p>A aprovação da Butantan-DV foi resultado de um rigoroso processo de avaliação, ancorado nos dados de cinco anos de acompanhamento de voluntários participantes do ensaio clínico de fase 3. Este estudo, que teve sua condução entre os anos de 2016 e 2024, envolveu mais de 16 mil voluntários distribuídos em 14 estados brasileiros, refletindo a diversidade epidemiológica do país. Os resultados submetidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) demonstraram um perfil de segurança altamente favorável e uma eficácia notável.</p>
<p>No grupo de indivíduos entre 12 e 59 anos, a vacina demonstrou uma eficácia geral de 74,7% na prevenção da doença. Mais impressionante ainda, a proteção contra casos de dengue grave e aqueles com sinais de alarme alcançou 91,6%, indicando uma capacidade robusta de prevenir as formas mais perigosas da infecção. Além disso, a vacina apresentou 100% de eficácia contra hospitalizações causadas pela dengue, um dado de extrema relevância para a redução da sobrecarga nos sistemas de saúde.</p>
<p>Quanto à segurança, o imunizante se mostrou seguro e eficaz tanto em pessoas que já haviam sido infectadas pelo vírus da dengue anteriormente quanto naquelas que nunca tiveram contato com o patógeno. A maioria das reações observadas foi de intensidade leve a moderada, sendo as mais comuns dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e fadiga. Eventos adversos sérios relacionados à vacina foram considerados raros, e todos os indivíduos que os experimentaram se recuperaram completamente. A solidez dos dados foi endossada pela publicação de resultados parciais em periódicos científicos de alto impacto internacional, como o The New England Journal of Medicine e o The Lancet Infectious Diseases, que revisaram e validaram as descobertas sobre o acompanhamento de dois e 3,7 anos, respectivamente.</p>
<p> Inovação no armazenamento: a vacina em pó</p>
<p> A tecnologia da liofilização e seus benefícios logísticos</p>
<p>Um dos aspectos mais inovadores da vacina do Butantan contra a dengue reside em sua forma de apresentação e armazenamento: ela será distribuída e armazenada em pó nas unidades de saúde. Essa característica é alcançada por meio de um processo chamado liofilização, no qual a vacina é submetida a congelamento e posterior remoção da água, transformando-a em uma substância em pó. A liofilização confere ao produto uma estabilidade térmica significativamente maior, o que é um benefício substancial para a logística de distribuição e armazenamento.</p>
<p>Enquanto algumas vacinas exigem condições de ultracongelamento ou refrigeração em temperaturas extremamente baixas, a versão liofilizada da Butantan-DV necessita apenas de refrigeração padrão, mantendo-se estável entre 2°C e 8°C. Essa faixa de temperatura é a mesma utilizada para a grande maioria das vacinas que compõem o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil. A compatibilidade com a infraestrutura de &#8220;rede de frio&#8221; já existente em todo o país facilita imensamente o transporte, especialmente em trajetos longos e para regiões de difícil acesso, além de reduzir perdas por quebras na cadeia de frio. A estabilidade aprimorada garante que a segurança e a eficácia do imunizante sejam mantidas desde a fábrica até o braço do cidadão, mesmo em um país com a extensão territorial do Brasil.</p>
<p> Impacto na saúde pública e metas de produção</p>
<p>A maior estabilidade conferida pela liofilização permite não apenas um transporte mais seguro e eficiente, mas também a formação de estoques estratégicos por períodos mais prolongados. Essa capacidade de armazenamento de longo prazo é fundamental para que estados e municípios possam planejar suas campanhas de vacinação com antecedência, garantindo um abastecimento regular e ininterrupto. A vacina, que parte de São Paulo, tem como objetivo abastecer todo o território nacional.</p>
<p>Com a capacidade de produção instalada, o Instituto Butantan prevê fabricar até 30 milhões de doses anualmente. Esse volume é vital para atender à demanda de uma campanha de vacinação em massa contra a dengue, contribuindo de forma decisiva para a redução da incidência da doença, suas complicações e o número de óbitos em todo o país. A capacidade de produzir e distribuir um imunizante tão estratégico e inovador consolida a posição do Brasil como protagonista na pesquisa e desenvolvimento em saúde global.</p>
<p> Um passo fundamental para o controle da dengue no Brasil</p>
<p>A chegada da vacina Butantan-DV representa um marco histórico na saúde pública brasileira. Com a sua característica tetravalente e de dose única, aliada à inovação do armazenamento liofilizado, o imunizante oferece uma ferramenta poderosa e prática para o enfrentamento da dengue. A robusta eficácia e o perfil de segurança, amplamente validados por estudos clínicos e publicações científicas de prestígio, garantem um futuro com menos casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. A capacidade de produção e distribuição em larga escala pelo Butantan reforça o compromisso do Brasil com a proteção da sua população, pavimentando o caminho para um controle mais efetivo da dengue e um impacto significativo na qualidade de vida de milhões de brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é a vacina da dengue do Instituto Butantan?<br />
É um imunizante tetravalente, ou seja, desenvolvido para proteger contra os quatro sorotipos conhecidos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). Sua principal inovação é ser a primeira vacina de dose única contra a dengue no mundo.</p>
<p> Quem pode receber a vacina Butantan-DV?<br />
Nos estudos clínicos que embasaram sua aprovação, a vacina demonstrou eficácia e segurança para o público de 12 a 59 anos, tanto para pessoas com infecção prévia quanto para aquelas que nunca tiveram contato com o vírus.</p>
<p> Quais são as principais vantagens desta vacina?<br />
As principais vantagens incluem a proteção contra todos os quatro sorotipos do vírus em uma única dose, o que simplifica a vacinação e aumenta a adesão. Além disso, a vacina demonstrou alta eficácia na prevenção de casos graves e hospitalizações, e sua forma liofilizada (em pó) facilita o transporte e armazenamento.</p>
<p> Como a vacina é armazenada e distribuída?<br />
A vacina Butantan-DV é armazenada em pó após um processo de liofilização. Isso a torna mais estável e permite que seja guardada sob refrigeração padrão (entre 2°C e 8°C), compatível com a infraestrutura existente do Programa Nacional de Imunizações (PNI), facilitando sua distribuição por todo o Brasil.</p>
<p> A vacina Butantan-DV é segura?<br />
Sim, a vacina se mostrou segura em extensos ensaios clínicos com mais de 16 mil voluntários. A maioria das reações foi leve a moderada (dor no local da injeção, dor de cabeça, fadiga), e eventos adversos sérios foram raros, com todos os indivíduos se recuperando.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as campanhas de vacinação em sua região e converse com um profissional de saúde para saber mais sobre a prevenção da dengue e a disponibilidade da vacina. A sua saúde é a nossa prioridade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Vacina da dengue do Butantan inicia Aplicação em três cidades brasileiras</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vacina-da-dengue-do-butantan-inicia-aplicacao-em-tres-cidades-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 05:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anos]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) dá um passo crucial na prevenção e combate à dengue, uma doença que representa um sério desafio de saúde pública no Brasil. A partir deste mês, a população de três municípios brasileiros começará a receber a nova vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, um imunizante de dose única [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) dá um passo crucial na prevenção e combate à dengue, uma doença que representa um sério desafio de saúde pública no Brasil. A partir deste mês, a população de três municípios brasileiros começará a receber a nova vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, um imunizante de dose única que promete ser um divisor de águas. Esta iniciativa marca o início de uma estratégia de avaliação em larga escala, visando observar o impacto da imunização na vida dos moradores e preparar o terreno para uma futura expansão nacional. A expectativa é que a aplicação inicial forneça dados valiosos sobre a eficácia e a logística da vacinação em campo, fortalecendo a resposta do país à doença.</p>
<p> Lançamento estratégico da imunização</p>
<p>A campanha de vacinação com o imunizante de dose única do Butantan será lançada em três localidades estratégicas: Maranguape, no Ceará, e Nova Lima, em Minas Gerais, iniciarão a aplicação a partir de 17 de janeiro. Em seguida, Botucatu, no interior de São Paulo, dará início à imunização no dia 18 de janeiro. A escolha dessas cidades não é aleatória; o objetivo principal é realizar uma avaliação aprofundada dos resultados da vacina em diferentes contextos demográficos e epidemiológicos. Para isso, a meta é alcançar uma cobertura vacinal de pelo menos 50% dos moradores elegíveis em cada um desses municípios, permitindo uma análise robusta do impacto da imunização.</p>
<p> Cidades pioneiras e cronograma</p>
<p>A seleção de Maranguape, Nova Lima e Botucatu como as primeiras localidades a receberem a vacina do Butantan reflete uma abordagem cuidadosa para monitorar os efeitos da imunização em campo. A partir de 17 de janeiro, equipes de saúde estarão preparadas para administrar as doses, iniciando um processo que visa proteger as comunidades e coletar dados essenciais. A vacinação em Maranguape e Nova Lima no dia 17 e em Botucatu no dia 18 estabelece um cronograma de largada que permitirá um acompanhamento simultâneo do desempenho da vacina, fundamental para ajustar estratégias futuras e garantir a máxima eficácia na luta contra a dengue.</p>
<p> Público-alvo e doses iniciais</p>
<p>O público-alvo inicial para esta fase da campanha compreende indivíduos na faixa etária entre 15 e 59 anos. Esta definição busca concentrar os esforços onde a vacina pode ter um impacto significativo na redução de casos e complicações da doença. Para viabilizar esta etapa pioneira, será utilizada uma parcela das primeiras 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan. Além da população geral dentro da faixa etária estipulada, o primeiro lote do imunizante também será destinado aos profissionais da atenção primária que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A imunização desses profissionais é crucial, tanto para sua proteção individual quanto para garantir a continuidade e segurança dos serviços de saúde oferecidos à população.</p>
<p> Expansão gradual e a vacina do futuro</p>
<p>A introdução da vacina da dengue do Instituto Butantan representa um marco, mas a estratégia vai além das cidades iniciais. Há um plano claro para expandir progressivamente a imunização por todo o território nacional. Essa ampliação será possível graças ao aumento da capacidade de produção de doses, resultante de uma parceria estratégica de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines. Esta colaboração é fundamental para garantir a disponibilidade de um volume de doses suficiente para atender à demanda de um país continental como o Brasil, onde a dengue persiste como uma ameaça sazonal e, por vezes, epidêmica em diversas regiões.</p>
<p> Rota para a cobertura nacional</p>
<p>A estratégia de expansão da vacinação será gradual e prioritária. Inicialmente, o foco será na população mais velha dentro do grupo prioritário (59 anos), avançando progressivamente para os mais jovens, até alcançar o público de 15 anos, conforme a disponibilidade de doses for sendo ampliada. Essa abordagem escalonada permite otimizar a distribuição e aplicação das vacinas, garantindo que as áreas e faixas etárias de maior risco ou com maior probabilidade de impacto recebam o imunizante primeiro. O planejamento da expansão nacional é dinâmico e será ajustado de acordo com o cenário epidemiológico, a capacidade de produção e a logística de distribuição em cada região do país.</p>
<p> Comparativo com a vacina atual</p>
<p>Atualmente, o Sistema Único de Saúde já oferece uma vacina contra a dengue em seu calendário, porém, este imunizante, de produção japonesa, exige duas doses e é destinado especificamente a adolescentes na faixa etária de 10 a 14 anos. A chegada da vacina do Butantan, de dose única e com um público-alvo mais amplo (15 a 59 anos), complementa e fortalece significativamente a estratégia nacional de combate à dengue. A diferença na faixa etária e no esquema vacinal (uma dose versus duas doses) oferece mais opções e flexibilidade para as autoridades de saúde na gestão das campanhas, permitindo uma cobertura mais abrangente e adaptada às diversas necessidades da população brasileira.</p>
<p> Eficácia comprovada e impacto na saúde pública</p>
<p>A confiança na vacina da dengue do Instituto Butantan é respaldada por rigorosos estudos científicos. Pesquisas recentes indicam que o imunizante não apenas é eficaz na prevenção da doença, mas também desempenha um papel crucial na redução da quantidade de vírus em indivíduos que, mesmo vacinados, podem ser infectados. Além disso, a vacina mantém sua eficácia contra os diferentes genótipos do vírus da dengue que circulam no Brasil. Essas descobertas são de suma importância para a saúde pública, pois cargas virais mais baixas geralmente se associam a quadros clínicos menos graves da doença, diminuindo a pressão sobre os sistemas de saúde e o risco de complicações severas.</p>
<p> Redução da carga viral e gravidade</p>
<p>A comprovação da capacidade da vacina em reduzir a carga viral foi publicada em uma pesquisa divulgada na prestigiosa revista The Lancet Regional Health &#8211; Americas. Os resultados apontam que, mesmo em casos de infecção pós-vacinação, a quantidade de vírus no organismo dos vacinados é consideravelmente menor em comparação com os indivíduos não imunizados. Esta redução na replicação viral demonstra a eficácia da vacina em induzir uma resposta imune robusta, capaz de atenuar a proliferação do vírus nas células humanas. O benefício direto é a prevenção de formas mais graves da dengue, que frequentemente levam à hospitalização e, em casos extremos, ao óbito.</p>
<p> A pesquisa por trás da aprovação</p>
<p>A pesquisa que embasou essas conclusões analisou amostras de 365 voluntários que contraíram dengue sintomática entre os anos de 2016 e 2021, abrangendo 14 estados brasileiros. O estudo comparou minuciosamente os dados de grupos de voluntários vacinados e não vacinados, fornecendo uma base sólida para as descobertas sobre a redução da carga viral. A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após uma análise exaustiva de cinco anos de acompanhamento de 16 mil voluntários que participaram dos ensaios clínicos. Essa longa fase de monitoramento assegurou a segurança e a eficácia do imunizante antes de sua liberação para uso público.</p>
<p> Percentuais de proteção e validação</p>
<p>Os resultados dos ensaios clínicos e da subsequente análise pela Anvisa são altamente encorajadores. No público de 12 a 59 anos, a faixa etária para a qual o imunizante é indicado pela agência reguladora, a vacina demonstrou uma eficácia geral de 74,7% contra a dengue. Mais impressionante ainda é a eficácia de 91,6% contra casos de dengue grave e aqueles que apresentam sinais de alarme, que são os quadros mais preocupantes e que exigem atenção médica imediata. Esses percentuais de proteção validam o potencial da vacina do Butantan como uma ferramenta poderosa para mitigar o impacto da dengue no Brasil e proteger milhões de pessoas contra as formas mais severas da doença.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacina da dengue</p>
<p>1. Quem pode receber a nova vacina do Butantan neste primeiro momento?<br />
Nesta fase inicial de avaliação, a vacina do Instituto Butantan será aplicada na população com idade entre 15 e 59 anos, residentes nas cidades de Maranguape (CE), Nova Lima (MG) e Botucatu (SP). Além disso, profissionais da atenção primária que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dessas localidades também serão imunizados, garantindo a proteção dos trabalhadores da linha de frente no combate à doença.</p>
<p>2. Qual a principal diferença entre a vacina da dengue do Butantan e a já existente no SUS?<br />
A vacina do Butantan é de dose única e destina-se a pessoas entre 15 e 59 anos. Já a vacina que o SUS oferece atualmente, de origem japonesa, requer duas doses e é indicada para adolescentes de 10 a 14 anos. A chegada do imunizante do Butantan expande as opções de prevenção, cobrindo uma faixa etária diferente com um esquema vacinal mais simplificado, o que facilita a adesão e a logística.</p>
<p>3. Como será a expansão da vacinação com o imunizante do Butantan para outras regiões do país?<br />
A expansão será gradual e progressiva, começando pela população de 59 anos e avançando em direção aos mais jovens, até os 15 anos, à medida que mais doses se tornarem disponíveis. A parceria entre o Instituto Butantan e a WuXi Vaccines visa aumentar a capacidade de produção, permitindo que a estratégia de imunização seja ampliada para todo o país, sempre considerando o cenário epidemiológico e a logística de cada região.</p>
<p>Para mais informações sobre a campanha de vacinação contra a dengue e para saber quando a vacina estará disponível em sua região, acompanhe os comunicados oficiais das autoridades de saúde locais e do Ministério da Saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Brasil assegura vacina nacional contra a dengue através de contrato com Butantan</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasil-assegura-vacina-nacional-contra-a-dengue-atraves-de-contrato-com-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 01:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde pública brasileira alcançou um marco significativo nesta sexta-feira (19), com a assinatura de um contrato vital entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan. O acordo formaliza a compra das primeiras doses da vacina contra a dengue produzida integralmente em território nacional, prometendo uma nova era no combate a essa doença endêmica. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde pública brasileira alcançou um marco significativo nesta sexta-feira (19), com a assinatura de um contrato vital entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan. O acordo formaliza a compra das primeiras doses da vacina contra a dengue produzida integralmente em território nacional, prometendo uma nova era no combate a essa doença endêmica. Este imunizante, desenvolvido para ser aplicado em dose única, representa uma inovação global e será distribuído exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2026. A iniciativa reforça a soberania científica e tecnológica do país, consolidando o Butantan como um pilar essencial na produção de soluções em saúde. A expectativa é que essa vacina nacional transforme a estratégia de prevenção e controle da dengue, protegendo milhões de brasileiros.</p>
<p> Um marco na saúde pública brasileira</p>
<p>A assinatura do contrato entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para a aquisição da vacina contra a dengue é um evento de profunda relevância estratégica para o Brasil. Representa não apenas um avanço científico e tecnológico, mas também um compromisso robusto com a saúde pública e a autonomia nacional na produção de imunobiológicos. A dengue, uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, tem sido um desafio persistente para o país, com epidemias recorrentes que sobrecarregam o sistema de saúde e causam centenas de mortes anualmente. A disponibilidade de uma vacina eficaz, desenvolvida e produzida internamente, é um passo gigantesco para mitigar esse problema.</p>
<p>O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância de ter um imunizante &#8220;100% nacional, 100% brasileiro&#8221;. Essa conquista, segundo ele, é fruto da &#8220;obstinação, teimosia, capacidade técnica, otimismo, crença e muito trabalho&#8221; dos pesquisadores, trabalhadores e servidores do Instituto Butantan. Essa declaração sublinha o reconhecimento do esforço contínuo e da expertise acumulada pelo instituto ao longo de décadas. A capacidade de produzir uma vacina em solo nacional significa menor dependência de cadeias de suprimentos internacionais, maior controle sobre a qualidade e a logística de distribuição, e, crucialmente, a garantia de acesso para a população através do SUS. A iniciativa solidifica a posição do Brasil como um ator relevante na pesquisa e desenvolvimento de vacinas a nível global, contribuindo para a segurança sanitária do país e, potencialmente, da região.</p>
<p> A relevância do Instituto Butantan</p>
<p>O Instituto Butantan, com mais de um século de história, é uma das mais renomadas instituições científicas do Brasil e do mundo, destacando-se na pesquisa e produção de imunobiológicos. Fundado em 1901, seu legado inclui a produção de soros antiofídicos e diversas vacinas que foram e continuam sendo fundamentais para a saúde pública brasileira, como as vacinas contra gripe, hepatite A e raiva. A expertise do Butantan em biotecnologia e sua infraestrutura robusta para pesquisa, desenvolvimento e produção em larga escala o tornam um parceiro natural e indispensável para o Ministério da Saúde em projetos de tamanha envergadura.</p>
<p>O desenvolvimento da vacina contra a dengue pelo Butantan é um reflexo direto de sua missão de servir à sociedade por meio da ciência. O processo envolveu anos de pesquisa intensiva, testes clínicos rigorosos e a colaboração de inúmeros cientistas e profissionais. A equipe de Butantan enfrentou o desafio de criar uma vacina tetravalente, capaz de proteger contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, e inovou ao desenvolver uma formulação de dose única, o que simplifica o esquema vacinal e otimiza a adesão da população. Este feito não só eleva o prestígio do instituto, mas também fortalece a ciência brasileira, demonstrando a capacidade do país de gerar soluções complexas para problemas de saúde pública global. A entrega de um produto nacional com tal nível de inovação reforça o papel do Butantan como guardião da saúde coletiva e um catalisador de progresso científico no Brasil.</p>
<p> A vacina Butantan-DV: inovação e impacto</p>
<p>A vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, conhecida como Butantan-DV, representa um salto qualitativo na prevenção da doença. Sua característica mais distintiva é ser o primeiro imunizante de dose única no mundo capaz de oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). Essa simplicidade na aplicação é crucial para programas de imunização em massa, pois facilita a logística de distribuição e garante maior completude do esquema vacinal, um fator crítico para a efetividade de qualquer campanha de saúde pública. A formulação tetravalente é essencial, dado que a infecção por um sorotipo confere imunidade apenas contra aquele sorotipo específico, deixando o indivíduo suscetível aos outros três, e uma segunda infecção pode, em alguns casos, resultar em formas mais graves da doença.</p>
<p>Os estudos clínicos da Butantan-DV, que envolveram milhares de voluntários em diversas regiões do Brasil, demonstraram resultados promissores em termos de segurança e eficácia. Embora os detalhes específicos da fase final de testes e sua aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sejam processos contínuos e sujeitos a rigorosa avaliação, a expectativa é que a vacina ofereça uma proteção duradoura e abrangente. A chegada de um imunizante tão promissor é particularmente relevante em um contexto onde a dengue continua a ser um problema grave, impactando a vida de milhões de pessoas anualmente, com surtos que esgotam os recursos hospitalares e causam perdas econômicas e humanas significativas.</p>
<p> Estratégia de implementação e investimento</p>
<p>O Ministério da Saúde informou um investimento inicial de R$ 368 milhões para o fornecimento de quase 4 milhões de doses do imunizante à rede pública. Este aporte financeiro inicial visa garantir que o SUS esteja apto a iniciar a vacinação em 2026, conforme planejado. A estratégia de implementação envolverá a definição de grupos prioritários para a vacinação, considerando fatores como idade, histórico de infecções prévias e a incidência da doença em determinadas regiões. A distribuição exclusiva pelo SUS assegura que o acesso à vacina será universal e gratuito, um pilar fundamental da política de saúde brasileira.</p>
<p>A integração da vacina Butantan-DV ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS é um passo estratégico. O PNI é reconhecido mundialmente pela sua capilaridade e sucesso em levar vacinas a todos os cantos do país. Com sua vasta experiência, o PNI será fundamental para organizar a logística de armazenamento, transporte e aplicação da vacina, garantindo que ela chegue de forma eficiente à população. O investimento não se limita apenas à compra das doses, mas também abrange a adaptação da infraestrutura, o treinamento de profissionais de saúde e campanhas de conscientização para educar a população sobre a importância da vacinação contra a dengue. Este planejamento demonstra uma visão de longo prazo para o controle da doença, visando reduzir drasticamente a morbidade e a mortalidade associadas à dengue no Brasil e, eventualmente, servir como um modelo para outros países enfrentando desafios semelhantes.</p>
<p> O futuro da prevenção da dengue no Brasil</p>
<p>A parceria entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para a produção e distribuição da vacina nacional contra a dengue marca um divisor de águas na luta do Brasil contra essa enfermidade. Mais do que a simples aquisição de um imunizante, este contrato simboliza a concretização de um esforço científico e governamental para promover a saúde pública, garantir a autonomia tecnológica e oferecer uma solução inovadora e acessível a toda a população. A vacina de dose única, desenvolvida com expertise brasileira, promete transformar a paisagem epidemiológica da dengue, reduzindo a incidência de casos, hospitalizações e óbitos. Ao fortalecer o SUS e o PNI com esta ferramenta essencial, o Brasil reafirma seu compromisso com a equidade no acesso à saúde e consolida sua posição como líder em pesquisa e produção de imunobiológicos na América Latina. Este é um passo decisivo rumo a um futuro onde a dengue seja uma preocupação cada vez menor para os brasileiros.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a vacina contra a dengue</p>
<p> Quando a vacina contra a dengue do Butantan estará disponível no SUS?<br />
A previsão é que a vacina do Instituto Butantan seja ofertada exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2026, após a finalização das etapas de produção e aprovação regulatória.</p>
<p> Quem poderá receber a vacina de dose única do Butantan?<br />
Ainda não há uma definição oficial dos grupos prioritários para a vacinação. No entanto, é comum que as campanhas de vacinação priorizem faixas etárias específicas, pessoas com maior risco de infecção ou de desenvolver formas graves da doença, e regiões com alta incidência de dengue, em conformidade com as diretrizes do Ministério da Saúde.</p>
<p> Qual a diferença da vacina do Butantan para outras vacinas contra a dengue existentes?<br />
A principal inovação da vacina do Butantan é ser o primeiro imunizante de dose única no mundo capaz de proteger contra os quatro sorotipos da dengue (tetravalente). Outras vacinas disponíveis no mercado podem exigir múltiplas doses e ter esquemas de aplicação diferentes.</p>
<p> A vacina nacional substituirá outras medidas de prevenção contra a dengue?<br />
Não. A vacinação é uma ferramenta fundamental, mas não substitui a importância de outras medidas de prevenção e controle da dengue, como a eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti, uso de repelentes e a conscientização da população. A abordagem mais eficaz é a combinação de todas essas estratégias.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as atualizações da campanha de vacinação e continue adotando medidas preventivas para proteger sua família e comunidade contra a dengue. Sua participação é fundamental para o sucesso dessa iniciativa de saúde pública.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Governo de SP inicia campanha e anuncia aporte para fomentar vacinação no Estado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-de-sp-inicia-campanha-e-anuncia-aporte-para-fomentar-vacinacao-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 16:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina 100 Dúvidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça (7), Tarcísio de Freitas lançou ação &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;; ato também contou com inauguração do Museu da Vacina O governador Tarcísio de Freitas participou nesta terça-feira (7) do lançamento da campanha “Vacina 100 Dúvidas” em São Paulo. Durante o ato, no Instituto Butantan, ele anunciou o repasse de R$ 46,6 milhões para os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Nesta terça (7), Tarcísio de Freitas lançou ação &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;; ato também contou com inauguração do Museu da Vacina</em></h4>
<p>O governador Tarcísio de Freitas participou nesta terça-feira (7) do lançamento da campanha “Vacina 100 Dúvidas” em São Paulo. Durante o ato, no Instituto Butantan, ele anunciou o repasse de R$ 46,6 milhões para os 645 municípios paulistas para auxiliar no esforço de imunização da população. Isso representa R$ 1 por cada habitante do Estado.</p>
<p>&#8220;A cobertura vacinal já foi superior a 90% e caiu nos últimos anos. Vamos usar todos os canais, a logística, o esforço e o apoio financeiro para fazer com que essa cobertura vacinal aumente, que a campanha de vacinação seja um grande sucesso e para que alcancemos os efeitos desejados da vacinação&#8221;, destacou Tarcísio de Freitas.</p>
<p>A prioridade é alcançar altos níveis de cobertura vacinal, sobretudo das doses que compõem o calendário básico. Entre elas estão os imunizantes contra poliomielite, meningite meningocócica conjugada, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), febre amarela, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b), hepatite b e doenças invasivas causadas pelo hemófilo b, varicela, HPV, BCG (tuberculose) e Covid-19.</p>
<p>O Governo de SP tem como foco a vacinação de todas as crianças no Estado, principalmente aquelas de até 1 ano de idade. Também haverá medidas de incentivo e esclarecimento da população sobre a eficácia e segurança das vacinas, além dos riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.</p>
<p>&#8220;O importante é atuarmos na prevenção, chegarmos antes da doença. Quando falamos disso, falamos de imunização. Vacina ainda é o maior instrumento em saúde pública para salvar vidas. Queremos voltar a ter o Estado de São Paulo liderando o ranking de cobertura vacinal e sendo orgulho para todos nós&#8221;, disse o secretário da Saúde, Eleuses Paiva.</p>
<h4><strong>Status da cobertura vacinal no Estado de São Paulo:</strong></h4>
<p>• BCG: 79,3%;<br />
• Meningo C: 75,5%;<br />
• Pentavalente: 74%;<br />
• Poliomielite: 74,4%;<br />
• HPV: Para meninas, 78,1% para primeira dose e 59,6% para segunda dose; em meninos 58,4% para primeira dose e 39,2% para segunda dose;<br />
• Febre Amarela: 64%;<br />
• Varicela: 76,1%;<br />
• Tríplice Viral: 76,1% para primeira dose e 62,6% para segunda dose.</p>
<h4>Conscientização</h4>
<p>Como forma de reforçar a importância da vacinação infantil aos pais, o Governo de São Paulo lançou uma campanha multiplataformas chamada &#8220;Vacina 100 Dúvidas&#8221;. São anúncios em portais noticiosos, mídia exterior, redes sociais e em emissoras de rádio durante todo o mês de março.</p>
<p>O Governo de SP também lançou o site, <a href="https://www.vacina100duvidas.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">https://www.vacina100duvidas.sp.gov.br/</a>, que reúne as 100 dúvidas mais frequentes sobre as vacinas nos buscadores da internet. Um espaço com informações claras para desmistificar fake news com relação a imunização, garantindo assim a proteção de toda a população.</p>
<p>&#8220;É uma campanha de erradicação de fake news, para que todos tenham confiança na vacina e saibam que é um instrumento poderoso para mitigação de riscos e para a promoção da saúde. Convido todos a conhecer o nosso site&#8221;, reforçou o governador Tarcísio de Freitas.</p>
<h4>Museu da Vacina</h4>
<p>Ainda nesta terça-feira, foi inaugurado o Museu da Vacina, o primeiro do tipo na América Latina. Localizado no Parque da Ciência do Butantan, o local conta com mais de 550m² e oferecerá diversas atividades imersivas por meio da apresentação de fatos, explicação de conceitos e curiosidades sobre o universo das vacinas.</p>
<p>&#8220;O Instituto Butantan trabalha com educação, ensino e difusão do conhecimento desde a sua fundação. É nosso quinto museu. É resultado de vários anos que a instituição tem se dedicado à construção do conhecimento e difusão da ciência&#8221;, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallas.</p>
<p>A implantação do Museu da Vacina contou com investimento de mais de R$ 13 milhões nas obras e na produção da exposição. Os recursos são oriundos do Instituto Butantan e de uma empresa parceira no desenvolvimento de imunizantes.</p>
<p>Na visita ao Museu, o público poderá visualizar as etapas da realização de uma pesquisa científica de uma vacina, conhecer as plataformas tecnológicas vacinais, o funcionamento do sistema imune e de memória imunológica do corpo humano, a reação do organismo vacinado, entre outras atividades interativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Serviço &#8211; Museu da Vacina</h4>
<p>Endereço: Avenida Vital Brasil, 1.500 – Butantã – São Paulo/SP<br />
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 16h45<br />
Ingressos: R$6 adultos; R$2,50 estudantes; crianças até 7 anos, idosos e alunos de escolas públicas em grupo agendado e pessoas com deficiência não pagam<br />
*Importante: um único bilhete de entrada dá direito a visitar todos os museus<br />
Telefone: (11) 2627-9536<br />
Classificação: livre</p>
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