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	<title>américas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Américas enfrentam dengue impulsionada por crise climática, alerta Opas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou um alerta grave: as Américas registraram um recorde alarmante de 13 milhões de casos de dengue e mais de oito mil mortes somente em 2024. Este avanço sem precedentes da dengue em todo o continente é impulsionado, principalmente, pelas mudanças climáticas. A advertência foi feita durante a Cúpula &#8220;Uma Só Saúde&#8221;, realizada em Lyon, na França, coincidindo com o Dia Mundial da Saúde, onde especialistas globais debateram estratégias para enfrentar ameaças sanitárias emergentes. Segundo a Opas, a doença, antes restrita a regiões tropicais, agora serve como um &#8220;termômetro da crise climática&#8221;, sinalizando uma nova e preocupante era para a saúde pública na região.</p>
<p> A escalada sem precedentes da dengue nas Américas</p>
<p>O cenário epidemiológico da dengue nas Américas em 2024 é descrito pela Opas como crítico e sem precedentes. Com 13 milhões de casos notificados e a triste marca de mais de oito mil vidas perdidas em tão pouco tempo, a doença tem sobrecarregado sistemas de saúde e imposto um ônus social e econômico significativo. Historicamente, a dengue era vista como uma enfermidade tropical, confinada a zonas geográficas específicas com climas quentes e úmidos. No entanto, os dados atuais revelam uma expansão geográfica alarmante, com o vetor e a doença avançando para regiões onde anteriormente não sobreviam, ou onde sua incidência era marginal. Este fenômeno reclassifica a dengue de uma questão de saúde sazonal ou local para uma crise de saúde pública continental, diretamente influenciada por fatores ambientais e climáticos que alteram o habitat e o comportamento do Aedes aegypti.</p>
<p> O impacto das mudanças climáticas e o avanço do Aedes</p>
<p>A lógica por trás da explosão de casos de dengue, segundo a Opas, é &#8220;simples e preocupante&#8221; e está intrinsecamente ligada às alterações climáticas e à expansão urbana descontrolada. As temperaturas mais altas, uma consequência direta do aquecimento global, aceleram múltiplos aspectos do ciclo de vida do Aedes aegypti. A elevação da temperatura encurta o tempo de desenvolvimento do mosquito, aumenta sua taxa de reprodução, acelera a replicação do vírus da dengue dentro do inseto (período de incubação extrínseco) e eleva a frequência de picadas do mosquito infectado, potencializando a transmissão.</p>
<p>Além disso, as chuvas irregulares e extremas desempenham um papel crucial. Períodos de seca prolongada seguidos por chuvas torrenciais criam uma miríade de novos criadouros, enchendo recipientes, pneus abandonados e qualquer tipo de depósito de água em áreas urbanas e periurbanas. A expansão urbana descontrolada, por sua vez, agrava a situação ao gerar um ambiente propício para a proliferação do mosquito. A falta de saneamento básico adequado, a gestão deficiente de resíduos sólidos e as práticas de armazenamento de água em muitas comunidades criam condições ideais para a eclosão dos ovos do Aedes aegypti. Este conjunto de fatores climáticos e ambientais permite que o mosquito colonize novas áreas, levando consigo não apenas a dengue, mas também outras arboviroses como zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, oropouche, transformando estas doenças em um verdadeiro &#8220;termômetro da crise climática&#8221;.</p>
<p> A nova abordagem: Conceito &#8220;Saúde Única&#8221; para o futuro</p>
<p>Diante da complexidade e da interconexão dos desafios de saúde atuais, o diretor da Opas, o médico brasileiro Jarbas Barbosa, defende veementemente uma mudança de abordagem: o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; (One Health). Esta filosofia integra ações e políticas em diferentes áreas, reconhecendo e reforçando a interdependência intrínseca entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ao invés de tratar cada uma dessas esferas de forma isolada, a &#8220;Saúde Única&#8221; propõe uma visão holística e coordenada, onde as ações em uma área beneficiam as outras. Por exemplo, a proteção de ecossistemas e a redução da poluição ambiental impactam diretamente na qualidade de vida das populações e na diminuição da incidência de doenças zoonóticas e transmitidas por vetores.</p>
<p>O Dr. Barbosa enfatiza a urgência dessa integração: &#8220;Este é o melhor jeito de responder aos atuais desafios que temos agora, como as doenças transmitidas por vetores e outras doenças na nossa região das Américas, mas também para estar preparado para a próxima pandemia.&#8221; A abordagem &#8220;Saúde Única&#8221; é vista como fundamental para construir resiliência frente às ameaças sanitárias emergentes e reemergentes, permitindo uma resposta mais eficaz e proativa. Ao considerar a saúde de forma interconectada, é possível desenvolver estratégias mais abrangentes que abordam as causas profundas das doenças, em vez de apenas seus sintomas, e que envolvam múltiplos setores como agricultura, meio ambiente, planejamento urbano e saúde pública.</p>
<p> Desafios e ambições da Opas para 2030</p>
<p>A Opas, com sua visão de &#8220;Saúde Única&#8221;, estabeleceu uma meta ambiciosa para as Américas: eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030. Este objetivo de erradicação ou eliminação de doenças como a malária, a oncocercose, o sarampo, a rubéola e, em última instância, a redução da carga da dengue, representa um desafio monumental, mas é considerado alcançável com a devida colaboração e investimento. Os desafios para atingir esta meta são múltiplos e complexos. As mudanças climáticas continuarão a ser um fator de complicação, alterando a dinâmica de transmissão de doenças e exigindo adaptação constante. Disparidades socioeconômicas e o acesso desigual a serviços de saúde e saneamento também representam barreiras significativas.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, a Opas e seus parceiros se concentram em diversas estratégias. Isso inclui o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a ampliação do acesso a vacinas e tratamentos, o controle vetorial integrado e, crucialmente, a educação e o engajamento comunitário. A promoção de políticas intersetoriais que incentivem o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a segurança alimentar são pilares da abordagem &#8220;Saúde Única&#8221;. A meta de 2030 não é apenas sobre a eliminação de doenças específicas, mas sobre a construção de sistemas de saúde mais robustos, equitativos e resilientes, capazes de proteger a população das Américas contra as ameaças de saúde do presente e do futuro.</p>
<p> Uma nova era de desafios de saúde e a resposta integrada</p>
<p>O avanço implacável da dengue nas Américas, com seus números alarmantes de casos e mortes em 2024, ressalta a urgência de uma nova perspectiva em saúde pública. A Opas deixa claro que esta crise não é um evento isolado, mas uma manifestação direta das complexas interações entre saúde humana, animal e ambiental, acentuadas pelas mudanças climáticas e pela urbanização desordenada. A transição da dengue de uma doença tropical para um &#8220;termômetro da crise climática&#8221; exige uma mudança radical na forma como enfrentamos as ameaças sanitárias. O conceito &#8220;Saúde Única&#8221;, que promove a colaboração intersetorial e a visão holística da saúde, emerge como a estratégia mais promissora. Ao integrar esforços para a prevenção e controle de doenças transmitidas por vetores e para a preparação para futuras pandemias, as Américas podem aspirar a construir um futuro mais saudável e resiliente. A meta ambiciosa de eliminar mais de 30 doenças transmissíveis até 2030, embora desafiadora, é um testemunho do compromisso em forjar um novo caminho, onde a saúde não é vista em silos, mas como um ecossistema interligado que demanda ação coletiva e coordenada.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. O que significa &#8220;dengue é um termômetro da crise climática&#8221;?<br />
Significa que a proliferação da dengue e sua expansão para novas regiões são um indicador direto e visível dos impactos das mudanças climáticas, como o aumento das temperaturas e as chuvas irregulares, que criam condições ideais para o mosquito Aedes aegypti e a transmissão da doença.</p>
<p>2. Qual é a principal causa do aumento de casos de dengue nas Américas em 2024?<br />
Segundo a Opas, o principal impulsionador do aumento recorde de casos de dengue em 2024 são as mudanças climáticas, que criam ambientes mais favoráveis para a reprodução e dispersão do Aedes aegypti, somadas à expansão urbana descontrolada.</p>
<p>3. O que é o conceito &#8220;Saúde Única&#8221; defendido pela Opas?<br />
&#8220;Saúde Única&#8221; (One Health) é uma abordagem colaborativa e multissetorial que reconhece a interconexão entre a saúde humana, a saúde animal e a saúde ambiental. Ela busca integrar esforços para enfrentar desafios de saúde de forma holística, como doenças transmitidas por vetores e a preparação para pandemias.</p>
<p>4. Além da dengue, quais outras doenças são transmitidas pelo Aedes aegypti?<br />
O Aedes aegypti é o vetor de diversas outras arboviroses importantes, incluindo zika, chikungunya, febre amarela e, mais recentemente, o vírus oropouche.</p>
<p>Diante deste cenário crítico, a conscientização e a ação coletiva são fundamentais. Apoie as campanhas de saúde pública, adote medidas preventivas em sua comunidade e exija políticas que promovam a saúde ambiental. Juntos, podemos construir um futuro mais saudável e resiliente.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Flamengo busca reabilitação na Champions das Américas de basquete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[américas]]></category>
		<category><![CDATA[champions]]></category>
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		<category><![CDATA[Grupo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Flamengo retorna à quadra neste domingo (14) pela Champions League das Américas (BCL Américas), a principal competição de basquete masculino do continente, com a urgência de uma reabilitação. Após uma estreia decepcionante, o Rubro-Negro carioca enfrentará o Obras Sanitarias, da Argentina, em uma partida crucial para suas aspirações no Grupo B. A equipe brasileira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Flamengo retorna à quadra neste domingo (14) pela Champions League das Américas (BCL Américas), a principal competição de basquete masculino do continente, com a urgência de uma reabilitação. Após uma estreia decepcionante, o Rubro-Negro carioca enfrentará o Obras Sanitarias, da Argentina, em uma partida crucial para suas aspirações no Grupo B. A equipe brasileira busca não apenas a vitória, mas também uma performance convincente que dissipe as dúvidas surgidas após o primeiro confronto. O embate, agendado para as 21h10 (horário de Brasília), ocorrerá no Ginásio 8 de Junio, em Paysandú, Uruguai, palco que sedia os jogos do primeiro turno desta fase de grupos. A recuperação é fundamental para manter o caminho rumo às quartas de final da Champions League das Américas.</p>
<p> A busca pela recuperação na BCL Américas</p>
<p> O desafio contra o Obras Sanitarias<br />
Neste domingo, a atenção do Flamengo se volta inteiramente para o confronto decisivo contra o Obras Sanitarias. A partida representa a oportunidade imediata de somar pontos e reagir na tabela do Grupo B da Champions League das Américas. Para o time argentino, o jogo também é estratégico, pois marcará sua estreia na competição, vindo com o objetivo de surpreender o tradicional clube brasileiro. O Obras, conhecido por sua força física e organização tática, promete impor um ritmo intenso, buscando tirar proveito de qualquer instabilidade rubro-negra.</p>
<p>A expectativa é de um jogo de alta intensidade, onde a capacidade de adaptação e a execução do plano tático serão determinantes. O Flamengo precisa demonstrar maior consistência ofensiva e defensiva desde o início, evitando os lapsos que custaram caro na partida anterior. A experiência de seus jogadores, como Shaquille Johnson, que se destacou na estreia, será crucial para guiar a equipe em momentos de pressão. A vitória não só daria ao Flamengo uma posição mais confortável no grupo, mas também restauraria a confiança necessária para o restante da jornada continental. A torcida rubro-negra, mesmo à distância, deposita suas esperanças em uma performance robusta e vitoriosa.</p>
<p> Análise da estreia: a derrota para o Nacional<br />
A jornada do Flamengo na Champions League das Américas começou com um revés inesperado. No sábado (13), a equipe foi superada pelo Nacional, do Uruguai, por 75 a 63, em uma atuação que deixou a desejar. O time carioca não conseguiu encontrar seu ritmo ideal e enfrentou dificuldades em diversas frentes, especialmente na transição e na organização ofensiva.</p>
<p>O terceiro quarto da partida foi particularmente prejudicial para as pretensões rubro-negras. Os anfitriões do Nacional aproveitaram a desorganização defensiva do Flamengo e impuseram um parcial de 23 pontos contra apenas 11 dos cariocas, construindo uma vantagem significativa. Embora o Flamengo tenha esboçado uma reação no último período, chegando a diminuir a diferença para apenas quatro pontos com pouco mais de um minuto e meio para o fim, a virada não se concretizou. O Nacional soube controlar os momentos finais do jogo, garantindo a vitória.</p>
<p>Individualmente, o ala Connor Zinaich, do Nacional, foi o grande destaque do confronto, liderando a equipe uruguaia com 21 pontos e 10 rebotes, mostrando-se uma ameaça constante para a defesa rubro-negra. Pelo lado do Flamengo, o ala-armador norte-americano Shaquille Johnson foi o ponto mais brilhante, com uma atuação combativa, liderando a pontuação da equipe. A performance geral, contudo, ficou aquém do esperado para um time com as aspirações do Flamengo. A lição tirada dessa derrota será vital para os ajustes necessários no desafio seguinte.</p>
<p> Caminho na competição e próximos desafios</p>
<p> Cenário do grupo B e a classificação<br />
Após a primeira rodada, a situação do Grupo B na Champions League das Américas apresenta um quadro inicial. O Nacional, do Uruguai, lidera a chave com dois pontos, fruto de sua vitória sobre o Flamengo. O Rubro-Negro, por sua vez, soma um ponto devido à derrota. O Obras Sanitarias ainda não pontuou, pois fará sua estreia no domingo contra o time carioca.</p>
<p>Caso o Flamengo vença o Obras Sanitarias neste domingo, o time somará três pontos e assumirá provisoriamente a liderança do grupo. Essa posição, no entanto, pode ser alterada na segunda-feira (15), quando o Obras enfrentará o Nacional, completando o primeiro turno da fase de grupos. A dinâmica do grupo é volátil, e cada partida é crucial para a definição das equipes que avançarão. Os dois primeiros colocados de cada grupo têm acesso direto às quartas de final, tornando a briga por cada ponto extremamente acirrada. O Flamengo tem a responsabilidade de buscar a vitória para não se complicar prematuramente na disputa.</p>
<p> As próximas janelas da Champions League<br />
A fase de grupos da Champions League das Américas é disputada em três &#8220;janelas&#8221; de jogos, cada uma em uma sede diferente. O primeiro turno está sendo realizado em Paysandú, Uruguai. Após o encerramento dos jogos desta primeira etapa, a competição seguirá para as próximas fases que definirão os classificados.</p>
<p>A segunda janela do Grupo B terá como sede o Rio de Janeiro, com o mando de quadra do Flamengo. Será uma oportunidade para o Rubro-Negro jogar diante de sua torcida, buscando consolidar sua posição na tabela. Os confrontos no Rio estão agendados para 17 de janeiro, quando o Flamengo enfrentará novamente o Obras Sanitarias, e dois dias depois, em 19 de janeiro, quando receberá o Nacional.</p>
<p>O terceiro e último turno da fase de grupos acontecerá em Buenos Aires, capital argentina, entre os dias 7 e 9 de fevereiro. Esses jogos serão decisivos para a definição final dos dois times que avançarão para as quartas de final da Champions League das Américas. O planejamento estratégico, a preparação física e tática serão fundamentais para que o Flamengo consiga superar os desafios e assegurar sua vaga nas fases eliminatórias da competição continental. Cada janela apresenta seus próprios desafios e a necessidade de atuações consistentes.</p>
<p> Conclusão<br />
A trajetória do Flamengo na Champions League das Américas é marcada por um misto de expectativa e a necessidade urgente de recuperação. Após um início abaixo do esperado, o confronto contra o Obras Sanitarias se apresenta como um divisor de águas, essencial para recolocar o time nos trilhos da classificação. A competição, que reúne as maiores forças do basquete continental, não permite margem para erros, e a capacidade de superação será testada a cada rodada. O Rubro-Negro, com sua história de conquistas e a qualidade de seu elenco, possui todas as ferramentas para reverter o cenário inicial. O foco, a intensidade e a inteligência tática serão os pilares para que o Flamengo não apenas vença o próximo desafio, mas também construa uma campanha sólida rumo ao título da BCL Américas, consolidando sua hegemonia no basquete sul-americano.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual é o próximo jogo do Flamengo na Champions League das Américas?<br />
O Flamengo enfrentará o Obras Sanitarias, da Argentina, neste domingo, 14 de janeiro, às 21h10 (horário de Brasília). A partida será realizada no Ginásio 8 de Junio, em Paysandú, Uruguai, como parte do primeiro turno do Grupo B da competição.</p>
<p>Como foi a estreia do Flamengo na BCL Américas?<br />
O Flamengo estreou com derrota para o Nacional, do Uruguai, por 75 a 63, no sábado, 13 de janeiro. A atuação rubro-negra foi considerada abaixo do esperado, com destaque negativo para o terceiro quarto, onde a equipe sofreu um parcial de 23 a 11. Shaquille Johnson foi o principal cestinha do Flamengo.</p>
<p>Quais são as perspectivas do Flamengo no Grupo B da Champions League das Américas?<br />
Atualmente, o Flamengo soma um ponto após a derrota na estreia. Uma vitória contra o Obras Sanitarias o levaria provisoriamente à liderança do grupo com três pontos. As perspectivas dependem muito do resultado deste jogo e dos próximos confrontos nas janelas seguintes, que incluirão partidas no Rio de Janeiro e em Buenos Aires. Os dois primeiros colocados do grupo avançam às quartas de final.</p>
<p>Não perca nenhum lance dessa emocionante jornada! Acompanhe de perto a trajetória do Flamengo na Champions League das Américas e vibre com cada cesta rumo à reabilitação e ao título.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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