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	<title>Ana Carolina Oliveira &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Caminhada contra o feminicídio mobiliza a Av Paulista neste domingo (8)</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 13:03:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3">A Avenida Paulista, em São Paulo, será palco neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, da Caminhada contra o Feminicídio, organizada pela deputada federal e presidente nacional do Renata Abreu, em parceria com a vereadora paulistana Ana Carolina (Podemos-SP). O ato acontece a partir das 10h, com concentração na altura do número 1776, próximo ao Méqui 1000, e pretende reunir mulheres, famílias e lideranças sociais para chamar a atenção para a escalada da violência contra mulheres no Brasil.</p>
<p class="s4">A mobilização ocorre em um momento de forte indignação nacional. Casos recentes de mulheres assassinadas por companheiros ou ex-companheiros voltaram a provocar revolta pública e reacender o debate sobre a segurança feminina.</p>
<p class="s4">Os números ajudam a dimensionar o problema. Em 2025, o Brasil registrou 1.518 vítimas de feminicídio, o maior da série histórica, o que significa quatro mulheres assassinadas por dia apenas por serem mulheres. No estado de São Paulo, a situação também preocupa. O ano de 2025 terminou com recorde de feminicídios, 270 casos registrados.</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, a caminhada busca transformar a indignação que toma conta da sociedade em mobilização concreta.</p>
<p class="s4">“Cada feminicídio é uma vida interrompida, uma família destruída e uma ferida aberta na sociedade. Não podemos aceitar que mulheres continuem morrendo simplesmente por serem mulheres.”</p>
<p class="s4">Muito além dos crimes que chegam ao noticiário, a violência contra mulheres permanece uma triste e sofrida realidade cotidiana no país.</p>
<p class="s4">Levantamento da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, do DataSenado, revela que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar apenas em 2025.</p>
<p class="s4">A pesquisa também mostra o impacto desse ciclo de violência dentro das famílias. Em 71% dos casos de agressão havia outras pessoas presentes, muitas vezes crianças — filhos das próprias vítimas.</p>
<p class="s4">Outro dado preocupante é que a violência costuma se repetir. Quase seis em cada dez mulheres relatam episódios recentes de agressão, indicando um ciclo que muitas vezes se prolonga por meses ou anos.</p>
<p class="s4">Apesar da gravidade, muitas vítimas ainda não procuram ajuda. Entre os motivos mais citados estão o medo do agressor, a dependência emocional ou financeira e a preocupação com os filhos.</p>
<p class="s4">O Brasil possui hoje uma das legislações mais avançadas do mundo no combate à violência contra mulheres, com instrumentos como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal.</p>
<p class="s4">Ao longo de sua atuação parlamentar, Renata Abreu é autora de leis voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Entre elas estão:</p>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.718/2018,</span> que tipificou a importunação sexual como crime</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 13.931/2019</span>, que obriga profissionais de saúde a comunicar à polícia indícios de violência doméstica</div>
<div class="s6"><span class="s5">• </span><span class="s2">Lei 14.316/2022</span>, que destina recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para ações de combate à violência contra a mulher</div>
<p class="s4">Um avanço recente na legislação brasileira foi a criação da <span class="s2">Lei 15.125/2025,</span> que permite à Justiça determinar o monitoramento eletrônico de agressores por meio de tornozeleiras eletrônicas em casos de violência doméstica. A medida foi criada para garantir o cumprimento das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.</p>
<p class="s4">Com o dispositivo, a polícia e a própria vítima podem ser alertadas caso o agressor ultrapasse a distância determinada pela Justiça, permitindo uma resposta mais rápida das autoridades</p>
<p class="s4">Para Renata Abreu, esse tipo de mecanismo é essencial para mudar a lógica da proteção. “Hoje muitas mulheres recebem uma medida protetiva, mas continuam correndo risco, sendo obrigadas a mudar sua rotina de vida. Quem precisa mudar de rotina é o criminoso, por isso a urgência de que seja colocada a tornozeleira eletrônica nosagressores, para que sejam denunciados assim que romperem os limites impostos pela Justiça.”</p>
<p class="s4">Segundo a deputada, o país precisa garantir que as leis existentes sejam aplicadas com rigor. “O Brasil já avançou muito na legislação. Agora precisamos garantir que essas leis funcionem na prática e que nenhuma mulher fique desprotegida depois de denunciar.”</p>
<p class="s7"><span class="s2">MOBILIZAÇÃO CONTRA O SILÊNCIO</span></p>
<p class="s4">A caminhada deste domingo pretende lembrar que a violência contra a mulher não é um problema privado, mas uma questão de segurança pública e de direitos humanos.</p>
<p class="s4">Para a deputada federal, a mobilização da sociedade é fundamental para romper o silêncio que ainda cerca muitos casos de violência. “A violência contra a mulher não pode ser tratada como algo normal ou inevitável. Precisamos falar sobre isso, agir e proteger vidas.”</p>
<p class="s4">
<p class="s7"><span class="s2">SERVIÇO</span></p>
<p class="s4"><span class="s2">Caminhada contra o Feminicídio</span></p>
<p class="s4"><span class="s8">📅</span> 8 de março<br />
<span class="s8">⏰</span> 10h<br />
<span class="s8">📍</span> Avenida Paulista, 1776 – próximo ao Méqui 1000</p>
<p class="s4">
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