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	<title>assédio moral &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>WhatsApp Lidera Como Canal de Assédio Eleitoral em 40% dos Processos na Justiça do Trabalho, Revela TST</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:02:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário político tem refletido intensamente nas relações de trabalho, e um levantamento recente do Centro de Pesquisas Judiciárias do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acende um alerta sobre a crescente incidência de assédio eleitoral. A pesquisa aponta que o aplicativo de mensagens WhatsApp emergiu como um vetor predominante para essa prática, sendo citado em [&#8230;]</p>
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<p>O cenário político tem refletido intensamente nas relações de trabalho, e um levantamento recente do Centro de Pesquisas Judiciárias do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acende um alerta sobre a crescente incidência de assédio eleitoral. A pesquisa aponta que o aplicativo de mensagens WhatsApp emergiu como um vetor predominante para essa prática, sendo citado em quase 40% das ações ajuizadas na Justiça do Trabalho, evidenciando como a tecnologia tem sido instrumentalizada para pressionar trabalhadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Pervasão do Assédio Eleitoral Através do WhatsApp e Redes Sociais</h2>



<p>A análise, que compreendeu aproximadamente 140 processos registrados até dezembro do ano passado, destacou o papel central do WhatsApp. Cerca de quatro em cada dez ações de assédio eleitoral indicam a plataforma como o principal meio para a prática. Além do aplicativo de mensagens, outras redes sociais também foram identificadas como canais para a veiculação de pressões políticas. O relatório sublinha que essa coerção transcende o ambiente corporativo, estendendo-se para a esfera social e familiar dos funcionários, gerando um constrangimento que acompanha o indivíduo para além do expediente de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Múltiplas Formas de Coerção: Além das Mensagens Virtuais</h2>



<p>Embora o WhatsApp se destaque, os pesquisadores do TST identificaram uma gama diversificada de táticas de assédio eleitoral. A intimidação política manifesta-se por meio de discursos coercitivos, comunicados corporativos internos, e-mails com teor de pressão e até mesmo a imposição de participações em mobilizações de caráter político. O assédio também pode escalar para chantagens psicológicas e ameaças explícitas de perda de emprego, caso o trabalhador não alinhe suas preferências políticas às dos empregadores ou gestores, demonstrando a gravidade e a abrangência do problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Origem das Denúncias e o Volume de Casos na Justiça do Trabalho</h2>



<p>A pesquisa do TST revela que a maioria esmagadora das denúncias de assédio eleitoral parte dos próprios trabalhadores, que ajuízam quase 90% dos processos. O Ministério Público do Trabalho (MPT) é responsável por cerca de 12% das ações, atuando em casos de maior repercussão ou em denúncias coletivas. A dimensão do problema é corroborada pelos números da Justiça do Trabalho, que registrou mais de 800 processos relacionados a assédio eleitoral entre maio de 2023 e setembro deste ano. Somente em 2024, foram contabilizadas 189 novas ações, indicando uma persistência e, possivelmente, um aumento na judicialização dessa questão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Classificações do Assédio Eleitoral: Uma Análise das Relações de Poder</h2>



<p>O estudo categoriza o assédio eleitoral em diferentes modalidades, refletindo as dinâmicas de poder no ambiente de trabalho. O &lt;b&gt;assédio vertical&lt;/b&gt; ocorre quando empregadores ou gestores utilizam sua posição hierárquica para influenciar a escolha política de seus subordinados. Já o &lt;b&gt;assédio horizontal&lt;/b&gt; manifesta-se entre colegas de mesmo nível na hierarquia. Existe também a forma &lt;b&gt;mista&lt;/b&gt;, onde a pressão exercida pela chefia é reforçada e amplificada por outros colegas. Por fim, o &lt;b&gt;assédio institucional&lt;/b&gt; representa a prática mais grave, pois indica que a coerção política está intrinsecamente ligada às políticas ou à cultura organizacional da própria empresa, tornando-se uma prática sistêmica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Essência da Prova: Reconstruindo o Contexto da Coerção</h2>



<p>Para a efetiva comprovação do assédio eleitoral na esfera judicial, o levantamento enfatiza a crucialidade da combinação de diversas fontes de prova. Testemunhos, documentos formais e informais, gravações de áudio e, notavelmente, mensagens de texto via WhatsApp ou e-mail são elementos essenciais para reconstituir o contexto das condutas e fundamentar as acusações. Por outro lado, a pesquisa aponta que a principal barreira para a comprovação da prática reside na ausência de registros formais, um desafio especialmente presente em situações onde a pressão é exercida de maneira velada ou sutil, dificultando a obtenção de evidências materiais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Posição da Meta e o Impacto do Fenômeno</h2>



<p>Diante da relevância dos dados apresentados pela pesquisa do TST, a empresa Meta, responsável pelo aplicativo WhatsApp, foi contatada para comentar as descobertas. No entanto, a companhia informou que não se pronunciaria sobre o assunto. A constatação de que o assédio eleitoral é um problema persistente e multifacetado, com o WhatsApp desempenhando um papel significativo, reforça a urgência de debates e ações para proteger a liberdade de escolha política dos trabalhadores, garantindo que o ambiente profissional não se torne um palco para coerções e intimidações eleitorais.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/assedio-eleitoral-whatsapp-tst/">WhatsApp Lidera Como Canal de Assédio Eleitoral em 40% dos Processos na Justiça do Trabalho, Revela TST</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Ecovias Raposo Castello adere à campanha ‘Assédio, Pare’ contra assédios nas rodovias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Concessionária adere à iniciativa do Grupo EcoRodovias para combater o assédio moral, sexual, racial e de gênero A Ecovias Raposo Castello anuncia sua entrada oficial na campanha ‘Assédio, Pare’, do grupo EcoRodovias, que combate toda a forma de assédio e injúria, principalmente contra profissionais nas cabines de pedágio e equipes de atendimento aos usuários das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3></h3>
<h3><em><strong>Concessionária adere à iniciativa do Grupo EcoRodovias para combater o assédio moral, sexual, racial e de gênero</strong></em></h3>
<p>A Ecovias Raposo Castello anuncia sua entrada oficial na campanha ‘Assédio, Pare’, do grupo EcoRodovias, que combate toda a forma de assédio e injúria, principalmente contra profissionais nas cabines de pedágio e equipes de atendimento aos usuários das rodovias. Com isso, a concessionária firma um compromisso contra o assédio moral, sexual, racial e de gênero nos ambientes operacionais das rodovias e em suas instalações administrativas. Além de se engajar com a mobilização, a Ecovias Raposo Castello está desenvolvendo iniciativas internas para aumentar a conscientização sobre o tema e estimular que casos sejam formalmente denunciados.</p>
<p>“Um carro parou e, ao olhar para dentro, vi que o motorista se expunha de forma indecente. Fiquei sem reação. Pedi o pagamento e ele insistia para que eu olhasse. Ameacei chamar a polícia, e só então ele entregou o dinheiro, tentando puxar minha mão para dentro do carro. Consegui me soltar e disse que ele era nojento. Ele apenas riu e foi embora. A gente fica sem chão”, conta outra operadora, que também prefere não se identificar.</p>
<h4>A campanha</h4>
<p>Visa estimular que situações como essa sejam registradas nos canais adequados e tratadas pelas autoridades competentes. Mesmo em ambientes públicos e movimentados como as rodovias, também ocorrem assédios de caráter sexual.</p>
<p>“Um caminhoneiro chegou para fazer o pagamento, abriu a porta e estava totalmente sem roupa. Me desviei na hora e, com cara fechada, pedi o pagamento, mas ele ficou me chamando. Quando deu o dinheiro, pegou na minha mão e começou a alisar. Pedi para parar e, na hora que fui dar o comprovante, ele abriu a porta e passou a se exibir de forma obscena. Fiquei sem chão. Depois daquele dia, comecei a chorar na cabine”, relata uma operadora de pedágio que não quer se identificar.</p>
<p>Para reforçar a prevenção e dar suporte às equipes, a concessionária promoverá treinamentos e distribuirá cartilha sobre assédio moral e sexual no ambiente de trabalho com o objetivo de ampliar a autopercepção de quem sofre a violência – muitas vezes naturalizada por questões culturais – e de quem a pratica. Os colaboradores contam ainda com canais de denúncia que podem ser acionados de forma anônima, como o Canal de Ética, a Ouvidoria e o RH. A concessionária reforça, assim, seu compromisso de coibir comportamentos abusivos e promover a cultura do respeito em todas as suas operações.</p>
<p>Além da campanha, o Grupo EcoRodovias e todas as suas concessionárias têm protocolo interno de resposta a assédio, que orienta colaboradores e lideranças sobre como proceder em casos de denúncias: desde o acolhimento da vítima, passando por suporte psicológico até encaminhamentos formais e jurídicos, quando necessário.</p>
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