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	<title>Opinião &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Opinião &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Propaganda eleitoral 2026: Atenção às regras! Veja o que é permitido e o que pode gerar punição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 19:27:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a campanha eleitoral nas ruas, nos jornais e nas redes sociais, voltam também as dúvidas: pode entregar santinho? Colocar adesivo no carro? Pedir voto pelo WhatsApp? Pagar anúncio na internet? E jornal pode publicar propaganda eleitoral? &#160; Dr. Jorge Henrique As regras mudam bastante conforme o meio utilizado. Como explica o advogado eleitoral Jorge [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Com a campanha eleitoral nas ruas, nos jornais e nas redes sociais, voltam também as dúvidas: pode entregar santinho? Colocar adesivo no carro? Pedir voto pelo WhatsApp? Pagar anúncio na internet? E jornal pode publicar propaganda eleitoral?</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Dr. Jorge Henrique</strong></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras mudam bastante conforme o meio utilizado. Como explica o advogado eleitoral Jorge Henrique Nunes Pinto, sócio do </span><a href="https://www.nunespinto.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Nunes Pinto Advogados</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma propaganda perfeitamente permitida no jornal impresso pode ser proibida quando feita da mesma maneira na internet.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas Eleições 2026, a </span><a href="https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Julho/por-dentro-das-eleicoes-conheca-as-regras-estabelecidas-para-a-propaganda-eleitoral" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">propaganda eleitoral</span></a><span style="font-weight: 400;"> está permitida desde 16 de agosto. Panfletos, santinhos e outros materiais gráficos podem ser distribuídos até as 22h da véspera da eleição. O impresso também deve identificar quem o contratou, quem realizou a confecção e a respectiva tiragem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outdoor, por outro lado, continua proibido. E não adianta tentar contornar a regra juntando várias peças menores para produzir o efeito visual de um grande anúncio.</span></p>
<h2><b>Jornal impresso pode publicar propaganda eleitoral?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode — e aqui existe uma diferença interessante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro turno de 2026, a propaganda eleitoral paga na imprensa escrita pode ser publicada até 2 de outubro. Cada candidato pode contratar até dez anúncios, em datas diferentes, por veículo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também existe limite de tamanho: até um oitavo de página de jornal padrão ou um quarto de página de revista ou tabloide. A reprodução do anúncio na versão digital do próprio jornal também é permitida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na internet, entretanto, as regras são diferentes.</span></p>
<h2><b>Pode propaganda eleitoral no WhatsApp e redes sociais?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O eleitor pode manifestar espontaneamente sua preferência política nas redes sociais. Candidatos, partidos, federações e coligações também podem utilizar sites, redes sociais e aplicativos de mensagens dentro das regras eleitorais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mandar uma mensagem para um amigo pelo WhatsApp, porém, é muito diferente de contratar uma estrutura para enviar milhares de mensagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma maneira, publicar uma opinião no próprio perfil não é a mesma coisa que pagar terceiros para espalhá-la. A propaganda eleitoral paga na internet é, como regra, proibida, ressalvadas as formas de impulsionamento expressamente autorizadas pela legislação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente nessa fronteira que a orientação de um </span><b>advogado eleitoral</b><span style="font-weight: 400;"> pode ser importante: o meio utilizado, quem pagou pela divulgação, a origem dos dados empregados e a forma como o conteúdo é distribuído podem transformar uma manifestação legítima em propaganda irregular.</span></p>
<h2><b>E a inteligência artificial?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026 há ainda uma preocupação relativamente nova: o uso de </span><a href="https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Abril/por-dentro-das-eleicoes-conheca-as-regras-sobre-uso-de-ia-na-campanha-eleitoral-de-2026" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">inteligência artificial</span></a><span style="font-weight: 400;"> na propaganda eleitoral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conteúdo sintético ou manipulado por IA está sujeito a regras específicas, inclusive dever de informar de forma explícita quando determinadas imagens, vozes ou vídeos forem fabricados ou alterados artificialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma restrição ainda mais forte perto da eleição: nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores ao término do pleito, fica proibida a publicação e republicação de novos conteúdos sintéticos que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidato ou pessoa pública, mesmo quando identificados como produzidos por inteligência artificial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A brincadeira de produzir um vídeo falso de um candidato dizendo alguma coisa, portanto, pode deixar rapidamente o terreno do humor e entrar no campo da legislação eleitoral.</span></p>
<h2><b>E no dia da eleição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui as regras ficam mais rígidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor é permitida. Fazer boca de urna, arregimentar eleitores ou promover propaganda no local de votação, não.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é proibido o chamado “derrame de santinhos”: espalhar material de campanha nas proximidades dos locais de votação, inclusive quando isso é feito na véspera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, existe uma diferença importante entre usar sua própria camiseta ou adesivo e abordar outras pessoas na fila para pedir votos. Uma coisa é manifestação individual; outra é propaganda eleitoral.</span></p>
<h2><b>No fim, o bom senso não substitui a lei</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez seja essa a principal dificuldade das regras eleitorais: algumas condutas parecem muito semelhantes no cotidiano, mas recebem tratamentos jurídicos completamente diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um santinho pode ser permitido no sábado e problemático no domingo. Um anúncio pode ser legal no jornal e irregular na internet. Uma mensagem política para conhecidos pode ser perfeitamente legítima, enquanto uma operação organizada de disparos pode trazer consequências jurídicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para candidatos, partidos, empresas, veículos de comunicação e até para o eleitor mais entusiasmado, entender essa diferença antes de imprimir, publicar ou encaminhar alguma coisa pode evitar uma dor de cabeça desnecessária com a Justiça Eleitoral.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes sobre propaganda eleitoral em 2026</b></h2>
<p><b>Pode distribuir santinho nas Eleições 2026?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Sim. No primeiro turno, materiais gráficos podem ser distribuídos até as 22h da véspera da votação, observadas as demais exigências da legislação eleitoral.</span></p>
<p><b>Pode fazer propaganda eleitoral pelo WhatsApp?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Sim, dentro das hipóteses permitidas. Uma conversa ou manifestação espontânea não se confunde com disparos em massa ou outras formas de propaganda sujeitas a restrições.</span></p>
<p><b>Pode pagar propaganda eleitoral na internet?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Como regra, não. A principal exceção é o impulsionamento de conteúdo realizado dentro das condições estabelecidas pela legislação eleitoral.</span></p>
<p><b>Jornal pode publicar propaganda eleitoral paga?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Sim. A imprensa escrita possui regra própria, inclusive com limites de quantidade, tamanho e prazo para publicação.</span></p>
<p><b>Pode espalhar santinhos perto do local de votação na madrugada?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Não. O derrame de material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas é expressamente proibido, inclusive quando realizado na véspera.</span></p>
<p><b>Quando procurar um advogado eleitoral?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Um advogado eleitoral pode orientar candidatos, partidos, empresas, veículos de comunicação e profissionais envolvidos com publicidade sobre propaganda eleitoral, impulsionamento, contratos, conteúdo digital, inteligência artificial e outras situações submetidas às regras da Justiça Eleitoral.</span></p>
<h3><b><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-60838 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-14.07.25-e1782839584423-300x226.jpeg" alt="Dr Jorge Nunes Pinto Advogados" width="300" height="226" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-14.07.25-e1782839584423-300x226.jpeg 300w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-14.07.25-e1782839584423-768x579.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-14.07.25-e1782839584423-150x113.jpeg 150w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-14.07.25-e1782839584423.jpeg 955w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Sobre o autor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Jorge Henrique Nunes Pinto é advogado empresarial e cível, com especialização em Direito Tributário e Processo Civil, mestre e doutor pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Sócio-fundador do </span><a href="http://nunespinto.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><b>Nunes Pinto Advogados</b></a><span style="font-weight: 400;">, atua na consultoria jurídica estratégica, defensiva e contenciosa de empresas, com destaque para estruturação e reestruturação societária, planejamento tributário, recuperação judicial, falência e redução de passivos. Também é empresário e investidor-anjo no setor de tecnologia, com participação em startups e negócios de base inovadora.</span></p>
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		<item>
		<title>Agenda Cultural: 28ª Bienal Internacional do Livro &#8211; Entre páginas e telas a literatura ainda tem muito a dizer!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-28a-bienal-internacional-do-livro-entre-paginas-e-telas-a-literatura-ainda-tem-muito-a-dizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Bienal Internacional do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algo de especial quando milhares de pessoas se reúnem pelo mesmo motivo: encontrar uma boa história. Por Marluci Zanelato Em meio à velocidade das redes sociais, aos vídeos que duram poucos segundos e a uma rotina cada vez mais acelerada, São Paulo abre espaço para uma experiência que exige justamente o contrário da pressa: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Há algo de especial quando milhares de pessoas se reúnem pelo mesmo motivo: encontrar uma boa história.</strong></em></p>
<p><em><strong>Por Marluci Zanelato</strong></em></p>
<p>Em meio à velocidade das redes sociais, aos vídeos que duram poucos segundos e a uma rotina cada vez mais acelerada, São Paulo abre espaço para uma experiência que exige justamente o contrário da pressa: parar, escolher, ler e imaginar.</p>
<p>Até <strong>13 de setembro</strong>, o Distrito Anhembi recebe a <strong>28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo</strong>, transformando a cidade em um grande ponto de encontro entre leitores, escritores, editoras, artistas e diferentes gerações.</p>
<p>Nesta edição, a <strong>Espanha</strong> ocupa um lugar de destaque como país convidado de honra. A presença espanhola amplia ainda mais o significado cultural do evento. Afinal, literatura também é encontro entre povos. O evento conta com mais de <strong>260 expositores</strong>, além de espaços como a Arena Cultural e o Salão de Ideias.</p>
<p>Mas a Bienal de hoje é muito mais do que uma feira de livros, ela é um retrato de como a própria cultura está mudando já que o livro encontrou novas maneiras de chegar ao leitor. Durante muito tempo, ouvir que os jovens estavam se afastando dos livros tornou-se quase um lugar-comum, as redes sociais, porém, ajudaram a mudar essa narrativa.</p>
<p>O fenômeno do <strong>BookTok </strong>mostrou que existe uma nova geração falando apaixonadamente sobre literatura. Jovens indicam romances, comentam personagens, criam teorias, compartilham emoções e fazem determinados títulos desaparecerem das prateleiras. O curioso é que a tecnologia, muitas vezes apontada como inimiga da leitura, também acabou funcionando como uma de suas maiores vitrines.</p>
<p>Hoje, um livro pode começar sua trajetória em uma livraria, ganhar milhares de leitores pelas redes sociais e, depois, chegar ao cinema ou às plataformas de streaming. No entanto a história continua sendo a mesma. O caminho até ela é que mudou, da literatura para as telas e das telas para a literatura.</p>
<p>A aproximação entre literatura e audiovisual também ocupa espaço importante na Bienal, autores que antes eram conhecidos principalmente pelos leitores agora se tornam figuras presentes no cinema, na televisão e nas plataformas digitais.</p>
<p>E nesse cenário uma das maiores forças da Bienal é a de não tentar definir quem é o leitor, há espaço para quem procura literatura brasileira, romance, fantasia, quadrinhos, poesia, cordel, literatura juvenil, obras internacionais, livros infantis e discussões sobre temas contemporâneos.</p>
<p>Em uma época em que recebemos informações que geram opiniões instantâneas, ler nos obriga a fazer uma coisa cada vez mais rara que é se aprofundar.  E é nesse âmbito que o evento oferece inúmeras opções para o público fazer uma imersão profunda em todas as áreas vertentes da literatura:</p>
<p><strong>Arena Cultural by Polén: </strong>A Arena Cultural reúne os autores mais aguardados, personalidades da cultura, influenciadores, artistas e especialistas para encontros que inspiram, emocionam e promovem reflexões sobre literatura, comportamento, sociedade e atualidades.</p>
<p><strong>Salão de Ideias: </strong>O Salão de Ideias promove conversas sobre os temas mais relevantes da atualidade, conectando literatura, cultura, educação, inovação, diversidade, sustentabilidade e transformação social.</p>
<p><strong>Espaço Educação: </strong>Voltado para educadores, gestores, pesquisadores e profissionais da área, o Espaço Educação é um ambiente de inspiração, formação e compartilhamento de práticas que fortalecem o papel da leitura na construção do conhecimento.</p>
<p><strong>Papo de Mercado by Chambril Avena: </strong>O espaço promove debates estratégicos sobre o presente e o futuro do mercado editorial, abordando temas como inovação, tecnologia, inteligência artificial, marketing, vendas, distribuição, internacionalização e novos modelos de negócio.</p>
<p><strong>Espaço Prêmios Jabuti: </strong>Um ambiente que aproxima o público dos autores, obras e profissionais reconhecidos pelo mais tradicional prêmio literário do país, promovendo encontros, debates e experiências que destacam a riqueza e a diversidade da produção editorial nacional.</p>
<p><strong>Cordel e Repente: </strong>Reunindo cordelistas, repentistas, pesquisadores e artistas, promove apresentações, debates e vivências que destacam a riqueza da tradição oral e da literatura popular.</p>
<p><strong>Alameda dos Artistas by BIC: </strong>A Alameda dos Artistas promove o encontro direto entre público e criadores, oferecendo lançamentos, exposições e experiências que aproximam os visitantes dos talentos que dão vida às histórias por meio da arte.</p>
<p><strong>Espaço Saúde e Bem-Estar: </strong>Por meio de palestras, conversas e experiências inspiradoras, o espaço convida o público a refletir sobre hábitos saudáveis, equilíbrio emocional, longevidade e bem-estar, ampliando o papel do livro como ferramenta de transformação pessoal.</p>
<p><strong>Espaço Podcast: </strong>O espaço reúne criadores de conteúdo, escritores, especialistas, comunicadores e personalidades para gravações ao vivo, entrevistas e conversas que aproximam diferentes audiências do universo dos livros e da cultura.</p>
<p><strong>Espaço Influenciadores by Skeelo: </strong>Ambiente dedicado à criação de conteúdo digital, reunindo influenciadores, autores e convidados para gravações, encontros e cobertura da Bienal em tempo real, ampliando o alcance do evento nas redes sociais e aproximando novos públicos do universo do livro.</p>
<p><strong>Espaço Infantil: </strong>Com atividades lúdicas, contação de histórias, oficinas criativas, encontros com autores e experiências interativas, o espaço convida crianças e famílias a mergulharem no universo dos livros de forma divertida e inesquecível.</p>
<p><strong>Vale a pena conferir!</strong></p>
<p><strong><u>28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo</u></strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> Até 13 de Setembro – De segunta á sexta-feira – 09h até 22h / Finais de semana – 10h até 22h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto:</strong> De R$ 15,00 á R$ 42,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Onde:</strong> Distrito Anhembi &#8211; Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana – SP</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O Direito vale para todos? Quem julga, quem tem o poder de julgar?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/o-direito-vale-para-todos-quem-julga-quem-tem-o-poder-de-julgar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Dra. Luana Karen Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dra Luana Karen &#8211; Advogada   &#160; Nas faculdades de Direito, os estudantes não aprendem apenas leis, códigos e processos. Estudamos política, economia, filosofia, sociologia e história. Existe uma razão para isso: o Direito é multidisciplinar e está presente em praticamente todas as camadas da sociedade. Talvez uma de suas funções mais importantes seja justamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Dra Luana Karen &#8211; Advogada  </strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas faculdades de Direito, os estudantes não aprendem apenas leis, códigos e processos. Estudamos política, economia, filosofia, sociologia e história. Existe uma razão para isso: o Direito é multidisciplinar e está presente em praticamente todas as camadas da sociedade.</p>
<p>Talvez uma de suas funções mais importantes seja justamente estabelecer limites. Limites para o cidadão, mas também e sobretudo para quem exerce poder.</p>
<p>Governantes, políticos, autoridades, instituições e julgadores não deveriam decidir simplesmente aquilo que consideram melhor, mais conveniente ou moralmente correto. Em um Estado Democrático de Direito, existem Constituição, leis, competências e garantias que determinam até onde cada um pode ir.</p>
<p>O problema começa quando o Direito deixa de funcionar como limite para o poder e passa a ser utilizado como instrumento dele.</p>
<p>Vivemos um período em que todos parecem ter uma opinião sobre como as instituições deveriam agir. Escolhemos lados e, muitas vezes, definimos o que consideramos justo antes mesmo de perguntar o que o Direito efetivamente permite.</p>
<p><strong>E talvez aí esteja um dos maiores perigos do nosso tempo.</strong></p>
<p>O Direito violado não pode ser considerado errado apenas quando a violação atinge alguém de quem gostamos. Direitos fundamentais não existem somente para aqueles com quem concordamos. Garantias individuais não podem depender de popularidade, e o devido processo legal não deveria mudar conforme o nome de quem está sendo julgado.</p>
<p><strong>Caso contrário, deixamos de defender princípios e passamos a defender pessoas.</strong></p>
<p>Essa lógica contribui para a insegurança jurídica. Quando as regras parecem variar conforme as circunstâncias ou os envolvidos, o cidadão começa a se perguntar quais são, afinal, as regras do jogo. E essa insegurança ultrapassa os tribunais. Ela interfere na economia, nos investimentos, nas empresas, nos empregos e na confiança da população nas instituições.</p>
<p>Enquanto os grandes debates institucionais acontecem, existe uma população que acorda cedo, trabalha, empreende, emprega, paga impostos e sustenta diariamente a máquina pública. É justamente essa população que deveria encontrar no Direito proteção contra eventuais excessos de poder.</p>
<p>É também nesse cenário que enxergo a grandeza e a responsabilidade da advocacia. A própria Constituição Federal reconhece o advogado como indispensável à administração da Justiça. A advocacia existe também para provocar debates, questionar excessos, apontar violações e buscar na lei os limites e os caminhos para a solução dos conflitos. Uma advocacia livre, independente e respeitada precisa ser ouvida, especialmente por aqueles que detêm o poder. Questionar uma instituição não significa enfraquecê-la. Muitas vezes, é justamente o questionamento que contribui para fortalecê-la.</p>
<p>Ao longo dos meus anos na advocacia, passei a enxergar com mais atenção algo que, na faculdade, parece elementar: a imparcialidade é um dos pilares da Justiça, mas preservá-la na prática exige muito mais do que simplesmente declará-la.</p>
<p>A representação clássica da Justiça talvez nunca tenha sido tão atual. Seus olhos estão vendados por uma razão. A venda representa uma Justiça que não deveria olhar quem está diante dela antes de aplicar o Direito. A balança representa equilíbrio.</p>
<p>Quando retiramos a venda para escolher quem merece determinada garantia, desequilibramos a balança.</p>
<p>Vivemos em um país profundamente dividido, no qual uma mesma conduta pode ser considerada absurda quando praticada pelo adversário e justificável quando praticada por alguém do nosso próprio campo.</p>
<p>Mas a lei precisa valer inclusive quando o resultado de sua aplicação nos desagrada.</p>
<p>Por isso, precisamos continuar fazendo perguntas. Quem fiscaliza aqueles que exercem poder? Quem responsabiliza quem descumpre a lei? Quem controla aqueles que têm a função de controlar?</p>
<p>Uma democracia saudável não deveria ter medo dessas perguntas. Instituições fortes não são aquelas que estão acima de questionamentos, mas aquelas capazes de respondê-los com transparência, fundamentação e respeito aos limites constitucionais.</p>
<p>Eu acredito na democracia. Mas democracia não é apenas votar. Ela exige instituições fortes, separação de Poderes, liberdade, responsabilidade, respeito às garantias fundamentais e limites para quem exerce autoridade.</p>
<p>Talvez, então, a pergunta mais importante seja:</p>
<p>Estamos dispostos a defender o Estado Democrático de Direito mesmo quando o Direito protege alguém de quem discordamos?</p>
<p>Porque a verdadeira força da lei não aparece apenas quando ela confirma aquilo que queremos. Ela aparece quando, apesar das nossas opiniões, interesses e preferências, aceitamos que ninguém, absolutamente ninguém, deveria estar acima dela.</p>
<p><strong><img decoding="async" class=" wp-image-64889 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-200x300.jpeg" alt="" width="171" height="257" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-200x300.jpeg 200w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-682x1024.jpeg 682w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-768x1153.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-1023x1536.jpeg 1023w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen-150x225.jpeg 150w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dra-Luana-Karen.jpeg 1066w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dra. Luana Karen Oliveira &#8211; @<span class="x1lliihq x193iq5w x6ikm8r x10wlt62 xlyipyv xuxw1ft">luanafrancadeoliveira.adv</span></strong></p>
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<div class="col-lg-8 col-lg-4 sidebar-right">
<div class="category-main-desc">
<p>Advogada, militante nas areas de direito civil, bancário, familia e sucessões.</p>
<p>Empresaria, socia da LKO Corretora de Seguros , especializada em planejameto patrimonial e sucessório familiar e empresarial.</p>
<p>Bacharel em direito pela universidade FMU, Pós graduada em direito penal com enfase em crimes financeiros pela faculdade Damasio, certificada em direito bancário pela faculdade Legale e pos graduanda em planejamento patrimonial, familiar e sucessório pela faculdade Legale.</p>
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		<title>Precisamos falar sobre saúde mental!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/precisamos-falar-sobre-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 11:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Elsa Oliveira]]></category>
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		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Elsa Oliveira, vereadora de Osasco</strong></em></p>
<p>Você sabe o que é a Campanha Setembro Amarelo? Trata-se de uma oportunidade para ampliar a conversa sobre saúde mental e prevenção do suicídio. Mas uma questão tão séria não pode ser lembrada apenas durante um mês. Falar em prevenção significa reconhecer que o sofrimento psíquico faz parte da realidade de milhares de pessoas e que enfrentá-lo exige informação, acolhimento, profissionais preparados e uma rede pública capaz de oferecer atendimento quando ele é necessário.</p>
<p>Os dados mostram a dimensão desse desafio. O Ministério da Saúde já disponibiliza dados de mortalidade de 2025, embora as informações mais recentes ainda possam passar por atualizações à medida que são consolidadas. Paralelamente, os números do Centro de Valorização da Vida (CVV) mostram uma procura expressiva por apoio emocional: somente em 2025, foram realizados mais de <strong>2 milhões de  atendimentos</strong> por telefone, chat, e-mail e presencialmente. O principal canal do CVV, o <strong>188</strong>, funciona gratuitamente, 24 horas por dia, oferecendo escuta sigilosa e acolhedora.</p>
<p>Em Osasco, a população conta com uma rede pública de saúde mental que precisa ser conhecida e acessada por quem necessita de atendimento. A cidade possui <strong>três Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)</strong>: o CAPS Adulto, o CAPS Infantojuvenil e o CAPS Álcool e Drogas, que atendem diferentes públicos em situações de sofrimento psíquico. Os CAPS são serviços especializados que trabalham com equipes multiprofissionais e podem ser procurados diretamente, sem a necessidade de encaminhamento prévio por uma unidade básica de saúde.</p>
<p>A cidade também ampliou recentemente sua estrutura para situações de maior gravidade. Em março de 2026, foi inaugurada uma nova ala de atendimento psiquiátrico no <strong>Pronto-Socorro André Sacco</strong>, no Pestana, com leitos de estabilização e observação destinados a pacientes em situações de urgência. Trata-se de um avanço importante porque uma política de saúde mental precisa contemplar desde o acompanhamento contínuo até o atendimento de emergência.</p>
<p>Como vereadora de Osasco, considero fundamental que a saúde mental permaneça na agenda das políticas públicas para além da Setembro Amarelo. Isso envolve acompanhar a qualidade dos serviços existentes, defender investimentos para ampliar o atendimento, valorizar os profissionais e, principalmente, garantir que as pessoas saibam onde procurar ajuda antes que o sofrimento se transforme em uma situação de emergência.</p>
<p>Também precisamos compreender que a prevenção não depende apenas dos serviços de saúde. Muitas pessoas continuam trabalhando, estudando e cuidando de suas famílias enquanto enfrentam situações emocionais extremamente difíceis, muitas vezes sem que ninguém perceba. Por isso, informação, acolhimento e atenção aos sinais de sofrimento são importantes, assim como a existência de uma rede pública preparada para receber quem decide pedir ajuda.</p>
<p>Saúde mental é uma questão de saúde pública e deve ser tratada com a mesma seriedade dedicada às demais áreas do cuidado. A Setembro Amarelo tem valor quando transforma o silêncio em conversa, mas também quando nos lembra que essa conversa precisa encontrar políticas públicas concretas, serviços acessíveis e profissionais capazes de acolher quem precisa.</p>
<p>Em Osasco, quem estiver enfrentando sofrimento psíquico pode procurar os serviços da rede municipal de saúde mental. Em situações de urgência, o Pronto-Socorro André Sacco oferece atendimento psiquiátrico; em emergências, também é possível acionar o <strong>SAMU pelo 192</strong>. E para quem precisa conversar e encontrar uma escuta acolhedora, o <strong>CVV atende gratuitamente pelo 188, 24 horas por dia</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eleições 2026: o Brasil fora da urna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 18:05:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Edgar de Souza O Brasil se prepara para mais uma eleição. Em outubro, milhões de brasileiros irão às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Mas existe um Brasil imenso que parece estar ficando fora da urna: o Brasil da vida real. É o Brasil de quem acorda cedo e trabalha para fazer o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Edgar de Souza</em></strong></p>
<p>O Brasil se prepara para mais uma eleição. Em outubro, milhões de brasileiros irão às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Mas existe um Brasil imenso que parece estar ficando fora da urna: o Brasil da vida real.</p>
<p>É o Brasil de quem acorda cedo e trabalha para fazer o salário chegar ao fim do mês. De quem espera meses por uma consulta ou um exame no SUS. Das famílias preocupadas com a qualidade da escola dos filhos, com a violência, o emprego, os juros, as dívidas e o custo de vida.</p>
<p>Enquanto esse Brasil pede respostas, parte importante do debate político continua aprisionada a uma polarização cada vez mais radicalizada entre bolsonarismo e lulopetismo.</p>
<p>Transformamos a política brasileira em um interminável Fla-Flu. E, nesse campeonato, muitas vezes pouco importa discutir propostas. Em vez de apresentar razões para acreditar em um projeto, trabalha-se para convencer a sociedade de que o outro lado não presta.</p>
<p>O adversário político, figura indispensável à democracia, passou a ser tratado como inimigo. E inimigos não são ouvidos. Suas ideias não podem ser aproveitadas. Precisam ser derrotados, desmoralizados e eliminados politicamente.</p>
<p>Quando a política deixa de ser uma disputa de ideias e se transforma numa disputa de ódios, quem perde é a sociedade. E quem ganha nem sempre aparece no centro do palco.</p>
<p>Enquanto milhões de brasileiros são convocados diariamente para essa guerra, interesses muito mais concretos avançam nos bastidores. Maus políticos, estruturas de corrupção, interesses obscuros e até a infiltração do crime organizado no poder público encontram terreno fértil quando a fiscalização da sociedade é substituída pela paixão de torcida.</p>
<p>Porque a lógica do “nós contra eles” produz um efeito perigoso: passamos a tolerar no nosso lado aquilo que consideraríamos imperdoável se fosse praticado pelo adversário.</p>
<p><strong>A indignação também passa a ter lado.</strong></p>
<p>Se a corrupção é do adversário, revolta. Se acontece no nosso campo, relativiza-se ou muda-se de assunto. Critérios morais e republicanos acabam substituídos pela conveniência política.</p>
<p>É preciso dizer o óbvio: corrupção não tem ideologia. Escândalos já atingiram esquerda, direita e centro. Da mesma forma, existem homens e mulheres públicos íntegros na esquerda, na direita e no centro. Honestidade não é patrimônio de partido.</p>
<p>Por isso, deveríamos perguntar quem ganha mantendo o Brasil permanentemente dividido.</p>
<p>Uma sociedade ocupada em odiar metade de si mesma tem menos tempo para fiscalizar contratos, acompanhar gastos públicos, cobrar resultados e avaliar políticas públicas. A polarização extrema transforma-se, assim, numa enorme cortina de fumaça. Enquanto brasileiros brigam entre si, projetos de poder avançam e grupos políticos passam a se preocupar mais com sua própria perpetuação do que com a transformação da realidade.</p>
<p><strong>O poder deixa de ser instrumento e passa a ser finalidade.</strong></p>
<p>E essa guerra ultrapassou a política e entrou em nossas casas. Famílias se dividiram. Amizades antigas foram abaladas. Grupos de WhatsApp viraram trincheiras. Relações construídas durante décadas passaram a ser julgadas por uma pergunta: “de que lado você está?”</p>
<p>Talvez seja justamente essa a pergunta que precisamos substituir em 2026.</p>
<p><strong>Em vez de perguntar de que lado alguém está, deveríamos perguntar: “Que solução você apresenta?”</strong></p>
<p>Como melhorar a educação pública? Como reduzir as filas da saúde? Como enfrentar a violência e o crime organizado? Como gerar empregos melhores? Como reduzir desigualdades e aumentar a produtividade? Como equilibrar as contas públicas sem abandonar quem mais precisa do Estado?</p>
<p><strong>Essas perguntas não são de esquerda nem de direita. São brasileiras.</strong></p>
<p>Nenhuma corrente política possui sozinha todas as respostas. Uma democracia madura precisa ser capaz de colocar pessoas diferentes ao redor da mesma mesa. Uma boa ideia não deixa de ser boa porque nasceu na esquerda, no centro ou na direita. Uma política pública que funciona não deveria ser destruída simplesmente porque foi criada pelo governo anterior.</p>
<p>Isso não significa eliminar diferenças ou abandonar convicções. Ao contrário. Democracia precisa de divergência. O que ela não precisa é de ódio.</p>
<p>O Brasil precisa reaprender a discordar. A combater ideias com ideias, argumentos com argumentos e propostas com propostas.</p>
<p>Em 2026, precisamos abrir os olhos e perguntar: quem ganha quando o Brasil se divide? Quem se beneficia quando deixamos de discutir saúde, educação, segurança, emprego e desenvolvimento para passar nossos dias atacando uns aos outros?</p>
<p>Certamente não é o brasileiro que acorda cedo para trabalhar.</p>
<p>A eleição deveria ser o momento de escolher caminhos para o futuro, e não apenas de ajustar contas com o passado.</p>
<p>Que em 2026 o Brasil volte para a urna.</p>
<p>E que, acima de tudo, a política volte a servir ao Brasil — e não o Brasil à política.</p>
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		<title>Diário da Saudade: livro transforma 14 dias de separação em relato sobre amor, esperança e recomeço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 16:12:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Páginas escritas por um marido enquanto aguardava o retorno da esposa para casa registram, em primeira pessoa, as marcas emocionais de um dos períodos mais difíceis da vida do casal. &#160; Quatorze dias podem parecer pouco diante de uma vida inteira. Mas, quando o distanciamento acontece num momento delicado, cada hora ganha um significado diferente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Páginas escritas por um marido enquanto aguardava o retorno da esposa para casa registram, em primeira pessoa, as marcas emocionais de um dos períodos mais difíceis da vida do casal.</strong> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quatorze dias podem parecer pouco diante de uma vida inteira. Mas, quando o distanciamento acontece num momento delicado, cada hora ganha um significado diferente. Foi a partir dessa experiência que nasceu “Diário da Saudade&#8221;, eBook autobiográfico do jornalista Jairo Giovenardi, que chega à Amazon reunindo relatos de uma travessia marcada por amor, fé, companheirismo, saudade, esperança e reflexões sobre saúde mental.</p>
<p>Escrito durante os dias em que esteve longe da esposa Barbara Giovenardi, diagnosticada com Transtorno Afetivo Bipolar, o livro acompanha os sentimentos do autor diante da espera pelo reencontro e pelo retorno à rotina do casal. O diário revela pensamentos, angústias, descobertas e a força encontrada no amor para atravessar este período, além de acontecimentos e diálogos que resumem a rotina do casal, incluindo o amor pelo Palmeiras, pelos pets, pela igreja, além de viagens e leituras.</p>
<p>“É um livro acima de tudo sobre amor. Durante os dias mais difíceis das nossas vidas, a saudade, que inicialmente representa a ausência, caminhou lado a lado com a esperança de que aquele período teria um fim e de que seria possível reconstruir a rotina, que definimos como a maior bênção de nossas vidas”, destaca Jairo Giovenardi.</p>
<p>Ao longo das páginas, o leitor encontra um relato íntimo sobre a importância do companheirismo diante das adversidades e sobre como o amor pode se tornar uma fonte de força quando a vida sai do caminho planejado.</p>
<p>“Diário da Saudade” também aborda, de maneira pessoal e sensível, questões relacionadas à saúde mental e aos impactos que momentos de crise podem provocar não apenas em quem enfrenta diretamente a situação, mas também nas pessoas que estão ao seu redor.</p>
<p>A narrativa não busca oferecer respostas prontas. Seu propósito é compartilhar uma experiência real e mostrar que, mesmo diante da incerteza, é possível encontrar motivos para continuar acreditando no reencontro, na recuperação e na reconstrução de uma vida a dois.</p>
<p>O título da obra resume justamente essa experiência: <strong>uma história em que a saudade precisou aprender a caminhar ao lado da esperança. </strong></p>
<p>“Diário da Saudade” está disponível em formato eBook na Amazon.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p>Jornalista formado pela Universidade Bandeirante de São Paulo, Jairo Giovenardi construiu sua trajetória profissional no jornalismo esportivo e na comunicação. Atuou como assessor de imprensa de importantes clubes e instituições esportivas brasileiras, entre eles Sociedade Esportiva Palmeiras, São Bernardo Futebol Clube e Sindbol (Sindicato das Associações de Futebol Profissional do Estado de São Paulo).</p>
<p>Também foi produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária, da Revista Oficial do Palmeiras e das rádios ABC e Trianon. É fundador e CEO da JGCOM, empresa especializada em comunicação estratégica e assessoria de imprensa, com atuação voltada especialmente ao esporte.</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>Livro: Diário da Saudade</p>
<p>Formato: eBook</p>
<p>Autoria: Jairo Giovenardi</p>
<p>Disponibilidade: Amazon Kindle <a href="http://Deseja abrir este link: https://www.amazon.com.br/dp/B0HGMHMLVD?">– Compre aqui </a></p>
<p>Temas: Amor, companheirismo, saúde mental, fé, esperança e futebol</p>
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		<item>
		<title>Agenda cultural: Quando a política entra pela porta dos fundos da cultura</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-quando-a-politica-entra-pela-porta-dos-fundos-da-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[porta dos fundos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marluci Zanelato As atrizes Regina Duarte e Gabriela Duarte foram convidadas pela Folha de S. Paulo para falar sobre o reencontro das duas nos palcos, na peça A Filha da…, a comédia nonsense de Carlos Eduardo Silva, adaptação e direção-geral de Darson Ribeiro com Clau Carvalho e Vinicius Tardelli, que comemora os Sessenta  anos de [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-quando-a-politica-entra-pela-porta-dos-fundos-da-cultura/">Agenda cultural: Quando a política entra pela porta dos fundos da cultura</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Marluci Zanelato</strong></em></p>
<p>As atrizes Regina Duarte e Gabriela Duarte foram convidadas pela Folha de S. Paulo para falar sobre o reencontro das duas nos palcos, na peça <strong>A Filha da…</strong>, a comédia nonsense de Carlos Eduardo Silva, adaptação e direção-geral de Darson Ribeiro com<strong> Clau Carvalho e Vinicius Tardelli</strong><strong>, que comemora os Sessenta  anos de Carreira e Oitenta de Idade  de Regina Duarte.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A comédia que marca a volta de mãe e filha a uma atuação conjunta depois de cerca de duas décadas, se passa nos anos de 1990 e mistura humor ácido com sátira política. Nesse cenário nostálgico do reencontro das atrizes, a conversa tinha como ponto de partida a estreia do espetáculo, o trabalho artístico e essa parceria familiar que volta ao teatro depois de tantos anos. Mas, ao longo da entrevista, o assunto tomou outro rumo, questões políticas relacionadas à trajetória de Regina Duarte passaram a ocupar espaço importante da conversa, provocando desconforto e, posteriormente, uma manifestação pública de Gabriela Duarte sobre a condução da entrevista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E é justamente aí que começa uma discussão que vai muito além de Regina Duarte, Gabriela Duarte ou da própria Folha de S. Paulo. Até onde pode de deve ir o jornalismo quando uma entrevista nasce para falar de cultura?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma pergunta que o jornalismo precisa fazer a si mesmo de tempos em tempos quando uma entrevista deixa de ser jornalismo e passa a ser uma armadilha?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante deixar claro, o jornalista não tem obrigação de poupar entrevistado de perguntas difíceis. Regina Duarte teve uma passagem pela Secretaria Especial da Cultura durante o governo Jair Bolsonaro, e suas posições políticas são públicas. Portanto, questioná-la sobre esse período não é por si só, inadequado. A imprensa tem todo o direito e até o dever de fazer perguntas relevantes sobre a trajetória de uma figura pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O problema começa quando a pergunta deixa de ser instrumento de informação e passa a parecer uma tentativa de produzir constrangimento. E essa diferença é fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma boa entrevista pode abordar política, cultura, comportamento e trajetória pessoal. O que não deveria acontecer é a pauta cultural virar apenas um pretexto para reabrir uma disputa política já conhecida. Porque, nesse caso, quem perde não é apenas o entrevistado, perde o jornalismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gabriela Duarte posteriormente manifestou seu incômodo com a condução e a edição da entrevista, afirmando que esperava uma conversa voltada ao trabalho artístico das duas e que a política acabou ganhando um espaço que, segundo ela, não correspondia ao propósito inicial da conversa. E aqui está o ponto que merece reflexão, independentemente de simpatia política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se Regina fosse de esquerda, eu defenderia exatamente o mesmo princípio, se fosse de direita, também e fosse uma atriz sem posicionamento político conhecido, igualmente. Entrevista jornalística não deveria ser tribunal ideológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O jornalismo tem uma função essencial que é a de perguntar aquilo que o público precisa saber, mas existe uma diferença enorme entre uma pergunta necessária e uma provocação construída para arrancar uma reação que depois será transformada em manchete.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vivemos uma época em que o clique muitas vezes vale mais do que o contexto. Uma frase de dez segundos viraliza mais do que uma entrevista inteira, um momento de desconforto rende mais engajamento do que uma conversa sobre o processo criativo, a dramaturgia, a direção ou o significado de duas gerações de atrizes voltarem a dividir o palco. E talvez esse seja o aspecto mais preocupante dessa história, estamos começando a transformar o constrangimento em conteúdo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Regina Duarte pode ser criticada por suas escolhas políticas. Pode ser questionada por sua passagem pelo governo. Pode-se discordar de suas opiniões. Tudo isso faz parte de uma democracia. Da mesma forma, a Folha de São Paulo pode e deve ser criticada pela maneira como conduz uma entrevista, já que uma coisa não anula a outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Defender o direito de Regina Duarte ser questionada não significa concordar com ela, da mesma forma que criticar a condução da entrevista não significa defender suas posições políticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E esse é justamente o exercício de maturidade que o jornalismo e também o público precisa recuperar. É possível discordar sem transformar toda conversa em guerra política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cultura brasileira já é suficientemente rica para merecer espaço próprio. Teatro não precisa ser apenas um palco para discutir partidos. Um reencontro entre mãe e filha não precisa ser reduzido ao passado político de uma delas. E jornalismo cultural não precisa abandonar a política quando ela for pertinente, mas precisa saber quando ela é pertinente e quando está apenas sendo usada para fabricar repercussão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez a grande lição dessa entrevista seja justamente a de não precisamos escolher entre jornalismo crítico e jornalismo respeitoso, podemos e devemos ter os dois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Perguntar é essencial, confrontar, quando necessário, também. Mas transformar o desconforto em espetáculo é outra coisa. E entre informar e provocar existe uma fronteira que o bom jornalismo deveria conhecer muito bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fim, o palco deveria ser da arte, a política pode até aparecer nos bastidores. Mas não deveria apagar o espetáculo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>A FILHA DA&#8230; </u></strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> De 27 de Agosto á 13 de Dezembro &#8211; Quinta, Sexta e Sábado às 20h00, Sábado e Domingo às 19h00, Domingo às 18h00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto: </strong>R$ 200,00 Inteira – R$ 100,00 Meia</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Onde:</strong> TEATRO BDO JARAGUÁ &#8211; Rua Martins Fontes,71 – CENTRO &#8211; SP</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O tempo das escolhas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/o-tempo-das-escolhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aline Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Barros Jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Aline Barros @alinebarrosjornalista Agosto marca o início de um dos períodos mais importantes para a democracia brasileira. É o momento em que o debate político ganha força, as propostas começam a ocupar espaço e os eleitores passam a observar, com mais atenção, quem pretende representar a população nos próximos anos. Mais do que acompanhar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Aline Barros @alinebarrosjornalista</strong></p>
<p>Agosto marca o início de um dos períodos mais importantes para a democracia brasileira. É o momento em que o debate político ganha força, as propostas começam a ocupar espaço e os eleitores passam a observar, com mais atenção, quem pretende representar a população nos próximos anos.</p>
<p>Mais do que acompanhar campanhas, este é um período para refletir. O voto é uma das ferramentas mais poderosas que o cidadão possui, e cada escolha deve ser feita com responsabilidade, informação e consciência.</p>
<p>No Jornal Digital da Região Oeste, reafirmamos nosso compromisso com um jornalismo sério, imparcial e responsável. Nosso papel não é escolher candidatos, mas informar, fiscalizar e abrir espaço para que a população conheça os fatos, compare propostas e forme sua própria opinião.</p>
<p>Ao longo deste mês, ampliaremos nossa cobertura eleitoral, acompanhando as movimentações dos pré-candidatos, os principais acontecimentos da Região Oeste e os temas que impactam diretamente a vida da nossa população.</p>
<p>Também continuaremos levando notícias sobre economia, infraestrutura, segurança, saúde, cultura e os acontecimentos que fazem parte do dia a dia das nossas cidades.</p>
<p>Em tempos de desinformação, informar com responsabilidade é mais do que uma missão: é um compromisso com a sociedade.</p>
<p>Que agosto e os demais meses a diante, sejam  de  muito diálogo, respeito às diferenças e, acima de tudo, de valorização da democracia.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>Aline Barros<br />
Jornalista<br />
Jornal Digital da Região Oeste</p>
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		<title>Por que o Palmeiras incomoda tanto?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/por-que-o-palmeiras-incomoda-tanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A 21a rodada do Campeonato Brasileiro parece não ter fim, mesmo com a pausa para que a Copa do Brasil ganhasse destaque neste fim de semana. E o Palmeiras está no olho do furacão, com críticas e mais críticas por conta da arbitragem de Alex Gomes Stefano no jogo em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A 21a rodada do Campeonato Brasileiro parece não ter fim, mesmo com a pausa para que a Copa do Brasil ganhasse destaque neste fim de semana. E o Palmeiras está no olho do furacão, com críticas e mais críticas por conta da arbitragem de Alex Gomes Stefano no jogo em que o time de Abel Ferreira goleou o Vitória por 4 a 0, na última quarta-feira (29), em Salvador. O que não entendo é porque a cada jogo do Palmeiras esse desespero toma conta de dirigentes, torcedores e mídias segmentadas, que se unem numa onda de ataques constantes.</p>
<p>As frases que mais li e ouvi nos últimos dias foram: “Entregue a taça para o Palmeiras!”, “A CBF é verde” e “Abel é isso, Abel é aquilo”.</p>
<p>O que me chama a atenção é que essa conduta foi a mesma em tantos outros momentos da história.</p>
<p>Para ficarmos em exemplos mais recentes, no ano de 2016, Paulo Nobre, então presidente palmeirense, foi obrigado a destacar numa coletiva de imprensa que “ninguém ganhará do Palmeiras no grito!”, já que logo depois de um Fla-Flu dirigentes do Flamengo começaram a criticar a arbitragem do campeonato.</p>
<p>Na temporada passada, a histórica virada do Palmeiras no Choque-Rei do Morumbi, saindo de um 0-2 para um 3-2, uniu rivais e o resultado, rodada após rodada, foi o título do Flamengo, com vários cartões e suspensões de atletas palmeirenses e até do técnico Abel Ferreira, acontecendo no pós-clássico e desestabilizando o time até o fim do Campeonato Brasileiro. Na final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, o volante rubro-negro Pulgar deveria ter sido expulso após forte entrada no zagueiro Bruno Fucks. Não foi. Por que pouco (ou quase nada) se falou e se fala sobre isso?</p>
<p>Voltando ao atual Brasileirão, o mesmo Pulgar acertou um adversário na mesma rodada do Brasileirão, no meio de semana, num lance muito parecido com o de Maurício em Vitória x Palmeiras (até mais violento!). Qual a repercussão? Próxima de zero. Por quê?</p>
<p>Árbitros erram e acertam. Não há complô, não existem teorias conspiratórias.</p>
<p>Após a vitória alviverde sobre o Fortaleza por 3 a 0, neste domingo (2), pela Copa do Brasil, o técnico Abel Ferreira bem disse que o Palmeiras coloca em prática a cultura da liderança, do trabalho e do respeito. É bom ter cuidado para não ser novamente suspenso, Abel! O sucesso do Palmeiras incomoda os incompetentes.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras e do São Bernardo Futebol Clube, produtor do Bandsports, repórter da revista oficial do Palmeiras, dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação, e comanda o Podcast “Bora Saber +”.</p>
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		<title>Vencer Messi em seu último tango valorizou ainda mais o título da Espanha</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vencer-messi-em-seu-ultimo-tango-valorizou-ainda-mais-o-titulo-da-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 02:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[copa]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Messi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos. [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vencer-messi-em-seu-ultimo-tango-valorizou-ainda-mais-o-titulo-da-espanha/">Vencer Messi em seu último tango valorizou ainda mais o título da Espanha</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos.</p>
<p>Aos 39 anos, Messi fez mais uma grande Copa do Mundo. Conduziu a Argentina pela terceira vez a uma final de Mundial. Foi campeão em 2022, no Catar, e encerrou sua trajetória em Copas com dois vice-campeonatos, ambos após derrotas por 1 a 0 na prorrogação: para a Alemanha, em 2014, no Brasil, e agora para a Espanha, nos Estados Unidos.</p>
<p>A Argentina jogou com garra durante toda a competição e mostrou que venderia caro qualquer derrota, como aconteceu na decisão. Por isso, as lágrimas de Messi ao receber a medalha de vice-campeão valorizam ainda mais a conquista espanhola e também doem na minha alma, porque sempre fui um grande admirador do camisa 10 da Scaloneta.</p>
<p>O bicampeonato da Fúria, que havia levantado a taça pela primeira vez na África do Sul, em 2010, coroa o trabalho coletivo do técnico Luis de la Fuente e de uma geração talentosíssima, formada por jogadores como Rodri, eleito o melhor da Copa, Oyarzabal, Dani Olmo, Ferran Torres, Pedri e Cubarsí, entre outros. A equipe ainda se isolou como dona da maior sequência invicta da história das seleções nacionais, com 38 partidas sem perder.</p>
<p>Depois de uma semifinal praticamente perfeita diante da França, uma das grandes favoritas, a Espanha encarou a final da mesma maneira: buscando o gol a todo momento, impondo seu estilo de jogo e fazendo por merecer o título, mesmo que ele só tenha sido confirmado na prorrogação.</p>
<p>Vejo uma seleção espanhola pronta para lutar pelo tricampeonato em 2030, ano em que o Brasil voltará a perseguir o sonho do hexacampeonato e em que, infelizmente, já não deveremos ter o privilégio de ver Messi desfilar pelos gramados de uma Copa do Mundo.</p>
<p>Conquistar um Mundial já é algo extraordinário. Mas fazê-lo justamente na despedida de um craque que representa tanto para a história do futebol torna esse título ainda mais valioso.</p>
<p><strong>Parabéns, Espanha!</strong></p>
<p>A minha Seleção da Copa</p>
<p>Ao longo do Mundial, acompanhei jogadores que brilharam intensamente e outros que ficaram abaixo das expectativas. Sendo assim, esta é a minha Seleção da Copa do Mundo de 2026:</p>
<p>Pickford (Inglaterra); Pedro Porro (Espanha), Cubarsí (Espanha), Cuti Romero (Argentina) e Cucurella (Espanha); Rodri (Espanha), Declan Rice (Inglaterra) e Jude Bellingham (Inglaterra); Messi (Argentina); Mbappé (França) e Haaland (Noruega). Técnico: Lionel Scaloni (Argentina).</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação e comanda o Podcast “Bora Saber +”.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/vencer-messi-em-seu-ultimo-tango-valorizou-ainda-mais-o-titulo-da-espanha/">Vencer Messi em seu último tango valorizou ainda mais o título da Espanha</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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