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	<title>Boulos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Mar 2026 21:01:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Boulos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Datena entrevista Simone Tebet e Guilherme Boulos nesta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, o programa &#8220;Na Mesa com Datena&#8221; apresentará uma edição aguardada, trazendo ao público debates aprofundados sobre os rumos e desafios do país. Comandado pelo experiente José Luiz Datena, a atração semanal receberá dois nomes de peso no cenário político nacional: a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, o programa &#8220;Na Mesa com Datena&#8221; apresentará uma edição aguardada, trazendo ao público debates aprofundados sobre os rumos e desafios do país. Comandado pelo experiente José Luiz Datena, a atração semanal receberá dois nomes de peso no cenário político nacional: a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. Este episódio é parte da estratégia contínua da emissora pública para fortalecer seu jornalismo e ampliar o tempo de cobertura factual. A expectativa é que os convidados aprofundem discussões sobre temas de grande interesse público, desde políticas econômicas e sociais até a agenda legislativa, oferecendo perspectivas detalhadas sobre a gestão governamental e os complexos desafios que a sociedade brasileira enfrenta.</p>
<p> Análises políticas e sociais com Simone Tebet</p>
<p> Transição partidária e o papel do planejamento<br />
A ministra Simone Tebet iniciará sua participação detalhando a mudança de partido, do MDB para o PSB, uma movimentação que gerou bastante repercussão no cenário político. A ministra deverá explicar os motivos e as implicações dessa transição para sua trajetória e atuação pública. Além disso, a pauta incluirá uma explanação sobre a relevância estratégica do Ministério do Planejamento e Orçamento na estrutura governamental. Tebet deve abordar como a pasta contribui para a formulação e execução de políticas públicas de longo prazo, impactando diretamente o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Sua análise trará insights sobre a coordenação de investimentos e a gestão fiscal, aspectos fundamentais para a estabilidade e crescimento do país, e a forma como seu ministério se insere nesses processos cruciais.</p>
<p> Desafios das mulheres no mercado de trabalho e o debate sobre a escala 6&#215;1<br />
Outro ponto crucial na entrevista com Simone Tebet será a abordagem das dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho brasileiro. A ministra, que já defendeu publicamente a equidade de gênero e a promoção de ambientes mais inclusivos, deve compartilhar experiências pessoais de assédio, trazendo à tona a realidade de muitas profissionais e sublinhando a urgência de políticas de proteção e valorização para o público feminino. Complementarmente, ela defenderá a proposta de fim da escala de trabalho 6&#215;1, um modelo que tem sido amplamente questionado por especialistas e trabalhadores devido ao seu impacto negativo na qualidade de vida e na saúde mental e física. A discussão sobre essa pauta legislativa ganhará destaque, refletindo o crescente clamor por melhores condições laborais no país e a necessidade de revisão de modelos de trabalho desgastantes.</p>
<p> Perspectivas governamentais com Guilherme Boulos</p>
<p> Soberania nacional e estratégias econômicas<br />
O ministro Guilherme Boulos trará ao programa uma análise aprofundada sobre as políticas de soberania nacional, um tema central para a atual administração. Ele detalhará as estratégias do governo para fortalecer a autonomia do país em diversas frentes, desde a proteção de recursos naturais e ambientais até a defesa de interesses econômicos e geopolíticos no cenário internacional. Um dos focos da conversa será a discussão sobre a alta nos preços dos combustíveis, um desafio persistente para a economia brasileira e que afeta diretamente o custo de vida da população. Boulos deve apresentar as medidas adotadas e planejadas pelo governo para mitigar esses impactos sobre o consumidor e o setor produtivo, buscando soluções para estabilizar os custos e proteger o poder de compra dos cidadãos.</p>
<p> Negociações com caminhoneiros e o avanço da pauta 6&#215;1<br />
A pauta com Guilherme Boulos incluirá, ainda, o complexo cenário das negociações com os caminhoneiros, uma categoria essencial para a logística e economia do Brasil. O ministro deverá explicar os diálogos em curso e as propostas para atender às demandas desses profissionais, buscando evitar paralisações que possam prejudicar o abastecimento e a atividade econômica em todo o território nacional. Complementarmente, Boulos abordará a questão do fim da escala 6&#215;1, um tema que também será tratado por Simone Tebet e que tem ganhado força no debate público. Ele esclarecerá como o governo federal planeja acelerar a tramitação dessa proposta caso o Congresso Nacional demonstre lentidão ou resistência em avançar na pauta. Sua participação oferecerá uma visão sobre a articulação do Executivo para garantir o progresso de agendas consideradas prioritárias para o bem-estar dos trabalhadores brasileiros.</p>
<p> O legado de Datena e o papel da comunicação pública<br />
O programa &#8220;Na Mesa com Datena&#8221;, que estreou em 10 de março com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin, marca a chegada de José Luiz Datena à programação da emissora pública. Com mais de cinco décadas de carreira, e por duas vezes vencedor do Prêmio Vladimir Herzog, Datena tem uma trajetória consolidada nas maiores emissoras do país. Sua condução das entrevistas se destaca pela escuta atenta e por conceder protagonismo aos convidados, permitindo que as ideias e os argumentos sejam o centro do debate, sem interrupções desnecessárias. A atração é um pilar da estratégia de uma empresa de comunicação que busca fortalecer o jornalismo em seus veículos, ampliar a cobertura factual e aprofundar discussões sobre temas de interesse público. Este esforço reforça o papel da comunicação pública como um espaço de informação segura, acessível e plural, essencial para a formação de uma cidadania informada e engajada. O programa se alinha à missão de oferecer conteúdo de qualidade que promova o diálogo e a compreensão dos grandes temas nacionais, contribuindo para a pluralidade de vozes.</p>
<p> Conclusão<br />
A edição do &#8220;Na Mesa com Datena&#8221; com Simone Tebet e Guilherme Boulos representa uma oportunidade única para o público se aprofundar em temas cruciais da agenda governamental e social. Através de entrevistas detalhadas e conduzidas por um jornalista experiente, os telespectadores terão acesso a análises diretas dos ministros sobre políticas públicas, desafios econômicos e pautas legislativas urgentes. Este programa reafirma o compromisso da emissora pública em oferecer um espaço para o debate qualificado e a informação contextualizada, contribuindo para a compreensão dos complexos cenários políticos e sociais que moldam o futuro do Brasil. A discussão de questões como a reforma trabalhista, a equidade de gênero e a soberania nacional sublinha a relevância de programas que estimulam a reflexão crítica e a participação cidadã informada.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>   Quando e onde é exibido o programa &#8220;Na Mesa com Datena&#8221;?<br />
    O programa é transmitido às terças-feiras, às 21h, na emissora pública. O público pode acompanhar ao vivo pela televisão (canal aberto, TV por assinatura e parabólica) e também sob demanda pelo TV Brasil Play (acessível via site ou aplicativo para smartphones) e pela WebTV da emissora.</p>
<p>   Quais foram os principais tópicos abordados pela ministra Simone Tebet?<br />
    Simone Tebet discutiu sua recente mudança partidária do MDB para o PSB, a importância estratégica do Ministério do Planejamento e Orçamento, os desafios enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho (incluindo a revelação de experiências pessoais de assédio) e defendeu enfaticamente o fim da escala de trabalho 6&#215;1.</p>
<p>   Quais temas Guilherme Boulos tratou em sua participação?<br />
    Guilherme Boulos abordou as políticas de soberania nacional, detalhando as estratégias do governo para mitigar a alta nos preços dos combustíveis. Ele também discutiu as complexas negociações com os caminhoneiros e explicou como o governo pretende acelerar a tramitação da proposta de fim da escala 6&#215;1 caso o Congresso Nacional não avance na pauta.</p>
<p>   Quem é José Luiz Datena e qual sua relevância no programa?<br />
    José Luiz Datena é um jornalista com mais de 50 anos de carreira, reconhecido por sua vasta experiência e por ter sido duas vezes vencedor do Prêmio Vladimir Herzog. Ele comanda o &#8220;Na Mesa com Datena&#8221;, marcando sua chegada à programação da emissora pública e contribuindo significativamente para o fortalecimento do jornalismo de debate, com um estilo que preza pela escuta atenta e pelo protagonismo dos convidados.</p>
<p>Não perca a oportunidade de se aprofundar nos debates cruciais para o país. Sintonize a programação da emissora pública e acesse o conteúdo via TV Brasil Play para acompanhar esta e outras edições que moldam a discussão nacional.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Boulos: Quem usou PRF não pode falar de abuso no carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário político brasileiro reacende debates acalorados sobre o uso e o suposto abuso de poder por parte de diferentes esferas governamentais. Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, posicionou-se firmemente contra as acusações de abuso direcionadas ao governo Lula, especificamente em relação ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário político brasileiro reacende debates acalorados sobre o uso e o suposto abuso de poder por parte de diferentes esferas governamentais. Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, posicionou-se firmemente contra as acusações de abuso direcionadas ao governo Lula, especificamente em relação ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente. A declaração de Boulos não apenas defende o atual governo, mas também estabelece um contraponto direto, lembrando as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante as eleições de 2022, que, segundo ele, configuram um episódio mais grave de uso indevido da máquina pública. Sua fala aponta para uma dualidade moral, questionando a autoridade de quem critica sem antes reconhecer episódios passados de instrumentalização de órgãos de Estado.</p>
<p> Desfile de carnaval e a polêmica política</p>
<p>O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, durante o carnaval, tornou-se um inesperado palco de disputa política. A homenagem explícita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com menções diretas à sua trajetória e simbolismo, gerou uma onda de reações por parte de grupos bolsonaristas e setores da oposição. As críticas foram rápidas e veementes, acusando o governo de promover uma celebração pessoal e de instrumentalizar um evento cultural de grande visibilidade para fins políticos. Alegações de &#8220;abuso de poder&#8221; e uso indevido de recursos foram levantadas, sugerindo uma tentativa de glamorizar a figura presidencial em um contexto que deveria ser apolítico.</p>
<p> A homenagem da Acadêmicos de Niterói</p>
<p>A Acadêmicos de Niterói, conhecida por seus enredos que frequentemente abordam temas sociais e culturais, escolheu enaltecer a figura de Lula em seu desfile. O samba-enredo, as alegorias e as fantasias da escola foram concebidos para contar a história e a resiliência do presidente, desde suas origens humildes até sua ascensão à presidência. Mensagens de esperança, superação e união nacional foram transmitidas, culminando em uma clara demonstração de apoio e reverência. Para os defensores da escola e do governo, a homenagem representava uma expressão legítima da liberdade artística e um reconhecimento da importância de Lula na história recente do país. Contudo, para os críticos, a iniciativa cruzou a linha entre a cultura e a propaganda política, gerando um desconforto sobre a politização de espaços tradicionais de lazer e celebração.</p>
<p> Acusações de abuso e a resposta governamental</p>
<p>As vozes da oposição rapidamente se levantaram para condenar o que classificaram como uma &#8220;descarada propaganda&#8221; e um &#8220;abuso da máquina pública&#8221;. Parlamentares, influenciadores digitais e veículos de comunicação alinhados à direita expressaram indignação, questionando a ética de tal homenagem. Argumentaram que, independentemente da popularidade do presidente, o carnaval deveria ser um espaço neutro ou, no mínimo, não tão abertamente partidário. Foi neste contexto que o ministro Guilherme Boulos interveio. Sua declaração foi uma resposta direta e contundente a essas críticas, não apenas defendendo a legitimidade da homenagem, mas também invertendo o ônus da moralidade política sobre os acusadores. Boulos utilizou um argumento de peso, relembrando um episódio específico e controverso que marcou as eleições de 2022.</p>
<p> O precedente das ações da PRF nas eleições de 2022</p>
<p>A fala de Guilherme Boulos que liga a atual controvérsia do carnaval às ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas eleições de 2022 não é meramente uma retórica. Ela remete a um episódio que gerou profunda preocupação com a integridade do processo democrático e que, na época, foi amplamente classificado como um flagrante abuso de poder. As operações da PRF, especialmente no dia do segundo turno do pleito, levantaram sérias questões sobre a instrumentalização de uma força policial para influenciar o resultado eleitoral.</p>
<p> Operações da PRF e o impacto nas eleições</p>
<p>No dia 30 de outubro de 2022, data do segundo turno das eleições presidenciais, a Polícia Rodoviária Federal realizou diversas operações de fiscalização em estradas federais por todo o país. O que tornou essas ações particularmente controversas foi a concentração dessas operações em regiões específicas, sobretudo no Nordeste, um conhecido reduto eleitoral do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Relatos de eleitores, autoridades locais e veículos de imprensa indicaram que ônibus que transportavam votantes foram retidos, causando atrasos significativos e, em alguns casos, impedindo que cidadãos chegassem a seus locais de votação a tempo. As operações foram amplamente interpretadas como uma tentativa de dificultar o acesso às urnas para eleitores de um determinado candidato, em uma clara interferência no direito ao voto. A legalidade e a motivação por trás dessas ações foram imediatamente questionadas por juristas, políticos e observadores internacionais.</p>
<p> Repercussão e investigações sobre a conduta da PRF</p>
<p>A repercussão das operações da PRF foi imediata e global. Tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), agiram rapidamente, emitindo ordens para que a PRF cessasse as abordagens que pudessem configurar impedimento ao voto. O diretor-geral da PRF na época, Silvinei Vasques, foi convocado a depor e enfrentou uma série de investigações sobre sua conduta e as ordens emitidas. As investigações apuraram se houve desvio de finalidade, abuso de poder e prevaricação por parte da cúpula da PRF, com o objetivo de favorecer um candidato específico. O episódio se tornou um símbolo da tentativa de aparelhamento de instituições de Estado e da politização de órgãos que deveriam operar com imparcialidade e estrita adesão à lei. Para Boulos, esse histórico confere aos bolsonaristas pouca ou nenhuma &#8220;moral&#8221; para denunciar um suposto abuso no contexto cultural do carnaval, que ele considera incomparavelmente menos grave e sem a mesma capacidade de impacto na democracia. A comparação ressalta a complexidade e a hipocrisia percebida no debate político atual, onde acusações de abuso de poder são frequentemente lançadas de forma seletiva.</p>
<p> A disputa narrativa e a integridade institucional</p>
<p>A declaração do ministro Guilherme Boulos, ao correlacionar as críticas sobre a homenagem a Lula no carnaval com as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas eleições de 2022, evidencia uma disputa narrativa mais ampla sobre a integridade institucional e os limites da atuação política no Brasil. Este embate vai além do evento carnavalesco ou das operações policiais, tocando em questões fundamentais sobre a imparcialidade do Estado e a seletividade das acusações de abuso de poder.</p>
<p>A base do argumento de Boulos reside na percepção de que há uma hipocrisia por parte de quem condena uma manifestação cultural como o desfile de carnaval, enquanto ignora ou minimiza ações que, de fato, buscaram interferir em um processo eleitoral. A instrumentalização de órgãos de Estado, como a PRF, para fins partidários é vista como uma ameaça muito mais grave à democracia do que qualquer homenagem em um evento cultural. A integridade das instituições é um pilar de qualquer democracia, e a sua instrumentalização política é um grave precedente que mina a confiança pública e o próprio sistema.</p>
<p>O debate, portanto, não se trata apenas de quem está certo ou errado em uma situação isolada, mas de qual lado possui a autoridade moral para levantar tais acusações, considerando seu próprio histórico. A capacidade de reconhecer e condenar o abuso de poder, independentemente de quem o pratique, é crucial para a saúde democrática. A fala de Boulos joga luz sobre essa seletividade, forçando os opositores a confrontar suas próprias críticas à luz de eventos passados.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que motivou a declaração de Guilherme Boulos?<br />
Guilherme Boulos reagiu às acusações de abuso de poder feitas por bolsonaristas e opositores ao governo Lula, que criticaram o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói por homenagear o presidente. Ele argumentou que esses críticos não têm moral para fazer tais acusações, citando as ações da PRF nas eleições de 2022.</p>
<p> Quais foram as ações da PRF mencionadas por Boulos?<br />
Boulos se referiu às operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no dia do segundo turno das eleições de 2022, quando foram realizadas fiscalizações e bloqueios de ônibus de transporte de eleitores, principalmente na região Nordeste. Essas ações foram amplamente interpretadas como uma tentativa de dificultar o voto de eleitores do então candidato Lula.</p>
<p> Por que a comparação entre o desfile de carnaval e as ações da PRF é relevante para Boulos?<br />
Para Boulos, a comparação é relevante porque ele considera as ações da PRF em 2022 um caso muito mais grave e concreto de abuso de poder e instrumentalização de uma instituição de Estado para fins políticos, com potencial impacto direto no resultado eleitoral. Ele contrapõe essa gravidade à polêmica gerada por uma homenagem cultural no carnaval, que ele vê como desproporcional.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os principais debates políticos e sociais do Brasil. Acesse nosso portal para análises aprofundadas e notícias atualizadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Boulos explica Governo na Rua: “Aproximar os vários programas do governo do presidente Lula das pessoas e territórios”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 16:18:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, titular da Secretaria-Geral da Presidência também defendeu a revisão da escala 6&#215;1, a regulamentação do trabalho por aplicativo e a garantia de direitos para entregadores e motoristas O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, foi o convidado do Bom dia, Ministro desta terça, 25 de novembro. Durante a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, titular da Secretaria-Geral da Presidência também defendeu a revisão da escala 6&#215;1, a regulamentação do trabalho por aplicativo e a garantia de direitos para entregadores e motoristas</i></p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, foi o convidado do Bom dia, Ministro desta terça, 25 de novembro. Durante a entrevista com profissionais de rádios e portais de várias regiões, ele detalhou o programa Governo na Rua, que vai percorrer dezenas de cidades nos próximos meses para aproximar políticas públicas da população. Boulos também enfatizou a urgência na regulamentação do trabalho de transporte individual e entregas realizadas por aplicativos e plataformas digitais, assim como uma revisão da escala 6 x 1 para trabalhadores.<br />
De acordo com o ministro, a ideia do Governo na Rua é promover escuta ativa, diálogo social e divulgação direta de programas sociais, para ampliar a presença do governo nos territórios, facilitar o acesso às iniciativas federais e fortalecer, assim, a democracia.<br />
“A democracia tem que ser exercida permanentemente. Democracia é, também, votar a cada quatro anos, mas tem que ser mais que isso. Democracia é escutar as pessoas e chamá-las a decidir, não só no período eleitoral, mas criar processos participativos, é escutar as demandas populares para buscar convertê-las em medidas de governo”.<br />
O Governo na Rua vai ter início, segundo o ministro Boulos, já em dezembro e com programação em todas as Unidades da Federação. “Vamos iniciar justamente aqui no Distrito Federal, no Sol Nascente, uma das maiores favelas do Brasil. Fica na região de Ceilândia, aqui na capital federal. E lá, não é só um processo de escuta, vamos aproximar os programas do governo do presidente Lula das pessoas. Cada ministério tem os seus programas e vamos levar esses vários programas para os territórios, conversar com as pessoas e criar processos participativos de decisão”, explicou.<br />
<i><strong>Democracia é escutar as pessoas e chamá-las a decidir, não só no período eleitoral, mas criar processos participativos, é escutar as demandas populares para buscar convertê-las em medidas de governo. Vamos aproximar os programas do governo do presidente Lula das pessoas. Cada ministério tem os seus programas e vamos levar esses vários programas para os territórios, conversar com as pessoas e criar processos participativos de decisão&#8221;</strong></i></p>
<p><i><strong>Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República</strong></i><br />
<strong>ESCALA 6X1</strong> — O ministro também abordou durante a conversa a urgência de uma revisão da escala 6&#215;1, que prevê apenas um dia de descanso por semana. “Estamos falando de milhões de trabalhadores e trabalhadoras que ficam seis dias da semana trabalhando e tem um único dia de descanso – que nem sempre é no fim de semana. Isso é importante”, disse Boulos.<br />
Para ilustrar a dinâmica nas rotinas das famílias, o ministro citou como exemplo um depoimento que ouviu de um profissional que trabalha nessa escala. “Outro dia fui jantar com a minha esposa e minhas filhas e um garçom me abordou e falou que o único dia de folga dele é na terça, dia em que a esposa está no trabalho e os filhos na escola. ‘O único dia que posso ficar em casa, não vejo minha família.’”, relatou.<br />
A jornada é alvo de críticas por provocar desgaste físico e emocional e reduzir o convívio familiar. O tema integra as iniciativas do Governo do Brasil para melhorar a qualidade de vida e as condições laborais dos trabalhadores brasileiros.<br />
“Um dia por semana não é suficiente para a pessoa cuidar dos seus, conviver, às vezes cuidar da casa, resolver um problema, descansar, estudar. Não dá. Esse é um tema de interesse nacional, dos trabalhadores. Eu não acho que devia ser tratado como tema de embate de esquerda-direita, governo-oposição. Devia ser um tema nacional, de defesa do direito da maioria do povo”, defendeu o ministro.<br />
<strong>APLICATIVOS</strong> — O ministro afirmou ainda que a regulamentação do trabalho por aplicativos, um novo marco legal para serviços de transporte individual e entregas por plataformas digitais, foi orientada pelo presidente Lula a ser tratada com prioridade pela Secretaria-Geral da Presidência. “São 3 milhões que trabalham por aplicativo, às vezes 10 horas por dia em cima de uma moto, uma profissão que é de risco, porque tem muitos acidentes de moto. Será que é justo que só pelo papel de intermediação tecnológica as empresas de aplicativos abocanhem uma fatia gigantesca de cada viagem? Eu não acho que é justo, o presidente Lula também não acha justo, acho que tem muitos deputados do Congresso que também não acham”, declarou Boulos.<br />
<strong>GARANTIA DE DIREITOS</strong> — A medida defendida pelo Governo do Brasil prevê maior segurança jurídica e condições mais transparentes para a categoria. “Esse trabalhador precisa ter um direito, um piso para equilibrar a balança de ganho, um seguro, uma previdência para garantir condições. Tenho conversado muito com motoristas e entregadores e precisa ter transparência no algoritmo”, argumentou Boulos. “O presidente Lula me deu essa missão e vamos criar um grupo de trabalho na Secretaria-Geral e vamos acompanhar a Comissão Especial na Câmara, com o relator e o presidente, tenho conversado com eles e tenho sentido boa disposição deles. Também estou trabalhando em conjunto com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que tem essa pauta desde o início do governo. Acho que vai dar certo e vamos ter boas notícias em breve, para os motoristas de Uber e para os entregadores de aplicativos”, finalizou.</p>
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<td width="768"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=orostRspu-0" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DorostRspu-0&amp;source=gmail&amp;ust=1764171377501000&amp;usg=AOvVaw03LA5_5WMwSadRNnOXhK26"><img decoding="async" class="CToWUd" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZdb8xI18BDo6rIb4JtwEf00gMKTXaZpgJHXh-4I5fs_TQM9Tryc5j_rRH7XBXDiKkVVYBDbWTcxFPVC-deIGHmjAH1LNnxp0mdi0-KIzZ8xSFwds9g9f2jrhiiN10FtXPDJIsae1wVtflR8XmTm2100mu10B-MkxsuphVwTjWjvPxrqXSFKd6c4Thxg8ZZYm7ph44AmPN_U8COmaFldwrpqKpbENzRdwd_7y4dKIM41s7S=s0-d-e1-ft#https://s2506.imxsnd05.com/6iNmOmhTZ2AjZ602bj5CbpFWbnBUZ0NXZv9WYpdWZyFGZsFGdpdWakxWYuJ3bqpDN0IzM4IDN3ADN6cGcq5CMxczM1QzMwYjRyUyci1WdoRHd59VL2ETLf9VLwITLfpjM" data-bit="iit" /></a></td>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUEM PARTICIPOU</strong> — O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram nesta terça-feira (25/11) a Rádio Nacional de Brasília, Amazônia e Alto Solimões (EBC); Rádio Itatiaia (Belo Horizonte/MG); Rádio Gaúcha (Porto Alegre/RS); Rádio TMC (São Paulo/SP); Rádio Sociedade (Salvador/BA); Rádio Antena Esportiva (Rio de Janeiro/RJ); Rádio Nova Brasil FM (Recife/PE); Rádio 98 News FM (Belo Horizonte/MG) e Rádio Verdinha e Ponto Poder do Diário do Nordeste (Fortaleza/CE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<title>Boulos assume secretaria-geral prometendo governo mais próximo do povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 21:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guilherme Boulos assume a Secretaria-Geral da Presidência da República com a promessa de levar o governo às ruas. A missão, segundo ele, é ajudar a colocar o governo em contato direto com a população, prestando contas das ações e atento às necessidades dos brasileiros em cada estado. Eleito deputado federal por São Paulo com mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme Boulos assume a Secretaria-Geral da Presidência da República com a promessa de levar o governo às ruas. A missão, segundo ele, é ajudar a colocar o governo em contato direto com a população, prestando contas das ações e atento às necessidades dos brasileiros em cada estado.</p>
<p>Eleito deputado federal por São Paulo com mais de um milhão de votos, Boulos expressou gratidão ao Presidente pela nomeação ao cargo no Executivo. &#8220;Agradeço ao presidente Lula pelo convite para ser ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República&#8221;, declarou Boulos em suas redes sociais.</p>
<p>Boulos substitui Márcio Macêdo na Secretaria-Geral. A pasta tem como atribuições principais auxiliar o Presidente da República, articulando o diálogo entre o governo e a sociedade civil, com foco em movimentos sociais, ONGs, entidades de classe e juventude.</p>
<p>Aos 43 anos, Guilherme Boulos traz para o Planalto sua experiência de ativismo urbano. O novo ministro nasceu em São Paulo, filho de médicos e professores universitários. Após estudar em escolas particulares, cursou filosofia na USP, especializou-se em psicologia clínica pela PUC e obteve mestrado em psiquiatria pela USP. Também atuou como professor na rede pública e é autor de livros como &#8220;Por que ocupamos?&#8221;, &#8220;De que lado você está?&#8221; e &#8220;Sem Medo do Futuro&#8221;.</p>
<p>Sua trajetória política ganhou força no movimento social. Aos 19 anos, passou a residir em uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), onde se tornou uma das principais lideranças, dedicando-se à luta por moradia digna e reforma urbana.</p>
<p>Filiado ao PSOL, Boulos foi candidato à Presidência da República em 2018 e concorreu à prefeitura de São Paulo em duas ocasiões, 2020 e 2024. Em 2022, alcançou expressiva votação para a Câmara dos Deputados, consolidando sua posição no cenário político nacional.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Suplente de boulos abalizado hesita em assumir vaga na câmara</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/suplente-de-boulos-abalizado-hesita-em-assumir-vaga-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 02:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ida de Ricardo Galvão (Rede), primeiro suplente de Guilherme Boulos (PSOL), à Câmara dos Deputados permanece incerta. O pesquisador, que atualmente preside o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), expressou dúvidas sobre a efetivação de sua posse, mesmo com a iminente saída de Boulos para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ida de Ricardo Galvão (Rede), primeiro suplente de Guilherme Boulos (PSOL), à Câmara dos Deputados permanece incerta. O pesquisador, que atualmente preside o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), expressou dúvidas sobre a efetivação de sua posse, mesmo com a iminente saída de Boulos para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência.</p>
<p>Apesar da posição de primeiro suplente, Galvão declarou que a decisão ainda depende de diálogo político interno com a Rede Sustentabilidade, partido pelo qual foi eleito. Ele ressaltou que a concretização da sua posse está atrelada a conversas com a legenda, que pode ter interesse em ocupar a vaga. Além disso, mencionou a possibilidade de a ministra Sonia Guajajara (PSOL) retornar ao Congresso, o que o impediria de assumir o posto.</p>
<p>&#8220;Não está definido ainda&#8230; estamos conversando com a Rede Sustentabilidade&#8230; para decidir se pegamos ou não a vaga&#8221;, afirmou Galvão, enfatizando que ainda não houve contato oficial por parte de Boulos, do PSOL, ou de qualquer outro canal oficial.</p>
<p>A indefinição se mantém mesmo após o anúncio da nomeação de Guilherme Boulos para o ministério, o que abre a vaga para a suplência. Não há, até o momento, uma data prevista para a definição sobre quem ocupará a cadeira na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Ricardo Galvão é um físico renomado, doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e figura de destaque na comunidade científica brasileira. Sua trajetória inclui a direção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de onde foi demitido em 2019 após divergências com o então presidente Jair Bolsonaro sobre os dados de desmatamento na Amazônia. Na época, Galvão defendeu o sistema de monitoramento do Inpe, reconhecido internacionalmente, das acusações de divulgação de informações falsas.</p>
<p>Em fevereiro de 2023, Galvão assumiu a presidência do CNPq. Sua formação acadêmica inclui Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense e mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas, além do doutorado em Física de Plasmas Aplicada pelo Massachusetts Institute of Technology.</p>
<p>Ao longo de sua carreira, Galvão foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, presidente da Sociedade Brasileira de Física e membro do Conselho Científico da Sociedade Europeia de Física. Ele também é membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e da Academia Brasileira de Ciências.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Boulos assume secretaria-geral da presidência no lugar de márcio macêdo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/boulos-assume-secretaria-geral-da-presidencia-no-lugar-de-marcio-macedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 01:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Guilherme Boulos, deputado federal, foi designado pelo presidente Lula para liderar a Secretaria-Geral da Presidência da República. O anúncio oficial ocorreu nesta segunda-feira e sua nomeação será formalizada na edição de terça-feira do Diário Oficial. A Secretaria-Geral é um ponto de contato crucial entre o governo e diversos movimentos sociais. Boulos assume a pasta anteriormente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme Boulos, deputado federal, foi designado pelo presidente Lula para liderar a Secretaria-Geral da Presidência da República. O anúncio oficial ocorreu nesta segunda-feira e sua nomeação será formalizada na edição de terça-feira do Diário Oficial.</p>
<p>A Secretaria-Geral é um ponto de contato crucial entre o governo e diversos movimentos sociais. Boulos assume a pasta anteriormente chefiada por Márcio Macêdo.</p>
<p>Conhecido nacionalmente por sua liderança no Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Boulos é uma figura proeminente na esquerda brasileira. Sua trajetória no movimento social o projetou no cenário político, culminando em sua eleição como deputado federal.</p>
<p>Em declarações nas redes sociais, Boulos expressou sua gratidão pelo convite do presidente Lula e delineou sua visão para o cargo. Afirmou que pretende dedicar-se a escutar as necessidades da população em todos os cantos do Brasil, utilizando sua experiência no movimento social como guia para suas ações no Planalto.</p>
<p>A experiência política de Guilherme Boulos inclui a candidatura à Presidência da República em 2018 e, posteriormente, a duas eleições para a prefeitura de São Paulo, em 2020 e 2024.</p>
<p>Além de sua atuação política, Boulos possui formação acadêmica em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), é psicanalista e também autor de livros.</p>
<p>A confirmação da nomeação de Boulos acontece na véspera da partida do presidente Lula para uma viagem oficial que inclui a Indonésia e a Malásia.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Pesquisa para Prefeitura de SP realiza dia 18/9, mostra empate técnico. Veja aqui!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 13:00:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Prefeitura de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Nunes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo foram divulgadas nesta quarta-feira (18). Os institutos Quaest e Vox mostraram as intenções de votos dos eleitores paulistanos para o pleito municipal. Quais foram os resultados das pesquisas desta quarta? A Quaest apontou o empate técnico triplo na liderança. O levantamento mostrou Ricardo Nunes (MDB) ficou estável, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo foram divulgadas nesta quarta-feira (18). Os institutos Quaest e Vox mostraram as intenções de votos dos eleitores paulistanos para o pleito municipal.</p>
<p><strong>Quais foram os resultados das pesquisas desta quarta?</strong></p>
<p>A <strong>Quaest</strong> apontou o empate técnico triplo na liderança. O levantamento mostrou Ricardo Nunes (MDB) ficou estável, com 24%, e Guilherme Boulos (PSOL) oscilou para cima, com 23%. Pablo Marçal (PRTB) oscilou três pontos percentuais para baixo, com 20%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os três candidatos estão tecnicamente empatados.</p>
<p>O<strong> instituto Vox</strong> trouxe Nunes e Boulos no topo. O atual prefeito alcançou 27,6%, e o deputado federal ficou com 22,9%. Como a margem de erro do levantamento é de 2,55 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente.</p>
<p>Boulos também tem empate técnico com Pablo Marçal, segundo os dados do Vox. Atrás do atual prefeito e do deputado federal, o ex-coach apareceu com 19,8% das intenções de voto.</p>
<h4>
Outras pesquisas da semana</h4>
<p>A pesquisa Real Time Big Data divulgada na segunda (16) mostrou o trio tecnicamente empatado na liderança. Os números informados: Nunes: 24%, Marçal: 22% e Boulos: 22%.</p>
<p>A Veritá apontou Marçal na liderança. O influenciador somou 32,1% (tinha 30,9%); Boulos: 26% (tinha 21,6%) e Nunes: 18,1% (tinha 14,2%) vieram na sequência da pesquisa.</p>
<h4>Pesquisas da semana passada</h4>
<p>O levantamento Paraná Pesquisas, liberado na última sexta (13), mostrou Ricardo Nunes na liderança. O atual prefeito e Guilherme Boulos oscilaram para cima; Pablo Marçal oscilou para baixo. Os três estão empatados tecnicamente.</p>
<p>O Datafolha divulgado na quinta (12) mostrou empate técnico entre Nunes e Boulos. O atual prefeito somou 27%, contra 25% do deputado federal. Marçal, por outro lado, oscilou para baixo e ficou com 19%.</p>
<p>A Pesquisa Futura também divulgada na quinta (12) mostrou um empate técnico entre Nunes, Marçal e Boulos. O emedebista ficou na frente com 26,4%, Marçal, 22,8% e Boulos, 22%.</p>
<p>Os dados do Real Time Big Data, Paraná Pesquisas, Datafolha, Futura, Vox e Quaest mostraram Ricardo Nunes numericamente à frente. Guilherme Boulos e Pablo Marçal estão numericamente à frente em uma sondagem cada um —o psolista liderou a AtlasIntel, e o “ex-coach” ficou na dianteira da Veritá.</p>
<h3>Projeções para o segundo turno</h3>
<h4>Quaest mostrou três cenários para um eventual segundo turno. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB): 46% x Guilherme Boulos (PSOL): 35%<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 42% x Pablo Marçal (PRTB): 36%<br />
Ricardo Nunes (MDB): 47% x Pablo Marçal (PRTB): 27%</p>
<h4>Real Time Big Data também simulou três cenários. São eles:</h4>
<p>Guilherme Boulos (PSOL) 39% x 38% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 42% x 32% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 47% x 34% Guilherme Boulos (PSOL)</p>
<h4>O instituto Veritá apresentou três cenários para os líderes. São eles:</h4>
<p>Pablo Marçal (PRTB) 56,7% x 43,3% Ricardo Nunes (MDB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 50,5% x 49,5% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Pablo Marçal (PRTB) 56,2% x 43,8% Guilherme Boulos (PSOL)</p>
<h4>Paraná Pesquisas projetou três cenários. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB) 51,1% x 33,6% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Guilherme Boulos (PSOL) 43,3% x 37,2% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 51,4% x 27,3% Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>Datafolha divulgou três simulações. São elas:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB) 53% x 38% Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Ricardo Nunes (MDB) 59% x 27% Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL) 47% x 38% Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>Futura listou três cenários. São eles:</h4>
<p>Ricardo Nunes (MDB): 52,6% x 26,8%: Guilherme Boulos (PSOL)<br />
Ricardo Nunes (MDB): 49,3% x 28,9%: Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 40,3% x 37,5%: Pablo Marçal (PRTB)</p>
<h4>AtlasIntel mostrou seis cenários. São eles:</h4>
<p>Guilherme Boulos (PSOL): 38,5% x 45,7%: Ricardo Nunes (MDB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 44,1% x 43,2%: Pablo Marçal (PRTB)<br />
Guilherme Boulos (PSOL): 33,8% x 33,8%: Tabata Amaral (PSB)<br />
Pablo Marçal (PRTB): 29,2% x 48,2%: Ricardo Nunes (MDB)<br />
Pablo Marçal (PRTB): 43,4% x 49,8%: Tabata Amaral (PSB)<br />
Ricardo Nunes (MDB): 40,4% x 42%: Tabata Amaral (PSB)</p>
<h4>Sobre as pesquisas</h4>
<p>A Quaest ouviu 1.200 eleitores de São Paulo entre 15 e 17 de setembro. A pesquisa encomendada pela TV Globo tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é SP-00281/2024.</p>
<p>A Vox ouviu 1.500 eleitores de São Paulo, presencialmente, entre 14 e 16 de setembro. A pesquisa tem 95% de nível de confiança e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP – 005842/2024.</p>
<p>A pesquisa Real Time Big Data foi contratada pela Record TV e entrevistou 1.500 eleitores paulistanos, entre os dias 13 de setembro e 14 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o número de registro na Justiça Eleitoral é SP-08428/2024.</p>
<p>O instituto Veritá entrevistou 3020 eleitores entre os dias 11 de setembro a 15 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o número do registro no TSE é SP-08881/2024.</p>
<p>O Paraná Pesquisa ouviu 1.500 eleitores da cidade de São Paulo. As entrevistas foram realizadas presencialmente entre 9 de 12 de setembro. O índice de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no TSE é SP-00319/2024.</p>
<p>A pesquisa Datafolha foi realizada entre 10 e 11 de setembro. O instituto entrevistou 1.204 pessoas acima de 16 anos na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código SP-07978/2024.</p>
<p>A pesquisa Futura ouviu 1.000 entrevistados entre os dias 9 e 11 de setembro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos. O protocolo de registro na Justiça Eleitoral é SP-02298/2024.</p>
<p>A pesquisa AtlasIntel ouviu 2.200 eleitores paulistanos entre os dias 5 e 10 de setembro. A pesquisa usa uma metodologia própria, de recrutamento digital aleatório. O protocolo de registro na Justiça Eleitoral é SP-01125/2024. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Fonte: Notícias UOL</p>
<p>&nbsp;</p>
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