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	<title>agricultores &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>agricultores &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Morre frei Sérgio Görgen, ícone da luta camponesa no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 03:02:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, 3 de outubro, o Brasil perdeu uma de suas mais significativas lideranças sociais: Frei Sérgio Görgen, aos 70 anos. O falecimento do religioso franciscano, escritor e intelectual deixa um vazio notável no movimento camponês e nas causas populares. Görgen foi uma figura central na articulação de movimentos sociais, dedicando sua vida à defesa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, 3 de outubro, o Brasil perdeu uma de suas mais significativas lideranças sociais: Frei Sérgio Görgen, aos 70 anos. O falecimento do religioso franciscano, escritor e intelectual deixa um vazio notável no movimento camponês e nas causas populares. Görgen foi uma figura central na articulação de movimentos sociais, dedicando sua vida à defesa dos direitos dos pequenos agricultores e à luta pela soberania alimentar. Ele foi um dos sobreviventes do trágico Massacre da Fazenda Santa Elmira, em 1989, e um dos pilares na fundação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), em 1996, cuja criação surgiu da urgência das secas e da necessidade de conferir voz aos agricultores familiares em todo o país.</p>
<p> A trajetória de um líder e suas lutas</p>
<p> Da vocação religiosa ao ativismo social</p>
<p>Frei Sérgio Görgen dedicou sua existência à articulação política e espiritual dos excluídos. Membro da Ordem dos Franciscanos, sua fé transcendeu os dogmas para se manifestar em um compromisso inabalável com a justiça social e a dignidade humana. Sua jornada foi marcada por uma profunda imersão nas realidades do campo brasileiro, tornando-o um observador e agente de transformação. O frei não apenas testemunhou as adversidades enfrentadas pelos camponeses, mas as vivenciou de perto, tornando-se um símbolo de resistência.</p>
<p>Um dos momentos mais dramáticos de sua vida foi a sobrevivência ao Massacre da Fazenda Santa Elmira, em Rondônia, em 1989. O episódio, que resultou na morte de nove trabalhadores rurais, foi um marco na luta pela terra no Brasil e reforçou a convicção de Görgen na necessidade de organização e defesa dos direitos camponeses. Essa experiência o impulsionou a intensificar sua militância, convertendo a dor da tragédia em força para a construção de um futuro mais justo.</p>
<p>Além de sua atuação direta nos movimentos, Frei Sérgio foi um intelectual prolífico. Por meio de suas obras referenciais, como &#8220;Trincheiras da Resistência Camponesa&#8221; e &#8220;A Gente Não Quer Só Comida&#8221;, ele teorizou e denunciou as múltiplas formas de exploração que assolam os camponeses. Seus escritos não eram apenas relatos, mas verdadeiros manifestos que articulavam a realidade social com a necessidade de mudança estrutural, educando e inspirando gerações de ativistas e acadêmicos. Ele se tornou uma voz respeitada na academia e nos círculos políticos, capaz de traduzir a complexidade das relações agrárias para um público mais amplo.</p>
<p> Fundação do MPA e defesa da agricultura camponesa</p>
<p>Em 1996, Frei Sérgio Görgen foi peça fundamental na fundação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). A criação do MPA não foi um evento isolado, mas uma resposta organizada à crescente invisibilidade e desamparo dos agricultores familiares diante das políticas públicas e da hegemonia do agronegócio. Em um contexto de intensas secas e falta de apoio governamental, o movimento nasceu para ser a voz dos pequenos agricultores, defendendo seus direitos e a importância da agricultura camponesa como base para a soberania alimentar do país.</p>
<p>Görgen foi uma liderança incansável no combate à fome e na construção da defesa da agricultura camponesa como modo de vida e resistência. Ele articulou pautas essenciais como a reforma agrária, o acesso à terra, a produção agroecológica e a garantia de alimentos saudáveis para toda a população. O MPA, sob sua influência, cresceu e se consolidou como uma das principais organizações do campo, promovendo a articulação nacional e internacional de agricultores familiares. A dedicação do frei à soberania alimentar e à dignidade das pessoas do campo permeou todas as ações do movimento, moldando sua filosofia e métodos de luta. Sua visão abrangente conectava a produção de alimentos à questão da justiça social e ambiental, posicionando a agricultura familiar como um pilar estratégico para o desenvolvimento sustentável do Brasil.</p>
<p> O legado e as homenagens</p>
<p> Reconhecimento político e social</p>
<p>A notícia do falecimento de Frei Sérgio Görgen repercutiu profundamente em todo o país, gerando uma onda de homenagens e reconhecimentos de diversas esferas políticas e sociais. O Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) destacou o &#8220;vazio imenso na luta social brasileira&#8221; deixado por sua partida, mas também ressaltou o legado de seu trabalho na defesa da soberania alimentar e da dignidade das pessoas do campo. Sua existência, conforme o MPA, foi dedicada à articulação política e espiritual dos excluídos, sendo ele uma peça fundamental na fundação do movimento.</p>
<p>O Partido dos Trabalhadores (PT), ao qual Frei Sérgio era filiado desde 2000 e pelo qual foi deputado estadual, também se manifestou. A legenda afirmou que Görgen foi um exemplo de luta pelo povo do campo, pela agricultura camponesa, pela reforma agrária e pela soberania alimentar, classificando-o como um &#8220;dirigente histórico&#8221; e uma &#8220;liderança incansável&#8221;. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, salientou a trajetória do frei, afirmando que ele &#8220;uniu fé e compromisso com o povo do campo, dedicando a vida à soberania alimentar, à agroecologia e à justiça social&#8221;.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, lamentou a perda e recordou o importante apoio espiritual que recebeu de Frei Sérgio durante o período de sua prisão em Curitiba. Lula destacou que &#8220;a fé e as sábias palavras de Frei Sérgio durante suas visitas em Curitiba me ajudaram a atravessar com força e esperança os momentos difíceis da prisão injusta a que fui submetido&#8221;. O presidente ressaltou que Frei Sérgio carregava uma história de vida exemplar, marcada por lutas e sacrifícios pessoais, incluindo greves de fome, para garantir os direitos daqueles que vivem da agricultura familiar. Concluiu que o frei dedicou sua vida a cumprir o ensinamento cristão de &#8220;Dai de comer a quem tem fome&#8221;, lutando pela alimentação do corpo e da alma, e que sua missão cumprida seguirá servindo de exemplo e inspiração.</p>
<p> Obras e inspiração duradoura</p>
<p>Frei Sérgio Görgen não deixa apenas um vasto legado de ativismo, mas também um conjunto de obras literárias que se tornaram referências para o estudo e a compreensão das questões agrárias no Brasil. Seus livros, como &#8220;Trincheiras da Resistência Camponesa&#8221; e &#8220;A Gente Não Quer Só Comida&#8221;, são mais do que meros registros; são ferramentas de análise, denúncia e inspiração. Neles, Görgen destrinchou a complexidade da exploração camponesa, oferecendo tanto a teoria quanto a prática para a resistência.</p>
<p>Seu trabalho transcendeu as fronteiras do ativismo direto, alcançando salas de aula, centros de pesquisa e comunidades por todo o país. O compromisso de Frei Sérgio com a agroecologia, a justiça social e a defesa dos direitos dos trabalhadores do campo serve como um farol para as novas gerações de líderes e ativistas. A continuidade de sua luta pela reforma agrária e pela soberania alimentar é assegurada pela perpetuação de seus ideais e pela força das organizações que ajudou a construir. O legado de Frei Sérgio, portanto, não é apenas uma memória, mas uma força viva que segue impulsionando a esperança e a resistência no campo brasileiro.</p>
<p> Um legado de resistência e esperança</p>
<p>A partida de Frei Sérgio Görgen representa uma perda inestimável para o movimento social brasileiro, deixando um vazio que será difícil de preencher. No entanto, sua vida e obra constituem um poderoso farol de inspiração. Sua dedicação incansável aos direitos dos pequenos agricultores, à soberania alimentar e à justiça social cimentou as bases para a continuidade de uma luta vital. O legado de Frei Sérgio, marcado pela resiliência, fé e compromisso com os excluídos, segue vivo nas trincheiras da resistência camponesa e na esperança de um Brasil mais justo e equitativo. Sua missão, que uniu o espiritual e o político, continua a guiar aqueles que creem na força da agricultura familiar e na dignidade do povo do campo.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Quem foi Frei Sérgio Görgen?<br />
Frei Sérgio Görgen foi um religioso franciscano, escritor e proeminente líder histórico do movimento camponês no Brasil. Dedicou sua vida à defesa dos direitos dos pequenos agricultores, à soberania alimentar e à justiça social. Foi também um sobrevivente do Massacre da Fazenda Santa Elmira e um dos fundadores do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).</p>
<p>Qual foi o papel de Frei Sérgio Görgen na fundação do MPA?<br />
Frei Sérgio Görgen foi uma figura central e fundamental na fundação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) em 1996. Ele articulou a necessidade de uma voz para os agricultores familiares, especialmente em face das secas e da falta de apoio, consolidando o movimento como um pilar na defesa da agricultura camponesa e da soberania alimentar.</p>
<p>Que contribuições literárias Frei Sérgio Görgen deixou?<br />
Entre suas obras mais notáveis estão &#8220;Trincheiras da Resistência Camponesa&#8221; e &#8220;A Gente Não Quer Só Comida&#8221;. Nesses livros, Frei Sérgio Görgen teorizou sobre a exploração dos camponeses e denunciou as injustiças, tornando-se uma referência para o estudo e a compreensão das questões agrárias no Brasil.</p>
<p>Como foi a relação de Frei Sérgio Görgen com o presidente Lula?<br />
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte de Frei Sérgio e mencionou o importante apoio espiritual que recebeu dele durante sua prisão em Curitiba. Lula destacou que as &#8220;sábias palavras&#8221; do frei o ajudaram a atravessar os momentos difíceis, reconhecendo sua trajetória de luta e sacrifícios pessoais em favor da agricultura familiar.</p>
<p>Para aprofundar seu conhecimento sobre as pautas do campo e a importância da agricultura familiar, explore os princípios e as ações do Movimento dos Pequenos Agricultores.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>França lança lei emergencial para acalmar protestos sobre acordo UE-Mercosul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 20:03:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um movimento decisivo para desmobilizar a crescente insatisfação no campo, o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, anunciou recentemente a implementação de uma &#8220;lei de emergência agrícola&#8221;. A medida surge como uma resposta direta e urgente à onda de protestos massivos de agricultores que, por semanas, têm expressado veemente oposição ao acordo comercial entre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento decisivo para desmobilizar a crescente insatisfação no campo, o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, anunciou recentemente a implementação de uma &#8220;lei de emergência agrícola&#8221;. A medida surge como uma resposta direta e urgente à onda de protestos massivos de agricultores que, por semanas, têm expressado veemente oposição ao acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul. Os produtores franceses, e de várias outras nações europeias, argumentam que o pacto proposto oferece condições desiguais, ameaçando a viabilidade de suas produções locais. A crítica central reside na importação de produtos agrícolas que, segundo eles, não seguem os mesmos rigorosos padrões ambientais e sanitários impostos na Europa. Esta iniciativa governamental busca oferecer soluções concretas e imediatas para as demandas urgentes do setor, visando restaurar a paz social e econômica no campo.</p>
<p> O epicentro da crise agrícola francesa e europeia</p>
<p>A França tem sido um dos epicentros de uma onda de protestos agrícolas que varreu diversos países europeus nas últimas semanas. Produtores rurais, frustrados com uma série de questões que afetam sua subsistência, levaram seus tratores e máquinas agrícolas às ruas, bloqueando estradas e acessos a grandes cidades, incluindo Paris. A pauta de reivindicações é vasta, mas o acordo UE-Mercosul emergiu como um dos principais catalisadores da ira do setor.</p>
<p> A insatisfação com o acordo UE-Mercosul e as causas dos protestos</p>
<p>O acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que está em negociação há mais de duas décadas e ainda não foi ratificado, tornou-se um símbolo das preocupações dos agricultores europeus. A principal crítica é que o pacto permitiria a entrada de produtos agrícolas da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) a preços mais baixos, produzidos sob regulamentações ambientais e sociais menos rigorosas. Isso criaria uma competição desleal com os produtos europeus, que são sujeitos a elevados custos de produção devido às exigências da Política Agrícola Comum (PAC) da UE, que incluem rigorosos padrões de bem-estar animal, uso de pesticidas e proteção ambiental.</p>
<p>Além do Mercosul, os agricultores protestam contra uma série de outros fatores que afetam diretamente sua rentabilidade. Os altos custos de insumos, como combustíveis, fertilizantes e energia, têm corroído suas margens de lucro. Somam-se a isso as crescentes e complexas regulamentações ambientais impostas pela UE, que, embora visem a sustentabilidade, são percebidas como um fardo administrativo e financeiro excessivo para os pequenos e médios produtores. A burocracia, os atrasos nos pagamentos de subsídios da PAC e a percepção de que a política agrícola europeia favorece grandes conglomerados em detrimento dos agricultores familiares completam o quadro de insatisfação.</p>
<p> Reivindicações dos agricultores: do campo à capital</p>
<p>As reivindicações dos agricultores franceses e europeus são multifacetadas, mas giram em torno de alguns eixos centrais: preços justos para seus produtos, simplificação das regulamentações ambientais, proteção contra a concorrência desleal de importações e maior apoio governamental. Eles exigem que a UE abandone ou renegocie o acordo com o Mercosul, que imponha as chamadas &#8220;cláusulas espelho&#8221; – ou seja, que todos os produtos importados de fora do bloco obedeçam aos mesmos padrões de produção aplicados internamente – e que se valorize a soberania alimentar e a produção local. A capacidade do governo francês de responder a essas demandas, ao mesmo tempo em que equilibra as obrigações internacionais e os compromissos climáticos, é um teste significativo para sua administração.</p>
<p> A &#8220;lei de emergência agrícola&#8221;: medidas e o objetivo do governo</p>
<p>Diante da escalada dos protestos e do impacto econômico e social que eles representam, o governo francês agiu rapidamente, anunciando a criação de uma lei de emergência. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu enfatizou a necessidade de uma resposta concreta e de curto prazo para apaziguar os ânimos e demonstrar o compromisso do Estado com o setor agrícola.</p>
<p> Detalhes das propostas e o escopo da legislação</p>
<p>Embora os detalhes completos da &#8220;lei de emergência agrícola&#8221; ainda estejam sendo finalizados, as declarações iniciais indicam que a legislação se concentrará em três pilares principais. O primeiro é a simplificação administrativa, com o objetivo de reduzir a carga burocrática que pesa sobre os agricultores, agilizando processos e minimizando exigências que não agregam valor. O segundo pilar envolve medidas de apoio financeiro e de mercado, que podem incluir auxílios diretos, compensações por perdas de safra ou por custos adicionais decorrentes de regulamentações, e mecanismos para garantir preços mais justos ao produtor. O terceiro e talvez mais impactante pilar é a proteção contra a concorrência desleal. Isso pode se traduzir em controles mais rigorosos sobre produtos importados, exigência de rotulagem clara da origem e do método de produção, e uma firme oposição à ratificação do acordo UE-Mercosul em sua forma atual, caso as preocupações francesas não sejam atendidas. A proposta visa especificamente garantir que os produtos importados para a França, independentemente de sua origem na UE ou fora dela, cumpram os mesmos padrões de produção impostos aos agricultores franceses.</p>
<p> O dilema político e o futuro da produção francesa</p>
<p>A introdução desta lei de emergência é um ato de malabarismo político para o governo francês. Por um lado, busca acalmar uma base eleitoral vital e evitar uma crise social mais profunda. Por outro, precisa navegar pelas complexidades das políticas da UE, onde a França é um ator influente, mas não isolado. As medidas propostas têm o potencial de fortalecer a produção nacional, garantir a segurança alimentar e proteger os meios de subsistência de milhares de famílias rurais. No entanto, sua implementação exigirá cuidadosa consideração para evitar retaliações comerciais ou conflitos com parceiros europeus e internacionais. A lei representa um esforço para equilibrar a necessidade de um setor agrícola competitivo e sustentável com as crescentes expectativas dos consumidores por produtos de qualidade e ambientalmente responsáveis.</p>
<p> O futuro incerto do acordo UE-Mercosul e as repercussões diplomáticas</p>
<p>A posição firme da França em relação ao acordo UE-Mercosul, manifestada através desta lei emergencial, adiciona uma camada de complexidade à já arrastada negociação. Embora a Comissão Europeia e outros estados-membros, como a Alemanha e a Espanha, tenham demonstrado maior interesse em finalizar o pacto, a oposição de países-chave como a França pode ser um obstáculo intransponível.</p>
<p>A implementação de &#8220;cláusulas espelho&#8221;, que a França defende veementemente, é um ponto de discórdia. O Mercosul, por sua vez, argumenta que tais cláusulas representariam uma barreira protecionista e dificultariam o acesso de seus produtos ao mercado europeu, invalidando os benefícios do acordo. As repercussões diplomáticas de uma possível suspensão ou renegociação drástica do acordo seriam significativas, afetando as relações comerciais entre os dois blocos e a credibilidade da UE como negociadora global. A decisão francesa, somada a protestos semelhantes em países como Bélgica, Alemanha e Espanha, coloca uma pressão imensa sobre a Comissão Europeia para reavaliar a estratégia de acordos comerciais e aprofundar o diálogo com seu setor agrícola.</p>
<p> Perspectivas e o caminho à frente para a agricultura francesa</p>
<p>A &#8220;lei de emergência agrícola&#8221; anunciada pelo governo francês representa mais do que uma resposta a protestos; ela sinaliza uma tentativa de redefinir o equilíbrio entre a política agrícola nacional, os imperativos ambientais e os desafios da globalização. Se bem-sucedida, poderá oferecer um novo paradigma para a proteção dos agricultores em um mercado cada vez mais competitivo. No entanto, o sucesso da iniciativa dependerá não apenas da eficácia das medidas propostas, mas também da capacidade do governo de dialogar com os produtores, atender às suas preocupações legítimas e garantir que a França continue sendo uma potência agrícola respeitada, tanto na Europa quanto no cenário global. O caminho à frente é repleto de desafios, exigindo flexibilidade, compromisso e uma visão de longo prazo para o setor que alimenta o país.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Qual é a principal razão por trás dos protestos dos agricultores franceses?<br />
Os agricultores protestam contra uma série de questões, incluindo os altos custos de produção, as complexas regulamentações ambientais, a burocracia e, crucialmente, a concorrência desleal que eles temem vir do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que permitiria a entrada de produtos importados sem os mesmos padrões de produção.</p>
<p>2. O que a &#8220;lei de emergência agrícola&#8221; anunciada pelo governo francês visa alcançar?<br />
A lei busca apaziguar a insatisfação dos agricultores através de medidas como a simplificação administrativa, apoio financeiro e a proteção contra a concorrência desleal de produtos importados, incluindo oposição a aspectos do acordo UE-Mercosul que não garantam padrões equivalentes de produção.</p>
<p>3. Qual é o status atual do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul?<br />
O acordo está em negociação há mais de 20 anos e, embora tenha havido avanços em sua formulação, ainda não foi ratificado por todos os estados-membros da UE. A crescente oposição de países como a França, impulsionada pelos protestos agrícolas, coloca em xeque sua finalização na forma atual.</p>
<p>Para mais informações sobre as implicações desta nova legislação e o futuro da agricultura na Europa, continue acompanhando as análises em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Prefeitura de Osasco abre edital para cadastramento de agricultores familiares no Programa de Aquisição de Alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 03:00:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Programa de Aquisição de Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração à Semana Mundial da Alimentação, a Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional, Sustentabilidade e Inovação Social (SESAN), anuncia a abertura do Edital de Chamamento Público nº 002/2024. O objetivo é selecionar agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) para participar do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Em comemoração à Semana Mundial da Alimentação, a Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional, Sustentabilidade e Inovação Social (SESAN), anuncia a abertura do Edital de Chamamento Público nº 002/2024. O objetivo é selecionar agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) para participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade &#8220;Compra por Doação Simultânea &#8211; CDS&#8221;.</div>
<div></div>
<div>Os alimentos adquiridos serão distribuídos pelo Banco de Alimentos de Osasco para Organizações da Sociedade Civil (OSC) e famílias previamente cadastradas. Apenas 26 cidades do Brasil foram contempladas com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e Osasco foi escolhida por seu engajamento no programa “Alimenta Cidade” e por sua participação ativa no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).</div>
<div></div>
<div>O PAA tem como meta fortalecer a agricultura familiar, gerar empregos e combater a fome, destinando alimentos diretamente a pessoas em situação de vulnerabilidade por meio de equipamentos públicos e da rede socioassistencial.</div>
<div></div>
<div>Em Osasco, os produtos serão recebidos pelo Banco de Alimentos, que já desempenha um papel central na redução da insegurança alimentar e do desperdício de alimentos.</div>
<div></div>
<div>O edital prevê a seleção de, no mínimo, 33 agricultores familiares individuais, com 50% das vagas destinadas a mulheres e 60% deverão estar inscritos no CadÚnico. O valor máximo por unidade familiar será de até R$ 15.000,00 anuais, conforme legislação vigente, sem custos para a Prefeitura, com um total de R$ 485.393,84 em recursos destinados à iniciativa.</div>
<div></div>
<div>As regras, prazos e os documentos necessários para habilitação estão disponíveis no edital, acessível na Imprensa Oficial do Município de Osasco (IOMO), edição nº 2728, de 15 de outubro de 2024.</div>
<div>Link: <u><a id="m_4083364157296478416OWA572f81b3-39f7-20df-7e4a-a3a08cc40983" href="https://osasco.sp.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/iomo-2728.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://osasco.sp.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/iomo-2728.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1729609349861000&amp;usg=AOvVaw0Wd5xFjhAFhk4SZx77_XrD">https://osasco.sp.gov.br/wp-<wbr />content/uploads/2024/10/iomo-<wbr />2728.pdf</a></u></div>
<div></div>
<div>Reforçando que o período de entrega dos envelopes para habilitação será até as 14h do dia 29 de outubro, presencialmente, no Banco de Alimentos de Osasco, situado à Rua Edelzita Borges Batista, 55 &#8211; Quitaúna, de segunda a sexta, das 9h às 16h.</div>
<div></div>
<div>A sessão pública para abertura dos envelopes pela Comissão de Seleção acontecerá no dia 30/10, às 9h, na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva (Sala Osasco), na Avenida Lázaro de Mello Brandão, 300.</div>
<div></div>
<div>Para mais informações, os interessados podem ligar nos telefones: (11) 3654-4585, (11) 3652-9223, WhatsApp: (11) 94148-1487 ou por e-mail: <a href="mailto:bancodealimentos.gp@osasco.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener">bancodealimentos.gp@osasco.sp.<wbr />gov.br</a></div>
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