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	<title>Jairo Giovenardi &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Jairo Giovenardi &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Vencer Messi em seu último tango valorizou ainda mais o título da Espanha</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 02:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A Copa do Mundo terminou com o merecido título da Espanha, agora bicampeã mundial, assim como França e Uruguai. Mas também teria sido especial ver o tetra argentino no último tango de Lionel Messi, o maior gênio dessa geração e, simplesmente, um dos maiores jogadores de todos os tempos.</p>
<p>Aos 39 anos, Messi fez mais uma grande Copa do Mundo. Conduziu a Argentina pela terceira vez a uma final de Mundial. Foi campeão em 2022, no Catar, e encerrou sua trajetória em Copas com dois vice-campeonatos, ambos após derrotas por 1 a 0 na prorrogação: para a Alemanha, em 2014, no Brasil, e agora para a Espanha, nos Estados Unidos.</p>
<p>A Argentina jogou com garra durante toda a competição e mostrou que venderia caro qualquer derrota, como aconteceu na decisão. Por isso, as lágrimas de Messi ao receber a medalha de vice-campeão valorizam ainda mais a conquista espanhola e também doem na minha alma, porque sempre fui um grande admirador do camisa 10 da Scaloneta.</p>
<p>O bicampeonato da Fúria, que havia levantado a taça pela primeira vez na África do Sul, em 2010, coroa o trabalho coletivo do técnico Luis de la Fuente e de uma geração talentosíssima, formada por jogadores como Rodri, eleito o melhor da Copa, Oyarzabal, Dani Olmo, Ferran Torres, Pedri e Cubarsí, entre outros. A equipe ainda se isolou como dona da maior sequência invicta da história das seleções nacionais, com 38 partidas sem perder.</p>
<p>Depois de uma semifinal praticamente perfeita diante da França, uma das grandes favoritas, a Espanha encarou a final da mesma maneira: buscando o gol a todo momento, impondo seu estilo de jogo e fazendo por merecer o título, mesmo que ele só tenha sido confirmado na prorrogação.</p>
<p>Vejo uma seleção espanhola pronta para lutar pelo tricampeonato em 2030, ano em que o Brasil voltará a perseguir o sonho do hexacampeonato e em que, infelizmente, já não deveremos ter o privilégio de ver Messi desfilar pelos gramados de uma Copa do Mundo.</p>
<p>Conquistar um Mundial já é algo extraordinário. Mas fazê-lo justamente na despedida de um craque que representa tanto para a história do futebol torna esse título ainda mais valioso.</p>
<p><strong>Parabéns, Espanha!</strong></p>
<p>A minha Seleção da Copa</p>
<p>Ao longo do Mundial, acompanhei jogadores que brilharam intensamente e outros que ficaram abaixo das expectativas. Sendo assim, esta é a minha Seleção da Copa do Mundo de 2026:</p>
<p>Pickford (Inglaterra); Pedro Porro (Espanha), Cubarsí (Espanha), Cuti Romero (Argentina) e Cucurella (Espanha); Rodri (Espanha), Declan Rice (Inglaterra) e Jude Bellingham (Inglaterra); Messi (Argentina); Mbappé (França) e Haaland (Noruega). Técnico: Lionel Scaloni (Argentina).</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação e comanda o Podcast “Bora Saber +”.</p>
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		<title>Sete títulos mundiais em campo nas semifinais: quem levantará a taça?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sete-titulos-mundiais-em-campo-nas-semifinais-quem-levantara-a-taca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 23:46:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi Argentina, Espanha, França e Inglaterra são as semifinalistas da Copa do Mundo de 2026. Em campo, estarão sete títulos mundiais: três argentinos, dois franceses, um espanhol e um inglês. É a primeira vez desde a Copa de 1990 que quatro campeões do mundo chegam juntos às semifinais. De lá para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>Argentina, Espanha, França e Inglaterra são as semifinalistas da Copa do Mundo de 2026. Em campo, estarão sete títulos mundiais: três argentinos, dois franceses, um espanhol e um inglês. É a primeira vez desde a Copa de 1990 que quatro campeões do mundo chegam juntos às semifinais. De lá para cá, sempre houve espaço para pelo menos uma surpresa.</p>
<p>As quatro seleções chegam às semifinais em igualdade de condições e com absoluto merecimento. Foram mais competentes, inteligentes e eficientes que as demais ao longo da competição e conquistaram o direito de disputar a reta decisiva do Mundial. Agora, qualquer desfecho parece possível.</p>
<p>Para não ficar em cima do muro, porém, vejo França e Inglaterra com uma ligeira vantagem sobre Espanha e Argentina, respectivamente.</p>
<p>A França, que busca o tricampeonato que escapou no Catar, tenta alcançar também sua terceira final consecutiva de Copa do Mundo e conta com pelo menos quatro jogadores capazes de decidir uma partida: Mbappé, Dembélé, Olise e Désiré Doué. Se enfrentar a Inglaterra na decisão, será a reedição das quartas de final de 2022, quando os franceses levaram a melhor. Se o adversário for a Argentina, teremos a aguardada revanche da final do Catar e o terceiro encontro consecutivo entre as duas seleções em Copas, já que, em 2018, na Rússia, a França eliminou os argentinos do técnico Sampaoli nas oitavas num 4 a 3 memorável, antes de cair diante da Scaloneta na inesquecível final de 2022.</p>
<p>A Inglaterra, porém, terá primeiro o desafio de superar uma Argentina tão talentosa quanto resiliente, embora carregue o desgaste físico acumulado ao longo da competição. Se voltar à decisão de uma Copa depois de 60 anos, poderá reencontrar a França em uma revanche das quartas de 2022 ou medir forças novamente com a Espanha, algoz inglesa na final da última Eurocopa.</p>
<p>A Fúria, que ainda convive com a preocupação em torno das condições físicas de Lamine Yamal, sofreu apenas um gol em toda a Copa e coloca em campo um retrospecto recente bastante favorável diante da França, com duas vitórias em confrontos decisivos: um histórico 5 a 4 na semifinal da Nations League de 2025 e o triunfo por 2 a 1 na semifinal da Eurocopa de 2024.</p>
<p>Para a Argentina, atual campeã mundial, o sonho do tetracampeonato passa por uma semifinal carregada de significado. Lionel Scaloni afirmou que “é apenas um jogo de futebol”, mas a história entre argentinos e ingleses em Copas do Mundo mostra que há muito mais em jogo.</p>
<p>O primeiro encontro aconteceu em 1962, no Chile, com vitória inglesa por 3 a 1. Quatro anos depois, jogando em casa, a Inglaterra venceu novamente, desta vez por 1 a 0, em uma partida que ajudou a moldar a rivalidade entre as duas seleções. O capitão da Albiceleste, Rattín, foi expulso pelo árbitro alemão Rudolf Kreitlein, que precisou fazer gestos para que ele deixasse o campo, pois os cartões ainda não existiam. Indignado, o volante argentino demorou a sair do gramado, comeu chocolates lançados pelos torcedores ingleses, amassou a bandeira do Reino Unido hasteada no escanteio e ainda se sentou no tapete vermelho reservado à Rainha Elizabeth II.</p>
<p>Em 1986, Maradona marcou, na mesma partida, um gol de mão e aquele que seria eternizado como o mais bonito da história das Copas, conduzindo sua seleção à vitória em um confronto para sempre associado às feridas da Guerra das Malvinas. Em 1998, nas oitavas de final disputadas na França, os argentinos voltaram a levar a melhor, desta vez nos pênaltis, após a expulsão de David Beckham. Já em 2002, veio o troco inglês: Beckham marcou, de pênalti, o gol da vitória que complicou a campanha da equipe comandada por Marcelo Bielsa ainda na fase de grupos.</p>
<p>Mais de seis décadas depois do primeiro encontro em Copas, Inglaterra e Argentina voltam a se enfrentar valendo muito mais do que uma vaga na final. As duas seleções carregam para o gramado uma das rivalidades mais emblemáticas da história do futebol.</p>
<p>Quatro campeãs do mundo permanecem na disputa com um único objetivo: erguer, no próximo domingo (19), a taça mais cobiçada do futebol, no MetLife Stadium. Qualquer campeã terá escrito mais um capítulo marcante da história das Copas.</p>
<p>Teremos a Inglaterra encerrando um jejum de 60 anos e conquistando seu segundo título? A Espanha repetirá a glória de 2010 na África do Sul e levantará sua segunda taça? A França conquistará um histórico tricampeonato? Ou a Argentina alcançará o tetracampeonato embalada pela liderança e pelo sangue de Messi, símbolo da resistência demonstrada pela equipe em sucessivas batalhas nesta Copa? Hoje, acredito que a França esteja mais perto do tricampeonato. Mas, se o destino reservar um céu azul e branco para os argentinos, poucos poderão dizer que o futebol escreveu um final mais poético.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>O peso da camisa já não basta</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/o-peso-da-camisa-ja-nao-basta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:05:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi O sonho do hexacampeonato da Seleção Brasileira foi adiado para 2030. Com show de Erling Haaland, os comandados de Carlo Ancelotti perderam para a Noruega por 2 a 1 e se despediram da Copa do Mundo ainda nas oitavas de final. Foi a sexta derrota consecutiva do Brasil para uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>O sonho do hexacampeonato da Seleção Brasileira foi adiado para 2030. Com show de Erling Haaland, os comandados de Carlo Ancelotti perderam para a Noruega por 2 a 1 e se despediram da Copa do Mundo ainda nas oitavas de final.</p>
<p>Foi a sexta derrota consecutiva do Brasil para uma seleção europeia em confrontos de mata-mata de Copa do Mundo, sob o comando de cinco treinadores diferentes: França (2006, com Parreira), Holanda (2010, com Dunga), Alemanha (2014, com Felipão), Bélgica (2018, com Tite), Croácia (2022, também com Tite) e, agora, Noruega (2026, com Ancelotti).</p>
<p>Não bastou Alisson fazer uma grande Copa do Mundo, com defesas decisivas, inclusive diante da própria Noruega. Não bastaram a juventude e o talento de Endrick, que, mesmo com poucos minutos em campo durante o Mundial, teve uma grande oportunidade logo após entrar em campo contra os noruegueses. Não bastou Neymar voltar a ser convocado. O camisa 10, infelizmente, atuou pouco e encerrou mais uma Copa do Mundo sem conseguir levantar a tão sonhada taça.</p>
<p>Faltou Vini Júnior assumir a cobrança do pênalti no primeiro tempo. Faltou eficiência ao ataque, que parou em Orjan Nyland. Faltou ao Brasil um líder como Lionel Messi, capaz de transformar talento em confiança. Faltou um meio-campista com o controle de jogo de Martin Ødegaard, que acertou 93% dos passes da seleção norueguesa. E faltou à defesa impedir que Haaland decidisse o jogo. Contra um atacante desse nível, qualquer espaço costuma ser fatal.</p>
<p>Carlo Ancelotti terá tempo de sobra para conduzir um ciclo completo até a Copa do Mundo de 2030 e tentar repetir na Seleção Brasileira o sucesso que construiu nos maiores clubes do planeta. O treinador italiano já afirmou que pretende buscar novas ideias. Será necessário. O futebol mundial mudou, novas forças surgiram e a camisa amarela, por mais respeitada que seja, já não vence jogos sozinha. Para voltar ao topo, o Brasil precisará fazer muito mais do que confiar no peso da própria história.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>Chegou a fase em que os sonhos pesam mais</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/chegou-a-fase-em-que-os-sonhos-pesam-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 20:09:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A fase de grupos ficou para trás e, agora, começa um novo torneio dentro da própria Copa do Mundo: o mata-mata! Nos confrontos eliminatórios, o favoritismo pesa menos, o erro custa caro e as zebras passam a acreditar ainda mais em seus sonhos. &#160; Poucas surpresas apareceram até aqui, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A fase de grupos ficou para trás e, agora, começa um novo torneio dentro da própria Copa do Mundo: o mata-mata! Nos confrontos eliminatórios, o favoritismo pesa menos, o erro custa caro e as zebras passam a acreditar ainda mais em seus sonhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poucas surpresas apareceram até aqui, é verdade. Cabo Verde foi a principal delas ao avançar em um grupo que contava com o bicampeão mundial Uruguai e, logo na estreia, arrancar um empate diante da Espanha. Os cabo-verdianos não venceram nenhuma partida, mas também não perderam, e a sequência de empates foi suficiente para garantir uma vaga nos 16 avos de final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confesso que esperava muito mais da Turquia, comandada por Vincenzo Montella, ex-goleador da Roma. Os turcos, sempre apaixonados por futebol, acabaram frustrando sua torcida ao serem eliminados ainda na fase de grupos. O desempenho não foi ruim, mas faltou eficiência. Depois de desperdiçarem inúmeras oportunidades nas duas primeiras partidas, os gols apareceram apenas na vitória por 3 a 2 sobre os Estados Unidos, resultado que já não era suficiente para evitar a eliminação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A República Democrática do Congo e o Equador também merecem destaque entre as boas surpresas. Os congoleses avançaram graças à sólida organização defensiva, enquanto os equatorianos demonstraram personalidade ao virar sobre a Alemanha na rodada decisiva e garantir a classificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as decepções, Espanha e Portugal produziram menos do que seus elencos sugerem. Ambas avançaram, mas ainda estão devendo futebol. Em compensação, algumas das grandes favoritas começam a mostrar por que chegaram à Copa cercadas de expectativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>França, Brasil, Inglaterra e Argentina somam, juntas, 11 títulos mundiais e seguem como as principais candidatas ao troféu. Na perseguição aparecem seleções perigosas como Colômbia e Holanda, que ainda buscam conquistar seu primeiro Mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A França, uma das três equipes com 100% de aproveitamento, assim como Argentina e México, talvez seja a seleção que chega mais pronta ao mata-mata. Com um elenco repleto de talento, liderado por Dembélé e Mbappé, e muito bem treinada por Didier Deschamps, os franceses passam a impressão de que sabem exatamente como disputar e vencer uma Copa do Mundo. Não à toa chegaram às duas últimas finais, em 2018 e 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Brasil cresce a cada partida. A genialidade de Vinicius Júnior, aliada à evolução coletiva e ao peso da camisa, fortalece a confiança da equipe. Já a Argentina segue impulsionada pelo talento de Lionel Messi, que, neste Mundial, tornou-se o maior artilheiro da história das Copas, com 19 gols.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Inglaterra também deixou boa impressão. Depois de encontrar dificuldades diante da consistente defesa de Gana, voltou a atuar em alto nível contra o Panamá. Quando o jogo exigiu seus principais jogadores, Jude Bellingham e Harry Kane apareceram para decidir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fora as campeãs mundiais, Colômbia e Holanda chegam embaladas. Os holandeses, após o empate na estreia diante do Japão, dominaram Suécia e Tunísia para confirmar a liderança do grupo. Já a Colômbia venceu com autoridade Uzbequistão e República Democrática do Congo e esteve muito perto de derrotar Portugal. Pelo volume de jogo apresentado, poderia até ter construído uma vitória por dois ou três gols de diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora não existe margem para erro. Quem vencer continuará sonhando com a taça; quem perder fará as malas e voltará para casa. É o momento em que heróis são criados, favoritos sucumbem e a história das Copas ganha novos capítulos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E você, acredita que veremos mais um título de uma potência tradicional ou chegou a hora de uma campeã inédita levantar a taça?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/chegou-a-fase-em-que-os-sonhos-pesam-mais/">Chegou a fase em que os sonhos pesam mais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Embalada por &#8220;Wonderwall&#8221;, a Seleção Inglesa está pronta para encerrar um jejum de 60 anos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/embalada-por-wonderwall-a-selecao-inglesa-esta-pronta-para-encerrar-um-jejum-de-60-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 20:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi   A estreia da Seleção Inglesa contra a Croácia foi impactante. Com muita intensidade, organização tática e qualidade técnica, os ingleses venceram uma forte e inquieta equipe croata por 4 a 2 e mandaram um recado ao mundo: estão prontos para conquistar a Copa do Mundo e encerrar um incômodo [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/embalada-por-wonderwall-a-selecao-inglesa-esta-pronta-para-encerrar-um-jejum-de-60-anos/">Embalada por &#8220;Wonderwall&#8221;, a Seleção Inglesa está pronta para encerrar um jejum de 60 anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3"><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A estreia da Seleção Inglesa contra a Croácia foi impactante. Com muita intensidade, organização tática e qualidade técnica, os ingleses venceram uma forte e inquieta equipe croata por 4 a 2 e mandaram um recado ao mundo: estão prontos para conquistar a Copa do Mundo e encerrar um incômodo jejum de 60 anos sem um título mundial. A única conquista inglesa aconteceu em 1966.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Para transformar esse objetivo em realidade, a Inglaterra conta com o técnico alemão Thomas Tuchel, que realizou um excelente trabalho no Chelsea, conduzindo o clube ao título da Champions League de 2021 diante do Manchester City, então comandado por Pep Guardiola. O treinador</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, que assumiu no fim de 2024,</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> surpreendeu boa parte dos torcedores ingleses ao deixar fora da lista final nomes como Trent Alexander-Arnold, Cole Palmer, Harry Maguire e Phil Foden. Bancou suas convicções e assumiu a responsabilidade pelas escolhas. Naturalmente, chega pressionado, mas tem em mãos um elenco capaz de sonhar alto.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A estreia não poderia ter sido melhor. A Inglaterra não derrotou qualquer adversário. Superou uma seleção croata competitiva, que buscou o empate em duas oportunidades, e ainda encontrou forças para dominar o segundo tempo e construir um placar que poderia ter sido ainda mais elástico.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Além do comando firme de Tuchel à beira do campo, a equipe demonstra entrosamento, confiança e um desejo evidente de deixar para trás as frustrações recentes. Sob o comando de Gareth Southgate, os ingleses chegaram perto, mas ficaram pelo caminho. Foram eliminados pela própria Croácia na semifinal da Copa do Mundo de 2018 e amargaram dois vice-campeonatos consecutivos da Eurocopa: para a Itália, nos pênaltis, em Wembley, em 2021, e para a Espanha, em 2024.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Harry Kane e companhia parecem cansados de bater na trave. Querem mais. E mostraram, na estreia, que possuem condições reais de levantar a taça da Copa do Mundo no dia 19 de julho, em Nova Jersey.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O sonho pode deixar de ser apenas uma miragem, principalmente se a cena que chamou a atenção do mundo em Dallas voltar a se repetir. Após a vitória, os jogadores permaneceram no gramado cantando &#8220;Wonderwall&#8221;, clássico do Oasis. Entre sorrisos, emoção e abraços, protagonizaram um daqueles momentos que ultrapassam o futebol.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A canção não faz parte </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">da cultura de arquibancada da torcida que segue a Seleção Inglesa pelo mundo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, mas tocou no sistema de som do estádio exatamente no momento da celebração pela estreia vitoriosa. A conexão foi instantânea. Não houve ensaio. Não houve planejamento. Apenas aconteceu. E, de forma quase natural, &#8220;Wonderwall&#8221; se transformou na trilha sonora da </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Seleção</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">I</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">nglesa no Mundial.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Quem não </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">se lembra dos argentinos cantando com a torcida após cada vitória no Catar, em 2022? Bastava ouvir os primeiros versos de “Muchachos&#8230;” para entender que havia algo especial acontecendo. Era mais do que uma música. Era identidade.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Seleção e torcida precisam dessa sintonia para conquistar juntas o título mais importante do planeta. Se o futebol também é movido por emoção, os ingleses encontraram </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o seu</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> &#8220;Wonderwall&#8221;</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, que talvez </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">os tenha feito enxergar, pela primeira vez em muito tempo, aquilo que parecia distante demais: o caminho para o título mundial.</span></span></p>
<p class="s3"><span class="s2"> </span></p>
<p class="s3"><strong><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Quem é o Jairo?</span></span></strong></p>
<p class="s3"><span class="s4"> </span></p>
<p class="s3"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s5"> </span></p>
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		<title>As mudanças necessárias para que a Seleção Brasileira se recupere após o empate na estreia da Copa</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/as-mudancas-necessarias-para-que-a-selecao-brasileira-se-recupere-apos-o-empate-na-estreia-da-copa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 20:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi O empate por 1 a 1 da Seleção Brasileira diante de Marrocos, na estreia da Copa do Mundo de 2026, está longe de ser um desastre. Mas também não pode ser tratado com normalidade. Mesmo diante do adversário mais forte do grupo, a expectativa era de uma atuação mais consistente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>O empate por 1 a 1 da Seleção Brasileira diante de Marrocos, na estreia da Copa do Mundo de 2026, está longe de ser um desastre. Mas também não pode ser tratado com normalidade. Mesmo diante do adversário mais forte do grupo, a expectativa era de uma atuação mais consistente e de uma vitória. A boa notícia é que a Copa do Mundo permite correções rápidas e o Brasil ainda tem tempo para fazê-las em busca do hexa.</p>
<p>Assim que Neymar estiver em condições de jogo, ele será uma peça fundamental para a equipe, sendo referência técnica e mais uma voz experiente dentro de campo. Além dele, outros dois atacantes não podem ser deixados de lado pelo técnico Carlo Ancelotti: Endrick e Rayan.</p>
<p>Até compreendo a entrada de Luiz Henrique no segundo tempo da estreia, mas Rayan precisa de uma oportunidade nos próximos jogos, pois tem futebol suficiente para desequilibrar, algo que faltou ao ataque brasileiro durante boa parte da partida diante dos marroquinos.</p>
<p>Já Endrick é aquele talento que decide jogo numa única finalização e já foi muito bem com a Amarelinha, mesmo quando Dorival Júnior era o treinador.</p>
<p>Na semana passada destacamos que os amistosos pré-Copa pouco mudam na preparação das equipes, mas Endrick aproveitou muito bem as oportunidades que teve nos testes e não pode agora no Mundial simplesmente não entrar em campo. Muito menos num jogo em que Raphinha passou longe de ser aquele craque do Barcelona. Sonolento, atrapalhou o ataque da Seleção Brasileira.</p>
<p>Fabinho e Matheus Cunha, por outro lado, entraram bem. Douglas Santos cumpriu seu papel sem comprometer. Já Vini Júnior foi responsável pelo principal momento da Seleção na partida: um belo gol.</p>
<p>Há muito espaço para evolução. E Carlo Ancelotti, dono de uma das carreiras mais vitoriosas do futebol mundial, certamente sabe que uma Copa do Mundo não costuma perdoar erros repetidos. O empate na estreia serve como alerta e também como oportunidade para ajustes.</p>
<p>Endrick, Neymar e Rayan não são Bebeto, Romário e Ronaldo. Nem precisam ser. O que o Brasil precisa deles é algo mais simples: personalidade para decidir jogos. Porque em Copa do Mundo, por mais importante que seja a organização coletiva, os grandes momentos continuam pertencendo aos jogadores capazes de transformar uma única oportunidade em gol. E hoje, mais do que nunca, a Seleção precisa desse tipo de protagonismo.</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>Quem é o Jairo?</strong></li>
</ul>
<p>Jairo Giovenardi  é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>Os amistosos pré-Copa revelam menos do que você imagina</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/os-amistosos-pre-copa-revelam-menos-do-que-voce-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 17:07:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A Copa do Mundo está prestes a começar e as Seleções favoritas ao título Mundial entraram em campo para os últimos amistosos antes da estreia no Mundial. Jogos que raramente mudam qualquer convicção dos treinadores e que, muitas vezes, servem apenas para aumentar o risco de lesões às vésperas do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A Copa do Mundo está prestes a começar e as Seleções favoritas ao título Mundial entraram em campo para os últimos amistosos antes da estreia no Mundial. Jogos que raramente mudam qualquer convicção dos treinadores e que, muitas vezes, servem apenas para aumentar o risco de lesões às vésperas do principal torneio do planeta, como aconteceu com Wesley, lateral-direito brasileiro, que foi cortado após se lesionar na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Egito. O volante Éderson, da Atalanta-ITA, será o substituto.</p>
<p>A notícia é ruim para Carlo Ancelotti, que por outro lado já sabe com quem pode contar para mudar o panorama de um jogo, principalmente do meio para frente. Danilo, Endrick e Luiz Henrique serão peças fundamentais para a Seleção Brasileira na Copa e o treinador italiano nem precisaria dos jogos contra Panamá e Egito para ter esta certeza. Inclusive, já demos o caminho das pedras para o Carletto: Danilo e Endrick como titulares aumentam as chances do hexa. Fica a dica!</p>
<p>A França perdeu de virada para a Costa do Marfim, por 2 a 1, com estádio lotado em Nantes. Foi uma despedida melancólica da finalista das duas últimas Copas do Mundo. Portanto, também foi um amistoso inútil, que só serviu para fazer os franceses perderem a liderança do Ranking da FIFA, caindo para a terceira posição (a Argentina lidera!).</p>
<p>A Espanha empatou por 1 a 1 com a Seleção do Iraque, no estádio Riazor, em Corunha. O resultado vexatório contra uma Seleção que volta a jogar uma Copa após 40 anos, no entanto, não coloca a Fúria contra a parede, uma vez que jogadores importantes do time de Luis de la Fuente, como Lamine Yamal, Nico Williams, Cucurella, Rodri e Pedri sequer atuaram. Este amistoso também foi prejudicial ao Iraque, que acabou cortando o lateral-esquerdo Ahmed Yahya, com uma lesão de grau 2 no músculo posterior da coxa.</p>
<p>Na Inglaterra, o técnico Thomas Tuchel transformou a vitória por 1 a 0 no amistoso contra a Nova Zelândia em um grande laboratório, com muitos testes realizados, sendo 11 trocas no segundo tempo.</p>
<p>Se uma Seleção como a Inglaterra não está pronta para a Copa do Mundo e precisa de testes contra uma frágil Nova Zelândia, imagine a própria Seleção da Oceania?</p>
<p>Portugal, para mim uma das grandes favoritas ao título da Copa do Mundo, venceu o Chile por 2 a 1 num jogo maluco, com expulsão de Rafael Leão e gol anulado de Cristiano Ronaldo. Partida totalmente desnecessária contra a pior Seleção das Eliminatórias Sul-Americanas.</p>
<p>O ex-goleiro Marcos, pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002, sempre disse que os treinos de altíssimo nível foram importantíssimos para o time se preparar muito bem, chegar e se manter forte na Copa. Aí está o segredo: cada Seleção tem 26 grandes craques que podem, durante os treinos, elevar o nível competitivo, sendo desnecessário jogar contra Seleções tecnicamente fracas ou que sequer jogarão o Mundial dos EUA, México e Canadá.</p>
<p>Os amistosos estão acabando. As listas estão definidas, os treinadores sabem com quem contam e os jogadores já conhecem suas funções. Agora, chega de ensaios. Queremos Copa do Mundo. E os jogos de verdade já podem começar.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi  é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras, do São Bernardo e do Basket Osasco, produtor do Bandsports, repórter dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação.</p>
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		<title>Um Palmeiras empolgante e organizado amassou o Flamengo no Maracanã. E se Pulgar tivesse sido expulso na final da Libertadores?</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/um-palmeiras-empolgante-e-organizado-amassou-o-flamengo-no-maracana-e-se-pulgar-tivesse-sido-expulso-na-final-da-libertadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 22:01:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi O “se” não existe no futebol. Quantas vezes já ouvimos esta frase em programas esportivos ou mesmo naquelas calorosas discussões sobre futebol? E se eu disser que o “se” no futebol existe, sim? Trata-se de um importante elemento do nosso imaginário, mas valida acontecimentos. O Palmeiras é o atual líder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></p>
<p>O “se” não existe no futebol. Quantas vezes já ouvimos esta frase em programas esportivos ou mesmo naquelas calorosas discussões sobre futebol? E se eu disser que o “se” no futebol existe, sim? Trata-se de um importante elemento do nosso imaginário, mas valida acontecimentos.</p>
<p>O Palmeiras é o atual líder do Brasileirão e abriu sete pontos de vantagem para o Flamengo após vencer o rival por 3 a 0 na noite de sábado (23), no Maracanã. Um time extremamente organizado e competitivo, jogou com inteligência para construir o resultado, e poderia ter feito mais.</p>
<p>O Flamengo começou bem o jogo, mas obviamente caiu muito após a justa expulsão de Carrascal, quando o jogo ainda estava 0 a 0. Nota 10 para o árbitro Davi de Oliveira Lacerda. Aliás, Carrascal é o mesmo jogador que foi expulso quando ainda atuava pelo River Plate, contra o Palmeiras, no histórico 3 a 0 do Verdão sobre o time argentino na Libertadores 2020.</p>
<p>É verdade que nem sempre a vantagem numérica de atletas em campo garante uma vitória. O próprio Palmeiras teve dificuldades este ano, como diante do Corinthians, quando ficou apenas no 0 a 0 em Itaquera mesmo com dois jogadores a mais, e só não perdeu no fim graças a uma defesa espetacular do goleiro Carlos Miguel.</p>
<p>Pois, no Maracanã, o time comandado pelo técnico Abel Ferreira se impôs e fez um jogo digno de suas melhores versões. Uma atuação como esta prova que o trabalho de uma comissão técnica jamais deve ser questionado por um único jogo e o conjunto alviverde parece ganhar forma para brigar por mais títulos na atual temporada.</p>
<p>E é justamente por falar em títulos que pensei esta coluna.</p>
<p>O Palmeiras terminou a temporada passada muito questionado por perder dois títulos para o Flamengo, o Brasileiro e a Libertadores. E aí vem a pergunta: assim como aconteceu com Carrascal no duelo contra o rubro-negro no Rio de Janeiro, e se o volante Erick Pulgar tivesse sido expulso, como deveria, na final da Libertadores entre as equipes, em 2025? O “se” existe no futebol!</p>
<p>Pulgar quase quebrou a perna de Bruno Fucks, num lance que revolta até quem não torce para o Palmeiras ou sequer entende de futebol. O lance aconteceu no primeiro tempo da final em Lima, assim como no lance de Carrascal e, num jogo tão equilibrado, como o deste ano no Maracanã.</p>
<p>O Flamengo poderia vencer mesmo com um a menos? Sim, poderia. O jogo poderia terminar em prorrogação ou pênaltis? Sim, também. Mas o Palmeiras, com um a mais, poderia ter vencido e foi prejudicado por uma falha histórica do arbitro argentino Dario Herrera.</p>
<p>O “se” existe! E, apesar da impossibilidade de alterar o resultado, mostra que a justiça dos Deuses do Futebol tarda, mas nunca falha.</p>
<p>E pra você: Pulgar deveria ter sido expulso na final da Libertadores 2025? E o resultado do jogo em caso de expulsão, seria o mesmo?</p>
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		<title>Copa do Mundo: Nenhuma lista agrada 100%. Mas essa faz sentido!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/copa-do-mundo-nenhuma-lista-agrada-100-mas-essa-faz-sentido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 02:14:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi O técnico Carlo Ancelotti finalmente convocou os 26 jogadores que terão a missão de brigar pelo sexto título mundial da Seleção Brasileira! O evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, teve clima de Copa, cobertura de jornalistas de várias partes do planeta, euforia com a confirmação do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>O técnico Carlo Ancelotti finalmente convocou os 26 jogadores que terão a missão de brigar pelo sexto título mundial da Seleção Brasileira!</p>
<p>O evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, teve clima de Copa, cobertura de jornalistas de várias partes do planeta, euforia com a confirmação do nome de Neymar na lista e um Ancelotti extremamente coerente. Aliás, o técnico italiano, já com novo contrato que vale também para a Copa de 2030, disse que “não existe lista perfeita”, mas falou em resiliência. Para ele, a equipe “mais resiliente pode ganhar a Copa”. Tem toda a razão!</p>
<p>Para contar não apenas com um time, mas com um grupo extremamente forte, ambicioso e competitivo, Ancelotti apostou em nomes que aprovo, como Weverton, experiente goleiro do Grêmio e de muito sucesso no Palmeiras. Ele irá para a sua segunda Copa do Mundo! Líder dentro e fora de campo, segue sendo um dos jogadores mais regulares do futebol brasileiro. Rayan, ex-Vasco e atualmente no Bournemouth-ING, foi outro acerto. Afinal, talento não se desperdiça.</p>
<p>Por falar em talento, Neymar está confirmado e disputará sua quarta Copa do Mundo, podendo se despedir da Seleção com o tão sonhado hexa. Já Danilo e Endrick, que insisti em ver com a Amarelinha, viverão a primeira Copa de suas carreiras. E a minha expectativa é de titularidade para ambos ao longo da competição</p>
<p>Fabio, goleiro do Fluminense, também seria excelente escolha, assim como Thiago Silva, campeão português pelo Porto. Mas Ancelotti está muito bem servido.</p>
<p>No dia 31 deste mês, o Brasil enfrentará o Panamá, no Maracanã, em amistoso antes da viagem para os Estados Unidos. Um golaço da CBF. Já a estreia na Copa do Mundo será em 13 de junho, às 19h (de Brasília), contra Marrocos, em Nova Jersey.</p>
<p>E você, gostou dos convocados? Faria diferente?</p>
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		<item>
		<title>A convocação de Ancelotti é o primeiro jogo do Brasil na Copa</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/a-convocacao-de-ancelotti-e-o-primeiro-jogo-do-brasil-na-copa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 17:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Giovenardi]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=58698</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi A Copa do Mundo ainda nem começou oficialmente, mas o Brasil já estará em campo nesta segunda-feira (18). Não haverá bola rolando, estádio lotado ou o hino nacional ecoando antes do apito inicial. Ainda assim, milhões de brasileiros estarão ligados, atentos, ansiosos e prontos para discutir cada escolha da convocação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>A Copa do Mundo ainda nem começou oficialmente, mas o Brasil já estará em campo nesta segunda-feira (18). Não haverá bola rolando, estádio lotado ou o hino nacional ecoando antes do apito inicial. Ainda assim, milhões de brasileiros estarão ligados, atentos, ansiosos e prontos para discutir cada escolha da convocação oficial da Seleção Brasileira para o Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá.</p>
<p>Porque toda Copa começa muito antes da estreia. E, para o torcedor brasileiro, ela nasce justamente na divulgação da lista final com os 26 convocados.</p>
<p>É fato que a convocação divide famílias, grupos de WhatsApp, mesas de bar e programas esportivos. No pós-lista, cada torcedor se transforma em técnico, enquanto cada nome escolhido carrega um pedaço da esperança de milhões de brasileiros. A sensação é de que o país inteiro começará a respirar Copa do Mundo assim que Carlo Ancelotti divulgar seus homens de confiança na caminhada rumo ao hexa.</p>
<p>A convocação não define apenas jogadores. Ela funciona como gatilho para sonhos, debates, paixões e até revoltas. Afinal, nenhuma lista conseguirá agradar completamente um país com mais de 200 milhões de técnicos espalhados pelas arquibancadas, ruas e redes sociais. E talvez esteja justamente aí uma das maiores forças da Copa do Mundo: mobilizar até quem costuma dizer que não gosta de futebol.</p>
<p>A partir da convocação, o ambiente muda. O comércio pinta suas vitrines de verde e amarelo, o álbum de figurinhas se torna o maior passatempo de jovens e adultos, crianças passam a imitar seus ídolos e as discussões sobre a Copa dominam rodas de conversa que antes falavam apenas dos times de coração, além de política, trabalho ou rotina.</p>
<p>A Copa do Mundo tem esse poder raro de transformar o clima de um país inteiro. E tudo começa justamente na convocação oficial. É ali que nascem os debates sobre quem deveria estar na lista, os questionamentos sobre injustiças, as apostas nos craques capazes de decidir jogos e a esperança de que “dessa vez vai”. O brasileiro pode reclamar, discordar, criticar o treinador e até desacreditar da Seleção em determinados momentos, mas basta a lista ser divulgada para algo diferente acontecer. Aos poucos, o país entra no modo Copa. Tenho 41 anos e ainda não esqueci que Edmundo e Evair ficaram fora da Copa de 94, que Raí, Zinho, Marcelinho, Djalminha e Paulo Nunes poderiam estar em 98, assim como Romário e Alex em 2002, Ganso e Neymar em 2010, Ronaldinho Gaúcho em 2014 e por aí vai. Sim, já tive dias de Parreira, Zagallo, Felipão e Dunga…</p>
<p>Mesmo em tempos de redes sociais aceleradas, de atenção fragmentada e de um futebol cada vez mais globalizado, tenho certeza que a Seleção Brasileira ainda conseguirá provocar uma mobilização que poucos eventos no planeta são capazes de gerar. Porque a Copa mexe com memória afetiva. Ela faz o torcedor lembrar da infância, das ruas pintadas, das buzinas, das bandeiras nas janelas, nos carros e até nas motos, das reuniões em família e dos jogos assistidos ao lado de pessoas que muitas vezes já nem estão mais aqui. Que saudade!</p>
<p>E talvez seja exatamente por isso que a convocação tenha um peso tão simbólico. Ela não anuncia apenas os jogadores que representarão o Brasil. Ela anuncia que a Copa está chegando. Porque, gostando ou não, quando Ancelotti com a sua voz inconfundível anunciar os 26, o Brasil mudará de assunto. E, por alguns instantes, voltará a sonhar junto.</p>
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