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	<title>assistência social &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>assistência social &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Santana de Parnaíba realiza 4º Fórum Municipal de Assistência Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 12:42:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Santana de Parnaíba promoveu o 4º Fórum Municipal de Assistência Social, na sexta-feira (7/11), no Centro Administrativo Bandeirantes. O encontro reuniu usuários do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), servidores e gestores da área. &#160; Com organização da Secretaria de Desenvolvimento Social, o evento teve por objetivo eleger novos representantes para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Prefeitura de Santana de Parnaíba promoveu o 4º Fórum Municipal de Assistência Social, na sexta-feira (7/11), no Centro Administrativo Bandeirantes. O encontro reuniu usuários do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), servidores e gestores da área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Com organização da Secretaria de Desenvolvimento Social, o evento teve por objetivo eleger novos representantes para o Conselho de Assistência Social e discutir assuntos relacionados à área. O fórum contou com palestra da assistente social Bianca de Santis, que abordou o tema Controle Social: protagonismo e participação para o fortalecimento e a gestão democrática do SUAS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Após a palestra, foram eleitos seis novos representantes para o conselho. Representando os usuários da assistência social, foram eleitos Sergio Cintra e Maria Luiza Nogueira (titulares) e Maria José Martins e Irany Sabina (suplentes); e, para representar os trabalhadores do SUAS, foram escolhidos Sandro Honório (titular) e Julia Bortolotti (suplente).</p>
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		<title>Alesp debate projeto que reorganiza Política de Assistência Social no Estado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/alesp-debate-projeto-que-reorganiza-politica-de-assistencia-social-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 11:02:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PL 1048/2025 reestrutura e consolida legislações vigentes sobre o Sistema Único de Assistência Social; falta de participação popular na construção do projeto é principal queixa &#160; A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta quarta-feira (22), uma audiência pública para debater o projeto do Executivo que reorganiza a Política de Assistência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>PL 1048/2025 reestrutura e consolida legislações vigentes sobre o Sistema Único de Assistência Social; falta de participação popular na construção do projeto é principal queixa</em></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promoveu, na manhã desta quarta-feira (22), uma audiência pública para debater o projeto do Executivo que reorganiza a Política de Assistência Social paulista. O PL 1048/2025 consolida legislações vigentes e busca garantir segurança jurídica e fortalecer o Sistema Único de Assistência Social (Suas).</p>
<p>&#8220;Esse PL reorganiza a legislação vigente, reafirma diretrizes e princípios da assistência social no estado. Sem dúvida, é um marco histórico, uma vez que há tempo tínhamos o desafio de avançar nessa discussão&#8221;, disse o coordenador de Vigilância Socioassistencial da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Rodrigo Lachi. Ele pontuou que São Paulo é um dos únicos estados do país que ainda não possui uma legislação específica para o Suas.</p>
<p>Além de representantes da Seds, a mesa da audiência recebeu organizações da sociedade civil como o Fórum de Assistência Social de São Paulo e o Conselho Regional de Serviço Social. A principal crítica realizada pelas associações foi a falta de participação popular na construção do projeto. Enviado pelo governador à Casa no início deste mês, a propositura tramita em regime de urgência.</p>
<h4><strong>Participação popular</strong></h4>
<p>Uma das frentes consolidadas pela nova proposta são os mecanismos de controle social e as instâncias deliberativas. O projeto prevê a participação da Comissão Intergestores Bipartite, que funciona como instância de interlocução entre governo estadual e gestores municipais do Suas e é composta por 12 membros.</p>
<p>Além disso, reorganiza o Conselho Estadual de Assistência Social de São Paulo (<strong>Conseas</strong>), órgão deliberativo de caráter permanente e de composição paritária entre Governo e sociedade, esta dividida entre organizações da sociedade civil, de usuários do Suas e de trabalhadores da assistência social. Para Rodrigo Lachi, a legislação vai &#8220;adequar o conselho às novas exigências legais se aproximando à composição verificada em âmbito nacional e em outros estados&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, a representante do Conselho Regional de Serviço Social, Patrícia Ferreira, criticou a proposta afirmando que ela não cita as conferências de assistência social, outro espaço deliberativo envolvendo a sociedade civil, e que vai reduzir o número de membros do Conseas de 24 para 18.</p>
<p>&#8220;O PL tenta reduzir a capacidade de participação social na política pública. Isso é grave. É um governo que não quer conversar com a sociedade civil e um controle social ativo&#8221;, defendeu ela. A Secretaria, em contraponto, defende que a proposta fortalece o controle social.</p>
<p>Além da alegação de que a participação popular será reduzida com a nova lei, durante a reunião, houve muitas críticas sobre a falta de diálogo da Secretaria com as organizações na construção do Projeto de Lei e sobre a tramitação em regime de urgência.</p>
<p>&#8220;O governo apresenta uma proposta que não passou e não foi debatida no Conseas. Nós temos um acúmulo de ideias, propostas e debates, feitos inclusive neste Parlamento, que não pode ser desconsiderado&#8221;, disse Maria Nazareth Cupertino, representante do Fórum de Assistência Social de São Paulo.</p>
<p>O líder da Bancada da Federação PT/PCdoB/PV, deputado <strong>Donato (PT),</strong> defendeu a retirada da urgência e o estabelecimento de um cronograma de debates sobre a proposta. &#8220;O projeto tem aspectos que apontam para estabelecer uma política pública bem estruturada, mas é necessário um maior debate para que possamos aperfeiçoar e deixar a melhor lei possível para o futuro, para que não seja só um projeto de governo, mas uma lei que institui uma política de Estado.&#8221;</p>
<h4>Financiamento</h4>
<p>Outro ponto muito debatido durante a reunião foi o financiamento da Política. A legislação, caso aprovada, estabelece o cofinanciamento &#8211; repartido entre estado e municípios &#8211; do aprimoramento da gestão, dos serviços de proteção social básica e especial, e de programas, projetos e benefícios, além da estruturação da rede socioassistencial, em âmbito regional ou local.</p>
<p>&#8220;Nesse projeto, se materializa a corresponsabilidade de estado e municípios. É uma política pautada na transferência de recursos de forma regular e automática, garantindo previsibilidade às ações dos municípios. Será uma relação fundo a fundo [de estadual a municipal] não dependendo de convênios ou relações individualizadas, mas sim a partir de critérios que são pactuados nas instâncias de controle social e válidas para todo o estado&#8221;, explicou Lachi.</p>
<p>O deputado <strong>Enio Tatto (PT)</strong> comentou sobre a parcela destinada à assistência social prevista no Projeto de Lei Orçamentária de 2026, que é de 0,5% do Orçamento. &#8220;Precisamos colocar mais dinheiro. Em todo o estado, a assistência social sempre tem queixas e sempre tem gente precisando de mais orçamento. Com esse dinheiro não dá pra fazer nada&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por sua vez, Patrícia Ferreira criticou, além do baixo orçamento, contingenciamentos de recursos da pasta.</p>
<h4>Base constitucional</h4>
<p>Outro pedido feito durante a audiência foi a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional n°4/2014, da ex-deputada Telma de Souza e assinada por diversos deputados, que incluía a assistência social na Constituição Estadual. A PEC chegou a ser aprovada em primeiro turno ainda em 2014. Na última semana, recebeu a solicitação de inclusão na Ordem do Dia.</p>
<p>&#8220;A Constituição trata de promoção social que nada tem a ver com a Política de Assistência Social e com a proteção social, que é dever do estado. Como vamos construir uma política se não temos uma base constitucional?&#8221;, questionou Maria Nazareth.</p>
<p>A deputada <strong>Monica Seixas do Movimento Pretas (Psol)</strong> fez coro ao pedido. &#8220;Diferente de vontades e desejos demarcados em leis que podem ser facilmente modificadas, a Constituição garante como direito definitivo e queremos que o Suas seja um direito definitivo da população paulista.&#8221;</p>
<h4>Estrutura</h4>
<p>Além dos pontos levantados, o PL 1048/2025, que seguirá tramitando na Casa e ainda passará pelas comissões permanentes, define competências, princípios e diretrizes da Política de Assistência Social. Como princípio central, a proposta centraliza na Seds a organização e coordenação do Suas. &#8220;Isso localiza o órgão gestor da Política e reafirma o comando único da política&#8221;, defendeu Rodrigo Lachi.</p>
<p>Essa centralização confere à Secretaria atribuições de, por exemplo, expandir oferta de serviços; integrar serviços, programas e benefícios; diagnosticar demandas e ofertas; e estimular a implantação de ofertas regionalizadas de Proteção Social.</p>
<p>Para Lachi, as diretrizes são coerentes com as normativas federais. Segundo ele, uma das principais normas que serão estabelecidas com a nova legislação será a supremacia do atendimento às necessidades sociais.</p>
<p>&#8220;Não há critérios financeiros ou econômicos que restrinjam o atendimento da política de assistência social. É dever do estado ter as ofertas para quem dele necessitar em quantidade e em padrões de qualidade adequados. Isso é reforçado no projeto&#8221;, disse ele.</p>
<p>Outro ponto enfatizado pela Secretaria é o uso da vigilância socioassistencial como forma de pautar as ofertas de serviços socioassistenciais. Isso traz, na visão do coordenador, uma política baseada em evidências, que vai produzir, sistematizar e analisar informações sobre situações de risco e vulnerabilidade social e seus agravos nos territórios.</p>
<p>Além dos citados, participaram da reunião a secretária executiva da Seds, Juliana Armede, e os deputados <strong>Gilmaci Santos (Republicanos),</strong> que presidiu a audiência, <strong>Paula da Bancada Feminista (Psol), Professora Bebel (PT)</strong>, <strong>Ediane Maria (Psol) e Carla Morando (PSDB).</strong></p>
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		<title>Câmara Técnica de Assistência Social do CIOESTE é ampliada e alinha propostas para o fortalecimento das políticas públicas na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 22:29:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Na manhã desta terça-feira, 17 de junho de 2025, a Câmara Técnica de Assistência Social do CIOESTE se reuniu com foco na construção coletiva de propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas na área. O encontro foi marcado pela ampliação do grupo de trabalho, que passa a contar com a participação de duas representantes das Diretorias Regionais de Assistência e Desenvolvimento Social (DRADS): a Sra. Sônia Maria de Carvalho, diretora da DRADS Sorocaba e psicóloga, e a Sra. Rosana Monteiro, diretora da DRADS Grande São Paulo Oeste, responsável pelo atendimento regional aos municípios do Consórcio.</p>
<p>A presença técnica das duas representantes fortalece o espaço de diálogo entre Estado e municípios, e reforça a proposta da CT de fomentar o aprimoramento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na região, promovendo planejamento conjunto, gestão qualificada e políticas integradas.</p>
<p>A Câmara Técnica é coordenada por Ana Cristina Antonio Aldo, secretária de Assistência Social de São Roque, que conduziu os trabalhos da reunião.</p>
<p>Durante o encontro, foi defendida a criação de um grupo de trabalho regional específico sobre o combate ao trabalho infantil, com foco para o ano de 2026. Também foi apresentado o programa já em desenvolvimento na cidade de Osasco voltado à erradicação dessa violação.</p>
<p>Entre as principais diretrizes para os próximos meses, os participantes destacaram como prioridades:<br />
• A capacitação dos trabalhadores do SUAS na região, já em andamento com apoio do CIOESTE;<br />
• A qualificação das Organizações da Sociedade Civil (OSCs), para que estejam aptas a atuar de forma regular dentro da política pública de assistência social;<br />
• O fortalecimento da vigilância socioassistencial nos municípios;<br />
• A ampliação e qualificação dos recursos humanos das unidades públicas da área;<br />
• A orientação técnica às assessorias parlamentares, para que possam atuar de forma mais alinhada à legislação vigente e às diretrizes da Política Nacional de Assistência Social, otimizando a destinação de emendas.</p>
<p>O grupo também discutiu caminhos para a implementação de novos serviços regionais, como residências inclusivas para pessoas com deficiência em situação de dependência, além da necessidade de ampliar os serviços de acolhimento para idosos e demais públicos prioritários.</p>
<p>A reunião reforçou o papel da Câmara Técnica como espaço estratégico de escuta, apoio técnico e pactuação conjunta, especialmente para municípios de menor porte ou com estrutura orçamentária mais limitada.</p>
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		<title>Assistência Social de Osasco antecipada Operação Inverno</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/assistencia-social-de-osasco-antecipada-operacao-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 15:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Assistência Social (SAS) da Prefeitura de Osasco antecipou para 1º de junho o início da Operação Inverno, que ocorre geralmente a partir da segunda quinzena do mês. Sempre que a previsão dos institutos meteorológicos indicarem noites/madrugadas com temperatura igual ou inferior a 13 graus, as equipes do serviço de abordagem irão às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>A Secretaria de Assistência Social (SAS) da Prefeitura de Osasco antecipou para 1º de junho o início da Operação Inverno, que ocorre geralmente a partir da segunda quinzena do mês. Sempre que a previsão dos institutos meteorológicos indicarem noites/madrugadas com temperatura igual ou inferior a 13 graus, as equipes do serviço de abordagem irão às ruas para conscientizar as pessoas em situação de rua a buscarem os centros de acolhimento da cidade.</div>
<div></div>
<div>O acolhimento noturno será feito no Centro Pop (Rua Martin Afonso, 244, Jardim Piratininga). O local tem capacidade para abrigar 40 pessoas durante a operação no inverno. Os que aceitam ser acolhidos podem tomar banho no local, receber um kit lanche e dormir em beliches confortáveis com travesseiros e cobertores.</div>
<div></div>
<div>No Centro Pop só é possível pernoitar durante a vigência da Operação Inverno, pois o local funciona apenas para atendimento diurno, das 8h às 17h. Lá, durante o dia, as pessoas em situação de rua podem se alimentar, tomar banho e lavar suas roupas.</div>
<div></div>
<div>A Prefeitura conta com três centros de acolhimento provisórios: Um no centro (Rua da Estação, 211), e dois na zona Norte, na Rua Belo Horizonte, 87, Jardim Rochdale. Um deles é feminino e para famílias (casais com filhos) e outro apenas para homens adultos.</div>
<div></div>
<div>Esses locais abrigam pessoas em situação de vulnerabilidade 24 horas todos os dias e neles as pessoas podem pernoitar e têm direito a banho, refeições e higienização das roupas. O prédio conta com espaço para abrigar os animais de estimação dos que passam o dia nas ruas e apenas pernoitam no local.</div>
<div></div>
<div>Três equipes de acolhimento, compostas por educador social, assistente social e psicólogos, atuam à noite durante a Operação Inverno e contam com o apoio de agentes da Defesa Civil do município.</div>
<div></div>
<div>Os municípios também podem auxiliar no acolhimento dessas pessoas durante a Operação Inverno – sempre que haja queda acentuada nas temperaturas, com previsão de 13 graus ou menos. Basta ligar para o telefone 156 da Prefeitura e informar onde essas pessoas se encontram, que uma equipe da abordagem social será enviada ao local.</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Barueri comemora sete anos com memórias afetivas no Cras Paulista</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-comemora-sete-anos-com-memorias-afetivas-no-cras-paulista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
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		<category><![CDATA[Cras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Referência de Assistência Social ( Cras ) do Jardim Paulista comemorou, na sexta-feira, dia 4 de abril, sete anos de existência. O equipamento da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social ( Sads ) atendeu, de abril de 2018 a abril de 2025, 106.188 pessoas, e a equipe visitou 4.278 famílias. &#160; Memórias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Centro de Referência de Assistência Social ( Cras ) do Jardim Paulista comemorou, na sexta-feira, dia 4 de abril, sete anos de existência. O equipamento da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social ( Sads ) atendeu, de abril de 2018 a abril de 2025, 106.188 pessoas, e a equipe visitou 4.278 famílias.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Memórias afetivas</span></h4>
<p><span lang="PT-BR">Além dos atendimentos relativos aos benefícios do município e do governo federal, os Cras oferecem os chamados Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Crianças, adolescentes e idosos integram esses grupos. Para comemorar esse aniversário, adolescentes e idosos dos grupos de convivência da unidade Paulista trabalharam suas memórias afetivas à mesa.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Maria Elidivânea da Silva, coordenadora desse Cras , explicou que um dos objetivos do Centro de Referência de Assistência Social é o fortalecimento do vínculo familiar e comunitário. Ela também contou que foram realizados encontros para que cada um dos participantes trouxesse uma memória das tradições de sua família.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Acolhimento</span></h4>
<p><span lang="PT-BR">A secretária da Sads , Adriana da Silveira Bueno Molina, declarou que, quando assumiu a Secretaria em 2017, um de seus objetivos era que o Cras fosse como uma segunda casa para todos: &#8220;Tenho certeza de que esse objetivo foi alcançado, pois a equipe trabalha com amor. Além disso, temos um prefeito que valoriza o social e que tem um olhar para as pessoas que mais precisam&#8221;,</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Roberta Piteri, conselheira do Fundo Social de Solidariedade, disse ter certeza de que o Cras é uma extensão da casa dos frequentadores: &#8220;Aqui, vocês são uma família e cuidam uns dos outros. Isso é precioso.&#8221;</span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Osasco lança documentário: “Cabe mais um?” com foco na valorização do acolhimento familiar</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-lanca-documentario-cabe-mais-um-com-foco-na-valorizacao-do-acolhimento-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Família Acolhedora Canguru]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O auditório do Espaço Cultural Grande Otelo recebeu convidados especiais para ver o lançamento do documentário “Cabe mais um?”, uma produção da Agência Crispo, realizado sem custos para a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Osasco. O documentário foi cuidadosamente estruturado a partir de depoimentos de famílias protegidas, psicólogos, assistentes sociais e representantes da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>O auditório do Espaço Cultural Grande Otelo recebeu convidados especiais para ver o lançamento do documentário “Cabe mais um?”, uma produção da Agência Crispo, realizado sem custos para a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Osasco. O documentário foi cuidadosamente estruturado a partir de depoimentos de famílias protegidas, psicólogos, assistentes sociais e representantes da Vara da Infância e Juventude do município.</div>
<div></div>
<div>Com uma abordagem sensível e inspiradora, a obra destaca a importância da medida de proteção no acolhimento familiar, desconstruindo estigmas e incentivando a adesão de novas famílias a essa política pública essencial. O objetivo central é garantir o direito à convivência familiar e comunitária para bebês, crianças e adolescentes em situação de risco social.</div>
<div></div>
<div>“Osasco é um exemplo no estado de São Paulo no Serviço de Família Acolhedora. Os técnicos da USP nos visitaram e, com base em nossa experiência, elaboraram uma cartilha que é utilizada como material de aprendizagem em diversos municípios onde são oferecidos treinamentos. Uma criança em acolhimento necessita do carinho de um lar, do irmão, da mãe. Uma família acolhedora tem o propósito de educar em um ambiente familiar, proporcionando atenção médica, à educação e uma convivência mais humanizada. Este é o modelo mais moderno no âmbito mundial, eliminando a necessidade de institucionalização. Sonhamos que muitas famílias se habilitam e se capacitam para acolher nossas crianças institucionalizadas, proporcionando um recomeço e transformando essas vidas”, destacou o secretário de Assistência Social, José Carlos Vido.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Para além da divulgação, buscamos a valorização constante das famílias acolhedoras. A ideia do documentário foi captar as experiências das famílias e dos profissionais que atuam ou atuaram no serviço, contribuindo para o sucesso do programa. Em outras palavras, foi uma oportunidade de contar a nossa história&#8221;, destacou a diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Danielle Silva Bueno.</div>
<div></div>
<div>A supervisora técnica do Programa de Acolhimento em Famílias Acolhedoras, Márcia Marciana Favorim, destacou os principais desafios e benefícios do acolhimento familiar. “É fundamental compreender a diferença entre família acolhedora e adoção, pois são projetos de vida distintos. A família acolhedora passa por um processo de seleção e formação, com atenção voltada tanto para a criança, que já situações de ruptura e violência, quanto para a família acolhedora, especialmente no momento do desacolhimento. Este é considerado o maior desafio, mas há todo um suporte para a família quando essa etapa chega. Os benefícios são para a vida toda em todas as áreas de desenvolvimento da criança e do adolescente”, destacou.</div>
<div></div>
<div>Ao final do evento, foram homenageadas as Famílias Acolhedoras do Município de Osasco, e os responsáveis pela Agência Crispo. O produtor Igor Barbosa (Crispo) e a esposa Priscila Lira, que foram acompanhados pela filha Yasmin e sua avó materna, Risolaine BS Lira, e do produtor e amigo, Wesley Leite, receberam uma homenagem do secretário de Assistência Social, José Carlos Vido, em agradecimento pelo documentário. O documentário estará disponível, em breve, nas plataformas digitais da prefeitura.</div>
<div></div>
<div>“Estar com essas pessoas gravando, no dia a dia, significado para a gente, o resumo de tudo, que é o afeto, porque desde o início que eles fazem o acolhimento, desde o tratamento e cuidado para com as crianças, desde o projeto do acolhimento, se resume em afeto e amor, e é um afeto e amor de fato e isso nos marcou muito. Nosso coração queima muito por esse projeto e essa proposta de família acolhedora. Então nós, cremos que muitas famílias vão aderir ao programa e atender ao chamado. Esse foi o propósito e a semente do Documentário “Cabe mais um?”, explicou a gerente de projetos Culturais da Agência Crispo, Priscila Lira.</div>
<div></div>
<div>O evento contou ainda com a presença de autoridades como o secretário adjunto de Assistência Social, Daniel Matias, os vereadores Stephane Rossi e Alexandre Capriotti, o superintendente da ACEO Osasco, Denis Mello, além de profissionais da área, como assistentes sociais Mirela e Marina, da Vara da Infância e Juventude de Osasco, entre outros.</div>
<div></div>
<h4><b>Família Acolhedora Canguru de Osasco</b></h4>
<div></div>
<div>O programa assegura o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes afastados de suas famílias por decisão judicial, até sua reintegração ou adoção.</div>
<div></div>
<div>Criado em Osasco há mais de cinco anos pela Lei Municipal nº 4.927/2018 e regulamentado pelo Decreto nº 11.936/2019, o Acolhimento Familiar atende crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, em medida protetiva.</div>
<div></div>
<div>O trabalho voluntário é de duração indeterminada. Durante o período, os participantes recebem uma bolsa-auxílio equivalente a um salário mínimo para custear as despesas de Acolhimento (no caso de irmãos, há uma bolsa por pessoa).</div>
<div></div>
<div>Esta política pública promove o acolhimento em ambiente familiar, melhorando o atendimento em instituições e permitindo o desenvolvimento de vínculos afetivos no período de convivência.</div>
<div></div>
<h4><b>Serviço</b></h4>
<div></div>
<div>A Secretaria de Assistência Social é responsável pelo cadastro, capacitação e acompanhamento de famílias acolhedoras, que recebem em casa bebês, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco. Uma equipe técnica auxilia em todas as etapas, incluindo o momento de despedida ao final do acolhimento. É essencial que uma família acolhedora tenha capacidade de amar sem possuir.</div>
<div></div>
<div>Para participar, é necessário residir em Osasco ou municípios vizinhos, por mais de 25 anos, não desejar adotar, estar em boas condições de saúde física e mental, contar com o apoio de todos os membros da família e possuir uma rede de suporte. É necessária disponibilidade para o processo de habilitação e atividades do programa, renda fixa além da bolsa-auxílio, e não responder a processos criminais ou relacionados à infância e juventude.</div>
<div></div>
<div>Quem desejar obter mais informações pode entrar em contato com a progressão da Família Acolhedora pelo telefone (11) 99689-6568 (WhatsApp) ou e-mail no <a href="mailto:familiacanguru.sas@osasco.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener">familiacanguru.sas@osasco.sp.gov.br</a> .</div>
<div></div>
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		<title>Gestões das entidades Casa de Passagem e Casa Abrigo realizam Capacitação de Profissionais da Rede de Atendimento em Assistência Social do Cioeste</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gestoes-das-entidades-casa-de-passagem-e-casa-abrigo-realizam-capacitacao-de-profissionais-da-rede-de-atendimento-em-assistencia-social-do-cioeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 12:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Araçariguama]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 4 de julho pela manhã, aconteceu mais uma reunião das entidades que fazem a gestão da Casa de Passagem e da Casa Abrigo do Cioeste: os Institutos Cecília Meirelles e Fala Mulher. Os encontros têm como objetivo capacitar profissionais da rede de atendimento em assistência social dos municípios. Desta vez, a capacitação ocorreu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 4 de julho pela manhã, aconteceu mais uma reunião das entidades que fazem a gestão da Casa de Passagem e da Casa Abrigo do Cioeste: os Institutos Cecília Meirelles e Fala Mulher. Os encontros têm como objetivo capacitar profissionais da rede de atendimento em assistência social dos municípios. Desta vez, a capacitação ocorreu na cidade de Osasco, no Centro de Referência da Mulher Vítima de Violência (CRMVV).</p>
<p>A coordenadora Cristiane Lins, do Instituto Cecília Meirelles, abordou o fluxo da Casa de Passagem, enquanto Carla Jara, do Instituto Fala Mulher, discorreu sobre a Casa Abrigo. Ambas explicaram detalhadamente o fluxo de mulheres vítimas de violência até chegarem ao atendimento e como funciona o trâmite na prática. Cristiane salientou que a Casa de Passagem facilita o acesso dessas mulheres aos diversos serviços que as auxiliarão a sair do ciclo de violência e alcançar a emancipação.<br />
Elas também falaram que, no atendimento a essas mulheres, quando elas buscam centros de referência, a alternativa de encaminhamento para um abrigo deve ser a última instância, devido a fatos sociais importantes, como o pertencimento territorial que essas mulheres experienciam, incluindo a utilização de unidades de saúde e escolas locais.</p>
<p>“Muitas vezes, ir para o abrigo significa recomeçar a vida, e temos que avaliar se isso faz sentido também para a mulher que está sendo atendida. Mesmo sendo provisório, o abrigo na nossa instituição pode durar de seis meses a um ano, ou mais”, destacou Carla Jara.</p>
<p>Além de proteção e alimentação, nos abrigos as mulheres participam de oficinas e recebem atendimento para seu fortalecimento e busca por autonomia, com inserção no mercado de trabalho ou início de empreendimentos, facilitando a superação da história de violência e a saída da dependência do agressor. “A empregabilidade é fundamental para a mulher sair emancipada e recomeçar do zero”, complementou Carla, explicando que o abrigo contribui para que a mulher se reorganize e faça sua nova história. “Por isso, temos que atingir essas mulheres de várias formas: com possibilidades de renda, cultura, lazer e informação. Apenas moradia, alimentação e proteção não são suficientes para a emancipação”.</p>
<p>Os participantes também compartilharam suas experiências e exemplos de casos complexos, buscando aconselhamento com as facilitadoras da capacitação. Foi ressaltada a importância do processo de desabrigamento, para que a mulher não retorne ao ciclo de violência e possa reconstruir sua vida. Para isso, o sigilo a respeito da localização dessas casas é prioritário.<br />
Cristiane Lins explicou as etapas de recepção da mulher vítima de violência pelos agentes de serviço social, que incluem ouvir, direcionar, esgotar as possibilidades de soluções, obter informações, ajudar a pensar em possibilidades, avaliar questões de risco e, caso necessário, direcionar para uma casa abrigo. Esse processo requer um relatório detalhado, para que os abrigos possam atender a mulher da melhor maneira possível, conhecendo suas necessidades específicas. Outro ponto abordado foram as competências dos municípios, que realizam um trabalho em conjunto com as casas de abrigo.<br />
As capacitações já ocorreram em várias cidades, incluindo Araçariguama, Cajamar, Cotia, Jandira, São Roque e Osasco.</p>
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		<title>Barueri é um dos municípios que mais investiu em saúde, educação e assistência social </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-e-um-dos-municipios-que-mais-investiu-em-saude-educacao-e-assistencia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 05:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri está entre as que mais investiu nos setores de saúde, educação e assistência social no ano de 2022 no Brasil. Isso está comprovado na edição 19/2024 do Anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, publicado no final de novembro deste ano pela Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span lang="PT-BR">A Prefeitura de Barueri está entre as que mais investiu nos setores de saúde, educação e assistência social no ano de 2022 no Brasil. Isso está comprovado na edição 19/2024 do Anuário Multi Cidades – Finanças dos Municípios do Brasil, publicado no final de novembro deste ano pela Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) e elaborado pela Aequus Consultoria.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O relatório é bastante detalhado, porém fácil de entender e pode ser conferido </span><a href="http://aequus.com.br/anuarios/multicidades_2024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://aequus.com.br/anuarios/multicidades_2024.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1704432120423000&amp;usg=AOvVaw3e98DcLxWV1_JFESfIELkN"><span lang="PT-BR">AQUI</span></a><span lang="PT-BR">. Ele aponta os principais gastos das administrações municipais e as 100 cidades brasileiras que mais investiram nos setores de educação, saúde e assistência social. Nos três quesitos Barueri se destaca, posicionando-se entre os 10 mais bem colocados da região sudeste. </span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Assistência Social</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">No sudeste brasileiro, o município ocupa o 4º lugar dentre os que mais investiram em assistência social em 2022. À frente dele apenas três capitas: São Paulo (1º), Rio de Janeiro (2º) e Belo Horizonte (3º). No ano mencionado, as despesas da cidade em assistência social somaram R$ 242.144.228,11. Conforme o relatório, o município contava com 100.332 pessoas em seu Cadastro Único (CadÚnico) no ano analisado. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">No ranking geral a cidade também aparece entre os 10+, ocupando a 7ª posição – subindo três pontos em comparação com a última edição do Anuário (18/2023), quando ficou em 10º lugar. As seis cidades à sua frente são capitais de Estado. Considerando as sete cidades que compõem a região oeste da Grande São Paulo (Barueri, Osasco, Jandira, Itapevi, Carapicuíba, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba), Barueri passa para a 1ª posição no ranking. </span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Educação</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Na educação o município também continua fazendo bonito: ficou em 6º lugar no Sudeste com uma despesa avaliada em R$ 1,4 bi. À frente, as mesmas três capitais (SP, RJ e BH) e duas cidades de grande porte (Campinas e Guarulhos). </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">No ranking geral, Barueri ficou em 11º lugar, sendo que das 10 cidades à sua frente, oito são capitais de Estado. Aqui também houve evolução com relação à edição passada, já que na ocasião o município ficou em 13º lugar. De qualquer forma, destaca-se perante o Estado (4º lugar) e a região oeste da Grande São Paulo, repetindo a dianteira. </span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Saúde</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Os gastos da cidade com saúde em 2022 chegaram a R$ 1,2 bi, conforme o relatório. Isso porque o próprio Anuário aponta que os “Municípios continuam aumentando as aplicações na saúde pública, enquanto a União reduziu acentuadamente sua despesa, em 2022, dando continuidade ao encolhimento da participação federal no financiamento da saúde”. E não é segredo que Barueri realmente investe no setor.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Diante disso, a cidade está na 8ª posição dentre as que mais investiram em saúde na região sudeste do País (à sua frente as capitais SP, RJ e BH, e as cidades de Campinas, Duque de Caxias, São Bernardo do Campo e Guarulhos).</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">No ranking geral Barueri ficou na 18ª posição, subindo duas com relação ao ano passado, quando ocupou o 20º lugar. Das 17 cidades à sua frente, 13 são capitas de Estado. Seus investimentos na área são tão grandes que colocam a cidade em 5º lugar no Estado de São Paulo e novamente em 1º na região oeste da Grande São Paulo. Neste quesito, é a única cidade da região que aparece entre as 100+. </span></p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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