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	<title>águas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>águas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Naufrágio em Manaus: duas mortes e sete desaparecidos em tragédia fluvial</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 16:01:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Manaus foi palco de uma tragédia fluvial nesta sexta-feira, 13 de outubro, com o naufrágio de uma embarcação que resultou na morte de duas pessoas e deixou sete desaparecidos nas águas do Encontro das Águas. O lamentável naufrágio em Manaus mobilizou uma vasta força-tarefa de resgate, que conseguiu salvar 71 passageiros que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Manaus foi palco de uma tragédia fluvial nesta sexta-feira, 13 de outubro, com o naufrágio de uma embarcação que resultou na morte de duas pessoas e deixou sete desaparecidos nas águas do Encontro das Águas. O lamentável naufrágio em Manaus mobilizou uma vasta força-tarefa de resgate, que conseguiu salvar 71 passageiros que se encontravam à deriva, lançando luz sobre os riscos inerentes à navegação na complexa malha hídrica amazônica. Enquanto as buscas pelos desaparecidos se intensificam, a comunidade local e as autoridades enfrentam o desafio de compreender as causas do acidente e prestar apoio às famílias afetadas por esta inesperada calamidade. O incidente choca pela sua gravidade e pela perda de vidas, especialmente a de uma criança, e serve de alerta para a segurança dos transportes fluviais na região. A investigação já está em curso para determinar os fatores que levaram a este trágico evento.</p>
<p> A tragédia no encontro das águas</p>
<p>O drama teve início na sexta-feira, quando a lancha rápida Lima de Abreu XV, que partiu da capital amazonense com destino ao município de Nova Olinda do Norte, sucumbiu nas proximidades de Manaus. O local do acidente, o famoso Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões se unem, é uma área de grande fluxo fluvial e, em certas condições, pode apresentar correntes fortes e imprevisíveis. A embarcação, transportando um número ainda sob investigação de passageiros, naufragou de forma repentina, pegando muitos de surpresa e gerando um cenário de pânico e desespero em meio à vastidão das águas. O clima de incerteza e a rapidez com que tudo aconteceu dificultaram os primeiros momentos de socorro, com passageiros sendo lançados ao rio em uma luta desesperada por sobrevivência.</p>
<p> Os detalhes do acidente e as primeiras vítimas</p>
<p>As equipes de salvamento agiram prontamente após o alerta, e os esforços iniciais foram cruciais para o resgate de 71 pessoas que lutavam para sobreviver nas águas turbulentas. Contudo, a alegria do resgate foi ofuscada pela confirmação de duas mortes. As vítimas fatais são uma menina de apenas três anos e uma mulher, cujas identidades estão em processo de identificação no Instituto Médico Legal (IML) de Manaus. A criança, apesar de ter sido resgatada com vida, não resistiu e chegou ao pronto-socorro já sem sinais vitais, um desfecho que abalou profundamente os socorristas e a população. Os corpos permanecem no IML, aguardando os procedimentos burocráticos e a liberação para as famílias, que já enfrentam a dor da perda precoce e inesperada. A dor e a incerteza pairam sobre os familiares das sete pessoas que ainda permanecem desaparecidas, mantendo a esperança, por menor que seja, de encontrá-los com vida em meio aos desafios que as águas amazônicas impõem.</p>
<p> A incessante busca por sobreviventes e investigações</p>
<p>No sábado, a mobilização para encontrar os sete desaparecidos ganhou contornos de urgência ainda maior. Uma robusta força-tarefa foi montada, com a participação ativa de 25 bombeiros mergulhadores, apoiados por outros 20 agentes e uma frota de oito embarcações. Os mergulhadores enfrentam condições desafiadoras, incluindo a profundidade, a baixa visibilidade característica das águas escuras do Rio Negro e a presença de fortes correntes, que podem ter arrastado as vítimas para longe do ponto inicial do naufrágio. A busca é metódica e exaustiva, cobrindo uma vasta área na esperança de localizar qualquer vestígio dos passageiros desaparecidos, cientes da complexidade de um cenário de busca e resgate em um ambiente fluvial tão vasto e dinâmico. A determinação das equipes é palpable, mesmo diante das adversidades naturais.</p>
<p> Força-tarefa mobilizada e inquérito em andamento</p>
<p>As autoridades estaduais têm coordenado os trabalhos, assegurando que todos os recursos disponíveis sejam empregados na operação de resgate e na investigação. Além do foco na busca por sobreviventes, ou na recuperação de corpos, uma investigação rigorosa foi iniciada para apurar as causas do naufrágio. O condutor da lancha Lima de Abreu XV foi detido na noite de sexta-feira, logo após o incidente. Ele foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde está prestando depoimento. A natureza da delegacia envolvida sugere que as autoridades não descartam a possibilidade de falha humana ou negligência grave, que possa ter contribuído para a tragédia. As investigações devem focar em diversos aspectos, incluindo a manutenção da embarcação, as condições climáticas no momento do acidente, a capacidade de passageiros da lancha e se todas as normas de segurança para navegação fluvial foram devidamente cumpridas. A busca por respostas é fundamental para trazer clareza às famílias das vítimas e para prevenir que tragédias semelhantes voltem a ocorrer na região, garantindo a segurança de todos que dependem do transporte aquático.</p>
<p> Repercussões e o futuro da navegação fluvial na Amazônia</p>
<p>A tragédia do naufrágio em Manaus, com as vidas perdidas e os desaparecidos, ressoa profundamente na comunidade amazonense, que depende amplamente do transporte fluvial para seu deslocamento e comércio. O incidente serve como um doloroso lembrete da fragilidade da vida e da importância da segurança rigorosa nas águas. Enquanto as operações de busca continuam com a dedicação incansável das equipes de resgate, e as famílias aguardam por respostas, este evento inevitavelmente provocará uma revisão e um reforço nas políticas e fiscalizações de navegação. A investigação em andamento é crucial não apenas para responsabilizar os envolvidos, mas também para identificar falhas sistêmicas e implementar melhorias que garantam a proteção dos passageiros em futuras viagens pela vasta e vital rede hídrica da Amazônia. A memória das vítimas e a angústia dos familiares dos desaparecidos são um poderoso apelo à ação, visando um futuro onde tais desastres possam ser efetivamente prevenidos, promovendo maior segurança e confiança no transporte que é a espinha dorsal da região.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que aconteceu em Manaus?<br />
Uma lancha rápida naufragou na sexta-feira, 13 de outubro, no Encontro das Águas, próximo a Manaus, enquanto se dirigia a Nova Olinda do Norte. O acidente resultou em duas mortes confirmadas e sete pessoas ainda estão desaparecidas.</p>
<p> Quantas pessoas foram resgatadas?<br />
As equipes de salvamento conseguiram resgatar 71 passageiros que estavam à deriva após o naufrágio.</p>
<p> Quem são as vítimas do naufrágio?<br />
As duas vítimas fatais confirmadas são uma menina de três anos e uma mulher. Seus corpos estão no Instituto Médico Legal para identificação. Há, ainda, sete pessoas que permanecem desaparecidas, e as buscas por elas continuam ativamente.</p>
<p> O que está sendo feito para encontrar os desaparecidos e investigar o acidente?<br />
Uma força-tarefa composta por 25 bombeiros mergulhadores, 20 agentes e oito embarcações está realizando buscas intensivas. O condutor da lancha foi detido e está sendo ouvido na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros para apurar as causas da tragédia e responsabilidades.</p>
<p>Para acompanhar as últimas notícias sobre o naufrágio em Manaus, a investigação e o impacto na navegação fluvial, continue visitando nosso portal para atualizações em tempo real.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Multiproprietários se unem em associação para cobrar transparência e gestão do Solar das Águas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 16:40:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>AMUSOLAR nasce da insatisfação e busca proteger patrimônio de cotistas em Olímpia A insatisfação com a gestão e a falta de transparência em um dos maiores empreendimentos de multipropriedade de Olímpia, o Solar das Águas, motivou a criação da AMUSOLAR (Associação dos Multiproprietários do Solar das Águas). Formalizada em janeiro de 2025, a associação surge [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em><strong>AMUSOLAR nasce da insatisfação e busca proteger patrimônio de cotistas em Olímpia</strong></em></h4>
<p>A insatisfação com a gestão e a falta de transparência em um dos maiores empreendimentos de multipropriedade de Olímpia, o Solar das Águas, motivou a criação da AMUSOLAR (Associação dos Multiproprietários do Solar das Águas). Formalizada em janeiro de 2025, a associação surge como um movimento de proprietários que buscam zelar pelo seu patrimônio e garantir seus direitos diante de problemas recorrentes e uma comunicação ineficaz com a administração do condomínio.</p>
<p>A AMUSOLAR nasceu de um sentimento de indignação de um grupo de cotistas que, inicialmente, se reunia em grupos de WhatsApp para trocar informações cotidianas sobre o resort. No entanto, a pauta rapidamente migrou para reclamações sobre a qualidade dos serviços e a manutenção do empreendimento.</p>
<p>&#8220;A AMUSOLAR nasceu da insatisfação e até de certa indignação de um grupo de cotistas / proprietários que começou a enxergar com olhar crítico e minucioso os problemas que se apresentavam no empreendimento.&#8221;</p>
<p>Entre as queixas iniciais, destacam-se piscinas com limpeza deficiente e água fria, apartamentos novos já em manutenção, longas filas para check-in em feriados, e problemas estruturais identificados nas vistorias de entrega de chaves, como boxes quebrados e infiltrações.</p>
<p>Formalização e Representatividade<br />
O movimento ganhou força a partir do subgrupo &#8220;Por um Solar Melhor&#8221;, que tentou o diálogo com a administração do condomínio, mas sem sucesso efetivo. A constatação de que o caminho legal era o único para garantir a representatividade e a defesa do patrimônio levou à decisão de formalizar a associação.</p>
<p>A AMUSOLAR foi oficialmente constituída em 09 de janeiro de 2025, com o apoio do escritório Paiva Nunes Associados, especializado em direito imobiliário e multipropriedade. Atualmente, a associação conta com 112 cotistas multiproprietários associados, mas o objetivo é multiplicar este número e ganhar voz junto a administradora, em prol dos proprietários.</p>
<p>Críticas à Gestão: Falta de Transparência e Problemas Financeiros<br />
O principal questionamento da AMUSOLAR à atual gestão do Solar das Águas é a falta de transparência no processo administrativo e nas decisões tomadas. Os proprietários relatam dificuldades em acompanhar os atos da administração e os processos decisórios, sentindo-se alijados das decisões que impactam diretamente o condomínio e seus custos.</p>
<p>Os principais questionamentos da AMUSOLAR abrangem diversas áreas. No que diz respeito à transparência administrativa, a associação aponta a falta de comunicação prévia sobre decisões importantes, como a substituição de pisos de piscina a custo do condomínio e pagamentos exorbitantes por água aquecida. Em relação à representatividade, critica-se a instituição da figura do &#8220;cabecel&#8221; (representante de unidade) sem que os proprietários conheçam ou tenham acesso a eles, o que, segundo a associação, faz prevalecer os interesses da administradora. A comunicação e as assembleias também são alvos de críticas, com o não recebimento de comunicação sobre datas de reuniões e assembleias, mesmo após solicitação formal, e a disponibilização de documentos e atas pouco descritivos apenas após as reuniões. Outro ponto de grande preocupação é a documentação e o IPTU, com a impossibilidade de registro da propriedade e o acúmulo de débitos de IPTU junto à prefeitura desde 2021, além da cobrança de uma &#8220;taxa extra&#8221; para um acordo de IPTU sem a convocação prévia de uma assembleia. Por fim, a saúde financeira do empreendimento é uma incógnita para os proprietários, que têm acesso apenas a Demonstrativos de Resultados do Exercício (DREs) que, na maioria das vezes, se mostram negativos, gerando grande preocupação e dificultando a compreensão da real situação contábil.</p>
<p>A associação formalizou um canal de comunicação com a administradora em fevereiro de 2025, solicitando a comunicação das datas de reuniões e assembleias, mas afirma nunca ter recebido retorno neste sentido. O modus operandi da gestão, que envia respostas incompletas ou repetidas, reforça a impressão de que a administradora busca apenas cumprir formalidades, sem resolver as questões de fundo.</p>
<p>Próximos Passos: Radiografia e Auditoria<br />
Para defender os interesses dos multiproprietários, a AMUSOLAR está focada em duas frentes principais: a realização de uma &#8220;radiografia do empreendimento&#8221;, ou seja, uma análise administrativa e jurídica do Solar das Águas, incluindo a avaliação dos contratos firmados, atas e assembleias que está sendo conduzida pelo escritório Paiva Nunes Associados para identificar eventuais ilegalidades e orientar as próximas ações; e a contratação de uma auditoria condominial financeira independente para levantar as reais condições administrativas e financeiras do empreendimento, uma vez que os demonstrativos de resultados (DREs) têm sido inconclusivos e consistentemente negativos desde a inauguração.</p>
<p>No momento, a prioridade é a questão do IPTU, buscando preservar os direitos dos cotistas, associados ou não.</p>
<p><strong>Chamado à Ação</strong></p>
<p>A diretoria da AMUSOLAR faz um apelo aos demais multiproprietários que ainda não aderiram ao movimento, ressaltando a responsabilidade civil e jurídica que acompanha a propriedade da cota.</p>
<p>&#8220;Se você é cotista do Solar das Águas e gostaria de atuar como proprietário da sua casa de férias, protegendo o seu patrimônio e os seus direitos, venha fazer parte da AMUSOLAR.&#8221;</p>
<p>A associação oferece apoio nas questões cotidianas, informações em tempo real e assessoria jurídica para a defesa dos interesses coletivos.</p>
<p>Para se associar e acompanhar as atividades da AMUSOLAR, os interessados podem;<br />
1. acessar o site oficial em www.amusolar.com.br,<br />
2. seguir o perfil no Instagram em @amusolar,<br />
3. assistir aos vídeos no canal do YouTube em https://www.youtube.com/@AMUSOLAR<br />
4. ou entrar em contato pelo telefone/WhatsApp (17) 99735-3763.</p>
<p>O formulário de associação está disponível online no endereço:<br />
<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdz78O3Lo9zBMOGqrA8DMYX0Al8o2vV018_dxH_QDmMWWL04A/viewform" target="_blank" rel="noopener">https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdz78O3Lo9zBMOGqrA8DMYX0Al8o2vV018_dxH_QDmMWWL04A/viewform</a></p>
<p>A AMUSOLAR se posiciona como a entidade dedicada a acompanhar a gestão, propor melhorias contínuas e fiscalizar os atos administrativos, garantindo que o sonho da &#8220;casa de férias&#8221; não se torne um pesadelo de problemas e falta de controle.</p>
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		<title>Sabesp elimina quase 19 mil ‘gatos’ em ligações de água nos primeiros sete meses de 2025</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 18:23:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Operação Gato Molhado reforçou o trabalho da Companhia, aumentando em 53% o resultado do serviço de investigação nas fiscalizações das instalações dos imóveis &#160; O trabalho contínuo da Sabesp em ampliar as ações para combater o furto de água apresentou resultados relevantes nos primeiros sete meses deste ano. De janeiro até julho, foram 18.706 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">A Operação Gato Molhado reforçou o trabalho da Companhia, aumentando em 53% o resultado do serviço de investigação nas fiscalizações das instalações dos imóveis</i></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O trabalho contínuo da Sabesp em ampliar as ações para combater o furto de água apresentou resultados relevantes nos primeiros sete meses deste ano. De janeiro até julho, foram 18.706 irregularidades identificadas e eliminadas em todas as cidades atendidas pela Companhia. Para isso, foram feitas 105.304 fiscalizações para inspeção das instalações hidráulicas de imóveis – verificando as condições do medidor de água (hidrômetro) e da tubulação que conecta o imóvel à rede de distribuição. No mesmo período do ano passado, foram 12.293 flagrantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">“<i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Neste ano, o resultado aumentou em 53% comparado ao mesmo período do ano passado”, </i>explica Gabriel Seibarauskas, coordenador de operações especiais e combate às irregularidades da Sabesp. <i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">“Temos utilizado tecnologia e mais fiscalizações para pegar o fraudador, que prejudica a população ao furtar água do sistema.”</i></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Na sexta-feira (29), a Operação Gato Molhado identificou mais uma fraude. A irregularidade foi constatada em um condomínio residencial, com 76 apartamentos, localizado no bairro da Liberdade, centro de São Paulo. A água do imóvel havia sido cortada por falta de pagamento das contas. O edifício tinha débitos de R$ 228.394,58.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O edifício, porém, furtava água graças à uma ligação clandestina direto na rede da Sabesp. O síndico foi levado para a delegacia, foi lavrada uma multa de R$ 78 mil e o “gato” foi desfeito. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Para alcançar esses números de fiscalização, a Sabesp tem contratado profissionais para as áreas de inteligência e fiscalização e destacado mais equipes para os casos recorrentes ou de alterações de consumo. A iniciativa inclui investimentos em tecnologia e inteligência artificial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O furto de água também prejudica a todos. Quem desvia água da rede não se preocupa com o uso racional de um bem escasso. Isso também desequilibra o sistema e pode levar à falta d’água nos imóveis ao lado, especialmente nos casos de grandes consumidores, que retiram volumes importantes de água da rede de abastecimento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Além disso, o furto de água é crime e está descrito no artigo 155 do Código Penal. Dependendo dos meios utilizados para a prática, pode ser classificado como furto qualificado e pode levar à prisão por até 8 anos, além da possibilidade de corte da água e pagamento de multa para a empresa.</span></p>
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		<item>
		<title>Governo sanciona Lei aprovada na Alesp que reformula as agências reguladoras do estado de SP</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-sanciona-lei-aprovada-na-alesp-que-reformula-as-agencias-reguladoras-do-estado-de-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 11:16:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tarcísio de Freitas assina sanção do PLC que cria a SP-Águas e reestrutura a Artesp e a Arsesp, garantindo maior autonomia financeira, orçamentária e de planejamento às agências O governador Tarcísio de Freitas assinou, nesta segunda-feira (23), a sanção do Projeto de Lei Complementar 35/2024, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que reformula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Tarcísio de Freitas assina sanção do PLC que cria a SP-Águas e reestrutura a Artesp e a Arsesp, garantindo maior autonomia financeira, orçamentária e de planejamento às agências</em></h4>
<div class="rw">
<div class="col-lg-12">
<div class="row">
<div class="col-lg-8">
<p>O governador <strong>Tarcísio de Freitas</strong> assinou, nesta segunda-feira (23), a sanção do <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000555309" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei Complementar 35/2024</a>, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que reformula a estrutura e as atribuições das agências reguladoras estaduais, responsáveis pela fiscalização dos serviços públicos transferidos para o setor privado. A medida será publicada no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Em evento promovido no Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio afirmou que São Paulo passa a ter, agora, as melhores agências reguladoras do País. &#8220;São as melhores porque terão critérios rígidos para a escolha dos diretores e autonomia orçamentária e financeira. Com essa legislação, a regulação no nosso estado está sendo fortalecida&#8221;, pontuou.</p>
<h4><strong>Parlamento em destaque</strong></h4>
<p>Para o presidente da Alesp, <strong>André do Prado</strong>, a Assembleia foi privilegiada por ter a chance de aprovar a medida, deixando um legado para a população paulista. &#8220;Abrimos o espaço para o diálogo e promovemos uma audiência pública de mais de quatro horas. Também acatamos mais de 30 emendas, o que fez com que fosse valorizado ainda mais o nosso Parlamento. Parabéns a todos os envolvidos&#8221;, destacou.</p>
<p>O deputado <strong>Barros Munhoz (PSDB)</strong>, relator do PLC na Alesp, comentou que o Parlamento teve a &#8220;coragem&#8221; de aprovar medida tão importante. &#8220;Todas as questões foram superadas e essa é a essência da democracia&#8221;, salientou.</p>
<h4><strong>Mais autonomia</strong></h4>
<p>O Projeto de Lei Complementar cria a SP-Águas, que nasce da transformação do atual <strong>DAEE</strong> (Departamento de Águas e Energia Elétrica), e também amplia o rol de atuação de outras duas agências: da <strong>Artesp</strong> (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e da <strong>Arsesp</strong> (Agência Reguladora de Serviços Públicos no Estado de São Paulo).</p>
<p>As alterações na legislação, de acordo com o Executivo, darão mais autonomia administrativa, orçamentária e de planejamento às três agências. Também garantirão maior independência na gestão dos quadros de funcionários, incluindo a possibilidade de realização de concursos públicos sem necessidade de autorização governamental.</p>
<p>O Governo aponta ainda que a proposta foi pensada para garantir a obediência a regras de <i>compliance</i> e de governança no processo de indicação de membros da diretoria e do cargo de diretor-presidente das agências.</p>
<p>De acordo com a secretária do Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, <strong>Natália Resende</strong>, a nova legislação vai institucionalizar a regulação enquanto uma agenda permanente de estado. &#8220;Vai melhorar nossa fiscalização e valorizar o nosso corpo técnico. Esse PLC é histórico&#8221;, afirmou.</p>
<h4><strong>O papel das novas agências</strong></h4>
<p>Em linhas gerais, a SP-Águas nasce para ser responsável pela fiscalização, controle e regulação de todas as formas de uso da água no estado, como abastecimento público, indústria, agricultura, comércio, geração de energia, entre outros. Dessa forma, dentre as atribuições, a nova agência vai regular a captação de água tanto superficial (nascentes e mananciais) quanto subterrânea (poços artesianos), bem como a operação dos reservatórios de água.</p>
<p>A Artesp, por sua vez, terá seu rol de atuação ampliado, passando a ser responsável pela fiscalização dos transportes rodoviário, aeroportuário, hidroviário e metroviário estaduais, além do transporte coletivo intermunicipal, inclusive o metropolitano. Assim, a Agência de Transportes passa a incorporar as linhas de Metrô e trens metropolitanos que operam por meio de concessão à iniciativa privada &#8211; hoje responsabilidade da Comissão de Monitoramento das Concessões e Permissões (CMCP) &#8211; e também o transporte metropolitano sobre pneus. A nova legislação também define a Artesp como a agência reguladora para novos projetos de mobilidade, como o do Trem Intercidades que ligará a Capital a Campinas.</p>
<p>Por fim, a Arsesp será a responsável pela regulação de uma grande gama de serviços, como gás canalizado, saneamento básico, transmissão e distribuição de energia elétrica, além das parcerias público-privadas futuras e em operação. Também será função da Arsesp a regulação das atividades da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), recentemente desestatizada.</p>
<h4><i><strong>Assista à transmissão do evento feita pela Rede Alesp:</strong></i></h4>
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